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FACULDADE ESTÁCIO DO AMAZONAS
CURSO EM PEDAGOGIA
VALÉRIA BRAZ TRINDADE
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NOS ANOS INICIAIS E OS DESAFIOS DE SE
ALFABETIZAR NO SÉCULO XXI
MANAUS – AMAZONAS
2023
VALÉRIA BRAZ TRINDADE
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NOS ANOS INICIAIS E OS DESAFIOS DE SE
ALFABETIZAR NO SÉCULO XXI
Artigo apresentado como requisito obrigatório
para a Conclusão do Curso de Pedagogia, no
formato de Artigo Científico, resultante da
pesquisa desenvolvida no ano de 2023, sob
orientação da Prof. Wilna Mello.
MANAUS – AMAZONAS
2023
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NOS ANOS INICIAIS E OS
DESAFIOS DE SE ALBETIZAR NO SÉCULO XXI
Valéria Braz Trindade1
RESUMO
Este artigo vem abordar a temática da Alfabetização e do Letramento nos anos iniciais
e os desafios do presente século na alfabetização. Através de uma pesquisa
bibliográfica, feito pelos estágios obrigatórios da faculdade foi possível se observar,
que vem crescendo cada vez mais o número de crianças que chegam no 4ª e 5ª ano
do Ensino Fundamental I sem saber ler e com dificuldades na escrita também. Através
deste estudo de campo esse artigo vem mostrar, a dificuldade da alfabetização no
século XXI, que com a pandemia da COVID 19, também fez com que essas crianças,
tivessem mais dificuldades em ser alfabetizadas por diversos motivos. O artigo
também mostra a importância da família, nesse processo de alfabetização e a
importância de o professor ter um olhar, abrangente e acolhedor no ambiente escolar.
A pesquisa ressalta que através dos métodos construtivista e tradicional, pode-se
amenizar o problema da alfabetização que já é antigo no Brasil.
Palavras-chave: Alfabetização e Letramento. Desafios. Métodos de Ensino.
Construtivista e Tradicional.
ABSTRACT
This article addresses the theme of Literacy and Literacy in the early years and the
challenges of the present century in literacy. Through a bibliographical research,
carried out by the mandatory college internships, it was possible to observe that the
number of children who arrive in the 4th and 5th year of Elementary School I is growing
more and more without knowing how to read and with difficulties in writing as well.
Through this field study, this article shows the difficulty of literacy in the 21st century,
which with the COVID 19 pandemic, also made these children have more difficulties in
being literate for several reasons. The article also shows the importance of the family
in this literacy process and the importance of the teacher having a comprehensive and
welcoming look at the school environment. The research points out that through the
constructivist and traditional methods, the literacy problem that is already old in Brazil
can be alleviated.
Keywords: Literacy and Literacy. Challenges. Teaching Methods. Constructivist
and Traditional.
1. INTRODUÇÃO
A alfabetização e o letramento são fundamentais para o desenvolvimento
cognitivo e social dos indivíduos, especialmente nos anos iniciais da educação. Ao
longo da história, a aquisição da leitura e escrita tem sido um desafio constante, e no
século XXI, novos desafios emergem nesse contexto.
Nesta pesquisa, exploraremos a temática da alfabetização e letramento nos
anos iniciais, analisando os desafios que surgem no século XXI para aqueles que se
dedicam a alfabetizar crianças nessa fase crucial de aprendizado. Compreenderemos
como a alfabetização e o letramento se relacionam, destacando suas diferenças e
complementaridades, bem como a importância desses processos para a formação
plena dos indivíduos.
No contexto atual, a sociedade passa por profundas transformações,
impulsionadas pelo avanço tecnológico e pela globalização. As demandas de uma
sociedade cada vez mais digital e complexa apresentam novos desafios para o
processo de alfabetização. As habilidades tradicionalmente associadas à
alfabetização, como ler e escrever, não são mais suficientes. O letramento, que
abrange a capacidade de compreender e produzir textos em diferentes mídias e
contextos, torna-se cada vez mais essencial.
Os avanços tecnológicos trazem consigo uma ampla gama de recursos
multimodais, como vídeos, imagens, gráficos e hipertextos, que ampliam as
possibilidades de leitura e escrita. No entanto, também apresentam desafios, como a
necessidade de desenvolver habilidades de leitura crítica e a capacidade de lidar com
a sobrecarga de informações. Além disso, as mídias digitais trazem mudanças nos
processos de produção textual e nas formas de interação social, exigindo uma
reflexão sobre como essas transformações afetam o ensino da língua escrita.
Além disso, o contexto sociocultural diversificado em que as crianças estão
inseridas demanda práticas de alfabetização sensíveis às diferenças. Conforme
argumenta Kleiman (2005), "o letramento é socialmente situado e culturalmente
determinado". Reconhecer e valorizar as múltiplas linguagens, as variáveis
linguísticas e as diferentes formas de expressão presentes na sociedade é
fundamental para promover a equidade e a inclusão.
Outro desafio importante no século XXI é o contexto sociocultural diversificado
em que as crianças estão inseridas. A alfabetização deve considerar as múltiplas
linguagens presentes na sociedade contemporânea, como as variantes linguísticas,
as diferentes culturas e as formas de expressão que vão além do texto escrito. É
necessário, portanto, repensar as práticas de alfabetização de forma a contemplar
essa diversidade e promover a equidade no acesso ao conhecimento.
Diante das transformações sociais, culturais e tecnológicas do século XXI,
quais são os principais desafios enfrentados pelos educadores no processo de
alfabetização e letramento nos anos iniciais?
Algumas questões norteadoras entram nesse plano, como:
• Quais são os principais desafios enfrentados pelos educadores no processo de
alfabetização e letramento nos anos iniciais do século XXI?
• Quais abordagens pedagógicas estão sendo utilizadas para promover a
alfabetização e letramento nos anos iniciais e como elas lidam com os desafios atuais?
Diante desses desafios, esta pesquisa tem como objetivo investigar como os
professores dos anos iniciais estão enfrentando os desafios de alfabetizar no século
XXI, buscando compreender suas práticas, estratégias e dificuldades. Serão
analisadas as abordagens utilizadas para promover a alfabetização e o letramento
nesse contexto, bem como as possíveis contribuições das tecnologias digitais para
esses processos.
Por fim, espera-se que este estudo possa contribuir para uma reflexão ampla
sobre a alfabetização e letramento nos anos iniciais, considerando os desafios do
século XXI. A compreensão desses desafios é essencial para o aprimoramento das
práticas educacionais, visando uma formação mais completa e adequada às
demandas do mundo contemporâneo.
2. ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
O presente estudo tem como enfoque principal a Alfabetização e o Letramento
como processos que caminham juntos, este trabalho, em especifico, busca repensar
a aquisição da língua escrita, baseada no alfabetizar letrando, não basta ao indivíduo
ser simplesmente alfabetizado, ou seja, aprender meramente a decodificar.
É necessário e de suma importância que o indivíduo seja também letrado para
que possa exercer as práticas sociais de leitura e escrita que a sociedade exige, estar
alfabetizado é ver o mundo com outros olhos, com olhos de leitor e escritor, com olhos
de quem aprende e vai levar o seu aprendizado para a toda a vida. Estar alfabetizado
é muito mais do que pegar um texto e decodificar ler apenas, ser alfabetizado é
compreender é abrir os olhos para um novo mundo do saber, é ir muito mais além do
quesaber ler e escrever um texto que tenha sentido, entender o que está nas entre
linhas ao interpretar um texto.
Uma pessoa que não consegue entender um pequeno texto ou só escreve um
monte de palavras é um analfabeto funcional. A alfabetização é um processo que
acontece no decorrer da vida do indivíduo, quanto mais se estuda mais capacidade a
pessoa terá de usar a linguagem efetiva, ela terá uma maior possibilidade de se
expressar. Então não podemos dizer que uma criança que estuda apenas quatro ou
oito anos esteja alfabetizada, a grande maioria apenas escreve e decodifica textos e
elas só vão desenvolver suas capacidades com a continuação dos estudos e com a
maturidade o aprendizado nunca termina sempre teremos coisas novas a aprender
que levaremos por toda a vida.
“Para Soares (2006, p.31), a alfabetização é a ação de alfabetizar, de tornar
alfabeto.” Com base na autora compreende-se que, alfabetização é o processo que
torna o indivíduo capaz de ler e escrever.
Compreende-se que o processo de alfabetização não se inicia no ambiente
escolar e sim fora dele, e que as crianças ao adentrarem a escola já levam consigo
uma bagagem de conhecimentos e que apenas irão desenvolver esses
conhecimentos de forma sistemática, por meio de práticas pedagógicas desenvolvidas
pelo professor, as quais são conducentes para o desenvolvimento do processo da
alfabetização da criança (ferreiro 195).
Alfabetização escolar é entendida como um processo de ensino e
aprendizagem da leitura e escrita em língua materna, na fase inicial de
escolarização da criança - é um processo complexo e multifacetado que
envolve ações especificamente humanas e, portanto, políticas,
caracterizando-se como dever do Estado e direito constitucional do cidadão
(MORTATTI 2010, p.329).
Desta forma, entende-se que o processo de alfabetização também se dá por
meio da prática pedagógica em que o professor se torna peça fundamental no qual
precisa estar preparado e atualizado para exercer a função de alfabetizador, de que,
quanto mais preparado e disposto estiver, maior a possibilidade de seu trabalho
apresentar resultados mais satisfatório com as crianças.
Cada criança tem seu próprio tempo, e os educadores estão cientes.
Diferentes teorias de aprendizagem se propõem a explicar como a criança
aprende por associação (estímulo-resposta), pela ação do sujeito sobre o objeto do
conhecimento (construtivismo), pela ação do sujeito (socio interacionismo).
Essas teorias, que assumiram a dianteira na formação de professores em
diferentes momentos históricos, embasam (ou condenam) certos métodos e técnicas
de alfabetização. Mas nem sempre explicam por que alguns alunos aprendem
rapidamente e outros não.
Será o fracasso escolar, fenômeno social antigo e persistente em nosso país,
uma questão de métodos? Não. Desde a década de 1989(Carvalho, 1987), a pesquisa
sobre alfabetização tem indicado um conjunto de fatores escolares responsáveis pela
evasão e repetência, que afetam fortemente as classes de alfabetização e de primeira
série.
As condições inadequadas de ensino, que estamos ainda longe de superar
mesmo nas grandes cidades, são turmas numerosas, jornada escolar insuficiente,
despreparo das professoras, métodos inadequados ou mal aplicados, material
didático desinteressante, falta de biblioteca e salas de leitura etc.
Os fatores extraescolares são sociais e decorrem da pobreza das famílias:
ingresso tardio na escola, frequência irregular devido a doenças ou a condições de
trabalho dos pais ou das crianças, falta de recursos para comprar material didático,
ausência de livros e jornais no lar, pais analfabetos, pouca ou nenhuma cooperação
entre a escola e as famílias (Carvalho, 1987).
Cada um desses fatores, isoladamente, não é suficiente para explicar as
dificuldades de um determinado aluno. Há fracassos sociologicamente previsíveis,
mas há também meninos e meninos pobres, de famílias iletradas, estudantes em
escolas de baixa qualidade, que aprendem a ler no seu primeiro ano escolar,
superando condições adversas.
Os repetentes crônicos geralmente acumulam uma série de desvantagens:
frequentam escolas ruins, tiveram pouco contato com a leitura e a escrita antes de
ingressar na escola, faltam muito, perderam a motivação para aprender, têm baixa
autoestima decorrente da pobreza, de maus-tratos, da repetência etc. Estes são os
casos que representam os maiores desafios para as professoras.
No século XXI são cerca de vinte milhões de analfabetos, aos quais se somam
outros tantos cidadãos que possuem apenas rudimentos de leitura e escrita. No
entanto, espera-se que os trabalhadores urbanos das funções mais modestas tenham
no mínimo condições de ler e entender avisos, ordens, instruções. Para as funções
qualificadas, exigem-se pessoas capazes de usar a leitura e a escrita para obter e
transmitir informações, para comunicar-se, para registra fatos. Daí a responsabilidade
da escola, especialmente da escola pública, de oferecer oportunidades e letramentos
a todos.
Para a professora, a primeira turma de alfabetização é uma responsabilidade
que preocupa e assusta. Colegas de trabalho e famílias dos alunos estão atentos aos
resultados. Quem tem êxito constrói uma reputação valiosa. Quem fracassa, recebe
no ano seguinte uma turma mais fraca, de crianças mais pobres, repetentes, que não
têm quem olhe por elas.
Por que muitas professoras consideram difícil ensinar a ler? Tenho algumas
hipóteses.
Alfabetizar uma turma de 28,30 ou mais alunos é muito diferente de alfabetizar
uma única pessoa, em particular. Os ritmos de aprendizagem variam as experiências
anteriores dos alunos com a leitura e a escrita também.
2.1 OS DESAFIOS NA ALFABETIZAÇÃO NO SÉCULO XXI
A alfabetização no século XXI enfrenta uma série de desafios que estão
diretamente relacionados às transformações sociais, culturais e tecnológicas pelas
quais passamos. Como afirma Magalhães (2015), "A alfabetização contemporânea
está inserida em um contexto de pluralidade de linguagens e mídias, o que implica a
necessidade de repensar as práticas de ensino da leitura e da escrita".
Um dos principais desafios é a crescente presença das tecnologias digitais na
vida cotidiana das crianças. Conforme aponta Ferreira (2018), "A era digital trouxe
consigo a necessidade de repensar o processo de alfabetização, considerando as
múltiplas linguagens presentes no mundo digital". Nesse sentido, é fundamental que
a escola esteja preparada para explorar as potencialidades dessas tecnologias e
utilizá-las de forma significativa no processo de alfabetização.
No entanto, a simples presença das tecnologias digitais não garante uma
alfabetização efetiva. Conforme destaca Soares (2012), "A leitura digital não substitui
a leitura alfabética, mas a complementa e a amplia". É necessário que os educadores
compreendam a importância de desenvolver não apenas habilidades de decodificação,
mas também habilidades de leitura crítica e interpretação das informações presentes
no mundo digital.
Além disso, a diversidade sociocultural se apresenta como outro desafio na
alfabetização no século XXI. Como argumenta Kleiman (2005), "O letramento é
socialmente situado e culturalmente determinado". Portanto, é fundamental que as
práticas de alfabetização estejam sensíveis às diferenças e valorizem as múltiplas
linguagens e formas de expressão presentes na sociedade.
Diante desses desafios, é necessário repensar as práticas pedagógicas.
Segundo Macedo (2016), "A alfabetização no século XXI requer práticas que
promovam a interação, a colaboração e o uso crítico das informações disponíveis".
Os educadores devem buscar estratégias de ensino que explorem as potencialidades
das tecnologias, estimulem a participação ativa dos estudantes e valorizem suas
experiências e conhecimentos prévios.
Portanto, para enfrentar os desafios daalfabetização no século XXI, é
necessário um olhar atento e reflexivo por parte dos educadores. Como afirma Freire
(2003), "Alfabetizar é mais do que simplesmente ensinar a ler e escrever, é ajudar a
formar cidadãos capazes de ler o mundo e de transformá-lo". Somente através de
práticas pedagógicas inovadoras, sensíveis à diversidade sociocultural e ao contexto
digital, será possível garantir uma alfabetização efetiva e significativa para as crianças
e jovens do século XXI.
2.2 O PAPEL DO PROFESSOR NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO
Ensinar é uma das profissões mais desafiadoras que alguém pode escolher
para si e, considerando a importância do cenário de desenvolvimento na primeira
infância, o papel do professor nos anos iniciais é especialmente engenhoso. Esse é o
profissional que estabelece a construção do sucesso de uma criança nos primeiros
anos de escola, e consequentemente, em toda vida estudantil que virá.
É papel do professor também escutar a criança, incluindo a interpretação de
palavras e ações. O ato de escuta atenta que o ajudará a determinar as necessidades
de cada um e trabalhar pontualmente na promoção do desenvolvimento da criança.
O professor é um facilitador da aprendizagem e também é um treinador, esse
professor tenta encorajar as crianças com quem trabalha.
Porém o que tem se observado é professores que se formam, vão para a sala
de aula, e não conseguem alfabetizar.
Os questionamentos dos mesmos são um elevado número de alunos dentro da
classe, junto com crianças com algum tipo de transtorno ou deficiência. E cada vez
mais essas crianças são deixadas de lado, e devido a um sistema que não reprova
mais, elas vão passando de ano sem ser alfabetizadas.
O professor tem que ser esse estimulador, na vida educacional da criança, pois
se em casa eles não recebe esse estímulo, é preciso que na escola, o professor o
faça, como sendo parte da sua capacitação e profissão de educador.
Em uma pesquisa de campo realizado por mim, num período de estágio, pude
observar crianças da 3º ao 5º ano, sem saber ler e muitas sem saber escrever. Porque
às vezes eles até copiam da lousa, mas não sabem ler, a maior dificuldade ainda é a
leitura.
E a maioria dessas crianças, que não sabem ler ou escrever são crianças de
periferia, que estão muitas vezes em condições extremas de pobreza ou de pais
separados e que passam o dia fora de casa e são de escola pública.
O papel do professor dentro da sala de aula é de educador e incentivador, e se
ele não souber ou não quiser exercer isso, vai se agravar a situação do analfabetismo.
Não falo de tomar a posição de pais dessas crianças, pois os mesmos não são, falo
de o professor fazer seu trabalho apenas, com amor dedicação e disposição e ter um
olhar de misericórdia para com essas crianças.
Os professores precisam praticar continuamente, aprender enquanto ensinam
aos alunos. Eles devem ser um modelo de ensino para sua comunidade.
2.3 A INFLUÊNCIA DA FAMÍLIA NA VIDA DO ALUNO
Em muitos casos, as dúvidas das crianças são desafiadoras para os familiares,
que nem sempre conhecem as melhores maneiras de orientar didaticamente. A
maioria das crianças é de escola pública, até mesmo os pais não chegaram até uma
formação, e por conta disso não sabem como orientar, e isso faz com que se dificulte
bastante a alfabetização desses alunos.
Assim a parceria com a família é fundamental para conhecer melhor as
dificuldades e orientar sobre práticas que podem ajudar. Por isso é importante que
exista uma parceria com a escola, que pode promover espaços para diálogo e
apresentação dessas necessidades para encontrar estratégias mais adequadas.
Naturalmente, a criança que entra no fundamental i passa por uma fase de
adaptação, que consiste em um misto de sensações. Ela estará deixando os períodos,
maiores de brincadeiras de lado, para adotar uma rotina de aprendizados mais
complexos para ela, que exigem mais responsabilidades e dedicação. Sendo assim,
mais do que nunca, ela precisará do apoio dos familiares, que devem compreender
essa etapa de insegurança e descobertas.
A união escola/ família também é muito importante, pois mostra ás crianças que
elas podem se sentir e satisfeitas dentro do ambiente escolhido para proporcionar
novos conhecimentos.
Segundo a autora Luciene Martins Tanaka “a família é o âmbito em que a
criança vive suas maiores sensações de alegria, felicidade, prazer e amor, o campo
de ação no qual experimenta tristezas, desencontros, brigas, ciúmes, medos e ódios.
A família inserindo-se na escola, indo além por contatos informais, por conversas
breves, em que cada escola e cada educador desenham em conjunto com a família
caminhos e alternativas de compartilhamento. O propósito é que essa parceria se
construa por meio de uma intervenção planejada e consciente, para que a escola
possa criar espaços de reflexão e de experiências de vida em uma comunidade
educativa, estabelecendo acima de tudo a aproximação entre as duas instituições.”
Assim a família e a escola precisam andar juntas, serem parceiras para que os
alunos possam realmente ter um maior aproveitamento dentro do ambiente escolar,
não basta somente à escola se preocupar na aprendizagem, a família é parte
fundamental dentro desse “jogo” em que as duas partes só têm a ganhar e se
beneficiar com esse relacionamento.
Sem o apoio e acompanhamento da família o processo de alfabetização, na
vida dessa criança se torna muito maior.
A criança terá mais dificuldade de aprender e levará um maior para que isso
aconteça. Diferente de uma criança que é acompanhada, essas com certeza terão
uma evolução maior.
Família e escola precisam caminhar juntas, para um avanço maior na
aprendizagem das crianças.
2.4 AS METODOLOGIAS TRADICIONAIS E CONSTRUTIVISTAS NO PROCESSO
DE ALFABETIZAÇÃO E TEÓRICOS
Crianças inquietas e perguntadoras ficarão estimuladas pelo método
construtivista, enquanto crianças metódicas e disciplinadas absorvem melhor a
informação da forma tradicional.
O método tradicional foi usado durante muitos anos pela maioria das escolas e
consiste na passagem da informação pelo professor para os alunos que assistem ás
aulas. A lição é um reforço do condicionamento dado em sala de aula.
No método construtivista o professor é um mediador entre os alunos e a
informação. A partir de situações cotidianas, da natureza ou de fantasias (histórias de
um livro ou desenho animado) as crianças procuram informação sobre o
conhecimento e tiram suas próprias conclusões. O trabalho para a casa é uma
pesquisa que auxilia no encontro das respostas.
Cada indivíduo aprende a um ritmo diferente. Além disso, está provado que os
indivíduos são capazes de obter progressos notáveis em condições favoráveis.
Consequentemente, nos métodos de ensino tradicionais apenas se utiliza uma
pequena parte de aprendizagem humana.
Nas aulas tradicionais, os alunos esforçam-se por assimilar a matéria dada pelo
professor, e tentam ao mesmo tempo calcular o que o professor espera que eles
saibam, atribuindo mais interesse aos respectivos tópicos enquanto aprendem. Esta
concentração predominante nos testes, e a consequência de que muitas atividades
estão fora de contato com a realidade, pode ressaltar em situações em que o aluno
aprende apenas seletivamente e esquece, pouco depois do teste, o conhecimento
adquirido, ou tem dificuldade em aplicá-lo em novas situações.
No construtivismo os alunos não têm acesso direto á realidade porque o
cérebro apenas possui sinais eletrônicos. A realidade é construída tendo por base
estes sinais.
Os construtivistas abandonam o conceito de que o conhecimento é algo que
pode ser transferido da cabeça do professor para a cabeça do aluno. O ensino é tido
como um ato individual, criativo e inventivo. Se cada aluno tem a sua maneira de
processar o conhecimento adquirido, têm de existir “tantasformas de imprevisíveis e
individuais de aprendizagem como alunos”.
Na escola tradicional o professor é a figura central, ele ensina de maneira
sistemática e o aluno absorve o conteúdo. Nas escolas mais tradicionais os conteúdos
dados pelo professor não podem ser questionados e são vistos como uma verdade
absoluta. O tipo de avaliação é feito levando em conta a pontuação obtida pelo aluno
e isso mede o conhecimento que ele absorveu durante as aulas e estudos em casa.
Na escola construtivista o professor não é visto como único detentor do
conhecimento, o estudante constrói o conhecimento através de formulação de
hipóteses e da resolução de problemas. O objetivo do construtivismo é que o aluno
adquira autonomia. As disciplinas são trabalhadas numa relação mais próxima com
os alunos e envolve fatores interdisciplinares. O construtivismo foi idealizado para
acabar com as provas, porém as escolas construtivistas na sua grande maioria
realizam as provas normalmente.
É por isso que é preciso haver um equilíbrio entre as teorias.
Porque se for aplicado penas um método, o ensino fica com uma lacuna na
aprendizagem e com isso o aluno, pode ter dificuldade na aprendizagem. Então é
preciso ser dado os dois métodos juntos, de forma sistemática, organizada e
harmoniosa.
Não se pode eliminar um método, por ser mais rígido que o outro, ou se eliminar
por ser mais liberal.
O método tradicional tem as suas vantagens e é um método, que leva o aluno
a querer atingir uma meta.
E o construtivista é um método que leva o aluno a pesquisar e a fazer uma
análise crítica, diante de algo que ele discorda ou concorda.
Jean Piaget é conhecido como o “pai” do construtivismo, linha de pensamento
que explora a concepção e construção de conhecimentos dos seres humanos, a partir
de suas relações com o meio. Esse conceito insinua que as crianças, por exemplo,
não aprendam conteúdos de forma passiva, mas participam ativamente desse
aprendizado, evoluindo gradativamente conforme for entendendo e reunindo com o
que já sabem é o devido ato de construir conhecimentos.
O construtivismo propõe também que mesmo que o aluno seja um agente ativo
em sua aprendizagem, precisa de alguém que evoque essas potencialidades, nesse
caso, é o professor que assume esse papel.
Para Piaget, uma criança pode aprender a escrever unindo algo que ela já
conhecia como rabiscar o papel, por exemplo, e que podemos chamar de processo
de assimilação, e algo que ela inda irá aprender como escrever não mais rabiscos
subjetivos, mas agora símbolos do alfabeto conhecido como processo de
acomodação.
Vygotsky é denominado o criador da psicologia interativeste sociocultural. Ele
também foi o primeiro psicólogo da era moderna a propor que a cultura se acrescenta
ao ser humano a partir da atividade do cérebro. Para ele, o poder de se expressar
pela linguagem é o que nos torna verdadeiramente humanos.
Contemporâneo de Piaget, o estudioso russo diz que é importante que os
professores avaliem as crianças pelo que elas estão aprendendo no exato período, e
não por aquilo que elas já absorveram de conhecimento. Suas teorias englobam
inúmeros conceitos de aprendizagem, interação e compreensão, e se destacam
principalmente em seu estudo sobre zona de desenvolvimento proximal: aquele
processo no qual a criança
Mistura funções já aprendidas a outras que ela não conhece ainda, para depois
formar novas formações, sempre assistida por um professor.
Um dos verdadeiros especialistas em educação do Brasil, Paulo Freire
elaborou uma verdadeira metodologia voltada para a alfabetização de adultos na
década de 60, que mais para frente ficou conhecida como “método de Paulo Freire”.
Ele formulou esse conceito quando o Brasil passava pelo período de rede
cromatização, marcado por temas centrais como o nacionalismo, a democracia e o
processo de desenvolvimento do país.
Em meio a tal contexto, freire se mostrou incomodado com a seguinte questão:
“como o Brasil pode se desenvolver seja socialmente, economicamente, politicamente,
culturalmente, etc., se é formado substancialmente por analfabetos. Dentro dessa
problemática, o pedagogo começou a desenvolver dentro da atual universidade
federal de Pernambuco um modelo para alfabetizar jovens e adultos.
O interessante da teoria de Paulo Freire é que ela possui uma motivação muito
além da educativa. Ele, na verdade, pensava a alfabetização como um produto
fabricado pela sociedade da época, na qual era composta por u governo que não
priorizava a educação e uma população escandalosamente desigual. Ainda era o
tempo em que poucos tinham acesso às escolas e, pela necessidade de subsistência,
principalmente em regiões pobres como o Nordeste, o trabalho começava a fazer da
vida bem cedo.
Sendo assim ele levou em consideração o contexto histórico e social que o
Brasil vivia para ensinar adultos a partir das vivências que eles tinham. Um de seus
projetos iniciais resultou na alfabetização de cerca de 300 cortadores de cana,
moradores do rio grande do Norte, em aproximadamente 45 dias.
2.5 OS EFEITOS DA PANDEMIA NA ALFABETIZAÇÃO
Conforme novas pesquisas vão sendo feitas, mas concretude é dada ao
prejuízo que a pandemia trouxe á educação de crianças e adolescentes do Brasil e
do mundo. Os últimos dados da pesquisa nacional por amostra de domicílios contínuo
(PNAD contínuo-IBGE), por exemplo, alertam para a situação de crianças de 6 e 7
anos em alfabetização.
Segundo a pesquisa, de 2019 a 2021, houve um aumento de 66,3% no número
de crianças nessa faixa etária que não sabiam ler e escrever, de acordo com seus
responsáveis um total de 2,4 milhões de crianças entre 6 e 7 anos nessa situação em
2021.
Os dados também mostram como a pandemia afetou de forma desigual
crianças de diferentes recordes sociais. A diferença no percentual de crianças brancas
nessa faixa que não sabiam ler e escrever aumentou de 8,5% em 2019 para 12,3%.
Entre as crianças mais pobres, o percentual aumentou de 33,6% para 51% de 2019 a
2021; enquanto, entre as mais ricas, o aumento foi de 11,4% para 16,6%.
Assim como a pandemia fez as pessoas terem mais acesso ao uso da internet
e dos meios eletrônicos portáteis, para o acesso á educação para crianças e adultos
á maioria, também agravou muito os efeitos da alfabetização, como mostram as
pesquisas. Porque se torna difícil alfabetizar sem meios concretos, apesar de toda
evolução que a internet oferece.
Alfabetizar uma criança ainda exige o contato, concreto com todo o material e
com a criança, coisa que a internet não consegue fazer. Devido a isso a pandemia
agravou ainda mais um problema que já existia e com a pandemia só piorou.
A pandemia fez com que as crianças e pais se acomodassem ainda mais,
muitas crianças da classe média, baixa ficassem sem estudar, por diversas
dificuldades, como não ter acesso á internet, não ter celular, computador e também
por não conseguem acompanhar as aulas, por dificuldade de aprendizado á distância.
Os agravos da pandemia foram gigantescos, não só na doença em si com muitas
mortes, mas com os impactos que trouxe na educação de crianças, que ficaram sem
poder ir para a escola.
Tendo em vista que ler e escrever são habilidades fundamentais para que os
estudantes tenham as condições necessárias para o seu desenvolvimento, a base
nacional comum curricular (BNCC aponta a alfabetização como foco da ação
pedagógica nos dois primeiros anos do ensino fundamental, ‘a fim de garantir amplas
oportunidades para que os alunos se apropriem do sistema de escrita alfabética de
modo articulado ao desenvolvimento de outras habilidades de leitura e de escrita e ao
seu desenvolvimento em práticas diversificadas de letramentos. ’
A nota técnica pontua ainda que os dados dos desafios impostos á educação
em razão da pandemia são preocupantes, e serão necessárias ações do poder público
nasesferas municipais, estaduais e federal para a mitigação de inúmeros efeitos
negativos.
2.6 O CAMINHO DA SOLUÇÃO PARA A ALFABETIZAÇÃO
Quando existe essa relação de parceria, os desafios da alfabetização podem
ser superados com mais facilidade, pois há o suporte necessário para que as
habilidades se desenvolvam plenamente. E a escola tem é claro um papel central,
onde ela é a ponte para a descoberta do conhecimento.
Que o salário dos professores lhes permita viver com dignidade, para que assim
eles possam ter interesse em alfabetizar.
O educador deve trabalhar com um olhar sensível para seus alunos, visando
descobrir formas de ativar as habilidades e aptidões deles para com o objetivo a ser
aprendido.
Isso também pode ser aplicado com a alfabetização e a aprendizagem,
principalmente quando falamos da teoria da assimilação e acomodação de Piaget.
Uma forma eficaz de ensinar crianças em fase de alfabetização é por meio de
situações-problema. Esta consiste em questão elaborada seguindo os padrões de
aprendizado daquela faixa etária e exemplificando situações reais do cotidiano. É
como se o professor apresentasse aos alunos um problema que eles podem enfrentar
em suas vidas relacionadas á disciplina estudada.
Conheça o passo o passo básico para criar situações- problema para alunos
do primeiro ano do ensino fundamental.
• O obstáculo da situação- problema deve ser apresentado para a classe.
• A situação deve ter caráter concreto e deve ser analisada pelos alunos (ao
modo deles).
• O professor pode ajudá-los a formular hipóteses e planejar estratégias para
resolver tal problema.
• Descobrir o enigma do problema será um verdadeiro para os alunos.
• Eles acabam criando seus próprios meios de resolver a situação-problema.
• “É essencial que a situação- problema apresentada faça parte de uma’’ zona
próxima”, ou seja, que esteja ao alcance dos alunos. O professor deve elaborar
questões que estejam à altura do aprendizado de sua classe naquele momento,
desafiando-os a melhorar suas técnicas e, assim, passar para outros exercícios ainda
mais evoluídos.
• Vygstky, teórico que citei anteriormente, afirma que todo e qualquer indivíduo,
sobretudo a criança, aprende mais e melhor e desenvolve seus conhecimentos
quando interage com outros. A troca com o meio se faz importante para que nós
possamos construir nossas próprias concepções e idéias. Tal interação, vale frisar, é
realizada através da linguagem.
O aprendizado em grupo pode ser caracterizado pela colaboração mútua entre
colegas e educadores. Alunos que saibam mais que os outros podem ser peças-
chaves para o sucesso de outros que saibam menos, os que já entenderam a
disciplina tem mais facilidade para identificar os potenciais que o colega possui e,
assim, ajudam-no a se superar.
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ao longo desta pesquisa, pudemos explorar a temática da alfabetização e
letramento nos anos iniciais, destacando os desafios enfrentados no século XXI. Ficou
evidente que a alfabetização e o letramento são processos fundamentais para a
formação plena dos indivíduos, fornecendo-lhes habilidades essenciais para participar
ativamente da sociedade contemporânea.
No contexto atual, a alfabetização e o letramento encontram novas demandas
e transformações impulsionadas pelo avanço tecnológico, pela globalização e pela
diversidade sociocultural. Os desafios são diversos e complexos, exigindo uma
reflexão crítica sobre as práticas educacionais e a busca por soluções eficazes.
Ficou claro que a alfabetização vai além do simples domínio das habilidades
básicas de leitura e escrita. O letramento, entendido como a capacidade de
compreender e utilizar a linguagem em diferentes contextos e mídias, torna-se cada
vez mais necessário no mundo digital e multimodal em que vivemos. A leitura crítica,
a fluência digital e a habilidade de lidar com a sobrecarga de informações são
competências indispensáveis para os indivíduos no século XXI.
Os principais desafios enfrentados pelos educadores no processo de
alfabetização e letramento nos anos iniciais do século XXI incluem:
Multiletramentos: Os educadores precisam lidar com uma variedade de
linguagens e mídias presentes na sociedade contemporânea, como textos impressos,
digitais, visuais e audiovisuais. Isso requer a capacidade de ensinar e desenvolver
habilidades de leitura e escrita em diferentes contextos e formatos.
Tecnologia e mídia digital: Com o avanço da tecnologia, os educadores
enfrentam o desafio de integrar efetivamente as ferramentas digitais no processo de
alfabetização e letramento. Isso envolve o uso de dispositivos eletrônicos, recursos
online e aplicativos educacionais de maneira significativa, para promover a
aprendizagem e a compreensão da linguagem escrita.
Existem diversas abordagens pedagógicas utilizadas para promover a
alfabetização e letramento nos anos iniciais do século XXI. Cada abordagem tem suas
próprias características e estratégias, e algumas delas são adaptadas para lidar com
os desafios atuais. Aqui estão algumas abordagens pedagógicas comuns:
Abordagem construtivista: Essa abordagem enfatiza a construção ativa do
conhecimento pelo aluno. Os educadores promovem a aprendizagem por meio de
atividades práticas, interativas e significativas, em que os alunos são encorajados a
explorar, experimentar e construir seu próprio conhecimento. Na alfabetização, isso
pode envolver atividades de escrita criativa, leitura compartilhada e produção de
textos.
Abordagem socioconstrutivista: Essa abordagem se baseia no construtivismo,
mas também enfatiza a interação social como um componente essencial da
aprendizagem. Os alunos são incentivados a trabalhar juntos em projetos de escrita,
leitura de textos em grupo e discussões. O compartilhamento de ideias e a
colaboração entre os alunos são valorizados, promovendo o desenvolvimento de
habilidades de leitura e escrita por meio da interação com os outros.
Além disso, a diversidade sociocultural é uma realidade que precisa ser
valorizada nas práticas de alfabetização. Reconhecer e respeitar as múltiplas
linguagens, as variantes linguísticas e as diferentes formas de expressão presentes
na sociedade são aspectos essenciais para promover a equidade e a inclusão. A
alfabetização deve estar atenta às peculiaridades e necessidades dos diferentes
grupos sociais, garantindo que todos tenham acesso igualitário ao conhecimento.
As práticas pedagógicas desempenham um papel fundamental no processo de
alfabetização no século XXI. Os professores devem estar preparados para enfrentar
os desafios contemporâneos, desenvolvendo estratégias de ensino que incorporem
as tecnologias digitais de forma significativa, promovam a leitura crítica e valorizem a
diversidade cultural. Nesse sentido, a formação contínua dos professores é um
aspecto crucial, permitindo-lhes atualizar seus conhecimentos e se adaptar às
demandas do mundo atual.
Em suma, a alfabetização e letramento nos anos iniciais são temas de grande
relevância e complexidade. A pesquisa realizada possibilitou uma compreensão mais
aprofundada dos desafios enfrentados no século XXI, bem como das possíveis
estratégias e ações a serem adotadas. É necessário um comprometimento coletivo,
envolvendo escolas, famílias, comunidades e políticas educacionais, para superar
esses desafios e proporcionar uma educação de qualidade que prepare as crianças
para um mundo em constante transformação.
Espera-se que este trabalho contribua para a reflexão e aprimoramento das
práticas educacionais voltadas para a alfabetização e letramento nos anos iniciais,
ressaltando a importância de uma educação inclusiva, crítica e contextualizada. A
formação de cidadãos competentes e conscientes, capazes de ler o mundo e
transformá-lo, é um objetivo que deve guiar nossos esforços em prol de uma
sociedade maisjusta e igualitária.
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Alfabetização na Pandemia. Disponível em:
https://www.cenpec.org.br/tematicas/cenpectiradeletra-alfabetizacao-
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Alfabetização e Letramento. Disponível em:
https://www.educamundo.com.br/blog/alfabetizacao-letramento. Acesso em:
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https://escribo.com/2019/03/28/desenvolvimento-cognitivo-e-aprendizado/. Acesso
em: 10/06/2023
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https://escoladainteligencia.com.br/blog/desafios-da-alfabetizacao/. Acesso em:
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Educação e Alfabetização e Letramento na Educação Infantil. Disponível em:
https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/alfabetizacao-letramento-na-
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Metodologias de Ensino. Disponível em:
https://www.grupobalaovermelho.com.br/blog/metodologias-de-ensino. Acesso em:
22/05/2023
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Professor na Educação dos alunos. Disponível em:
https://blog.academia.com.br/professor-na-educacao-dos-alunos/. Acesso em:
10/06/2023
SEDUC. Disponível em: www.seduc.mt.gov.br, Acesso em: 10/06/2023
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