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Trabalho de conclusão de curso sobre uma leitura psicanalítica da saúde no trabalho. Apresenta pesquisa bibliográfica e releitura do sofrimento ocupacional, abordando psicodinâmica do trabalho, psicologia organizacional, psicanálise, causas, mecanismos de defesa e a importância da escuta.

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CENTRO UNIFAVENI 
SILVIA THEREZA MATOS CONSERVA 
UMA LEITURA PSICANALÍTICA DA SAÚDE NO TRABALHO
ARACAJU/SERGIPE
2023 
CENTRO UNIFAVENI 
SILVIA THEREZA MATOS CONSERVA	
Trabalho de conclusão de curso apresentado 	como requisito parcial à obtenção do título 	especialista em Psicologia Organizacional e do trabalho. 
ARACAJU/SERGIPE 
2023
UMA LEITURA PSICANALÍTICA DA SAÚDE NO TRABALHO
Sílvia Thereza Matos Conserva¹	
Declaro que sou autor(a)¹ deste Trabalho de Conclusão de Curso. Declaro também que o mesmo foi por mim elaborado e integralmente redigido, não tendo sido copiado ou extraído, seja parcial ou integralmente, de forma ilícita de nenhuma fonte além daquelas públicas consultadas e corretamente referenciadas ao longo do trabalho ou daqueles cujos dados resultaram de investigações empíricas por mim realizadas para fins de produção deste trabalho.
Assim, declaro, demonstrando minha plena consciência dos seus efeitos civis, penais e administrativos, e assumindo total responsabilidade caso se configure o crime de plágio ou violação aos direitos autorais. (Consulte a 3ª Cláusula, § 4º, do Contrato de Prestação de Serviços)
Resumo
Este trabalho tem como objetivo discutir o sofrimento no trabalho, na perspectiva da psicodinâmica do trabalho, da psicologia organizacional e do trabalho e da psicanálise, buscando entender quais contribuições estas teriam na saúde do trabalhador. Analisamos o que seria sofrimento e quais saídas para um ambiente mais saudável considerando a visão de saúde da OMS. Investigamos também como o falar do trabalhador e o escutar de um profissional da saúde pode contribuir para seu bem-estar psíquico, entendendo que este é o método psicanalítico, talking cure, termo que representa a psicanálise. Logo, este trabalho segue a linha de pensamento, o que a psicologia organizacional contribuiu para a vida do trabalhador, bem como seu próprio desenvolvimento, a visão da psicodinâmica do trabalho e do sofrimento, e a contribuição psicanalítica tanto para o sofrimento quanto para sua cura. 
Palavra-chave: saúde do trabalhador, psicanálise, adoecimento, escuta. 
Introdução 
	Este trabalho de conclusão de curso tem como objetivo fazer uma pesquisa bibliográfica e uma releitura do que seria sofrimento no trabalho numa perspectiva psicanalítica. Observando suas causas, e possíveis mecanismos de defesa. 
	Falar em trabalho tem “n” variáveis, mas aqui focaremos justamente no sofrimento no trabalho, e o que seria patológico nesse paradigma psicanalítico, bem como quais seriam as possibilidades de tornar o trabalho um ambiente saudável seja, psicologicamente ou concretamente nos espaços físicos. Considerando que o sujeito saudável segundo a Organização Mundial da Saúde, como um estado de completo bem-estar físico, mental e social, contrariando o que já tínhamos como instituído que saúde se tratava da ausência de uma enfermidade. 
	Discutir-se-á o sofrimento no trabalho, sua perspectiva pela psicologia organizacional e do trabalho bem como sua contribuição destas aos longos dos anos e na perspectiva psicanalítica do sofrimento, qual seria a saída para que um sujeito adoecido no/pelo trabalho se torne saudável. 
Referencial Teórico 
História da Psicologia Organizacional e do trabalho 
Ao longo dos anos aconteceram várias mudanças no mundo e essas mudanças também afetaram a psicologia como ciência, em consequência a Psicologia Organizacional e do Trabalho (POT). 
Encontra-se no decorrer da história uma série de estudiosos e teorias que contribuíram para o desenvolvimento da Psicologia Organizacional e do Trabalho (POT). Apesar da dificuldade de estabelecer um ponto inicial Zanelli (2014) diz que a origem da POT pode remontar à criação do laboratório que estudava sobre a fadiga. Depois disso, vários outros debruçaram-se sobre a temática referente ao trabalho, como fadiga, cargas do trabalho, utilização de testes para seleção, etc. 
Hugo Munsterberg, que em (1913) publicou um trabalho que nomeou de Psychology and Industrial Efficiency, o mesmo estudara uma das características principais da psicologia dentro das organizações, ou seja, seleção de pessoal e o uso de testes psicológicos. Justamente por conta deste trabalho, que neste momento a psicologia era conhecida como psicologia industrial. 
Outro autor que merece destaque por sua contribuição à psicologia foi Frederick Winslow Taylor, ele desenvolveu o que ele chamou de administração cientifica e tinha como objetivo orientar as práticas na organização e aumentar a produtividade. Logo depois, Taylor se junta a Frank e Lilian Gibreth que era psicóloga e decidem investigar a forma como as atividades são executadas, estes visam aumentar a eficiência do desempenho levando em conta as características. 
Desde então, a prática da Psicologia no mundo do trabalho foi se modificando, e embora não pareça haver consenso entre os autores sobre as terminologias utilizadas, percebe-se uma ampliação do seu espectro de atuação ao longo do tempo. (Campos, Duarte, Cezar & Pereira, 2011). 
Num salto histórico, surge uma importante vertente, conhecidos como estudos de Hawthorne que revela a importância de considerar aspectos sociais implicadas no trabalho. Já se pode observar um maior alinhamento com o que se conhece hoje por Psicologia Organizacional e do Trabalho. 
Zanelli,(2014) divide resumidamente a história de POT em quatro fases, considerando a arbitrariedade das contribuições, pois não é um processo que acontece em linhas retilíneas. A primeira fase caracteriza-se pelo processo de industrialização, o avanço das ciências naturais, a reconstrução de crenças sobre o homem e a luta contra a exploração do trabalho, esses aspectos geraram a constituição inicial, a Psicologia Industrial. 
A segunda fase a psicologia se consolida como psicologia organizacional e a seleção de pessoal é uma das suas principais atividades e incorpora a atenção ao funcionamento organizacional com foco nas lideranças, participação e democracia. Ações de treinamento e o surgimento de teorias sobre motivação ganham força. A terceira fase é marcada pela transição pós-industrial, onde houve crescestes conflitos sobre a qualidade de vida no trabalho, a ciência psicológica busca então ampliar seu entendimento sobre análise individual. Na última fase, é marcada por avanços da globalização e da tecnologia da informação. Há uma ampliação em questões de saúde do trabalho, relacionados com o estresse, conflitos como família-trabalho e aposentadoria. 
Contudo, POT desenvolveu-se de acordo com o contexto socioeconômico e cultural de cada época, sua evolução vem da persistência para lidar com desafios que surgiam em dado momento e contexto social. 
No Brasil, o desenvolvimento da POT foi dividido por Zanelli (2014) em três aspectos: Psicologia Industrial, Organizacional e do Trabalho. Na fase da psicologia industrial, Léon Walther trouxe para o Brasil a psicotécnica que foi escolhida como instrumental das propostas tayloristas. As aplicações desses testes tinham como finalidade selecionar empregados aumentando a crença no restrito objetivo econômico de aumentar a produtividade das empresas. 
No segundo período a psicologia organizacional nasce com a intensificação do processo de industrialização e é marcada ainda pela Era Vargas e a Consolidação das Leis Trabalhistas. A gestão de Recursos Humanos mostrou evolução nos processos de recrutamento e seleção e incorporou atividades como treinamento, desenvolvimento e avaliação de desempenho. No momento que transcorre a ditadura, o psicólogo foi alvo de muitas críticas. Essas críticas eram voltadas sobre o estigma de não comprometimento com o social, ou seja, era acusada de servir somente as demandas das organizações. 
 	É nesse momento complicado que se desenvolve o terceiro estágio, em que o trabalho assume o papel do psicólogo é também compreender os problemas de saúde do trabalhador. 
Atualmente as preocupações das organizações são com o todo, e não somente com algumas partes/aspectos, ou seja, de fora integrada comos fenômenos articulados e com o entendimento que são multideterminados. 
Assim, com todas as mudanças ocorridas na prática da psicologia organizacional desde 1900 podem-se observar as mudanças e o desenvolvimento de teorias. 
A atuação do psicólogo organizacional ainda era direcionada para o aumento da produtividade e da eficiência, além das avaliações das habilidades dos funcionários. Esses profissionais ainda não tinham uma clareza quanto à visão do homem nas organizações, tampouco o próprio conceito de trabalho. Já o psicólogo do trabalho tem como principal objetivo compreender esse homem que trabalha e as implicações do seu trabalho no cotidiano e resgatar a dignidade humana nas relações trabalhistas.” (Campos, 2008 Apud Campos, Duarte, Cezar & Pereira, 2011). 
Psicodinâmica e Psicopatologia do trabalho 
O estudo da psicopatologia do trabalho é dedicado a entender as relações entre organizações e processos de subjetivação, que são vivenciadas em prazer-sofrimento. 
Dejours, (1993), coloca que a exploração da organização não é pelo sofrimento, mas sim, nas estratégias utilizadas contra este sofrimento, segundo a teoria freudiana, seria um exemplo da sublimação. Assim, “o trabalho não causa o sofrimento, é o próprio sofrimento que produz o trabalho.” Dejours, (2000). 
Sofrimento e adoecimento no trabalho 
O termo sofrimento segundo o dicionário de psicanálise sugere três fatores para o sofrimento, 
Dentre as três causas do sofrimento humano, Freud opta por estudar nesse ensaio a que nasce do caráter insatisfatório das relações humanas. É papel da cultura, por meio das instituições que a materializam — o Estado, a família —, remediar essa causa de sofrimento, mas, na medida em que os remédios propostos pela cultura são coercitivos e se afiguram outros tantos limites à busca do prazer, ela logo se evidencia como uma nova fonte de sofrimento. E, nessa condição, é objeto de recusas, frequentemente acompanhadas de apelos por um retorno ao estado natural e elogios ao estilo de vida dos primitivos, que não dependiam dos progressos da tecnologia moderna” Roudinesco e Plon, 1998, página 491. 
Esse trabalho dedicar-se-á ao estudo do sofrimento que é causado pela cultura, neste sentindo, cultura segundo Freud (1927) um futuro de uma ilusão, coloca que a cultura é a soma de realizações, e de dispositivos que nos separa de nossos antepassados, que servem para duas finalidades, proteção e regulamentação das relações. 
Nas organizações do trabalho não aconteceria diferente, Dejours (1992), em A Loucura do Trabalho coloca que a organização do trabalho também é causadora de sofrimento, está seria causada quando as possibilidades de adaptação do sujeito e o desejo estão bloqueadas. 
O sujeito, tenta a todo momento escapar do sofrimento, como Freud (1920) diz em seu livro Além do princípio do prazer, assim, para escapar disso, podemos citar aqui o mecanismo da sublimação, ele descreve Psicologia das Massas (1921), que é a atividade de deslocar metas pulsionais impedidas pelo mundo exterior, (cultura, instituições e leis) para atividades aceitáveis pelas mesmas, que o autor define como uma estratégia defensiva contra o sofrimento. Dejours, (1992) por outro lado, seguindo o pensamento freudiano define e aprofunda o sofrimento nas organizações de trabalho, elaborando, causas e defesas criadas pelos trabalhadores. 
Esse sofrimento pode ir se intensificando, à medida que a organização de trabalho não permite a subversão do trabalho, em outras palavras, quando é bloqueada qualquer tipo de negociação entre as forças do desejo de produção e o desejo do trabalhador. 
O trabalho é para muitos fonte de sustento e sobrevivência, assim, muitos trabalhadores se submetem a condições de trabalho precárias, lutando a todo momento contra seu próprio sofrimento. 
Quando ele luta contra a dor, quando ele tenta negar seu sofrimento, o homem do subproletariado não pretende ter 'uma atitude terapêutica relativa ao processo patogênico. Ele sabe que procura somente fazê-lo calar. Curar é trabalho do médico, ou do especialista. A angústia contra a qual é dirigida a ideologia da vergonha não é a do sofrimento, da doença ou da morte; a angústia que ele ataca é, através da doença, a destruição do corpo enquanto força capaz de produzir trabalho. Esta observação é importante na medida em que ela é praticamente específica do subproletariado e em que não a encontramos em nenhuma outra classe social, nem mesmo no proletariado” Dejuors, p. 34 (1992)
Entende-se por condição de trabalho por ambiente físico, ambiente químico, o ambiente biológico, as condições de higiene, de segurança. E a organização do trabalho designamos a divisão do trabalho, o conteúdo da tarefa o sistema hierárquico, as modalidades de comando, as relações de poder, as questões de responsabilidade, segundo Dejours (1992). 
Assim, pensar em um ambiente saudável para trabalho, nos coloca em vista que o bem-estar no trabalho depende de diversos fatores, que são fontes externas, por exemplo a família, sexo, raça, e fatores ambientais, organizacionais, seriam as exigências do cargo, cuidado com os demais, condição física do trabalho e estrutura organizacional, e individuais são relações com supervisores e chefes, relações com colegas, comunicação e administração do desempenho, e a ainda que o bem estar está além da ideia de ausência de doença, assim, seria quando a dor é minimizada e o prazer maximizado. ROTHMANN E COOPER, (2017)
É visto, portanto, que o sujeito, está sempre em busco do menor nível de desprazer possível, numa organização ela busca também por satisfações, que seriam:
As satisfações simbólicas: desta vez, trata-se da vivência qualitativa da tarefa. É o sentido, a significação do trabalho que importam nas suas relações com o desejo. Não é mais questão das necessidades como no caso do corpo, mas dos desejos ou das motivações. Isto depende do que a tarefa veicula do ponto de vista simbólico. Dejours, p. 62 (1992)
A desorganização das instituições de trabalho, provoca um perigo no equilíbrio da saúde mental dos trabalhadores, que acabam por descarregar este mal-estar em relações fora do ambiente de trabalho, como em familiares, e/ou acabam fazendo uso e abuso de álcool e outras drogas. Além disso, a própria organização do trabalho sofre consequências como baixa produção, risco de acidentes no trabalho, absenteísmo bem como afastamentos por estresse. 
O saudável está relacionado, segundo Dejours (1993), ao enfretamento de imposições, e pressões no trabalho, o patológico se instala quando o desejo de produção vence o desejo dos trabalhadores. 
O trabalhador é enfraquecido pela precarização da organização do trabalho, pelo desemprego estrutural, e pela necessidade de sobrevivência. Principalmente, a desestruturação do coletivo, alimentada pela cultura da excelência, pregada pelos gestores que compartilham os princípios da flexibilização da produção, vulnerabilizando o trabalhador, que em nome das promessas de sucesso e de reconhecimento, articuladas à vivência de solidão, e desamparo, torna-se facilmente capturado pelo desejo de produção, utilizando de estratégias de mediação do sofrimento mais defensivas do que de mobilização para mudança, favorecendo assim uma maior exploração do trabalho em prol da produção. Mendes, 2007, p. 38
Para alcançar uma vivência prazerosa no trabalho é necessária uma mobilização subjetiva, identificada para lidar com o sofrimento, permitindo a ressignificação das situações geradoras de sofrimento, segundo Dejours 1997, a mobilização subjetiva é o processo por meio do qual o trabalhador lança mão da sua subjetividade, da sua inteligência prática e do coletivo do trabalho para transformar as situações de sofrimento. 
Essa dinâmica é constituída pela solidariedade, confiança, cooperação, espaço público de fala, equidade quanto ao julgamento do outro, surge então a dinâmica do reconhecimento, sendo um dos modos de fortalecimento da estruturação psíquica. 
Importância do falar como cura 
A fala, comunicação, representação do nosso inconsciente,elaboração, termo central da teoria freudiana, não poderia ser dispensado para um ambiente prazeroso no trabalho. Freud, em seu texto de 1890, nos coloca a importância da palavra, sendo uma ferramenta primordial para o tratamento anímico. Na clínica do trabalho o falar também ocupa lugar importante, pois significa estudar os processos de subjetivação no contexto do trabalho. 
O acesso das relações dinâmicas do trabalho se dá pela fala e a escuta do sofrimento dos trabalhadores, sendo importante que seja compreendido, interpretado, elaborado e perlaborado, sendo possível assim pensar sobre o trabalho. 
Calar sobre a doença e o sofrimento leva, de maneira coerente, a recusar os cuidados, a evitar as consultas médicas, a temer as hospitalizações. É assim que muitas pessoas do subproletariado poderiam beneficiar-se de proteções sociais tais como a gratuidade dos cuidados e as assistências gratuitas. Não é tanto por ignorância que os homens do subproletariado não se beneficiam com essas medidas. A presença de trabalhadores sociais seria suscetível de paliar esta dificuldade. Mas, pela própria experiência desses trabalhadores sociais vê-se que existe uma verdadeira resistência da parte do subproletariado em tomar ou mandar tomar as providências necessárias. Poder-se-ia, numa tal situação, acusar o subproletariado de complacência para com o sofrimento e a miséria. Mas não é possível, se levar em conta li coerência necessária da ideologia da vergonha: manter a doença, a miséria e a fome à distância é também manter tudo o que pode lembrá-la, direta ou indiretamente, à distância. Assim, a aproximação de toda medida médico-sanitária ou de higiene reativa uma ansiedade fundamental, ansiedade esta que não é suscetível de ser acalmada. Dejours, p 35, (1992)
Assim, como na psicanálise a escuta é a metodologia fundamental para clínica do trabalho, pressupondo que pela palavra o trabalhador pode tornar visível as relações no contexto do trabalho, permitindo assim elaboração, subjetivação, bem como prazer no trabalho. 
	Considerações finais 
Contudo, observa-se que o sofrimento é quase inato a humanidade, todos nós sofremos, e lutamos contra esse sofrimento/desprazer e no trabalho não seria diferente. Entretanto, o que o torna patológico é afinal, quando não temos mais mecanismos contra o sofrimento/desprazer, por exemplo, quando o nosso desejo fica aquém do desejo de produção. 
	
Referências 
ROTHMANN, I. COOPER, C. Fundamentos de Psicologia Organizacional e do Trabalho. Ed.2ª; Elsevier; Rio de Janeiro, 2017. 
CAMPOS, K. C. de L. DUARTE, C. CEZAR, É. De O. & PEREIRA, G. O. De A. Psicologia Organizacional e do Trabalho – Retrato da Produção Científica na Última Década, 2011. 
CHIAVENATO, I. Recursos Humanos, o capital humano das organizações 9º ed. Elsevier, 2009. 
CHIAVENATO, I. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal: Como agregar talentos à empresa. 7ª ed. Editora: Manoele, 2009. 
CHIAVENATO, I. Gestão de Pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações 3ª ed. Elsevier, 2010. 
DEJOURS, C. A loucura do trabalho: Estudo da psicopatologia do trabalho. São Paulo, Oboré, 1992. 
DEJOURS, C. Travail, souffrance et subjectivité. Sociologie du Travail, 2000.
DEJOURS, C. Da psicopatologia à psicodinâmica do trabalho, Rio de Janeiro,1993
ZANELLI, J. C., ANDRADE-BORGES, J. E. & BASTOS, A. V. B. Psicologia, Organizações e Trabalho, 2ª Ed. Artmed, 2014. 
MENDES, A. M. Psicodinâmica do Trabalho: teoria, métodos e pesquisas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2007. 
FREUD, S. Além do Princípio do Prazer, ed. Autêntica, 1920. 
FREUD, S. Mal-estar na cultura, ed. Autêntica, 1921.
FREUD, S. Tratamento psíquico, ed. Autêntica, 1890.
ROUDINESCO, E. PLON, M. Dicionário de psicanálise, Rio de Janeiro: Zahar, 1998
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE, Suiça, 1946.

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