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Questões resolvidas

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Pincel Atômico - 23/0 Pincel Atômico - 23/02/2023 15:522/2023 15:52:35:35 1/91/9
MATHEUS USSAMMATHEUS USSAM
JESUSJESUS
Avaliação Online (Curso Online - Automático)Avaliação Online (Curso Online - Automático)
Atividade finalizada em Atividade finalizada em 27/01/2023 20:19:1027/01/2023 20:19:10 (444193 / 1)(444193 / 1)
LEGENDALEGENDA
Resposta correta na questãoResposta correta na questão
## Resposta correta - Questão AnuladaResposta correta - Questão Anulada
XX Resposta selecionada pelo AlunoResposta selecionada pelo Aluno
Disciplina:Disciplina:
PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA [493979] - Avaliação comPRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA [493979] - Avaliação com 2020
questões, com o peso total dequestões, com o peso total de 50,0050,00 pontos [capítulos - Todos] pontos [capítulos - Todos]
Turma:Turma:
Segunda Graduação:Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em HistóriaSegunda Graduação 6 meses - Licenciatura em História - Grupo: FPD-FEV2022 - SGegu0A010822 [71014] - Grupo: FPD-FEV2022 - SGegu0A010822 [71014]
Aluno(a):Aluno(a):
91343643 - MATHEUS USSAM JESUS 91343643 - MATHEUS USSAM JESUS - Respondeu- Respondeu 1818 questões corretas, obtendo um total de questões corretas, obtendo um total de 45,0045,00 pontos como nota pontos como nota
[360038_569[360038_569
84]84]
QuestãoQuestão
001001
Leia o texto.Leia o texto.Os gregos antigos tinham três concepções distintas Os gregos antigos tinham três concepções distintas de tempo:de tempo: chronos chronos ,, kairóskairós ee
AeonAeon. Chronos é o . Chronos é o tempo linear, cronológico, marcado pela rigidez matemática, quetempo linear, cronológico, marcado pela rigidez matemática, que
não admite variações. O Kairós é não admite variações. O Kairós é um tempo indeterminado pelo cronológico. É umaum tempo indeterminado pelo cronológico. É uma
época, como, por exemplo, um momento de seca constante, ou de muitas chuvas, ouépoca, como, por exemplo, um momento de seca constante, ou de muitas chuvas, ou
uma época de prosperidade. Já o Aeon é o tempo sagrado, também sem umauma época de prosperidade. Já o Aeon é o tempo sagrado, também sem uma
marcação precisa do cronômetro. Este tempo também tem marcação precisa do cronômetro. Este tempo também tem algumas referências comalgumas referências com
relação ao movimento dos astros.relação ao movimento dos astros.
FRANÇA, Cyntia Simioni.FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricosIntrodução aos estudos históricos / Cyntia Simioni / Cyntia Simioni
França, Evandro André de Souza, Julho França, Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dosZamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos
Santos. – Londrina: Editora e Santos. – Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P.123-124.Distribuidora Educacional S.A., 2014. P.123-124.
O texto revela que desde a Antiguidade haviaO texto revela que desde a Antiguidade havia
predomínio do tempo sagrado frente outros tempos.predomínio do tempo sagrado frente outros tempos.
predomínio do tempo ligado à predomínio do tempo ligado à natureza.natureza.
XX concepções distintas e coexistentes de tempo.concepções distintas e coexistentes de tempo.
desconhecimento do tempo histórico.desconhecimento do tempo histórico.
unicidade nas formas de experimentar o unicidade nas formas de experimentar o tempo.tempo.
[360038_557[360038_557
25]25]
QuestãoQuestão
002002
Leia.Leia.
O exercício do “fazer história”, de O exercício do “fazer história”, de indagar, é marcado, inicialmente, pela constituiçãoindagar, é marcado, inicialmente, pela constituição
de um sujeito. Em seguida, amplia-se para o conhecimento de um “Outro”, às vezesde um sujeito. Em seguida, amplia-se para o conhecimento de um “Outro”, às vezes
semelhante, muitas vezes diferente. Depois, alarga-se ainda mais semelhante, muitas vezes diferente. Depois, alarga-se ainda mais em direção a outrosem direção a outros
povos, com seus usos e costumes específicos. Por fim, parte-se para o mundo,povos, com seus usos e costumes específicos. Por fim, parte-se para o mundo,
sempre em movimento e transformação. Em meio sempre em movimento e transformação. Em meio a inúmeras combinações dessasa inúmeras combinações dessas
variáveis – do Eu, do Outro e do Nós –, inseridas em tempos e espaços específicos,variáveis – do Eu, do Outro e do Nós –, inseridas em tempos e espaços específicos,
indivíduos produzem saberes que os tornam mais indivíduos produzem saberes que os tornam mais aptos para enfrentar situaçõesaptos para enfrentar situações
marcadas pelo conflito ou pela conciliação. (BRASIL, marcadas pelo conflito ou pela conciliação. (BRASIL, BNCC, 2017, p. 347).BNCC, 2017, p. 347).
O texto acima deixa evidente que uma finalidade da história éO texto acima deixa evidente que uma finalidade da história é
a de validar os costumes e usos de um povo perante os outros.a de validar os costumes e usos de um povo perante os outros.
a de afirmar as identidades já existentes, reforçando seus laços e formas dea de afirmar as identidades já existentes, reforçando seus laços e formas de
validação.validação.
XX o conhecimento e reconhecimento da diversidade cultural e o conhecimento e reconhecimento da diversidade cultural e dos que são diferentes.dos que são diferentes.
o surgimento de linhas de análise que defendem a conciliação de tempos e espaços.o surgimento de linhas de análise que defendem a conciliação de tempos e espaços.
a de promover um ensino centrado em um tempo específico, o que vivemos.a de promover um ensino centrado em um tempo específico, o que vivemos.
    
 Pincel Atômico - 23/0 Pincel Atômico - 23/02/2023 15:522/2023 15:52:35:35 2/92/9
[360038_557[360038_557
08]08]
QuestãoQuestão
003003
Em um trabalho sobre a Em um trabalho sobre a escravidão no mundo greco-romano, Lauffer escreveu que aescravidão no mundo greco-romano, Lauffer escreveu que a
palavra Sklave, esclave, schiavo, originada na Idade palavra Sklave, esclave, schiavo, originada na Idade Média, e que a Média, e que a princípioprincípio
designava os cativos da guerra eslava na Europa oriental, só pode ser transferidadesignava os cativos da guerra eslava na Europa oriental, só pode ser transferida
para a Antiguidade de um modo anacrônico, o que suscita equívocos. Além do mais,para a Antiguidade de um modo anacrônico, o que suscita equívocos. Além do mais,
essa palavra lembra a escravidão negra da América do Norte e das regiões coloniaisessa palavra lembra a escravidão negra da América do Norte e das regiões coloniais
dos séculos mais recentes, o que dificulta ainda mais a sua aplicação nas relações dados séculos mais recentes, o que dificulta ainda mais a sua aplicação nas relações da
antiguidade. Poucos ou nenhum dos historiadores da antiguidade. Poucos ou nenhum dos historiadores da antiguidade que participaram daantiguidade que participaram da
discussão do trabalho de Lauffer viram com bons olhos essa sugestão radical dediscussão do trabalho de Lauffer viram com bons olhos essa sugestão radical de
abandonar a palavra ‘escravo’.abandonar a palavra ‘escravo’.
FINLEY, M. Uso e abuso FINLEY, M. Uso e abuso da história. São Paulo: Martins Fontes, da história. São Paulo: Martins Fontes, 1989 (adaptado).1989 (adaptado).
Considerando a reflexão suscitada pelo texto e o estudo da escravidão naConsiderando a reflexão suscitada pelo texto e o estudo da escravidão na
Antiguidade, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.Antiguidade, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. No campo da história, a conexão que se estabelece entre o presente e o passadoI. No campo da história, a conexão que se estabelece entre o presente e o passado
pode suscitar anacronismo, o que torna pode suscitar anacronismo, o que torna possível a ocorrência de equívocospossível a ocorrência de equívocos
interpretativosinterpretativos
PORQUEPORQUE
II. escolhas teórico-metodológicas realizadas semreflexão crítica podem repercutir emII. escolhas teórico-metodológicas realizadas sem reflexão crítica podem repercutir em
completa desfiguração do passado ou da completa desfiguração do passado ou da sua relação com o presente.sua relação com o presente.
A respeito dessas asserções, assinale a A respeito dessas asserções, assinale a opção corretaopção correta
A asserção I é falsa, mas a II é verdadeiraA asserção I é falsa, mas a II é verdadeira
As asserções I e II são falsasAs asserções I e II são falsas
As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da IAs asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I
XX As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da IAs asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I
A asserção I é verdadeira, mas a II é falsaA asserção I é verdadeira, mas a II é falsa
[360038_556[360038_556
68]68]
QuestãoQuestão
004004
As reflexões sobre o tempo As reflexões sobre o tempo histórico, após a Escola dos Annales, histórico, após a Escola dos Annales, promoveram umapromoveram uma
revolução na abordagem historiográfica e, no que revolução na abordagem historiográfica e, no que que tange à temporalidade,que tange à temporalidade,
atribuíram à longa duração um papel atribuíram à longa duração um papel de destaque. A influência dessa historiografiade destaque. A influência dessa historiografia
francesa levou à compreensão da Idade francesa levou à compreensão da Idade Média comoMédia como
XX
um período cronológico, entre a Antiguidade e a Idade Moderna, cuja história éum período cronológico, entre a Antiguidade e a Idade Moderna, cuja história é
atravessada por rupturas e continuidades que se atravessada por rupturas e continuidades que se estendem a outras épocas.estendem a outras épocas.
uma época entre a queda do Império Romano do Oriente e o fim do Renascimento, nauma época entre a queda do Império Romano do Oriente e o fim do Renascimento, na
qual se identifica o progresso e a aceleração do tempo.qual se identifica o progresso e a aceleração do tempo.
um período médio entre o início da Antiguidade Tardia e o processo de tomada deum período médio entre o início da Antiguidade Tardia e o processo de tomada de
Constantinopla pelos turcos, com fortes influências orientais sobre Constantinopla pelos turcos, com fortes influências orientais sobre a percepção doa percepção do
tempo cristão.tempo cristão.
um período intermediário entre o início um período intermediário entre o início da Antiguidade Tardia e o da Antiguidade Tardia e o movimento iluministamovimento iluminista
francês, que denuncia o obscurantismo medieval.francês, que denuncia o obscurantismo medieval.
uma época que se estende entre o final do Império Romano do Ocidente e auma época que se estende entre o final do Império Romano do Ocidente e a
Revolução Francesa, cujos ideais de liberdade acabam com Revolução Francesa, cujos ideais de liberdade acabam com o Feudalismo.o Feudalismo.
[360038_556[360038_556
70]70]
QuestãoQuestão
005005
Marque a alternativa que contém a primeira forma de contar o tempo usada pelosMarque a alternativa que contém a primeira forma de contar o tempo usada pelos
seres humanos.seres humanos.
AmpulhetasAmpulhetas
MáquinasMáquinas
CalendáriosCalendários
Relógios de pulsoRelógios de pulso
XX NaturezaNatureza
    
 Pincel Atômico - 23/0 Pincel Atômico - 23/02/2023 15:522/2023 15:52:35:35 3/93/9
[360038_556[360038_556
64]64]
QuestãoQuestão
006006
Do ponto de vista Do ponto de vista dos métodos, o materialismo histórico não trouxe grandesdos métodos, o materialismo histórico não trouxe grandes
renovações para a história. Entretanto, do renovações para a história. Entretanto, do ponto de vista teórico ela ponto de vista teórico ela foi importante,foi importante,
pois,pois,
traçou paralelos entre as sociedades antigas e traçou paralelos entre as sociedades antigas e as modernas.as modernas.
defendia que havia uma chave defendia que havia uma chave para entendimento do de história da para entendimento do de história da humanidade.humanidade.
desconsiderou as explorações econômicas e materiais.desconsiderou as explorações econômicas e materiais.
XX aplicou ao processo histórico uma análise aplicou ao processo histórico uma análise crítica do capitalismo.crítica do capitalismo.
apropriou-se da dialética platônica e inverteu-a.apropriou-se da dialética platônica e inverteu-a.
[360038_557[360038_557
24]24]
QuestãoQuestão
007007
 Leia. Leia.“Em outros termos, aproximando por analogia o “Em outros termos, aproximando por analogia o desconhecido ao conhecidodesconhecido ao conhecido
considera-se que a África não tem povo, não tem nação nem Estado; não temconsidera-se que a África não tem povo, não tem nação nem Estado; não tem
passado, logo, não tem história. O passado, logo, não tem história. O problema posto nessa lógica interpretativaproblema posto nessa lógica interpretativa
possibilita que o diverso, no caso a África, seja enquadrado, no grau inferior de umapossibilita que o diverso, no caso a África, seja enquadrado, no grau inferior de uma
escala evolutiva que classifica os povos escala evolutiva que classifica os povos como primitivos e civilizados. Mas qualcomo primitivos e civilizados. Mas qual
África?”.África?”.
HERNANDEZ, Leila. “O olhar imperial e a invenção da África”. A África na sala deHERNANDEZ, Leila. “O olhar imperial e a invenção da África”. A África na sala de
aula: visita à história contemporânea. 2ª ed. São Paulo: Selo Negro, 2008. P.18.aula: visita à história contemporânea. 2ª ed. São Paulo: Selo Negro, 2008. P.18.
A ideia central da autora éA ideia central da autora é
XX
a lógica de que durante muito tempo prevaleceram nos estudos e análises sobre aa lógica de que durante muito tempo prevaleceram nos estudos e análises sobre a
África uma perspectiva etnocêntrica.África uma perspectiva etnocêntrica.
a noção de que a noção de que o passado africano tem sido bastante o passado africano tem sido bastante estudado pelos historiadores.estudado pelos historiadores.
que a existência de uma nação é grau indispensável para o desenvolvimento de umque a existência de uma nação é grau indispensável para o desenvolvimento de um
povo.povo.
que a África é formada por um conjunto de povos primitivos, mas também de povosque a África é formada por um conjunto de povos primitivos, mas também de povos
civilizados.civilizados.
que a África se que a África se encontra em estágio inferior de desenvolvimento.encontra em estágio inferior de desenvolvimento.
[360038_556[360038_556
88]88]
QuestãoQuestão
008008
Sobre as instituições em que o historiador pode pesquisar, avalie os itens.Sobre as instituições em que o historiador pode pesquisar, avalie os itens.
I.Somente em arquivos públicos credenciados.I.Somente em arquivos públicos credenciados.
II. Em arquivos e II. Em arquivos e museus públicos, em monumentos.museus públicos, em monumentos.
III. Em arquivos e museus públicos e privados e outros lugares onde foi arquivadoIII. Em arquivos e museus públicos e privados e outros lugares onde foi arquivado
registro dos seres humanos.registro dos seres humanos.
São corretos os itens:São corretos os itens:
I e IIII e III
somente IIIsomente III
somente IIsomente II
somente Isomente I
XX II e IIIII e III
    
 Pincel Atômico - 23/0 Pincel Atômico - 23/02/2023 15:522/2023 15:52:35:35 4/94/9
[360038_557[360038_557
14]14]
QuestãoQuestão
009009
Leia o texto. (ENADE)Leia o texto. (ENADE)
Destruídos todos os documentos sobre um determinado período, Destruídos todos os documentos sobre um determinado período, nada poderia sernada poderia ser
dito por um historiador. Uma dito por um historiador. Uma civilização da qual não tivéssemos nenhum vestígiocivilização da qual não tivéssemos nenhum vestígio
arqueológico, nenhum texto e nenhuma referência por arqueológico, nenhum texto e nenhuma referência por meio de outros povos, seriameio de outros povos, seria
como umacivilização inexistente para o como uma civilização inexistente para o profissional de História? A categoriaprofissional de História? A categoria
documento define uma parte importante do campo de atuação do historiador e adocumento define uma parte importante do campo de atuação do historiador e a
amplitude de sua busca.amplitude de sua busca.
KARNAL, L.; TATSCH, F. G. A memória evanescente. In: PINSKI, C. B.; LUCA, T.R.KARNAL, L.; TATSCH, F. G. A memória evanescente. In: PINSKI, C. B.; LUCA, T.R.
O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2009, p. 9.O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2009, p. 9.
Por trás dos grandes vestígios sensíveis Por trás dos grandes vestígios sensíveis da paisagem, os artefatos ou as da paisagem, os artefatos ou as máquinas,máquinas,
por trás dos escritos aparentemente mais por trás dos escritos aparentemente mais insípidos e as instituições aparentementeinsípidos e as instituições aparentemente
mais desligadas daqueles que as criaram, são os homens que a história quermais desligadas daqueles que as criaram, são os homens que a história quer
capturar. Quem não conseguir isso será capturar. Quem não conseguir isso será apenas, no máximo, um serviçal da apenas, no máximo, um serviçal da erudição.erudição.
Já o bom historiador se parece com o ogro da lenda. Onde fareja carne humana, sabeJá o bom historiador se parece com o ogro da lenda. Onde fareja carne humana, sabe
que ali está a sua caça.que ali está a sua caça.
BLOCH, M. Apologia a história ou o ofício do historiador. São Paulo: Zahar, 1989, p.BLOCH, M. Apologia a história ou o ofício do historiador. São Paulo: Zahar, 1989, p.
54.54.
Considerando a necessidade dos historiadores se valerem de Considerando a necessidade dos historiadores se valerem de registros documentaisregistros documentais
para produzir conhecimento e, paralelamente, o enorme alargamento de para produzir conhecimento e, paralelamente, o enorme alargamento de nossanossa
compreensão atual do que sejam documentos históricos, avalie compreensão atual do que sejam documentos históricos, avalie as seguintesas seguintes
afirmações.afirmações.
I. Apesar das transformações pelas quais I. Apesar das transformações pelas quais passou o campo historiográfico ao longo dopassou o campo historiográfico ao longo do
século XX, ainda são os século XX, ainda são os documentos oficiais (via de regra emanados das documentos oficiais (via de regra emanados das instânciasinstâncias
de poder) aqueles que permitem as de poder) aqueles que permitem as interpretações efetivamente confiáveis.interpretações efetivamente confiáveis.
II. Para a maioria II. Para a maioria dos historiadores, na atualidade, a compreensão que prevalecia nodos historiadores, na atualidade, a compreensão que prevalecia noséculo XIX, de que o documento era portador da “verdade dos fatos” não é maisséculo XIX, de que o documento era portador da “verdade dos fatos” não é mais
aceita, porque se entende que aceita, porque se entende que as interpretações sobre o passado se as interpretações sobre o passado se fundamentam nofundamentam no
diálogo construído pelos historiadores envolvendo teoria, eventos e diálogo construído pelos historiadores envolvendo teoria, eventos e documentos.documentos.
III. Durante o século XX ocorreu um alargamento em relação aos objetos de interesseIII. Durante o século XX ocorreu um alargamento em relação aos objetos de interesse
dos historiadores, o que implicou na ampliação do que se pode considerar comodos historiadores, o que implicou na ampliação do que se pode considerar como
fontes históricas, chegando-se a conceder o estudo fontes históricas, chegando-se a conceder o estudo de “fonte” a praticamente tudode “fonte” a praticamente tudo
que permita vislumbrar a ação humana.que permita vislumbrar a ação humana.
IV. Um documento histórico não se define como importante a partir de umaIV. Um documento histórico não se define como importante a partir de uma
determinada visão de época, ou seja, determinada visão de época, ou seja, os documentos existem e mantêm seu os documentos existem e mantêm seu valorvalor
independentemente do meio social que os independentemente do meio social que os conversa.conversa.
É correto apenas o que se afirma emÉ correto apenas o que se afirma em
II e IV.II e IV.
I, III e IV.I, III e IV.
XX II e III.II e III.
I, II e III.I, II e III.
I e IV.I e IV.
[360038_556[360038_556
78]78]
QuestãoQuestão
010010
Sobre as periodizações do tempo, marque Sobre as periodizações do tempo, marque a alternativa correta.a alternativa correta.
Com a alta relação entre os povos na atualidade, surgiu-se um tempo único.Com a alta relação entre os povos na atualidade, surgiu-se um tempo único.
São poucas as existentes atualmente.São poucas as existentes atualmente.
A única importante é a que divide entre antes e depois de Cristo.A única importante é a que divide entre antes e depois de Cristo.
São objetos de pouca reflexão São objetos de pouca reflexão historiográfica.historiográfica.
XX Constitui em uma construção humana e Constitui em uma construção humana e do historiador e pode ser do historiador e pode ser questionada.questionada.
    
 Pincel Atômico - 23/0 Pincel Atômico - 23/02/2023 15:522/2023 15:52:35:35 5/95/9
[360039_569[360039_569
72]72]
QuestãoQuestão
011011
Leia o texto.Leia o texto.
É que formular um problema é precisamente o começo e o fim de toda a história. SeÉ que formular um problema é precisamente o começo e o fim de toda a história. Se
não há problemas, não há não há problemas, não há história. Apenas narrações, compilações. Lembrem-se: sehistória. Apenas narrações, compilações. Lembrem-se: se
não falei de “ciência da não falei de “ciência da história, falei de “estudo cientificamente conduzido”. Estashistória, falei de “estudo cientificamente conduzido”. Estas
duas palavras não estavam lá duas palavras não estavam lá para compor a frase. A para compor a frase. A fórmula cientificamentefórmula cientificamente
conduzida implica duas operações, as mesmas que conduzida implica duas operações, as mesmas que se encontram na base dese encontram na base de
qualquer trabalho científico moderno: indicar problemas e formular qualquer trabalho científico moderno: indicar problemas e formular hipóteses. Duashipóteses. Duas
operações que já os homens operações que já os homens do meu tempo se revelavam especialmente perigosas.do meu tempo se revelavam especialmente perigosas.
Porque pôr problemas, ou formular hipóteses, era Porque pôr problemas, ou formular hipóteses, era muito simplesmente trair. Nessemuito simplesmente trair. Nesse
tempo, os historiadores viviam num respeito pueril tempo, os historiadores viviam num respeito pueril e devoto pelos “fatos”. Habitava-ose devoto pelos “fatos”. Habitava-os
a convicção ingênua e tocante de que o sábio era um homem que, ao olhara convicção ingênua e tocante de que o sábio era um homem que, ao olhar
pelo seu microscópio, aprendia logo uma pelo seu microscópio, aprendia logo uma braçada de fatos (FEBVRE, 1989, p. braçada de fatos (FEBVRE, 1989, p. 31-32).31-32).
  
A corrente historiográfica a que pertence o texto acima éA corrente historiográfica a que pertence o texto acima é
Humanista.Humanista.
escola positivista.escola positivista.
XX escola dos Annales.escola dos Annales.
Marxista.Marxista.
Iluminismo.Iluminismo.
[360039_569[360039_569
88]88]
QuestãoQuestão
012012
Leia o texto.Leia o texto.
“Para escrever o que realmente aconteceu, alguns “Para escrever o que realmente aconteceu, alguns historiadores, como é o caso dehistoriadores, como é o caso de
Leopold von Ranke, recorreram à legitimação da História por meio do uso deLeopold von Ranke, recorreram à legitimação da História por meio do uso deprotocolos de pesquisa advindos da heurística documental e protocolos de pesquisa advindos da heurística documental e de uma racionalizaçãode uma racionalização
objetiva, na qual a ideia de bom historiador estaria intimamente ligada com a suaobjetiva, na qual a ideia de bom historiadorestaria intimamente ligada com a sua
capacidade de isentar-se das intenções discursivas dos documentos, na capacidade de isentar-se das intenções discursivas dos documentos, na suasua
habilidade em apresentar-se por meio da habilidade em apresentar-se por meio da imparcialidade e da neutralidade frente àsimparcialidade e da neutralidade frente às
fontes utilizadas. Uma boa história seria fontes utilizadas. Uma boa história seria aquela capaz de ser contada pelo aquela capaz de ser contada pelo historiador,historiador,
a partir das fontes em si.”a partir das fontes em si.”
FRANÇA, Cyntia Simioni.FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricosIntrodução aos estudos históricos / Cyntia Simioni / Cyntia Simioni
França, Evandro André de Souza, Julho França, Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dosZamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos
Santos. – Londrina: Editora e Santos. – Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P.47-48.Distribuidora Educacional S.A., 2014. P.47-48.
O procedimento adotado pelos estudos históricos do O procedimento adotado pelos estudos históricos do qual Leopold von Ranke équal Leopold von Ranke é
expoente e descrito no texto éexpoente e descrito no texto é
a não-separação entre sujeito e objeto na crítica das fontesa não-separação entre sujeito e objeto na crítica das fontes
a perspectiva etnocêntricaa perspectiva etnocêntrica
a seleção de documentos com base a seleção de documentos com base em critérios subjetivosem critérios subjetivos
a valorização da diversidade de documentosa valorização da diversidade de documentos
XX a imparcialidade e neutralidade na análise a imparcialidade e neutralidade na análise das fontes históricasdas fontes históricas
    
 Pincel Atômico - 23/0 Pincel Atômico - 23/02/2023 15:522/2023 15:52:35:35 6/96/9
[360039_570[360039_570
16]16]
QuestãoQuestão
013013
Leia o texto.Leia o texto.
Essa também foi a década (1980) em que começaram a se expandir e a dar frutos osEssa também foi a década (1980) em que começaram a se expandir e a dar frutos os
programas de pós-graduação de várias instituições universitárias, que cresceram emprogramas de pós-graduação de várias instituições universitárias, que cresceram em
função das políticas do governo do função das políticas do governo do general Geisel (1974-79), também responsávelgeneral Geisel (1974-79), também responsável
pelo início de um processo de "abertura lenta e gradual" que, contudo, não excluiu apelo início de um processo de "abertura lenta e gradual" que, contudo, não excluiu a
permanência de procedimentos de repressão dura e permanência de procedimentos de repressão dura e violenta. Mas, de toda forma, aviolenta. Mas, de toda forma, a
década de 1980, no Brasil, foi a da anistia (1979), a do desenvolvimento dosdécada de 1980, no Brasil, foi a da anistia (1979), a do desenvolvimento dos
movimentos sociais e a de uma luta vigorosa pelo fim do regime militar, presidida pelamovimentos sociais e a de uma luta vigorosa pelo fim do regime militar, presidida pela
palavra de ordem da redemocratização e palavra de ordem da redemocratização e materializada na expressiva manifestaçãomaterializada na expressiva manifestação
que foi a campanha pelas "Diretas já", em 1984.que foi a campanha pelas "Diretas já", em 1984.
GOMES, Ângela de Castro. Questão social e GOMES, Ângela de Castro. Questão social e historiografia no Brasil do pós-1980:historiografia no Brasil do pós-1980:
notas para um debate.notas para um debate. Estudos HistóricosEstudos Históricos, Rio de Janeiro, nl) 34, julho-dezembro, Rio de Janeiro, nl) 34, julho-dezembro
de 2004, p. 157-186.de 2004, p. 157-186.
  
A tese central da autora é de queA tese central da autora é de que
XX
as mudanças sociais ocorridas nos anos as mudanças sociais ocorridas nos anos 1980 pressionaram às mudanças no campo1980 pressionaram às mudanças no campo
da história.da história.
ainda havia censura na historiografia feita ainda havia censura na historiografia feita nos anos 1980.nos anos 1980.
houve crescimento dos programas de pós-graduação em história.houve crescimento dos programas de pós-graduação em história.
havia luta vigorosa dos movimentos sociais pela havia luta vigorosa dos movimentos sociais pela abertura política.abertura política.
houve retrocessos nos movimentos sociais e avanços houve retrocessos nos movimentos sociais e avanços no campo da história nos anosno campo da história nos anos
1980.1980.
[360038_556[360038_556
61]61]
QuestãoQuestão
014014
A história, no período medieval, possui A história, no período medieval, possui como característica marcantecomo característica marcante
uma concepção de tempo linear e voltada para a ideia de progresso.uma concepção de tempo linear e voltada para a ideia de progresso.
uma forte crítica documental.uma forte crítica documental.
XX o retorno das intervenções divinas no o retorno das intervenções divinas no processo histórico.processo histórico.
a crença de que a crença de que os documentos históricos são espelhos da realidade.os documentos históricos são espelhos da realidade.
é que o domínio do papado sobre os documentos escritos pouco interferiu na escritaé que o domínio do papado sobre os documentos escritos pouco interferiu na escrita
da história.da história.
[360039_569[360039_569
75]75]
QuestãoQuestão
015015
Leia o texto.Leia o texto.
“Segundo Bourdé e Martin (1983), a “Segundo Bourdé e Martin (1983), a história metódica (idealismo alemão) marcadahistória metódica (idealismo alemão) marcadapelo cientificismo faz dopelo cientificismo faz do historiadorhistoriador um observador passivo da história, utilizandoum observador passivo da história, utilizando
análises objetivas, caracterizadas em eleger os grandes heróis análises objetivas, caracterizadas em eleger os grandes heróis e seus principaise seus principais
feitos. Portanto, o papel dofeitos. Portanto, o papel do historiadorhistoriador consiste em apenas narrar um assunto e aconsiste em apenas narrar um assunto e a
única habilidade restringe-se a retirar do única habilidade restringe-se a retirar do documento todas as informações quedocumento todas as informações que
apresentavam e não acrescentar nada, como se o documento falasse por si só.”apresentavam e não acrescentar nada, como se o documento falasse por si só.”
FRANÇA, Cyntia Simioni.FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricosIntrodução aos estudos históricos / Cyntia Simioni / Cyntia Simioni
França, Evandro André de Souza, Julho França, Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dosZamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos
Santos. – Londrina: Editora e Santos. – Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P.82.Distribuidora Educacional S.A., 2014. P.82.
O idealismo alemão acreditava que o papel do historiador eraO idealismo alemão acreditava que o papel do historiador era
determinar os critérios que os historiadores deveriam determinar os critérios que os historiadores deveriam seguir no trato com as seguir no trato com as fontesfontes
XX exclusivamente a de narrar os fatosexclusivamente a de narrar os fatos
louvar o passado nacionallouvar o passado nacional
interferir no debate público para esclarecer a interferir no debate público para esclarecer a verdadeverdade
fazer perguntas aos documentos históricos.fazer perguntas aos documentos históricos.
    
 Pincel Atômico - 23/0 Pincel Atômico - 23/02/2023 15:522/2023 15:52:35:35 7/97/9
[360038_556[360038_556
60]60]
QuestãoQuestão
016016
A história, no período medieval, possui A história, no período medieval, possui como característica marcantecomo característica marcante
é que o domínio do papado sobre os documentos escritos pouco interferiu na escritaé que o domínio do papado sobre os documentos escritos pouco interferiu na escrita
da história.da história.
uma forte crítica documental.uma forte crítica documental.
a crença de que a crença de que os documentos históricos são espelhos da realidade.os documentos históricossão espelhos da realidade.
XX o retorno das intervenções divinas no o retorno das intervenções divinas no processo histórico.processo histórico.
uma concepção de tempo linear e voltada para a ideia de progresso.uma concepção de tempo linear e voltada para a ideia de progresso.
[360040_569[360040_569
99]99]
QuestãoQuestão
017017
Leia o texto.Leia o texto.
“Quase sempre que a história da humanidade nos é apresentada, é a evolução da“Quase sempre que a história da humanidade nos é apresentada, é a evolução da
sociedade europeia que é tomada como sociedade europeia que é tomada como modelo de desenvolvimento. Essa posiçãomodelo de desenvolvimento. Essa posição
eurocêntrica é errada: do ponto de vista da história, a evolução da sociedade europeiaeurocêntrica é errada: do ponto de vista da história, a evolução da sociedade europeia
ocidental, com seu alto grau ocidental, com seu alto grau de desenvolvimento tecnológico, não deve ser um de desenvolvimento tecnológico, não deve ser um padrãopadrão
de comparação para se estudar a história de qualquer outra parte do sistemade comparação para se estudar a história de qualquer outra parte do sistema
capitalista, como, por exemplo, a América Latina. Não se deve, por meio desse tipo decapitalista, como, por exemplo, a América Latina. Não se deve, por meio desse tipo de
comparação, julgar se uma sociedade está ‘atrasada’ comparação, julgar se uma sociedade está ‘atrasada’ ou ‘adiantada’ em seuou ‘adiantada’ em seu
desenvolvimento histórico.desenvolvimento histórico.
Não há uma linha Não há uma linha constante e progressiva de desenvolvimento na história daconstante e progressiva de desenvolvimento na história da
humanidade, para todas as sociedades ou humanidade, para todas as sociedades ou nações. ”nações. ”
BORGES, Vavy Pacheco.BORGES, Vavy Pacheco. O que é históriaO que é história. 2ª ed. Revisada. São Paulo: Brasiliense,. 2ª ed. Revisada. São Paulo: Brasiliense,
1993. (Coleção Primeiros Passos; 17). P. 1993. (Coleção Primeiros Passos; 17). P. 51-52.51-52.
A análise do texto sugere que a crença de que exista um modelo de desenvolvimentoA análise do texto sugere que a crença de que exista um modelo de desenvolvimento
da temporalidade nas sociedades gerada temporalidade nas sociedades gera
o etnocentrismo.o etnocentrismo.
XX a desconstrução do eurocentrismo.a desconstrução do eurocentrismo.
uma comparação exata.uma comparação exata.
uma valorização da diversidade.uma valorização da diversidade.
a valorização das múltiplas experiências.a valorização das múltiplas experiências.
[360040_596[360040_596
17]17]
QuestãoQuestão
018018
Leia o texto.Leia o texto.
É Francisco Adolfo Varnhagen que, em É Francisco Adolfo Varnhagen que, em carta ao imperador dom Pedro lI, carta ao imperador dom Pedro lI, explicitariaexplicitaria
os fundamentos definidores da identidade nacional brasileira enquanto herança os fundamentos definidores da identidade nacional brasileira enquanto herança dada
colonização europeia. Diz ele a propósito colonização europeia. Diz ele a propósito do posicionamento de sua obrado posicionamento de sua obra
História História 
Geral do Brasil Geral do Brasil  frente à discussão do  frente à discussão do problema nacional:problema nacional:
"Em geral busquei inspirações de patriotismo sem ser no ódio a portugueses, ou à"Em geral busquei inspirações de patriotismo sem ser no ódio a portugueses, ou à
estrangeira Europa, que nos beneficia com ilustração; tratei de pôr um dique à tantaestrangeira Europa, que nos beneficia com ilustração; tratei de pôr um dique à tanta
declamação e servilismo à democracia; e procurei declamação e servilismo à democracia; e procurei ir disciplinando produtivamenteir disciplinando produtivamente
certas ideias soltas de nacionalidade . . .”certas ideias soltas de nacionalidade . . .”
GUIMARÃES, Manoel Salgado. Nação e civilização nos trópicos: GUIMARÃES, Manoel Salgado. Nação e civilização nos trópicos: O Instituto HistóricoO Instituto Histórico
e Geográfico Brasileiro e o projeto de uma história nacional.e Geográfico Brasileiro e o projeto de uma história nacional. Estudos HistóricosEstudos Históricos, Rio, Rio
de Janeiro, nº 1, 1998, p. 6.de Janeiro, nº 1, 1998, p. 6.
Varhagem é considerado o “pai da história” no Brasil. Segundo o texto, aVarhagem é considerado o “pai da história” no Brasil. Segundo o texto, a
característica marcante da historiografia produzida no Segundo Reinado foicaracterística marcante da historiografia produzida no Segundo Reinado foi
XX a defesa do legado colonial a defesa do legado colonial português na formação da nacionalidade brasileiraportuguês na formação da nacionalidade brasileira
a repulsa ao elemento estrangeiro, notadamente o a repulsa ao elemento estrangeiro, notadamente o português na formação daportuguês na formação da
nacionalidadenacionalidade
a alegação de que a alegação de que o patriotismo seria o traço definidor o patriotismo seria o traço definidor da nacionalidade brasileira.da nacionalidade brasileira.
    
 Pincel Atômico - 23/0 Pincel Atômico - 23/02/2023 15:522/2023 15:52:35:35 8/98/9
a ideia de que era preciso avançar na pauta democrática para consolidar aa ideia de que era preciso avançar na pauta democrática para consolidar a
nacionalidade brasileiranacionalidade brasileira
que a obraque a obra História Geral do BrasilHistória Geral do Brasil teve papel secundário na definição dateve papel secundário na definição da
nacionalidade brasileira.nacionalidade brasileira.
[360040_569[360040_569
93]93]
QuestãoQuestão
019019
Leia o texto para responder à questão:Leia o texto para responder à questão:
“O ano de 2014 é o nosso presente. Mas, baseando-se em Agostinho, concluo que“O ano de 2014 é o nosso presente. Mas, baseando-se em Agostinho, concluo que
este ano está subdividido em este ano está subdividido em meses, semanas, dias, horas... como dizemos, omeses, semanas, dias, horas... como dizemos, o
presente existe, mas é muito curto. Qual seria o limite para considerarmos algo comopresente existe, mas é muito curto. Qual seria o limite para considerarmos algo como
presente? Agostinho elabora uma explicação que é presente? Agostinho elabora uma explicação que é ao mesmo tempo simples e ao mesmo tempo simples e genialgenial
para estabelecer relações entre passado, presente e para estabelecer relações entre passado, presente e futuro: para ele, tanto passadofuturo: para ele, tanto passadocomo o futuro só existem em função do presente. O passado é somente rememoradocomo o futuro só existem em função do presente. O passado é somente rememorado
no presente e o futuro só é projetado também no presente. Sabemos o que está ouno presente e o futuro só é projetado também no presente. Sabemos o que está ou
não está distante de nós temporalmente a partir da comparação com a nossanão está distante de nós temporalmente a partir da comparação com a nossa
realidade atual.realidade atual.
Agostinho é um dos primeiros filósofos a compreender que o tempo não é algo queAgostinho é um dos primeiros filósofos a compreender que o tempo não é algo que
está fora do ser humano, ou da sociedade como um todo. O tempo é a sociedade, fazestá fora do ser humano, ou da sociedade como um todo. O tempo é a sociedade, faz
parte dela, não é algo externo, que acontece aleatoriamente. ”parte dela, não é algo externo, que acontece aleatoriamente. ”
FRANÇA, Cyntia Simioni.FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricosIntrodução aos estudos históricos / Cyntia Simioni / Cyntia Simioni
França, Evandro André de Souza, Julho França, Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dosZamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos
Santos. – Londrina: Editora e Santos. – Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P.126.Distribuidora Educacional S.A., 2014. P.126.
  
Segundo o texto, o passado e o futuro, para Santo Agostinho,Segundo o texto, o passado e o futuro, para Santo Agostinho,
são significativamente os mesmos em todas as são significativamente os mesmos emtodas as sociedades.sociedades.
são externos às sociedades.são externos às sociedades.
evidenciam o quanto o presente é curto.evidenciam o quanto o presente é curto.
XX existem em função do tempo existem em função do tempo presente.presente.
pressupõem que o historiador se livre pressupõem que o historiador se livre desses referenciais.desses referenciais.
[360040_596[360040_596
18]18]
QuestãoQuestão
020020
“O desenvolvimento de diferentes áreas de estudo “O desenvolvimento de diferentes áreas de estudo e a sofisticação das pesquisase a sofisticação das pesquisas
elaboradas tornam complexa a tarefa de elaboradas tornam complexa a tarefa de mapear as diversas tendências históricasmapear as diversas tendências históricas
que se entrecruzam no país, que se entrecruzam no país, marcadas por uma grande variedade e riqueza, marcadas por uma grande variedade e riqueza, desdedesde
então. Das questões femininas e do então. Das questões femininas e do gênero à masculinidade, da sexualidade àsgênero à masculinidade, da sexualidade às
relações raciais, da história do público ao privado, da ciência à religiosidade e àrelações raciais, da história do público ao privado, da ciência à religiosidade e à
magia, da cultura erudita à cultura popular e à mídia, da história social à históriamagia, da cultura erudita à cultura popular e à mídia, da história social à história
cultural, assistimos a uma crescente produção acadêmica, criativa, instigante cultural, assistimos a uma crescente produção acadêmica, criativa, instigante eepolêmica, nas últimas décadas.polêmica, nas últimas décadas.
De modo geral, essa produção acadêmica De modo geral, essa produção acadêmica procura acompanhar e atualizar-se com osprocura acompanhar e atualizar-se com os
desenvolvimentos teóricos e temáticos que se produzem no desenvolvimentos teóricos e temáticos que se produzem no exterior, em especial, naexterior, em especial, na
França, Inglaterra, Itália, Estados Unidos, de onde França, Inglaterra, Itália, Estados Unidos, de onde vêm nossas principais referênciasvêm nossas principais referências
teóricas, metodológicas e temáticas. Contudo, também fica clara teóricas, metodológicas e temáticas. Contudo, também fica clara a preocupação dea preocupação de
trabalharem-se as especificidades locais das experiências históricas tal qual trabalharem-se as especificidades locais das experiências históricas tal qual sese
constituem no país, nos diferentes estados, constituem no país, nos diferentes estados, cidades e municípios e outras regiões,cidades e municípios e outras regiões,
diferindo radicalmente, daquelas vivenciadas em outros contextos históricos.diferindo radicalmente, daquelas vivenciadas em outros contextos históricos.
RAGO, Margareth. A ‘nova’ historiografia brasileira.RAGO, Margareth. A ‘nova’ historiografia brasileira. Anos 90Anos 90, Porto Alegre, nº11, julho, Porto Alegre, nº11, julho
1999. P. 74.1999. P. 74.
O texto acima, de Margareth Rago, analisa a historiografia brasileira dos anos 1990. AO texto acima, de Margareth Rago, analisa a historiografia brasileira dos anos 1990. A
ideia central defendida pela autora é a de que a historiografia dos anos 1990 no Brasilideia central defendida pela autora é a de que a historiografia dos anos 1990 no Brasil
ampliou seu repertório de temas e ampliou seu repertório de temas e abordagens, a partir de um desenvolvimentoabordagens, a partir de um desenvolvimentoisolado dos historiadores nacionaisisolado dos historiadores nacionais
caracterizou-se por uma pluralidade de temas, perspectivas teóricas e caracterizou-se por uma pluralidade de temas, perspectivas teóricas e influênciasinfluências
    
 Pincel Atômico - 23/0 Pincel Atômico - 23/02/2023 15:522/2023 15:52:35:35 9/99/9
advogou uma especificidade nas suas temáticas e objetos de estudo frente ao que eraadvogou uma especificidade nas suas temáticas e objetos de estudo frente ao que era
feito em outros paísesfeito em outros países
militou junto aos movimentos sociais ao militou junto aos movimentos sociais ao defender determinadas pautas e temasdefender determinadas pautas e temas
historicamente negados aos estudos históricoshistoricamente negados aos estudos históricos
XX
promoveu ampliação das temáticas ligadas à diversidade e promoveu ampliação das temáticas ligadas à diversidade e o recrudescimento doso recrudescimento dos
objetos de estudoobjetos de estudo

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