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Diarreia neonatal de bezerros
 Multifatorial:
 Ambientais:
 Não separação dos animais por categorias, ou seja, bezerros mais velhos co-habitando as intaçoes dos mais novos 
 Instalaçoes inadequadas 
 Mas condições higiênico-sanitarias
 Alta densidade populacional dos bezerreiros 
 Piquete maternidade inadequado 
 Condições edafoclimaticas desfavoráveis 
AGENTES INFECCIOSOS
 Bactérias 
 Vírus 
 Protozoários 
 Nematódeos 
COLOSTRAGEM 
 Falha na transferência da imunidade passiva (FTIP)
 Colostro de má qualidade 
 Quantidade insuficiente 
 Colostragem tardia 
PREJUÍZO ECONÔMICO 
 Morte dos bezerros 
 Custos indiretos: perda de de peso, atraso de crescimento ....
Afecções entéricas – principal causa de mortalidade neonatal 
ETIOLOGIA
 Origem não infecciosa:
 Maus manejos alimentar e higiênico 
 Temperatura do leite (40º)
 Volume inadequado (10% peso vivo bezerro/dia)
 Intervalos irregulares de fornecimento (volume total – 2 ou 3 porções)
 Alterações na composição química do leite (acidez no leite, substancias deletérias)
 Uso inadequados de sucedâneos 
 Falhas na formação do sulco gástrico – goteira esofagiana – (TºC, mamadas intempestivas---)
 Origem infecciosa:
 Bactérias: e. coli, salmonela, clostridium perfrins 
 Vírus: rotavirus e coronavirus 
 Protozoários: cryptosporidium, Eimeria 
 e.coli – primeiros dias de vida 
5 a 14 dias – rotavirus -----------
Quanto mais jovem o animal maior a mortalidade dos animais 
PATOGENIA
 Aumento na perda de agua pelas fezes – devido ao aumento do conteúdo awuoso fecal, ou aumento do volume de fezes excretados ou a combinação de ambos 
 Indica um desequilibro entre a absorção e a secreção de agua e eletrólitos 
 Mecanismos causativos de diarreia:
 Ma absorção passiva de agua 
 Motilidade intestinal 
 Efeitos osmóticos 
 Pressão hidrostática dos tecidos e aumento da permeabilidade
DIAGNOSTICO
 Manifestação sintomáticas 
 Histórico clinico 
 Evolução do quadro 
 Epidemiologia 
 Exames laboratoriais complementares 
 Volume globular 
 Função renal 
 Ionograma (sódio, potássio e cloro)
 Hemogasometria 
Quanto mais grave a desidratação mais apático esses animais estarão 
Primeiro o animal desidrata, depois entra em choque séptico 
Alguns animais podem nascer parasitados: t. vitolorum em búfalos 
SINAIS CLÍNICOS 
 A evolução depende:
 Agente ou fator envolvido 
 Intensidade da infecção 
 Perda de fluidos e eletrólitos 
 Super-aguda e aguda: enterotoxina 
 Aguda: colidiarreia, diarreias virotidicas 
 Aguda ou corânica: salmonelose 
 Alteração nas características das fezes: 
 Modificação da consistências, da coloração, e do odor, -------------------
 Coloração: depende da alimentação 
 Esbranquiçada ou acizentada 
 Amarela- acinzentada 
 Esverdeada 
 Verde escura 
 Achocolatada 
 Enegrecida 
 Odor:
 Pronunciado e ácido: colidiarreia 
 Fétido: salmonelose 
 Excesso de muco 
 Coágulos de leite não digerido 
 Estrias de sangue 
 Fibrina – ocorre quando há lesões extensas 
 Tecidos necrosados 
 Aspectos mucoide ou gelatinoso – caracterisitcos das –
 Formas mais graves:
 Apatia 
 Enfraquecimento 
 Diminuição dos reflexos de sugação e deglutição 
 Hiporexia e anorexia 
 Perda de peso 
 Desidratação 
 Emagrecimento notável (formas crônicas)
 Decúbito esternal (formas moderadas)
 Decúbito lateral (formas intensas)
 Funções vitais:
 Temperatura corporal intensa: Aumento nas formas virais. Aumento persistente na salmonelose. Diminuição da temperatura interna e externa – menor perfusão sanguínea periférica 
 Frequência cárdica: Aumento associado a hipertermia, efeito compensatório da hipovolemia ou acidose metabólica, ocorrência de infecção pulmonar secundaria 
 Frequência respiratória: Aumento para compensação da hipovolemia. Diminuição e arritmias: depressão e hipercalcemia
GRAU DE DESIDRATAÇÃO
4 a 5%: sem sinais aparentes 
5 a 8%:
8 a 10%:
11% +: estado semicomatoso – risco de choque hipovolêmico 
 Diarreia crônica: desenvolvem dermatites semelhantes a fotossensibilização hepática -------??
TRATAMENTO DE DIARREIA EM BEZERROS
 Reposição: % 
 Manutenção: 100ml/kg 
 Percas continuadas: 80ml/kg 
 Se apresentar sinais de endotoxemia Antibióticoterapia com:
 Sulfadiazinas + trimetropin 
 Amoxilina 
 Ampicilinas 
 Enrofloxacina – tem sido mais utilizada ultimamente – enro em pasta
 Pode ser utilizado carvão ativado junto com a antibiótico – 0,5 a 2g/kg 
 Pectina – a presença da pectina tras conforto gastrointestinal aos animal – arrozina é rica em pectina – 2g/kg – maisena – 
caulin é um protetor de mucosa, semelhante ao sulcrafato
 Em caso de diarreia viral, fazer antibiótico devido infecções secundarias

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