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UNISUL - UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA CURSO DE MEDICINA UC: Necessidades e Cuidados em Saúde - NCS – Tutora: Renata Fortunato Relator: João Vithor Martins SP 1.2 – Exercício físico é bom mesmo? Germano, corretor de imóveis, é obeso (IMC:Obesidade I) e tem uma vida muito sedentária. É fumante há muitos anos de aproximadamente 30 cigarros/dia. Agora com 46 anos, ouve quase todos os dias da esposa que “precisa fazer exercício físico para emagrecer”. Finalmente, tomou coragem e matriculou-se em uma academia próxima à sua residência. Antes de iniciar os exercícios, foi examinado por um médico que constatou que o paciente não apresentava nenhum histórico patológico, sobretudo relativo aos aparelhos circulatório e respiratório. Realizou um eletrocardiograma na hora, que foi normal. Frente a esses dados, liberou Germano para as atividades que lhe seriam prescritas pelo educador físico para ele designado. O profissional, criteriosamente, iniciou com atividades leves de condicionamento físico, com baixa carga. Mas Germano queria emagrecer logo e exagerava nas séries que lhe eram prescritas. Na segunda semana, quando estava correndo na esteira, teve uma dor de moderada intensidade localizada na face anterior do tórax, de caráter constritivo, que cessou quando interrompeu o exercício. No dia seguinte, nos primeiros minutos de uso da esteira, queixou-se da mesma dor. O educador físico então suspendeu suas atividades e pediu-lhe que procurasse um cardiologista com urgência. Germano conseguiu marcar uma consulta para alguns dias após. O médico, após uma cuidadosa anamnese e um exame físico meticuloso auscultou apenas uma quarta bulha no exame físico cardiológico. A PA do paciente estava em 120/80mmHg e sua FC era de 76bpm. Um ECG realizado no consultório não mostrou alterações isquêmicas. Entretanto, o médico prescreveu AAS 200mg/dia para Germano e solicitou-lhe exames de sangue e um exame ergométrico. Os exames revelaram, em resumo: glicemia de jejum: 95mg/dL, TG: 205, Col: 258mg/dL (LDL: 162mg/dL) e PCR ultrassensível: 0,6mg/dL. Foi solicitada então uma ergometria: Fase Pré teste FC= 60bpm PA= 140/90mmHg Fase de pico FC: 90bpm PA: 90/50mmHg Fase de recuperação (5 mim) FC: 60bpm PA: 60/30mmHg O paciente foi encaminhado imediatamente para internação hospitalar, onde foi submetido a angiografia coronariana, que mostrou: graves lesões nas artérias interventriculares anterior, posterior e circunflexa, além de irregularidades da artéria coronariana direita. Devido ao número e ao grau das lesões, foi então indicada uma revascularização miocárdica utilizando-se ‘by-pass” de safenas. No pós-operatório, evoluiu bem, embora com muita dor torácica bilateral, associada aos dois drenos introduzidos para correção de pneumotórax pós-operatório. Obteve alta após dez dias de internação, com dor torácica discreta associada à movimentação e sem complicações da cirurgia. Está atualmente em uso de AAS 200mg/dia, Atenolol 50mg/dia 12/12 horas e dinitrato de isossorbidal comprimidos de 5mg (1 comp sublingual apenas se sentir dor precordial). Está inscrito em um programa de reabilitação física no hospital onde foi internado, junto com outros pacientes em condição semelhante. OBS: faltou o cardio associar uma estatina para o paciente (roso ou ator, que são de alta potência, pois é paciente de alto risco) QA's Objetivos específicos 1) Caracterizar a circulação coronariana e seus principais acometimentos patológicos. Os vasos sanguíneos do coração incluem as artérias coronárias e as veias cardíacas, que transportam o sangue para e a partir da maior parte do miocárdio. O endocárdio e parte do tecido subendocárdico recebem oxigênio e nutrientes por difusão ou microvascularização diretamente das câmaras cardíacas. Os vasos sanguíneos atravessam a superfície do coração, geralmente sob o epicárdio, e, às vezes, entram no miocárdio. Esses vasos recebem inervação simpática e parassimpática, mas o automatismo independe dessa estrutura. *Irrigação arterial do coração* As artérias coronárias, originadas da aorta, irrigam o miocárdio e o epicárdio. O refluxo é impedido pela valva aórtica. Elas se originam nos seios da aorta (direito e esquerdo) e se distribuem para os átrios e ventrículos, embora os ramos atriais sejam pequenos e pouco visíveis em cadáveres. A distribuição ventricular das artérias coronárias não é bem delimitada. *Artéria coronária direita (ACD)* - Origina-se do seio direito da aorta, na parte ascendente - lateral direita e parede posterior e nó SA/AV - Emite um ramo para o nó sinoatrial (SA) e um ramo marginal direito que irriga a margem direita do coração e um ramo interventricular posterior, que desce pelo sulco interventricular posterior até o ápice do coração, irrigando partes dos ventrículos e o septo interventricular. *Artéria coronária esquerda (ACE)* - Origina-se do seio esquerdo da aorta - esquerda anterior - Passa entre a aurícula esquerda e o lado esquerdo do tronco pulmonar, seguindo no sulco coronário. - Emite o ramo do nó SA (em 40% das pessoas). - Divide-se em dois ramos: - Descendente anterior: irriga quase todo o septo IV, a parede anterior e a região apical do VE. Seus principais ramos são as artérias septais e diagonais - *Circunflexa*: Segue ao redor da margem lateral esquerda do coração até a face posterior. 2) Relacionar fatores de risco com o desenvolvimento de doença aterosclerótica coronariana. → Fisiopatologia Na gênese dos eventos vasculares agudos, como o IAM e o acidente vascular encefálico (AVE), dois processos são implicados: **aterogênese e aterotrombose.** *Aterogênese:* O processo de aterogênese, ou seja, a *formação de lesões ateromatosas,* pode acometer as mais diversas áreas do sistema circulatório; o processo aterosclerótico se inicia ainda na juventude. Entretanto, a maioria dessas anormalidades permanece assintomática até o aparecimento da aterotrombose. *Aterotrombose:* A aterotrombose – *trombose sobre a placa fissurada* – é o processo que *culmina no evento isquêmico agudo:* - IAM - AVE isquêmico - isquemia crítica de membros inferiores - morte súbita de origem cardiovascular A lesão do endotélio sobre a placa (ruptura, fissura ou erosão) dispara uma sequência de eventos, iniciando-se com a deposição das plaquetas, prosseguindo com sua ativação e com um posterior recrutamento de novas plaquetas. O resultado é a *formação de um trombo rico em plaquetas, cujo propósito fisiológico é a cicatrização da lesão endotelial.* Esse trombo rico em plaquetas (*trombo branco) é rapidamente infiltrado pela fibrina, transformando-se em um trombo fibrinoso.* Logo a seguir, os eritrócitos são capturados por essa rede fibrinosa e forma-se o *trombo vermelho, principal responsável pela oclusão do vaso sanguíneo.* → Caso o estímulo trombogênico seja limitado, resultará em *oclusão intermitente ou transitória do vaso, representada clinicamente pelos quadros de **angina instável ou IAM sem supra-ST.* → Por sua vez, quando o estímulo proveniente da placa aterosclerótica for suficientemente intenso, as plaquetas poderão responder excessivamente, e o resultado poderá ser um *trombo que levará à oclusão total do vaso sanguíneo, originando o **IAM com supra-ST.* *Fatores de risco:* Hiperlipidemia, tabagismo e diabetes podem ativar os leucócitos, que então liberam um fator tecidual que coloca os pacientes em alto risco para um evento coronariano agudo. Pacientes com colesterol e proteína C reativa (PCR) elevados correm risco elevado de SCA. A PCR nesses pacientes mede a ativação dos leucócitos na circulação. Os pacientes tabagistas também apresentam elevação de PCR, e a PCR diminui quando eles param de fumar. O tabagismo, portanto, pode levar a um estadode hipercoagulabilidade, a qual desaparece ou se atenua quando o paciente deixa de fumar. OBS: PCR marcador de risco, não fator de risco OBS na aula: A dislipidemia no total é grandemente associada à historia familiar, e 30% relacionada a alimentação. Fonte: Cardiologia Diagnóstico e Tratamento; Creso Abreu Falcão e Jeronimo Moscoso II 3) Correlacionar fisiopatologicamente a dor torácica anginosa com as diversas formas de acometimento miocárdico isquêmico. (angina ins e esta / infarto com e sem supra…) A angina de peito (ou pectoris) é definida como um desconforto no tórax ou na região precordial causado por isquemia miocárdica que tem como principal causa a doença aterosclerótica, mas que também pode advir de embolia, vasculite ou dissecção coronariana. Ela pode ser classificada como estável quando a isquemia é transitória que ocorre devido ao estreitamento luminal progressivo e através do aumento da demanda, ou seja, quando o paciente realiza algum esforço e que dura geralmente menos do que 5 minutos, sendo aliviada ao repouso. Já a angina instável decorre de um estreitamento luminal abrupto com a isquemia devido a uma redução da oferta sanguínea, ocorrendo no repouso ou em mínimos esforços e que geralmente dura mais do que 10 minutos. As anginas estáveis ainda apresentam classes funcionais, sendo o método mais usado a classificação da Sociedade Canadense de Cardiologia (CCS), como pode ser notado a seguir: • Classe I: atividades habituais não causam angina, como andar ou subir escadas. Sintomas podem aparecer em atividades intensas ou muito prolongadas. • Classe II: leve limitação das atividades habituais. Sintomas presentes ao caminhar ou subir escadas rapidamente. Atividades mais leves podem causar sintomas no frio, após as refeições ou durante momentos de estresse. Os sintomas também podem estar presentes em caminhadas maiores do que 100 a 200 metros. • Classe III: grande limitação das atividades habituais. Sintomas presentes durante caminhadas no plano, ainda que curtas – menores que 100 a 200 metros. Sintomas ao subir um lance de escadas em condições normais. • Classe IV: limitação de todas as atividades. Sintomas presentes até mesmo em repouso. Por fim, a angina estável é um desconforto torácico aos esforços em múltiplos episódios, sem aumento da intensidade. Enquanto que a instável ocorre não relacionada ao esforço. Já o infarto agudo do miocárdio é um processo de necrose isquêmica causada pela oclusão do suprimento arterial. Após a interrupção do fluxo sanguíneo, os níveis de O2 caem e o miocárdio começa a realizar metabolismo anaeróbico com liberação de lactato e redução do pH. Como esse metabolismo não é suficiente para as demandas do miocárdio, a bomba Na-K para de funcionar levando ao acúmulo de Na intracelular que causa edema celular e o acúmulo extracelular de K que altera o potencial elétrico transmembrana podendo levar a alterações do ritmo cardíaco. Ocorre também alteração do metabolismo do cálcio intracelular, seu acúmulo no citoplasma do cardiomiócito ativa lipases e proteases promovendo destruição celular. A liberação desses enzimas (troponina CK-MB e mioglobina) determina propagação do dano tecidual e atingem a circulação podendo ser detectadas no sangue periférico, servindo como marcador de morte celular e infarto do miocárdio. As principais causas do IAM incluem: • Aterosclerose: É a causa mais comum de IAM. A aterosclerose é o acúmulo gradual de placas de gordura (ateromas) nas paredes das artérias coronárias, que podem se romper e formar um coágulo sanguíneo que obstrui completamente a artéria. • Trombose coronária: A formação de um coágulo sanguíneo (trombo) dentro de uma artéria coronária é outra causa comum de IAM. Esse coágulo pode ser formado em uma área de aterosclerose pré-existente ou devido a outros fatores, como a ativação plaquetária e a coagulação sanguínea. • Espasmo coronário: O espasmo das artérias coronárias pode levar a um estreitamento repentino e temporário do vaso sanguíneo, resultando em uma redução do fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco. Esse espasmo pode causar um IAM, mesmo na ausência de obstrução significativa das artérias coronárias. • Dissecção coronária: Uma dissecção coronária ocorre quando as camadas das paredes das artérias coronárias se separam devido a uma lesão na parede arterial. Isso pode levar à formação de um coágulo sanguíneo e obstrução do fluxo sanguíneo coronariano. A principal causa ainda é aterosclerose, obstruindo as artérias coronárias. Os IAM podem ser classificados como: sem supradesnivelamento do segmento ST, quando a oclusão é subtotal, geralmente causada por trombos pobres em fibrina; ou com supradesnivelamento do segmento ST, que apresenta uma oclusão total por trombo com grande quantidade de fibrina. Diferenciando sintomas: • Angina Instável = dor tipicamente anginosa, porém o episódio é breve de 15 a 20 minutos. Alívio com nitratos sublinguais. Ao exame físico pode estar presente desdobramento paradoxal de B2, ritmo de galope, B3, B4, sopros valvares, desvio de ictus, sopros carotídeos, pulsos reduzidos em membros inferiores e estertores em bases pulmonares, além de pressão arterial elevada. • IAM = dor tipicamente anginosa, porém mais intensa, não alivia com repouso, normalmente apresenta náusea, sudorese e menos frequentemente apresenta sensação iminente de morte. 25% dos IAM são clinicamente silenciosos em diabéticos ou idosos. Exame físico tem palidez, taquicardia, B4, impulso cardíaco discinético. __________ # Síndrome Coronariana Aguda - paciente com evidências clínicas e/ou laboratoriais de *isquemia miocárdica aguda →* desequilíbrio entre oferta e demanda de O2 para o miocárdio - principal causa: *instabilização de uma placa aterosclerótica* - *2 formas:* - SCA com supradesnivelamento do segmento ST → SCACSSST - infarto agudo do miocárdio com supra de ST → IAMEST - SCA sem supradesnivelamento do segmento ST → SCASSST - se divide em *angina instável (AI) e IAM sem supra de ST (IAMSEST)* - ambos tem manifestações clínicas e ECG semelhantes - diferença: elevação (IAMSSST) ou não (AI) dos marcadores de necrose miocárdica → troponina e creatinofosfoquinase - fração MB (CK-MB), após algumas horas do início dos sintomas _____________ IAM com supra: alterações no ECG alteração de Troponina IAM sem supra: PODEM ter alterações no ECG mas tem alteraçao de tropo ANGINA INSTAVEL: sem alterações no ECG e sem alteração de TROPO _________ Síndrome coronariana aguda sem elevação do segmento ST (SCA-SEST) *infarto agudo do miocárdio sem elevação de ST* → necrose de miócito *angina instável →* sem necrose - angina estável → episódios isquêmicos → aumento superposto na demanda de oxigênio durante o exercício fisico e aliviados com repouso - angina instável → há ruptura ou erosão de uma ou mais lesões ateroscleróticas → trombose coronariana - presença ou ausencia de lesão miocárdica detectável + presença ou ausência de elevação do segmento ST no ECG - sintomas de isquemia instável → aumento da demanda miocárdica de oxigênio (estresse psicológico intenso ou febre) ou por liberação menor de oxigênio em decorrência de anemia, hioxia ou hipotensão ____________ *biomarcadores cardíacos* - IAMSEST → *⬆ biocarmadores de necrose* - troponinas cardíacas I ou T → específicas e sensíveis - marcadores preferidos de necrose do miocárdio - CK-MB → menos sensível *níveis elevados de qualquer um desses marcadores diferenciam os pacientes com IAMSEST dos portadores de AI* _____________ O conceito de supra de ST no ECG engloba quais das seguintes definições: Novo bloqueio de ramo esquerdo; OU elevação do segmento ST *≥ 1 mm em pelo menos 2* *derivações contíguas* (ou seja, uma do ladinho da outra,como V1 e V2), *exceto em V2 e V3,* já que V2 e V3 já tem um "suprinha" fisiológico. Nessas duas derivações, devo ter *> 1,5 mm* de elevação em mulheres de qualquer idade, > 2 mm de elevação em *homens de 40 anos ou mais e ≥ 2,5 mm de elevação em homens menores de 40 anos.* Doc, temos um super *macete* para você lembrar desse detalhe: - Faça um "V" ✌com a sua mão. Ficam dois dedos para cima para você lembrar de V2 e sobram 3 dedos para baixo para você lembrar de V3. - Observe que, em homens, exigimos uma elevação menor dos mais velhos. 👴 "Do velhinho a gente exige menos elevação". ______________ OBS: -Paciente que usa viagra não pode dar nitrato -Quanto mais velhos somos, mais neovascularização é formada, então a chance de morrer com um infarto aos 60 é menor do que 40 anos. - Paciente com mais de 6 horas de dor, não precisa fazer curvatura de troponina, pois ela já era pra ter subido. Ou um tropo estourado, super alta, não precisa curvar também, já sabe-se que o paciente está infartando. - Supra é elevação do segmento ST, maior que 1mm em duas derivações contíguas (por isso olhamos o eletro sempre por paredes) - Repete a troponina até dar 6 horas do início da dor do paciente. Se aumentou 20% da última coleta, a troponina torna-se positivo. - cateterismo: exame para análise das artérias, e no momento dos exame você já pode fazer decidi fazer a angioplastia, que é o tratamento, colocar o stent. IAM com supra de ST – angioplastia (120 minutos de transporte ou 90 minutos intra hospitalar) Se for demorar mais que isso pode deve trombolisar. 4) Identificar os recursos propedêuticos (clínicos e complementares) no diagnóstico das doenças isquêmicas coronarianas e avaliar a indicação das diferentes possibilidades terapêuticas (clínicas e cirúrgicas) na insuficiência coronariana. (Tratamento) - SAT menor que 90 bota oxigênio. - Faz de cara no momento, AAS, que reduz risco cardiovascular. - Outra medicação, o clopidogrel. - Se for demorar pro cat, faz heparina de baixo grau - Faz nitrato se o paciente tiver com dor - Se nao pode usar nitratao, usa beta-block → mas nao pode fazer pra todo mundo também. - Se instável, com dor, e não puder usar nitrato, ai usa o beta-block - Melhor pra usar é esomeprazol, pois o omeprazol interfere o clopidogrel - Depois de trombolisar, transfere igual e manda pro cat Critérios de resolução da trombólise (trombólise fez efeito) - Resolução da dor - Redução do supra em 50% (do tamanho do supra - de 6mm ele tem que passar para 3mm) - Ritmos de recanalização no eletro SUPRA SEM SEGMENTO DE ST - Faz tropo - Faz AAS e anti agregante (clopdogrel ou outros) é o manejo inicial. - Não tem trombólise no infarto sem supra - Avaliar rapidez que ele vai pro cat, se vai rapido, não precisa dar o segundo anti agregante (clopdogrel) - urgência tem que levar pro cat em até 2 horas: instabilidade hemodinâmica, sopro… IAM SEM SUPRA E ANGINA INSTÁVEL Coronariografia - CAT IMEDIATA