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cada categoria no decorrer da evolução das conformidades nas lojas, assim como a influência do trabalho do nutricionista no controle de qualidade. Conclusão: O estudo demostrou a importância da implementação das boas práticas de manipulação na esfera do varejo, assim como a ação do nutricionista durante os processos. Palavras-chave: Boas Práticas de Manipulação; Nutricionistas; Controle de Qualidade; Higiene dos Alimentos. 7 Abstract: Introduction: The retail sector has registered growth in the number of establishments in Brazil since the mid-twentieth century. Thus, it is emphasized that ensuring the hygienic-sanitary quality of food sold must be a priority in order to avoid contamination through Foodborne Diseases (DTAs). Therefore, good food manufacturing practices are essential for safety in the production stages in the retail sector. Objective: The study aimed to analyze the process of hygienic-sanitary quality control in the perishable food sector of the food retail, through the performance of the nutritionist, in a capital of the Brazilian northeast region. Methodology: The research covered the perishables department of two stores of a supermarket chain, between March 2021 and January 2022. It was supported by a structured checklist based on Ordinance No. 2619/11 of the Municipal Department of São Paulo, applied in two sequential steps, with the help of the MOKI Software. Results: The results showed the evolution of hygienic-sanitary quality control in the perishables sector of the study, noting significant changes throughout the research with an increase in the compliance index. In addition, the transformation of each category was observed during the evolution of conformity in the stores, as well as the influence of the nutritionist's work in quality control. Conclusion: The study showed the importance of implementing good handling practices in the retail sphere, as well as the nutritionist's action during the processes. Keywords: Good Handling Practices; Nutritionists; Quality control; Food Hygiene. INTRODUÇÃO Desde meados do século XX o Brasil passou a registrar um aumento no número de estabelecimentos comerciais que atuam na modalidade de autosserviço, os supermercados1. Dados da Associação Brasileira de Supermercados – ABRAS, apontam que o setor continuou a registrar crescimento no número de estabelecimentos mesmo em meio aos momentos de crise, com faturamento de R$ 554 bilhões em 2020, que representou em 7,5% do Produto Interno Bruto Nacional (PIB)2. Neste cenário, a contaminação por meio de alimentos ganha foco e se torna uma preocupação mundial3. Logo, ofertar alimentos de qualidade tem como objetivo 8 contribuir para a promoção da saúde dos consumidores e a prevenção de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs)4. Para isso, as boas práticas de fabricação (BPF) são primordiais à inocuidade dos processos de produção no setor varejista5, onde o desperdício de alimentos contaminados acarreta em impactos comerciais e perdas econômicas significativas, além da insatisfação dos clientes, portanto, os supermercados varejistas têm buscado medidas para assegurar melhores condições dos produtos comercializados e evitar prejuízos maiores6. Contudo, vários fatores podem interferir na efetivação das mesmas, dentre os quais, destacam-se: a falta de formação técnica, escasso comprometimento dos colaboradores responsáveis pela manipulação dos alimentos e tempo reduzido para aplicação das normas7–9. Assim, para realizar as adequações necessárias, a atuação de profissionais qualificados torna-se essencial no impulsionamento de um serviço bem executado10– 12, Ou seja, as ações de um nutricionista nestes estabelecimentos, contribui consideravelmente, para melhoria da qualidade higiênico-sanitária dos produtos, além de facilitar o gerenciamento e avaliação de risco dos locais13. De acordo com a Resolução nº 600 do Conselho Federal de Nutricionistas14, entre as atribuições destes profissionais, no segmento de controle de qualidade no setor varejista, estão: a coordenação das atividades nos procedimentos da comercialização de alimentos, recebimento, manipulação, pré-preparo, embalagem, armazenamento, distribuição, transporte e outros, assim como participar do planejamento e supervisão da adequação de instalações físicas, equipamentos e utensílios, e elaborar relatórios técnicos de não conformidades e respectivas ações corretivas. 9 Diante do exposto, o presente estudo objetiva analisar o processo de controle de qualidade higiênico sanitária no setor de alimentos perecíveis do varejo alimentar, mediante a atuação do profissional nutricionista, em uma capital da região nordeste brasileiro. Ressalta-se que a expressividade da presente investigação, reside na compreensão da importância do controle de qualidade no setor avaliado e a atuação do nutricionista no varejo. METODOLOGIA INSTRUMENTOS E MÉTODOS Trata-se de um estudo observacional, transversal e descritivo. O estudo observacional é caracterizado pela posição do pesquisador que apenas analisar a situação sem intervir, não tendo controle sobre os fatores que determinam os desfechos. O estudo transversal é definido como estático, responsável por analisar e descrever processos em determinado momento no tempo, onde as causas estão presentes ao efeito no mesmo momento ou intervalo de tempo analisados15. O estudo foi realizado em uma rede varejista de alimentos, situada em uma capital do nordeste, e ocorreu no período de março de 2021 à janeiro de 2022. CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL Refere-se a uma rede de supermercados varejista, composta por sete lojas, situadas nas zonas norte e sul da capital, região metropolitana, e duas cidades do interior do estado, com volume de vendas e faturamento em torno de R$ 20 milhões ao mês, no qual o setor de perecíveis representa 60% deste. A empresa foi escolhida pela representatividade comercial e econômica no varejo local, além da acessibilidade dos pesquisadores ao ambiente. 10 INSTRUMENTO DE PESQUISA Utilizou-se uma lista de verificação estruturada, contendo 386 perguntas fechadas, subdivididas em 14 blocos, baseadas na portaria nº 2619/11 da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo16. A lista é distribuída em 14 categorias gerais, sendo elas: Instalações e Edificação, Recebimento, Armazenamento/Estoque seco, Armazenamento/Câmara Refrigerados, Armazenamento/Câmara Congelados, Armazenamento/Ilhas/Balcões, Açougue, Peixaria, Frios, Rotisseria, Refeitório, FLV - Área de Fracionamento, Padaria e Documentação. É possível atribuir avaliações de acordo com os parâmetros: conforme, não conforme, e não aplicável. A lista de verificação foi aplicada com o auxílio do software Moki17. Esse consiste em um aplicativo de coleta de dados que permite o gerenciamento do desempenho de operações de campo, indicado para automatizar, agilizar e controlar processos, procedimentos, conformidade e padrões de operações de campo, e que permite acompanhar rotinas, otimizar processos e dinamizar as operações. MÉTODOS O estudo foi realizado em duas lojas da capital, sendo uma delas considerada modelo da rede, na Zona Sul da capital e a outra um atacarejo e centro de distribuição na Zona Norte. Para identificação das lojas utilizaremos os códigos L1 e L2, respectivamente. Inicialmente foi realizada uma visita em março de 2021 e, sequencialmente em janeiro de 2022, em cada loja. As visitas ocorreram durante o horário comercial, com os setores em pleno funcionamento, nas quais os pesquisadores tiveram livre acesso aos departamentos internos e externos dos locais. 11 ANÁLISE DE DADOS As análises foram realizadas com auxílio do Moki Software Checklist Eletrônico. Os resultados obtidos foram tabulados e analisados segundo a estatística descritiva18 utilizandoo programa Microsoft Office Excel 365. Foram realizadas média aritmética entre os resultados das duas lojas e apresentados em escala de percentuais. RESULTADOS E DISCUSSÃO A partir da análise dos resultados, foi possível avaliar a evolução do controle de qualidade higiênico-sanitária no setor de perecíveis do universo de estudo. AVALIAÇÃO DO PERCENTUAL GERAL DE CONFORMIDADE Foram observadas mudanças significativas ao longo da pesquisa, sendo o índice de conformidade melhor avaliado na visita 2, conforme o gráfico a seguir: 12 Gráfico 1 - Distribuição dos percentuais de conformidades observados nos períodos de março de 2021 e janeiro de 2022 em supermercados em uma capital do nordeste. L1: Zona Sul; L2: Zona Norte. Os resultados demonstram na primeira visita, que L1 apresentou maior percentual de conformidades em relação a L2. Contudo, na segunda visita, notou-se uma leve redução no índice de conformidades da L1, ao comparar-se à L2. Dessa forma, constata-se que a loja com melhor resultado na implementação das BPF foi a L2, com um aumento de 51% de conformidade. Tal resultado pode ser atribuído a diversos fatores, destaca-se à princípio, a deficiência no treinamento e capacitação dos colaboradores, assim como a ausência de acompanhamento durante os processos de implementação das BPF. Um estudo realizado para diagnosticar o perfil higiênico-sanitário e físico- estrutural de supermercados de pequeno e médio porte em uma cidade do Agreste de Pernambuco, verificou uma adequação média global de 20,9%, com variação de 5,8 à 36,5%, média inferior às encontradas no presente estudo. A pesquisa revelou que o alto nível de não conformidades ocorre, dentre outros fatores, devido à ausência de capacitação periódica dos colaboradores e inaptidão dos estabelecimentos para manipulação e comercialização segura dos alimentos19. De forma semelhante, Pedroso e Bernardino20 avaliaram a qualidade dos serviços oferecidos por três lojas de uma rede de supermercados no Paraná. Nesses estabelecimentos verificou-se uma boa estrutura física, assim como a presença de treinamentos contínuos de boas práticas de manipulação, o que resultou em um índice de adequação maior que 90% em, praticamente, todas as categorias avaliadas, onde as principais inconformidades foram provenientes da conduta dos manipuladores, 13 assim como, ausência de fichas de controle de temperatura e Procedimentos Operacionais Padrão (POPs). Ressalta-se que dentre as atribuições do nutricionista, encontra-se a promoção periódica de aperfeiçoamento e atualização, por meio de cursos, palestras e ações para manipuladores/funcionários14. Comprova-se mais uma vez a importância desse profissional durante a execução das BPF, principalmente, pela contribuição positiva na obtenção de alimentos seguros. Vieira et al.21 ao avaliar a importância da implantação das BPF em um supermercado na Paraíba, observaram um índice de inadequação inicial com variações de 12,5% a 87,5%. Após seis meses de efetivação das boas práticas, esses índices demonstraram uma melhoria de 6,4% à 33,3%, em que revela ser um passo imprescindível na produção de alimentos que certificam a conformidade na legislação preconizada e, consequentemente, atendam às expectativas dos consumidores. Enfatiza-se a representatividade da capacitação e conscientização dos manipuladores, bem como, a influência de um acompanhamento constante dessas medidas, onde se faz necessário o empenho e responsabilidade de ambas as partes para a prestação de um serviço com excelência. 14 AVALIAÇÃO DO PERCENTUAL DE CONFORMIDADES POR CATEGORIA Após análise detalhada das categorias avaliadas, observou-se a conversão de cada setor no processo de evolução das conformidades nas lojas. Os resultados podem ser observados no Gráfico 2, abaixo. Gráfico 2 - Percentuais médio de adequação por categorias observados nos períodos de março de 2021 e janeiro de 2022 em supermercados em uma capital do nordeste. L1: Zona Sul; L2: Zona Norte. Inicialmente, nenhum dos itens avaliados possuía adequação superior a 70% de conformidade, sendo apenas o item Armazenamento/Ilhas/Balcões pontuado neste valor. Em seguida, as categorias melhor avaliadas foram referentes à Documentação, Armazenamento/Câmara Congelados, Peixaria e Armazenamento/Estoque seco. As demais categorias tiveram uma pontuação inferior a 50%, onde a menor pontuação foi para a Rotisseria, que foram constatadas falhas nas temperaturas de armazenamento dos produtos, assim como nos processos de manipulação. Seguido 15 de Recebimento, onde os alimentos eram transportados em veículos com condições inadequadas, assim como recepcionados sem aferição de temperatura e coleta de informações, como dados de fabricação e validade. Frios, com problemas no armazenamento e controle da temperatura dos alimentos, bem como na manipulação, periodicidade de higienização e manutenção elétrica. O refeitório, apresentou instabilidades no controle de temperaturas, higienização e manipulação. Padaria, com processos de manipulação e controle de temperaturas indevidos. Armazenamento/Câmara de Refrigerados onde as principais falhas eram no controle de temperatura, organização, e separação dos produtos destinados à devolução ou descarte, assim como na higienização e instalações elétricas. Também foram encontradas inadequações nos itens Instalações e edificações, com as questões estruturais de pisos, paredes, portas, instalações elétricas, iluminação e treinamento dos funcionários e uso de EPI’s. FLV-Área de Fracionamento, apresentou organização e controle de temperatura inadequados, área com cruzamento no fluxo das atividades, higienização ineficaz dos alimentos, assim como ambiente e utensílios. E Açougue com problemas na manipulação e controle de temperaturas. Sequencialmente, após a segunda avalição, é possível verificar que a categoria melhor avaliada foi a de Recebimento e FLV – Área de Fracionamento. Ao comparar a evolução durante o período de pesquisa, nota-se que a Rotisseria apresentou melhores resultados, seguida de Recebimento e Frios. Em contrapartida, a categoria referente à Instalações e Edificação, obteve menores resultados, gráfico 02. Entre os pontos avaliados no presente estudo, apenas um deles obteve uma adequação menor do que 80%, foi o de Instalações e Edificações, sendo esse o índice 16 com menor resultado observado. Foram constatadas algumas áreas com goteiras, piso quebrado, portas com aberturas que facilitam a entrada de roedores e, consequentemente, presença de animais pelo local, assim como instalações elétricas desprotegidas e áreas externas com produtos em desuso. Almeida et al.19 em seu estudo constataram que a maioria dos estabelecimentos analisados apresentavam falhas nesse item, indicando que os pontos discriminados podem comprometer todas as etapas de manipulação dos alimentos. Pedroso e Bernardino20, ao analisarem um supermercado de grande porte, observaram que esse era um ponto crucial para o desenvolvimento eficiente das demais adequações. Vieira et al.21, ao analisar a implantação de boas práticas em um supermercado, encontraram um índice de não conformidades de 32,2%, ao final do período, após 6 meses, este percentual caiu para 6,4%, configura-se como bom resultado ao considerar que o processo de implantação de boas práticas varia, em média, de 6 à 12 meses, ou um pouco mais quando trata de estrutura física. Evidentemente este é um processo contínuo e requer o comprometimento da equipe, visto que maioria das adequações são de fácil realização, principalmente se a equipe for treinada e direcionada com frequência. INFLUÊNCIA DO TRABALHO DO NUTRICIONISTA NO CONTROLE DE QUALIDADE Inicialmente, a rede de supermercados contava com apenas um profissional nutricionista, com regimede trabalho de 40 horas semanais e responsabilidade por todos os setores das sete lojas da rede. O profissional exercia atribuições conforme proposto pela resolução nº 600/18 do Conselho Federal de Nutricionistas14, sendo 17 estas: elaboração, implantação e atualização do Manual de Boas Práticas e Procedimentos Operacionais Padrão, promoção de treinamentos e cursos de atualização de funcionários, planejamento e supervisão da implantação e adequação de instalações físicas, equipamentos e utensílios e demais atividades. Dessa forma, esse profissional possuía suas atribuições limitadas, com uma demanda superior ao adequado, impossibilitando-o de atender todos os locais. Durante o estudo, a empresa iniciou a implantação de um programa de qualidade nos processos, e assim contratou mais dois profissionais nutricionistas, onde um deles ficou responsável por supervisionar o setor de perecíveis, encarregado por todos os processos ligados a essa implementação. Os resultados mostram que o índice de adequação geral entre as lojas variou, pois contava com o nutricionista de forma mais presente. Nessa loja os itens melhor avaliados foram os referentes ao armazenamento dos produtos e documentação. Verificou-se também que ao final da avaliação as lojas apresentaram uma adequação final com variação de 87,0% a 89,2% dessa vez o melhor resultado foi encontrado na loja L2, que contou com o acompanhamento da nutricionista responsável pelo gerenciamento do setor de perecíveis. Assim, constatou-se que um fator crucial para o desenvolvimento e evolução da qualidade higiênico sanitária desses locais foi a atuação do profissional nutricionista, devido a sua atuação de forma mais próxima do setor, permitindo-se acompanhar os manipuladores em todas as etapas do processamento, assim como, a identificação dos pontos críticos e desenvolvimento de ações para a evolução dos processos de adequação; proporcionou-se treinamentos para a equipe e garantiu a execução de todas as normas vigentes na legislação no cumprimento das boas práticas de manipulação. 18 Estudos mostram que a atuação de um profissional nutricionista como líder da segurança alimentar, pode melhorar a evolução da qualidade higiênico-sanitária desses estabelecimentos13. Cabe a esse profissional a responsabilidade pelas atividades técnicas, administrativas e gerenciais da unidade de alimentação e nutrição, assim como a implementação e manutenção de ações de controle higiênico- sanitário22,23. Cunha et al.24 avaliaram o desempenho da segurança e risco de serviços alimentares de diferentes naturezas e o papel do nutricionista como líder de segurança alimentar. Analisou-se 84 empresas alimentícias na cidade de Santos, e os resultados constataram que as variáveis positivamente associadas ao desempenho da segurança alimentar foram a presença do nutricionista e uma estrutura adequada, obtendo resultados melhores até mesmo quando manipuladores eram treinados, ressaltando que até mesmo nessas situações, o acompanhamento do nutricionista de torna essencial para a manutenção e controle das boas práticas. Paula et al.25 ao relatar as boas práticas de manipulação como ferramenta primordial para manter a qualidade dos supermercados no Maranhão, constataram que os principais desafios enfrentados pelos supermercados se dão pela incapacidade em seguir rigorosamente os padrões das legislações vigentes. Dessa forma existe a necessidade de um maior controle e monitoramento dos pontos críticos e, principalmente, a presença de profissionais qualificados para o treinamento e supervisão da execução das boas práticas de manipulação. Esses dados sugerem a importância das boas práticas de manipulação dos alimentos com o desempenho e treinamento da equipe de manipuladores, já que esses são responsáveis por desenvolver grande parte dos processos de produção alimentar. 19 CONCLUSÕES O presente estudo ressaltou a importância da implantação das boas práticas de manipulação no setor varejista alimentar, possibilitou observar mudanças expressivas nos resultados obtidos no período inicial e final do estudo, bem como, identificar os pontos críticos que esse setor apresenta. Assim, busca-se intensificar e investigar possíveis medidas a se investir para resolução dos problemas encontrados, como também, gerar novas estratégias para garantir a segurança dos alimentos. Outro ponto crucial encontrado no estudo foi a atuação do profissional nutricionista durante todo o processo, pois o acompanhamento desse profissional contribuiu para uma maior evolução dos pontos de adequação analisados. É de eximia importância manter a continuidade dos estudos avaliativos da qualidade higiênico-sanitária nos setores varejistas, com ampliação às pesquisas nos demais departamentos de não perecíveis, sempre buscando endossar a excelência dos produtos e serviço oferecido aos consumidores, e consequentemente, a promover à saúde. 20 REFERÊNCIAS 1. Bezerra JE, Agner MR. A Dinâmica Geográfica do Setor Supermercadista em Brasília (DF). Soc Nat. 2021 Sep 23;33. 2. ABRAS. Ranking ABRAS 2021 [Internet]. [cited 2022 Feb 16]. Available from: https://www.abras.com.br/economia-e-pesquisa/ranking-abras/dados-gerais 3. Stefani MP, Silva SP, Stefani GP. Controle de qualidade nos processos de produção e higiene dos alimentos em unidades de alimentação e nutrição. 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