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∫ eu(x+ 2) du 2(x+ 2) = 1 2 ∫ eu du = 1 2 eu + C E, voltando para a variável x, ∫ ex 2+4x+3(x+ 2) dx = 1 2 ex 2+4x+3 + C 2. Seja f uma função contínua em [−a, a]. Mostre que: a. Se f é uma função par, então ∫ a −a f(x) dx = 2 ∫ a 0 f(x) dx; b. Se f é uma função ímpar, então ∫ a −a f(x) dx = 0. Resposta a. Queremos mostrar que se f é uma função contínua e par no intervalo [−a, a], então: ∫ a −a f(x) dx = 2 ∫ a 0 f(x) dx Inicialmente, uma função é dita par se f(x) = f(−x), para todo x. Além disso, das propriedades da integral definida, temos: ∫ a −a f(x) dx = ∫ 0 −a f(x) dx+ ∫ a 0 f(x) dx Logo, a ideia é verificar que ∫ 0 −a f(x) dx = ∫ a 0 f(x) dx, pois assim chegaremos no resultado que queremos. Observe que como a função é par,temos 15