Logo Passei Direto
Buscar

Questões medicina

Ferramentas de estudo

Mês do Cliente Passei Direto

Quer receber 70% de desconto para assinar o PasseIA?

Questões resolvidas

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Questões resolvidas

Prévia do material em texto

���� �� �����������: 
���������:
Alternativa A: CORRETA. Ectima é uma infecção piogênica, ou seja, produtora de
pus, que acomete a pele de forma profunda, sendo habitualmente causada pela
bactéria Strptococcus pyogenes. Enquanto isso, a Larva migrans forma apenas
pápula pruriginosa.
Alternativa B: INCORRETA. A Larva migrans ou bicho geográfico é uma erupção
cutânea autolimitada causada pela penetração e migração das larvas do
Ancylostoma caninum e do Ancylostoma braziliensis contidas nas fezes de cães e
gatos.
Alternativa C: INCORRETA. As lesões podem se localizar em qualquer área do
corpo, mas preferencialmente nos pés e região glútea. A larva penetra
ativamente na pele formando uma pápula pruriginosa.
Alternativa D: INCORRETA. O principal sintoma é o prurido que, por ser intenso,
pode prejudicar o sono da criança e resultar em escoriações e, frequentemente,
infecção secundária.
▶ ��������: A
35 (FUNDEP – Prefeitura de Pará de Minas/MG – 2018) Com
relação ao anticorpo monoclonal específico contra o vírus sincicial respiratório
(palivizumabe), disponibilizado pelo Ministério da Saúde Brasil na imunização do
prematuro, assinale a alternativa correta.
A. Está indicado para prematuros com idade gestacional ao nascer menor que
37 semanas.
B. Deve ser administrado nos meses de sazonalidade do vírus, entre
novembro e março.
C. Deve ser administrado em 5 doses mensais consecutivas, após a alta
hospitalar.
D. Está indicado em portadores de doença pulmonar crônica
independentemente da idade gestacional ao nascer.
���������:
Imunização.
���� �� �����������: 
���������:
Alternativa A: INCORRETA. O palivizumabe está indicado para lactentes
nascidos com menos de 28 semanas de idade gestacional.
Alternativa B: INCORRETA. O período de aplicação depende da sazonalidade de
cada região do país. Na região Norte, a sazonalidade ocorre entre fevereiro e
junho, ou seja, deve ser administrado de janeiro a junho. Nas regiões Nordeste,
Centro-Oeste e Sudeste, o período de sazonalidade vai de março a julho com
aplicação sendo feita entre fevereiro e julho. Já na região Sul, o período de
sazonalidade é de abril e agosto e sua aplicação deve ser entre março e agosto.
Alternativa C: INCORRETA. O palivizumabe deve ser administrado de forma
intramuscular a cada 30 dias iniciando no período de sazonalidade. O número de
doses é de até cinco e, para crianças cujo nascimento ocorre entre o período de
aplicação, poderá ser necessário um número menor de doses.
Alternativa D: CORRETA. O palivizumabe está indicado para crianças menores de
dois anos om doença pulmonar crônica da prematuridade (displasia
broncopulmonar) ou doença cardíaca congênita com repercussão
hemodinâmica.
▶ ��������: D
36 (FUNDEP – Prefeitura de Pará de Minas/MG – 2018) Com relação à síndrome
falciforme, assinale a alternativa CORRETA.
A. É resultante de uma alteração genética caracterizada pela presença de um
tipo anormal de hemoglobina, hemoglobina S.
B. O portador do traço falciforme tem grande risco de apresentar
manifestações da doença em situações de estresse.
C. O complemento com ácido fólico e a antibioticoterapia profilática não são
obrigatórios na criança com diagnóstico de doença falciforme.
D. Sequestração esplênica é a principal causa de mortes na doença falciforme
seguida pelas infecções bacterianas.
���������:
Anemia falciforme.
���� �� �����������: 
���������:
Alternativa A: CORRETA. A anemia falciforme é marcada por mutação pontual
havendo substituição do ácido glutâmico pela valina. Essa substituição acaba
levando à formação de um novo tipo de hemoglobina, a S (HbS).
Alternativa B: INCORRETA. Os portadores de traço falcêmico geralmente são
assintomáticos, não apresentam anemia e não têm anormalidades físicas. Dessa
forma, não são considerados doentes e podem ter vida normal, necessitando
apenas de acompanhamento médico de rotina, como qualquer outra criança.
Alternativa C: INCORRETA. O estado hemolítico crônico acelera a produção de
hemácias pela medula óssea, podendo levar a um rápido esgotamento das
reservas endógenas de folato, o que culmina na chamada crise megaloblástica.
Por esse motivo, todo falcêmico deve fazer reposição contínua de 1 mg/dia de
ácido fólico (dose profilática). Existem fortes evidências na literatura de que, em
crianças falcêmicas, a profilaxia com penicilina V oral iniciada no segundo mês de
vida reduz em mais de 80% a chance de infecção invasiva pelo pneumococo.
Alternativa D: INCORRETA. As complicações pulmonares constituem a principal
causa de óbito em falcêmicos na atualidade.
▶ ��������: A
37 (FUNDEP – Prefeitura de Pará de Minas/MG – 2018) Para o
diagnóstico de rinossinusite aguda, é incorreto afirmar:
A. Os exames de imagem não são necessários para confirmar o diagnóstico
de rinossinusite aguda na infância, que é essencialmente clínico.
B. A radiografia simples dos seios da face, usualmente, não é recomendada.
C. O seio maxilar hipoplásico pode induzir a um falso diagnóstico de sinusite.
D. Quando solicitada tomografia e verificada alteração, deve-se instituir o
tratamento antibiótico, mesmo com a remissão dos sintomas clínicos.
���������:
Infecção de vias aéreas superiores.
���� �� �����������: 
���������:
Alternativa A: INCORRETA. Em crianças, o emprego de estudo radiológico dos
seios da face na busca de opacificações, nível hidroaéreo e espessamento de
mucosa é desnecessário, pois tem pouca sensibilidade e especificidade em
menores de cinco anos. A presença de achados radiológicos de sinusite define
apenas um processo inflamatório do seio, mas não auxiliam na diferenciação
etiológica do processo.
Alternativa B: INCORRETA. Nenhum exame de imagem é indicado para crianças.
Para o diagnóstico na criança, a história clínica e o exame físico, incluindo a
endoscopia nasal, são fundamentais e suficientes. Pelas manifestações clínicas
pouco específicas na maioria das crianças, uma rinossinusite apresenta sinais e
sintomas muito semelhantes a qualquer infecção viral de vias aéreas superiores,
diferenciando-se principalmente pela duração do quadro.
Alternativa C: INCORRETA. O seio maxilar só se torna visível nos exames de
imagem por volta dos quatro anos. O seio maxilar hipoplásico aparece na
radiografia de seios da face como opacificação de modo a confundir com o
diagnóstico de sinusite.
Alternativa D: CORRETA. Embora aproximadamente 50% das crianças evoluam
para cura espontânea, a antibioticoterapia é indicada para resolução mais rápida
dos sintomas e para se evitar complicações orbitárias ou intracranianas. A
tomografia só deve ser solicitada em pacientes com sintomas persistentes
mesmo após tratamento adequado, recorrentes ou com complicações.
▶ ��������: D
38 (Organização Paulista em Gestão Pública – Prefeitura de Borborema/SP –
2019) Criança com exantema eritematoso puntiforme, palidez perioral e linhas
nas dobras de flexão, com posterior descamação extensa. A principal hipótese
diagnóstica é:
A. Escarlatina.
B. Síndrome da pele escaldada.
C. Eritema infeccioso.
D. Síndrome de Kawasaki.
E. Sarampo.
���������:
Doenças exantemáticas.
���� �� �����������: 
���������:
Alternativa A: CORRETA. A escarlatina costuma acontecer em crianças de 5 a 15
anos com evolução bem aguda. Inicia com quadro de odinofagia e febre na
ausência de tosse. No exame físico, podemos encontrar faringe hiperemiada com
amígdalas aumentadas e cobertas com exsudato, petéquias no palato e
adenomegalia cervical. O exantema costuma surgir 24 ou 48 horas após o início
das manifestações clínicas. Nessa doença, temos numerosas lesões papulares
puntiformes eritematosas que sofrem clareamento à digitopressão. A pele
encontra-se áspera e o exantema surge em torno do pescoço e se dissemina para
o tronco e extremidades. Costuma ser mais intenso em áreas de dobras como
nas axilas, região inguinal e prega cubital. A face em geral é poupada, mas pode
haver hiperemia na região malar com palidez peribucal caracterizando o Sinal de
Filatov.
Alternativa B: INCORRETA. A síndrome da pele escaldada é causada por toxina
pidermolítica liberadapor algumas cepas de estafilococos. Caracteriza-se pelo
aparecimento de eritema macular e edema em áreas intertriginosas e
periorificiais que se espalha por todo o corpo, poupando áreas pilosas,
geralmente precedido por quadro de vias aéreas superiores ou conjuntivite. O
estado geral pode estar comprometido com irritabilidade e febre. A pele começa
a exsudar e esfoliar, criando crostas melicéricas e fissuras radiais ao redor da
boca e olhos, dando à doença seu aspecto característico. Ao longo de dois ou três
dias, a camada superficial da epiderme se torna enrugada e pode se desprender
com facilidade à fricção leve (Sinal de Nikolsky). Nos dias seguintes, se não
houver intercorrência infecciosa, toda pele descama, sem deixar cicatriz ou
sequela.
Alternativa C: INCORRETA. O eritema infeccioso é a manifestação mais comum
da infecção pelo Parvovírus B19. Seu quadro clínico é composto por três
diferentes fases. Na primeira fase, há eritema malar bilateral que dá ao paciente
o aspecto de “face esbofeteada”. Na segunda fase, ocorre a disseminação do
exantema para o tronco e extremidades proximais, principalmente nas
superfícies extensoras, comumente poupando a região palmoplantar. Lesões
maculares eritematosas sofrem clareamento central adquirindo aspecto
rendilhado ou reticulado são observadas nessa fase. Finalmente, ocorre a terceira
fase, caracterizada por período em que o exantema recidiva quando o paciente
se expõe ao sol, calor, estresse e exercício.
Alternativa D: INCORRETA. Para o diagnóstico de Kawasaki, o paciente deve
apresentar febre por cinco dias ou mais associada a quatro ou cinco dos
seguintes sintomas: a) conjuntivite bilateral, b) lesões em lábios, língua ou
cavidade oral, c) linfadenopatia cervical, d) exantema polimorfo, e) lesões
palmoplantares, edema endurecido ou descamação periungueal.
Alternativa E: INCORRETA. O quadro clínico do sarampo pode ser dividido em
três fases: a) prodrômica; b) exantemática e c) convalescença. A fase prodrômica

Mais conteúdos dessa disciplina