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PROPOSTA DE REVISÃO D2 - NCS QUINTA ETAPA (Recuperação Automática)

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Aline Alves

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Questões resolvidas

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GABARITO - PROPOSTAS DE QUESTÕES DE REVISÃO D2 – QUINTA ETAPA
JUNHO/2024
PROFESSORA ALINE FÁTIMA ALVES TEIXEIRA
1. Sobre a doença meningite, responda as questões abaixo:
a) Quais são os agentes etiológicos causadores meningite? 
Vírus, bactérias, fungos, substâncias tóxicas
b) Dentre as populações acometidas quais são as que podem manifestar sintomas mais graves?
Os extremos de idade como RNs, idosos e aqueles com imunodeficiências
c) Quais são as meninges que podem ser acometidas pelos agentes causadores da meningite? 
d) Como ocorre o processo de drenagem das meninges, do ponto de vista venoso e quais os seios relacionados nesse processo?
Dura mater
Aracnoidea 
Pia mater 
e) Quais são os agentes etiológicos mais prováveis em relação as meningites que podem ocorrer nos recém nascidos? 
f) Dentre todas as causas de meningite quais são os agentes etiológicos mais frequentes?
g) Em relação as meningites bacterianas qual o agente etiológico mais prevalente? Existe diferença de agentes em relação a faixa etária? Se sim, cite os agentes etiológicos mais prováveis em relação a faixa etária pediátrica e o tipo dessas bactérias, em relação a forma e coloração pelo gram ?
h) Em relação aos sintomas apresentados pelos pacientes com meningite quais são os sintomas mais frequentes e quais são aqueles que podem predizer gravidade do quadro?
i) Qual a diferença entre meningite meningocócica e doença meningocócica?
j) Quais são os sintomas clássicos da doença meningocócica ? Explique de forma objetiva a fisiopatologia relacionada aos sintomas de menigococcemia (exeplos: petéquias, sufusões hemorrágicas)
k) Como deve ser feito o diagnóstico de meningite? 
l) Um exame de imagem normal, como tomografia cerebral ou ressonância magnética pode afastar a suspeita de meningite? 
m) Em relação a coleta de líquor em que situações essa coleta é indicada e quais as principais diferenças entre um líquor de paciente com quadro de meningite viral e bacteriana?
n) Qual o tratamento indicado aos pacientes com quadros de meningite e quando esses devem ser iniciados? Cite quando o paciente pode ser tratado de forma ambulatorial? (ou seja, em casa). 
o) No caso de internação hospitalar o paciente deve ser isolado?
p) Em relação a classe do antimicrobiano indicado para tratamento de meningites qual a primeira escolha e quais sãos os tipos de germes que podem ser cobertos por essa classe de ATB? 
q) Em relação ao uso de corticoide nas meningites, quando esse será indicado? Qual o mecanismo de ação dessa droga nessa situação? 
r) Quais são as outras possíveis indicações de uso de corticóides? 
s) Quais são os principais efeitos colaterais relacionados ao uso dessas drogas?
t) Quando indicar o processo de desmame de uso de corticóide e como esse deve ser orientado?
u) Em relação a vigilância epidemiológica, qual o seu papel no controle das meningites? 
v) Quando e para quem indicar a QUIMIOPROFILAXIA nas meningites?
2. Paciente idoso, diabético, hipertenso, 84 anos, parcialmente dependente, dá entrada no pronto atendimento, com relato, pela cuidadora de: dispnéia iniciada há mais ou menos 24h, dor abdominal, tosse oligoprodutiva, confusão mental aguda, prostração e extremidades frias. A mesma refere que há 15 dias, paciente fez uso de antibiótico para quadro de ITU com melhora, mas há 3 dias tem se apresentando assim. A mesma achou que era falta de hidratação e por isso postergou a ida do paciente ao PA. 
Ao chegar na unidade paciente apresentava quadro sugestivo de sepse com hipotensão arterial (PA 70x40 mmhg), insuficiência respiratória aguda com FR: 34 ipm e Sato2: 87% com esforço, extremidades frias e Glasgow 10. Diante do exposto responda:
a) Qual o conceito de sepse e de SIRS? 
b) Qual seria a sua conduta clínica frente a esse paciente? FALE DE FORMA OBJETIVA. (abordagem inicial do paciente crítico, conduta medicamentosa e não medicamentosa, local de internação, solicitação de exames, etc).
c) Qual o tipo de solução será mais indicada para tratamento da hipoperfusão deste paciente ? 
d) Em que situações iremos indicar o uso de aminas vasoativas ? Qual a droga de primeira escolha? 
e) Quais são os critérios clínicos para diagnóstico de sepse?
f) Quais as alterações laboratoriais em relação a hemograma, função renal e gasometria arterial, possíveis de serem encontrados nesse paciente ?
g) Em que situações iremos indicar a oxigenioterapia e com qual objetivo?
h) Em relação as causas de sepse no paciente idoso quais são os focos principais?
i) Em relação as infecções urinárias quais os sintomas que diferenciam a pielonefrite da cistite? 
j) Qual o agente etiológico mais prevalente nas infecções do trato urinário em pacientes idosos?
k) Quais os instrumentos utilizados para diagnóstico de sepse?
l) Qual a diferença entre sepse e choque séptico?
m) Quais são as alterações clínicas que sugerem disfunção orgânica e/ou falência dos órgãos?
n) Para tratamento de quadros sépticos utilizamos antibióticos de largo espectro. Qual o tratamento de primeira escolha (classe de antibiótico), em situações de quadro séptico, de foco urinário, em pacientes sem fatores de risco para infecção resistente? Quando iniciar esse tratamento ? 
o) Quais os principais mecanismos de resistência microbiana?
p) No exame de urocultura deste paciente veio o seguinte resultado:
E. coli ESBL ; Antibiograma : Clavulin: R, Ceftriaxona: R, Cefepime : R, Gentamicina : R, Ciprofloxacino: S nitrofurantoína: S, Fosfomicina : S, Meropenem: S. 
Diante dessa informação, qual a opção terapêutica mais indicada nessa condição e por quê?
3. Paciente 27 anos, com relato, pela esposa, de libação alcoólica há mais ou menos 2 dias. Encaminhado ao PA, pelo SAMU, em posição antálgica, confuso, febril, com calafrios e extremidades frias, FC 145 bpm, FR: 39 ipm, PA: 70x30 mmhg, Glasgow 9. Em relação ao caso em questão assinale a alternativa mais correta:
a) Trata-se, com certeza, de abdome agudo perfurativo, devido ao uso abusivo de álcool. 
b) Trata-se de paciente com quadro crítico, com provável choque e sinais de disfunção orgânica. Necessário internação em CTI, expansão volêmica com cristalóides, hidratação, solicitação de culturas, exames laboratoriais, com avaliação de enzimas pancreáticas, devido a suspeita de pancreatite aguda alcoólica. A realização de exame de imagem pode ser necessária para comprovação diagnóstica. 
c) Trata-se de quadro de abdome agudo perfurativo por úlcera gástrica. 
d) Trata-se de diagnóstico sindrômico de choque, com indicação de reposição volêmica, causada por desidratação decorrente do abuso de álcool. 
4. Quais são as principais causas de pancreatite aguda?
5. Quais são os critérios diagnósticos relacionados a Pancreatite aguda?
6. Em relação as enzimas pancreáticas, quais as alterações esperadas no caso do paciente da questão 3?
7. Em que situações realizamos a solicitação de CPRE em pacientes com pancreatite aguda?
8. Qual a abordagem terapêutica direcionada ao paciente com pancreatite aguda?
9. Em que situação está indicado o uso de antibioticoterapia nos casos de pancreatite aguda?
10. Paciente jovem de 22 anos, sem comorbidades prévias, é atendida por você em unidade de saúde básica com relato de que, há mais de 9 meses, possui um quadro de diarreia, mais de 4 episódios no dia, sem muco, sem sangue e sem restos alimentares, mas nota que as fezes são mais gordurosas. Refere que já fez uso de “vermífugos” várias vezes, sem melhora. Relata ainda que tem notado certo emagrecimento, devido a falta de apetite. Tem se sentido fraca. Queixa também de dores abdominais e distensão abdominal. Em relação ao exposto, responda:
a) Qual o diagnóstico sindrômico relacionado ao quadro acima?
b) Diante das possibilidades etiológicas para esse quadro diarreico qual a hipótese diagnóstica mais provável? 
c) Quais elementos fizeram você pensar nessa hipótese?
d) Qual a maior diferença entre esse tipo de diarréia e a da síndrome do intestino irritável?
e) Quais são os fatores de risco e predisponentes para o quadro de diarréia apresentado por essapaciente?
f) Como realizamos o diagnóstico desta condição?
g) Quais são as alterações histológicas relacionadas a essa condição ?
h) Qual o tratamento indicado?
i) Quais as complicações decorrentes deste quadro? 
j) Há formas de prevenir essa doença ou evitar suas complicações?
k) Em que situações está indicado o uso de prednisona? 
11. Paciente adulto jovem, Pedro, sem comorbidades prévias ou uso de medicamentos de uso contínuo. É atendido por você na UBS com queixa de dor abdominal em região epigástrica, de início há dois meses. Refere que a dor o acorda a noite e melhora muito após a alimentação. Informa que faz uso intermitente de diclofenaco de sódio, há muitos anos, devido a dores no joelho, principalmente após as “peladas” de final de semana. Faz uso de omeprazol com melhora parcial dos sintomas. Tem ficado preocupado devido ao fato das dores estarem se intensificando e estar com medo de ter câncer gástrico. Nega hematêmese, melena ou quaisquer outros sinais de alarme. 
Em relação a esse quadro assinale a alternativa mais correta:
a) Trata-se de provável adenocarcinoma gástrico relacionado ao uso crônico de diclofenaco. Indicado realização de EDA com biópsia. 
b) Trata-se de gastrite nervosa associada ao uso de AINES. 
c) Trata-se de provável doença ulcerosa péptica duodenal secundária ao uso de AINES. Indicado tratamento empírico para H. Pylori, devido a alta prevalência de infecção por essa bactéria. 
d) Trata-se de provável doença ulcerosa péptica gástrica associada ao uso de AINES. Indicado tratamento com descontinuação do uso de AINES e início de IBP.
e) 
12. O paciente, da questão anterior, evoluiu com piora do quadro de dor, fazendo-o procurar o pronto socorro, 4 meses após o tratamento instituído por você. Na ocasião, ele deu entrada no PA com quadro de hematêmese, dor abdominal importante e abdome em tábua. Ao realizar RX de abdome em ortostatismo evidenciado imagem sugestiva de pneumoperitônio. Nesse caso, responda a alternativa que contenha a RESPOSTA MAIS CORRETA: 
a) Trata-se de quadro de complicação de doença ulcerosa péptica com abdome agudo hemorrágico. 
b) Trata-se de quadro de complicação de doença ulcerosa péptica com abdome agudo inflamatório.
c) Trata-se de quadro de complicação de doença ulcerosa péptica com abdome agudo perfurativo.
d) Trata-se de quadro de complicação de doença ulcerosa péptica com abdome agudo isquêmico.
13. São causas de abdome agudo hemorrágico, exceto:
a) Gravidez tubária com rompimento de tuba uterina
b) Laceração hepática por trauma abdominal 
c) Aneurisma de aorta roto
e) Hematêmese por varizes esofagianas 
14. Paciente idoso, 76 anos, ex etilista inveterado, sem acompanhamento geriátrico, chega ao PA, trazido pelo SAMU, com relato de familiares de hematêmese em grande volume. Referem que paciente deixou de beber há 3 meses, devido a quadro semelhante e medo de estar com cirrose, afinal, seu irmão morreu com a mesma doença, aos 48 anos. Em relação ao quadro apresentado pelo paciente podemos afirmar que:
a) Trata-se de um quadro de cirrose alcoólica sem a necessidade de realização de exames complementares para o diagnóstico. 
b) Trata-se de um quadro sindrômico de hemorragia digestiva alta.
c) Não conseguimos responder se trata-se de hemorragia digestiva alta ou baixa, pois nas duas situações clínicas o paciente pode apresentar hematêmese. 
d) Trata-se de abdome agudo hemorrágico justificado pelo quadro de hematêmese. 
15. Em relação aos quadros de abdome agudo, quais são os exames de imagem indicados, rotineiramente, para avaliação diagnóstica ?
16. Pacientes com quadro de abdome agudo obstrutivo podem apresentar quais alterações ao exame clínico? E em relação aos exames radiológicos de RX de abdome em posição supina e ortostática?
17. Em relação as causas de hemorragia digestiva alta estão as hemorragias relacionadas a doenças varicosas. Dentre essas doenças, a cirrose hepática, é um exemplo importante. Cite as principais causas de cirrose hepática em nossa população:
18. O alcoolismo crônico é uma importante causa de cirrose hepática no Brasil. Resulta da complicação da doença alcoólica hepática. Em relação a doença hepática alcoolica responda:
a) Quais são as fases da DHA e como ocorre o processo de cirrotização ?
b) Quais são as alterações clinico laboratoriais que nos ajudam no diagnóstico diferencial das causas da cirrose hepática?
c) Quais são os fatores prognósticos relacionados a cirrose? 
d) Quais são os preditores prognósticos relacionados aos resultados de exames laboratoriais?
19. Paciente idoso, 79 anos, diabético, hipertenso e sabidamente portador de cirrose hepática alcoolica, vem evoluindo nos últimos meses com piora funcional importante, descontrole glicêmico, melena, hematêmese e ascite refratária ao uso de diuréticos. Identificado quadro de cirrose hepática grave e indicado abordagem paliativa da doença, com controle de sintomas e redução de sofrimento do paciente. 
Cite 5 complicações clínicas decorrentes da cirrose e sua explicação fisiopatológica:
20. Paciente de 14 anos, previamente hígido, trazido pela mãe ao pronto atendimento, com quadro de dor abdominal, há mais ou menos 4 dias, associado a náuseas e vômitos. Refere febre baixa, sem outros sintomas. Ao exame clínico apresenta dor a descompressão no ponto de MacBurney. Em relação a essa história clínica responda:
a) Qual o diagnóstico mais provável?
b) Qual a fisiopatologia da doença em questão?
c) Em que situações poderíamos ter um sinal de febre alta?
d) Como realizar o diagnóstico desta condição? 
e) A realização da TC de abdome é necessária para o diagnóstico e indicação do tratamento cirúrgico?
f) Quais as complicações relacionadas ao diagnóstico tardio ?
g) Em relação a antibioticoterapia profilática nos casos de cirurgia abdominal potencialmente infectadas ou infectadas, quais são as principais drogas de escolha? 
Avalie as imagens abaixo e relacione-as aos casos clínicos e descrições mais prováveis :
IMAGEM 1
IMAGEM 2
IMAGENS 3
image3.png
image1.png
image2.png

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