Prévia do material em texto
Resumo para SUB Psicologia comportamental Watson: queria provar que a psicologia era ciência e acabou sendo muito precoce, trazendo conceitos não suficientemente estudados. Bahaviorimo NÃO: ignora sentimentos e estados mentais. Ignora características inatas. Descreve a pessoa como um robô. Estruturalismo: Wundt. Quebrar processos mentais em componentes mais básicos. Muito subjetivo. Diz como as pessoas agem, mas não o porquê. Behaviorismo metodológico: aceitava a existência de fatos mentais, mas não os levava em consideração. Mundo exclusivamente físico, sentimentos não interferiam nele. Uma tentativa de sair do mentalismo que acabou sendo muito extrema e só levava em consideração o observável. Influência do positivismo e operacionalismo lógico. Antecedentes genéticos e ambientais. Behaviorismo radical: baseia-se no pragmatismo. Não nega auto-observação/ autoconhecimento. Restaura a introspecção. Contra mentalismo (que jogava todas as explicações para a mente ou processos internos). História genética, cultural e ambiental. Influências para o behaviorismo: Comté, Charles Darwin (evolução das espécies), determinismo, funcionalismo, pragmatismo (Hassen), Thorndike (lei do efeito). Comté: positivismo. Sociedade = organismo, cada parte tem uma função que contribui para o todo. Todo prevalece às partes. Progresso do conhecimento é característica da humanidade. Homem é sempre igual. Entendia a lei do progresso como teológico (fetichismo, politeísmo e monoteísmo) --> metafísico (tem argumentação, mas sem relacionar de fato) --> positivo. Positivismo lógico: não se pode estudar a consciência. Darwin: evolução das espécies pela seleção natural. Teoria da evolução: variabilidade (herdar características de gerações anteriores) e seleção natural (os mais adaptados sobrevivem). Determinismo X behaviorismo: é determinista porque afirma que o comportamento é controlado por fatores externos. live-arbítrio é na verdade influenciado por fatores ambientais. Controlado por histórico de reforçamento. Pensamento e sentimento = comportamento privado, influenciados pelo ambiente. Funcionalismo: James. Função que a pessoa desempenha na sociedade. Introspecção. Pragmatismo: ser é prático, não teórico. Thorndike: a aprendizagem de animais por meio de experimentos. Lei do efeito: aprender = resposta + situação agradável + repetição.Três sistemas: 1. Interoceptivo: estimulação de órgãos. 2. Proprioceptivo: estimulação dos músculos, articulações e tendões do esqueleto e de outros órgãos envolvidos na manutenção da postura e na execução de movimentos. 3. Exteroceptivo: envolvido no ver, ouvir, degustar, e sentir as coisas do mundo que nos cerca. Papel importante na obsevação privada. Relatos X comportamentos: relatos fornecem pistas para o comportamento. Fuga e esquiva: dentro do reforço negativo. É preciso passar pela fuga para desenvolver a esquiva. Punição condicionada: efeito colateral da punição. Tudo relacionado a punição se torna punitivo também. Esquiva sinalizada: sinaliza uma punição iminente. É aprendida à partir de fugas anteriores. Esquiva útil: se esquivar de situações perigosas. Ensina que ansiedade é útil e necessária. Aprende por controle verbal (as pessoas nos ensinam). Esquiva não sinalizada: a pessoa fica paranóica com medo de algo que pode acontecer, mas não é uma certeza. Coerção: invalida os próprios objetivos. Seus efeitos colaterais continuam por muito tempo. É feita a partir de reforço negativo e punição. Agimos buscando nos livrar do aversivo. Controles: podem ocorrer por meio de reforço negativo (causa alívio por ter eliminado o estímulo aversivo e fortalece o comportamento que fez o estímulo aversivo parar), reforço positivo (causa satisfação e reforça os comportamentos que causaram o reforço) e punição (que eimina algo reforçador ou acrescenta um aversivo). Consequências da punição: agressão, violência, depressão, autodestruição, inflexibilidade emocional e intelectual, ódio, doenças e etc. Reforço positivo: principal prática não coercitiva de controle. Não punir ações indesejáveis, mas sim reforçar as desejáveis. Gera pessoas felizes, competentes, autoconfiantes e etc... Cuidados com o reforço positivo: não dar reforço para qualquer comportamento (pode gerar pessoas mimadas), não usar reforço como uma ferramenta de troca e não dar reforço indiscriminadamente. Punição: não ensina novos comportamentos. Pode ser usada para colocar fim rápido a uma situação perigosa. Instituições: seu objetivo era manter os individuos fora de circulação. Se utiliza da coerção para manter as pessoas em ordem. Tranformam o reforço positivo em um instrumento decoerção. Ensina por meio da privação e time-out. Privação: tira algo da pessoa (a liberdade, por exemplo) e devolve em troca de bons comportamentos. Torna os reforçadores mais tentadores, já que eles ficam mais tempo sem aparecer. Se torna um problema quando usada como instrumento de coerção. Time-out: um tempo sem reforço positivo. É tão coercitivo quanto um choque. Natureza humana: é flexível e passível de mudança. Alterar as contingências não altera a natureza humana, e sim faz uso da plasticidade da natureza humana. Comportamento verbal: comportamento operante que depende do outro para ser reforçado (ouvinte). Não precisa ser vocal, pode ser escrito ou por sinais também. Falante e ouvinte podem ser a mesma pessoa (como no caso de se dar uma instrução, que irá gerar uma mudança de comportamento). Falar sozinho, cantar e etc não é comportamento verbal, porque não gera alteração no ambiente. Refere-se a eventos concretos. É comunicação. Reforço mediado: ocorre após uma resposta ser emitida. Comunicação: é a categoria mais ampla, que engloba os comportamentos que não dependem de um reforço, apenas de estímulos antecedentes. Parte de uma ideia mais mentalista, contrária a ideia behaviorista. Quando o comportamento de um organismo gera estímulos que afetam o comportamento de outro organismo. Fala: apenas o comportamento vocal. Um dos comportamentos verbais. Linguagem: refere-se a abstração. Skinner propôs substituir esse termo por comportamento verbal, porque é mais correto e inclui todos os tipos de comunicação. Comunidade verbal: quem ouve e reforça o que o outro diz. Sem ela, o comportamento verbal não é aprendido. Promove e preserva práticas linguísticas que atendem a seus objetivos culturais e funcionais. Reforço do comportamento verbal: reforço social. Requer mais reforço para ser aprendido do que para ser mantido. É sensível a mudanças no reforço, favorecendo a modelagem ou a extinção. Análise do comportamento: é monista e contextualista. Controle por estímulos antecedentes: pode ser por meio de estímulos verbais ou não verbais. Relacionado a contexto (quando o ambiente influencia a fala do falante) e significado. Com o ouvinte, o controle antecedente é exercido pelo estímulo verbal fornecido pelo falante. Estímulo verbal: resultado do comportamento verbal de um falante. Pode ter função discriminativa ou reforçadora. Operantes verbais primários formais ou simples: é a partir deles que desenvolvemos outrosoperantes. Ecóico: repetir o que alguém diz. Ditado: escrever uma palavra quando alguém diz ela. Cópia: copiar uma palavra escrita. Textual: dizer o nome de algo ao ver esse algo. É visual. Tem transcrição. Comportamento verbal primário temáticos: complexos. Tato: só se desenvolve quando é comunicado pelas pessoas. Saber discriminar situações e nomes das coisas. Tem que ser percebido por todo mundo. Perceber algo que está sentindo. Mando: pedir algo, com altas probabilidades de ganhar esse algo. Intraverbal: está nas entrellinhas. É refletir sobre algo e responder. Comportamentos operantes verbais secundários: autoclíticos. Aspas, pronomes, pontuação e etc. Dão entonação para o que se é dito. Comportamento governado por regras: pode ser regras tanto escritas quanto faladas. Precisa do comportamento verbal de outra pessoa. Precisa ser instruido, comentado, falado, explicado. Ordens, instruções e conselhos são regras. Coemça na infância, seguindo regras dos pais e depois se generaliza para outras áreas (professores, chefes e etc). Comportamento modelado por contingências: exclusivamente através de reforço e punição. Até o de regras é por contingências. Requer somente interação com as contingências. Surge sem instrução. Contingência última: Justifica a contingência próxima, pois estabelece uma relação entre o comportamento e suas consequências futuras. Diz respeito a sobrevivência. Longo prazo. Razão principal por trás da regra. Mantém o comportamento funcionando. Contingência próxima: reforço imediato ao seguir uma regra. Curto prazo. Razão pela qual o comportamento é considerado "controlado por regra". Coloca o comportamento para funcionar. Onde estão as regras? Para os mentalistas, estão em algum lugar interno, para os behavioristas, estão no próprio ambiente e se apresentam concretamente (sons, sinais e etc). Pensamento: falar consigo mesmo sem emitir sons para solucionar um problema. Comportamento precorrente: pode ser privado, público ou vocal. Atividade de falante que ocorre antes da solução. Esta solução ocorre seguindo um padrão, principalmente padrões que já funcionaram anteriormente. Ambiente reforçador: não se utiliza de chantagem, mas sim induz metas para que a pessoa conquiste o reforço.