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A. Ringer com lactato; 9000 mL. B. Solução fisiológica; 9000 mL. C. Ringer com lactato; 12600 mL. D. Solução fisiológica; 12600 mL. ���� �� �����������: ���������: Alternativa A: CORRETA. Questão sobre queimaduras, em que precisamos saber calcular a superfície corporal queimada (SCQ) e, posteriormente, saber hidratar esse paciente. Primeiramente, qual a SCQ desse paciente? Tome cuidado com a “pegadinha”, pois queimaduras de primeiro grau não entram no cálculo. Portanto, consideramos apenas faces anteriores do MSE (4,5), tórax (9) e abdome (9), o que resulta numa soma de 22,5. De acordo com a fórmula de Parkland, obteremos o quanto precisamos hidratar o paciente em 24 horas: peso (kg) x SCQ (%) x 4. Portanto, 100 x 22,5 x 4 = 9.000 mL/24h. E se a questão perguntasse o volume a ser feito nas PRIMEIRAS 8 HORAS? Dividiríamos o valor obtido por 2, ministrando metade do volume nas primeiras 8 horas, e a outra metade seria dividida nas 16 horas restantes. Observação: Qual o cristaloide de escolha em queimados? Ringer Lactato! Alternativa B: INCORRETA. Alternativa C: INCORRETA. Alternativa D: INCORRETA. ▶ ��������: A 12 (UNICAMP - SP - 2018) Homem, 57 anos, submetido a gastrectomia subtotal devido a neoplasia, encontra-se extubado no primeiro dia de pós-operatório em UTI e apresenta febre. Refere dor na incisão cirúrgica. Antecedentes pessoais: tabagismo 20 maços/ano. Exame físico: consciente, orientado, acianótico, T = 38 °C, PA = 126 x 86 mmHg, FC = 98 bpm, FR = 24 irpm, IMC = 37 kg/m²; pulmão: murmúrio vesicular presente, diminuído em base esquerda; abdome: incisão cirúrgica de bom aspecto, sem irritação peritoneal. A CONDUTA É: A. Tomografia computadorizada de tórax. B. Fisioterapia respiratória. C. Cultura de secreção traqueal. D. Ultrassonografia de abdome. ���� �� �����������: ���������: Alternativa A: INCORRETA. Quadro clássico de atelectasia, sem necessidade de excluir outras complicações no momento. Alternativa B: CORRETA. Questão clássica de complicações pós-operatórias! Qual a principal causa de febre pós-operatória, ocorrendo em até 72h da cirurgia? Atelectasia. Ocorre principalmente em cirurgias torácicas e abdominais, por dor no pós-operatório, que limita a ventilação e a tosse. Além disso, as operações em órgãos abdominais resultam em diminuição da função do diafragma por interferência nos impulsos nervosos para a musculatura respiratória, sobretudo o diafragma. Seu tratamento consiste em analgesia + fisioterapia respiratória. Também deve-se estimular a mobilização precoce no pós-operatório, propiciando melhora da ventilação, e hidratação adequada com fluidificação das secreções. Alternativa C: INCORRETA. Pediríamos se houvesse suspeita de infecção. Alternativa D: INCORRETA. Solicitaríamos se houvesse suspeita de complicação pós-operatória. ▶ ��������: B 13 (UNICAMP - SP - 2018) Homem, 45 anos, é trazido ao atendimento médico devido a dor e inchaço no escroto há 3 dias, com piora progressiva dos sintomas. Antecedentes pessoais: tabagismo 50 maços/ano, etilismo há 28 anos, diabete melito há 3 anos. Exame físico: estado geral regular, torporoso, desidratado 2+/4+, anictérico, PA = 90 x 50 mmHg, FC = 120 bpm, FR = 24 ipm, oximetria de pulso (máscara 10 L/min) = 98%; região perineal: escroto com aumento de volume, áreas de necrose, descoloração, odor fétido e crepitação à palpação. APÓS EXPANSÃO VOLÊMICA E ANTIBIOTICOTERAPIA ENDOVENOSA, A CONDUTA É: A. Ultrassonografia com doppler. B. Reavaliação clínica em 24 horas. C. Desbridamento cirúrgico precoce e amplo. D. Punção e cultura do abscesso. ���� �� �����������: ���������: Alternativa A: INCORRETA. Não há tempo e necessidade de exames complementares, pois o diagnóstico é clínico. Alternativa B: INCORRETA. O tratamento deve ser imediato. Alternativa C: CORRETA. Estamos diante de uma Síndrome de Fournier, fasceíte necrotizante polimicrobiana grave do períneo e parede abdominal, que possui como principais fatores de risco a imunossupressão (diabetes mellitus descompensada, alcoolismo crônico, doença maligna subjacente, uso de quimioterápicos), doenças colorretais e urogenitais, pós-operatório, estados debilitantes (desnutrição, sepse). O que fecharia o diagnóstico da questão, além da febre, necrose e odor fétido, seria a presença de crepitação. Nesta doença, à medida que ocorre disseminação de bactérias aeróbias e anaeróbias, a concentração de oxigênio nos tecidos é reduzida; com a hipóxia e a isquemia tecidual, o metabolismo fica prejudicado, provocando maior disseminação de microrganismos facultativos, que se beneficiam das fontes energéticas das células, formando gases (hidrogênio e nitrogênio) responsáveis pela crepitação, demonstrada nas primeiras 48 horas a 72 horas de infecção. Além de iniciar antibiótico endovenoso de amplo espectro, o desbridamento cirúrgico deve ser imediato. Alternativa D: INCORRETA. A cultura é enviada do material desbridado. ▶ ��������: C 14 (UNICAMP - SP - 2018) Homem, 26 anos, foi atropelado por um ônibus. Foi levado ao hospital, onde foram constatadas fraturas fechadas, de fêmur direito e pelve. Foi submetido a tração do membro, deixado em repouso e aguardando procedimento cirúrgico das fraturas. No segundo dia de internação, apresentou desconforto respiratório. Exame físico: estado geral regular, FR = 28 irpm; oximetria de pulso (ar ambiente) = 91%, rebaixamento do nível de consciência, petéquias nas axilas. Tomografia de crânio: sem alterações; angiotomografia de tórax: infiltrado intersticial bilateral. AS CONDUTAS SÃO: A. Heparinização plena; antibioticoterapia de largo espectro. B. Antibioticoterapia de largo espectro; fixação das fraturas. C. Heparinização plena; suporte ventilatório. D. Suporte ventilatório; fixação das fraturas. ���� �� �����������: ���������: Alternativa A: INCORRETA. TEP geralmente ocorre após o terceiro dia de internação; se houvesse esse diagnóstico, teríamos a indicação de heparinização plena. Alternativa B: INCORRETA. Na tomografia não há presença de consolidação e não há indicação clínica de tosse ou febre para pensarmos em pneumonia e, assim, iniciar antibiótico de amplo espectro. Alternativa C: INCORRETA. O suporte ventilatório é fundamental na embolia gordurosa, porém, heparinização plena ou trombolítico não apresenta benefícios. Alternativa D: CORRETA. Tema que vem aparecendo cada vez mais em provas. Cabe ao aluno detectar um quadro que faz diagnóstico diferencial com TEP, diante de uma fratura de osso longo. A tríade clássica da embolia gordurosa é composta de insuficiência respiratória aguda, trombocitopenia e disfunção neurológica, exatamente como no caso clínico da questão. A embolia gordurosa já aparece nas PRIMEIRAS 24 a 72 horas, por obstrução da microvasculatura por micropartículas de gordura e consequente vasculite inflamatória. Qual a conduta diante da embolia gordurosa? SUPORTE (Suplementação de Oxigênio + Estabilização hemodinâmica). Como preveni-la? É fundamental evitar o choque e a hipóxia desde a cena do acidente, e proceder a fixação precoce das fraturas. ▶ ��������: D 15 (UNICAMP - SP - 2018) Homem, 31 anos, submetido à punção venosa central à direita para nutrição parenteral total, evoluiu com pneumotórax moderado. Foi realizada drenagem torácica em selo d’agua com fuga aérea durante o esforço de tossir, com melhora do quadro após dois dias. É CRITÉRIO PARA RETIRADA DO DRENO: A. Débito de 200 a 300 mL nas últimas 24 horas. B. Redução do pneumotórax de pelo menos 30%. C. Radiograma de tórax sem alteração do parênquima pulmonar. D. Ausência de fuga aérea por mais de 24 horas. ���� �� �����������: ���������: Alternativa A: INCORRETA. Alternativa B: INCORRETA. Alternativa C: INCORRETA. O pulmão deve estar totalmente expandido, mas ainda pode haver alterações no parênquima. Alternativa D: CORRETA. Critérios para retirada de um dreno pleural: radiografia de tórax com o pulmão completamente expandido; pequeno volume da drenagem (menor que 100 ml em 24 h); aspecto claro (seroso) do volume drenado; o dreno não borbulhar há pelo menos24 horas. ▶ ��������: D 16 (UNICAMP - SP - 2018) O principal objetivo da triagem hospitalar nas catástrofes com múltiplas vítimas que estão sendo encaminhadas a uma mesma instituição é: A. Documentar o atendimento para contatar familiares. B. Identificar a minoria de pacientes que necessitam de medidas salvadoras. C. Priorizar o atendimento dependendo da faixa etária. D. Direcionar equipes para o atendimento na cena. ���� �� �����������: ���������: Alternativa A: INCORRETA. Alternativa B: CORRETA. Questão interessante sobre triagem de vítimas em situações de catástrofes. “Múltiplas vítimas” são aquelas de eventos súbitos que produzem um número de vítimas que leva a um desequilíbrio entre os recursos médicos disponíveis e as necessidades, mas em que se consegue manter um padrão de atendimento adequado com os recursos locais. Nessa situação, é dada prioridade a quem tem maior risco de vida. Já o “desastre”, segundo a OMS, é um fenômeno de magnitude suficiente para necessitar de ajuda externa. Nesta situação, as necessidades de cuidados médicos excedem os recursos imediatamente disponíveis, havendo a necessidade de medidas extraordinárias e coordenadas para se manter a qualidade básica ou mínima de atendimento. Então, neste caso, o atendimento é feito com quem tem a maior chance de sobreviver. Alternativa C: INCORRETA. Alternativa D: INCORRETA. ▶ ��������: B 17 (UNICAMP - SP - 2018) Mulher, 32 anos, com ferimento cortante na coxa direita em torno de 8 cm, acometendo pele e subcutâneo. Para sutura utilizou-se anestésico local com vasoconstritor. Durante a infiltração local a paciente referiu