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NUTRIÇÃO CLÍNICA
Facilitada
Nutri Miiga
Materiais p/ estudos
Por Nagay OliveiraVolume 1 
Licenciado para - Luiza B
arroso F
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Oii, tudo bem? 
Preparei esse material com muito carinho e dedicação para facilitar o seu aprendizado e 
memorização. Espero de verdade que ele possa contribuir muito nessa jornada de estudos!
Gostou do conteúdo e acha que 
pode ajudar um amigo(a)? 
Indique-o, porém não repasse!
Proibida, por quaisquer meios e a qualquer título, a 
sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição!
Art. 184 do Código Penal - Decreto Lei 2848/40
@nutrimiiga
DESEJO BONS ESTUDOS E MUITAS APROVAÇÕES!
Nutricionista, Pós-graduanda em 
Nutrição Esportiva, Clínica e 
Exames Laboratoriais. Atua como 
empreendedora sendo 
idealizadora e criadora de 
conteúdo no instagram 
@nutrimiiga, auxiliando 
estudantes com dicas e materiais 
de estudos simplificados para 
concursos, residências e 
graduação.
Nagay Oliveira
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Obesidade...............................................................................................................................................................................................5
Síndrome Metabólica......................................................................................................................................................................14
Diabetes...................................................................................................................................................................................................16
Refluxo gastroesofágico...............................................................................................................................................................29
Esofagite.................................................................................................................................................................................................30
Disfagia....................................................................................................................................................................................................32
Gastrite....................................................................................................................................................................................................38
Úlcera gástrica...................................................................................................................................................................................38
Síndrome do Intestino Irritável..............................................................................................................................................40
Intolerância à Lactose..................................................................................................................................................................43
Doença Celíaca....................................................................................................................................................................................46
Alergia Alimentar...............................................................................................................................................................................48
Pancreatite............................................................................................................................................................................................49
1) Doenças Endocrinometabólicas
2) Aparelho Digestório e Órgãos Anexos
SUMÁRIO
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doençasdoenças 
endocrinometabólicasendocrinometabólicas
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Desequilíbrio energético
onde envolve fatores:
aumenta gordura corporal
OBESIDADEOBESIDADE
de etiologia multifatorial
Doença endócrino-metabólica, 
crônica e heterogênea
nutricionais
metabólicos
genéticos
emocionais
culturais
Fator de risco 
associados:
↓ gasto energético
↑ ingestão alimentar
capacidade ↑ de armazenar gordura
capacidade ↓ de oxidar gordura
Ingestão de energia maior do que 
o gasto → tecido adiposo 
armazena o excesso como gordura 5
farmacêuticos
sociais
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COMPLICAÇÕESCOMPLICAÇÕES
Doença hepática 
gordurosa não 
alcóolica
Esteatose
Cirrose
 Pâncreas
 Útero
 Próstata
 Esôfago
Diabetes tipo II
Gota
Apneia 
obstrutiva do 
sono
Dislipidemia Hipertensão
Pancreatite
Câncer
Síndrome do ovário 
policístico 
Infertilidade
Osteoartrite
6
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proporção e localização do 
excesso de gordura
mas, não diferencia massa 
gordurosa de muscular
DiagnósticoDiagnósticoDobras cutâneas Circunferência da cintura
Necessário a determinação
da composição corporal IMC
7
forma prática pode superestimar valores 
e comprometer 
diagnóstico
avaliam composição 
corporal obeso mórbido não 
utiliza, nos demais 
deve-se observar a 
possibilidade da 
utilização do 
procedimento
indicador de risco 
de alterações 
cardiometabólicasMaior concentração de gordura
obesidade 
periférica, ginoide 
ou ginecoide
no quadril generalizada visceral
obesidade 
generalizada, 
difusa ou mista
obesidade central, 
troncular ou 
androide
bioimpedância
ultrassonografia
tomografia
ressonância 
magnética
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inflamação e estresse 
oxidativo → alterações 
metabólicas sistêmicas
CÉREBRO
Prejuízo à atividade simpática
Resistência à Leptina
PÂNCREAS
↓secreção de insulina
↑apoptose de células beta
↑inflamação
CORAÇÃO
↑da gordura epicárdica
Decréscimo da função cardíaca
↑da inflamação
Indução de aterosclerose
AlteraçõesAlterações 
sistêmicassistêmicas
FÍGADO
↓oxidação de gordura
↑lipogênese
↑captação de lipídios
↑inflamação
↑gliconeogênese
MÚSCULO
↑captação e armazenamento 
de lipídios
 ↓oxidação de gordura
↓sinalização insulínica
↓captação e metabolização da
glicose
↑da secreção de adipocinas pró- 
inflamatórias (leptina, resistina, 
IL-6, TNF-a, RBP-4)
↓ de adipocinas anti- 
inflamatórias (adiponectina, 
FGF-21, SFRPS)
8
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AVALIAÇÃOAVALIAÇÃO 
NUTRICIONALNUTRICIONALAntropometria
Calorimetria indireta
Equações de predição: Harris 
Benedict ou Mifflin-St Jeor
Ambiente onde se alimenta
Comportamento alimentar
Alergias alimentares
Histórico de dietas
Uso de suplementos e medicamentos
Atividade física
9
Análise da ingestão alimentar
História social
Situação socioeconômica
Motivação para controle de peso
História da relação com 
alimentação
Necessidade energética
Composição corporal
Histórico de peso
Altura - IMC 
Circunferência cintura 
 
Dados bioquímicos, 
história clínica do
paciente e história 
familiar = ainda mais 
individualizado
Atenção para possível omissão e 
sub-relatos, podem ocorrer de 
maneira não intencional e devem
ser avaliados com cautela
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TRATAMENTOTRATAMENTO
Dietoterapia
1ª linha de tratamento
Farmacológico
2ª linha de tratamento
Cirurgia bariátrica
3ª linha de tratamento
pacientes com falha na 1ª linha de tratamento
IMC ≥ 30kg/m²
IMC ≥ 25kg/m² com comorbidades
IMC normal ( 40kg/m² (independente de 
comorbidades) ou 35kg/m² com uma ou 
+ comorbidades graves relacionadas e 
documentação de que nãoconseguiu 
perder peso ou manter a perda apesar 
dos cuidados apropriados há 2 anos 
utilização de abordagens 
comportamentais são 
fundamentais
10
individualizada, respeitando 
história clínica, contexto 
social/cultural e estágio de 
mudança do comportamento 
entrevista motivacional
comer intuitivo
comer com atenção plena
controle de estímulos 
automonitoramento
sibutramina
orlistate
liraglutida 3,0mg
Medicamentos aprovados:
Nutri Miiga
Materiais p/ estudos
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DIETOTERAPIADIETOTERAPIA
Déficit de: 
500 a 1000 kcal/dia 
(perda de peso de 0,5 a 
1kg/semana)
7% de gorduras saturadas
10% de gorduras 
poli-insaturadas
13% de gorduras 
monoinsaturadas
Fibras:
20 a 30g/dia
Evitar álcool
Líquidos: 1500ml p/ cada 
1000kcal
11
55% a 60% de carboidratos 
(20% absorção simples)
15% a 20% de proteínas
20% a 30% de gorduras
Dietas de 1200 a 1500 
kcal/dia para mulheres e 
1500 a 1800kcal/dia para 
homens, independente da 
composição de macros 
frequentemente levam a 
perda de peso
Para cálculo direto de 
teor energético sugere-se 
implementar 15 a 
20kcal/kg de peso 
atual/dia
800 a 1200kcal (baixo valor 
energético) indicado após 
período razoável com plano 
moderado, mas não perdeu pesoA dieta DASH e do 
Mediterrâneo são 
indicadas, podendo levar 
a diferentes melhoras de 
fatores de risco 
cardiometabólicos
400 a 800kcal (muito baixo 
valor energético) aplicado por 
curto período (3/4 semanas) em 
obesidade massiva e recorrente
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Cirurgia BariátricaCirurgia Bariátrica
Pré-operatório
↓do risco cirúrgico
mudança de hábitos alimentos
tratar deficiências nutricionais
melhora de sintomas gastrointestinais
instruir paciente sobre 
alimentação/suplementação no pós- 
operatório 
Pós-operatório
12
plano de restrição energética + 
estimulo à seleção de alimentos 
de maior qualidade nutricional objetivo: facilitar adaptação 
do novo trânsito digestivo
objetivos dessa 
etapa:
Dieta líquida restrita: 1ª 
prescrita (dura 2-3 dias 
após cirurgia)
Dieta líquida completa: 
2ª prescrita (dura 1-2 
semanas)
Dieta pastosa: 3ª ( 10 
dias a 1 semana antes 
de completar 1 mês
Dieta branda: 4ª 
prescrita
Dieta normal:
etapa final
Água comum e de 
coco, chás claros, 
bebida isotônica, 
caldos
inicia suplementação 
com polivitamínicos, 
pode incluir leite, 
iogurtes, carnes nas 
preparações.
evitar preparações 
com alta densidade 
energética
indicada de acordo 
com apetite, 
tolerância e 
adaptação do 
paciente
fracionar em 5-6 
refeições/dia, 80 a 
100g de PTN/dia. 
Uso de suplementos 
polivitamínicos e 
minerais
evolução da dieta
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ComplicaçõesComplicações 
Cirurgia BariátricaCirurgia Bariátrica
Distúrbios 
acidobásicos
Hiperproliferação 
bacteriana
(diarreia, artralgia, 
obstrução)
Hipocalcemia
Hipocalemia
Hiponatremia
Hipofosfatemia
Deficiência vitamínica
(A,D,E, K, B12...)
Deficiência de ferro
Síndrome de Dumping
Alterações 
psicológicas
13
Síndrome de Wernicke- 
Korsakoff
Neuropatia periférica 
e anemia
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Síndrome MetabólicaSíndrome Metabólica
favorece o 
desenvolvimento de Manifesta-se em 
diferentes faixas 
etárias
14
Transtorno caracterizado 
pelo conjunto de
complicações metabólicas
resistência insulínica
hipertrigliceridemia 
hiperglicemia
fatores inflamatórios
diabetes 
doenças hepáticas
doenças cardiovasculares
↑de complicações secundárias 
às doenças associadas
Fatores de risco 
relacionados:
obesidade central
triglicérides elevado
hipertensão
glicose elevada
predisposição genética
DIETOTERAPIA
Plano p/ redução de 
peso de 5% a 10% 
Quando obesos: redução 
de 500 a 1000kcal VET 
Carboidratos: 50% - 60% VET
Gorduras: 25% - 35% VET
Proteínas: 0,8 - 1g/kg/dia ou 15% VET
Fibras: 20 - 30g/dia
Ácidos graxos saturados ( 100mg/dl
Ácidos graxos Poli-insaturados (10%) 
Ácidos graxos monoinsaturados 
(20%)
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CRITÉRIO OBRIGATÓRIO DOIS DOS 5 CRITÉRIOS
 PA > 140 x 90 mmHg
 Triglicérides > 150mg/dl
 HDL 0,9 homens 
e > 0,85 mulheres e/ou IMC > 
30kg/m²
 Microalbuminúria > 20g/min; 
albumina/creatinina > 30mg/g
1.
2.
3.
4.
5.
De acordo com o NCEP-ATP III não 
considera nenhum critério obrigatório, 
apenas preconiza a existência de três 
dos componentes apresentados:
diagnóstico + 
utilizado
O IDF torna critério obrigatório a 
existência da obesidade central, 
associada a + dois outros critérios:
 Obesidade central: CA > 102cm (homem) e > 0,88 (mulher)
 TG > 150mg/dl ou em tratamento
 HDL 130 x 85 mmHg ou em tratamento
 Glicemia de jejum > 110mg/dl ou em tratamento
1.
2.
3.
4.
5.
 TG ≥ 150mg/dl ou em tratamento
 HDL 130 ou PAD ≥ 85 mmHg ou em tratamento
 Glicemia de jejum ≥ 100mg/dl ou em tratamento
DOIS DOS 4 CRITÉRIOS
1.
2.
3.
4.
15
Síndrome MetabólicaSíndrome Metabólica
DiagnósticoDiagnóstico
A OMS (1999) considera necessária a 
existência da resistência insulínica, 
associada a + dois outros critérios:
Resistência insulínica:
- Diabetes mellitus 
- Glicemia de jejum 
alterada
- Intolerância a glicose
- Clamp hiperinsulinêmico 
euglicêmico alterado
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Defeitos na função das 
células B pancreáticas
PRINCIPAIS TIPOS
Secundário a 
medicamentos
OUTROS TIPOS
Diabete MellitusDiabete Mellitus
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Doença crônica relacionada a 
produção deficiente de 
insulina pelo pâncreas ou 
pela resistência à insulina 
insulina é o hormônio 
regulador das taxas de 
glicose no sangue Diabetes tipo I (idiopático 
ou imunomediado)
Diabetes tipo II
Diabetes gestacional
Doenças do pâncreas 
exócrino e endocrinopatias
Associado a infecções 
Formas incomuns de 
DM autoimune 
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Diabete Tipo IDiabete Tipo I
Necessita de 
administração diária 
de insulina
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Autoimune
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Produção de 
insulina 
deficiente
Destruição das 
células β 
pancreáticas
Diagnosticada geralmente 
na infância ou 
adolescência, mas também 
pode ser em adultos 
Excesso de glicose 
no sangue
⤷ Hiperglicemia
Natureza 
idiopática
devidodevido
devidodevido
Acomete 5% a 10% 
da população
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Diabete Tipo IIDiabete Tipo II
Diminuição da 
secreção de insulina
18
Acomete de 90% a 
95% da população
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Associada ao excesso de 
peso/obesidade, história 
familiar, envelhecimento, 
sedentarismo, síndrome 
metabólica...
Resistência 
insulínicaBaixa sensibilidade dos 
tecidos à insulina
Hiperinsulinemia 
+
 Hiperglicemia
ou
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Diabete GestacionalDiabete Gestacional
consequentemente 
pâncreas ⇡ produção de 
insulina para compensar
quando isso não 
acontece
Hipertensão, SOP, 
elevação do peso durante 
gravidez ⇢ fatores 
de risco
gera quadro 
hiperglicêmico/ 
diabete
19
Maior risco de 
complicações durante 
gravidez e parto
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Hormônios liberados
Crescimento placentário 
libera hormônios
⇣ ação da insulina 
Lactogênio placentário
Progesterona
Estradiol
GH, Prolactina
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DMDM 
GESTACIONALGESTACIONAL
 
Ganho excessivo de 
peso na gestante ou 
no bebê
 
Sinais eSinais e
SintomasSintomas
Formigamento nos 
pés e mãos
Feridas que demoram 
para cicatrizar
Polifagia: fome frequente
Polidipsia: sede constante
Poliúria: vontade de urinar 
diversas vezes ao dia
 
Perda de peso
 
Fraqueza/fadiga
Náusea e vômito
Infecções 
frequentes na 
bexiga, rins e pele
Visão embaçada
DM TIPO IIDM TIPO II
DM TIPO IDM TIPO I
Presente nos 3 tipos
Boca seca
Visão turva
Náuseas 
Cansaço excessivo
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Nefropatia diabética: 
alterações nos vasos 
sanguíneos dos rins
COMPLICAÇÕESCOMPLICAÇÕES
Problemas 
cardiovasculares
Acidente vascular 
cerebral (AVC)
Problemas na 
ejaculação, 
disfunção erétil
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Retinopatia diabética: 
excesso de glicose 
provoca lesões na retina 
⇢ perda da visão
Neuropatia diabética: 
atinge nervos periféricos, 
afetando tanto a parte 
de sensibilidade quanto 
nossa motricidade
Doença vascular 
periférica
Pé diabético:
feridas com enorme 
dificuldade para 
cicatrização:
Aborto, anomalias 
congênitas, morte 
fetal, prematuridade
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CRITÉRIOS Normal Pré - DM DM tipo 2
GLICEMIA EM JEJUM (mg/dl) 125
GLICEMIA APÓS 2H DO TOTG (mg/dl) 200
HEMOGLOBINA GLICADA (%) 6,4
CRITÉRIOS DE DIAGNÓSTICO DE DIABETES GESTACIONAL ⇣
DIAGNÓSTICO DE UMA ETAPA: Toda gestante sem diagnóstico prévio de DM deve ser submetida a teste de sobrecarga oral 
com 75g de glicose anidra entre 24 e 28 semanas de gestação após 8h de jejum, sendo o diagnóstico de diabetes gestacional 
estabelecido quando no mínimo um dos valores a seguir encontra-se alterado:
- Glicemia em jejum ≥ 92mg/dl:
- Glicemia 1h após sobrecarga ≥ 180mg/dl:
- Glicemia 2h após sobrecarga ≥ 153mg/dl:
DIAGNÓSTICO EM DUAS ETAPAS: Etapa 1 - Teste de sobrecarga oral com 50g de glicose anidra entre 24 e 28 semanas de gestação. 
Não é necessário jejum. Se o nível de glicose plasmática medido 1h após a carga for ≥ 130, 135 ou 140mg/dl, proceder o TOTG com 
100g de glicose. Etapa 2 - O TOTG de 100g deve ser realizado com a paciente em jejum. O diagnóstico de diabetes gestacional é feito 
quando pelo menos dois dos quatro níveis de glicose plasmática a seguir (medidos em jejum e em 1, 2 e 3h durante TOTG) são 
atendidos ou excedidos:
- Jejum: 95mg/dl - 1h: 180mg/dl
- 2h: 155mg/dl - 3h: 140mg/dl
22
DiagnósticoDiagnóstico
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SBD (2021)) ADA (2021)SBD (2021)) ADA (2021)
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Metas terapêuticasMetas terapêuticas
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SBD (2021)SBD (2021)
Hb A1c%Hb A1c%Observar possíveis 
deficiências de 
vitamina B12, B1 e D
recomendações 
iguais público 
sem DM
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fibras também
Orientações seguem 
princípios básicos para 
idosos sem enfermidade
Classificados em três 
categorias diferentes p/ 
receber tratamento 
Independência funcionalIndependência funcional 
Dependência funcionalDependência funcional 
Cuidados paliativosCuidados paliativos
Vitaminas e minerais iguais 
às recomendações das 
gestantes sem diabetes
DietoterapiaDietoterapia
25
@nutrimiiga@nutrimiiga
Distribuição energética 
visando permitir ganho 
de peso em 300 a 
400g/semana a partir do 
3º trimestre
Carboidratos: 40 a 55% VET
Proteínas: 15 a 20% VET
Lipídios: 20 a 35% VET
Na GRAVIDEZ Lanche noturno com 
25g de CHO complexos 
+ PTN e/ou LIP para ⇣ 
ocorrência de 
hipoglicemia durante a 
madrugadaIDOSOS
Deve considerar além do perfil 
glicêmico, aspectos cognitivos, 
socioeconômicos e capacidade 
funcional do indivíduo
Contagem de carboidratos 
em casos ocasionais de 
insulinoterapia intensificada
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TerapiaTerapia 
medicamentosamedicamentosa
⇡ liberação de 
insulina, ⇣ glicose, ⇡
saciedade e atua no 
emagrecimento
exenatida
liraglutida
⇣ glicose após 
refeições, ⇡ 
produção de 
insulina
pioglitazonapioglitazona
rosiglitazonarosiglitazona
Antidiabéticos orais e 
terapia insulínica
26
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SULFONILUREIAS BIGUANIDAS
Inibidores de 
alfaglicosidade
GLITAZONAS
AGONISTAS DO 
GLP-1
INIBIDORES DA 
DPP-4
INIBIDOR DA 
SGLT2
⇡ secreção de 
insulina
⇣ produção hepática 
de glicose e ⇡ a 
sensibilidade a 
insulina 
glimepiridaglimepirida
glibenclamidaglibenclamida
cloropropamidacloropropamida
metformina
retarda absorção 
de CHO
acarbose
⇡ eliminação de
glicose pela 
urina
sexagliptina
sitagliptina
linagliptina
sensibilizador de 
insulina no músculo, 
adipócito e hepatócito
dapaglifozina
empaglifozina
canaglifozina
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Contagem deContagem de
CarboidratosCarboidratos
melhor controle 
glicêmico
+ utilizado em+ utilizado em 
pacientes empacientes em 
insulinoterapiainsulinoterapia 
intensivaintensiva 
Contagem em 
gramas
8 a 22g CHO =8 a 22g CHO = 
1 porção1 porção 
(média 15g)(média 15g)
grupos formados comgrupos formados com 
base na base na funçãofunção 
nutricional enutricional e 
composição químicacomposição química
ajuste das dosesajuste das doses de insulina de insulina 
rápida ou ultrarrápida arápida ou ultrarrápida a 
serem aplicadasserem aplicadas
antes das refeiçõesantes das refeições
com base nacom base na 
quantidadequantidade 
consumida de CHOconsumida de CHO
múltiplas injeçõesmúltiplas injeções 
diárias ou bombadiárias ou bomba 
de insulinade insulina
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Permite maior 
flexibilidade 
alimentar
Utilizado com pacientes de 
DM1, DM2 e gestacional com 
uso de hipoglicemiantes orais 
e terapia insulínica
MÉTODOS DE 
CONTAGEM
Lista de 
equivalentes/ 
substituições
alimentos agrupados ondealimentos agrupados onde 
cada equivalente/substitutocada equivalente/substituto 
corresponde a corresponde a 15g de CHO15g de CHO
27
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Aparelho digestórioAparelho digestório
Órgãos anexosÓrgãos anexos
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RefluxoRefluxo 
GastroesofágicoGastroesofágico
hérnia hiatalhérnia hiatal
úlcera péptica com H. pyloriúlcera péptica com H. pylori
esclerose sistêmicaesclerose sistêmica 
obesidadeobesidade
anti-inflamatóriosanti-inflamatórios 
não esteroidesnão esteroides
com ou semcom ou sem 
regurgitaçãoregurgitação 
ou vômitoou vômito
ausência deausência de 
erosõeserosões
desenvolve 
hernia de 
hiato
Esofagite 
erosiva (EE)
29
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Passagem de conteúdo 
gástrico para o esôfago
Classificada como:Classificada como:
Doença do refluxo 
não erosiva (DRNE)
presença depresença de 
erosõeserosões
Fatores 
predisposição promove da pressãopromove da pressão 
intra-abdominal eintra-abdominal e 
intragástricaintragástrica 
intensificandointensificando 
o refluxoo refluxo
protrusão deprotrusão de 
parte doparte do 
estômago sobreestômago sobre 
o músculoo músculo
Diminuição na 
pressão do esfíncter 
esofágico inferior
não contrai 
adequadamente p/ 
passagem do alimento
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EsofagiteEsofagite
GRAU A
Grau B
Grau C
Grau D
Fatores causais
30
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Inflamação do 
esôfago
uma ou + erosões
uma ou + erosões
menores que 
5 mm cada
não confinada 
entre os topos das 
pregas esofâgicas
erosões continuas
entre os topos 
de pelo menos 
duas pregas
menos de 75% da 
circunferência 
do esõfago
erosões ocupando 
pelo menos 75% 
da circunferência 
do esôfago
Hérnia de hiato
Pressão reduzida do EEI
Tabagismo
Esvaziamento gástrico 
retardado
Vômitos recorrentes
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DietoterapiaDietoterapia
RGE e EsofagiteRGE e Esofagite
OBJETIVOS
evitar dor eevitar dor e 
progressão dasprogressão das 
lesõeslesões
prevenir irritaçãoprevenir irritação 
da mucosada mucosa 
esofágica na faseesofágica na fase 
agudaaguda
não deitar nas 
duas horas 
posteriores às 
refeições 
irritam a mucosa
diretamente
diminuem a 
pressão do EEI
31
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Refeições em 
pequenos volumes
corrigir e mantercorrigir e manter 
peso saudávelpeso saudável
CafeínaCafeína
TeobrominaTeobromina
XantinasXantinas
ÁlcoolÁlcool
intensificandointensificando 
refluxorefluxo
EVITARCítricosCítricos
Bebidas carbonadasBebidas carbonadas
Alimentos picantesAlimentos picantes
EVITAR
não praticar 
atividades físicas 
logo após
Hipolipídica
palato, faringe e 
esfíncter 
esofágico
+ pode ocorrer 
engasgos
Comum ocorrer 
de forma 
"silenciosa"
diagnosticada a 
partir de 
avaliação do 
fonoaudiólogo
34
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DietoterapiaDietoterapia
NÍVEL II
próximo a 
textura normal 
(pães, arroz, 
bolos macios)
Em casos + graves
➝ via enteral 
exclusiva
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introdução e 
progressão p/ via oral 
conforme evolução do 
paciente consistência de 
acordo com 
avaliação do grau
geralmente +
cremosas
em casos de 
longo prazo, 
indicado 
gastrostomia
3 níveis de 
progressão de 
consistência
NÍVEL I
Purês 
homogêneos, 
baixa 
viscosidade
vegetais cozidos, 
frutas macias,
cereais umedecidos
NÍVEL IIIevitar frutas e 
vegetais duros, 
castanhas, 
sementes
Complementar 
individualmente as 
preparações com 
suplementação caso 
haja comprometimento 
da oferta nutricional 35
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DisfagiaDisfagia
EsofágicaEsofágica
Acalasia 
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Decorrente de 
obstruções 
(neoplasias, 
divertículos), 
espasmos difusos
distúrbios não 
específicos de 
motilidade, 
esclerose e 
escleroderma
ou
desnutrição 
comum nos 
pacientes
Maior dificuldade, 
chegando a consumir 
apenas líquidos
Avaliação com
indicadores 
antropométricos, 
bioquímicos e 
análise de consumo 
alimentar
distúrbio de 
motilidade do 
esôfago inferior
➝ disfagia
Avaliação Global 
Subjetiva (AGS)
Questões de alimentação
Ingestão alimentar 
Exame físico muito aplicado p/ auxílio 
no diagnóstico
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evitar sucos e 
frutas ácidas
levam ao 
quadro de 
refluxo 
gastroesofágico
DietoterapiaDietoterapia
Dieta hipercalórica 
e hiperproteica
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consistência de 
acordo com 
avaliação do grau
geralmente +
líquidas
Nutrição enteral 
pode ser 
indicada
quando líquido 
não for tolerado
Presença de 
inflamação na 
mucosa esofágicacondimentos e 
especiarias 
picantes
No caso da acalasia 
balões infláveis para 
dilatação do EEI, auxiliam 
no alívio da disfagia
mas
ou indicação 
cirúrgica
37
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Gastrite eGastrite e
ÚlcerasÚlceras
de forma aguda 
ou crônica
capazes de entrar em contato 
com a secreção 
cloridropéptica do estômago
AGUDA
tem uma curta duração e 
desaparece, em sua 
maioria, sem deixar 
sequelasCRÔNICA
maioria 
assintomática
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Gastrite = na 
inflamação da 
mucosa gástrica 
Causada por
Medicamentos (aspirina, 
AINES)
Álcool
Fumo
Estresse decorrente de 
queimaduras, politrauma
Helicobacter pylori
Úlcera = lesão 
caracterizada pela 
perda circunscrita do 
tecido
em regiões do trato 
digestivo
tem por etiologia a 
infecção por H. pylori e uso 
crônico de AINES
38
motivada pelo 
desequilíbrio entre os 
fatores que agridem 
a mucosa e os que 
protegem.
atrofia crônica 
e progressiva 
da mucosa
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DietoterapiaDietoterapia
Observar deficiências 
de: Se, vitamina B12, 
betacaroteno, vit. D, 
E, C e folato
Infecção por H.pylori
Energia: valor 
suficiente para 
manter ou 
recuperar peso
Curcumina, alicina 
e resveratrol
podem auxiliar 
tratamento
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39
Evitar xantinas 
presentes no 
chocolate, irritam 
a mucosa
Café estimula a 
produção de suco 
gástrico (incluindo o
descafeinado).
Alimentos ricos em 
açúcar e gorduras 
irritam a mucosa.
Carboidratos: 50 - 60%
PTN: 10 - 15%
LIP: 25 - 30%
5 a 6 refeições/dia, 
evitar longos 
períodos em jejum
Para frutas ácidas, 
respeitar 
tolerância do 
paciente
Casos de 
sangramento ⇢ 
jejum e observar 
evolução clínica
reiniciar com 
líquidos, evoluindo 
consistência
Não utilizar leite 
para amenizar
sintomas. Ameniza 
imediatamente 
mas depois há um 
efeito rebote que 
⇡ secreção 
gástrica.
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Síndrome doSíndrome do
Intestino IrritávelIntestino Irritável
principais 
sinais
Inicia na 
adolescência
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Distúrbio
funcional do sistema 
gastrointestinal
Dor e desconforto 
abdominal
 
associados a 
distensão abdominal,
tenesmo, 
constipação e/ou 
diarreia
Etiologia 
desconhecida
sintomas 
desencadeados 
por alimentos ou 
estresse 
psicológicos e 
fisiológicos
e/ou após 
episódio de 
gastroenterite 
aguda
FATORES DE RISCO:
Predisposição genética
IdadeDoença CelíacaDoença Celíaca
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Resposta autoimune 
ao glúten
resultante da 
presença de 
biomarcadores 
genéticos HLA-DQ fatores imunológicos 
e ambientais Manifestação
assintomáticos
formas graves 
de má absorção
Assintomática: sem 
sintomas associados 
com a DC
Clássica: presença de 
sintomas disabsortivos 
(esteatorreia, 
diarreia...)
Não clássica: sem 
sintomas 
disabsortivos + 
com outros 
presente (anemia, 
osteoporose...)
Diagnóstico por 
avaliação clínica, 
laboratorial e 
histológica
gerando inflamação 
severa na mucosa 
intestinal
Biópsia, anticorpos 
antitransglutaminase 
e antiendomísio
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ManifestaçõesManifestações
Dermatite 
hepetiforme
 
Pancreatite
Enzimas hepáticas
Osteoporose
Baixa estatura
Flatulência
Constipação
Diarreia
Anemia
Dor 
abdominal
Deficiências 
nutricionais
(B6, B9, cálcio, 
zinco e ferro...)
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Intolerância 
à lactose
Distensão abdominal
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DietoterapiaDietoterapia
trigo
centeio
cevada
malte
Substituição 
de grãos
Por produtos à 
base de
milho
batata
arroz
mandioca
quinoa
amaranto
Maioria dos 
pacientes tolera a 
aveia
devido quantidade 
reduzida de 
prolaminas 
presente
que ocorrem 
devido a má 
absorção
@nutrimiiga@nutrimiiga Corrigir 
deficiências (Ca, 
Fe, vit. D, B9, B12)
Exclusão de 
glúten da dieta
As prolaminas 
presentes nos 
alimentos possuem o 
potencial para causar 
a resposta imune
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AlergiaAlergia 
AlimentarAlimentar
amendoim
castanha
peixes
frutos do mar
As alergias 
desenvolvidas na 
infância 
geralmente 
desaparecem
leite de vaca
trigo
ovo
soja
Alergias que 
geralmente 
duram vida toda
Reações mediadas
 por IgE
Sensibilização com 
formação de 
anticorpos IgE
Reações não 
mediadas
 por IgE
Reações tardias, 
hipersensibilidade 
mediada por células
Reações mediadas por
IgE + linfócitos T e 
citocinas
desenvolve asma, 
dermatite 
atópica, 
gastroenterite 
@nutrimiiga@nutrimiiga
Reações 
imunológicas, 
mediadas por IgE
ou não
desenvolve urticária, 
dermatite atópica, 
angioedema, anafilaxia
desenvolve 
enterecolite, 
proctite, 
enteropatia, 
dermatite de 
contato
Reações mistas (IgE e 
células)
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PancreatitePancreatite
PANCREATITE AGUDA 
ativa enzimas 
digestivas que 
liberam citocinas
decorrente de álcool, 
doenças do trato biliar, 
hipertrigliceridemia, 
traumas abdominais
AGUDA LEVE
intensa resposta 
inflamatória sistêmica, 
hipermetabolismo e 
insuficiência orgânica 
múltipla.
desenvolvendo 
inflamação e 
provocando lesão
AGUDA GRAVE
decorrente da 
inflamação 
persistente do 
pâncreas 
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Inflamação no 
pâncreas
caracterizada por 
edema, axsudato 
celular e necrose 
gordurosa
edema discreto, dor 
abdominal, vômito 
com ⇡ de gasto 
energético e 
catabolismo
PANCREATITE CRÔNICA
com 
comprometimento 
de absorção e 
desenvolvimento 
de DM
dor abdominal, 
anorexia, náuseas, 
esteatorreia, 
desnutrição
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DietoterapiaDietoterapia
Pode ser necessária 
suplementação de vit. 
A, D, E, K e B12
devido esteatorreia
Normoglicídica com 
acompanhamento 
de glicemia
PTN: 1 - 1,5g/kg/dia
Álcool: exclusão 
total
PANCREATITE AGUDA 
GRAVE 
TNE com uso de dieta 
polimérica ou 
oligomérica, 
observando 
tolerância 
observar necessidade 
de utilização da 
glutamina
@nutrimiiga@nutrimiiga
PANCREATITE AGUDA 
PANCREATITE CRÔNICA 
e minerais cálcio, 
zinco, magnésio
30 - 35kcal/kg/dia
20kcal/kg/dia + progressão 
gradativa quando houver 
desnutrição grave
LIP: 30% VET
Sem ganho de peso 
e com persistência 
de esteatorreia, 
reduzir para 20% + 
TCM
dieta leve com pouca 
gordura e progressão 
de acordo com 
tolerância 
uso de probióticos é 
contraindicado
25 - 35kcal/kg/dia
1,2 - 1,5kcal/kg/dia
50
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Whatsapp: (75) 9 98808893
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Referência
Cuppari L Nutrição clínica no adulto. 4ª edição. São Paulo: Manole; 2014.
Nutrição Clínica – Fisiopatologia e Dietoterapia / Organizadora: Gabriela Perez Vieira; Autores: 
Gabriela Perez Vieira, Ana Paula Azevêdo Macêdo, Camila Anjos, Gabriele Pereira Rocha, Jilmara 
Fiuza de Oliveira, Luana de Oliveira Leite, Mariane dos Santos Gonçalves, Naiara Brunelle 
Oliveira Neiva, Naruna Pereira Rocha, Ramona Souza da Silva Baqueiro Boulhosa e Valter Paulo 
Neves Miranda. – 3. ed. – Salvador, BA : Editora Sanar, 2022. 515 p. (Coleção Manuais de 
Nutrição, v. 4).
1.
2.
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