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Prova Impressa GABARITO | Avaliação Final (Discursiva) - Individual (Cod.:954302) Peso da Avaliação 2,00 Prova 79104684 Qtd. de Questões 2 Nota 9,00 A Escala de Coma de Glasgow (ECG), concebida em 1974 na Universidade de Glasgow, na Escócia, pelos pesquisadores Taeasdale e Jennet, é amplamente utilizada em escala global para identificar disfunções neurológicas e monitorar a evolução do nível de consciência. Além disso, a escala desempenha um papel crucial na previsão do prognóstico e na padronização da comunicação entre os profissionais de saúde. Inicialmente aplicada no atendimento a pacientes com trauma cranioencefálico (TCE), a ECG logo foi adotada em outras condições neurológicas que também podem afetar a consciência, expandindo assim seu uso. Fonte: adaptado de: SANTOS, W.C. et al. Avaliação do conhecimento de enfermeiros sobre a escala de coma de Glasgow em um hospital universitário. Einstein (São Paulo), v. 14, n. 2, p. 213-218, 2016. Disponível em: https://www.scielo.br/j/eins/a/j4GkxHJxZKP7gBBj3JhzqKk/? format=pdf&lang=pt. Acesso em: 7 jul. 2023. A Escala de Coma de Glasgow (ECG) é um instrumento amplamente utilizado no atendimento a pacientes vítimas de trauma para avaliar o estado de consciência e a gravidade do comprometimento neurológico. Nesse contexto, descreva quais são os componentes que a ECG avalia e discorra sobre a variação de pontuação global da escala e em cada componente. Resposta esperada A Escala de Coma de Glasgow (ECG) é composta por três componentes principais, que são: abertura ocular, resposta verbal e resposta motora. A abertura ocular avalia a resposta do paciente à estimulação visual ou auditiva, podendo variar de 1 a 4 pontos, onde 1 representa ausência de abertura ocular e 4 representa abertura espontânea dos olhos. A resposta verbal verifica a capacidade do paciente em responder verbalmente a estímulos, variando de 1 a 5 pontos, sendo que 1 indica ausência de resposta verbal e 5 indica resposta adequada e orientada. A resposta motora analisa a resposta do paciente aos estímulos motores, com pontuações que variam de 1 a 6 pontos, sendo que 1 representa ausência de resposta motora e 6 indica resposta motora adequada e orientada. A pontuação total na Escala de Coma de Glasgow varia de 3 a 15, sendo que quanto mais baixa a pontuação, maior é o comprometimento neurológico do paciente. VOLTAR A+ Alterar modo de visualização 1 https://www.scielo.br/j/eins/a/j4GkxHJxZKP7gBBj3JhzqKk/?format=pdf&lang=pt https://www.scielo.br/j/eins/a/j4GkxHJxZKP7gBBj3JhzqKk/?format=pdf&lang=pt Referência bibliográfica: PISSAIA, L. F.; OLIVEIRA, M. J.; JUNQUEIRA, S. L. S. S. Assistência de Enfermagem na Urgência e Emergência. Indaial-SC: Arqué, 2023. 190 p. Minha resposta A escala tem como objetivo definir a capacidade neurológica do paciente. Os componentes avaliados na escala de coma de Glasgow são abertura ocular, resposta verbal e melhor resposta motora. Na antiga escala a variação de pontuação era de 3 à 15 pontos...na nova escala a pontuação fica entre 1 à 15. Consideramos grave pontuação menor ou igual a 8 pontos, consideramos moderado de 9 à 13 pontos, consideramos leve 14 à 15 pontos. Retorno da correção Acadêmico, sua resposta apresentou argumentos trazendo alguns elementos fundamentais da disciplina. Ao escrever um texto dissertativo é preciso inferir, interpretar, sintetizar, e não se trata apenas de transcrever as palavras. Esta orientação é para que nas próximas avaliações você responda à questão com construção própria. Bons Estudos! Os serviços de emergência enfrentam desafios na garantia da segurança do paciente, devido à variabilidade, insegurança e falta de efetividade dos sistemas de saúde, tecnologias e processos de verificação. Os profissionais da área enfrentam altas cargas de trabalho, lidando com fatores humanos que podem comprometer a qualidade da assistência, como superlotação, deficiência na distribuição de recursos, processos de trabalho deficientes, restrições organizacionais, recursos limitados e pressões políticas externas para cumprir metas de acesso ao paciente. Fonte: adaptado de: GOMES, A. T. DE L. et al. Safety of the patient in an emergency situation: perceptions of the nursing team. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 72, n. 3, p. 753-759, 2019. Disponível em: https://www.scielo.br/j/reben/a/jrdd3yrwn6tYFjKvg8Rsvfb/?lang=pt#. Acesso em: 7 jul. 2023. Sabe-se que a identificação correta do paciente é um aspecto crucial na segurança do paciente em serviços de urgência e emergência. Explique a importância desse processo na prevenção de eventos adversos e na promoção de um atendimento seguro e individualizado. Descreva também as medidas que podem ser adotadas para garantir uma adequada identificação do paciente. Resposta esperada 2 https://www.scielo.br/j/reben/a/jrdd3yrwn6tYFjKvg8Rsvfb/?lang=pt A correta identificação do paciente é de grande relevância nos serviços de urgência e emergência, visando prevenir eventos adversos e garantir um atendimento seguro e personalizado. Essas práticas contribuem para evitar trocas de medicamentos, erros de diagnóstico e garantir a realização de intervenções adequadas, promovendo uma assistência de qualidade e minimizando riscos aos pacientes. Algumas medidas que podem ser adotadas nos serviços de urgência e emergência incluem: a utilização de pelo menos dois identificadores (nome completo do paciente, nome completo da mãe do paciente, data de nascimento do paciente); a adoção de pulseiras de identificação; a conferência prévia da identificação do paciente antes de qualquer procedimento, tais como administração de medicamentos, de sangue e hemoderivados, coleta de material para exame, entrega de dieta e procedimentos invasivos; e educar o paciente e acompanhantes quanto ao processo de identificação correta. Referência bibliográfica: PISSAIA, L. F.; OLIVEIRA, M. J.; JUNQUEIRA, S. L. S. S. Assistência de Enfermagem na Urgência e Emergência. Indaial-SC: Arqué, 2023. 190 p. Minha resposta A segurança do paciente é um conjunto de ações voltadas a proteção do paciente. A identificação correta do paciente é um processo mais importante para a continuidade do atendimento sem dano. É preciso manter o fluxo de atendimento organizado , identificar materiais e medicamentos e seguir os protocolos de atendimento. Com intuito de melhorar o atendimento, foi criado o Programa Nacional de Segurança do Paciente ( PNSP) , tendo como objetivo contribuir para a qualificação do cuidado de saúde em todos os estabelecimentos de saúde do território nacional. Retorno da correção Acadêmico, sua resposta apresentou argumentos trazendo alguns elementos fundamentais da disciplina. Ao escrever um texto dissertativo é preciso inferir, interpretar, sintetizar, e não se trata apenas de transcrever as palavras. Esta orientação é para que nas próximas avaliações você responda à questão com construção própria. Bons Estudos! Imprimir