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PROJETOS E PRÁTICAS DE AÇÃO PEDAGÓGICA – 5º PERÍODO “REGIMENTO ESCOLAR” 1. REGIMENTO ESCOLAR O Regimento Escolar é o documento que estrutura, define, regula e normatiza as ações da Instituição de Ensino. A construção deve ser coletiva, ou seja, com a participação de toda a comunidade escolar e em consonância com a Projeto Político Pedagógico e tudo o que ocorre na prática deve ser regulamentado nele. O Regimento escolar é um dos documentos mais importante da Instituição de Ensino, nele estão incluídas todas as normas da escola, bem como os direitos e deveres dos funcionários, dos alunos e dos contratantes contendo assim normas para conviverem no ambiente escolar. Define ainda os objetivos da escola, os níveis de ensino e sua metodologia. O Regimento Escolar não trata-se de uma mera burocracia exigida pelo poder público apenas para autorizar seu funcionamento. Trata-se de um documento que fortalece a gestão escolar onde professores, funcionários, coordenadores, alunos e pais podem e devem opinar para que a educação de uma escola seja melhorada e atinja excelência nos serviços prestados por ela. 1. REGIMENTO ESCOLAR Na década de 1970, a partir da LDBEN n.o 5.692/1971, as instituições de ensino foram orientadas a elaborar o Regimento Escolar, o qual deveria conter, além da organização disciplinar, a organização administrativa e pedagógica. Na década de 1990, com a promulgação da LDBEN n.o 9.394/1996, foi concedida autonomia para as instituições de ensino construírem seus Regimentos Escolares de acordo. 2. SITUAÇÃO PROBLEMA Em uma reunião pedagógica a coordenação e professores observaram que existia muitos alunos com baixo rendimento escolar e começaram a observar todas as salas do ensino fundamental para ver onde estava a dificuldades dos alunos, e observaram que muitos alunos estavam com dificuldades de aprendizagem, e falta de interesse. A coordenação então criou um projeto para despertar o interesse e aprendizado dos alunos. Em uma reunião pedagógica a coordenação e professores observaram que existia muitos alunos com baixo rendimento escolar e começaram a observar todas as salas do ensino fundamental para ver onde estava a dificuldades dos alunos, e observaram que muitos alunos estavam com dificuldades de aprendizagem, e falta de interesse. A coordenação então criou um projeto para despertar o interesse e aprendizado dos alunos. 2. SITUAÇÃO PROBLEMA 3. REFERENCIAL TEÓRICO A elaboração da redação do regimento escolar deve contemplar a hierarquia das leis, entre tantos outros aspectos, como, por exemplo, os sociais, econômicos e administrativos. Além do que, o regimento escolar insere-se em um novo contexto político, um novo momento, em que a harmonização dos diferentes atores sociais e educativos é fundamental para o processo de melhoria do ensino. Podemos dizer que esse entre “novo momento” decorre da instituição do Estado democrático, comentado no início do presente trabalho. (MACHADO, MAIA, 2000, p. 113) O regimento insere as normas de conduta, estabelecendo a forma de ação e direção instituída para a boa ordem ou governo das coisas. Assim, podemos perceber que a importância da clareza do documento está contida em sua própria definição. (MACHADO, MAIA, 2000, p 114) 3. REFERENCIAL TEÓRICO Está previsto na Lei de Diretrizes e Base 9394/96 onde prevê todo o funcionamento de um estabelecimento de ensino, o Regimento Escolar tem a função primordial de normatizar o funcionamento interno do Estabelecimento Educacional e irá regulamentar todo o trabalho pedagógico, administrativo e institucional com base nas disposições previamente estudadas e implementadas para cumprimento de todos os envolvidos nas atividades escolares. Uma espécie de “lei interna”, que obviamente não se contrapõe à lei pública, mas preserva o interesse comum na execução dos objetivos sociais da escola. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) nº 9.394/96, estas são as normas de gestão: Art. 14 - Os sistemas de ensino definirão normas de gestão democrática do ensino público na educação básica de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios: I – participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; II – participação das comunidades escolar e local em Conselhos Escolares ou equivalentes. Gestão escolar constitui ato de gerir a dinâmica cultural da escola, com atuação de profissional de educação que deve observar as diretrizes e políticas educacionais públicas para a realização do planejamento, organização, coordenação, orientação e avaliação dos processos necessários à concretização das ações educacionais que objetivem a promoção da aprendizagem e a formação dos alunos. É fundamental, no entanto, que o regimento esteja em conformidade com a legislação que é aplicada no país — como é o caso da Lei N° 9.394, de 20 de dezembro de 1996, a chamada Lei de Diretrizes e Bases (LDB) da Educação nacional — bem como a que é aplicada, especificamente, no estado e município em que se encontra a escola. A tarefa legislativa que as escolas têm pela frente é de suma importância, pois o regimento escolar, elaborado pelo estabelecimento e aprovado pela Diretoria Regional, irá traduzir-se em limites, direitos, deveres, ou melhor, tornar-se-á o ordenamento normativo da vida daquela comunidade escolar, conduto, cabe lembrar que a lei, por si só, não é suficientemente modificadora da realidade.Além disso, é um documento que se insere em um novo contexto social e político em que a harmonização dos diferentes atores sociais e educativos e fundamental para o processo de melhoria do ensino e para a democratização dos processos escolares no rumo da construção de uma efetiva autonomia da escola, ainda que nesse momento estejamos diante de uma autonomia relativa e tutelada. (MACHADO, MAIA, 2000, p.118) 3. REFERENCIAL TEÓRICO 4. PLANO DE AÇÕES O QUE FAZER? A construção do Regimento Escolar deve ser coletiva, ou seja, com a participação de toda a comunidade escolar e em consonância com o Projeto Político Pedagógico e tudo o que ocorre na prática deve ser regulamentado nele. Sendo assim devemos realizar reuniões pedagógicas, nessas reuniões, serão realizadas discussões, e elaborações estratégicas em conjunto com os coordenadores e professores para melhorar a qualidade das aulas, trabalhar com elementos que possam ser vinculados ao cotidiano dos estudantes. O propósito é permitir àqueles com dificuldades de aprendizagem acompanhar o ritmo da turma a partir das aulas de reforço. Buscando caminhos alternativos, provocando o avanço no aluno. Realizar reuniões com as famílias dos alunos, adotando estratégias que resultam efeitos significativos na busca por fazê-los aprender compreendendo melhor as atividades que estão encontrando dificuldades. Trabalhar em equipe, pois a família pode ser uma grande aliada no processo de melhorar o desempenho dos alunos, já que exercem um papel muito relevante na sua formação e com essa proximidade eles terão a oportunidade para contribuir para uma melhora contínua no ambiente escolar. O reforço tem que fazer parte do plano pedagógico da escola e desenvolvido na própria escola pelos professores em um horário diferente do turno das aulas normais, deve ter características diferentes das aulas, más, ao mesmo tempo uma integração entre elas, para que o educando seja estimulado a aprender de forma nova. Assim criando oportunidade de estimular ainda mais os estudantes. A escola e sua gestão escolar, torna se necessário saber abranger e atender um aluno com dificuldade, mas de forma adequada e especializada, assim observar o desenvolvimento do educando no processo de ensino aprendizagem. O QUE FAZER? 4. PLANO DE AÇÕES COMO FAZER? 4. PLANO DE AÇÕES Promover outros recursos, adotando outras metodologias. Assim buscando formas diversificadas, para aqueles alunos que estão encontrando dificuldades em sala de aula. Realizar encontro de grupos de estudospara melhorar sua aprendizagem, o reforço escolar por exemplo, serve para auxiliar o aluno na compreensão melhor a matéria passada na escola, e assim ajudar na fixação do conteúdo, não decorando o que está sendo ensinado, mas sim, entendo e buscando a melhoria. Mudando a visão que os alunos têm dos estudos. Sendo assim é interessante que as atividades escolares sejam apresentadas como desafiadoras e cativantes. Utilizar equipamentos tecnológicos para chamar a atenção dos alunos e motiva lós, propor atividades externas, de modo a prender a atenção e instigar o pensamento dos estudantes é outra ótima estratégia. É preciso saber manter o foco nos objetivos, mas sair do lugar-comum é mais do que recomendado. Além dos exercícios que envolvem a tecnologia, é preciso usar a criatividade para fazer com que aulas fujam do esquema restrito ao livro, ao caderno e ao quadro. QUANDO FAZER? 4. PLANO DE AÇÕES Quando os alunos estiverem apresentando dificuldades de aprendizagem. Pois cada aluno tem uma maneira própria de aprender. POR QUE FAZER? Para que os alunos possam superar suas dificuldades, e também para que os alunos não sejam prejudicados, e consiga alcançar as etapas do ensino. Assim os projetos podem auxiliar e compreender a necessidade do conhecimento de desenvolvimento do aluno para mediação de atividades que facilitem o processo de ensino aprendizagem. A LDB no seu artigo 12 prevê que os estabelecimentos de ensino devem prover meios para recuperação dos alunos entendendo-se assim, a necessidade de viabilizar a introdução de mudanças qualitativas nas rotas de trabalho. A 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS A avaliação será feita através de registros que serão feitos diariamente, para assim acompanhar o processo de aprendizagem de cada aluno, e verificar se os objetivos foram alcançados. A coordenação deve buscar as informações necessárias com os professores, para identificar a evolução de cada aluno. Esse projeto tem como objetivo através do trabalho do coordenador e apoio dos professores, construir um projeto para melhorar o baixo índice de aprendizagem. Sendo assim podemos concluir que a solução para o baixo índice de aprendizado dos alunos, vem por meio da coordenação escolar, criando o projeto "além da sala de aula", que acontecerá ao decorrer do mês de agosto no calendário escolar, nele através de reuniões pedagógicas, analisando as dificuldades de cada aluno, será criado grupos para cada tipo de dificuldade e será aplicado atividades elaboradas especificamente para cada grupo, por professores e apoio da coordenação. As atividades serão aplicadas fora da sala de aula, sendo na quadra, pátio e entre outros espaços disponíveis e adequados para a aplicação, com o intuito de que o aluno saia da sua "zona de conforto", fazendo com que assim tenha uma nova forma de aprender. 6. CRONOGRAMA image1.jpeg image2.jpeg image3.jpeg image4.jpeg image5.jpeg image6.jpeg image7.jpeg image8.jpeg image9.jpeg