Prévia do material em texto
UEPA - Fisiologia do Exercício Educação Física - 2018 Discente: Jéssica Nogueira Pinto Resumo do Artigo - Termoregulação Adaptações agudas e crônicas do exercício físico no sistema cardiovascular No artigo é feita uma explicação de alguns temas elaborados na linha de pesquisa “Adaptações agudas e crônicas do exercício físico sobre o sistema cardiovascular” nos últimos 10 anos. Os conteúdos são bastante satisfatórios, abrangendo conhecimentos clínicos indo além de experimentação animal, com o intuito de aprofundar os mecanismos pelo qual o exercício físico agudo e crônico interfere no sistema cardiovascular de indivíduos controle e portadores de diversas cardiopatias e distúrbios metabólicos. Sobre os efeitos agudos do exercício físico de acordo com as função cardiovascular, percebe-se que são modificações que acontecem nos sistemas fisiológicos ao longo do exercício. Durante exercício físico, é esperado aumento de frequência cardíaca, do débito cardíaco, e possui a função hipotensora de relevância clínica, sobretudo aos hipertensos. Por tanto, a prática regular e adequada de exercícios físicos deve ser recomendada para a prevenção e o tratamento da hipertensão arterial. Sugerindo a associação do treinamento físico ao tratamento farmacológico. No entanto, há várias lacunas que necessitam ser preenchidas. Dos efeitos crônicos do exercício físico sobre a frequência cardíaca, em meio as adaptações da frequência cardíaca ao treinamento físico também está a menor resposta taquicardia ao decorrer da prática dos exercícios em mesma intensidade absoluta. Sendo assim, no experimento. Dessa forma, observou -se que ratos treinados apresentaram menor taquicardia associada a uma menor retirada vagal e menor intensificação simpática quando comparados aos ratos controles. Com relação a insuficiência cardíaca, os pacientes apresentaram três aspectos muito importantes. O primeiro, que o treinamento físico melhora a qualidade de vida do paciente com insuficiência cardíaca. Segundo, o treinamento físico pode corrigir a disfunção neurovascular na insuficiência cardíaca. E terceiro, que a atividade nervosa simpática muscular está relacionada ao prognóstico de vida do paciente com insuficiência cardíaca. Colaborando para o conhecimento acerca da obesidade e para o tratamento de obesos, o grupo estudou as alterações cardiovasculares e seus mecanismos na obesidade humana, além das consequências da dieta hipocalórica e do exercício físico regular. Os resultados do estudo mostraram que, embora a dieta isoladamente provoque a mesma perda de peso corporal que a dieta associada ao treinamento, constatou-se que a perda ocorria em função da perda de massa gorda e também da massa magra. O estudo dos efeitos do exercício na insuficiência cardíaca e obesidade, contribuiu para a área de fisiologia do exercício, acerca dos conhecimentos sobre o controle neuro vascular nessas doenças. Dessa forma, os resultados alcançados colaboraram para o avanço da pesquisa nessa área do conhecimento, já que confirmaram que o exercício físico é eficaz na diminuição da hipertensão arterial em indivíduos hipertensos.