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- Compreende muito mais do que a cegueira. É 
caracterizada pelo impedimento parcial ou 
total na capacidade da visão. 
- Diagnóstico dado a partir de exames clínicos 
específicos, nos quais o médico oftalmologista 
irá estabelecer o diagnóstico diferencial entre 
visão normal, visão reduzida e cegueira. 
Causas: 
 
Características sugestivas de deficiência visual. 
Em bebês: 
 
 
 
 
 
Em crianças: 
 
Nesses quadros descrevem várias 
características que podem ser sugestivas de 
deficiência visual, e muitas já podem ser 
detectadas ainda no início da vida, enquanto 
bebês, permitindo assim intervenções cada vez 
mais precoces. 
No âmbito educacional, as principais 
consequências da deficiência visual envolvem a 
diminuição da motivação escolar e do 
rendimento acadêmico. 
O relacionamento com pessoas 
portadoras de deficiência visual deve 
se dar da forma mais natural possível 
– falando diretamente com a pessoa 
– pois na maioria das vezes sua 
audição é ainda mais aguçada, na 
condição de mecanismos 
compensatório. 
 
Acidentes externos
•Perfurações, ferimentos nos olhos
Enfermidades
•Sarampo, meningite, escarlatina, desnutrição, 
infecções (blenorragia, tracoma, glaucoma), 
descolamento de retina, catarata (cristalino do 
olho diminui transparência), miopia
Deficiência Intelectual e 
Altas Habilidades 
Não procura constatemente fonte de luz
Não realiza movimentos com as mãos em frente aos olhos
Não acompanha visualmente pessoas e objetos
Deixa de se virar no berço na posição dorsal para ventral
Não se movimenta em relação aos estímulos visuais
Não responde a sorrisos; não estende os braços
Tropeços e possíveis quedas ao caminhar
Aproxima muito objetos junto aos olhos
Não apresenta expressões faciais
Não ocorre a busca de objetos fora de seu campo de visão
Escrita pode pular linhas, letras e frases
Dores de cabeça, vertigens, secura e manchas nos olhos
Muitas vezes torna-se fundamental o uso de 
mecanismos compensatórios, como recursos 
auditivos, lupa, óculos, bengalas, e é de suma 
importância que o educador motive esse aluno, 
mostrando quantos são os recursos disponíveis 
para auxiliá-lo no processo de aprendizagem. 
Em apresentação, é importante chamar essa 
pessoa pelo nome, bem como avisar antes de 
se afastar do deficiente visual e explicar onde 
estão, espacialmente falando. 
Fundamental oferecer ajuda, mas é sempre 
melhor avisar antecipadamente o que se 
pretende realizar, como ajudar o deficiente 
visual a atravessar uma rua, sentar-se, subir ou 
descer escadas, entrar em um ônibus ou em 
uma sala de aula. 
Existe um alfabeto específico utilizado para as 
pessoas com deficiência visual chamado 
alfabeto braile, o qual consiste símbolos em 
alto relevo, sendo que cada um significa uma 
letra específica. Assim, a leitura é feita pelo 
sentido do tato, utilizando-se mãos ou dedos. 
Caracteriza-se pela diminuição na capacidade 
da percepção normal dos sons. 
Dentre as principais causas, pode-se citar: 
 
 
A respeito das causas genéticas, transmitidas 
pelos genes, estas são capazes de 
comprometer até três gerações, por isso é 
fundamental o aconselhamento genético 
prévio. 
Infecções congênitas – patologias na gestação 
causadas por bactérias ou vírus transmitidos ao 
feto. Exemplos: toxoplasmose, rubéola, sífilis, 
citomegalovírus, herpes, entre outras. 
 
 
 
Crianças hospitalizadas por um período maior 
que dois meses também podem sofrer perda 
auditiva, em especial aquelas com fatores de 
risco no momento do nascimento, como baixo 
peso, prematuridade, convulsões, hipóxia (falta 
de oxigênio no momento do parto), etc. 
Outro risco compreende aquelas que 
apresentam hiperbilirrubinemia (também 
chamada icterícia ou amarelão). 
O uso de determinadas medicações, 
como diuréticos, anticonvulsionantes, 
antidepressivos, antibióticos e medicação 
cardiovascular também pode levar à perda 
auditiva. 
Sobre as causas externas, uma das principais é 
o traumatismo craniano envolvendo o osso 
Genética Anomalias na 
face ou crânio
Infecções 
congênitas
Tempo de 
hospitalização
Uso de 
determinadas 
medicações
Meningite Traumatismo 
craniano
Desordens 
neurodegenerativas Infecções adquiridas
Algumas síndromes (doenças genéticas) 
podem estar relacionadas a anomalias 
craniofaciais que afetam a capacidade auditiva. 
temporal (localizado nas têmporas, local do 
processamento auditivo no cérebro). 
Algumas desordens podem envolver danos 
cerebrais, como as desordens 
neurodegenerativas. Pode-se citar a epilepsia, 
doença de Tay-Sachs, leocodistrofia. 
Diagnóstico: 
 
Se confirmada a perda auditiva, a 
classificação é dada quanto ao local 
da lesão e quanto ao grau de perda. 
 
No que se refere ao local da lesão, pode haver 
auditiva condutiva, neurossensorial, central e 
mista. 
Condutiva – pode ocorrer por entrada de corpo 
estranho auricular, otite (infecção no ouvido) 
extrema, cerume, más formações ou infecções. 
Neurossensorial – presença de patologias na 
cóclea e/ou nervo coclear, seja pelo 
envelhecimento, uso de determinados 
medicamentos, traumas, perda súbita ou 
progressiva, exposição a ruídos intensos ou 
surdez de origem genética. 
Central – pode levar à perda auditiva central, 
envolvendo o tronco cerebral e o cérebro, com 
a presença de alterações neurológicas. 
Mista – presentes dois ou mais tipos de perdas 
auditivas. 
Grau da perda – medido em decibéis (db), a 
classificação divide-se em leve, moderada, 
severa e profunda. 
Leve – (26 a 40 db), a pessoa 
acometida não consegue ouvir sons 
fracos e apresenta dificuldades em 
ambientes ruidosos. 
Moderada – (41 a 60 db), apresenta 
dificuldade no entendimento da fala 
em ambientes ruidosos. 
Severa – (71 a 90 db), não é capaz de 
ouvir a grande maioria dos sons. 
Profunda – (acima de 90 db), ouve apenas 
sons muito fortes ou não é capaz de ouvir, 
sendo recomendado o uso de aparelhos de 
amplificação sonora individual (AASI) ou 
implante coclear. 
Principais sinais de alerta para deficiência 
auditiva: 
 
 
 
 
Reagir apenas a 
sons fortes e 
não responder 
à voz humana
Expressa 
reações 
emocionais por 
meio de gritos
Audiometria de 
tronco cerebral Audiometria 
ImitanciometriaTeste da orelhinha
 
 
 
 
Conforme os quadros acima, são várias as 
características sugestivas de investigação da 
capacidade auditiva. Caso esta não seja 
realizada, as consequências podem ser 
inúmeras na esfera da aprendizagem, assim 
como na capacidade de socialização e no 
âmbito emocional, acarretando sentimentos 
negativos e possíveis psicopatologias, como 
ansiedade e depressão infantil. 
A língua de surdos é a Libras, Língua Brasileira 
de Sinais. Esses sinais são feitos utilizando as 
mãos e dedos, com consignas específicas. Em 
alguns casos é feita a leitura labial, quando o 
interlocutor se posiciona em frente à pessoa 
com deficiência auditiva. 
 
Aquela que afeta a parte física ou motora, ou 
seja, a capacidade de movimentação voluntária, 
a mobilidade, a coordenação motora e até 
mesmo aspectos da fala. 
O nível de comprometimento pode ser parcial 
ou total, e sua origem pode ser definida como 
congênita (provavelmente por má formação) ou 
adquirida, em decorrências de lesões 
neuromusculares, neurológicas ou ortopédicas. 
Entre as principais causas de deficiência 
motora adquirida destacam-se: 
 
 
 
 
 
 
Maior habilidade 
em executar 
ordens escritas 
que orais
Sensação de 
estar com o 
ouvido tapado
Secreção viscosa 
que sai do ouvido
Entende melhor 
quando as pessoas 
falam de frente e 
de perto
Sons inesperados 
não causam 
espanto ou susto
Não reagem a sons 
ambientais, como 
telefone, 
campainha, 
despertador
Dificuldade 
no control 
do tom da 
voz; fala alto
Ouvem 
zumbidos
Dificuldades 
escolares, 
como 
ditados
Falta de oxigênio no 
parto; consequência 
danos ao SNC (como 
paralisia cerebral)
Desnutrição severa
Ocorrência de 
acidentes
Resultado de hétero 
ou autoagressividade 
físicaPossíveis sequelas de 
algumas patologias 
adquiridas, como acidente 
vascular cerebral (AVC), 
tumores...
A deficiência motora também pode ser 
classificada quanto ao tipo, como monoplegia, 
paraplegia, hemiplegia, amputação e 
tetraplegia. 
Monoplegia – lesão ocorre em único membro 
do corpo, como um braço ou uma perna. 
Paraplegia – paralisia total ou parcial dos 
membros inferiores, envolvendo a cintura até 
os pés. Refere-se, popularmente, à paraplegia 
como pessoa paralítica. As causas mais comuns 
são sequelas de poliomielite ou lesões ocorridas 
na medula espinhal, na região lombar ou dorsal. 
Na paraplegia, quanto mais baixo ocorre a lesão 
na coluna (ou seja, quanto mais próxima à 
lombar, região inferior da coluna), menor a 
gravidade da lesão. 
A grande maioria das pessoas pode perder o 
controle do intestino e da bexiga, tendo como 
consequência a incontinência. A paraplegia 
pode ser espástica, envolvendo contração 
involuntária dos músculos, ou flácida, gerando 
flacidez muscular e consequente perda de 
massa muscular. 
A paraplegia pode ser reversível ou irreversível. 
Os casos reversíveis relacionam-se à 
compressão na medula (que com cirurgia pode 
ser descomprimida) ou a causas infecciosas ou 
degenerativas. 
Em contrapartida, os casos irreversíveis 
ocorrem por um corte transversal da medula 
ou têm como origem algumas patologias 
congênitas (como a mielomeningocele). 
Hemiplegia – paralisia total ou parcial que afeta 
um dos lados do corpo (direito ou esquerdo). 
Causas ligadas às lesões no cérebro por trauma 
(acidentes, violência física) ou como 
decorrência de algumas enfermidades, como o 
AVC. 
Amputação – perda parcial ou total de um ou 
mais membros do corpo. As principais causas 
estão ligadas a acidentes ou doenças, como 
trombose ou diabetes. 
Tetraplegia ou quadriplegia – paralisia que 
compromete os movimentos do pescoço até os 
pés, ou seja, os membros inferiores e 
superiores, e a musculatura envolvendo o 
tronco. Em casos mais graves, estende-se da 
cabeça aos pés. 
Na tetraplegia as lesões se localizam nas partes 
mais altas da coluna, na cervical (próximo ao 
pescoço, entre a primeira e sétima vértebras). 
Em alguns casos também pode afetar o 
movimento do pescoço e da língua, ou até 
ocasionar dificuldade para se respirar. 
Patologia neurológica relacionada à lesão na 
medula espinhal ou no cérebro. Normalmente a 
causa está relacionada a sérios acidentes 
(carro, moto, trem, barco etc.), impactos na 
cabeça causados por mergulho em local muito 
raso e AVCs (popularmente chamado de 
derrame). 
Pode ocorrer prejuízo no controle dos 
esfíncteres, envolvendo a bexiga e o 
intestino, gerando incontinência. 
Torna-se imprescindível o cuidado com 
a pele para evitar escaras (feridas 
geradas pela falta de movimentação, pois 
nesses casos o sangue não circula). 
Deve-se adotar algumas medidas preventivas, 
como uso de colchões de água e assentos 
especiais e mudanças constantes de posição. 
 
Indivíduos que possuem prejuízos no domínio 
conceitual, social e prático, sendo classificados 
em deficiência intelectual leve, moderada, 
grave e profunda. 
O nível de prejuízo intelectual pode ser 
indicativo de maior ou menor capacidade de 
aprendizagem. 
Outra forma de classificação amplamente 
utilizada são os critérios descritos no DSM-V 
(APA, 2002), os quais estão resumidos no 
quadro a seguir. 
 
 
O quadro acima, conforme o DSM-V (APA, 
2002), retira a classificação da deficiência 
intelectual segundo sistemas numéricos, como 
o quociente de inteligência (Q.I.), e a 
redireciona a níveis voltados ao funcionamento 
adaptativo, determinando assim o nível de 
apoio de que a pessoa irá necessitar.

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