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Apostila - PPR
Prótese Parcial Removivel (Universidade de Santo Amaro)
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Prótese Parcial Removivel (Universidade de Santo Amaro)
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Nome:________________________________________
_________________
Prótese
parcial
removível
@ondadesorrir
2019
Introdução
Prótese parcial removível é uma prótese que tem a finalidade de
substituir, funcional e esteticamente, os dentes naturais e tecidos
bucais ausentes em pacientes parcialmente dentados.
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 PRÓTESE PARCIAL 
REMOVÍVEL
Consequências da perda dentária
Anatômica
 Perda de volume (largura e altura);
 Maior perda na mandíbula do que na maxila.
Fisiológica
 Perda de mecanorrecptores periodontais;
 Influência do receptor periférico é menos precisa na orientação muscular;
 Função mastigatória variável.
Estética
 Perda de dentes e diminuição do rebordo residual > as características faciais 
podem mudar;
 Exemplo: suporte labial alterado e/ou altura reduzida da face;
 Redução na dvo (dimensão vertical de oclusão).
Objetivos da confecção 
 Restaurar a eficiência mastigatória;
 Restaurar a fonética;
 Restabelecer a estética;
 Proporcionar conforto ao paciente;
 Integra-se ao sistema estomatognático;
 Preservar tecidos remanescentes.
Contra indicações
 DOENÇA PERIODONTAL ATIVA;
 ALTA PROPENSÃO À CÉRIE;
 XEROSTOMIA – HIPOsSALIVAÇÃO;
 FALTA DE COORDENAÇÃO 
MOTORA.
Indicações
 Extremidades livres uni ou 
bilaterais;
 Espaços próteticos múltiplos;
 Grandes espaços protéticos;
A prótese pode (e
deve) ser removida
para sua
higienização
d d d
Substitui um ou
mais dentes e
estruturas
associadas, em
i t
Reposição de
tecidos faltantes 
Por elementos
artificiais.
Essas próteses podem ser
removidas e posicionadas na
boca sem causar danos às
estruturas biológicas com as
A xerostomia pode ser
tratada por meio de
prescrição de saliva
artificial na forma de
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 Prótese anterior com reabsorção 
óssea extensa;
 Como próteses temporárias;
 Como meio de ferulização ou 
contenção de dentes temporários;
 Odontopediatria;
 Período de osseointegração de 
implantes;
 Fator econômico;
 Pacientes com higienização 
adequada
Comportamento biomecânico da prótese
 Elementos Biológicos > estruturas bucais > hígidos > fase curativa e 
preventiva
- Anamnese;
- problema de atm/dvo/esquelética;
- condição bucal e sistêmica;
- Necessidade ou não de tratamento prévio.
 Elementos 
 Mecânicos > prótese > planejamento e adaptação.
Trajetória de inserção
 Caminho percorrido pela prótese parcial removível desde seu contato inicial 
com os dentes de suporte até a posição de assentamento final.
Posição de assentamento final
 Posição em que os apoios estão integralmente contidos nos preparos para 
apoio;
 Quando o relacionamento da base da prótese parcial removível com a 
fibromucosa é ideal. 
Classificação dos arcos
Parcialmente desdentados 
Ferulização consiste na diminuição
da mobilidade de dentes através da
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UNIVERSALMENTE ACEITA
Vias de transmissão de forças
 Dentossuportada > suportada apenas por dentes (entre dois dentes de
suporte);
 Dentomucossuportada > suportada por dentes e mucosa.
Classificação de Kennedy
 Classe I – EXTREMIDADE LIVRE BILATERAL;
 CLASSE II – EXTREMIDADE LIVRE UNILATERAL;
 CLASSE III – ESPAÇOS INTERCALADOS POSTERIORES;
 CLASSE IV – ESPAÇO INTERCALADO ANTERIOR, QUE CRUZA A LINHA MEDIANA.
Modificação
 O espaço que determina a classe não entra na modificação;
 A única classe que não tem modificação é a classe iv;
 A classe é indicada por algarismos romanos, enquanto a modificação é por
algarismo arábico;
 Exemplo: classe i – modificação 1.
Regras de Applegate
 Regra 1: A classificação deve ser feita somente após as extrações dentárias, 
pois pode modificar a classificação original;
 Regra 2: Se o terceiro molar estiver ausente e não for substituído, ele não 
deverá ser considerado na classificação;
 Regra 3: Se houver um 3º molar que possa ser utilizado como dente suporte ele
deverá ser incluído na classificação;
 Regra 4: Se um 2º molar está faltando e não se tencionar a sua substituição, 
ele não será considerado na classificação;
 Regra 5: A área ou áreas desdentadas mais posteriores sempre determinam a 
classificação;
 Regra 6: As áreas desdentadas secundárias àquelas que determinam a 
classificação são denominadas áreas de modificação e são designados por 
números;
 Regra 7: A extensão da modificação não é considerada, mas apenas o número 
de áreas desdentados adicionais àquela que determina a classificação;
 Regra 8: Não pode haver modificações no arco classe IV.
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Preparo de boca I
Anamnese
 Saúde física geral;
 Idade;
 Nutrição;
 Sintomas nervosos;
 Hábitos tensionais;
 Necessidades psicológicas do 
indivíduo.
Exame clínico 
 Exame da Atm;
 Exame dos Músculos 
mastigatórios;
 Exame Intra bucal;
 Exame dos Modelos de estudo;
 Exame radiográfico completo.
Suporte mucoso
 Fibromucosa
- aderente;
- normal;
- flácida.
 Rebordo residual
- horizontal > comportamento biomecâmico da prótese é favorável;
- ascendente distal > melhor tipo de rebordo para receber a ação de cargas
mastigatórias;
- descendente distal > rebordo mais desfavorável.
Modelo de estudo
 Meio complementar do exame bucal;
 Análise topográfica da arcada dentária;
 Confecção das moldeiras individuais;
 Orientador do preparo de boca;
 Planejamento e desenho da ppr.
O preparo de boca i é a adequação do meio para planejamento e confecção
adequados. Nessa fase devemos realizar procedimentos cirúrgicos, eliminação de
cáries, restabelecimento oclusal, entre outros. A falta desta fase pode ter como
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consequências: Ausência do restabelecimentoda saúde bucal; Complicação durante a
fase reabilitadora com ppr; Repetição do trabalho, etc.
Moldagem
Moldagem > técnica de reprodução ou impressão negativa dos tecidos bucais.
Molde > produto de uma moldagem, impressão ou cópia negativa.
Modelo > reprodução de uma estrutura.
Objetivos
 Registrar precisamente os tecidos moles ao mesmo tempo em que registra 
tecidos duros;
 Boa adaptação da estrutura metálica;
 Perfeito assentamento da sela;
 Garantir retenção, suporte e estabilidade adequados.
Passo a passo
1. Seleção do material de 
moldagem;
2. Seleção da moldeira;
3. Execução da moldagem;
4. Desinfecção do molde;
5. Obtenção do modelo.
Seleção do material de moldagem
 Hidrocolóide irreversível: alginato;
 Vantagens
- facilidade de manipulação;
- relativo conforto ao paciente;
- baixo custo;
- natureza hidrofílica;
- fácil limpeza após o 
procedimento;
- fácil controle no tempo de 
trabalho;
 Desvantagens
- ausência de detalhes na 
superfície;
- baixa estabilidade dimensional;
- pouca retenção em moldeiras 
não perfuradas, podendo levar a 
distorções;
 Deve ser vazado imediatamente 
(até 15 minutos).
Seleção da moldeira
 Moldeiras de estoque para dentados com perfuração;
 Rígida;
 Fácil adaptação;
 Conforto na cavidade oral;
 Facilidade de esterilização.
Execução da moldagem
 Cuidados com o paciente > comunicação;
 Preparo da cavidade bucal > realizar profilaxia antes de moldar;
 Posicionamento do paciente > vertical e com a cabeça apoiada;
 Seleção e adaptação das moldeiras;
 Manipulação do material;
 Bochecho prévio;
 Preenchimento da moldeira com material de moldagem;
 Moldagem;
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 Desinfecção do molde;
 Vazamento do gesso sobre o molde e obtenção do modelo de gesso.
Delineador 
“Delinear é o procedimento utilizado para estudar o paralelismo ou a sua falta entre
as superfícies de suporte.”
Componentes
1. Haste vertical fixa;
2. Haste horizontal móvel;
3. Haste vertical móvel;
4. Mandril;
5. Base ou plataforma;
6. Mesa reclinável ou platina.
Funções
 Determinar a trajetória de inserção: caminho percorrido pela PPR desde seu 
contato inicial com os dentes de suporte até a posição de assentamento final;
 Traçado do equador protético;
 Determinar paralelismo entre faces proximais dos dentes pilares;
 Localização das áreas de interferência (ósseas, mucosas, dentárias);
 Localização das áreas de retenção;
 Análise estética;
 Orientação para os preparos dentários;
 Recorte de fresagens na Prótese fixa;
 Posicionamento dos encaixes na Prótese fixa.
Método seletivo de Applegate
Técnica da conveniência 
1. Planos Guias;
2. Áreas retentivas;
3. Áreas de interferências;
4. Estética. 
Planos Guias
 Duas ou mais áreas planas preparadas nas superfícies proximais dos dentes de 
suporte, paralelas entre si e a trajetória de inserção;
 Paralelismo de superfícies proximais no terço médio-oclusal ou médio-incisal;
 Superfícies paralelas os dentes pilares que direcionam a inserção e remoção da 
PPR;
 A mudança da posição da platina no sentido ântero-posteior pode ser usada 
para obter paralelismo dos planos guias.Delineamento
Acessório: faca de corte na extremidade;
- Pode realizar movimento ântero-posterior;
- Se mesmo após a movimentação não for obtido paralelismo, movimenta-
se com o objetivo de distribuir os desgastes entre os dentes de suporte de 
forma que o desgaste só atinja o esmalte,Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com)
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Áreas retentivas
 Área onde será posicionada a ponta do braço de retenção do grampo, de forma a
garantir retenção a prótese;
 É considerado área retentiva quando o disco e a haste tocam simultaneamente 
no dente;
 Sem retenção  expulsivo  só o disco tocam;
 A mudança da platina no sentido latero-lateral pode ser usada. Se mesmo assim 
não obtiver área retentiva, deve-se realizar enceramento desta área;
 Confecção de canaletas ou “dilples” também é uma opção para conseguir áreas 
retentivas;
 Traçar o equador protético com o grafite;
 Marcar onde a haste e o disco tocam simultaneamente com o grafite.
´
Áreas de interferência
 As interferências podem ser ósseas, mucosas ou alguma superfície axial dos 
dentes que estejam inclinados para lingual;
 Relacionadas as regiões que irão receber os componentes rígidos da prótese 
como a conexão maior, conectores menores e grampo de oposição;
 Caso seja encontrada área de interferência, realizar movimentações para tentar 
redefinir uma trajetória que não seja interferida pela área ou indicação cirúrgica;
Estética
 Componentes metálicos devem estar mais ocultos possíveis;
 Os dentes artificiais devem ser selecionados, posicionados e contornados 
adequadamente;
 Ao selecionar inclinação adequada pode-se disfarçar os componentes metálicos 
mantendo a saúde dos tecidos moles associados.
Delineamento
Acessório: disco calibrador modificado de 0,25mm.
- Área retentiva se dá quando temos simultaneamente o toque do disco e haste 
no dente do modelo de gesso, formando uma figura triangular.
Delineamento
Acessório: ponta analisadora ou faca de
corte na extremidade
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Em resumo...
1. Plano Guia com faca de corte na extremidade;
2. Áreas retentivas com disco calibador modificado de 0,25mm;
3. Traçar o equador protético com o grafite;
4. Marcar onde a haste e o disco tocam simultaneamente;
5. Checar áreas de interferência com a faca de corte na extremidade;
6. Realizar planejamento estético. 
Registro da trajetória de inserção
 Utilizado para futura reavaliação;
 Colocar um prego no modelo de gesso. 
EXPLICAÇÕES
Trajetória de inserção: caminho percorrido pela PPR desde seu contato inicial com os 
dentes de suporte até a posição de assentamento final.
Trajetória de remoção: inverso da trajetória de inserção.
Traçado do equador protético: delimita região expulsiva e retentiva dependendo da 
trajetória de inserção selecionada.
Equador anatômico: perpendicular ao longo eixo do dente.
Equador protético: perpendicular a trajetória de inserção da prótese.
Área expulsiva: voltada para incisal/oclusal – são colocados elementos rígidos. 
Área retentiva: voltada para a cervical – só pode ser colocada a porção flexível do 
grampo.
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Planejamento em PPR
1. Classificação/via de transmissão de 
forças
2. Apoios
3. RETENTORES DIRETOS
4. CONECTOR MAIOR
5. SELA
6. CONECTOR MENOR
7. IDENTIFICAÇÃO DO EIXO REAL DE 
ROTAÇÃO
8. RETENTORES INDIRETOS
9. PLACAS PROXIMAIS (DISTAIS)
FINALIDADE: RETENÇÃO, RECIPROCIDADE, ESTABILIDADE, SUPORTE, CIRCUNSCRIÇÃO
E PASSIVIDADE.
Redução dos movimentos da sela
 Adaptação da sela ao rebordo: Quanto melhor a adaptação da sela ao rebordo, 
melhor o movimento de aproximação;
 Intensidade da força mastigatória: correta extensão da sela + montagem de 
dentes artificiais até 1º MOLAR + ADEQUEADO AJUSTE OCLUSAL;
Planejar: arquitetar planos com vistas a atingir um determinado objetivo, previamente
estabelecido.
Localização dos apoios
 Prótese dentossuportada: adjacente ao espaço protético;
 Prótese dentomucossuportada: face oposta ao espaço protético.
Eixos reais de rotação
 SÃO EIXOS SOBRE OS QUAIS AS PRÓTESES TENDEM A ROTACIONAR;
 Esse movimento pode ser minimizado, não eliminado;
 Extremidade livre uni ou bi-lateral e classe iv extensa;
 Dado sempre pelos apoios mais posteriores planejados para o arco parcialmente
desdentado.
Eixos virtuais de rotação
 São eixos sobre os quais as próteses tendem rotacionar;
 Esse movimento pode ser eliminadopelo planejamento;
 Casos dentossuportados: classe iii
 Entre os dentes suporte (vizinho ao espaço protético).
Áreas retentivas
 Retentores extra coronários  grampos;
 A localização das áreas retentivas relaciona-se diretamente com a seleção dos 
retentores diretos;
 Deve-se localizar essas áreas mais favoráveis do ponto de vista biomecânico e 
de preparo de dentes suporte;
 Indicação:
- ângulo de convergência cervical e posição do terminal retentivo;
- utilização de grampos com desenho mais simplificado possível;
- estética
Retentores indiretos
 Os movimentos rotacionais mesiais têm fulcro nos dois apoios mais posteriores 
(últimos apoios planejados);
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 A retenção indireta deve ser posicionada à frente do fulcro (90º quando 
possível);
 Relacionam-se com os dentes secundários de suporte, distantes do espaço 
protéticos.
Quanto maior for a área chapeável menor será a unidade de força por área, favorecendo ao
suporte.
Adaptação a fibromucosa
 Quanto mais precisa for a moldagem funcional, obtenção dos modelos e 
cuidados nas fases laboratoriais, maior será a daptação da sela à fibromucosa 
favorecendo o suporte e a retenção física. 
 
Apoios
Componente do grampo que promove suporte vertical a prótese.
Função
 Responsável pela transmissão de forças mastigatórias aos dentes pilares;
 Impedir o movimento da prótese no sentido ocluso-cervical;
 Proteção da papila gengival dos dentes pilares contra o esmagamento;
 Proteção da papila gengival contra impactação alimentar;
 Fechamento de pequenos diastemas;
 Manter o braço de retenção e oposição nas posições planejadas;
 Prevenir a extrusão dos dentes de suporte;
 Retenção indireta nos casos de extremidade livre;
 Manter a relação de oclusão entre os dentes superficiais e antagonistas;
 Reconstruir a superfície oclusal de dentes inclinados ou em infra-oclusão.
Os apoios oclusais devem ser desenhados buscando o direcionamento das forças mastigatórias o mais próximo e paralelo ao
longo eixo do dente e Sua angulação deve ser menor que 90º.
Classificação
 Quanto à localização
Estrutura dentária
 Oclusal;
 Interdental;
 Incisal;
 Cíngulo;
Transmissão de forças mastigatórias
 Dentossuportada;
 Mucodentossuportada.
 Quanto à natureza da superfície
 Esmalte dental;
 Restaurações de amálgama ou resina composta;
 Próteses unitárias ou de múltiplos elementos
 Quanto à função
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 Direto;
 Indireto.
Preparos para apoios
(Descanso para apoios ou nichos)
Cavidades preparadas sobre os dentes de suporte para alojar os apoios oclusais sem
alterar a forma anatômica dos dentes de suporte.
Função
 Garantir espaço para colocação do apoio;
 Impedir interferência na oclusão;
 Rigidez ao apoio oclusal;
 Direcionamento da carga mastigatória para o centro do dente.
Forma dos apoios
Dentes posteriores
Oclusal
 triangular com vértice voltado para o centro da face oclusal;
Sentido mésio distal
 Forma de colher, 
 Ângulo entre a parede pulpar e a superfície proximal deve ser arredondado, 
assim como os ângulos internos;
 Aproximadamente 1,2mm de profundidade;
 Brocas esféricas diamantada 1013, 1014, 1015;
 Pontas de borracha;
 Inclinação: assoalho do preparo levemente inclinado para o centro do dente.
Dentes anteriores
Cíngulo
 Indicado para dentes anteriores (superiores e inferiores);
 Pode ser feito diretamente sobre o esmalte ou acréscimo de resina;
 Ângulos internos arredondados;
 Parede lingual sem interferir com a direção de inserção da prótese;
 Forma de cunha;
 Brocas trônco cônica invertida diamantada: 1-33, 1034 e 1035;
 Pontas de borracha.
Acréscimo de resina em cíngulo
1. Isolamento absoluto;
2. Condicionamento ácido;
3. Primer e adesivo;
4. Inserção da resina na região de cíngulo;
Preparo com a broca cônica invertida!
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Com preparo para apoio ou sem preparo para apoio (contato prematuro, podendo
causar pericementite).
Sistema de retenção a grampo
Retenção: qualidade inerente à prótese de resistir às forças de deslocamento
paralelas ao seu eixo de inserção. É a resistência ao desalojamento da prótese no
sentido cérvico-oclusal.
Quais forças?
 Gravidade;
 Ação da musculatura;
 Alimentos pegajosos.
Retentores: são elementos mecânicos programados para atuarem nos dentes pilares
e promoverem suporte, estabilidade e retenção à prótese parcial removível.
Localização
 Intra coronários;
 Extra coronários (circunferência ou ação de ponta);
Função: diretos ou indiretos.
Componentes de um grampo
Apoio oclusal
 Responsável pela transmissão de forças mastigatórias aos dentes pilares;
 Impedem o movimento da prótese no sentido ocluso-cervical;
 Estabilizam os dentes pilares impedindo sua extrusão na ausência de dentes 
antagonistas.
Corpo do grampo
 Responsável principalmente pela estabilização da prótese;
 Auxiliam no direcionamento da trajetória de inserção.
Braço de oposição
 Responsável pela reciprocidade;
 Estabilidade horizontal.
Braço de retenção
 Retenção à prótese quando as forças de deslocamento atuarem sobre ela no 
sentido cérvico-oclusal.
Princípios fundamentais de um grampo
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 Reciprocidade: estabilização do dente frente à forças horizontais que tendem a 
desloca-lo;
 Circunscrição;
 Suporte (fixação): transferir carga oclusal para os dentes de suporte;
 Estabilidade: da PPR frente às forças que atuam sobre ela durante o repouso e 
atividades funcionais;
 Passividade: o grampo não deve imprimir forças quando a prótese estiver em 
seu assentamento final;
 Retenção: capacidade de manutenção da prótese na posição de assentamento 
final.
Qual a quantidade de retenção mecânica?
 Deve ser a mínima possível para manter a prótese em posição durante a 
função;
 Somatório de todos os grampos de retenção planejados;
Flexibilidade do braço de retenção: a retenção de um grampo é baseada na 
resistência do metal a deformação. Essa resistência é proporcional a flexibilidade do 
braço do grampo.
Fatores que influenciam na quantidade de retenção
 Tipo de liga;
 Secção transversal;
 Diâmetro da secção transversal;
 Comprimento.
Tipos de grampos
Circunferencial: sentido ocluso-cervical, mantêm íntimo contato com a coroa dentária 
(justaposição);
 Terço rígido;
 Terço médio;
 Terço flexível.
NÃO É ESTÉTICO!
Por ação de pontas: originam-se do conector maior/sela e se dirige para a área 
retentiva da coroa. 
 Apenas a ponta ativa do grampo tem contato com a coroa dentária;
 Ação de tropeçamento;
 Maior retenção que o grampo circunferencial.
Principais grampos de retenção
Circunferencial simples ou Ackers/Ackers invertido
Indicação
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 Molares e pré-molares;
 Próteses dentossuportadas ou Classe I e II modificadas;
 Dente posição normal no arco;
 Quanto a área de retenção estiver a distância do espaço edêntulo.
Limitação
 Dente com inclinação para o espaço protético.
Circunferencial reverso
Indicação
 Molares e pré-molares;
 Inclinação para a mesial;
 Área de retenção adjacente ao espaço edêntulo.
Limitação
 Coroa clínica baixa;
 Espaço para o conector
Circunferencial em anel (2 apoios)
Indicação
 Segmento dento-suportada;
 Molares e pré-molares inclinados com retenção na região M-L ou M-V;
 Isolados, entre dois espaços protéticos;
 Retenção vizinha ao espaço protético.
Limitação
 Extremidade livre.
Gêmeo ou duplo
Indicação Pré-molares e molares – Classe II e IV de Kennedy;
 Desgaste da passagem dos braços.
MDL modificado ou Y modificado
 Grampo mais estético do grupo dos circunferenciais;
 Dentes anteriores;
 Próximo ao espaço intercalado
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Ação de pontas
Grampo T
 Classe I e II de Kennedy;
 Caninos, pré-molares e incisivos;
 Condição periodontal (retração);
 Interferência da mucosa (freios e bridas).
Barras ou conexões maiores
Funções
 Responsável pela estabilidade (resistir a forças de deslocamento);
 Contribui para o suporte (distribuição das forças para dente e mucosa);
 Retenção indireta (contato com plano-guia e mucosa do palato).
Rigidez
 Importância: se a barra não for rígida, ela se flexiona e as forças ficam 
concentradas somente naquela área, sobrecarregando os componentes de 
suporte;
 Se a conexão for rígida, a flexão não ocorrerá e as forças serão distribuídas por 
meio dela em todo arco dental;
 Fatores que influenciam a rigidez:
- Composição da liga metálica;
- Largura e espessura da estrutura metálica;
- Comprimento do arco a ser coberto;
- Curvatura do palato.
Fatores que influenciam a escolha do desenho da conexão maior
 Condição periodontal do dente pilar;
 Extensão da área edêntula;
 Forma e grau da perda óssea;
 Forma oclusal;
 Comprimento necessário para a conexão maior;
 Conforto e tolerância do paciente.
Relacionamento com a Fibromucosa
Maxila 
 Relação de contato com a fibromucosa;
 Densa e aderida ao osso;
 Inervação e irrigação profunda.
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Mandíbula
 Relação de alívio com a fibromucosa;
 Fina, móvel e sensível;
 Inervação e irrigação superficial.
Tipos de conexões maiores
ARCO SUPERIOR
1. Dupla barra – barra anteroposterior
2. Barra palatina – barra em forma de “U”
3. Barra palatina única – fita palatina
4. Recobrimento total do palato – placa palatina 
Dupla barra (barra anteroposterior)
 Maior rigidez;
 Indicada para todas as classes de Kennedy;
 Limitação: tórus palatino;
 A barra anterior e fitas laterais devem distar de 5 a 6mm da margem gengival, 
para preservar a saúde dessa região;
 A barra posterior cruza a rafe mediana em ângulo reto (90º), une as duas fitas 
laterais.
Barra palatina (em forma de “U”)
 Classe III e IV, quando o arco apresentar pelo menos dois molares em cada 
hemi-arco;
 Presença de tórus palatino inoperável que atinja o limite palato duro e mole;
 Barra anterior e as fitas laterais  maior largura (10 a 12mm);
 Aumento da rigidez.
Barra palatina única (fita palatina)
 Forma de fita em toda sua extensão;
 Menor espessura  maior largura (para ter rigidez);
 Indicada em pequenos espaços intercalados posteriores;
 Cruza a linha mediana em ângulo de 90º.
Placa palatina (recobrimento total do palato)
 Casos que apresentam poucos remanescentes;
 Distribuição dental no arco desfavorável (linear);
 Ampla distribuição das forças por todo o palato.
ARCO INFERIOR
1. Barra lingual;
2. Placa lingual (chapeado lingual).
Barra lingual
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 Indicada quando o paciente apresentar uma altura de 9,0 a 10mm entre a 
margem gengival e o fundo de sulco lingual com a língua ligeiramente 
levantada;
 Forma de meia pera (corte transversal), sendo a parte inferior mais volumosa e 
voltada para o soalho bucal;
 4mm de alívio da borda superior + 5mm de largura + 1mm de alívio da borda 
inferior = altura de 9 a 10mm entre a margem gengival e o fundo de sulco 
lingual;
 Limite posterior
 Prótese intercalada até o último apoio oclusal;
 Prótese de extremidade livre;
 Distal do dente suporte vizinho ao espaço protético.
Placa lingual
 Quando NÃO existe espaço de 9 a 10mm entre a margem gengival e o fundo de 
sulco;
 Estabilizar dentes inferiores com problemas periodontais;
 Incisivos inferiores com prognóstico duvidoso;
 Secção transversal em forma de meia pera alongada;
 Extensão superior: porção afilada até 1/3 médio dos dentes;
 Alívio interno na placa;
 Apresenta os mesmos limites da barra lingual; 
 Apoios somente nos dentes pilares e nos dentes com retentores indiretos 
planejados.
Se o paciente não possuir 9 a 10mm de altura entre a margem gengival e 
fundo de sulco lingual?
1. Respeitar o limite da margem gengival (4 a 5mm) e fazer uma barra 
estreita ? Falta RIGIDEZ, danificando o periodonto de sustentação.
2. Manter a largura da barra (5 a 6mm), ficando sua borda superior 
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Selas
Componente da prótese parcial removível que preenche o espaço protético,
reconstruindo, funcional e esteticamente, os tecidos ósseos e mucosos alterados pela
perda dos dentes.
São elementos rígidos e unidos à conexão maior.
Função
 Transmissão de forças mastigatórias à fibromucosa;
 Fixar os dentes artificias;
 Preenchimento dos espaços protéticos devolvendo o volume ósseo;
 Favorece a estética;
 Impedir a movimentação dos dentes antagonistas no sentido vertical;
 Impedem impactação alimentar, preservando papila;
 Previne desconforto e injúria impedindo que partículas alimentares entrem entre
a sela e o rebordo.
Tipos
 Plástica;
 Plástica com reforço metálica (metaloplástica);
 Metálica.
Constituição das selas
Metal 
 Grades  fixação de resina;
 Malhas;
Plástico
 Resina acrílica;
 Fixação de dentes;
 Requisitos estéticos;
 Permite o reembasamento.
Remodelação alveolar
 1º ano após a exodontia
 Maxilar 2 a 3mm;
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 Mandibular 4 a 5mm;
 Taxa anual
 Maxilar 0,025 a 0,05 mm;
 Mandibular 0,1 a 0,2 mm;
 Primeiros três meses após a exodontia
 2/3 da perda óssea ocorrida no primeiro ano.
Limites da grade metálica – PPR Extremidade livre 
PPR INFERIOR
 Posterior: região do 1º molar;
 Anterior: além da distal do dente pilar;
 Vestibular e língual: abranger a crista do rebordo.
PPR SUPERIOR
 Posterior: cobre parte da tuberosidade;
 Anterior: além da distal do dente pilar;
 Vestibular: aquém da linha que passa pelas faces vestibulares dos dentes 
pilares;
 Palatino: além da crista do rebordo em direção ao palato.
Alívio da estrutura metálica
 Permite o contato da resina com a fibromucosa;
 Deve ser 0,5mm a 1mm.
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Conectores menores
Componente que funciona com ligação entre os grampos, apoios oclusais ou apoios
em cíngulo ao conector maior ou à sela. Podem unir um apoio de forma direta ou
indireta.
Função
 União de componentes;
 Transmissão de forças oclusais;
 Quando vizinhos a espaço protético, funcionam como planos guias;
 Podem atuar como retentores indiretos.
Forma
 Triangular;
 Achatada e larga.
Características
 Deve ter volume suficiente para ser rígido e não causar desconforto ao 
paciente;
 Quando unido a conexão maior
 1,5mm no sentido vestíbulo-lingual;
 2 a 2,5mm no sentido mésio-distal (base do triângulo);
 Quando unido a sela
 Terço incisal (relacionado com a superfície axial do dente pilar): 3mm no 
sentido vestíbulo-lingual e 1,0 a 1,5mm no sentido mésio-distal;
 Terço final (relacionado com a sela): 1,5 a 2mm no sentido vestíbulo-
lingual e 2 a 3mm no sentido mésio-distal;
 Terço médio: transmissão das características dos outros terços.
 Localização: proximal, ameia interdental, palatina ou lingual.
Placa distal Forma de placa achatada;
 Não está ligada ao apoio oclusal;
 Ligado aos grampos de Roach;
 Atuam como plano guia;
 Estabilizam o dente suporte.
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Importância da biomecânica: estabilizar a prótese no plano horizontal evitando que a
mesma se movimente no sentido anteroposterior e látero-lateral.
Linha de fulcro
São linhas imaginárias que tendem a movimentar a prótese. Essa movimentação
ocorre no sentido de aproximação e afastamento dos tecidos, nas classes I e II de
Kennedy, e no sentido vestíbulo-lingual, em espaços anteriores que cruzam a linha
média.
Tipos de movimentos
 Em torno do rebordo
 Para impedir esse movimento, deve-se planejar componentes nos dentes 
mais posteriores que possam ser utilizados como suporte;
 Classe III: não tem LF quando a prótese é confeccionada bilateralmente.
 Em torno do eixo imaginário
 Classe I, II, III e IV;
 Causado por forças laterais e oblíquas geradas durante a função;
 Esse movimento é impedido pelos grampos de oposição e conectores 
menores, ambos rígidos;
 Aproximação dos tecidos
 Movimento causado pela força mastigatória tendendo aproximar a sela 
em direção ao rebordo;
 Fatores que diminuem esse movimento: qualidade do rebordo, adaptação 
da sela ao rebordo e força mastigatória;
 Afastamento dos tecidos
 Movimento causado pela ação pegajosa dos alimentos e pela própria 
musculatura paraprotética, tende afastar a sela do rebordo;
 Fatores que diminuem o braço de potência
- Montagem dos dentes artificiais até 1º molar;
- Sela acrílica cobrindo maior extensão possível da área chapeável;
- Moldagem funcional;
- Colocação de um RI.
Retentores indiretos
São componentes rígidos que apresentam função principal de estabilizar a prótese,
reduzindo os movimentos que ocorrem em torno da linha de fulcro.
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Localização
 Distância da linha de fulcro;
 Suporte periodontal;
 Anatomia da coroa dentária.
Quanto mais anterior estiver o RI  Maior será o braço de resistência criado  menor 
o movimento de afastamento.
Localizar os retentores indiretos em dentes pilares mais fortes (caninos e pré-
molares);
Braço de resistência menor;
Preparo de nichos maiores e mais definidos.
Braço de potência: sempre ocorre desigualdades entre os braços de R e P.
Biomecânica das PPRs
Via de transmissão de forças
 Transmissão de forças ao osso alveolar ocorre apenas por via dental;
 Prótese dentossuportada.
Fatores que influenciam nos movimentos das PPRs
 Suporte dentário;
 Tipo de rebordo residual;
 Adaptação da base da prótese ao rebordo;
 Extensão da base da prótese;
 Desenho da estrutura metálica;
 Total de força aplicada.
Biomecânica é o estudo das forças que são geradas sobre a
prótese e sua transmissão para os tecidos de suporte: dentes e
fibromucosa.
Suporte dentário
 Valor quantitativo;
 Número de dentes suporte;
 Distribuição ao longo do arco;
 O prognóstico de uma ppr será mais favorável quanto maior for o número de 
dentes presentes no arco parcialmente edentado.
Tipo de rebordo residual
 Morfologia do rebordo (mésio-distal): rebordo residual ascendente para distal;
 Morfologia do rebordo (vestíbulo-lingual): rebordo residual alto;
 Resiliência da fibromucosa
- Rebordo residual duro, compressível ou flácido; 
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 Descendente para distal;
 Reabsorvido;
 Paralelo;
 Normal;
 Estrangulado;
 lâmina de faca.
 
Total de força Aplicada
 Número de dentes presentes;
 Largura da superfície oclusal;
 Ajuste oclusal;
 Eficiência mastigatória.
Retenção: Gravidade + Ação da musculatura + Alimentos pegajosos;
Plano sagital: em torno do eixo imaginário;
Suporte: RESISTÊNCIA AS FORÇAS NO SENTIDO OCLUSO-CERVICAL;
Estabilidade: Resistência as forças que atuam no plano horizontal;
Plano horizontaL: movimentos verticais – afastamento e aproximação dos tecidos.
Rotação:: Quantidade e flacidez da fibromucosa + moldagem eficiente + rebordo 
inclinado + oclusão insatisfatória. 
Redução do movimento da sela
 Quantidade de rebordo;
 Adaptação ao rebordo;
 Intensidade da força mastigatória;
 Posicionamento do apoio oclusal;
 Retentor indireto.
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Planejamento
1. Classificação
 Classe I: Extremidade livre bilateral
 Classe II: Extremidade livre unilateral
 Classe III: Espaços intercalados posteriores
 Classe IV: Espaço intercalado anterior que cruza a linha mediana
2. Apoios
 Cíngulo – dentes anteriores
 Oclusal – dentes posteriores 
3. Grampos
Dentes posteriores
 Ackers
- Classe I e II
- Dente em posição normal
- Área retentiva na vestibular 
 Ackers invertido
- Classe I e II
- Dente inclinado no arco
- Área de retentiva na lingual ou palatina
 Circunferencial reverso
- Inclinação para mesial
- Área de retenção na vestibular – próxima ao espaço protético
 Gêmeo
- Classe II e IV
- Retenção indireta
 Anel com 2 apoios
- Retenção M-L ou M-V
- Classe III
- Isolados, entre dois espaços protéticos
- Retenção vizinha ao espaço protético
Dentes anteriores
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 MDL Modificado
- Próximo ao espaço intercalado
- Área retentiva vestíbulo-distal
 MDL 
- Próximo ao espaço intercalado
- Quando almeja uma retenção menor por já ter outros grampos
 T de Roach 
- Classe I e II – EXTREMIDADE LIVRE.
4. Conector maior
Arco superior
 Dupla barra (anteroposterior)
- Todas as classes
- Limitação: tórus palatino
 Barra palatina (forma de “U”) 
- Classe III e IV
- Presença de tórus não limita
 Barra palatina única (fita palatina)
- Indicada em pequenos espaços intercalados posteriores
 Recobrimento total do palato (placa palatina)
- Casos que apresentam poucos remanescentes
Arco inferior
 Barra lingual
 Placa lingual
5. Sela
Arco inferior
 Posterior: região de 1º molar
 Anterior: além da distal do dente pilar
 Vestibular e lingual: abranger a crista do rebordo
Arco superior
 Posterior: cobre a parte da tuberosidade
 Anterior: além da distal do dente pilar
 Vestibular: aquém da linha que passa pelas faces vestibulares dos dentes pilares
 Palatino: além da crista do rebordo em direção ao palato
6. Conector menor
 Forma triangular
 Forma achatada e larga
7. Linha de fulcro
 Passa pelos apoios principais
8. Retentor indireto
 Perpendicular à linha de fulcro
 Duplicar os apoios em caso de pouco esmalte ou quando for estético
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9. Plano Guia
 Pode ser substituído pelo conector menor quando está próximo ao espaço 
protético
Técnicas de moldagem
Obtenção do modelo de trabalho
Tipos de modelagem
1. Modelo de estudo;
2. Modelo de trabalho (ou mestre) .
Modelo de trabalho: 
 Todas as áreas preparadas nos dentes pilares devem ser adequadamente 
reproduzidas no modelo de trabalho.
 Avaliação dos preparos em delineador; 
 Desenho da estrutura metálica (orientação ao técnico).
Tipos de moldeira
1. Estoques; 
2. Individuais.
Moldeira individual
 Confeccionadas em resina acrílica sobre o modelo de estudo 
 Confeccionadas exclusivamente para o paciente 
Técnica de confecção – Fase Laboratorial
1. Delimitação da área chapeável; 
2. Alívio em cera em toda a extensão da área chapeável (2 lâminas de cera 7 / +/- 
4 mm de espessura) ;
3. Remover excessos com Lecron aquecido;
4. Isolamentodo modelo com Cel lac; 
5. Proporcionamento da Resina Acrílica; 
6. Com o pote dosador que acompanha a embalagem, separe 24 cc de polímero 
(pote dosador cheio) e 6 ml do monômero para uma moldeira individual 
(PRIMEIRO O LÍQUIDO, DEPOIS O PÓ);
7. Manipulação da Resina Acrílica – Fase plástica;
8. Isolar 2 placas de vidro com vaselina (ou interpor com plástico);
9. Posicionar a esfera da resina acrílica sobre a placa;
10. Prensar as placas até obter uma lâmina (espessura de moeda de 50 
centavos);
11. Lâmina de Resina Acrílica; 
12. Adaptação da resina acrílica no modelo; 
13. Remoção dos excessos; 
14. Umedecer o Lecron no monômero; 
15. Confecção do cabo; 
16. Polimerização da resina acrílica; 
17. Remoção da moldeira do molde; 
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18. Remoção dos excessos; 
19. Acabamento das bordas;
20. Perfurações na moldeira (retenção do alginato; 
21. Moldeira finalizada.
Vantagens da moldeira individual 
 Espessura uniforme do material de moldagem; 
 Adaptada aos contornos da arcada dentária; 
 Promove menor incômodo ao paciente; 
 Moldagem para modelo de trabalho (mestre).
Materiais de Moldagem
REQUISITOS DO MATERIAL DE MOLDAGEM PARA OBTENÇÃO DE MODELOS DE 
TRABALHO: 
 Reprodução de detalhes;
 Flexíveis;
 Fácil manipulação;
 Custo acessível. 
Alginato
 Baixo custo; 
 Fácil manipulação, vazamento e limpeza;
 Requer a utilização de moldeiras perfuradas; 
 Deve ser vazado imediatamente (até 15 minutos); 
 Evaporação (Perda de água) – Pode ser amenizado; 
 Embebição (absorção de água) – Pode ser amenizado; 
 Sinérese (retardamento da presa do gesso) – Pode ser amenizado;
Adaptação das moldeiras individuais
 Verificar bordas; 
 Regularizar bordas cortantes com ponta Maxicut; 
 Provar na boca; 
 Adaptação; 
 Checar posicionamento de inserção.
Vazamento do modelo – Fase laboratorial: 
1. Gesso pedra melhorado 
2. Pequenas porções 
3. Sob vibração 
4. Base gesso pedra 
5. Aguardar presa do gesso (1 hora) 
6. Separação molde x modelo 
7. Recortar modelo 
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Montagem em articulador semi ajustável
Relações Intermaxilares: Dimensão Vertical e Relação Central.
 São os posicionamentos horizontais e verticais que a mandíbula tem com a 
maxila; 
 A correta determinação é de extrema importância não apenas para restaurar as 
partes funcionais perdidas, mas, principalmente para preservar as estruturas 
orais remanescentes. 
Dimensão Vertical :Refere-se à localização natural da mandíbula em relação à 
maxila, segundo o plano vertical da face; Relação intermaxilar estabelecida pelo grau 
de separação entre mandíbula e a maxila, em sentido vertical. 
Dimensão Vertical de Repouso: É a posição que a mandíbula ocupa no espaço, 
mantida involuntariamente pela contração dos músculos elevadores e abaixadores. 
Dimensão Vertical de Oclusão: É a dimensão encontrada quando a mandíbula e 
maxila estão com os dentes em contato.
Espaço Funcional Livre (EFL): É o espaço existente entre DVR e DVO, podendo 
variar de 2 a 3mm. 
DVR - DVO = EFL (2 a 3 mm)
 Alterações da dimensão vertical
Aumento da DV: 
 Alteração da face; 
 Dificuldade em fechar os lábios;
 Causa fadiga muscular; 
 Difícil deglutição. 
Diminuição da DV: 
 Fechamento acentuado que é 
prejudicial para a ATM;
 O espaço normal da língua fica 
limitado; 
 Alteração da face; 
 Etiologia da queilite angular.
Métodos para a obtenção da dimensão vertical
DEGLUTIÇÃO (Monson): 
 Levar a boca do paciente os planos de cera no estado plástico e pedimos ao 
paciente para deglutir; 
 A cera estando plástica será comprimida;
 Após esfriamento de cera, a distância intermaxilar registrada nos planos é a 
dimensão vertical de oclusão que queremos diminuir.
FONÉTICO (Silvermann): 
 Quando o paciente pronuncia sons sibilantes (/s/, /z/, /sh/, /zh/, /ch/ e /j/), 
repetidas vezes e tocar os lábios no final – vai obter o EFL ;
 “Mississipi”, “sessenta e seis”.
MÉTODO MÉTRICO: 
Técnica de Wills: 
 Distância entre o canto do olho e a comissura labial é igual à distância entre a 
base do nariz e o mento, com o paciente em posição de repouso muscular.
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Técnica de Pleasure: 
 Na linha média da face marcar dos pontos aleatórios; 
 Realizar movimentos mandibulares suaves (“m m m m”), e ao fim, encostar os 
lábios; 
 Realizar com um compasso uma primeira medida entre os dois pontos (DVR); 
 Ocluir e nova medida é adquirida (DVO).
Relação Central 
 Refere-se à localização da mandíbula em relação à maxila, nos planos ântero-
posterior e látero-lateral;
 Referência para o relacionamento intermaxilar em qualquer procedimento 
odontológico que envolva necessidade de reestabelecer o equilíbrio oclusal; 
Métodos para a obtenção da relação central
 Deglutição (Monson – semelhante ao descrito para determinação da DV);
 Retrusão da língua; 
 guiado não-forçado .
Confecção dos planos de orientação: 
 Espaços intercalados: Roletes de cera; 
 Extremidades livres: Bases de prova + roletes de cera.
 Técnica para confecção de planos de orientação – Arcos de extremidade 
livre: 
1. Isolar o modelo;
2. Delimitar área moldeira em extremidade livre;
3. Alívio com cera 7 na região de sela; 
4. Posicionamento da estrutura metálica; 
5. Aplicação da lâmina de resina acrílica;
6. Remoção dos excessos de resina acrílica; 
7. Remoção da estrutura metálica; 
8. Acabamento de bordas; 
9. Confecção de plano de orientação;
10. Montagem do modelo em asa.
 Linha bipupilar 
 Linha de camper 
 Corredor bucal 
 Linhas de referências 
 dimensão Vertical 
 Relação Central
Determinação das linhas de referência no rolete de cera superior
Em roletes de cera que envolvam a região anterior (Classe IV de Kennedy e 
desdentado total superior), determinar linhas de referência: 
a. Linha mediana 
b. Linha dos caninos 
c. Linha alta ou do sorriso 
 Sem contenção devemos realizar o registro da relação cêntrica e dimensão 
vertical (relações intermaxilares);
 Pedir para o paciente falar “Mississipi” ou “Sessenta e seis”.
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Dentes artificiais
Estruturas que simulam os dentes naturais tendo por papel substituí-las quando
perdidos, restabelecendo suas funções.
Função
 Fonética e estética;
 Mastigatória;
 Reabilitação da dimensão vertical de oclusão.
Seleção
 Material constituinte
- Porcelana;
- Resina acrílica;
PORCELANA RESINA ACRÍLICA
Vantagens Vantagens
MÍNIMO DESGASTE UNIÃO QUÍMICA
MANUTENÇÃO DA DIMENSÃO VERTICAL MAIOR FACILIDADE NA MONTAGEM
ESTABILIDADE DE COR NÃO PRODUZEM RUÍDOS
Desvantagens Desvantagens
Difícil adaptação em espaços inter-
oclusais
Instabilidade de cor
Ruídos durante a mastigação Baixa resistência à abrasão
Dificuldade no ajuste oclusal Alteração da dimensão vertical
Abrasão nos dentes antagonistas
Ausência de união química
 Forma
- De acordo com os dentes anteriores remanescentes;
- de acordo com o formato do rosto do paciente;
- dentes anatômicos de acordo com o biótipo;
 Anatomia oclusal
- dentes anatômicos (cúspides com 33º de inclinação);
- dentes não anatômicos;
 Tamanho
- na presença de dentes anteriores: comparar a largura e altura com a medida 
atual;
- Sentido V-L: menor do que o dente natural substituído para facilitar a 
mastigação e auxiliar a bochecha e a língua na manutenção da prótese sobre o 
rebordo residual;
- sentido m-d: a partir do canino serão colocados 3 dentes;
 Cor
- deve-se escolher a cor de acordo com os dentes naturais remanescentes 
levando-se consideração a opinião do paciente;- importante adequar as condições de luminosidade do ambiente clínico, de 
distância e tempo de observação.
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Montagem de dentes artificiais em PPR – Fatores estéticos
Estética: interação  paciente + dentista + técnico
Pacientes parcialmente desdentados: considerar os dentes remanescentes quanto a 
cor, formato e disposição no arco para montagem dos dentes artificiais.
Fatores que interferem na estética
 CONCEITO DENTOGÊNICO: PROPORCIONAR ÀS PRÓTESES UMA ESTÉTICA REAL, 
CHEIA DE VIDA E DE ACORDO COM AS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DE CADA 
PACIENTE;
 SEXO
- MASCULINO;
- FEMININO;
 IDADE
- JOVEM;
- IDOSOS;
 PERSONALIDADE
- “FATOR COSMÉTICO” – PESSOAS NEGLIGENTES COM A BELEZA X PESSOA 
PREOCUPADA COM A APARÊNCIA.
Prova dos dentes artificiais
 ANÁLISE DOS DENTES EM CERA NO ARTICULADOR;
 VER O ALINHAMENTO DOS DENTES E O RELACIONAMENTO COM OS DEMAIS 
ELEMENTOS DENTÁRIOS DA CAVIDADE ORAL;
 ANÁLISE DA OCLUSÃO
- DESDENTADO TOTAL SUPERIOR E CLASSE I INFERIOR > OCLUSÃO 
BALANCEADA BILATERAL;
 ANALISAR COR, FORMATO E MONTAGEM DOS DENTES;
 ANALISAR LINHA MÉDIA DOS IC/LINHA MÉDIA DO ROSTO;
 SUPORTE DO LÁBIO SUPERIOR;
 TESTE FONÉTICO.
Bordas incisais dos incisivos superiores
 IDOSOS (>60 ANOS): 1 a 2mm aquém do tubérculo labial com lábio em repouso;
 MEIA IDADE (40-60 ANOS): borda incisal ao nível do lábio;
 JOVENS (ATÉ 40 ANOS): 2mm abaixo da linha do lábio em repouso.
Pt superior x ppr inferior: oclusão balanceada bilateral.
Dentes antagonistas naturais: orientada pelos dentes remanescentes.
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Instalação e cuidados posteriores
 Diagnóstico preciso;
 Planejamento adequado;
 Correto preparo da cavidade bucal;
 Moldagem adequeada;
 Boas condições de saúde bucal.
Sessão de instalação
 Tem como objetivo tornar as próteses confiáveis e protetoras das estruturas 
remanescentes;
 Paciente deve ser instruído a colocar e remover a ppr, métodos de higienização 
e sobre a importância dos retornos.
Sequência de procedimentos
 ANÁLISE DA PPR FORA DA CAVIDADE BUCAL:
- AVALIAR ASPECTOS DA RESINA (POROSIDADE, NÓDULOS);
- AVALIAR ACABAMENTO E POLIMENTO;
- AVALIAR ESPESSURA DA BASE E BORDAS;
- NA PRESENÇA DE BORDAS CORTANTES > REMOVER PREVIAMENTE À PROVA NA
CAVIDADE BUCAL;
- PRESENÇA DE PÉROLA DE POLIMENTO > REMOVER COM AJUDA DO LECRON;
 INSERÇÃO CUIDADOSA DA PPR NA CAVIDADE BUCAL – AVALIAR:
- POSIÇÃO DE ASSENTAMENTO FINAL;
- RETENÇÃO E ESTABILIDADE;
- FONÉTICA;
- ESTÉTICA;
- OCLUSÃO;
- CASO OCORRA DIFICULDADE NA INSERÇÃO DA PRÓTESE, É POSSÍVEL QUE A 
INTERFERÊNCIA ESTEJA RELACIONADA À PARTE ACRÍLICA;
- SECAR OS DENTES PILARES E TENTAR NOVA INSERÇÃO.
 Verificação de espaço entre as bases, quando existir prótese superior e inferior;
 Verificação da sobre-extensão da base;
 Verificação da oclusão
- ao identificar um contato mais forte, utiliza-se o papel carbono;
 Verificação de áreas de compressão;
 Polimento.
Instruções ao paciente
 Dificuldades iniciais que poderão ser encontradas pelo paciente;
 Problemas com a fonética e mastigação;
 Métodos de higienização dos dentes naturais e da prótese;
 Recomendação para que a prótese não seja utilizada no período noturno 
(descanso aos tecidos e autolimpeza da fibromucosa).
Restabelecimento da função,
estética e fonética + longevidade
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Após 24 horas e 48 ou 72 horas... 
 AVALIAR A QUEIXA PRINCIPAL;
 AVALIAR ERITEMA/ULCERAÇÃO;
 AVALIAR PRESENÇA DE PRESSÃO AO REDOR DOS DENTES PILARES;
 AVALIAR OCLUSÃO;
 AVALIAR ÁREAS DE COMPRESSÃO.
Retornos mais frequentes devem ser realizados inicialmente para fornecer ao paciente
conforto e segurança nesse período de adaptação com as novas próteses.
Controle posterior
 1º etapa: promover a adaptação da prótese estética e funcionalmente, levando 
a uma acomodação biológica e psicológica do paciente com a prótese;
 2º etapa: garantir a longevidade do tratamento > evitar o desenvolvimento de 
cárie e doença periodontal, intervir e reforçar o controle do biofilme;
 Retorno:
- pacientes com condições normais > 6 a 12 meses;
- pacientes complexos > 3 a 4 meses;
 PODEMOS ENCONTRAR DESADAPTAÇÕES DA PRÓTESE, LESÕES NA MUCOSA, 
ESTOMATITE PROTÉTICA E PROBLEMAS NA ATM.
Mobilidade dentária
 Progressão da doença periodontal e acúmulo de biofilme;
 Transmissão de forças excessivas exageradas geradas pela prótese sobre os 
dentes pilares.
Desadaptação das bases
 Reabsorção óssea > após a perda dos dentes ocorre perda óssea irreversível e 
indesejável;
 A magnitude dessa perda é extremamente variável;
 Forças horizontais sobre os dentes de suporte;
 Alteração dos contatos oclusais e da dv;
 Aumento do transpasse vertical nos dentes anteriores;
 Traumatismos causados pela barra lingual do rebordo.
Resolução: reembasamento da base protética, substituição completa do material da 
base da prótese e reconstrução da parte acrílica, quando os dentes artificiais 
apresentarem desgaste.
Lesões na mucosa
 Desgaste insuficiente da base;
 Presença de contato prematuro;
 Reabsorção óssea do rebordo residual.
Disfunções temporomandibulares
 Condição edêntula > alterações do sistema estomatognático;
 Ausência dos dentes posteriores > tendência em deslocar os côndilos 
posteriormente, resultando em injúrias à região retrodiscal.
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Após 24 horas e 48 ou 72 horas... 
 AVALIAR A QUEIXA PRINCIPAL;
 AVALIAR ERITEMA/ULCERAÇÃO;
 AVALIAR PRESENÇA DE PRESSÃO AO REDOR DOS DENTES PILARES;
 AVALIAR OCLUSÃO;
 AVALIAR ÁREAS DE COMPRESSÃO.
Retornos mais frequentes devem ser realizados inicialmente para fornecer ao paciente
conforto e segurança nesse período de adaptação com as novas próteses.
Controle posterior
 1º etapa: promover a adaptação da prótese estética e funcionalmente, levando 
a uma acomodação biológica e psicológica do paciente com a prótese;
 2º etapa: garantir a longevidade do tratamento > evitar o desenvolvimento de 
cárie e doença periodontal, intervir e reforçar o controle do biofilme;
 Retorno:
- pacientes com condições normais > 6 a 12 meses;
- pacientes complexos > 3 a 4 meses;
 PODEMOS ENCONTRAR DESADAPTAÇÕES DA PRÓTESE, LESÕES NA MUCOSA, 
ESTOMATITE PROTÉTICA E PROBLEMAS NA ATM.
Mobilidade dentária
 Progressão da doença periodontal e acúmulo de biofilme;
 Transmissão de forças excessivas exageradas geradas pela prótese sobre os 
dentes pilares.
Desadaptação das bases
 Reabsorção óssea > após a perda dos dentes ocorre perda óssea irreversível e 
indesejável;
 A magnitude dessa perda é extremamente variável;
 Forças horizontais sobre os dentes de suporte;
 Alteração dos contatos oclusais e da dv;
 Aumento do transpasse vertical nos dentes anteriores;
 Traumatismos causados pela barra lingual do rebordo.
Resolução: reembasamento da base protética, substituição completa do material da 
base da prótese e reconstrução da parte acrílica, quando os dentes artificiais 
apresentarem desgaste.
Lesões na mucosa
 Desgaste insuficiente da base;
 Presença de contato prematuro;
 Reabsorção óssea do rebordo residual.
Disfunções temporomandibulares
 Condição edêntula > alterações do sistema estomatognático;
 Ausência dos dentes posteriores > tendência em deslocar os côndilos 
posteriormente, resultando em injúrias à região retrodiscal.
Prótese parcial removível provisória
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https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-pprPRÓTESES UTILIZADAS PARA A REABILITAÇÃO ORAL DE PACIENTES PARCIALMENTE
DESDENTADOS DURANTE UM CURTO PERÍODO DE TEMPO.
Indicações:
 Estética (espaço desdentado anterior);
 Manutenção de espaço;
 Restabelecimento da relação intermaxilar (a ppr pode atuar como elemento 
diagnóstico para a confecção da prótese definitiva, para posterior transferência 
das relações intermaxilares no tratamento final);
 Período de osseointegração dos implantes;
 Anomalias genéticas em crianças;
 Traumas;
 Outros.
Mecanismos de retenção
Fatores retentivos biológicos
 Coesão;
 Adesão;
 Tensão superficial;
 Pressão atmosférica;
 resiliência E ESPESSURA DA MUCOSA;
 altura do rebordo;
 controle neuromuscular.
Fatores retentivos mecânicos
 grampos;
 extensão da área chapeável.
Passos clínicos e laboratoriais para a confecção da ppr provisória
1. moldagem dos arcos superior e inferior;
2. montagem dos modelos em asa;
3. seleção dos dentes artificiais;
4. montagem dos dentes artificiais;
5. prova dos dentes artificiais;
6. confecção dos grampos;
7. inclusão e polimerização;
8. desinclusão, acabamento e polimento;
9. instalação e aconselhamento ao paciente. 
Montagem em articulador semi ajustável
Moldagem
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 arco inferior
- com contenção posterior;
- sem contenção posterior
 confecção da base de registro;
 ajuste dos planos de cera;
 determinação da dvo; 
 registro em rc.
 arco superior
- ajuste do plano de cera superior
 suporte labial;
 altura anterior do rolete;
 corredor bucal;
 paralelismo entre a região anterior do rolete e a linha bipupilar;
 paralelismo entre a inclincação anteroposterior do rolete e o plano de 
câmper;
 linhas de referência: linha alta do sorriso, linha média e linha dos caninos.
Avaliação da estética e fonética: aspecto harmonioso da face e “mississipe”/”sessenta
e seis”.
Seleção dos dentes artificiais
Analisar o formato do rosto do paciente
 quadrado;
 misto;
 triangular;
 ovóide.
 Aconselhamento ao paciente
 treinar o paciente para a correta inserção e remoção das pprs;
 higienização da pprp (interna e externa):
 higienização da cavidade bucal;
 utilização temporária;
 remoção das pprps durante a noite;
 avaliar as queixas do paciente;
 avaliar as dificuldades na pronúncia;
 avaliar a cavidade bucal do paciente e a prótese;
 realizar ajustes (se necessário).
O paciente só deve receber alta do tratamento quando não relatar mais nenhuma
queixa de dor devido ao uso da ppr.
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Reembasamento
Extração dentária > remodelação do osso alveolar > processo crônico, cumulativo,
irreversível e imprevisível.
Remodelação do osso alveolar
 1º ano após a exodontia
- maxila: 2 a 3mm;
- mandíbula: 4 a 5mm;
 Taxa anual
- maxila: 0,025 a 0,05mm;
- mandíbula: 0,1 a 0,2mm;
 Primeiros 3 meses após a exodontia: 2/3 da perda óssea ocorrida no primeiro 
ano.
Reabsorção do rebordo alveolar + alteração dos tecidos moles = comprometimento
da adaptação da base da prótese aos tecidos de suporte.
Falta de adaptação da prótese
 Suporte;
 Estabilidade;
 Retenção.
Tomada de decisão
Pequenas alterações: reembasamento
“é TODO PROCEDIMENTO QUE PERMITE AJUSTAR A BASE UMA PRÓTESE AOS TECIDOS 
DE SUPORTE, MEDIANTE A INTERPOSIÇÃO DE UM MATERIAL QUE POSSA FAZER PARTE 
DA BASE”
Indicação
 PERDA DE RETENÇÃO PROVOCADA PELA ALTERAÇÃO DOS TECIDOS DE 
SUPORTE;
 PRÓTESE EM BOAS CONDIÇÕES DE USO;
 PRÓTESES IMEDIATAS;
 FINALIDADE TERAPÊUTICA;
 INVIABILIDADE NA CONFECÇÃO DE NOVAS PRÓTESES. 
Contra indicação
 PRÓTESE COM INÚMEROS CONSERTOS;
 BASES MUITO ESPESSAS;
 DESGASTE SEVERO DOS DENTES ARTIFICIAS;
 COMPROMETIMENTO ESTÉTICO;
 PERDA DA DIMENSÃO VERTICAL OU RELAÇÃO CÊNTRICA.
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Vantagens
 APROVEITAMENTO DA PRÓTESE;
 RESTABELECIMENTO DA RETENÇÃO E ESTABILIDADE;
 DISTRIBUIÇÃO DAS FORÇAS MASTIGATÓRIAS;
 VANTAGENS PSICOLÓGICAS;
 RESTABELECIMENTO DA EFICIÊNCIA MASTIGATÓRIA;
 CONFORTO.
Desvantagens
 NECESSIDADE DE TROCAS PERIÓDICAS;
 POROSIDADES;
 FASE LABORATORIAL;
 PACIENTE SEM A PRÓTESE.
Tipos de reembasador
Extensão
 Parcial;
 Total.
Durabilidade
 Longa duração;
 Curta duração.
Procedimento
 Imediada;
 Mediata.
material
 Resiliente;
 Rígido.
Reembasadores resilientes (macios)
 São materiais macios e elásticos que recobrem a superfície basal de uma 
prótese removível total ou parcial;
 Atuam como um amortecedor, absorvendo parte da carga mastigatória;
 Melhoram a distribuição das forças de compressão à mucosa de revestimento.
Materiais resilientes
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Condicionadores de tecidos 
favorecem a cicatrização dos tecidos orais de suporte de uma prótese.
 Sofrem alterações quando sujeitos a forças;
 Capacidade de se adaptar a mudanças teciduais;
 Tornam-se rígidos com a utilização;
 Durabilidade de 5 a 7 dias;
 Indicação:
- tratamento da estomatite protética;
- Prótese imediata;
- período de cicatrização de implantes ou cirurgias;
 Características plásticas
- carga mastigatória;
- Escoamento e remodelação;
- adaptação mutável;
- conforto;
- regeneração dos tecidos;
 Alta absorção de líquidos;
 Solubilidade;
 Baixa estabilidade;
 Coesão reduzida;
 Não inibe fungos.
Forradores 
São materiais elásticos e macios que forram parte ou toda a superfície de assento da 
prótese;
 Características plásticas:
- carga mastigatória;
- deformação elástica;
- dissipação de forças;
- conforto;
 Indicações:
- distribuição das cargas mastigatórias;
- mucosa fina e facilmente traumatizável;
- rebordos reabsorvidos;
- localização superficial do nervo mentoniano;
- rebordos retentivos bilaterais;
- rebordo irregular;
- xerostomia.
Resina acrílica
 Absorção de líquidos;
 Baixa estabilidade;
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 Perda da resiliência;
 Não inibe micro-organismos;
 Porosidade;
 Alteração da cor;
 Odores;
 Rompimento do material;
 Dificuldade de higienização;
 Solubilidade;
 Durabilidade de 3 a 6 meses.
silicone
 Polímeros de dimetil siloxano: dispensam plastificadores mas exigem verniz 
protetor e agente de união;
 Resiliência intrínseca do polímero;
 Boas propriedades elásticas;
 Perda de estabilidade dimensional;
 Descoloração;
 Ruptura da adesão;
 Absorção de água;
 Baixa adesividade;
 Adesão de micro organismos;
 Alteração de cor;
 Odor;
 Higienização difícil.
Reembasadores rígidos
São materiais rígidos que recobrem a superfície de uma prótese removível
promovendo a readaptação da base da prótese aos tecidos de suporte.
Indicação
 Próteses em boas condições de uso;
 Perda de retenção provocada por alterações dos tecidos de suporte;
 Impossibilidade de confecção de novas próteses.
Materiais rígidos
 Técnica imediata ou direta;
 Técnica mediada ou indireta.
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