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10/03/2025
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MOLDEIRAS INDIVIDUAIS MOLDAGEM DE TRABALHO
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INDIVIDUAIS
Ø São moldeiras confeccionadas especificamente 
para um determinado caso. 
Ø Por serem individuais, são mais precisas e são 
u8lizadas fundamentalmente para a moldagem 
funcional ou moldagem defini8va em prótese 
total.
MOLDEIRAS
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FINALIDADES DA UTILIZAÇÃO DAS MOLDEIRAS INDIVIDUAIS
1. Delimitação final da área chapeável, determinando a verdadeira área de 
assentamento da prótese, bem como a área periférica da mesma, a qual em harmonia 
com as estruturas vizinhas, não será deslocada por elas durante as diversas atividades 
executadas pelas estruturas maxilo-faciais;
2. Receber, levar e manter em posição o material de moldagem durante a atividade 
funcional das estruturas até a sua reação final, comprimindo as zonas de compressão 
e aliviando as zonas de alívio;
3. Obter retenção do aparelho;
3
FINALIDADES DA UTILIZAÇÃO DAS MOLDEIRAS INDIVIDUAIS
4. Obter uniformidade no assentamento da dentadura;
5. Diminuir alterações dimensionais que ocorrem durante a reação de presa;
6. Diminuir contrações pelo esfriamento,
7. Diminuir variações volumétricas por perda e adição de água,
8. Diminuir distorções durante a remoção do molde.
4
1) Resistência (Não deformar);
2) Adaptação e contorno corretos (área chapeável);
3) Extensão adequada (Não ter deformações nos tecidos);
4) Rigidez ( Não ter deformação pelo calor);
5) Espaço para o material de moldagem;
6) Espessura satisfatória (Para não distender tecidos);
7) Alívios nos locais adequados (Evitar compressão nos tecidos, vasos e nervos)
8) Estabilidade dimensional;
9) Lisura;
10)Não ser demasiadamente retentiva nos flancos (traumas);
11)Facilidade de confecção (baixo custo e economia de tempo).
Requisitos da moldeira individual
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Confecção de moldeira individual
MATERIAL E INSTRUMENTAL NECESSÁRIOS
1.Modelos de estudo superior e inferior com área chapeável delimitada;
2.Pincel de tamanho médio;
3.Isolante de gesso (cel lac);
4.Polímero e monômero de resina acrílica de autopolimerização;
5.Pote de vidro com tampa, para resina acrílica;
6.Pote dappen;
7.Espátula no. 36;
8.Espátula Le cron;
9.Espátula no. 07;
10.Cera no. 7;
11.Duas placas de vidro;
12.Cuba de borracha;
14. Fresas e Pedra trimer;
15. Tiras de lixa fina;
16. Mandril para tira de lixa;
17. Micro-motor e peça de mão.
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Confecção de moldeira individual
MAXILAR
• Delimitação da área chapeável
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Confecção de moldeira individual
MAXILAR
• Alívios de cera n.7 na papila incisiva, rugosidades palatinas e rafe mediana (recortar 
com lecron)
ZONA DE ALÍVIO OBRIGATÓRIO
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Confecção de moldeira individual
MAXILAR
• Eliminação das retenções com algodão e cel lac
(rebordo anterior e túber da maxila– superfície vestibular)
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Confecção de moldeira individual
MAXILAR
• Incorporação da resina acrílica autopolimerizável e 
aguardar até a fase plástica.
Proporção: pó/ líquido 3/1 
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Confecção de moldeira individual
MAXILAR
• Incorporação da resina acrílica autopolimerizável e 
aguardar até a fase plástica.
11
https://www.youtube.com/watch?v=1GVFycz3bCc
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Confecção de moldeira individual
MAXILAR
• Em uma cuba colocar 2 folhas de papel celofane;
• Sobre uma placa de vidro, colocar nas extremidadess laterais tiras de cera 7 duplas 
com aproximadamente 0,5 cm de largura e 2cm de comprimento;
• Confeccionar uma bola de resina e colocar a placa de vidro;
• Prensar a resina acrílica com outra placa de vidro até encostar nas laminas de cera.
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PLACA DE VIDRO MOLHADA
14
PLACA DE VIDRO MOLHADA
15
PLACA DE VIDRO MOLHADA
16
PLACA DE VIDRO MOLHADA
LÂMINA DE CERA 
DOBRADA
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PLACA DE VIDRO MOLHADA
LÂMINA DE CERA 
DOBRADA
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Confecção de moldeira individual
MAXILAR
• Adaptar o lençol de resina acrílica sobre o modelo de gesso e com um Le cron, recortar os 
excessos, sendo que esse recorte deve ter como limite a borda externa do modelo de gesso.
• Recortar o lençol de resina acrílica na região posterior, respeitando o limite posterior da 
área chapeável desenhada com lápis grafite.
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Confecção de moldeira individual
MAXILAR
• Preenchimento do fundo do sulco gengivogeniano para obtenção de espessura 
dupla nas bordas da moldeira
• Alisamento da superfície com monômero.
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Confecção de moldeira individual
MAXILAR
• Remoção dos excessos e arredondamento das bordas da moldeira;
• Abertura do frênulo labial superior em altura e largura.
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Confecção de moldeira individual
MAXILAR
• Cabo funcional apoiado sobre o pote de vidro – aguardar a presa da resina acrílica.
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Confecção de moldeira individual
MANDIBULAR
• Eliminação das retenções com algodão e cel lac no rebordo anterior (superfície V e L) e área 
retromilohiopidea.
• Adaptação do lençol de resina e remoção de excessos.
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Confecção de moldeira individual
MANDIBULAR
• Confecção do cabo e stops na região de pre-molares.
• Remoção dos excessos e arredondamento das bordas da moldeira;
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Ajuste clínico da moldeira individual
ü Inserção da moldeira com pouca dificuldade
ü Remover sobreextensões à reprodução no aparelho protético final
ü Evitar trauma dos tecidos orais e periorais
ü Oferecer conforto ao paciente
ü Espaço suficiente para o material de moldagem (1-2 mm do fundo de sulco)
Objetivos
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Ajuste clínico da moldeira individual
Maxi-cut Ponta trimer
Tira de lixa/ 
mandril Mandril
D isco de carburundum Disco metálico
Disco de feltro
Peça reta/micro-
motor Lápis cópia
Materiais NECESSARIOS
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Ajuste clínico da moldeira individual
Verificar a extensão da moldeira individual sobre o modelo inicial.
Lisura da superdcie.
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Ajuste clínico da moldeira individual
MAXILAR
Adaptação da moldeira nas áreas dos freios
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Ajuste clínico da moldeira individual
MAXILAR
Adaptação da moldeira nas áreas dos freios
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Ajuste clínico da moldeira individual
MAXILAR
Ajuste da moldeira no flanco labial
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Ajuste clínico da moldeira individual
MAXILAR
Ajuste da moldeira no flanco bucal
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Ajuste clínico da moldeira individual
MAXILAR
Adaptação da extensão na região posterior – AH!
Borda posterior à do sulco hamular direito ao esquerdo
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Ajuste clínico da moldeira individual
MAXILAR
Borda posterior à do sulco hamular direito ao esquerdo
Adaptação da extensão na região posterior – AH!
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Ajuste clínico da moldeira individual
Adaptação da moldeira 
nas áreas dos freios
MAndibular
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Ajuste clínico da moldeira individual
Abrir os freios e 
inserções musculares 
para permitir livre 
movimentação dos 
mesmos
MAndibular
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Ajuste clínico da moldeira individual
Abrir os freios e 
inserções musculares 
para permitir livre 
movimentação dos 
mesmos
MAndibular
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Ajuste clínico da moldeira individual
Recortar para livrar a ação do músculo
masséter Recobrir toda a papila piriforme
MAndibular
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Ajuste clínico da moldeira individual
MAndibular
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Ajuste clínico da moldeira individual
Características finais
üNão apresentar dificuldades na colocação e remoção da boca
üNão causar dores ao paciente no momento da colocação
üNão interferir com os movimentos dos lábios, bochecha e língua
üApós o ajuste a moldeira deve apresentar retenção
üNão ser deslocada com a função
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Ø Moldagem final, ou funcional ou secundária é uma moldagem dinâmica que 
registra todos os detalhes anatômicos importantes da área chapeável, das 
inserções musculares e de seus movimentos.
Ø Obtida através de uma moldeira individual associada a um material de 
moldagem apropriado. 
MOLDAGEM funcional
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MOLDAGEM funcional
1.Copiar fielmente todos os detalhes anatômicos da área chapeável;
2.Obter extensão e delimitação correta da área chapeavel;
3.Comprimir as zonas de compressão;
4.Aliviar as zonas de alívio;
5.Obter a retenção, estabilidade e suporte do aparelho;
6. Obter uniformidade no assentamento e na espessura das bordas;
7. Promover estética;
8. Dar conforto ao paciente.
OBJETIVOS41
Superfície de apoio
Selado Periférico
TÉCNICA DE moldagem funcional
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A. MOVIMENTAÇÃO MUSCULAR: Os movimentos funcionais relacionam-se à 
movimentação da musculatura paraproté8ca realizada pelo próprio paciente, segundo 
instruções do cirurgião-den8sta. 
B. TRACIONAMENTO TECIDUAL: O tracionamento tecidual é realizado pelo profissional, 
estando o paciente com a musculatura relaxada, enquanto a moldeira é man8da em 
posição por meio do cabo. 
TÉCNICAS DE MOLDAGEM DE BORDA
Selado periférico
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MATERIAIS NECESSÁRIOS
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üVedamento periférico; 
üEspessura e contorno adequado das bordas;
üMolde dos tecidos de acordo com suas demandas funcionais. 
MOLDAGEM DE BORDASelado periférico
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Ø Fluidez necessária com mínima pressão tecidual
Ø Boa adesividade a moldeira
Ø Rigidez adequada após resfriada à verificar o grau de retenção
Ø Estabilidade dimensional à temperatura bucal
Ø Facilidade de reparos
Ø Rapidez no tempo de moldagem
SELADO PERIFÉRICO
MOLDAGEM DE CADA 
FLANCO
Godiva
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Ø Única inserção
Ø Baixo escoamento
Ø Rigidez
Ø Reprodu8bilidade
SELADO PERIFÉRICO
Silicone pesado
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1)Flanco bucal direito
2)Flanco bucal esquerdo
3)Flancos labiais
4)Borda posterior / Zona posterior
SUPERIORSELADO PERIFÉRICOGodiva
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CUIDADO!!!!
FOGO
ALCOOL
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Plastificação da godiva 
Lâmpada a álcool e Hanau 
Sulco hamular até a 
inserção muscular
Cera não é removida para 
manter a adaptação
SELADO PERIFÉRICOGodiva
FLANCOS BUCAIS
SUPERIOR
50
SELADO PERIFÉRICOGodiva SUPERIOR
Pedir para paciente succionar cabo ou 
tracionamento da musculatura
FLANCOS BUCAIS
51
SELADO PERIFÉRICOGodiva SUPERIOR
FLANCOS BUCAIS
REMOVER EXCESSOS 
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SELADO PERIFÉRICOGodiva SUPERIOR
FLANCOS BUCAIS
53
SELADO PERIFÉRICOGodiva SUPERIOR
FLANCOS LABIAIS
54
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10
SELADO PERIFÉRICOGodiva SUPERIOR
FLANCOS LABIAIS
55
SELADO PERIFÉRICOGodiva SUPERIOR
ZONA POSTERIOR
• Godiva com largura de 5mm
• Sulco hamular ao outro
• Ligeira pressão com dedo médio – 
sem movimentação do paciente 
IMPORTANTE 
Zona que se movimenta.
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SELADO PERIFÉRICOGodiva SUPERIOR
ZONA POSTERIOR
57
SELADO PERIFÉRICOGodiva SUPERIOR
ZONA POSTERIOR
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1)Flanco sublingual
2)Flancos linguais (D e E)
3)Flancos bucais (D e E)
4)Flancos labiais
INFERIORSELADO PERIFÉRICOGodiva
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INFERIORSELADO PERIFÉRICOGodiva
FLANCO SUBLINGUAL
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11
INFERIORSELADO PERIFÉRICOGodiva
FLANCO SUBLINGUAL
Movimento funcional da língua à Elevação do assoalho
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INFERIORSELADO PERIFÉRICOGodiva
FLANCO SUBLINGUAL
62
INFERIORSELADO PERIFÉRICOGodiva
FLANCOS LINGUAIS
Projeção da a língua para a bochecha do lado oposto à Limite do músculo milo-hióideo
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INFERIORSELADO PERIFÉRICOGodiva
FLANCOS LINGUAIS
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INFERIORSELADO PERIFÉRICOGodiva
FLANCOS BUCAIS
ATENÇÃO - ÁREA DISTOBUCAL
• Aquecer a godiva em ambos os lados;
• Paciente deve fechar a boca contra 
resistência do dedo indicador colocado 
sobre a moldeira, isto a@va o musculo 
e molda a morda pela contração do 
musculo bucinador
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INFERIORSELADO PERIFÉRICOGodiva
FLANCOS LABIAIS
Manter a moldeira 
posicionada sob pressão 
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AVALIAÇÃO 
DO MOLDESELADO PERIFÉRICOGodiva
ü Bordas rugosas à plastificação 
insuficiente do material 
ü Godiva brilhante à ausência de 
moldagem
ü Se a godiva escoa e o acrílico aparece 
à sobreextensão
ü Borda fina / lâmina de faca à 
quantidade insuficiente de material
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TESTE DE EFETIVIDADE
selado perifErico
Movimentar lateralmente, para frente e para trás
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MOLDAGEMSuperfície de apoio
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Pastas a base de zinco e eugenol ELASTÔMERO
Poliéter, Mercaptana, Silicones
SUPERFÍCIE DE APOIO
70
Remover excesso de saliva Vaselina - facilitar limpeza
SUPERFÍCIE DE APOIO
71
SUPERFÍCIE DE APOIO
REMOVER CERA
SUPERIOR
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SUPERFÍCIE DE APOIO
PASTA ZINCOENÓLICA – COMPRIMENTOS IGUAIS
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CARREGAMENTO DA MOLDEIRA
SUPERFÍCIE DE APOIO
74
SUPERFÍCIE DE APOIO
75
SUPERFÍCIE DE APOIO
76
• Camada fina e uniforme de material 
de moldagem
• Bolhas à bordas subesten@das ou 
quan@dade insuficiente de material
SUPERFÍCIE DE APOIO
AVALIAÇÃO DO MOLDE
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SUPERFÍCIE DE APOIO
INFERIOR
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14
SUPERFÍCIE DE APOIO
INFERIOR
79
SUPERFÍCIE DE APOIO
80
SUPERFÍCIE DE APOIO
AVALIAÇÃO DO MOLDE
81
ENCAIXAMENTO DO MOLDE
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Tira de cera u8lidade 0,8 cm Adaptação na porção externa
ENCAIXAMENTO DO MOLDE
83
ENCAIXAMENTO DO MOLDE
84
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15
Tira de cera 
utilidade 1,5 
cm
ENCAIXAMENTO DO MOLDE
85
RECORTAR OS EXCESSOS E ARREDONDAR OS ÂNGULOS
ENCAIXAMENTO DO MOLDE
86
ENCAIXAMENTO DO MOLDE
87
ADAPTAR E FIXAR UMA LÂMINA DE CERA 7 NO ESPAÇO ENTRE OS FLANCOS 
LINGUAIS E SUBLINGUAL - ASSOALHO 
ENCAIXAMENTO DO MOLDE
88
ENCAIXAMENTO DO MOLDE
89
ENCAIXAMENTO DO MOLDE
90
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16
Espaço suficiente
para dar espessura
ao gesso
ENCAIXAMENTO DO MOLDE
91
ENCAIXAMENTO DO MOLDE
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Obtenção dos modelos finais
ENCAIXAMENTO DO MOLDE
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FamilyID=Office_ArchiveTorn
Preparação do modelo final
94
Preparação do modelo final
95
FamilyID=Office_ArchiveTorn
Preparação do modelo final
96
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17
FamilyID=Office_ArchiveTorn
Preservação da profundidade e 
largura do sulco
97
Modelo final
98
99
Obrigada!!!
100

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