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Anestesiologia Veterinária Aula 02 – 26/07 Dor · A dor é fisiológica e é um mecanismo de proteção. · Quando não é controlada pode se tornar uma doença por si só – Dor crônica. · E deve ser avaliada como um sinal vital (4°). · A dor deve ser tratada por todos, principalmente por ser um dever ético e moral trata-la. · Definição: uma experiência sensitiva e emocional desagradável associada, ou semelhante àquela associada, a uma lesão tecidual real ou potencial. · A dor não é apenas sobre como se sente, mas como ela faz você se sentir. · A dor é uma sensação que pode estar associada ou não a uma lesão. · Estímulo nociceptivo – teste para verificar quando a dor é ativada (limiar de ativação). · 6 princípios para se respeitar: · Experiencia pessoal · Cada ser irá sentir a dor de uma forma diferente. · Igualmente os fármacos, cada indivíduo irá responder de forma variada. · Dor · Respeito ao relato · Se comportam de maneira que possamos interpretar a dor no animal. · O conceito é aprendido · Efeitos adversos · Incapacidade de comunicação · Não deve ser um empecilho para a dor ser tratada. Classificação da dor · Tempo · Aguda · Abrupta e esta relacionada a lesão tecidual. · Dor que consegue identificar com mais facilidade por já apresentar uma lesão. · Tratada de uma forma mais fácil por estar associada a um componente inflamatório, respondendo de uma forma mais simples. · Costuma se resolver com a resolução da lesão. · Crônica · Pode ser uma doença por si só. · Não está necessariamente relacionada a uma lesão, a não ser uma lesão crônica (displasia), levando a um estímulo constante da dor. · É considerada crônica por uma duração maior que 3 meses ou quando persiste mesmo após a resolução da lesão. · Pode ser um resultado de um tratamento ineficaz da dor aguda. · Mecanismo · Nociceptiva · Originada pelos estímulos de nociceptores que são receptores de dor. · Estimulo que fara que estes receptores sejam ativados. · Geralmente associada a uma lesão e dor aguda. · Mais fácil de ser tratada por ser facilmente respondida. · Neuropática · Origem de uma alteração ou lesão no sistema somato sensorial (sistema nervoso periférico ou central). · Lesões em tecidos periféricos e na coluna, dor do membro fantasma ou ainda uma alteração no sistema nervoso devido a um estimulo intenso ou prolongados por alta liberação de neurotransmissores fazendo com que o córtex seja receptivo a dor são alguns exemplos. · Não necessariamente terá uma cura, mas sim um controle. · Nociplastica · Quadro dolorosos que não é identificador o componente nocipático ou nociceptivos. · Não necessariamente há uma lesão. · Muito mais difícil o diagnóstico e o tratamento raro. · Fibromialgia. · Intensidade · Dor Leve · Intervenções cirúrgicas de pequeno porte. · Até 3. · Dor moderada · Intervenções cirúrgicas de médio porte. · De 4 a 7. · Dor grave · Intervenções cirúrgicas de grande porte. · A partir de 8. Processos fisiológicos · Transdução · Nociceptores – receptor periférico responsável por fazer a tradução dos estímulos · Este é um receptor de alto limiar. · Ele não se adapta (não se acostumam) mas pode se sensibilizar, diminuindo o seu limiar. · Porem ele não irá aumentar, só ser destruído (ex: queimadura de 1° grau dói mais que a de 3° pois o receptor foi destruído). · Transmissão · O estimulo será transmitido até o sistema nervoso central (corno dorsal da medula). · Fibras A-δ e C · A fibra A-δ possui mielina, transmitindo mais rápido a primeira dor. · A fibra C não é mielinizada, seu receptor é polimodal, o estímulo constante da dor é mais transmitido por esta fibra, contribuindo para a sensibilização central. · Modulação · Corno dorsal da medula · Substância cinzenta · Projeção · Trato ascendentes (espinotalâmico) · Pretensão de redução do estimulo doloroso. · Os estímulos são projetados até as áreas do sistema nervoso. · Teoria da comporta/portão: o estímulo mecânico reduz o estímulo de dor. · Modulação descendente da dor: haja liberação de neurotransmissores inibitórios que diminuem a liberação de dor da fibra que está chegando e fazer com que o neurônio fique menos excitado. · Percepção · Córtex cerebral Aula 03 – 02/08/2022 Conceitos · Sensibilização · Aumento da capacidade de resposta dos neurônios nociceptivos à sua entrada normal e/ou recrutamento de uma resposta a entradas normalmente subliminares. · Substâncias que deixam o limiar de ativação mais reativo. · Hiperalgesia · Aumento da dor de um estímulo que normalmente provoca dor. · Sentir um estimulo doloroso com uma intensidade maior. · Alodínia · Dor devido a um estímulo que normalmente não provoca dor. · Nocicepção · O processo neural de codificação de estímulos nocivos. · Limiar doloroso · A intensidade mínima de um estímulo que é percebido como doloroso. · Desencadeia o processo de nocicepção. Avaliação da dor · Avaliação subjetiva · Escalas espécie-específica · Escalas · Feline Grimace Scale · Escala facial · Escore máximo – 1 ou 10 · Ponto de corte – 0,39/1 ou 4/10 · Considera: · Posição das orelhas · Tensão do focinho e olhos · Posição dos bigodes · Glasgow Composite Measure Pain Scale · Escore 6 deve utilizar opioide · E caso não consiga avaliar a locomoção o escore para a utilização de opioide é 5. · Equinos · Bovinos · Ovinos · Suínos Tratamento · Objetivos · Controle da dor · Simplicidade · Mínimos efeitos colaterais · Segurança · Dor é uma doença · Sempre utilizar a avaliação da dor · Trate a dor previsível · Resposta ao tratamento · Analgesia preemptiva · Administração do analgésico antes do estímulo doloroso · Diminui a quantidade de analgésico no pós · Analgesia multimodal · Associação de vários fármacos · Bloqueio de todas as vias responsáveis pela percepção, transmissão, transdução e sensibilização central · Com o que tratar a dor? · Opioides · AINES · Antagonistas NMDA · Alfa-2 agonistas · Anestésicos locais · Antidepressivos · Acupuntura · Métodos físicos Analgesia Multimodal Exemplos de cirurgia Ovariohisterectomia · Dor moderada · Depende da manipulação cirúrgica · MPA · Opioide · Sedativo / tranquilizante · +/- Cetamina · Indução · Propofol ou cetamina · BDZ ou agonista α2 · Preferível α2 · Manutenção · Isofluorano ou propofol · +/- Anestesia Local · Durante a cirurgia pode haver necessidade de complementação analgésica · No pós-operatório avaliar a dor por pelo menos 24h Cirurgias ortopédicas · Dor moderada a grave · Analgesia preventiva e multimodal · Sempre que possível utilizar técnicas de AL · AINE no pré-operatório · Cirurgias que envolvam a secção ou manipulação de nervos – gabapentina · MPA · Opioide · Sedativo/ tranquilizante · AINE · +/- cetamina · Indução · Propofol ou cetamina · BDZ ou agonista α2 · Manutenção · Isofluorano ou propofol · Infusões · Opioide · Agonista α2 · Lidocaína · Cetamina · Técnicas de anestesia local · Pós-operatório · AINE · Manutenção das infusões · Opioides · Terapia não farmacológicas Aula 04 – 12/08/2022 * Aula 05 – 16/08/2022 * Aula 06 - 23/08/2022 – Apresentação de seminário Aula 07 – 30/08/2022 * Aula 08 – 06/09/2022 Técnicas anestésicas Anestesia infiltrativa · Administrar anestésicos em tecidos · Área restrita · Utiliza mais anestésico · Lidocaína, bupivacaína ou ropivacaína · Com ou sem vaso constritor que faz com que o bloqueio dure mais · Preparo da pele · Intradérmica, subcutânea ou intramuscular · Podendo ser nas três camadas · Injeta toda a agulha e enquanto injeta o anestésico, vai removendo a agulha. · Porem não se retira toda, pois melhor deve-se redirecionar Possíveis técnicas · Infiltração na linha de incisão · Antes ou depois da cirurgia · Não é a técnica mais indicada · Bloqueio intratesticular · Castração de pequenos e grandes animais · Volume depende do tamanho do paciente - 0,5 a 1 ml por testículo ou 10 a 15ml por testículo (grandes · O testículo fica mais rígido · Insere até o meio, aspira e ingere · Esperar o tempo de latência - 10 a 15 min · Por não pegar a pele, deve fazer a de técnica de infiltração · Bloqueio Intrafunicular · Administra-se o anestésico no funículo dostestículos · Orquiectomia de macho · Maior chance de perder a ligadura · Infiltração com margem *não sei o nome · Margem do nódulo · L invertido · Utilizada para a cirurgia de flanco · Laparotomia · Faz o desenho em L margeando a ultima costela e as últimas processos transversos lombares. · Vantagem: Não terá anestésico na linha de incisão · Difícil um bloqueio até o peritônio principalmente de leite · Instilar em 3 camadas. · Subcutânea · Bloqueio auxiliar da linha sla oq · Anestesia por intumescência · Infiltrar uma grande quantidade de anestésico em uma região · Bastante utilizada para mastectomia em cadelas. · Objetivo é administrar abaixo da neoplasia · Lidocaína ou ropivacaína · Utiliza-se uma solução de anestésico local. · 250ml de RL a 4°C · 40ml de Lidocaína 2% SV (sem vaso construtor) · 0,29ml de adrenalina · Dose: 15ml/kg · Vantagem: diminui o sangramento da cirurgia, facilita a divulsão da mama. · Necessita de Cânula de Klein · Empurra-se a cânula injetando o fármaco. · Como não é cortante, não tem perigo de acertar um fármaco · Maior risco é intoxicação por anestésico local. · Se o cirurgião não for lento nada acontece · Cateteres de infusão de ferida · Analgesia pós operatória · Cirurgias muito extensas - remoção de tumores, amputação, mandibudectomia · Implanta o cateter como um dreno · Infusão de lidocaína (cão) · Splash block · Borrifar anestésico sobre a ferida · Após fecho da camada muscular antes do subcutâneo · Certo conforto superficial, porém, não causa um bloqueio Anestesia Intravenosa Regional – Técnica de Bier · Aplicação intravenoso em membro garroteado · Embebição tecidual distal ao garrote · Procedimento distais ao cotovelo e joelho (PA) · Remoção de dígitos (bovinos) · Anestésico IV no membro garroteado, todos os tecidos recebem o anestésico e ficam sensíveis · Não pode levar mais de 90 min · E quando for remover o garrote, ser de forma lenta, podendo levar até 15min · Não poder remover o garrote em menos de 30min para não gerar intoxicação. Anestesia Perineural · Utiliza-se pouco anestésico com grande bloqueio · Intoxicação pouca · Tipos de bloqueio · Cabeça · Tronco · Membros · Epidural CABEÇA · Nervo mandibular · Nervo mentoniano · Nervo maxilar · Nervo infraorbitário Bloqueio do nervo maxilar · Insensibiliza toda a região rostral · Intraoral ou extraoral · Extraoral · Cutânea · Intraoral · Cães · Mucosa · Pode ser agulha pequenas · Palpar o ultimo molar Fotooos Bloqueio do nervo Infraorbitário · Anestesia dos lábios e narinas · Ponto médio entre a borda do arco zigomático e a gengiva do canino superior (dorsal ao 3° pré-molar) · Região anestesiada · Lábio superior · Narinas · Caninos e incisivos Bloqueio do nervo Mandibular Fotoos · Causa bloqueio motor parcial da língua · Quando bloquear dos dois lados, pós operatório paciente pode morder a língua e causar um ferimento maior Bloqueio do nervo mentoneano · Região anestesuada adicional (injeção de anestésico no interior do foramen anestesia do nervo ..... Bloqueio dos nervos Zigomático, Lacrimal e Oftálmico · Bloqueio globo ocular e anexos · Direcionando caudal e levemente dorsal ao crânio Bloqueios regionais orbitários · Bloqueio retrobulbar · Bloqueio intraconal · Dentro do cone e atrás do globo · Maior risco de lesão · Indicado para a enucleação · Bloqueio peribulbar · Bloqueio extraconal · Fora do cone e ao redor do globo · Bloqueio de dupla punção transconjuntival · Punção na conjuntiva inferior e superior e entre uma e outra fazer a compressão · Técnica utilizada para centralizar o globo ocular Aula 09 – 13/09//2022 * Aula 10 – 22/09/2022 * Aula 11 – 27/09/2022 Anestesia Parenteral Fármacos Gerais · Propofol · Principal anestésico · Anestésico Geral · Para uma anestesia mais profunda, o animal perde os reflexos palpebrais, reflexo de deglutição e acontece o relaxamento muscular · IV · Cetamina · Anestésico Dissociativo · Grandes: base de protocolo · Pequenos: adjuvante · Áreas deprimidas e áreas não deprimidas · Mantem os reflexos protetores (palpebrais) · IV/IM · Tiopental · Anestésico Geral · Família Barbitúrico · IV · Curtíssima duração · Age em receptores do GABA · Efeitos parecidos com propofol · Taquicardia · Quando extravasado causa · Recuperação prolongada · Alfaxalona · Anestésico Geral · Neuro esteroide · IM · Etomidato · Anestésico Geral · Causa menos problema hemodinâmico · Praticamente não tem efeito sobre o cardiorrespiratório · Farmaco de escolha para cardiopata · Indução lenta, 1 a 2 min · Contração muscular involuntária, e indicação de vômito · Normalmente associado com benzodiazepínicos · Ou Fentanil · Suprime a adrenal · Farmaco de indução e não manutenção · IV Fármacos Adjuvantes · Agonistas Alfa-2 · Dexmedetomidina · Usar somente uma vez, ou pra indução ou mpa · Fentanil · ?? Aula 10/10/2022 Monitoração Anestésica · Anestesia está associada à depressão cardiovascular · Garantir adequada perfusão e oxigenação tecidual · Monitoração deve ser contínua · Sempre registrar · Da MPA até adequada recuperação · Reconhecer e tratar problemas precocemente · Parâmetros: Circulação, oxigenação, ventilação e temperatura · Monitoração em cirurgia: · Temperatura · FC · PA · Oxigenação – SpO2 · FR · TPC · ETCO2 – CO2 expirado · Reflexos · Monitoração de plano anestésico que serve para anestésicos gerais · Permite o quão profundo está a anestesia Monitoração do Plano Anestésico · Planos anestésicos de Guedel · Caracterização da profundidade anestésica · Variação de acordo com a espécie, fármaco, indivíduo · Cada paciente responde de uma forma · O gato perde alguns reflexos mais tardiamente · Deglutição · Insensibilizar a laringe do gato · Algumas espécies não rotacionam totalmente · Avaliação dos reflexos · Posição do globo ocular · Reflexo palpebral · Reflexo corneal · Reflexo interdigital · Tonos muscular – não consegue abrir a boca facilmente · Plano superficial · Pode estar com o globo rotacionado ou não · Terá reflexo palpebral · Terá reflexo corneal · Terá reflexo de deglutição · Terá tonos · Plano Adequado · Globo rotacionado · Terá reflexo corneal · Após a anestesia poderá ter uma leve alteração corneal · Relaxamento muscular · Com estímulo cirúrgico não deverá mexer ou ter uma resposta exacerbada · Plano Profundo · Sem reflexo palpebral ou corneal · Globo centralizado · Muito mais relaxamento muscular · E nenhuma possibilidade de resposta dolorosa · O ideal é sempre adequado, mais superficial possível. · Índice biespectral – BIS · Avalia com o valor do índice que é calculado · Há muita variação Monitoração Cardiovascular · Frequência cardíaca · Palpação arterial ou torácica · Estetoscopia · TPC é uma ótima forma de avaliação das periferias Espécie FC Cão 70-180 Gato 145-200 Equino 30-45 Bovino 60-80 · Devemos avaliar como está a perfusão dos tecidos · Frequência do ritmo cardíaco · Eletrocardiografia · Demonstração gráfica de como está o impulso cardíaco · PQRST · Pressão arterial · Avaliação da perfusão tecidual · PAM · Depende do débito e da resistência vascular · Hipotensão prolongada: hipoperfusão renal, perda da auto-regulação cerebral, miosite (equinos) · Aferir de forma não invasiva ou invasiva · Não invasiva – Doppler e oscilométrico · Doppler – pressão arterial sistólica · Cão – 90mmHg · Gato – 100mmHg · Invasiva – cateteriza uma artéria para calcular a oscilação · Mais fidedigno · Só calcula a PAM Parâmetro Valor Sistólica 110-160 Diastólica 70-90 Média 80-110 · Pressão venosa central · Indicado em pacientes que possuem alterações graves · Necessidade de avaliar a sobre carga de fluido. · UTI · Débito cardíaco · Quando de sangue é ejetado por minuto · ecotransesofágico · Coloração de mucosa · TPC Monitoração Respiratória · Frequência e amplitude respiratória · Observação o gradil costal · Estetoscopia · Balão reservatório · Oximetria de pulso (SpO2%) · Porcentagem de oxihemoglobina saturada · SaPO2 > 90% - PaCO2 > 60mmHg · Hipoxemia antes da cianose · Hipotensão, vasoconstrição · Capnometria (ETCO2) · CO2 expirado · Reflete a pressão parcialde CO2 alveolar · Semelhante à PaCO2 · Hemogasometria · Mensuração da PaO2, PaCO2, pH, bicarbonato, excesso de bases e eletrólitos · Sangue arterial Aula 18/10/2022 Anestesia Geral Inalatória · Os anestésicos inalatórios são usados para a manutenção da anestesia · Pode ser usado para indução, porém é mais demorada e geralmente reservada para pacientes de maior risco · Administração e eliminação pela via pulmonar · Feito com suplementação de oxigênio · Equipamentos específicos e profissionais treinados ESTÁGIOS E PLANOS ANESTÉSICOS · Divisão descrita que os animais apresentam quando utilizados a anestesia inalatória · 4 estágios da anestesia · I ESTÁGIO: começa a anestesia, perde a consciência · II ESTÁGIO: excitação ou delírios, movimentos incoordenados, respiração rápida e superficial, nistagma, vocalizar · III ESTÁGIO: possui 4 planos, sendo 1 tendo reflexo, 2 e 3 tem relaxamento muscular, não há resposta, plano 4 profundo de anestesia, animal fica com globo centralizado perde reflexo corneal. · IV ESTÁGIO: anestesia profunda ou choque bulbar, globo centralizado · Manter o paciente no plano mais superficial possível FARMACOLOGIA · Características físico-quimicas · Compostos orgânicos · São vapores/gases, líquidos voláteis · Descritos em concentração (%) · Descrição em pressão · Mais usado é o ISOFLUORANO · O oxido nitroso é incapaz de induzir a anestesia pela a dose alveolar é maior que 100%, por isso o oxido nitroso é administrado junto com o isofluorano · Pressão de vapor · Pressão em mmHg promovida pelas moléculas de vapor, quando as fases líquidas e vapor estão em equilíbrio · Indica a facilidade de evaporação · EX: Desfluorano (87,36%) – evaporiza mais, Isofluorano (31,57%), Halotano (31,97%), Sevofluorano (21,05%) · Concentração alveolar mínima · Mínima concentração necessária no alvéolo para impedir uma resposta nocioceptiva em 50% dos pacientes · Média da população · Usada como se fosse a dose do anestésico inalatório · Variação pequena entre as espécies, tendo uma variação individual maior. · É determinada na ausência de outros fármacos · EX: Desfluorano 7,2%; Isofluorano 1,28%; Sevofluorano 2,36%; Halotano 0,87% · Anestesia cirúrgica 1,5 CAM (?? Não sei o que significa, mas tem q multiplicar pela concentração mínima dos medicamentos se usado de forma isolada) · Solubilidade · Quanto o anestésico se difunde em alguns meios · Determinantes na velocidade de indução e recuperação · Relação com a potência anestésica · Coeficiente de partição (solubilidade) · Coeficiente de partição sangue-gás · Prevê as velocidades de indução, recuperação e alteração do plano anestésico · Quanto maior o coeficiente, mais anestésico é solúvel no sangue e o tempo para alcançar o equilíbrio é maior. · Demoram mais tempo para induzir, alterar plano anestésico e se recuperar · Coeficiente de partição óleo-gás · Correlação com a potência anestésica · Descreve a capacidade dos lipídeos de reter os anestésicos · Pode sofrer acumulo no tecido adiposo · Mas por ser um dos menos vascularizados é demorada a chegada do anestésico até lá Agente C A M % Coef. de sol. sangue/gás Coef. de sol. óleo/gás Pressão de vapor (mmHG) Halotano 0, 87 2,54 224 243 Enfluorano 2,20 2,00 96 172 Isofluorano 1,28 1,46 91 240 Sevofluoran 2,36 0,68 47 160 Desfluorano 7,20 0,42 18,7 664 Óxido Nitroso 188 0,47 1,4 - FARMACOCINÉTCA · Captação/ distribuição/eliminação · Captação e eliminação pela via pulmonar Dependências: · Concentração inspiradas · Ventilação alveolar · Coeficiente de solubilidade sangue/gás · Débito cardíaco · Biotransformação · Poucos dos anestésicos são metabolizados · Isofluorano (0,2%); Halotano (20-46%); Sevofluorano (2-5%) · Mecanismo de ação · Ação em diferentes áreas do SNC · Diminuem a transmissão ascendente · Córtex, hipocampo, tálamo e formação reticular · Não se sabe ao certo o mecanismo de ação, porém possui teorias: · Ação molecular · Interação com proteínas globulares – canais iônicos · Receptores nicotínicos, serotoninérgicos, gliconérgicos, gabaérgicos, receptores de glutamato · Maior ação nas sinapses · Aumento da atividade inibitória pós sináptica e diminui......? FARMACODINÂMICA · Efeitos no SNC · Depressão reversível dependente da dose · Redução do metabolismo cerebral · Aumento do fluxo sanguíneo · Quando inibe a autorregulação, acontece um aumento da perfusão e vasodilatação, aumentando o volume da caixa cerebral, aumentando a pressão intracraniana · Efeitos cardiovasculares · Depressão dependente da dose · Hipotensão: vasodilatação, redução do DC, redução da RVS · Redução da sensibilidade dos barorreceptores · Efeito cronotrópico negativo · Sensibilização do miocárdio às catecolaminas · Efeitos respiratórios · Depressão dependente da dose · Redução do Volume Minuto · Redução da resposta a hipercapnia e hipóxia image5.png image6.png image7.png image8.png image9.png image10.png image11.png image1.png image2.png image3.png image4.png