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Giovana Vitória – T8 TIPOS DE SUTURA A sutura tem como objetivo a melhor cicatrização e o melhor resultado estético Efeitos da sutura Síntese Recobrimento Hemostasia Condições para uma boa sutura Antissepsia Apresentação das bordas Hemostasia prévia Ausência de tensão Evitar “espaços mortos”, corpos estranhos ou tecidos desvitalizados Fios e agulhas menos calibrosos Mínimo de pontos necessários Como evitar espaço morto Boa técnica de sutura Escolher agulha e fio certos Utilizar o número adequado de pontos Distribuir uniformemente a tensão Adequada hemostasia antes de iniciar a sutura Classificação das suturas Permanência Absorvíveis Inabsorvíveis Técnica Pontos separados Pontos contínuos Planos Planos separados Planos contínuos Bordas Planas Com inversão Com eversão BASE TEÓRICA PARA UMA BOA SUTURA POSIÇÃO DA AGULHA 90° em relação ao porta-agulhas Porta-agulhas no início do 3º/3, final do 2°/3 da agulha Ponta da agulha orientada para a palma da mão do cirurgião DIREÇÃO DA SUTURA Da mão dominante para a não dominante do cirurgião Direita para esquerda e/ou de cima para baixo O nó final deve ser tracionado em direção ao cirurgião TAMANHO DO COTO Fio monofilamentar: cotos maiores Suturas internas: coto menor possível Afim de diminuir a reação de corpo estranho TÉCNICAS DE SUTURA CONTÍNUAS Chuleio simples Utilizado em feridas superficiais que não estão sob grande tensão, como cortes pequenos ou lacerações simples Chuleio ancorado É útil em áreas onde há maior tensão nos tecidos, pois o loop extra ajuda a distribuir a tensão de forma mais uniforme ao longo da ferida Intradérmico Utilizado em cirurgias estéticas ou em feridas que estão em áreas onde a aparência da cicatriz é importante, pois não deixa marcas visíveis na superfície da pele Giovana Vitória – T8 Sutura em bolsa Útil em feridas onde há muita tensão nos tecidos ao redor, como feridas circulares ou lacerações em áreas de dobra da pele DESCONTÍNUAS Ponto simples Epiderme + derme Distância entre a borda de entrada e saída deve ser a mesma Usado em feridas simples que não estão sob grande tensão, como cortes pequenos ou lacerações superficiais Ponto simples invertido Útil em áreas onde há risco de eversão dos bordos da ferida, ajudando a manter os bordos da ferida alinhados de forma mais precisa U horizontal Usado em feridas longas ou em áreas onde é necessário distribuir a tensão ao longo de uma área maior U vertical ou Donatti Longe-longe, perto-perto Usado em feridas longas ou áreas onde é necessário distribuir a tensão verticalmente ao longo da ferida Ponto em X Utilizado para fechar feridas que estão sob maior tensão, proporcionando uma distribuição uniforme da força ao longo da ferida Muito usado no couro cabeludo Ponto em X interno Útil em feridas profundas onde é importante evitar a exposição dos pontos na superfície da pele