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Apostila - PPR Prótese Parcial Removivel (Universidade de Santo Amaro) Scan to open on Studocu Studocu is not sponsored or endorsed by any college or university Apostila - PPR Prótese Parcial Removivel (Universidade de Santo Amaro) Scan to open on Studocu Studocu is not sponsored or endorsed by any college or university Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-de-santo-amaro/protese-parcial-removivel/apostila-ppr/6874827?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-de-santo-amaro/protese-parcial-removivel/3191064?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-de-santo-amaro/protese-parcial-removivel/apostila-ppr/6874827?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-de-santo-amaro/protese-parcial-removivel/3191064?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr Nome:________________________________________ _________________ Prótese parcial removível @ondadesorrir 2019 Introdução Prótese parcial removível é uma prótese que tem a finalidade de substituir, funcional e esteticamente, os dentes naturais e tecidos bucais ausentes em pacientes parcialmente dentados. Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr PRÓTESE PARCIAL REMOVÍVEL Consequências da perda dentária Anatômica Perda de volume (largura e altura); Maior perda na mandíbula do que na maxila. Fisiológica Perda de mecanorrecptores periodontais; Influência do receptor periférico é menos precisa na orientação muscular; Função mastigatória variável. Estética Perda de dentes e diminuição do rebordo residual > as características faciais podem mudar; Exemplo: suporte labial alterado e/ou altura reduzida da face; Redução na dvo (dimensão vertical de oclusão). Objetivos da confecção Restaurar a eficiência mastigatória; Restaurar a fonética; Restabelecer a estética; Proporcionar conforto ao paciente; Integra-se ao sistema estomatognático; Preservar tecidos remanescentes. Contra indicações DOENÇA PERIODONTAL ATIVA; ALTA PROPENSÃO À CÉRIE; XEROSTOMIA – HIPOsSALIVAÇÃO; FALTA DE COORDENAÇÃO MOTORA. Indicações Extremidades livres uni ou bilaterais; Espaços próteticos múltiplos; Grandes espaços protéticos; A prótese pode (e deve) ser removida para sua higienização d d d Substitui um ou mais dentes e estruturas associadas, em i t Reposição de tecidos faltantes Por elementos artificiais. Essas próteses podem ser removidas e posicionadas na boca sem causar danos às estruturas biológicas com as A xerostomia pode ser tratada por meio de prescrição de saliva artificial na forma de Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 Prótese anterior com reabsorção óssea extensa; Como próteses temporárias; Como meio de ferulização ou contenção de dentes temporários; Odontopediatria; Período de osseointegração de implantes; Fator econômico; Pacientes com higienização adequada Comportamento biomecânico da prótese Elementos Biológicos > estruturas bucais > hígidos > fase curativa e preventiva - Anamnese; - problema de atm/dvo/esquelética; - condição bucal e sistêmica; - Necessidade ou não de tratamento prévio. Elementos Mecânicos > prótese > planejamento e adaptação. Trajetória de inserção Caminho percorrido pela prótese parcial removível desde seu contato inicial com os dentes de suporte até a posição de assentamento final. Posição de assentamento final Posição em que os apoios estão integralmente contidos nos preparos para apoio; Quando o relacionamento da base da prótese parcial removível com a fibromucosa é ideal. Classificação dos arcos Parcialmente desdentados Ferulização consiste na diminuição da mobilidade de dentes através da Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr UNIVERSALMENTE ACEITA Vias de transmissão de forças Dentossuportada > suportada apenas por dentes (entre dois dentes de suporte); Dentomucossuportada > suportada por dentes e mucosa. Classificação de Kennedy Classe I – EXTREMIDADE LIVRE BILATERAL; CLASSE II – EXTREMIDADE LIVRE UNILATERAL; CLASSE III – ESPAÇOS INTERCALADOS POSTERIORES; CLASSE IV – ESPAÇO INTERCALADO ANTERIOR, QUE CRUZA A LINHA MEDIANA. Modificação O espaço que determina a classe não entra na modificação; A única classe que não tem modificação é a classe iv; A classe é indicada por algarismos romanos, enquanto a modificação é por algarismo arábico; Exemplo: classe i – modificação 1. Regras de Applegate Regra 1: A classificação deve ser feita somente após as extrações dentárias, pois pode modificar a classificação original; Regra 2: Se o terceiro molar estiver ausente e não for substituído, ele não deverá ser considerado na classificação; Regra 3: Se houver um 3º molar que possa ser utilizado como dente suporte ele deverá ser incluído na classificação; Regra 4: Se um 2º molar está faltando e não se tencionar a sua substituição, ele não será considerado na classificação; Regra 5: A área ou áreas desdentadas mais posteriores sempre determinam a classificação; Regra 6: As áreas desdentadas secundárias àquelas que determinam a classificação são denominadas áreas de modificação e são designados por números; Regra 7: A extensão da modificação não é considerada, mas apenas o número de áreas desdentados adicionais àquela que determina a classificação; Regra 8: Não pode haver modificações no arco classe IV. Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 Preparo de boca I Anamnese Saúde física geral; Idade; Nutrição; Sintomas nervosos; Hábitos tensionais; Necessidades psicológicas do indivíduo. Exame clínico Exame da Atm; Exame dos Músculos mastigatórios; Exame Intra bucal; Exame dos Modelos de estudo; Exame radiográfico completo. Suporte mucoso Fibromucosa - aderente; - normal; - flácida. Rebordo residual - horizontal > comportamento biomecâmico da prótese é favorável; - ascendente distal > melhor tipo de rebordo para receber a ação de cargas mastigatórias; - descendente distal > rebordo mais desfavorável. Modelo de estudo Meio complementar do exame bucal; Análise topográfica da arcada dentária; Confecção das moldeiras individuais; Orientador do preparo de boca; Planejamento e desenho da ppr. O preparo de boca i é a adequação do meio para planejamento e confecção adequados. Nessa fase devemos realizar procedimentos cirúrgicos, eliminação de cáries, restabelecimento oclusal, entre outros. A falta desta fase pode ter como Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr consequências: Ausência do restabelecimentoda saúde bucal; Complicação durante a fase reabilitadora com ppr; Repetição do trabalho, etc. Moldagem Moldagem > técnica de reprodução ou impressão negativa dos tecidos bucais. Molde > produto de uma moldagem, impressão ou cópia negativa. Modelo > reprodução de uma estrutura. Objetivos Registrar precisamente os tecidos moles ao mesmo tempo em que registra tecidos duros; Boa adaptação da estrutura metálica; Perfeito assentamento da sela; Garantir retenção, suporte e estabilidade adequados. Passo a passo 1. Seleção do material de moldagem; 2. Seleção da moldeira; 3. Execução da moldagem; 4. Desinfecção do molde; 5. Obtenção do modelo. Seleção do material de moldagem Hidrocolóide irreversível: alginato; Vantagens - facilidade de manipulação; - relativo conforto ao paciente; - baixo custo; - natureza hidrofílica; - fácil limpeza após o procedimento; - fácil controle no tempo de trabalho; Desvantagens - ausência de detalhes na superfície; - baixa estabilidade dimensional; - pouca retenção em moldeiras não perfuradas, podendo levar a distorções; Deve ser vazado imediatamente (até 15 minutos). Seleção da moldeira Moldeiras de estoque para dentados com perfuração; Rígida; Fácil adaptação; Conforto na cavidade oral; Facilidade de esterilização. Execução da moldagem Cuidados com o paciente > comunicação; Preparo da cavidade bucal > realizar profilaxia antes de moldar; Posicionamento do paciente > vertical e com a cabeça apoiada; Seleção e adaptação das moldeiras; Manipulação do material; Bochecho prévio; Preenchimento da moldeira com material de moldagem; Moldagem; Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 Desinfecção do molde; Vazamento do gesso sobre o molde e obtenção do modelo de gesso. Delineador “Delinear é o procedimento utilizado para estudar o paralelismo ou a sua falta entre as superfícies de suporte.” Componentes 1. Haste vertical fixa; 2. Haste horizontal móvel; 3. Haste vertical móvel; 4. Mandril; 5. Base ou plataforma; 6. Mesa reclinável ou platina. Funções Determinar a trajetória de inserção: caminho percorrido pela PPR desde seu contato inicial com os dentes de suporte até a posição de assentamento final; Traçado do equador protético; Determinar paralelismo entre faces proximais dos dentes pilares; Localização das áreas de interferência (ósseas, mucosas, dentárias); Localização das áreas de retenção; Análise estética; Orientação para os preparos dentários; Recorte de fresagens na Prótese fixa; Posicionamento dos encaixes na Prótese fixa. Método seletivo de Applegate Técnica da conveniência 1. Planos Guias; 2. Áreas retentivas; 3. Áreas de interferências; 4. Estética. Planos Guias Duas ou mais áreas planas preparadas nas superfícies proximais dos dentes de suporte, paralelas entre si e a trajetória de inserção; Paralelismo de superfícies proximais no terço médio-oclusal ou médio-incisal; Superfícies paralelas os dentes pilares que direcionam a inserção e remoção da PPR; A mudança da posição da platina no sentido ântero-posteior pode ser usada para obter paralelismo dos planos guias.Delineamento Acessório: faca de corte na extremidade; - Pode realizar movimento ântero-posterior; - Se mesmo após a movimentação não for obtido paralelismo, movimenta- se com o objetivo de distribuir os desgastes entre os dentes de suporte de forma que o desgaste só atinja o esmalte,Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr Áreas retentivas Área onde será posicionada a ponta do braço de retenção do grampo, de forma a garantir retenção a prótese; É considerado área retentiva quando o disco e a haste tocam simultaneamente no dente; Sem retenção expulsivo só o disco tocam; A mudança da platina no sentido latero-lateral pode ser usada. Se mesmo assim não obtiver área retentiva, deve-se realizar enceramento desta área; Confecção de canaletas ou “dilples” também é uma opção para conseguir áreas retentivas; Traçar o equador protético com o grafite; Marcar onde a haste e o disco tocam simultaneamente com o grafite. ´ Áreas de interferência As interferências podem ser ósseas, mucosas ou alguma superfície axial dos dentes que estejam inclinados para lingual; Relacionadas as regiões que irão receber os componentes rígidos da prótese como a conexão maior, conectores menores e grampo de oposição; Caso seja encontrada área de interferência, realizar movimentações para tentar redefinir uma trajetória que não seja interferida pela área ou indicação cirúrgica; Estética Componentes metálicos devem estar mais ocultos possíveis; Os dentes artificiais devem ser selecionados, posicionados e contornados adequadamente; Ao selecionar inclinação adequada pode-se disfarçar os componentes metálicos mantendo a saúde dos tecidos moles associados. Delineamento Acessório: disco calibrador modificado de 0,25mm. - Área retentiva se dá quando temos simultaneamente o toque do disco e haste no dente do modelo de gesso, formando uma figura triangular. Delineamento Acessório: ponta analisadora ou faca de corte na extremidade Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 Em resumo... 1. Plano Guia com faca de corte na extremidade; 2. Áreas retentivas com disco calibador modificado de 0,25mm; 3. Traçar o equador protético com o grafite; 4. Marcar onde a haste e o disco tocam simultaneamente; 5. Checar áreas de interferência com a faca de corte na extremidade; 6. Realizar planejamento estético. Registro da trajetória de inserção Utilizado para futura reavaliação; Colocar um prego no modelo de gesso. EXPLICAÇÕES Trajetória de inserção: caminho percorrido pela PPR desde seu contato inicial com os dentes de suporte até a posição de assentamento final. Trajetória de remoção: inverso da trajetória de inserção. Traçado do equador protético: delimita região expulsiva e retentiva dependendo da trajetória de inserção selecionada. Equador anatômico: perpendicular ao longo eixo do dente. Equador protético: perpendicular a trajetória de inserção da prótese. Área expulsiva: voltada para incisal/oclusal – são colocados elementos rígidos. Área retentiva: voltada para a cervical – só pode ser colocada a porção flexível do grampo. Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr Planejamento em PPR 1. Classificação/via de transmissão de forças 2. Apoios 3. RETENTORES DIRETOS 4. CONECTOR MAIOR 5. SELA 6. CONECTOR MENOR 7. IDENTIFICAÇÃO DO EIXO REAL DE ROTAÇÃO 8. RETENTORES INDIRETOS 9. PLACAS PROXIMAIS (DISTAIS) FINALIDADE: RETENÇÃO, RECIPROCIDADE, ESTABILIDADE, SUPORTE, CIRCUNSCRIÇÃO E PASSIVIDADE. Redução dos movimentos da sela Adaptação da sela ao rebordo: Quanto melhor a adaptação da sela ao rebordo, melhor o movimento de aproximação; Intensidade da força mastigatória: correta extensão da sela + montagem de dentes artificiais até 1º MOLAR + ADEQUEADO AJUSTE OCLUSAL; Planejar: arquitetar planos com vistas a atingir um determinado objetivo, previamente estabelecido. Localização dos apoios Prótese dentossuportada: adjacente ao espaço protético; Prótese dentomucossuportada: face oposta ao espaço protético. Eixos reais de rotação SÃO EIXOS SOBRE OS QUAIS AS PRÓTESES TENDEM A ROTACIONAR; Esse movimento pode ser minimizado, não eliminado; Extremidade livre uni ou bi-lateral e classe iv extensa; Dado sempre pelos apoios mais posteriores planejados para o arco parcialmente desdentado. Eixos virtuais de rotação São eixos sobre os quais as próteses tendem rotacionar; Esse movimento pode ser eliminadopelo planejamento; Casos dentossuportados: classe iii Entre os dentes suporte (vizinho ao espaço protético). Áreas retentivas Retentores extra coronários grampos; A localização das áreas retentivas relaciona-se diretamente com a seleção dos retentores diretos; Deve-se localizar essas áreas mais favoráveis do ponto de vista biomecânico e de preparo de dentes suporte; Indicação: - ângulo de convergência cervical e posição do terminal retentivo; - utilização de grampos com desenho mais simplificado possível; - estética Retentores indiretos Os movimentos rotacionais mesiais têm fulcro nos dois apoios mais posteriores (últimos apoios planejados); Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 A retenção indireta deve ser posicionada à frente do fulcro (90º quando possível); Relacionam-se com os dentes secundários de suporte, distantes do espaço protéticos. Quanto maior for a área chapeável menor será a unidade de força por área, favorecendo ao suporte. Adaptação a fibromucosa Quanto mais precisa for a moldagem funcional, obtenção dos modelos e cuidados nas fases laboratoriais, maior será a daptação da sela à fibromucosa favorecendo o suporte e a retenção física. Apoios Componente do grampo que promove suporte vertical a prótese. Função Responsável pela transmissão de forças mastigatórias aos dentes pilares; Impedir o movimento da prótese no sentido ocluso-cervical; Proteção da papila gengival dos dentes pilares contra o esmagamento; Proteção da papila gengival contra impactação alimentar; Fechamento de pequenos diastemas; Manter o braço de retenção e oposição nas posições planejadas; Prevenir a extrusão dos dentes de suporte; Retenção indireta nos casos de extremidade livre; Manter a relação de oclusão entre os dentes superficiais e antagonistas; Reconstruir a superfície oclusal de dentes inclinados ou em infra-oclusão. Os apoios oclusais devem ser desenhados buscando o direcionamento das forças mastigatórias o mais próximo e paralelo ao longo eixo do dente e Sua angulação deve ser menor que 90º. Classificação Quanto à localização Estrutura dentária Oclusal; Interdental; Incisal; Cíngulo; Transmissão de forças mastigatórias Dentossuportada; Mucodentossuportada. Quanto à natureza da superfície Esmalte dental; Restaurações de amálgama ou resina composta; Próteses unitárias ou de múltiplos elementos Quanto à função Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr Direto; Indireto. Preparos para apoios (Descanso para apoios ou nichos) Cavidades preparadas sobre os dentes de suporte para alojar os apoios oclusais sem alterar a forma anatômica dos dentes de suporte. Função Garantir espaço para colocação do apoio; Impedir interferência na oclusão; Rigidez ao apoio oclusal; Direcionamento da carga mastigatória para o centro do dente. Forma dos apoios Dentes posteriores Oclusal triangular com vértice voltado para o centro da face oclusal; Sentido mésio distal Forma de colher, Ângulo entre a parede pulpar e a superfície proximal deve ser arredondado, assim como os ângulos internos; Aproximadamente 1,2mm de profundidade; Brocas esféricas diamantada 1013, 1014, 1015; Pontas de borracha; Inclinação: assoalho do preparo levemente inclinado para o centro do dente. Dentes anteriores Cíngulo Indicado para dentes anteriores (superiores e inferiores); Pode ser feito diretamente sobre o esmalte ou acréscimo de resina; Ângulos internos arredondados; Parede lingual sem interferir com a direção de inserção da prótese; Forma de cunha; Brocas trônco cônica invertida diamantada: 1-33, 1034 e 1035; Pontas de borracha. Acréscimo de resina em cíngulo 1. Isolamento absoluto; 2. Condicionamento ácido; 3. Primer e adesivo; 4. Inserção da resina na região de cíngulo; Preparo com a broca cônica invertida! Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 Com preparo para apoio ou sem preparo para apoio (contato prematuro, podendo causar pericementite). Sistema de retenção a grampo Retenção: qualidade inerente à prótese de resistir às forças de deslocamento paralelas ao seu eixo de inserção. É a resistência ao desalojamento da prótese no sentido cérvico-oclusal. Quais forças? Gravidade; Ação da musculatura; Alimentos pegajosos. Retentores: são elementos mecânicos programados para atuarem nos dentes pilares e promoverem suporte, estabilidade e retenção à prótese parcial removível. Localização Intra coronários; Extra coronários (circunferência ou ação de ponta); Função: diretos ou indiretos. Componentes de um grampo Apoio oclusal Responsável pela transmissão de forças mastigatórias aos dentes pilares; Impedem o movimento da prótese no sentido ocluso-cervical; Estabilizam os dentes pilares impedindo sua extrusão na ausência de dentes antagonistas. Corpo do grampo Responsável principalmente pela estabilização da prótese; Auxiliam no direcionamento da trajetória de inserção. Braço de oposição Responsável pela reciprocidade; Estabilidade horizontal. Braço de retenção Retenção à prótese quando as forças de deslocamento atuarem sobre ela no sentido cérvico-oclusal. Princípios fundamentais de um grampo Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr Reciprocidade: estabilização do dente frente à forças horizontais que tendem a desloca-lo; Circunscrição; Suporte (fixação): transferir carga oclusal para os dentes de suporte; Estabilidade: da PPR frente às forças que atuam sobre ela durante o repouso e atividades funcionais; Passividade: o grampo não deve imprimir forças quando a prótese estiver em seu assentamento final; Retenção: capacidade de manutenção da prótese na posição de assentamento final. Qual a quantidade de retenção mecânica? Deve ser a mínima possível para manter a prótese em posição durante a função; Somatório de todos os grampos de retenção planejados; Flexibilidade do braço de retenção: a retenção de um grampo é baseada na resistência do metal a deformação. Essa resistência é proporcional a flexibilidade do braço do grampo. Fatores que influenciam na quantidade de retenção Tipo de liga; Secção transversal; Diâmetro da secção transversal; Comprimento. Tipos de grampos Circunferencial: sentido ocluso-cervical, mantêm íntimo contato com a coroa dentária (justaposição); Terço rígido; Terço médio; Terço flexível. NÃO É ESTÉTICO! Por ação de pontas: originam-se do conector maior/sela e se dirige para a área retentiva da coroa. Apenas a ponta ativa do grampo tem contato com a coroa dentária; Ação de tropeçamento; Maior retenção que o grampo circunferencial. Principais grampos de retenção Circunferencial simples ou Ackers/Ackers invertido Indicação Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 Molares e pré-molares; Próteses dentossuportadas ou Classe I e II modificadas; Dente posição normal no arco; Quanto a área de retenção estiver a distância do espaço edêntulo. Limitação Dente com inclinação para o espaço protético. Circunferencial reverso Indicação Molares e pré-molares; Inclinação para a mesial; Área de retenção adjacente ao espaço edêntulo. Limitação Coroa clínica baixa; Espaço para o conector Circunferencial em anel (2 apoios) Indicação Segmento dento-suportada; Molares e pré-molares inclinados com retenção na região M-L ou M-V; Isolados, entre dois espaços protéticos; Retenção vizinha ao espaço protético. Limitação Extremidade livre. Gêmeo ou duplo Indicação Pré-molares e molares – Classe II e IV de Kennedy; Desgaste da passagem dos braços. MDL modificado ou Y modificado Grampo mais estético do grupo dos circunferenciais; Dentes anteriores; Próximo ao espaço intercalado Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr Ação de pontas Grampo T Classe I e II de Kennedy; Caninos, pré-molares e incisivos; Condição periodontal (retração); Interferência da mucosa (freios e bridas). Barras ou conexões maiores Funções Responsável pela estabilidade (resistir a forças de deslocamento); Contribui para o suporte (distribuição das forças para dente e mucosa); Retenção indireta (contato com plano-guia e mucosa do palato). Rigidez Importância: se a barra não for rígida, ela se flexiona e as forças ficam concentradas somente naquela área, sobrecarregando os componentes de suporte; Se a conexão for rígida, a flexão não ocorrerá e as forças serão distribuídas por meio dela em todo arco dental; Fatores que influenciam a rigidez: - Composição da liga metálica; - Largura e espessura da estrutura metálica; - Comprimento do arco a ser coberto; - Curvatura do palato. Fatores que influenciam a escolha do desenho da conexão maior Condição periodontal do dente pilar; Extensão da área edêntula; Forma e grau da perda óssea; Forma oclusal; Comprimento necessário para a conexão maior; Conforto e tolerância do paciente. Relacionamento com a Fibromucosa Maxila Relação de contato com a fibromucosa; Densa e aderida ao osso; Inervação e irrigação profunda. Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 Mandíbula Relação de alívio com a fibromucosa; Fina, móvel e sensível; Inervação e irrigação superficial. Tipos de conexões maiores ARCO SUPERIOR 1. Dupla barra – barra anteroposterior 2. Barra palatina – barra em forma de “U” 3. Barra palatina única – fita palatina 4. Recobrimento total do palato – placa palatina Dupla barra (barra anteroposterior) Maior rigidez; Indicada para todas as classes de Kennedy; Limitação: tórus palatino; A barra anterior e fitas laterais devem distar de 5 a 6mm da margem gengival, para preservar a saúde dessa região; A barra posterior cruza a rafe mediana em ângulo reto (90º), une as duas fitas laterais. Barra palatina (em forma de “U”) Classe III e IV, quando o arco apresentar pelo menos dois molares em cada hemi-arco; Presença de tórus palatino inoperável que atinja o limite palato duro e mole; Barra anterior e as fitas laterais maior largura (10 a 12mm); Aumento da rigidez. Barra palatina única (fita palatina) Forma de fita em toda sua extensão; Menor espessura maior largura (para ter rigidez); Indicada em pequenos espaços intercalados posteriores; Cruza a linha mediana em ângulo de 90º. Placa palatina (recobrimento total do palato) Casos que apresentam poucos remanescentes; Distribuição dental no arco desfavorável (linear); Ampla distribuição das forças por todo o palato. ARCO INFERIOR 1. Barra lingual; 2. Placa lingual (chapeado lingual). Barra lingual Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr Indicada quando o paciente apresentar uma altura de 9,0 a 10mm entre a margem gengival e o fundo de sulco lingual com a língua ligeiramente levantada; Forma de meia pera (corte transversal), sendo a parte inferior mais volumosa e voltada para o soalho bucal; 4mm de alívio da borda superior + 5mm de largura + 1mm de alívio da borda inferior = altura de 9 a 10mm entre a margem gengival e o fundo de sulco lingual; Limite posterior Prótese intercalada até o último apoio oclusal; Prótese de extremidade livre; Distal do dente suporte vizinho ao espaço protético. Placa lingual Quando NÃO existe espaço de 9 a 10mm entre a margem gengival e o fundo de sulco; Estabilizar dentes inferiores com problemas periodontais; Incisivos inferiores com prognóstico duvidoso; Secção transversal em forma de meia pera alongada; Extensão superior: porção afilada até 1/3 médio dos dentes; Alívio interno na placa; Apresenta os mesmos limites da barra lingual; Apoios somente nos dentes pilares e nos dentes com retentores indiretos planejados. Se o paciente não possuir 9 a 10mm de altura entre a margem gengival e fundo de sulco lingual? 1. Respeitar o limite da margem gengival (4 a 5mm) e fazer uma barra estreita ? Falta RIGIDEZ, danificando o periodonto de sustentação. 2. Manter a largura da barra (5 a 6mm), ficando sua borda superior Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 Selas Componente da prótese parcial removível que preenche o espaço protético, reconstruindo, funcional e esteticamente, os tecidos ósseos e mucosos alterados pela perda dos dentes. São elementos rígidos e unidos à conexão maior. Função Transmissão de forças mastigatórias à fibromucosa; Fixar os dentes artificias; Preenchimento dos espaços protéticos devolvendo o volume ósseo; Favorece a estética; Impedir a movimentação dos dentes antagonistas no sentido vertical; Impedem impactação alimentar, preservando papila; Previne desconforto e injúria impedindo que partículas alimentares entrem entre a sela e o rebordo. Tipos Plástica; Plástica com reforço metálica (metaloplástica); Metálica. Constituição das selas Metal Grades fixação de resina; Malhas; Plástico Resina acrílica; Fixação de dentes; Requisitos estéticos; Permite o reembasamento. Remodelação alveolar 1º ano após a exodontia Maxilar 2 a 3mm; Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr Mandibular 4 a 5mm; Taxa anual Maxilar 0,025 a 0,05 mm; Mandibular 0,1 a 0,2 mm; Primeiros três meses após a exodontia 2/3 da perda óssea ocorrida no primeiro ano. Limites da grade metálica – PPR Extremidade livre PPR INFERIOR Posterior: região do 1º molar; Anterior: além da distal do dente pilar; Vestibular e língual: abranger a crista do rebordo. PPR SUPERIOR Posterior: cobre parte da tuberosidade; Anterior: além da distal do dente pilar; Vestibular: aquém da linha que passa pelas faces vestibulares dos dentes pilares; Palatino: além da crista do rebordo em direção ao palato. Alívio da estrutura metálica Permite o contato da resina com a fibromucosa; Deve ser 0,5mm a 1mm. Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 Conectores menores Componente que funciona com ligação entre os grampos, apoios oclusais ou apoios em cíngulo ao conector maior ou à sela. Podem unir um apoio de forma direta ou indireta. Função União de componentes; Transmissão de forças oclusais; Quando vizinhos a espaço protético, funcionam como planos guias; Podem atuar como retentores indiretos. Forma Triangular; Achatada e larga. Características Deve ter volume suficiente para ser rígido e não causar desconforto ao paciente; Quando unido a conexão maior 1,5mm no sentido vestíbulo-lingual; 2 a 2,5mm no sentido mésio-distal (base do triângulo); Quando unido a sela Terço incisal (relacionado com a superfície axial do dente pilar): 3mm no sentido vestíbulo-lingual e 1,0 a 1,5mm no sentido mésio-distal; Terço final (relacionado com a sela): 1,5 a 2mm no sentido vestíbulo- lingual e 2 a 3mm no sentido mésio-distal; Terço médio: transmissão das características dos outros terços. Localização: proximal, ameia interdental, palatina ou lingual. Placa distal Forma de placa achatada; Não está ligada ao apoio oclusal; Ligado aos grampos de Roach; Atuam como plano guia; Estabilizam o dente suporte. Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr Importância da biomecânica: estabilizar a prótese no plano horizontal evitando que a mesma se movimente no sentido anteroposterior e látero-lateral. Linha de fulcro São linhas imaginárias que tendem a movimentar a prótese. Essa movimentação ocorre no sentido de aproximação e afastamento dos tecidos, nas classes I e II de Kennedy, e no sentido vestíbulo-lingual, em espaços anteriores que cruzam a linha média. Tipos de movimentos Em torno do rebordo Para impedir esse movimento, deve-se planejar componentes nos dentes mais posteriores que possam ser utilizados como suporte; Classe III: não tem LF quando a prótese é confeccionada bilateralmente. Em torno do eixo imaginário Classe I, II, III e IV; Causado por forças laterais e oblíquas geradas durante a função; Esse movimento é impedido pelos grampos de oposição e conectores menores, ambos rígidos; Aproximação dos tecidos Movimento causado pela força mastigatória tendendo aproximar a sela em direção ao rebordo; Fatores que diminuem esse movimento: qualidade do rebordo, adaptação da sela ao rebordo e força mastigatória; Afastamento dos tecidos Movimento causado pela ação pegajosa dos alimentos e pela própria musculatura paraprotética, tende afastar a sela do rebordo; Fatores que diminuem o braço de potência - Montagem dos dentes artificiais até 1º molar; - Sela acrílica cobrindo maior extensão possível da área chapeável; - Moldagem funcional; - Colocação de um RI. Retentores indiretos São componentes rígidos que apresentam função principal de estabilizar a prótese, reduzindo os movimentos que ocorrem em torno da linha de fulcro. Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 Localização Distância da linha de fulcro; Suporte periodontal; Anatomia da coroa dentária. Quanto mais anterior estiver o RI Maior será o braço de resistência criado menor o movimento de afastamento. Localizar os retentores indiretos em dentes pilares mais fortes (caninos e pré- molares); Braço de resistência menor; Preparo de nichos maiores e mais definidos. Braço de potência: sempre ocorre desigualdades entre os braços de R e P. Biomecânica das PPRs Via de transmissão de forças Transmissão de forças ao osso alveolar ocorre apenas por via dental; Prótese dentossuportada. Fatores que influenciam nos movimentos das PPRs Suporte dentário; Tipo de rebordo residual; Adaptação da base da prótese ao rebordo; Extensão da base da prótese; Desenho da estrutura metálica; Total de força aplicada. Biomecânica é o estudo das forças que são geradas sobre a prótese e sua transmissão para os tecidos de suporte: dentes e fibromucosa. Suporte dentário Valor quantitativo; Número de dentes suporte; Distribuição ao longo do arco; O prognóstico de uma ppr será mais favorável quanto maior for o número de dentes presentes no arco parcialmente edentado. Tipo de rebordo residual Morfologia do rebordo (mésio-distal): rebordo residual ascendente para distal; Morfologia do rebordo (vestíbulo-lingual): rebordo residual alto; Resiliência da fibromucosa - Rebordo residual duro, compressível ou flácido; Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr Descendente para distal; Reabsorvido; Paralelo; Normal; Estrangulado; lâmina de faca. Total de força Aplicada Número de dentes presentes; Largura da superfície oclusal; Ajuste oclusal; Eficiência mastigatória. Retenção: Gravidade + Ação da musculatura + Alimentos pegajosos; Plano sagital: em torno do eixo imaginário; Suporte: RESISTÊNCIA AS FORÇAS NO SENTIDO OCLUSO-CERVICAL; Estabilidade: Resistência as forças que atuam no plano horizontal; Plano horizontaL: movimentos verticais – afastamento e aproximação dos tecidos. Rotação:: Quantidade e flacidez da fibromucosa + moldagem eficiente + rebordo inclinado + oclusão insatisfatória. Redução do movimento da sela Quantidade de rebordo; Adaptação ao rebordo; Intensidade da força mastigatória; Posicionamento do apoio oclusal; Retentor indireto. Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 Planejamento 1. Classificação Classe I: Extremidade livre bilateral Classe II: Extremidade livre unilateral Classe III: Espaços intercalados posteriores Classe IV: Espaço intercalado anterior que cruza a linha mediana 2. Apoios Cíngulo – dentes anteriores Oclusal – dentes posteriores 3. Grampos Dentes posteriores Ackers - Classe I e II - Dente em posição normal - Área retentiva na vestibular Ackers invertido - Classe I e II - Dente inclinado no arco - Área de retentiva na lingual ou palatina Circunferencial reverso - Inclinação para mesial - Área de retenção na vestibular – próxima ao espaço protético Gêmeo - Classe II e IV - Retenção indireta Anel com 2 apoios - Retenção M-L ou M-V - Classe III - Isolados, entre dois espaços protéticos - Retenção vizinha ao espaço protético Dentes anteriores Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr MDL Modificado - Próximo ao espaço intercalado - Área retentiva vestíbulo-distal MDL - Próximo ao espaço intercalado - Quando almeja uma retenção menor por já ter outros grampos T de Roach - Classe I e II – EXTREMIDADE LIVRE. 4. Conector maior Arco superior Dupla barra (anteroposterior) - Todas as classes - Limitação: tórus palatino Barra palatina (forma de “U”) - Classe III e IV - Presença de tórus não limita Barra palatina única (fita palatina) - Indicada em pequenos espaços intercalados posteriores Recobrimento total do palato (placa palatina) - Casos que apresentam poucos remanescentes Arco inferior Barra lingual Placa lingual 5. Sela Arco inferior Posterior: região de 1º molar Anterior: além da distal do dente pilar Vestibular e lingual: abranger a crista do rebordo Arco superior Posterior: cobre a parte da tuberosidade Anterior: além da distal do dente pilar Vestibular: aquém da linha que passa pelas faces vestibulares dos dentes pilares Palatino: além da crista do rebordo em direção ao palato 6. Conector menor Forma triangular Forma achatada e larga 7. Linha de fulcro Passa pelos apoios principais 8. Retentor indireto Perpendicular à linha de fulcro Duplicar os apoios em caso de pouco esmalte ou quando for estético Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 9. Plano Guia Pode ser substituído pelo conector menor quando está próximo ao espaço protético Técnicas de moldagem Obtenção do modelo de trabalho Tipos de modelagem 1. Modelo de estudo; 2. Modelo de trabalho (ou mestre) . Modelo de trabalho: Todas as áreas preparadas nos dentes pilares devem ser adequadamente reproduzidas no modelo de trabalho. Avaliação dos preparos em delineador; Desenho da estrutura metálica (orientação ao técnico). Tipos de moldeira 1. Estoques; 2. Individuais. Moldeira individual Confeccionadas em resina acrílica sobre o modelo de estudo Confeccionadas exclusivamente para o paciente Técnica de confecção – Fase Laboratorial 1. Delimitação da área chapeável; 2. Alívio em cera em toda a extensão da área chapeável (2 lâminas de cera 7 / +/- 4 mm de espessura) ; 3. Remover excessos com Lecron aquecido; 4. Isolamentodo modelo com Cel lac; 5. Proporcionamento da Resina Acrílica; 6. Com o pote dosador que acompanha a embalagem, separe 24 cc de polímero (pote dosador cheio) e 6 ml do monômero para uma moldeira individual (PRIMEIRO O LÍQUIDO, DEPOIS O PÓ); 7. Manipulação da Resina Acrílica – Fase plástica; 8. Isolar 2 placas de vidro com vaselina (ou interpor com plástico); 9. Posicionar a esfera da resina acrílica sobre a placa; 10. Prensar as placas até obter uma lâmina (espessura de moeda de 50 centavos); 11. Lâmina de Resina Acrílica; 12. Adaptação da resina acrílica no modelo; 13. Remoção dos excessos; 14. Umedecer o Lecron no monômero; 15. Confecção do cabo; 16. Polimerização da resina acrílica; 17. Remoção da moldeira do molde; Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr 18. Remoção dos excessos; 19. Acabamento das bordas; 20. Perfurações na moldeira (retenção do alginato; 21. Moldeira finalizada. Vantagens da moldeira individual Espessura uniforme do material de moldagem; Adaptada aos contornos da arcada dentária; Promove menor incômodo ao paciente; Moldagem para modelo de trabalho (mestre). Materiais de Moldagem REQUISITOS DO MATERIAL DE MOLDAGEM PARA OBTENÇÃO DE MODELOS DE TRABALHO: Reprodução de detalhes; Flexíveis; Fácil manipulação; Custo acessível. Alginato Baixo custo; Fácil manipulação, vazamento e limpeza; Requer a utilização de moldeiras perfuradas; Deve ser vazado imediatamente (até 15 minutos); Evaporação (Perda de água) – Pode ser amenizado; Embebição (absorção de água) – Pode ser amenizado; Sinérese (retardamento da presa do gesso) – Pode ser amenizado; Adaptação das moldeiras individuais Verificar bordas; Regularizar bordas cortantes com ponta Maxicut; Provar na boca; Adaptação; Checar posicionamento de inserção. Vazamento do modelo – Fase laboratorial: 1. Gesso pedra melhorado 2. Pequenas porções 3. Sob vibração 4. Base gesso pedra 5. Aguardar presa do gesso (1 hora) 6. Separação molde x modelo 7. Recortar modelo Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 Montagem em articulador semi ajustável Relações Intermaxilares: Dimensão Vertical e Relação Central. São os posicionamentos horizontais e verticais que a mandíbula tem com a maxila; A correta determinação é de extrema importância não apenas para restaurar as partes funcionais perdidas, mas, principalmente para preservar as estruturas orais remanescentes. Dimensão Vertical :Refere-se à localização natural da mandíbula em relação à maxila, segundo o plano vertical da face; Relação intermaxilar estabelecida pelo grau de separação entre mandíbula e a maxila, em sentido vertical. Dimensão Vertical de Repouso: É a posição que a mandíbula ocupa no espaço, mantida involuntariamente pela contração dos músculos elevadores e abaixadores. Dimensão Vertical de Oclusão: É a dimensão encontrada quando a mandíbula e maxila estão com os dentes em contato. Espaço Funcional Livre (EFL): É o espaço existente entre DVR e DVO, podendo variar de 2 a 3mm. DVR - DVO = EFL (2 a 3 mm) Alterações da dimensão vertical Aumento da DV: Alteração da face; Dificuldade em fechar os lábios; Causa fadiga muscular; Difícil deglutição. Diminuição da DV: Fechamento acentuado que é prejudicial para a ATM; O espaço normal da língua fica limitado; Alteração da face; Etiologia da queilite angular. Métodos para a obtenção da dimensão vertical DEGLUTIÇÃO (Monson): Levar a boca do paciente os planos de cera no estado plástico e pedimos ao paciente para deglutir; A cera estando plástica será comprimida; Após esfriamento de cera, a distância intermaxilar registrada nos planos é a dimensão vertical de oclusão que queremos diminuir. FONÉTICO (Silvermann): Quando o paciente pronuncia sons sibilantes (/s/, /z/, /sh/, /zh/, /ch/ e /j/), repetidas vezes e tocar os lábios no final – vai obter o EFL ; “Mississipi”, “sessenta e seis”. MÉTODO MÉTRICO: Técnica de Wills: Distância entre o canto do olho e a comissura labial é igual à distância entre a base do nariz e o mento, com o paciente em posição de repouso muscular. Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr Técnica de Pleasure: Na linha média da face marcar dos pontos aleatórios; Realizar movimentos mandibulares suaves (“m m m m”), e ao fim, encostar os lábios; Realizar com um compasso uma primeira medida entre os dois pontos (DVR); Ocluir e nova medida é adquirida (DVO). Relação Central Refere-se à localização da mandíbula em relação à maxila, nos planos ântero- posterior e látero-lateral; Referência para o relacionamento intermaxilar em qualquer procedimento odontológico que envolva necessidade de reestabelecer o equilíbrio oclusal; Métodos para a obtenção da relação central Deglutição (Monson – semelhante ao descrito para determinação da DV); Retrusão da língua; guiado não-forçado . Confecção dos planos de orientação: Espaços intercalados: Roletes de cera; Extremidades livres: Bases de prova + roletes de cera. Técnica para confecção de planos de orientação – Arcos de extremidade livre: 1. Isolar o modelo; 2. Delimitar área moldeira em extremidade livre; 3. Alívio com cera 7 na região de sela; 4. Posicionamento da estrutura metálica; 5. Aplicação da lâmina de resina acrílica; 6. Remoção dos excessos de resina acrílica; 7. Remoção da estrutura metálica; 8. Acabamento de bordas; 9. Confecção de plano de orientação; 10. Montagem do modelo em asa. Linha bipupilar Linha de camper Corredor bucal Linhas de referências dimensão Vertical Relação Central Determinação das linhas de referência no rolete de cera superior Em roletes de cera que envolvam a região anterior (Classe IV de Kennedy e desdentado total superior), determinar linhas de referência: a. Linha mediana b. Linha dos caninos c. Linha alta ou do sorriso Sem contenção devemos realizar o registro da relação cêntrica e dimensão vertical (relações intermaxilares); Pedir para o paciente falar “Mississipi” ou “Sessenta e seis”. Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 Dentes artificiais Estruturas que simulam os dentes naturais tendo por papel substituí-las quando perdidos, restabelecendo suas funções. Função Fonética e estética; Mastigatória; Reabilitação da dimensão vertical de oclusão. Seleção Material constituinte - Porcelana; - Resina acrílica; PORCELANA RESINA ACRÍLICA Vantagens Vantagens MÍNIMO DESGASTE UNIÃO QUÍMICA MANUTENÇÃO DA DIMENSÃO VERTICAL MAIOR FACILIDADE NA MONTAGEM ESTABILIDADE DE COR NÃO PRODUZEM RUÍDOS Desvantagens Desvantagens Difícil adaptação em espaços inter- oclusais Instabilidade de cor Ruídos durante a mastigação Baixa resistência à abrasão Dificuldade no ajuste oclusal Alteração da dimensão vertical Abrasão nos dentes antagonistas Ausência de união química Forma - De acordo com os dentes anteriores remanescentes; - de acordo com o formato do rosto do paciente; - dentes anatômicos de acordo com o biótipo; Anatomia oclusal - dentes anatômicos (cúspides com 33º de inclinação); - dentes não anatômicos; Tamanho - na presença de dentes anteriores: comparar a largura e altura com a medida atual; - Sentido V-L: menor do que o dente natural substituído para facilitar a mastigação e auxiliar a bochecha e a língua na manutenção da prótese sobre o rebordo residual; - sentido m-d: a partir do canino serão colocados 3 dentes; Cor - deve-se escolher a cor de acordo com os dentes naturais remanescentes levando-se consideração a opinião do paciente;- importante adequar as condições de luminosidade do ambiente clínico, de distância e tempo de observação. Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr Montagem de dentes artificiais em PPR – Fatores estéticos Estética: interação paciente + dentista + técnico Pacientes parcialmente desdentados: considerar os dentes remanescentes quanto a cor, formato e disposição no arco para montagem dos dentes artificiais. Fatores que interferem na estética CONCEITO DENTOGÊNICO: PROPORCIONAR ÀS PRÓTESES UMA ESTÉTICA REAL, CHEIA DE VIDA E DE ACORDO COM AS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DE CADA PACIENTE; SEXO - MASCULINO; - FEMININO; IDADE - JOVEM; - IDOSOS; PERSONALIDADE - “FATOR COSMÉTICO” – PESSOAS NEGLIGENTES COM A BELEZA X PESSOA PREOCUPADA COM A APARÊNCIA. Prova dos dentes artificiais ANÁLISE DOS DENTES EM CERA NO ARTICULADOR; VER O ALINHAMENTO DOS DENTES E O RELACIONAMENTO COM OS DEMAIS ELEMENTOS DENTÁRIOS DA CAVIDADE ORAL; ANÁLISE DA OCLUSÃO - DESDENTADO TOTAL SUPERIOR E CLASSE I INFERIOR > OCLUSÃO BALANCEADA BILATERAL; ANALISAR COR, FORMATO E MONTAGEM DOS DENTES; ANALISAR LINHA MÉDIA DOS IC/LINHA MÉDIA DO ROSTO; SUPORTE DO LÁBIO SUPERIOR; TESTE FONÉTICO. Bordas incisais dos incisivos superiores IDOSOS (>60 ANOS): 1 a 2mm aquém do tubérculo labial com lábio em repouso; MEIA IDADE (40-60 ANOS): borda incisal ao nível do lábio; JOVENS (ATÉ 40 ANOS): 2mm abaixo da linha do lábio em repouso. Pt superior x ppr inferior: oclusão balanceada bilateral. Dentes antagonistas naturais: orientada pelos dentes remanescentes. Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 Instalação e cuidados posteriores Diagnóstico preciso; Planejamento adequado; Correto preparo da cavidade bucal; Moldagem adequeada; Boas condições de saúde bucal. Sessão de instalação Tem como objetivo tornar as próteses confiáveis e protetoras das estruturas remanescentes; Paciente deve ser instruído a colocar e remover a ppr, métodos de higienização e sobre a importância dos retornos. Sequência de procedimentos ANÁLISE DA PPR FORA DA CAVIDADE BUCAL: - AVALIAR ASPECTOS DA RESINA (POROSIDADE, NÓDULOS); - AVALIAR ACABAMENTO E POLIMENTO; - AVALIAR ESPESSURA DA BASE E BORDAS; - NA PRESENÇA DE BORDAS CORTANTES > REMOVER PREVIAMENTE À PROVA NA CAVIDADE BUCAL; - PRESENÇA DE PÉROLA DE POLIMENTO > REMOVER COM AJUDA DO LECRON; INSERÇÃO CUIDADOSA DA PPR NA CAVIDADE BUCAL – AVALIAR: - POSIÇÃO DE ASSENTAMENTO FINAL; - RETENÇÃO E ESTABILIDADE; - FONÉTICA; - ESTÉTICA; - OCLUSÃO; - CASO OCORRA DIFICULDADE NA INSERÇÃO DA PRÓTESE, É POSSÍVEL QUE A INTERFERÊNCIA ESTEJA RELACIONADA À PARTE ACRÍLICA; - SECAR OS DENTES PILARES E TENTAR NOVA INSERÇÃO. Verificação de espaço entre as bases, quando existir prótese superior e inferior; Verificação da sobre-extensão da base; Verificação da oclusão - ao identificar um contato mais forte, utiliza-se o papel carbono; Verificação de áreas de compressão; Polimento. Instruções ao paciente Dificuldades iniciais que poderão ser encontradas pelo paciente; Problemas com a fonética e mastigação; Métodos de higienização dos dentes naturais e da prótese; Recomendação para que a prótese não seja utilizada no período noturno (descanso aos tecidos e autolimpeza da fibromucosa). Restabelecimento da função, estética e fonética + longevidade Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr Após 24 horas e 48 ou 72 horas... AVALIAR A QUEIXA PRINCIPAL; AVALIAR ERITEMA/ULCERAÇÃO; AVALIAR PRESENÇA DE PRESSÃO AO REDOR DOS DENTES PILARES; AVALIAR OCLUSÃO; AVALIAR ÁREAS DE COMPRESSÃO. Retornos mais frequentes devem ser realizados inicialmente para fornecer ao paciente conforto e segurança nesse período de adaptação com as novas próteses. Controle posterior 1º etapa: promover a adaptação da prótese estética e funcionalmente, levando a uma acomodação biológica e psicológica do paciente com a prótese; 2º etapa: garantir a longevidade do tratamento > evitar o desenvolvimento de cárie e doença periodontal, intervir e reforçar o controle do biofilme; Retorno: - pacientes com condições normais > 6 a 12 meses; - pacientes complexos > 3 a 4 meses; PODEMOS ENCONTRAR DESADAPTAÇÕES DA PRÓTESE, LESÕES NA MUCOSA, ESTOMATITE PROTÉTICA E PROBLEMAS NA ATM. Mobilidade dentária Progressão da doença periodontal e acúmulo de biofilme; Transmissão de forças excessivas exageradas geradas pela prótese sobre os dentes pilares. Desadaptação das bases Reabsorção óssea > após a perda dos dentes ocorre perda óssea irreversível e indesejável; A magnitude dessa perda é extremamente variável; Forças horizontais sobre os dentes de suporte; Alteração dos contatos oclusais e da dv; Aumento do transpasse vertical nos dentes anteriores; Traumatismos causados pela barra lingual do rebordo. Resolução: reembasamento da base protética, substituição completa do material da base da prótese e reconstrução da parte acrílica, quando os dentes artificiais apresentarem desgaste. Lesões na mucosa Desgaste insuficiente da base; Presença de contato prematuro; Reabsorção óssea do rebordo residual. Disfunções temporomandibulares Condição edêntula > alterações do sistema estomatognático; Ausência dos dentes posteriores > tendência em deslocar os côndilos posteriormente, resultando em injúrias à região retrodiscal. Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 Após 24 horas e 48 ou 72 horas... AVALIAR A QUEIXA PRINCIPAL; AVALIAR ERITEMA/ULCERAÇÃO; AVALIAR PRESENÇA DE PRESSÃO AO REDOR DOS DENTES PILARES; AVALIAR OCLUSÃO; AVALIAR ÁREAS DE COMPRESSÃO. Retornos mais frequentes devem ser realizados inicialmente para fornecer ao paciente conforto e segurança nesse período de adaptação com as novas próteses. Controle posterior 1º etapa: promover a adaptação da prótese estética e funcionalmente, levando a uma acomodação biológica e psicológica do paciente com a prótese; 2º etapa: garantir a longevidade do tratamento > evitar o desenvolvimento de cárie e doença periodontal, intervir e reforçar o controle do biofilme; Retorno: - pacientes com condições normais > 6 a 12 meses; - pacientes complexos > 3 a 4 meses; PODEMOS ENCONTRAR DESADAPTAÇÕES DA PRÓTESE, LESÕES NA MUCOSA, ESTOMATITE PROTÉTICA E PROBLEMAS NA ATM. Mobilidade dentária Progressão da doença periodontal e acúmulo de biofilme; Transmissão de forças excessivas exageradas geradas pela prótese sobre os dentes pilares. Desadaptação das bases Reabsorção óssea > após a perda dos dentes ocorre perda óssea irreversível e indesejável; A magnitude dessa perda é extremamente variável; Forças horizontais sobre os dentes de suporte; Alteração dos contatos oclusais e da dv; Aumento do transpasse vertical nos dentes anteriores; Traumatismos causados pela barra lingual do rebordo. Resolução: reembasamento da base protética, substituição completa do material da base da prótese e reconstrução da parte acrílica, quando os dentes artificiais apresentarem desgaste. Lesões na mucosa Desgaste insuficiente da base; Presença de contato prematuro; Reabsorção óssea do rebordo residual. Disfunções temporomandibulares Condição edêntula > alterações do sistema estomatognático; Ausência dos dentes posteriores > tendência em deslocar os côndilos posteriormente, resultando em injúrias à região retrodiscal. Prótese parcial removível provisória Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-pprPRÓTESES UTILIZADAS PARA A REABILITAÇÃO ORAL DE PACIENTES PARCIALMENTE DESDENTADOS DURANTE UM CURTO PERÍODO DE TEMPO. Indicações: Estética (espaço desdentado anterior); Manutenção de espaço; Restabelecimento da relação intermaxilar (a ppr pode atuar como elemento diagnóstico para a confecção da prótese definitiva, para posterior transferência das relações intermaxilares no tratamento final); Período de osseointegração dos implantes; Anomalias genéticas em crianças; Traumas; Outros. Mecanismos de retenção Fatores retentivos biológicos Coesão; Adesão; Tensão superficial; Pressão atmosférica; resiliência E ESPESSURA DA MUCOSA; altura do rebordo; controle neuromuscular. Fatores retentivos mecânicos grampos; extensão da área chapeável. Passos clínicos e laboratoriais para a confecção da ppr provisória 1. moldagem dos arcos superior e inferior; 2. montagem dos modelos em asa; 3. seleção dos dentes artificiais; 4. montagem dos dentes artificiais; 5. prova dos dentes artificiais; 6. confecção dos grampos; 7. inclusão e polimerização; 8. desinclusão, acabamento e polimento; 9. instalação e aconselhamento ao paciente. Montagem em articulador semi ajustável Moldagem Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 arco inferior - com contenção posterior; - sem contenção posterior confecção da base de registro; ajuste dos planos de cera; determinação da dvo; registro em rc. arco superior - ajuste do plano de cera superior suporte labial; altura anterior do rolete; corredor bucal; paralelismo entre a região anterior do rolete e a linha bipupilar; paralelismo entre a inclincação anteroposterior do rolete e o plano de câmper; linhas de referência: linha alta do sorriso, linha média e linha dos caninos. Avaliação da estética e fonética: aspecto harmonioso da face e “mississipe”/”sessenta e seis”. Seleção dos dentes artificiais Analisar o formato do rosto do paciente quadrado; misto; triangular; ovóide. Aconselhamento ao paciente treinar o paciente para a correta inserção e remoção das pprs; higienização da pprp (interna e externa): higienização da cavidade bucal; utilização temporária; remoção das pprps durante a noite; avaliar as queixas do paciente; avaliar as dificuldades na pronúncia; avaliar a cavidade bucal do paciente e a prótese; realizar ajustes (se necessário). O paciente só deve receber alta do tratamento quando não relatar mais nenhuma queixa de dor devido ao uso da ppr. Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr Reembasamento Extração dentária > remodelação do osso alveolar > processo crônico, cumulativo, irreversível e imprevisível. Remodelação do osso alveolar 1º ano após a exodontia - maxila: 2 a 3mm; - mandíbula: 4 a 5mm; Taxa anual - maxila: 0,025 a 0,05mm; - mandíbula: 0,1 a 0,2mm; Primeiros 3 meses após a exodontia: 2/3 da perda óssea ocorrida no primeiro ano. Reabsorção do rebordo alveolar + alteração dos tecidos moles = comprometimento da adaptação da base da prótese aos tecidos de suporte. Falta de adaptação da prótese Suporte; Estabilidade; Retenção. Tomada de decisão Pequenas alterações: reembasamento “é TODO PROCEDIMENTO QUE PERMITE AJUSTAR A BASE UMA PRÓTESE AOS TECIDOS DE SUPORTE, MEDIANTE A INTERPOSIÇÃO DE UM MATERIAL QUE POSSA FAZER PARTE DA BASE” Indicação PERDA DE RETENÇÃO PROVOCADA PELA ALTERAÇÃO DOS TECIDOS DE SUPORTE; PRÓTESE EM BOAS CONDIÇÕES DE USO; PRÓTESES IMEDIATAS; FINALIDADE TERAPÊUTICA; INVIABILIDADE NA CONFECÇÃO DE NOVAS PRÓTESES. Contra indicação PRÓTESE COM INÚMEROS CONSERTOS; BASES MUITO ESPESSAS; DESGASTE SEVERO DOS DENTES ARTIFICIAS; COMPROMETIMENTO ESTÉTICO; PERDA DA DIMENSÃO VERTICAL OU RELAÇÃO CÊNTRICA. Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 Vantagens APROVEITAMENTO DA PRÓTESE; RESTABELECIMENTO DA RETENÇÃO E ESTABILIDADE; DISTRIBUIÇÃO DAS FORÇAS MASTIGATÓRIAS; VANTAGENS PSICOLÓGICAS; RESTABELECIMENTO DA EFICIÊNCIA MASTIGATÓRIA; CONFORTO. Desvantagens NECESSIDADE DE TROCAS PERIÓDICAS; POROSIDADES; FASE LABORATORIAL; PACIENTE SEM A PRÓTESE. Tipos de reembasador Extensão Parcial; Total. Durabilidade Longa duração; Curta duração. Procedimento Imediada; Mediata. material Resiliente; Rígido. Reembasadores resilientes (macios) São materiais macios e elásticos que recobrem a superfície basal de uma prótese removível total ou parcial; Atuam como um amortecedor, absorvendo parte da carga mastigatória; Melhoram a distribuição das forças de compressão à mucosa de revestimento. Materiais resilientes Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr Condicionadores de tecidos favorecem a cicatrização dos tecidos orais de suporte de uma prótese. Sofrem alterações quando sujeitos a forças; Capacidade de se adaptar a mudanças teciduais; Tornam-se rígidos com a utilização; Durabilidade de 5 a 7 dias; Indicação: - tratamento da estomatite protética; - Prótese imediata; - período de cicatrização de implantes ou cirurgias; Características plásticas - carga mastigatória; - Escoamento e remodelação; - adaptação mutável; - conforto; - regeneração dos tecidos; Alta absorção de líquidos; Solubilidade; Baixa estabilidade; Coesão reduzida; Não inibe fungos. Forradores São materiais elásticos e macios que forram parte ou toda a superfície de assento da prótese; Características plásticas: - carga mastigatória; - deformação elástica; - dissipação de forças; - conforto; Indicações: - distribuição das cargas mastigatórias; - mucosa fina e facilmente traumatizável; - rebordos reabsorvidos; - localização superficial do nervo mentoniano; - rebordos retentivos bilaterais; - rebordo irregular; - xerostomia. Resina acrílica Absorção de líquidos; Baixa estabilidade; Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 Perda da resiliência; Não inibe micro-organismos; Porosidade; Alteração da cor; Odores; Rompimento do material; Dificuldade de higienização; Solubilidade; Durabilidade de 3 a 6 meses. silicone Polímeros de dimetil siloxano: dispensam plastificadores mas exigem verniz protetor e agente de união; Resiliência intrínseca do polímero; Boas propriedades elásticas; Perda de estabilidade dimensional; Descoloração; Ruptura da adesão; Absorção de água; Baixa adesividade; Adesão de micro organismos; Alteração de cor; Odor; Higienização difícil. Reembasadores rígidos São materiais rígidos que recobrem a superfície de uma prótese removível promovendo a readaptação da base da prótese aos tecidos de suporte. Indicação Próteses em boas condições de uso; Perda de retenção provocada por alterações dos tecidos de suporte; Impossibilidade de confecção de novas próteses. Materiais rígidos Técnica imediata ou direta; Técnica mediada ou indireta. Downloaded by Leticia Oliveira (leticia.pereira2010@hotmail.com) lOMoARcPSD|12850184 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=apostila-ppr