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NOME DO CURSO: PÓS GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA, INSTITUCIONAL E HOSPITALAR
DISCIPLINA: PSICOPEDAGOGIA INSTITUCIONAL
PROFESSOR(A): SIMONE SOUSA COSTA
EMENTA 
Processo histórico da psicopedagogia;
Objeto de estudo da psicopedagogia
Fundamentos da psicopedagogia Institucional.
 Psicopedagogia Institucional e suas abordagens;
 Campo de atuação
 Diagnostico psicopedagógico institucional
 Prática, Estratégias e intervenção no contexto escolar;
 As dimensões do processo de Aprendizagem;
 Dificuldades de Aprendizagem detectadas no espaço escolar
EMENTA 
Os desafios no contexto escolar
As contribuições da psicologia moderna no processo de aprendizagem;
Relação criança e escola: um fator desencadeante e ou/exacerbador da neurose infantil;
Relação criança e escola
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES 
	Nº Ord	Data	Horário	Professor(a)
	1º	10/01/25	19:00 as 22:00	Simone Costa - PI
	2º	11/01/25	8:00 as 12:00 e 13:00 as 17:00	
	3º	24/01/25	19:00 as 22:00	
	4º	25/01/25	8:00 as 12:00 e 13:00 as 17:00
	
ATIVIDADES PREVISTA 
Aulas expositivas;
Atividade colaborativa;
Estudos de caso;
Prova objetiva 
Segundo o Código de Ética da Associação 
Brasileira de Psicopedagogia, 
É um campo de atuação em Saúde e Educação que lida com o processo de aprendizagem humana; seus padrões normais e patológicos, considerando a influência do meio (família, escola e sociedade) no seu desenvolvimento, utilizando procedimentos próprios da psicopedagogia
 
Vamos falar de Aprendizagem?
AS DIMENSÕES DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM
O Que é aprender?
Como se dá o processo de aprendizagem?
Quais as capacidades a pessoa deve adquirir para aprender?
Porque algumas pessoas tem dificuldades de aprender algo que aparenta ser tão simples para outras?
Historico 
Desde a antiguidade, pensadores como Sócrates, Platão, Aristóteles, Santo Agostinho e Tomás de Aquino buscaram compreender como ocorria a aprendizagem humana a partir de métodos da maiêutica de Sócrates ou pelo método indutivo de Aristóteles.(CAMPOS, 2013).
CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA MODERNA
 Dewey Binet Skinner Piaget Freud Vigotsky 
Consideradas atuais, prezam por uma aprendizagem baseada nos princípios da ciência moderna, mas não deixaram de lado o método indutivo de Aristóteles para definir seus métodos científicos em que a observação, experimentação, a medida e a classificação deveriam ser consideradas ao se analisar a conceitualização da aprendizagem
CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA MODERNA
Teorias da psicologia da Aprendizagem destacam-se
Comportamentalismo
Cognitivismo
Humanismo
Sócio-histórico 
Teorias da psicologia da Aprendizagem destacam-se
Comportamentalismo
Tem como foco principal levar o aprendiz a obter respostas corretas de acordo com os estímulos do ambiente externo, pois aprender é a mudança do comportamento.
Nesta abordagem destacam-se as teorias do reflexo, behaviorismo de Watson e de skinner.
No cognitivismo busca-se compreender como ocorrem os processos mentais durante a aprendizagem, já que se aprende a partir do conhecimento. O principio está no ato de conhecer, isto é na COGNIÇÃO. Esta abordagem da ênfase aos processos mentais como: percepção, memória, compreensão e o processamento da informação.
Teorias Humanismo: Carl Rogers
Fundamenta-se que aprender leva à autorrealização e da autonomia, sendo que o ensino deve estar centrado no aluno, seu alvo é o crescimento pessoal do aluno.
Teorias Cognitivismo: Piaget e Ausubel
Tem seu marco na relação do sujeito e a influência com o meio, destaca-se nesta perspectiva como as questões culturais, sociais e históricas agem diretamente na aprendizagem do sujeito e de que forma ele internaliza os valores, ideias, atitudes e práticas do meio em que esta inserido e, como a mediação é uma ação importante para aprendizagem.
Cada um desses enfoques busca em sua essência compreender como ocorre o processo de aprendizagem e porque podem ocorrer “falhas” ou “dificuldades” durante aprendizagem de conceitos, da compreensão de signos e da linguagem, assim, buscando compreender como o sujeito aprende e porque as vezes parece não aprender. 
Fernandez, 2001 
"[...] a aprendizagem é uma construção singular que cada sujeito vai fazendo a partir de seu saber para ir transformando as informações em conhecimentos" (Fernández, 2001, p. 124).
COMO PODEMOS DEFINIR APRENDIZAGEM?
A aprendizagem é um processo fundamental na vida do ser humano. 
É através dela que o indivíduo desenvolve e aprimora habilidades e comportamentos que o ajudam a lidar com as situações diárias.
É o processo do qual a criança se apropria ativamente do conteúdo da experiência humana, daquilo que o seu grupo social conhece.
Para que a criança aprenda, ela necessitará interagir com outros seres humanos, especialmente com os adultos e com outras crianças mais experientes.
APRENDIZAGEM E SUAS DIMENÕES: COGNITIVAS, AFETIVAS E SOCIAL
A aprendizagem é um processo fundamental na vida do ser humano. É através dela que o indivíduo desenvolve e aprimora habilidades e comportamentos que o ajudam a lidar com as situações diárias
No resultado da aprendizagem, observamos não só os efeitos das experiências vividas individualmente, mas podemos detectar, também, as vivências culturais, familiares e sociais que fazem com que o ser humano construa sua identidade.
APRENDIZAGEM E SUAS DIMENÕES: COGNITIVA, AFETIVA E SOCIAL
(LIMA, 2008). A aprendizagem é um processo complexo, que envolve: aspectos orgânicos, psicossociais, culturais, cognitivos e emocionais e que resulta no desenvolver de aptidões e conhecimentos.
APRENDIZAGEM E SUAS DIMENÕES: COGNITIVA, AFETIVA E SOCIAL
A aprendizagem pode ser conceituada sob duas visões: a funcional e a operacional. 
Na visão funcional, o comportamento do indivíduo se modifica estimulado tanto pela motivação de alguma experiência já vivida, quanto pela dependência dessa vivência, que gera respostas para as situações presentes. 
APRENDIZAGEM E SUAS DIMENÕES: COGNITIVA, AFETIVA E SOCIAL
É imprescindível que na visão funcional se reconheçam algumas características: 
A presença de fatores que interagem dinamicamente e impulsionam o indivíduo a agir diante dos problemas. 
Um exemplo de fator impulsionador seria a motivação. O experimentar possibilidades faz com que haja aprimoramento do conhecimento; 
APRENDIZAGEM E SUAS DIMENÕES: COGNITIVA, AFETIVA E SOCIAL
b) As alterações do ambiente, que fazem com que o indivíduo busque se ajustar tendo, dessa forma, possibilidade de modificar suas reações diante desses estímulos externos; e 
c) O comportamento do indivíduo, pois seu modo de agir decorre da prática e da experimentação de novas vivências, que lhe permitem avançar em seu processo de aprendizagem.
APRENDIZAGEM E SUAS DIMENÕES: COGNITIVA, AFETIVA E SOCIAL
Na visão operacional, são necessárias apenas duas características para conceituar a aprendizagem. São elas: 
A alteração gradativa e contínua dos aspectos comportamentais; e
 b) As consequências do comportamento na prática cotidiana e onde o indivíduo está inserido. Neste sentido, podemos compreender que a aprendizagem altera, de maneira contínua, o comportamento ou a conduta, impactada pelo fazer repetitivo ou pelas vivências, com o intuito de que o indivíduo se adapte ou se ajuste ao contexto que lhe é apresentado (CAMPOS, 1983).
APRENDIZAGEM E SUAS DIMENÕES: COGNITIVA, AFETIVA E SOCIAL
Em sentido amplo, definiremos aprendizagem, a partir das várias contribuições, como um processo: 
 I) Dinâmico – o indivíduo aprende porque está envolvido na tarefa, tanto externa como internamente. EX: O estudante, na escola, aprende porque participa de várias atividades que estimulam sua interação consigo, com seus pares (sejam colegas ou professores) e no envolvimento dos recursos que mediam sua instrução.
 
APRENDIZAGEM E SUAS DIMENÕES: COGNITIVA, AFETIVA E SOCIALII) Contínuo – desde o momento em que temos sopro de vida, já estamos em processo de aprendizagem. Podemos nos sentir acolhidos ou desajustados durante este percurso, e todo o resultado deste trajeto influenciará no desenvolvimento global do indivíduo. 
APRENDIZAGEM E SUAS DIMENÕES: COGNITIVA, AFETIVA E SOCIAL
III) global – como a aprendizagem envolve aspectos cognitivos, emocionais e sociais, o indivíduo é impactado diariamente por esses fatores de maneira globalizada e dinâmica; 
IV) pessoal – cada indivíduo tem sua maneira peculiar de aprender. Como seres únicos, captamos e compreendemos o contexto no qual estamos inseridos de uma perspectiva completamente pessoal. Não temos como sentir e aprender pelo outro, aprender é algo intransferível; 
APRENDIZAGEM E SUAS DIMENÕES: COGNITIVA, AFETIVA E SOCIAL
V) gradativo – a aprendizagem é um processo que envolve estágios diferentes de resolução de problemas. 
A cada novo conhecimento, novos elementos e informações diferentes são inseridas e isso faz com que o indivíduo renove sua visão de mundo.
Em função disso, organizamos conteúdos programáticos nos baseando em níveis de escolaridade, por exemplo
APRENDIZAGEM E SUAS DIMENÕES: COGNITIVA, AFETIVA E SOCIAL
VI) cumulativo – o que aprendemos se acumula durante nossa vida. Experiências passadas são importantes para os experimentos presentes. 
Cada ser humano, como ser individual, assimila e acomoda suas vivências aprendendo variadas maneiras de se adequar e se comportar socialmente
APRENDIZAGEM E SUAS DIMENÕES: COGNITIVA, AFETIVA E SOCIAL
A aprendizagem podem ser classificada em (HAMZE, s/d):
Domínio cognitivo – está relacionado a conhecimentos e/ou informações, bem como as habilidades ligadas à memória, à compreensão, à análise, síntese e avaliação; 
Domínio afetivo - está relacionado a sentimentos, emoções, gostos ou atitudes, bem como as habilidades de receptividade, resposta, valorização, organização e caracterização; 
APRENDIZAGEM E SUAS DIMENÕES: COGNITIVA, AFETIVA E SOCIAL
A aprendizagem podem ser classificada em (HAMZE, s/d): 
c) Domínio psicomotor – está relacionado ao uso e à coordenação dos músculos, bem como as habilidades que envolvem os movimentos básicos fundamentais, reflexos perceptivos, físicos e a comunicação corporal. 
APRENDIZAGEM E SUAS DIMENÕES: COGNITIVA, AFETIVA E SOCIAL
Para que a aprendizagem ocorra, é necessário que existam situações de conflitos ou problemas para que o indivíduo reaja diante deles e se sinta impulsionado a resolvê-los. 
O buscar das respostas e/ou das soluções é o que gera no indivíduo o movimento de trazer à tona recursos cognitivos, físicos, emocionais, afetivos, etc., a fim de que as suas reações não sejam apenas fórmulas comportamentais pré-estabelecidas, mas, sim, algo que lhe seja peculiar, lhe traga ajustamento, bem estar consigo e com o contexto no qual está inserido.
A importância da motivação na aprendizagem
Neste sentido, a palavra motivar poderia ser definida como aquilo que provoca, que desencadeia algum tipo de movimentação e/ou atividade no indivíduo que lhe gera satisfação interna e externa.
APRENDIZAGEM E SUAS DIMENÕES: COGNITIVA, AFETIVA E SOCIAL
A importância da motivação na aprendizagem
O motivo está relacionado às necessidades, desejos, valores, interesses, etc., que já existem dentro do indivíduo, que, por sua vez, busca uma ação e/ou comportamento que alcance seu objetivo e que satisfaça a razão que desencadeou sua forma de agir nesta ou naquela direção.
APRENDIZAGEM E SUAS DIMENÕES: COGNITIVA, AFETIVA E SOCIAL
Refletindo sobre a psicopedagogia…
Estuda as características da aprendizagem humana: como se aprende, como essa aprendizagem varia evolutivamente e esta condicionada a vários fatores, como se produzem as alterações na aprendizagem, como reconhece-las, trata-las e preveni-las.
OS PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM E SEUS FATORES
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM?
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM
São caracterizadas pela desordem ou disfunção no processo de aprender.
Refere-se não a um único problema, mas uma gama de problemas que podem afetar qualquer área do desempenho acadêmico, ou seja, são problemas que afetam a capacidade da criança de receber, processar, analisar ou armazenar informações. 
Podem dificultar a aquisição, pela criança, de habilidades de leitura, escrita, soletração e resolução de problemas matemáticos.
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM?
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM
Com aprofundamento teórico sobre as possíveis causas e na busca por uma melhor definição muitas outras terminologias surgiram para tentar explicar o que de fato são estes déficits no aprendizado, São elas:
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM
Transtornos de aprendizagem
Transtornos específicos de aprendizagem
Transtornos específicos do desenvolvimento das habilidades escolares
Transtornos funcionais de aprendizagem
Distúrbio de aprendizagem.
Transtornos e dificuldades que afetam concentração, atenção e memória Citamos:
TDA – Transtorno de Déficit Atenção 
TDAH – Transtorno de Déficit Atenção e Hiperatividade 
ORIGEM DOS Transtornos e dificuldades QUE AFETAM A APRENDIZAGEM
ORIGEM/CAUSAS: Estão relacionados a fatores de ordem ambiental, genética e fisiológicas, ligados a questões comportamentais relacionados ao temperamento que acabam por influenciar a forma que o cérebro processa algumas informações durante o ato de aprender.
ORIGEM DOS Transtornos e dificuldades QUE AFETAM A APRENDIZAGEM
CAUSAS AMBIENTAIS: 
Pré-natais: uso de álcool e drogas pela mãe durante a gestação.
Pós-natais: crianças abaixo do peso, exposição a neurotoxina(ex: chumbo) infecções (encefalite)
CAUSAS GENÉTICAS E FISIOLÓGICAS: 
Estão relacionadas a situações hereditárias 
ATENÇÃO PARA AS POSSÍVEIS COMORBIDADES
Deficiência visuais e auditivas;
Anormalidades metabólicas;
Transtorno do sono;
Ansiedade;
Deficiência nutricionais e epilepsia (SMITH; STRICK, 2012.
Estar com dificuldades de aprender é estar diante de um obstáculo que dificulta dar prosseguimento à aprendizagem, 
 OBSTÁCULOS, SEGUNDO JORGE VISCA
EPISTÊMICO: ninguém pode aprender o que esta acima de sua capacidade cognitiva (Jorge Visca). 
Refere-se a uma estrutura cognitiva defasada em relação a idade cronológico – estágio do pensamento que se encontra abaixo do esperado, apresenta dificuldade na estrutura cognitiva
EPISTEMOFILICO: falta de amor pelo conhecimento. É o vínculo negativo com a aprendizagem. Resistência ao aprender
FUNCIONAIS: podem ser de caráter orgânico ou de funcionamento do pensamento e podem se ligar tanto às hipóteses de dificuldades cognitivas, quanto às relacionadas às vinculações afetivas do aprendiz com as situações de aprendizagem.
 OBSTACULOS, SEGUNDO JORGE VISCA
PRINCIPAIS CAUSAS DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM.
As dificuldades de aprendizagem de ordem neurológica podem ter origem a partir de uma lesão cerebral, falhas no desenvolvimento cerebral ou por desiquilíbrio químico, podem também esta ligadas a fatores hereditários e fluências ambientais, sejam elas de cunho familiar ou escolar.
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E SEUS FATORES
FATORES 
BIOLOGICO 
INDIVIDUAIS 
SOCIAIS 
FAMILIARES 
ESCOLARES 
Origem biológica inclui uma interação de fatores genéticos, epigenéticos e ambientais que influenciam na capacidade do cérebro para perceber ou processar informações verbais ou não verbais com eficiência 
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E SEUS FATORES
Algumas dificuldades são diretamente ligadas a lesões cerebrais a partir de traumas cranianos, hemorragias cerebrais e tumores, febres altas e doenças como: encefalite e meningite.
Existem também fatores relacionados a desnutrição, exposição a substancia tóxicas, radiação e outros fatores.(SMITH; STRICK, 2013).
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E SEUS FATORES
POSSÍVEIS CAUSAS DE LESÕES NEUROLOGICAS 
No pré natal: genéticas, doenças viróticas da mãe, deficiências nutricionais na gravidez,alcoolismo, tabagismo e drogas.
Perinatais: anóxia ou hipóxia (oxigenação insuficiente); traumatismo obstétricos (fórceps, desnutrição, baixo peso, prematuridade e infecções neonatais.
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E SEUS FATORES
POSSÍVEIS CAUSAS DE LESÕES NEUROLOGICAS 
Pós natais: traumatismo ou acidentes com sequelas neurológica, doenças infecciosas, meningite, sarampo, rubéola e outras.
Observar aspectos específicos: dislexia, disortografia, discalculia, disgrafia 
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E SEUS FATORES
FATORES ORGÂNICOS: 
Funcionamento das estruturas cognitivas, memoria, atenção e funções executivas;
Qualidade do sono pregressa e atual
Audição
Doenças na infância 
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E SEUS FATORES
CAUSAS/FATORES DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM?
FATORES INDIVIDUAIS:
Maturidade;
Ritmo pessoal
Preferencias
Origem nervosa: falta de concentração, ansiedade.
Características orgânicas
Necessidades especiais diversas. 
Ansiedade, 
fobias, 
deficiência mental, 
autismo, 
depressão, 
transtorno de déficit de aprendizagem,
transtorno opositor e desafiador e outros.
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E SEUS FATORES
FATORES PSÍQUICOS: transtornos mentais e de comportamento que podem causar dificuldades de aprendizagem
Criança rejeitada por um ou ambos pais;
Presença de situações no ambiente familiar com as quais a criança é incapaz de lidar.
Ex: alcoolismo, drogas, violência e abuso sexual.
FATORES EMOCIONAIS: 
Superproteção dos pais ocasionando fragilidade do ego e falta de autonomia da criança.
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E SEUS FATORES
FATORES EMOCIONAIS: 
Bullying
Autoestima rebaixada, ausência de autodefesa, sentir-se perseguido
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E SEUS FATORES
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E SEUS FATORES
FATORES AMBIENTAIS: 
Desorganização familiar: pais desorganizados, esquecidos;
Pais que cobram, mas não dão exemplos;
Falta de limites;
Falta de rotinas;
Falta de orientação e acompanhamento dos pais nos estudos.
FATORES SOCIAIS: ESCOLARES
O Professor: autoritarismo e antipatia – associação matéria/professor.
Os métodos de ensino: métodos individualistas, desconectados do mundo e imposto pelo professor
Ambiente escolar: infraestrutura, números de alunos, administração escolar.
FATORES DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM?
RELAÇÃO CRIANÇA E ESCOLA: UM FATOR DESENCADEANTE E/OU EXACERBADOR DA NEUROSE INFANTIL. 
RELAÇÃO CRIANÇA E ESCOLA: UM FATOR DESENCADEANTE E/OU EXACERBADOR DA NEUROSE INFANTIL. 
O QUE É NEUROSE INFANTIL?
A neurose infantil é um conjunto de transtornos psicológicos que afetam crianças e podem interferir em seu desenvolvimento emocional e social. 
Esses transtornos são caracterizados por comportamentos e pensamentos disfuncionais, que causam sofrimento e dificuldades no dia a dia da criança
RELAÇÃO CRIANÇA E ESCOLA: UM FATOR DESENCADEANTE E/OU EXACERBADOR DE NEUROSE INFANTIL. 
Alguns sintomas da neurose são:
Fobias.
Ansiedade.
Sensação de vazio e não pertencimento.
Paranoia.
Isolamento social.
Apatia.
Insônia.
Pessimismo.
RELAÇÃO CRIANÇA E ESCOLA: A FOBIA ESCOLAR
Este conceito é aplicado quando a criança apresenta incapacidade total ou parcial de frequentar a escola resultante de um medo excessivo de alguns aspectos da situação escolar. 
Geralmente ela nomeia como objeto de medo a escola como um todo, mas também pode referir-se a aspectos específicos. A EX: medo da professora, colegas ou mesmo de entrar na sala de aula. Em casa mostra-se tranquila, porem quando forçada a enfrentar situações desencadeia-se um ataque agudo de ansiedade, acompanhando de sintomas físicos como: náuseas, taquicardíaco, diarreia e dores.
RELAÇÃO CRIANÇA E ESCOLA: A FOBIA ESCOLAR
CID10 Organização mundial de Saúde (1993. p268) alerta que a fobia escolar pode ter como principal ansiedade de separação, mas nem sempre se trata disso.
O DSM – V (Marcelli 1998. p.319) considera que a fobia pode ser tanto ansiedade de separação quanto uma foba social. A faixa etária em que aparece pode ser determinante no diagnostico diferencial. Sendo a angustia ansiedade de separação ocorre em crianças menores.
RELAÇÃO CRIANÇA E ESCOLA: A FOBIA ESCOLAR
Considerando que a escolarização da criança compreende um transito do espaço familiar (espaço fechado) para o espaço público (aberto) no temor associado a esta saída há um componente agorafobico (que pode ser minimizado quando a criança tem um acompanhante) 
Ao mesmo tempo o confinamento do interior da escola pode constitui-se em um elemento claustrofóbico (tal como interior de um veiculo). Considerando ainda que a escola se tornou um espaço obrigatório na condução da infância para vida adulta. reunindo assim, fortes condições para se tornar objeto fóbico.
RELAÇÃO CRIANÇA E ESCOLA: A FOBIA ESCOLAR
PENOCHETT, 1992, p.86
É Frequente nas fobias escolares que as crises de angustia se desencadeie quando a criança se defronta com o portão da escola, ou então com a porta da sala de aula.
Para LACAN, essa angústia surge sempre que aposição do sujeito desejante esta em risco. 
RELAÇÃO CRIANÇA E ESCOLA: 
Estudos defendem a posição de que a escola possa ser responsabilizada pelo aparecimento ou exacerbação de neuroses infantis.
RELAÇÃO CRIANÇA E ESCOLA: UM FATOR DESENCADEANTE E/OU EXACERBADOR DE NEUROSE INFANTIL. 
A escola constitui como um espaço essencialmente educativo cuja função principal é a de mediar o conhecimento possibilitando ao educando o acesso a reconstrução do saber
RELAÇÃO CRIANÇA E ESCOLA: 
Enfatiza a importância do papel dos professores como mediadores desse processo aversivo, alertando para o fato de que aqueles devam ser cuidadosamente preparados para evitá-los, por meio de atendimento adequado das necessidades psicológicas das crianças durante os primeiros anos escolares
RELAÇÃO CRIANÇA E ESCOLA 
A escola precisa está preparada e conhecer seus alunos, suas necessidades, suas potencialidades tendo sempre como enfoque a organização dos sistemas cognitivos e afetivos. 
E os ensinantes precisam compreender que a afetividade interfere no crescimento pessoal do indivíduo. É essencial que os pais e ensinantes permitam a seus filhos e aprendentes, a vivência das emoções pela criança, e tenham essas situações como oportunidades de auxiliá-las a aprender como vivenciar com tais afetos que são inerentes ao ser humano.
RELAÇÃO CRIANÇA E ESCOLA 
Algumas escolas se preocupam exclusivamente com o conhecimento intelectual, mas é fato que tão importante quanto à aquisição do saber, o equilíbrio emocional desempenha papel fundamental, pois através do mesmo as crianças apresentarão atitudes positivas diante de si mesmo e dos outros, de forma que aprenderão a colaborar e viver em sociedade. 
RELAÇÃO CRIANÇA E ESCOLA 
Com isso, se faz necessário que o aprendente encontre na instituição escolar um ambiente favorável para o seu desenvolvimento e aprendizado.
Possibilite a construção do conhecimento em meio às inúmeras situações que o aprendente enfrentará; 
RELAÇÃO CRIANÇA E ESCOLA 
A escola precisa oferecer perspectivas onde o aprendente possa expandir sua realidade construindo assim sua autonomia de pensamento, e optem pelas escolhas certas.
RELAÇÃO CRIANÇA E ESCOLA: Nesta relação qual papel do psicopedagogo?
Psicopedagogo desempenha o papel de mediador no processo educativo, entre ensinante e aprendente orientando o ensinante e dando suporte no caminho de construção.
Isso significa que a ação do professor precisa ser pautada no conhecimento acerca do desenvolvimento psicológico da criança e, consequentemente, das suas necessidades. 
RELAÇÃO CRIANÇA E ESCOLA: Nesta relação qual papel do psicopedagogo?
Dessa forma, o professor terá condições de tomar as decisões comprometidas com o desenvolvimento de habilidades e potencialidades, que façam desse aluno uma pessoa mais feliz e plenamente realizada em suas aprendizagens.
OBRIGADA PELA ATENÇÃO DE TODOS!!
Simone Sousa Costa
Neuropsicopedagoga/psicopedagogaABPp. Nº
E-mail: simonecostaphb@gmail.com
Contato: (86) 98141-4114
Parnaíba – PI. 
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