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Relatório de Estágio Curricular em Educação Física II (Anos Finais e Ensino Médio) — UNOPAR. Inclui introdução; relato de leitura reflexiva; análise do Projeto Político-Pedagógico; análise de materiais didáticos; entrevista com professor regente; proposta de atividade para temas transversais da BNCC; análise da implementação da BNCC.

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Portfolio Individual - Estágio Curricular em Educação Física Ii
Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio
Estágio Curricular Em Artes Visuais Ii – Anos Finais Do Ensino Fundamental Ou Ensino
Médio (Unopar)
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A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade
Portfolio Individual - Estágio Curricular em Educação Física Ii
Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio
Estágio Curricular Em Artes Visuais Ii – Anos Finais Do Ensino Fundamental Ou Ensino
Médio (Unopar)
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Baixado por Deborah Vitoria (deborahvsborges@gmail.com)
lOMoARcPSD|23486086
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1
UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ
SISTEMA DE ENSINO A DISTÂNCIA
LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA
JORGENALDO FERREIRA TORRES
RELATÓRIO DO
ESTÁGIO CURRICULAR EM EDUCAÇÃO FÍSICA II: ANOS
FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO
GARANHUNS - PE
2022
Baixado por Deborah Vitoria (deborahvsborges@gmail.com)
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2
 THAIS FREIRE DA SILVA
GARANHUNS - PE
2022
JORGENALDO FERREIRA TORRES
RELATÓRIO DO
ESTÁGIO CURRICULAR EM EDUCAÇÃO FÍSICA II: ANOS
FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO
Relatório apresentado à Universidade Norte do
Paraná, como requisito parcial para o
aproveitamento da disciplina de Estágio
curricular em Educação Física II: anos finais do
ensino fundamental e ensino médio do Curso
de Educação Física - Licenciatura.
Baixado por Deborah Vitoria (deborahvsborges@gmail.com)
lOMoARcPSD|23486086
3
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO......................................................................................... 04
1
1.1
RELATO DA LEITURA OBRIGATÓRIA – 
“O QUE EU TRANSFORMARIA? MUITA COISA!”: OS SABERES E
OS NÃO SABERES DOCENTES PRESENTES NO ESTÁGIO
SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA........................................ 05
1.2 “O LUGAR DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO: ENTRE A
PRESENÇA E AUSÊNCIA DO ALUNO.................................................... 07
2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
(PPP)........................................................................................................ 08
3 ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS................................................... 10
4 ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE.................................... 12
5 PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS TEMAS
CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC............................... 13
6 ANÁLISE DO PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA BNCC NA
ESCOLA.................................................................................................... 15
7 ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO
PROFESSOR............................................................................................ 16
8 ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO
ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DA
DISCIPLINA........
17
9 OBSERVAÇÃO E PARTICIPAÇÃO EM AULAS...................................... 18
10 PRODUÇÃO DE RELATO........................................................................ 19
11 ELABORAÇÃO DO PLANO DE
AULA.....................................................
20
12 RELATO DO ENCONTRO COM O
PROFESSOR....................................
35
13 REGÊNCIA................................................................................................ 36
14 RELATO DA REGÊNCIA.......................................................................... 37
15 CONSIDERAÇÕES FINAIS...................................................................... 38
16 TERMO DE VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO............................................. 39
REFERÊNCIAS......................................................................................... 40
INTRODUÇÃO
É fundamental citar que a equipe pedagógica é a base curricular para um
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futuro realizador de cada estudante, com a contribuição de bons profissionais da
área pode enriquecer o conhecimento. 
Inserir melhores conteúdos, brincadeiras que dão ênfase no desenvolvimento
individual, nos momentos de dificuldade do aluno procurar ajuda, conversar com os
pais ou até mesmo uma ajuda de profissionais da saúde, o professor é a fonte que
vai levar as crianças, a saber, se comportar, fornecer orientação para que tudo isso
leve a alavancar no crescimento de cada criança.
O presente Estágio Curricular II aborda sobre as séries dos anos finais do
ensino fundamental e ensino médio, expondo os diversos aspectos de suma
importância para aprimorar o conhecimento adquirido ao longo dos períodos.
Dessa forma, apresenta-se diversas etapas, tais como: leituras obrigatórias;
relato da análise do Projeto Político Pedagógico; análise dos materiais didáticos; a
entrevista com o professor regente; entre outros. E por fim, as considerações finais.
1 RELATO DA LEITURA OBRIGATÓRIA
Baixado por Deborah Vitoria (deborahvsborges@gmail.com)
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1.1 “O QUE EU TRANSFORMARIA? MUITA COISA!”: OS SABERES E OS NÃO
SABERES DOCENTES PRESENTES NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM
EDUCAÇÃO FÍSICA
Nos cursos superiores de licenciatura em Educação Física, um dos
componentes curriculares que adquirem significativa relevância para formação
docente é o estágio supervisionado realizado no contexto escolar. Estes estágiostêm por objetivo colocar os futuros docentes diante de situações concretas de
ensino-aprendizagem. Tal condição desperta a possibilidade de estes alunos
vivenciarem e refletirem sobre o saber e o fazer pedagógico no interior da sala de
aula.
A apreensão desta pluralidade de saberes docentes em conformidade com os
processos didático-pedagógicos e a dinâmica da sala de aula sinaliza a
complexidade da docência no contexto escolar. Os futuros professores, quando se
deparam com esta situação escolar, tendem a suscitar discussões em relação a
certo distanciamento entre a formação inicial (“teoria”) e a intervenção pedagógica
(“prática”). Ao perceberem as convergências e divergências entre estes contextos
eles acabam por ir buscar outras fontes e outras referências que sirvam de suporte
para sua atuação.
A primeira categoria dos saberes, manifestados nas reflexões escritas, diz
respeito aos saberes experienciais. Para Tardif (2008, p. 39), “estes saberes são
conhecimentos que brotam da experiência e que terminam sendo validados por
ela[...] eles incorporam-se à experiência individual e coletiva sob a forma de habitus
e de habilidades” São um conjunto de conhecimentos que provêm das múltiplas
vivências, entre elas a do saber-fazer pedagógico e do saber-ser-professor.
A primeira delas surge em relação à ação docente. É um saber docente
válido, que o educador vai construindo ao longo da sua carreia como professor,
denominado por Tardif (2008) de saber prático ou específico. Esse conhecimento
surge a partir da prática educativa, das experiências que os professores adquirem
quando exercem a função docente e das inúmeras situações-problemas enfrentadas
no dia a dia da escola.
Este saber prático, que Ferreira (2002) denominou de saber original, passa a
ser fruto deste desenrolar da prática pedagógica no contexto escolar ao longo do
tempo, mas por outro lado há um conjunto de conhecimentos levados pelos futuros
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professores em sua intervenção pedagógica que não necessariamente surgem
durante o desdobramento da ação docente. Esta segunda subcategoria de saberes
experienciais diz respeito aos saberes das experiências existenciais, ou, como
detalha Tardif (2008), provenientes da origem social do professor, ou seja, de sua
história de vida.
Ferreira (2002) denominou estes saberes foram de Saberes Culturais. São
conhecimentos que estão relacionados aos saberes que os futuros professores
levam para a sua intervenção docente, mas que não provêm nem da experiência
docente nem dos saberes adquiridos/ mobilizados na formação inicial.
São saberes relacionados à cultura dos futuros professores: as suas histórias
de vida, suas experiências pessoais, suas crenças, seus valores morais, sua
religiosidade, sua formação escolar e enquanto sujeito no mundo, enfim, o seu ser e
as suas limitações e conflitos existenciais. 
Em muitos casos, a prática de ensino é o primeiro ensaio docente dos futuros
professores do curso de Educação Física, mas há casos em que os alunos já
vivenciaram, em estágios extracurriculares, a experiência de ser professor.
Este não saber gerou consequências sobre o processo de intervenção
docente. Os futuros professores acabaram fundamentando a sua prática, em um
primeiro momento, sobre um excessivo controle da organização da turma. A
preocupação estava centrada no domínio do comportamento e na fixação da
atenção dos alunos.
Esta posição reflete, de certa forma, este não-saber-ser e não-saber-fazer do
professor. A insegurança e as inconsistências apresentadas denotam a existência de
saberes que ainda precisam ser adquiridos, mobilizados e vivenciados pelos futuros
professores na sua atuação docente. O trato dos anseios existenciais, o
enfrentamento à turma e a rejeição dos alunos são algumas dúvidas que aparecem
diante deste não saber docente.
Baixado por Deborah Vitoria (deborahvsborges@gmail.com)
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1.2 O LUGAR DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO: ENTRE A PRESENÇA
E AUSÊNCIA DO ALUNO
Apesar de a Educação Física ser uma disciplina popular entre os alunos,
existe um alto nível de abstenção ocasionado por fatores como a repetição do
modelo de ensino; a falta de qualificação docente; falta de ensino aprendizagem
significativo e criativo; a segregação; e as más relações entre educadores e alunos.
Além disso, temos o fator do enaltecimento do alto rendimento e esportivização que
é justificado como uma necessidade de se ter um “país olímpico” que traz benefícios
para todas as áreas, em suma um discurso hegemonicamente econômico,
despreocupado com a formação integral dos alunos.
Os saberes tratados na Educação Física nos fazem compreender que existe
uma variedade de formas de apreender e intervir na realidade social que deve ser
valorizada na escola. Darido e Rangel (2005) entendem que conteúdos de ensino é
o conjunto de conhecimentos, habilidades, hábitos, modos valorativos e atitudinais
de atuação social, organizados pedagógica e didaticamente, tendo em vista a
assimilação ativa e aplicação pelos alunos na sua prática de vida.
As formas como os alunos enxergam o papel das práticas corporais são
diversas e contraditórias. Por vezes o conteúdo de ensino da Educação Física é
visto apenas na dimensão do “fazer pelo fazer”. Isso impossibilita um entendimento
claro sobre o papel da Educação Física e a compreensão crítica da presença das
manifestações da cultura corporal logo promovem o desinteresse dos alunos e o
“empobrecimento do trabalho do professor de Educação Física” (MATTOS E NEIRA,
p. 171). É fundamental uma proposta de educação que tenha como fim, fazer com
que os alunos entendam e conheçam o próprio corpo como algo além de uma
anatomia a ser treinada, mas uma totalidade que pode ser expressa através do
movimento, sentimentos e atuações no mundo. Para isso, é fundamental que haja
mudanças na formação profissional dos professores, permitindo-os a ressignificação
da sua própria prática educativa e promovendo um avanço na concepção e prática
pedagógica da Educação Física.
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8
2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP)
na vida escolar não poderia ser diferente, faz necessário que seja elaborado
um Projeto Político Pedagógico (PPP), onde trará um plano para ser seguido e as
possíveis soluções para os problemas que forem surgindo.
De acordo com Gadotti (2001), o termo projeto surge do verbo lançar-se para
frente, projetar, sempre com a ideia de mudança, movimento. A sua origem
etimológica vem do latim, projectu. Alvaréz (1998) em sua definição retrata que é a
passagem entre presente para o futuro.
Pode-se chegar à conclusão que o projeto tem a ideia de lançar para frente
com uma base para superar todos os desafios que possam aparecer. Segundo
Gadotti (cit por Veiga, 2001, p. 18), verifica-se que:
Todo projeto supõe ruptura com o presente e promessas para o futuro.
Projetar significa tentar quebrar um estado confortável para arriscar-se,
atravessar um período de instabilidade e buscar uma estabilidade em
função de promessa que cada projeto contém de estado melhor do que o
presente. Um projeto educativo pode ser tomado como promessafrente
determinadas rupturas. As promessas tornam visíveis os campos de ação
possível, comprometendo seus atores e autores.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/94), no seu artigo
12, inciso I, estabelece que “os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas
comuns e as do seu sistema de ensino, terno a incumbência de elaborar e executar
sua proposta pedagógica”, desta maneira o projeto pedagógico torna-se o principal
objeto da escola.
Segundo André (2001, p. 188) o Projeto Político Pedagógico não tem apenas
poder de uma exigência administrativa, nem muito menos um guia de intenções, faz
necessário que expresse a importância e o trabalho realizado em conjunto por todos
os profissionais da escola, no sentido de atender às diretrizes do Sistema Nacional
de Educação, bem como às necessidades locais e específicas da clientela da
escola.
Diante de Vasconcellos (1995, p. 143), o Projeto Pedagógico trata-se de:
É um instrumento teórico-metodológico que visa ajudar a enfrentar os
desafios do cotidiano da escola, só que de uma forma refletida, consciente,
sistematizada, orgânica e, o que é essencial, participativa. E uma
metodologia de trabalho que possibilita resignicar a ação de todos os
agentes da instituição.
Baixado por Deborah Vitoria (deborahvsborges@gmail.com)
lOMoARcPSD|23486086
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Deve-se deixar claro que o Projeto Político Pedagógico não é abordado
apenas para mostrar que a escola tem um projeto, muito menos deixar guardado em
uma gaveta da direção da escola, é um instrumento de trabalho que indica ruma,
direção e sua construção é feita por todos que compõem a instituição.
Verifica-se que o PPP da presente escola visa dispor uma revelação da
identidade da Instituição, bem como, das suas concepções e sonhos. Nota-se assim,
a definição da natureza e o papel socioeducativo, cultural, político e ambiental da
escola.
Nota-se que o processo avaliativo se realiza da seguinte forma:
 Registros dos planejamentos das aulas com estratégias para o
desenvolvimento das habilidades e competências necessárias, tendo como
a base os diferentes instrumentos de avaliação e avaliação do rendimento
escolar; 
 Observação do planejamento e desenvolvimento das avaliações e
das aulas pela coordenação e direção fornecendo feedback ao professor e
registrando o devido encaminhamento acordado; 
 Observação dos grupos de alunos formados involuntariamente que
vêm a escola para estudar em período oposto; 
 Levantamento do número de alunos que participaram do projeto e
melhoraram o rendimento;
 Registro dos projetos realizados.
Frisa-se que a equipe da direção da escola realiza o acompanhamento e
execução do PPP é por meio da atuação do professor coordenador em que ocorre o
trabalho dos professores, desenvolvendo assim, um feedback para o professor. 
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10
3 ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS
As metodologias ativas são retratadas como uma nova forma de pensar o
ensino tradicional, tendo em vista que se refere a um dos princípios da Base
Nacional Comum Curricular, ou seja, a promoção do aluno como protagonista de seu
processo de ensino-aprendizagem.
A escola em estudo faz o uso de diversos materiais didáticos, tais como:
 Textos;
 Jogos;
 Tv;
 Som;
 Material impresso;
 Revistas;
 Jornais.
 Cartazes;
 Gráficos;
 Maquete;
 Desenhos;
 Filmes;
 Slides;
 Ilustrações.
Os materiais são recursos da escola e também desenvolvido pelo professor,
principalmente confeccionados pelo aluno, incentivando o mesmo na participação da
aula.
Os materiais são usados frequentemente no período da semana, como os
gráficos, slides, filmes, jogos, ilustrações, cartazes, entre outros. Bem como, alguns
materiais são utilizados como base para as aulas, porém, sempre buscando a
inclusão de novos materiais.
Observa-se que alguns materiais são utilizados em sala, como também em
espaço diverso. É visto que na escolha do recurso, o professor considera alguns
fatores, como: o conteúdo e o grau de desenvolvimento, interesse e necessidades
Baixado por Deborah Vitoria (deborahvsborges@gmail.com)
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dos alunos; a adequação às habilidades que se pretende desenvolver; a qualidade e
a atração; e principalmente o baixo custo e a manipulação acessível.
Portanto, frisa-se que os materiais utilizados possuem de uma sala específica,
denominada de sala de apoio, sendo devolvido ao término do uso, a escola tem uma
equipe multidisciplinar, sendo responsável pela administração dos materiais.
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4 ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE
O professor regente Leonardo Cavalcante e Silva, possui anos de experiência
no espaço escolar, dispondo de curso de especialização. Já participou de diversos
cursos de capacitação, tendo em vista que são fundamentais para aprimorar o seu
conhecimento.
Quanto aos fatores relacionados as metodologias e recursos didáticos nas
aulas, considera-se todos os aspectos que o aluno possui como referência e
vivência sobre o conteúdo. Sendo assim, o momento trata-se de uma preparação e
mobilização do aluno para promover assim, o desenvolvimento do conhecimento. 
Diante do uso da metodologia, o professor promove aulas práticas e teóricas,
demonstrando assim, os conteúdos de forma ampla, respeitando as diferenças no
aprendizado, e com isso, elevando o nível de dificuldade com base na série e a
capacidade de cada aluno. 
A avaliação ocorre por meio de seleção dos conteúdos considerados como
fundamentais ao discente ao final de cada etapa, ocorrendo através do conceito das
notas.
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5 PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS TEMAS
CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC
A Transversalidade é vista como aqueles que expressam conceitos e valores
direcionados à democracia e à cidadania, apresentando assim, obediência as
questões importantes e urgentes para a construção de uma sociedade
contemporânea.
Segundo os PCNs (BRASIL, 1997, p. 64), os temas transversais:
Não constituem novas áreas, mas antes um conjunto de temas que
aparecem transversalizados nas áreas definidas, isto é, permeando a
concepção, os objetivos, os conteúdos e as orientações didáticas de cada
área, no decorrer de toda a escolaridade obrigatória. A transversalidade
pressupõe um tratamento integrado das áreas e um compromisso das
relações interpessoais e sociais escolares com as questões que estão
envolvidas nos temas, afim de que haja uma coerência entre os valores
experimentados na vivência que a escola propicia aos alunos e o contato
intelectual com tais valores.
Verifica-se que os temas transversais não novos, tendo em vista que são
temáticas que já explora-se em várias áreas. De acordo com a compreensão de
Rodrigues e Galvão (2005, p. 85), observa-se que:
(...) os temas transversais são os grandes problemas da sociedade
brasileira que o governo e a sociedade têm dificuldade na condução de
soluções e que, por isso, encaminham para a escola a tarefa de tratar estes
aspectos. Eles podem e devem ser trabalhados por todos os componentes
curriculares, logo, sua interpretação pode se dar entendendo-os como as
ruas principais do currículo escolar que necessitamser
atravessadas/cruzadas por todas as disciplinas.
É visto que o meio ambiente, o trabalho, a ética, a saúde, o consumo, a
orientação sexual e a pluralidade cultural não são retratadas como disciplinas
autônomas, mas que se relacionam com as áreas do conhecimento.
Os TCTs não se trata exclusivamente como um componente curricular, porém,
interliga-se no geral de forma transversal e integradora. É visto que a Base Nacional
Comum Curricular explana que a importância dos TCTs se demonstra no dever dos
sistemas de ensino e escolas.
Verifica-se a relevância em realizar o trabalho dos TCTs na escola, tendo em
vista que direciona o aluno para uma visão em vários aspectos, colaborando assim,
no desenvolvimento de uma vida digna e justa no meio social.
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Observa-se que os temas transversais dos novos parâmetros curriculares
contemplam o meio ambiente, a ética, pluralidade cultural, saúde e orientação
sexual. Insta destacar que todos os temas transversais possuem sua importância,
porém, é de suma relevância que a pluralidade cultural e a orientação sexual são
abordagens que devem ser expostos nos campos universitários. 
Ressalta-se, que é fundamental compreender a realidade, levando em
consideração que a mesma se encontra complexa a cada dia, possuindo poucas
alternativas de solução.
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6 ANÁLISE DO PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA
Frente a formação da equipe gestora, insta destacar que a escola possui uma
equipe gestora com formação acadêmica adequada, bem como, detentora de
conhecimento sobre a BNCC.
Em relação a formação do corpo docente, verifica-se que a equipe gestora faz
o uso de várias estratégias, garantindo assim aos professores preparos para
trabalhar com base no BNCC da escola, realizando reuniões e encontros de
capacitações.
O corpo docente tem ciência da relevância da BNCC. O BNCC é visto entre
os professores em encontros voltados para a aplicabilidade desse estudo. Frisa-se
que as reuniões ocorrem mensalmente, frisando dessa maneira, diversos fatores da
escola.
Bem como, pode-se analisar que as equipes docente e gestora sempre
buscam mudanças nos instrumentos avaliativos com o intuito de adequá-los aos
direcionamentos da BNCC. 
Analisa-se que o PPP apresenta todas as normas para ser seguidas na
escola, sempre buscam atualizar o documento constantemente, alinhando diante da
realidade da escola.
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7 ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO
PROFESSOR
O professor utiliza-se como ferramentas de avaliação, provas, trabalhos,
relatórios, seminários e estudo coletivo, abordando especificamente cada ponto que
é trabalhado em sala de aula.
Nota-se que o professor atribui nota diante do desenvolvimento dos trabalhos
e seminários, aplicando pontuação em prova, resultando dessa forma, na média do
aluno. 
Tratando-se do método adotado pelo professor Leonardo Cavalcante e Silva
na correção dos instrumentos avaliativos interliga-se para os fatores relacionados ao
conhecimento dos conteúdos, bem como, na participação das aulas e nos trabalhos
em grupo.
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8 ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO ACOMPANHAMENTO
DO DESENVOLVIMENTO DA DISCIPLINA
A equipe pedagógica é retratada como aquela responsável pela coordenação
das ações didático-pedagógicas, que ocorrem no espaço escolar. Considera-se
como um trabalho de liderança que busca ajudar a escola no desempenho do seu
processo de ensino-aprendizagem.
Dessa maneira, compreende-se a importância da equipe pedagógica,
principalmente no aspecto do suporte aos professores, realizando dessa forma, o
desenvolvimento das atividades frente as normas expostas no Projeto Político
Pedagógico.
Verifica-se o processo de recebimento e validação dos planejamentos do
professor, realizando-se da seguinte maneira:
 processo de observação de aulas;
 processo de validação dos instrumentos avaliativos encaminhados pelo
professor;
 processo de validação dos registros pedagógicos do professor;
 processo de reuniões/orientações pedagógicas com o professor para
fornecimento de feedback e demais encaminhamentos;
 processo de avaliação do alinhamento da atuação do professor às diretrizes
oficiais para o ensino na área;
 atuação da equipe pedagógica na resolução de conflitos existentes. 
Portanto, pode-se abordar a importância da participação de todos que
constituem a escola, sendo fundamental para o bom ensino e melhor aprendizado
dos alunos.
9 OBSERVAÇÃO E PARTICIPAÇÃO EM AULAS
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Ao longo do momento de observação e participação das aulas, analisou-se
diversas situações acerca do aluno e do professor. Verificou-se a maneira que o
professor aborda o conteúdo pelo professor, fazendo uso assim, de didática e
metodologia de fácil compreensão.
O professor assumiu uma postura correta ao decorrer de todas as aulas,
sendo ponto de grande relevância, tendo em vista que é um comportamento que
favorece no aprendizado dos alunos.
Os alunos a todo o momento participaram das aulas, direcionando perguntas
ao professor, demostrando-se interessados pela aula, bem como, pelo conteúdo
aplicado.
Destaca-se que nas aulas são aplicadas diante dos conteúdos em livros
didático nas aulas, e complementando assim, com materiais diversos, tratando-se de
apoio no ensino e aprendizado.
Destaca-se que a interação entre professor e alunos se realizou
espontaneamente, de forma respeitosa e atentamente. Salienta-se que o professor
verifica o desempenho dos alunos ao longo das aulas frente a participação das
atividades.
10 PRODUÇÃO DE RELATO
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O estágio foi realizado na Escola de Referência em Ensino Médio Frei
Caetano de Messina, localizada em Bom Conselho. A responsável pela escola é a
diretora responsável Andréa Aparecida Salerno Leite.
O estágio ocorreu no período de 06/09/2022 a 11/10/2022. Ocorreu de
segunda a sexta-feira nos seguintes horários: manha, das 08h às 12h e tarde das
13h às 15h, sob a supervisão do professor Leonardo Cavalcante e Silva.
Ao longo de todo esse período, o professor ministrou aulas atrativas,
buscando dessa forma, atrair os alunos, utilizando-se de várias ferramentas
metodológicas. As aulas tiveram aceitação pelos alunos nas turmas observadas.
11 ELABORAÇÃO DO PLANO DE AULA
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Plano de
Aula
Escola Escola de Referência em EnsinoMédio Frei
Caetano de Messina
Professor Regente Leonardo Cavalcante e Silva
Professor 
Estagiário
Jorgenaldo Ferreira Torres
Identificaç
ão 
Disciplina Educação Física
Série 1º ANO 
Turma A
Período Matutino
Conteúdo
 Recreação
Objetivos
Objetivos
 Desenvolver as habilidades motoras básicas.
Metodolog
ia
Aquecimento: Pique Está em Dupla Os alunos estarão de mãos
dadas formando duplas. Os pegadores que estarão na mesma
formação. A dupla que for pega passará a função de pegador.
Parte Principal
Treinando Arremesso: Cada um faz uma bolinha com uma folha
de jornal. Em seguida desenvolver as
Seguintes propostas:
Brincar à vontade;
Dois a dois um joga a bolinha para outro pegar uma vez com a mão
direita e outra vez com a mão esquerda.
Dois a dois - um faz cesta com seus braços e o outro arremessa a
bolinha tentando acertar na cesta. Primeiro com a mão direita e
depois com a mão esquerda. Um bambolê preso a trave os alunos a
cerca de cinco metros tentam acertar dentro do bambolê com a mão
direita e com a mão esquerda.
Pique - Bandeira
Separam-se os alunos em dois grupos e delimita-se o espaço em
que acontecerá o jogo (podendo ser a quadra de handebol, por
exemplo). Solicita-se que os grupos se posicionem em cada metade
do espaço ou quadra, alonga-se e coloca-se uma bandeira em cada
extremidade. Os alunos terão de cruzar a metade ocupada pelo
outro grupo, capturar a bandeira que lhes pertence e retornar à sua
metade. Assim que os alunos cruzam a metade da quadra, os
integrantes do grupo pertencentes àquele espaço poderão colá-los.
Os alunos colados poderão ser descolados pelos colegas livres do
seu grupo. Marca o ponto o grupo que recupera sua bandeira e
posiciona-se na sua metade com todos os integrantes.
Recursos  Bolinhas de papel, bandeiras (pode ser qualquer pano) área de
espaço amplo.
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Avaliação
Observar a participação dos alunos ao longo das atividades de
recreação avaliando sua desenvoltura quanto aos objetivos
estabelecidos.
Referência
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fisica-.pdf
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Plano de
Aula
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Escola Escola de Referência em Ensino Médio Frei
Caetano de Messina
Professor Regente Leonardo Cavalcante e Silva
Professor 
Estagiário
Jorgenaldo Ferreira Torres
Identificaç
ão 
Disciplina Educação Física
Série 1º ANO 
Turma B
Período Matutino
Conteúdo
 Recreação
Objetivos
Objetivos
 Melhorar a atenção e a concentração.
Metodolog
ia
Alongamento/Aquecimento:
Rápida explicação da atividade. Pega-pega de mãos dadas.
Mãe-cola, para descolar tem que dar um abraço no amiguinho.
Um breve alongamento.
Estafeta de saltitos
Fazer grupos de cinco à seis alunos. Determinar um espaço e uma
distância para a brincadeira. Saltitos com o pé direito e volta com pé
esquerdo; em duas duplas de mãos dadas; com uma bola entre as
pernas na altura do tornozelo; saltitando agachado, saltitar pulando
corda (um aluno vai e outro volta).
Recreação com bolas:
Na primeira atividade os alunos formarão um grande círculo onde
um dos alunos ficará no centro do círculo com a bola na mão. Ao
sinal do professor o aluno irá chamar o nome de um dos colegas e
retornará para o círculo. O garoto que foi chamado terá que pegar a
bola antes que ela caia no chão. Chamar o maior número de nomes
possíveis. 
Na segunda atividade o professor dividirá os alunos em quatro
equipes dependendo do número de alunos. Chama uma equipe
para o centro e pede parque os outros fiquem no círculo grande
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cercando-os. O grupo que estiver no centro terá que manter a
bexiga que professor jogar para eles no ar. Primeiro o professor
lançará somente uma bexiga depois duas, depois três, até que eles
deixem cair humano chão. O professor tem que sempre está se
movimentando e tentando tirar sua atenção.
Recursos
 Uma bola leve e grande e bexigas
Avaliação
Observar a participação dos alunos ao longo das atividades de
recreação avaliando sua desenvoltura quanto aos objetivos
estabelecidos.
Referência
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Plano de
Aula
Escola Escola de Referência em Ensino Médio Frei
Caetano de Messina
Professor Regente Leonardo Cavalcante e Silva
Professor 
Estagiário
Jorgenaldo Ferreira Torres
Identificaç
ão 
Disciplina Educação Física
Série 1º ANO 
Turma C
Período Matutino
Conteúdo
 Recreação
Objetivos
Objetivos
 Conhecer seus próprios limites;
 Desenvolver habilidades motoras básicas;
 Compreender a importância do trabalho em grupo.
Metodolog
ia
Introdução:
Reunir os alunos num círculo, explicar como vai ser a aula,
demonstrando a importância das atividades físicas para saúde e o
bem estar. No aquecimento será feito uma atividade recreativa onde
trabalhará cooperação e habilidades físicas. Serão desenvolvidos
jogos e brincadeiras.
Desenvolvimento:
Pacman (Aquecimento) Pega-pega na quadra, porém só é
permitido andar por cima das linhas da quadra. O "pacman"
(pegador) também deverá andar apenas pelas linhas. Quem for
pego, deverá sentar no local exato onde foi pego e servirá de
obstáculo para quem está fugindo, mas NÃO para o pacman", ou
seja, o pegador pode pular as pessoas que foram pegas por ele e
estão sentadas no chão, mas os fugitivos não podem pular esses
obstáculos. Quem for o último a ser pego será o vencedor.
Corrida de obstáculos
Jogam dois corredores, que deverão percorrer uma distância e
chegarão fim, enfrentando obstáculos (os obstáculos serão pessoas
curvadas). Quem cruzar a linha de chegada primeiro vence.
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Travessia
Escolhe-se quem vai ser o barrador. O barrador ficará no centro do
terreno e deverá tentar impedir que os participantes (um de cada
vez) ultrapassem e cheguem até o fim. O barrador poderá correr
atrás do intruso, o importante é tocá-lo. Se o intruso conseguir
chegar no fim do terreno sem ser pego, volta a compor o grupo de
pessoas que está esperando para brincar. Se o barrador conseguir
pegar o intruso (ele dirá: "barrei!"), este une-se a ele com as mãos e
também vira barrador, com o mesmo objetivo. O jogo acaba quando
todos viram barradores.
Recursos  Quadra esportiva
Avaliação
Observar a participação dos alunos ao longo das atividades de
recreação avaliando sua desenvoltura quanto aos objetivos
estabelecidos.
Referência
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fisica-.pdf
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Plano de
Aula
Escola Escola de Referência em Ensino Médio Frei
Caetano de Messina
Professor Regente Leonardo Cavalcante e Silva
Professor 
Estagiário
Jorgenaldo Ferreira Torres
Identificaç
ão 
Disciplina Educação Física
Série 2º ANO 
TurmaA
Período Matutino
Conteúdo
 Atividades Lúdicas e Recreativas.
Objetivos
Objetivos
 Vivenciar as valências físicas, lateralidade e a percepção 
espaço-temporal.
 Cooperar demonstrando iniciativa e companheirismo nas 
atividades.
Metodolog
ia
Aquecimento-Vivo ou Morto:
Os alunos estarão reunidos com o professor no centro da quadra, e
ao sinal de comando do mesmo agacharão (morto) ou levantarão
(vivo).
Pique Elefante:
O aluno pegador estará simulando uma tromba de elefante e tentará
pegar um dos outros colegas lhe passando a função de pegador.
Identificação de Cores:
Os alunos estarão reunidos num lado da quadra, enquanto que
bambolês com cores diferenciadas estarão do outro lado da quadra.
O professor falará uma cor e os alunos correrão e, direção ao
bambolê correspondente.
Pique Tá Com Bola de Meia:
O aluno pegador estará de posse de uma bola de meia e tentará
pegar um outro aluno encostando a bola de meia e
consequentemente lhe passando a função de pegador. Caso
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necessário há possibilidade de aumentar o número de pegadores.
Chicotinho Queimado:
Os alunos estarão sentados em círculo no meio da quadra. Um
aluno estará fora do círculo de posse de uma bola com a finalidade
de deixar a bola atrás de um dos colegas do círculo. Este aluno
escolhido pegará a bola e tentará pegar o outro aluno antes que ele
sente em seu lugar.
Recursos  Bola de Meia, Bambolê, Bola.
Avaliação
Observar a participação dos alunos ao longo das atividades de
recreação avaliando sua desenvoltura quanto aos objetivos
estabelecidos.
Referência
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Plano de
Aula
Escola Escola de Referência em Ensino Médio Frei
Caetano de Messina
Professor Regente Leonardo Cavalcante e Silva
Professor 
Estagiário
Jorgenaldo Ferreira Torres
Identificaç
ão 
Disciplina Educação Física
Série 2º ANO 
Turma B
Período Matutino
Conteúdo
 Futsal
Objetivos
 Conhecer e vivenciar atividades lúdicas de iniciação ao 
futsal.
Metodolog
ia
Aquecimento - Mãe corrente:
Com os alunos dispostos pelo pátio (ou campo) o professor
devera selecionar um pegador enquanto os demais deverão fugir
quando o pegador conseguir pegar um aluno o mesmo deverá dar
as mãos ao aluno (pegador) e os dois deverão continuar pegando
os demais os que forem sendo pegos irão dando as mãos e assim
sucessivamente até pegarem o último.
Alongamento: alongamento dando ênfase aos membros inferiores
Carangueijo-bol
O professor divide os alunos em duas equipes. Os alunos
são colocados em seus respectivos campos e dentro da área de gol
e só poderão se movimentar em 4 apoios. A bola é colocada no
centro da quadra e ao sinal do professor, ambas as equipes saem
na posição de quatro apoios em direção a bola que está no centro
da quadra. O objetivo é marcar gol no time adversário. Não
podendo colocar a mão na bola (somente o goleiro pode). As regras
são as mesmas do futsal. Essa atividade exige muitos dos músculos
inferiores e posteriores, portanto é necessário um alongamento
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mais amplo.
Pebolim-Humano
Alunos organizados em equipes para jogo; seis cordões
dispostos lateralmente pela quadra, na altura da cintura, acrescidos
de dois cordões fixos lateralmente nas traves do gol; cada cordão,
dois, três ou mais canos (tubos) que possam ser segurados pelas
mãos dos alunos. No cordão de cada gol haverá um cano; o do jogo
é marcar gols sem soltar o cano; os alunos só poderão se deslocar
lateralmente pelo cordão, segurando o cano sem soltar as mãos; o
início do jogo se dará com a bola lançada pelo professor e o reinício
pelos goleiros; as regras deverão ser discutidas e adaptadas com
base nas do jogo de futsal.
Recursos
 Barbantes ou cordas, pedaços de canos, bolas de borracha
quadra ou área de espaço amplo.
Avaliação
Observar a participação dos alunos ao longo das atividades de
futsal avaliando sua desenvoltura quanto aos objetivos
estabelecidos.
Referência
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fisica-.pdf
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Plano de
Aula
Escola Escola de Referência em Ensino Médio Frei
Caetano de Messina
Professor Regente Leonardo Cavalcante e Silva
Professor 
Estagiário
Jorgenaldo Ferreira Torres
Identificaç
ão 
Disciplina Educação Física
Série 3º ANO 
Turma A
Período Matutino
Conteúdo
 Atletismo
Objetivos
 Conhecer as diversas modalidades do atletismo.
Metodolog
ia
Apresentar as diversas modalidades do atletismo como:
corrida de velocidade, saltos, lançamentos e arremesso.
Abordar características das provas de atletismo, em relação
as corridas, saltos, lançamentos e arremesso. Sendo:
Corrida: Velocidade intensa: 100m, 200m, 400m; com barreira:
100m, 110m e 400m;
revezamentos: 4x100m e 4x400m.
 Velocidade prolongada: 800m rasos.
 Meio fundo: 1.500m e 3.000m rasos e 3.000 com obstáculos.
 Fundo: 5.000m e 1.000m rasos, corrida de rua, marcha
atlética e croos country.
Saltos: salto triplo, salto em altura, salto com vara, salto em
distância.
Lançamentos: dardo, martelo e disco.
Arremesso: peso.
Recursos  Data Show
 Computador
 Power Point
Participação do aluno durante a aula por meio de perguntas e
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Avaliação debates sobre os temas expostos em questão.
Referência
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fisica-.pdf
Plano de
Aula
Escola Escola de Referência em Ensino Médio Frei
Caetano de Messina
Professor Regente Leonardo Cavalcante e Silva
Professor 
Estagiário
Jorgenaldo Ferreira Torres
Identificaç
ão 
Disciplina Educação Física
Série 3º ANO 
Turma B
Período Matutino
Conteúdo
 Voleibol
Objetivos
 Conhecer os principais fundamentos e regras do voleibol.
 Praticar atividades relacionadas a esta modalidade esportiva.
Metodolog
ia
Comece lançando uma pergunta para a turma: o que os
alunos conhecem a respeito do vôlei? Eles costumam praticar este
esporte fora da escola? Estabelecer uma conversa inicial com os
alunos a respeito da modalidade é fundamental para compreender o
que eles já sabem. Aproveite este momento para contar à turma
mais sobre a origem e a evolução do voleibol e exponha algumas
das regras da modalidade.
Em seguida, leve os alunos à quadra da escola e proponha
uma atividade de aquecimento, a "rodinha". Divida a turma em
grupos de quatro alunos e organize pequenas rodas, para que cada
aluno participe da atividade tocando a bola várias vezes. Utilize
bolas de iniciação esportiva, mais leves e macias. O objetivo do
jogo é tocar a bola entre os integrantes da roda utilizando os
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fundamentos do voleibol (toque e manchete), mantendo-a em jogo
com maior número de toques possível. É permitido usar os pés para
alcançar umabola distante, e a bola poderá tocar o piso apenas
uma vez a cada toque de um aluno. Se a bola tocar o piso por duas
vezes consecutivas, a contagem será reiniciada pelo grupo. No final
desta etapa, pergunte a cada grupo qual foi o máximo de toques
que conseguiram dar na bola. Para finalizar o aquecimento,
aumente a complexidade e diga que agora a bola não poderá tocar
o piso nem por uma vez. Se isto acontecer, a contagem será
reiniciada pelo grupo.
Depois da atividade de aquecimento, sugira um alongamento
e explique à turma a importância de alongar-se antes e depois da
prática de exercícios físicos. Você, professor, é quem vai conduzir
esta atividade. Priorize uma sequência de exercícios para os
membros superiores, mais exigidos em uma partida de vôlei de
quadra. Dê atenção especial aos dedos, às palmas das mãos,
antebraços, braços e ombros, mas não esqueça dos membros
inferiores, já que o vôlei também requer deslocamentos e saltos.
Com os alunos devidamente alongados, proponha uma
situação de jogo. Divida a quadra em duas metades no sentido de
seu comprimento com uma corda elástica amarrada às traves de
futsal, de modo que a corda passe e fique apoiada sobre a rede de
vôlei (ou seja, a quadra vai ficar dividida em quatro partes).
Proponha um jogo de vôlei dinâmico, em quadra reduzida e,
também, com número reduzido de jogadores por equipe. Trabalhe,
a princípio, com bolas de iniciação esportiva, orientando o bom
posicionamento para a recepção, o toque e a manchete.
Para uma turma de 32 alunos, por exemplo, é interessante
trabalhar com o jogo 4×4. Assim, metade da turma estará jogando
enquanto os quatro quartetos que aguardam no fundo das quadras
devem permanecer atentos para entrar em quadra a qualquer
momento. Funciona da seguinte forma: a equipe que pontuar
permanece em quadra e um novo quarteto (que aguardava no fundo
da quadra, do lado oposto) entra no jogo para enfrentá-la. E assim
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sucessivamente, até que todas as equipes participem.
Recursos
 Bolas de iniciação esportiva e/ou de vôlei, rede, corda elástica.
Avaliação
Observe a participação dos alunos ao longo das atividades de
conversa, alongamento, aquecimento e durante a partida. É
importante que, ao final da aula, a turma saiba contar mais sobre a
história do vôlei, reconheça as regras da modalidade e saiba
executar alguns de seus fundamentos – o saque, as manchetes, o
toque e as cortadas, por exemplo.
Referência
https://www.educacaofisicaa.com.br/2018/07/plano-de-aula-para-
voleibol-na-escola-5.html
Plano de
Aula
Escola Escola de Referência em Ensino Médio Frei
Caetano de Messina
Professor Regente Leonardo Cavalcante e Silva
Professor 
Estagiário
Jorgenaldo Ferreira Torres
Identificaç
ão 
Disciplina Educação Física
Série 3º ANO 
Turma C
Período Matutino
Conteúdo
 Iniciação ao Basquete.
Objetivos
 Vivenciar o basquete.
 Desenvolver os fundamentos básicos do basquete.
Metodolog
ia
Aquecimento - Pique bola ao ar:
O jogador de posse da bola deve correr e jogá-la para cima dizendo
o nome de uma criança participante que deverá apanhar a bola
antes dela cair no chão e arremessá-la contra outro participante. O
jogador que foi “acertado” reinicia o pique. Caso ninguém seja
“acertado” o participante que arremessou é quem reinicia a
brincadeira.
Experimentando o Basquete
Inicia-se experimentando os movimentos corporais relativos ao
esporte: Dispersos pela
quadra, ao sinal da professora deslocar-se para frente, para trás,
saltar... Obs.: proponha desafios estimulantes! Torne divertido! Use
a criatividade.
Experimentar o manejo de bola: dividir a turma em grupos de
acordo com a quantidade de bolas disponíveis. Ao sinal do
professor cada aluno pega 1 bola e por 5 minutos realiza os
movimentos: passar de uma mão para outra, lançar ao alto deixar
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dar um quique e abafar com as 2 mãos, etc.
Posicionar os alunos em colunas em uma das extremidades da
quadra e propor que eles se desloquem quicando a bola: ida com a
mão direita e a volta com a mão esquerda.
Prática de Arremesso:
Forma-se colunas nas quatro extremidades da quadra, de frente
para o meio. Numeram-se os alunos de cada coluna, conforme a
sua totalidade. Posicionam-se as quatro bolas de basquete ao
centro da quadra, uma para cada equipe. Ao comando do professor,
o
número chamado levanta-se, dirige-se até o meio, pega a bola
referente à sua equipe, volta em direção à cesta de basquete
próxima de onde estava sentado e a arremessa até realizar o ponto.
Conforme as cestas forem convertidas, os alunos retornam até o
meio da quadra com a bola, deixando-a onde estava, e retornam ao
seu lugar inicial. Os pontos são marcados por ordem de chegada.
Recursos
 Bolas de Basquete ou Bolas de Borracha
Avaliação
Observar a participação dos alunos ao longo das atividades de
basquete avaliando sua desenvoltura quanto aos objetivos
estabelecidos durante a aula.
Referência
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12 RELATO DO ENCONTRO COM O PROFESSOR
No momento do encontro com o professor Leonardo Cavalcante e Silva,
foram discutidos todos os pontos aplicados nos planos de aula, ocorrendo assim,
uma explicação sobre cada conteúdo aplicado. 
Um momento em que me chamou bastante atenção, foi pela livre escolha que
o professor Leonardo Cavalcante e Silva deixou para realizar as escolhas sobre os
estudos que seriam aplicados na minha regência. Recebi vários elogios por parte do
professor, e principalmente uma aceitação pelos alunos.
O encontro com o professor foi de tamanha importância, sendo um momento
onde tudo pode ser explicado, bem como, discutido todos os assuntos que seriam
aplicados, métodos de avaliação, apresentando o objetivo da aula, entre outros
pontos.
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13 REGÊNCIA
Plano de
Aula
Escola Escola de Referência em Ensino Médio Frei
Caetano de Messina
Professor Regente Leonardo Cavalcante e Silva
Professor 
Estagiário
Jorgenaldo Ferreira Torres
Identificaç
ão 
Disciplina Educação Física
Série 3º ANO 
Turma A
Período Matutino
Conteúdo
 Atletismo
Objetivos
 Conhecer as diversas modalidades do atletismo.
Apresentar as diversas modalidades do atletismo como:
corrida de velocidade, saltos, lançamentos e arremesso.
Abordar características das provas de atletismo, em relação
as corridas, saltos, lançamentos e arremesso. Sendo:
Corrida: Velocidade intensa: 100m, 200m, 400m; com barreira:
100m, 110m e 400m;
revezamentos: 4x100m e 4x400m.
 Velocidade prolongada: 800m rasos.
 Meio fundo: 1.500m e 3.000m rasos e 3.000 com obstáculos.
Baixado por Deborah Vitoria (deborahvsborges@gmail.com)
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Metodolog
ia
 Fundo: 5.000m e 1.000m rasos, corrida de rua, marcha
atlética e croos country.
Saltos:salto triplo, salto em altura, salto com vara, salto em
distância.
Lançamentos: dardo, martelo e disco.
Arremesso: peso.
Recursos  Data Show
 Computador
 Power Point
Avaliação
Participação do aluno durante a aula por meio de perguntas e
debates sobre os temas expostos em questão.
Referência
https://unigra.com.br/arquivos/120-planos-de-aula-educacao-
fisica-.pdf
14 RELATO DA REGÊNCIA
O período de regência ocorreu com a aplicação dos planos de aulas,
evidenciando assim, os objetivos propostos no início das aulas, atingindo todos, e
dessa forma, todos os conteúdos foram aplicados de forma satisfatória. 
As metodologias aplicadas foram essenciais para o desenvolvimento da
temática proposta, tendo em vista a participação de todos alunos, sendo ponto
positivo no ensino. O ensino quanto aos conhecimentos aplicados foi suficiente.
Utilizei de recursos corretos e suficientes para o desenvolvimento da aula. 
Ocorreu o controle da disciplina e também as questões que foram aparecendo
ao decorrer da aula. O professor Leonardo Cavalcante e Silva, interviu com a
finalidade de auxiliar, facilitando assim, a aula.
Diante de toda a aplicação dos planos de aulas, frisa-se que os alunos
compreenderam todas as explicações, entendendo assim, o meu tom de voz,
pronúncia e linguagem, resultando em forte interação com todos os alunos.
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15 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ao longo do presente relatório de estágio, observou-se a ampla contribuição
do mesmo em relação ao conhecimento, levando em consideração que propôs
várias analises frente das diversas situações.
O estágio apresenta como fase principal na vida do aluno, tendo em vista que
é o momento em que o futuro profissional analisa suas dificuldades, bem como,
supri suas dúvidas com o auxílio de um profissional. 
Entretanto, o relatório de estágio visa expor as soluções das situações
apresentadas, fazendo com que o aluno exponha seus objetivos, analisando cada
ponto.
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16 TERMO DE VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO
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REFERÊNCIAS
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