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Resumo para NP2 Psicologia comportamental Coerção: invalida os próprios objetivos. Seus efeitos colaterais continuam por muito tempo. É feita a partir de reforço negativo e punição. Agimos buscando nos livrar do aversivo. Controles: podem ocorrer por meio de reforço negativo (causa alívio por ter eliminado o estímulo aversivo e fortalece o comportamento que fez o estímulo aversivo parar), reforço positivo (causa satisfação e reforça os comportamentos que causaram o reforço) e punição (que eimina algo reforçador ou acrescenta um aversivo). Consequências da punição: agressão, violência, depressão, autodestruição, inflexibilidade emocional e intelectual, ódio, doenças e etc. Reforço positivo: principal prática não coercitiva de controle. Não punir ações indesejáveis, mas sim reforçar as desejáveis. Gera pessoas felizes, competentes, autoconfiantes e etc... Cuidados com o reforço positivo: não dar reforço para qualquer comportamento (pode gerar pessoas mimadas), não usar reforço como uma ferramenta de troca e não dar reforço indiscriminadamente. Punição: não ensina novos comportamentos. Pode ser usada para colocar fim rápido a uma situação perigosa. Instituições: seu objetivo era manter os individuos fora de circulação. Se utiliza da coerção para manter as pessoas em ordem. Tranformam o reforço positivo em um instrumento de coerção. Ensina por meio da privação e time-out. Privação: tira algo da pessoa (a liberdade, por exemplo) e devolve em troca de bons comportamentos. Torna os reforçadores mais tentadores, já que eles ficam mais tempo sem aparecer. Se torna um problema quando usada como instrumento de coerção. Time-out: um tempo sem reforço positivo. É tão coercitivo quanto um choque. Natureza humana: é flexível e passível de mudança. Alterar as contingências não altera a natureza humana, e sim faz uso da plasticidade da natureza humana. Comportamento verbal: comportamento operante que depende do outro para ser reforçado (ouvinte). Não precisa ser vocal, pode ser escrito ou por sinais também. Falante e ouvinte podem ser a mesma pessoa (como no caso de se dar uma instrução, que irá gerar uma mudança de comportamento). Falar sozinho, cantar e etc não é comportamento verbal, porque não gera alteração no ambiente. Refere-se a eventos concretos. É comunicação. Reforço mediado: ocorre após uma resposta ser emitida. Comunicação: é a categoria mais ampla, que engloba os comportamentos que não dependem de um reforço, apenas de estímulos antecedentes. Parte de uma ideia maismentalista, contrária a ideia behaviorista. Quando o comportamento de um organismo gera estímulos que afetam o comportamento de outro organismo. Fala: apenas o comportamento vocal. Um dos comportamentos verbais. Linguagem: refere-se a abstração. Skinner propôs substituir esse termo por comportamento verbal, porque é mais correto e inclui todos os tipos de comunicação. Comunidade verbal: quem ouve e reforça o que o outro diz. Sem ela, o comportamento verbal não é aprendido. Promove e preserva práticas linguísticas que atendem a seus objetivos culturais e funcionais. Reforço do comportamento verbal: reforço social. Requer mais reforço para ser aprendido do que para ser mantido. É sensível a mudanças no reforço, favorecendo a modelagem ou a extinção. Análise do comportamento: é monista e contextualista. Controle por estímulos antecedentes: pode ser por meio de estímulos verbais ou não verbais. Relacionado a contexto (quando o ambiente influencia a fala do falante) e significado. Com o ouvinte, o controle antecedente é exercido pelo estímulo verbal fornecido pelo falante. Estímulo verbal: resultado do comportamento verbal de um falante. Pode ter função discriminativa ou reforçadora. Operantes verbais primários formais ou simples: é a partir deles que desenvolvemos outros operantes. Ecóico: repetir o que alguém diz. Ditado: escrever uma palavra quando alguém diz ela. Cópia: copiar uma palavra escrita. Textual: dizer o nome de algo ao ver esse algo. É visual. Tem transcrição. Comportamento verbal primário temáticos: complexos. Tato: só se desenvolve quando é comunicado pelas pessoas. Saber discriminar situações e nomes das coisas. Tem que ser percebido por todo mundo. Perceber algo que está sentindo. Mando: pedir algo, com altas probabilidades de ganhar esse algo. Intraverbal: está nas entrellinhas. É refletir sobre algo e responder. Comportamentos operantes verbais secundários: autoclíticos. Aspas, pronomes, pontuação e etc. Dão entonação para o que se é dito. Comportamento governado por regras: pode ser regras tanto escritas quanto faladas. Precisa do comportamento verbal de outra pessoa. Precisa ser instruido, comentado, falado, explicado. Ordens, instruções e conselhos são regras. Coemça na infância, seguindoregras dos pais e depois se generaliza para outras áreas (professores, chefes e etc). Comportamento modelado por contingências: exclusivamente através de reforço e punição. Até o de regras é por contingências. Requer somente interação com as contingências. Surge sem instrução. Contingência última: Justifica a contingência próxima, pois estabelece uma relação entre o comportamento e suas consequências futuras. Diz respeito a sobrevivência. Longo prazo. Razão principal por trás da regra. Mantém o comportamento funcionando. Contingência próxima: reforço imediato ao seguir uma regra. Curto prazo. Razão pela qual o comportamento é considerado "controlado por regra". Coloca o comportamento para funcionar. Onde estão as regras? Para os mentalistas, estão em algum lugar interno, para os behavioristas, estão no próprio ambiente e se apresentam concretamente (sons, sinais e etc). Pensamento: falar consigo mesmo sem emitir sons para solucionar um problema. Comportamento precorrente: pode ser privado, público ou vocal. Atividade de falante que ocorre antes da solução. Esta solução ocorre seguindo um padrão, principalmente padrões que já funcionaram anteriormente. Ambiente reforçador: não se utiliza de chantagem, mas sim induz metas para que a pessoa conquiste o reforço.

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