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PSA UNIP 2025 - RELAÇÕES INTERNACIONAIS

Autoteste do curso PSA — Relações Internacionais (Teste PSA 2025/1) com questões de interpretação: análise de charge e trecho de Jonathan Haidt sobre infância e celulares; questão sobre obesidade acompanhada de gráficos e Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde.

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Questões resolvidas

Prévia do material em texto

Curso PSA - RELAÇÕES INTERNACIONAIS 
Teste PSA 2025/1 
Iniciado 12/05/25 11:10 
Enviado 12/05/25 12:25 
Data de vencimento 13/05/25 01:00 
Status Completada 
Resultado da tentativa 10 em 10 pontos 
Tempo decorrido 1 hora, 14 minutos 
Autoteste O aluno responde e o resultado do aluno não é visível ao professor. 
Resultados exibidos Respostas enviadas, Perguntas respondidas incorretamente 
• Pergunta 1 
0,5 em 0,5 pontos 
 
Leia a charge e o texto a seguir, extraído do livro “A geração ansiosa”, de Jonathan 
Haidt, psicólogo sociocultural e professor da Universidade de Virginia. 
 
 
 Disponível em . Acesso em 27 jan. 2025. 
 
A Grande Reconfiguração não envolve apenas mudanças na tecnologia que moldaram 
os dias e a mente das crianças. Há uma segunda história, que é a da guinada bem-
intencionada porém desastrosa em direção à superproteção das crianças e à restrição 
de sua autonomia no mundo real. Crianças precisam brincar livres para se desenvolver. 
Isso é evidente em todas as espécies mamíferas. Os pequenos desafios e reveses que 
surgem nesse universo restrito do brincar são uma vacina que prepara as crianças para 
 
 
 
encarar desafios maiores depois. No entanto, por diferentes motivos históricos e 
sociológicos, o brincar livre entrou em declínio nos anos 1980, com uma queda 
acelerada na década de 1990. Adultos nos Estados Unidos, no Reino Unido e no Canadá 
começaram a temer cada vez mais que, se deixassem os filhos andar na rua sem 
supervisão, eles seriam alvo de sequestradores e predadores sexuais. O ocaso do brincar 
não supervisionado ao ar livre coincidiu com a ascensão do computador pessoal como 
um meio mais convidativo para passar o tempo livre. 
Proponho o fim dos anos 1980 como o começo da transição de uma “infância baseada 
no brincar” para uma “infância baseada no celular”, uma transição que só terminou em 
meados da década de 2010, quando adolescentes passaram a ter o próprio 
smartphone. Uso o termo “celular” em seu sentido mais amplo, incluindo todos os 
aparelhos eletrônicos pessoais com acesso à internet que vieram a preencher o tempo 
dos jovens, incluindo laptops, tablets, jogos on-line e, o mais importante, smartphones 
com milhões de aplicativos. 
HAIDT, Jonathan. A geração ansiosa: como a infância hiperconectada está causando 
uma epidemia de transtornos mentais. São Paulo: Companhia das Letras, 2024, p. 16. 
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas. 
I. A charge contrapõe-se à ideia defendida por Haidt no texto, uma vez que ela tem por 
objetivo evidenciar a possibilidade de conciliação saudável entre brincadeiras 
tradicionais e dispositivos eletrônicos. 
II. De acordo com o texto, houve mudança positiva na infância, pois as crianças, antes 
de 1980, não tinham acesso à internet. 
III. Segundo o texto, as novas tecnologias surgiram como uma solução para pais que 
temiam deixar os filhos brincando nas ruas. 
É correto o que se afirma em 
Resposta Selecionada: e. 
 
 
III, apenas. 
 
• Pergunta 2 
0,5 em 0,5 pontos 
 
Leia o texto e os gráficos a seguir. 
A obesidade é considerada uma doença crônica não transmissível (DCNT) e um fator de 
risco no processo causal de outras DCNT, como diabetes tipo 2, doenças 
cardiovasculares, hipertensão arterial, acidente vascular cerebral e várias formas de 
câncer. A obesidade afeta, em diferentes proporções, pessoas de todas as idades e 
todos os grupos sociais. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais 
de 1 bilhão de pessoas no mundo são classificadas com obesidade. Estima-se que até 
2025 aproximadamente 167 milhões de pessoas, entre crianças, adolescentes e adultos, 
irão se tornar menos saudáveis por apresentarem sobrepeso ou obesidade. 
No Brasil, o cenário sobre a obesidade foi apresentado pelo Ministério da Saúde, por 
meio do Boletim Epidemiológico publicado em 2024. O boletim revela a 
morbimortalidade por obesidade, no período de 2010 a 2023, com dados obtidos no 
Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) disponíveis no portal DataSUS. 
As figuras a seguir apresentam a prevalência e a mortalidade por obesidade no Brasil, 
segundo o Boletim Epidemiológico. 
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE E AMBIENTE. 
Boletim Epidemiológico 7: cenário da obesidade no Brasil. v. 55. Brasília: Ministério da 
Saúde, 2024. 
Disponível em . Acesso em 22 jul. 2024. 
 
 
 
 
 
 
Figura 1. Prevalência de obesidade em adultos (>18 anos) – Brasil, 2006 a 2023. 
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE E AMBIENTE. 
Boletim Epidemiológico 7: cenário da obesidade no Brasil. Vol. 55. Brasília: Ministério 
da Saúde, 2024. 
Disponível em . Acesso em 22 jul. 2024. 
 
 
 Figura 2. Total de óbitos por obesidade (CID-10: E66) – Brasil, 2010 a 2021. 
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE E AMBIENTE. 
Boletim Epidemiológico 7: cenário da obesidade no Brasil. v. 55. Brasília: Ministério da 
Saúde, 2024. 
Disponível em . Acesso em 22 jul. 2024. 
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas. 
I. Houve crescimento significativo no número de óbitos por obesidade a partir de 2019, 
passando de 3.148 mortes para 4.561 em 2021, o que representa aumento de 
aproximadamente 45% nos óbitos por essa situação no Brasil. 
II. Constata-se aumento no percentual de adultos com obesidade no Brasil, que passou 
de 11,8% em 2006 para 24,3% em 2023. 
III. Os dados indicam a necessidade da realização de ações de promoção da saúde e de 
prevenção dos fatores de risco, com vistas à adoção de modos de vida saudáveis. 
É correto o que se afirma em 
Resposta Selecionada: a. 
 
 
I, II e III. 
 
• Pergunta 3 
0,5 em 0,5 pontos 
 
Leia o texto a seguir. 
Apesar dos avanços na legislação, reconhecidos por especialistas, a opressão às 
mulheres ainda é um dos principais problemas sociais do país. A violência contra a 
mulher — na contramão de outros tipos de violência na sociedade — só vem 
aumentando. 
A Lei Maria da Penha, sancionada em 2006, tem como objetivo combater a violência 
doméstica e familiar contra a mulher no Brasil. Ela é nomeada em homenagem à 
farmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes, que sofreu tentativa de homicídio por 
parte de seu marido. A lei estabelece medidas para proteger as vítimas, como a criação 
de juizados especiais de violência doméstica, a concessão de medidas protetivas de 
urgência e a garantia de assistência às vítimas. 
Para começar a entender o cenário, estatísticas oficiais mostram que o Ligue 180, 
serviço do governo federal para captar denúncias de violência contra a mulher, vem 
registrando aumento de ocorrências ano após ano. Em 2021, foram 82.872 denúncias. 
Em 2022, foram 87.794 denúncias. Em 2023, foram 114.848 denúncias. No primeiro 
semestre de 2024, também já pode ser verificado um crescimento nos números em 
relação ao mesmo período do ano anterior, segundo o Ministério das Mulheres. Os 
números ainda serão consolidados. Além disso, dados divulgados em julho de 2024 no 
18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Fórum Brasileiro de Segurança 
Pública, mostraram números preocupantes em relação à violência contra a mulher. 
Portal de Notícias G1. Disponível em 
. Acesso em: 07 
ago. 2024 (com adaptações). 
 
 
 
 
Considerando as informações apresentadas no texto sobrea violência contra a mulher 
no Brasil, avalie as asserções e a relação proposta entre elas. 
I. A Lei Maria da Penha, sancionada em 2006, tem como principal objetivo reduzir as 
denúncias de violência doméstica contra a mulher no Brasil. 
PORQUE 
II. A violência contra a mulher, em virtude dos avanços legais, tem diminuído nos 
últimos anos. 
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta. 
Resposta Selecionada: e. 
As asserções I e II são falsas. 
 
 
• Pergunta 4 
0,5 em 0,5 pontos 
 
Leia o texto a seguir, publicado em novembro de 2024. 
Durante oito meses, todas as terças-feiras, 50 jovens da periferia carioca frequentaram 
a Academia Brasileira de Letras para examinar a vida e a obra de Machado de Assis sob 
a perspectiva racial, no curso de formação de escritores. Escritores como Jefferson 
Tenório, Geovani Farias, Marcus Faustini e estudiosos da obra de Machado de Assis 
como Ana Flavia Magalhães Pinto e Paulo Dutra, entre outros, comandaram as aulas 
na ABL. 
Nesse período, os alunos assistiram a várias palestras da ABL, como as de Lilia Schwarcz 
e Ailton Krenak, padrinho da turma. Os alunos contaram suas próprias histórias por 
meio da escrita, que serão imortalizadas no livro que será publicado e lançado pela FLUP 
(Festa Literária das Periferias). 
A cerimônia de formatura será nesta terça-feira, dia 12, às 11h, na sede da ABL. 
No próximo ano, o escritor Ariano Suassuna será o autor escolhido para a turma. 
 
 
 
Criadora da Universidade das Quebradas há mais de duas décadas e idealizadora do 
curso, a acadêmica Heloisa Teixeira (Buarque de Holanda) diz que tudo é uma troca de 
saberes. 
“A gente dá para a periferia o melhor que a universidade tem a compartilhar. Aulas de 
literatura, filosofia, antropologia, história da arte, e eles respondem com ‘territórios 
quebradeiros’, ressoando de forma diferente a instigação feita em sala. É uma troca de 
saberes, já que a Academia não tem acesso ao saber das periferias”. O programa é 
parte do Programa Avançado de Cultura Contemporânea da Faculdade de Letras da 
UFRJ. Para ela, fazer um curso na ABL para estudantes da periferia tem um valor 
simbólico da maior importância. 
“Ao mesmo tempo que legitima o trabalho desses aspirantes ao ofício da escrita, mostra 
o interesse da ABL pela força da literatura emergente, vinda de segmentos plurais na 
cena literária. Eles fazem coisas maravilhosas, a graça é ser na ABL, que era um lugar 
inacessível para eles. Tem impacto na autoconfiança deles e da ABL. Chegaram odiando 
Machado e se apaixonaram ao conhecê-lo melhor”. 
O curso foi uma parceria da ABL com a FLUP e organização do Instituto Odeon. 
Disponível em . Acesso em 26 dez. 2024. 
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas. 
I. O curso tem por objetivo fazer com que os jovens escrevam como Machado de Assis. 
II. Segundo a professora Heloisa Teixeira, é simbolicamente importante que jovens 
periféricos façam um curso na ABL e tenham seus escritos valorizados. 
III. O curso, de acordo com a professora Heloisa Teixeira, visa a transmitir, de forma 
unilateral, o conhecimento acadêmico, normalmente inacessível aos jovens periféricos. 
É correto o que se afirma apenas em 
Resposta Selecionada: b. 
 
 
II. 
 
• Pergunta 5 
0,5 em 0,5 pontos 
 
Leia o texto e os mapas a seguir. 
Cerca de um terço da população brasileira vive abaixo da linha da pobreza, revela IBGE 
Pesquisa revelou que, em 2023, 27,4% dos brasileiros apresentavam um rendimento 
domiciliar per capita inferior a US$ 6,85 por dia, valor que caracteriza a linha de pobreza 
em nações de renda média-alta. 
Felipe Dantas – 04/12/2024. 
Em 2023, dados do IBGE indicam que cerca de um terço da população brasileira recebia 
menos de R$ 655 por mês. A pesquisa revelou que 27,4% dos brasileiros apresentavam 
um rendimento domiciliar per capita inferior a US$ 6,85 diários (R$ 41,50 na cotação 
do dia), um valor que caracteriza a linha de pobreza em nações de renda média-alta. A 
análise também destacou que a pobreza se manifestou de forma mais intensa em 
determinadas regiões do país, com ênfase no Norte e no Nordeste. Entre os locais com 
as maiores taxas de população vivendo abaixo da linha de pobreza, o Vale do Rio Purus, 
no Amazonas, se destacou com 66,6%, seguido pelo litoral e Baixada Maranhense, que 
registrou 63,8%. 
Outras regiões que apresentaram índices preocupantes incluem o Entorno 
Metropolitano de Manaus, com 62,3% da população nessa condição. Além disso, o 
Entorno Metropolitano de Cuiabá, em Mato Grosso, teve 29,9% de sua população 
abaixo da linha de pobreza, enquanto a Região Integrada de Brasília apresentou 27,6%. 
O Arco Metropolitano de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, também chamou a atenção, 
com 33,9% da população vivendo em situação de pobreza. Esses dados ressaltam a 
necessidade de políticas públicas eficazes para combater a desigualdade e melhorar as 
condições de vida nas áreas mais afetadas. 
 
 
 
Disponível em Acesso em 17 
dez. 2024 (com adaptações). 
 
Proporção de pessoas em situação de pobreza e extrema pobreza no Brasil, por região 
 
(a) Disponível em Acesso 
em 17 dez. 2024 (com adaptações). 
(b) Disponível em Acesso em 17 dez. 
2024 (com adaptações). 
 
Considerando o texto e o gráfico, avalie as afirmativas. 
I. O número de pessoas que vivem abaixo da linha de pobreza na Região Sul é menor 
que o da Região Centro-Oeste. 
II. O local de maior percentual de pessoas que vivem abaixo da linha de pobreza é o 
Vale do Rio Purus, na região amazônica. 
III. O número de pessoas na Região Nordeste que viviam abaixo da linha de pobreza em 
2023 era cerca de 25 milhões. 
IV. A região que apresenta o menor número de pessoas vivendo abaixo da linha de 
pobreza é a Região Centro-Oeste. 
É correto o que se afirma apenas em 
Resposta Selecionada: c. 
II, III e IV. 
 
 
 
 
• Pergunta 6 
0,5 em 0,5 pontos 
 
Você já deve ter ouvido a expressão “a preço de banana” para se referir a alguma coisa 
barata. Será que tal expressão é apropriada para isso? Leia, então, o infográfico a seguir 
sobre o preço médio do quilo da banana. 
 
 
 
Disponível em . Acesso em 04 jun. 2024. 
Com base na figura, avalie as afirmativas. 
I. O preço médio anual do quilo da banana, durante todo o período considerado, 
apresentou comportamento crescente. 
II. Segundo o infográfico, a maior variação absoluta no preço da banana ocorreu entre 
2019 e 2024. 
III. Considerando a cotação do dólar a R$3,52 no ano de 2004, o preço médio do quilo 
da banana nesse ano foi superior a dois reais. 
É correto o que se afirma apenas em 
 
Resposta Selecionada: b. 
II. 
 
 
• Pergunta 7 
0,5 em 0,5 pontos 
 
Leia o texto a seguir. 
A adolescência é um momento único, que molda as pessoas para a vida adulta. Nessa 
fase, múltiplas mudanças físicas, emocionais e sociais, incluindo a exposição à pobreza, 
 
 
 
abuso ou violência, podem tornar os adolescentes vulneráveis a condições de saúde 
mental. 
Quanto mais expostos aos fatores de risco, maior o potencial impacto na saúde mental 
de adolescentes. Entre os fatores que contribuem para o estresse durante esse 
momento da vida, estão o desejo de maior autonomia, pressão para se conformar com 
pares, exploração da identidade sexual e maior acesso às tecnologias. 
A influência da mídia e as normas de gênero podem exacerbar a disparidade entre a 
realidade vivida por um adolescentee suas percepções ou aspirações para o futuro. 
Outros determinantes importantes para a saúde mental dos adolescentes são a 
qualidade de vida em casa e suas relações com seus pares. 
Violência (incluindo pais severos e bullying) e problemas socioeconômicos são 
reconhecidos riscos à saúde mental. Crianças e adolescentes são especialmente 
vulneráveis à violência sexual, que tem uma associação clara com a saúde mental 
prejudicada. 
Alguns adolescentes estão em maior risco de problemas de saúde mental devido às suas 
condições de vida, estigma, discriminação ou exclusão, além de falta de acesso a 
serviços e apoio de qualidade. Os adolescentes com condições de saúde mental são, por 
sua vez, particularmente vulneráveis à exclusão social, discriminação, estigma 
(afetando a prontidão para procurar ajuda), dificuldades no aprendizado, 
comportamentos de risco, problemas de saúde física e violações dos direitos humanos. 
Disponível em . 
Acesso em 19 jul. 2024 (com adaptações). 
 
Com base no texto e nos seus conhecimentos, avalie as afirmativas. 
I. A promoção da saúde mental e do bem-estar dos adolescentes relaciona-se à 
diminuição dos fatores de risco. 
 
 
II. As consequências de não abordar as condições de saúde mental dos adolescentes se 
estendem à idade adulta, prejudicando a saúde física e mental e limitando futuras 
oportunidades. 
III. A adolescência é uma fase marcada por transformações físicas e emocionais que 
afetam todas as pessoas da mesma forma. 
É correto o que se afirma em 
Resposta Selecionada: d. 
I e II, apenas. 
 
 
• Pergunta 8 
0,5 em 0,5 pontos 
 
Leia a tirinha de Digo Freitas e o texto a seguir. 
 
 
Disponível em . Acesso em 17 dez. 2024. 
 
Redes sociais: boas ou ruins para a mente humana? Psicoterapeuta fala sobre os pontos 
positivos e negativos das redes sociais 
Se você não está na rede social é porque não existe. Hoje as redes facilitam amizades e 
contatos profissionais, mas também são motivos de discussões entre casais e amigos e 
fofocas no trabalho. 
As redes sociais são ótimas ferramentas de comunicação e facilitam a vida em diversos 
aspectos, porém deve-se levar em conta também o que há de prejudicial nas relações 
em rede (...). 
Para a psicoterapeuta Maura de Albanesi, o usuário deve ter em mente que não é ele 
que está a serviço das redes sociais, são elas que devem trabalhar a seu favor, para 
facilitar e agilizar a sua vida. 
 
 
 
Veja quais são os pontos positivos e negativos do uso das redes sociais, elencados pela 
psicoterapeuta Maura de Albanesi. 
 
PONTOS POSITIVOS 
o Ajudam a manter os relacionamentos, mesmo a distância: no dia a dia, que 
é muito corrido, uma simples mensagem alivia a angústia da separação. Uma conversa 
por vídeo, por exemplo, é uma boa opção para aqueles casais que moram longe um do 
outro. O contato visual, mesmo que pela tela de um dispositivo móvel, já é suficiente 
para diminuir a saudade. 
o Suscitam o sentimento de “fazer parte” de um contexto ou relação: por 
meio de comentários, curtidas e compartilhamentos, o indivíduo encontra uma forma 
de se fazer presente, interagindo com seus amigos e seguidores. Existem diversos 
grupos que são formados a partir de gostos e interesses parecidos e isso colabora na 
construção da identidade. 
o Facilitam a expressão do que se sente e pensa: o compartilhamento de 
textos, fotos, vídeos e imagens é uma forma saudável de se expressar. Essa é uma 
oportunidade de compartilhar experiências e opiniões. 
o Dão a oportunidade de pensar antes de reagir: na comunicação verbal, a 
reação é instantânea, enquanto, na comunicação virtual escrita, temos mais tempo 
para pensar antes de agir. Essa possibilidade diminui as chances de cometer certos 
constrangimentos. 
o Estimulam a criatividade: muitas pessoas usam o seu perfil na rede para 
se expressar e essa abertura, proposta pelas redes sociais, dá ao jovem a oportunidade 
de mostrar o seu talento. A agilidade da internet e das interações com respostas 
instantâneas gera no indivíduo o estímulo de criar novos conteúdos, com objetivo de 
agradar os amigos e conquistar mais seguidores, o que consequentemente agrada a si 
mesmo. 
 
 
 
PONTOS NEGATIVOS 
o Sensação de solidão: as redes sociais acabam oferecendo um 
relacionamento superficial em que, muitas vezes, não há um aprofundamento das 
relações. A pessoa busca intimidade, porém há uma capa de superficialidade que não 
permite uma interação mais profunda, ou seja, a relação para num certo ponto. A 
verdadeira dor e a angústia acabam não sendo compartilhadas. 
o Perda de tempo sem perceber: o usuário usa o tempo livre que tem para 
bater papo no Facebook e Twitter, ou então ver fotos no Instagram. No entanto, o que 
ele não percebe são os segundos preciosos que gastou. São minutos e horas que 
poderiam ser utilizados em outras atividades, mais produtivas e instigantes, que 
acabam sendo empregadas a curtidas e compartilhamentos desnecessários. 
o Estímulo à inveja: muitos conteúdos compartilhados são sobre bons 
momentos, festas, viagens a lugares lindos ou um jantar num bom restaurante, 
entretanto nem sempre quem vê estes posts está desfrutando dessas maravilhas. É aí 
que surge a inveja por não estar na mesma condição que o outro. 
o Criação de barreiras para a socialização física: a pessoa tímida recorrerá 
às redes sociais para se expor, porém, dependendo do grau de timidez, o indivíduo pode 
usá-las como o único canal para interagir com as pessoas, fugindo da exposição face a 
face. Esse distanciamento não é saudável. 
Redes sociais: boas ou ruins para a mente humana? In: Consumidor Moderno. 23 jul. 
2015. Disponível em . Acesso em 17 dez. 2024 (com adaptações). 
 
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas. 
 
I. O humor da tirinha baseia-se no fato de que pode ser boa ou ruim a possibilidade de 
encontro que as redes sociais oferecem às pessoas. 
 
 
 
II. De acordo com a psicoterapeuta Albanesi, as redes sociais, por um lado, possibilitam 
relacionamentos, mas, por outro, eles tendem a ser, muitas vezes, superficiais. 
 
III. Segundo a psicoterapeuta Albanesi, é comum que sejam compartilhados, nas redes 
sociais, momentos felizes, e essas postagens podem atrair o interesse e a inveja de 
outras pessoas. 
 
É correto o que se afirma em 
Resposta Selecionada: e. 
I, II e III. 
 
 
• Pergunta 9 
0,5 em 0,5 pontos 
 
Leia a charge a seguir. 
 
 
Disponível em . 
Acesso em 19 jul. 2024. 
 
A charge tem por objetivo revelar 
 
Resposta 
Selecionada: 
d. 
a falta de consciência de alguns eleitores na 
escolha de um candidato, pois ignoram ou 
desconsideram informações importantes para a 
sua escolha. 
 
 
• Pergunta 10 
 
 
0,5 em 0,5 pontos 
 
Leia o texto a seguir. 
Em relação ao Transtorno do Espectro Autista (TEA), é importante compreender que se 
trata de um transtorno de neurodesenvolvimento com ampla variabilidade clínica, 
envolvendo, usualmente, déficits na interação social e na comunicação, bem como 
presença de padrões restritos de comportamento e interesses. A causa da TEA ainda é 
matéria de estudo, inclusive, alguns desses apontam a influência de aspectos genéticos 
no desenvolvimento desse quadro. O diagnóstico normalmente é realizado por uma 
análise neuropsicológica, baseada em uma análise funcional, intelectual e por meio do 
Protocolo de Observação para o Diagnóstico de Autismo (ADOS). Este último pauta-se 
em uma investigação padronizada e semiestruturada de comunicação, por meio de 
brincadeiras e jogos interativos, com quatro módulos que permitem caracterizar o 
comportamento em diferentes níveis de linguagem e desenvolvimento. 
A pandemia de covid-19 é um dos maiores desafios recentes em relação à saúde a nível 
mundial. (...) A rápida mudança provocadapela pandemia afetou uma grande parcela 
da população mundial. Sabe-se que mudanças na rotina normalmente representam um 
desafio significativo na vida das crianças com TEA. No contexto atual, pacientes com 
TEA tiveram suas intervenções, como a Análise Aplicada do Comportamento (AAC), 
interrompidas pela pandemia pela necessidade de isolamento social. Isso pode impactar 
a vida dos pacientes com TEA de forma significativa, seja devido à interrupção de 
intervenções, seja por um maior contato familiar. 
Além disso, sobre os impactos relacionados à saúde dessas crianças e adolescentes com 
TEA, foi mencionado que a exposição constante a informações acerca da covid-19 nas 
mídias digitais intensificou os efeitos do isolamento nesses sujeitos, estando 
relacionado a um agravamento de quadros de ansiedade e de déficits nas habilidades 
sociais e de comunicação, com aumento do percentual de comportamentos 
desafiadores, irritabilidade, aumento da dependência de adultos, aumento dos 
 
 
 
movimentos repetitivos do corpo, entre outros. Ademais, a mudança abrupta de rotina, 
morte de familiar e/ou aumento do tempo de exposição a telas também se associaram 
ao agravamento desses quadros. Foi mencionada também a diminuição nos níveis de 
atividades físicas, bem como desregulação do sono e das atividades escolares desses 
jovens. 
Lima, D. M. F. et.al. A Pandemia da Covid-19 e a Influência em Crianças e Adolescentes 
com Transtorno do Espectro Autista: Uma Revisão Integrativa. V Brazilan Medical 
Students Journal, v.7, n.10, 2022. Disponível em 
. Acesso em 22 jul. 2024 (com 
adaptações). 
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas. 
I. A covid-19 não teve impactos nos sintomas de ansiedade e de irritabilidade de 
crianças e adolescentes do espectro autista, pois o isolamento social imposto pela 
pandemia foi benéfico para esse grupo. 
II. O diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) é confirmado a partir da 
observação e da análise genética do DNA da criança e de seus pais, sendo apenas 
constatado pela atuação do médico pediatra. 
III. O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é considerado um distúrbio do processo de 
neurodesenvolvimento da criança e envolve, geralmente, déficits na interação social e 
na comunicação. 
Assinale a alternativa correta. 
Resposta Selecionada: e. 
Somente a afirmativa III é correta. 
 
 
• Pergunta 11 
0,5 em 0,5 pontos 
Leia o texto a seguir. 
 
 
 
Desafios do mercado de trabalho para graduandos: como se preparar? 
Atualmente, o mercado de trabalho para graduandos apresenta uma série de desafios 
significativos que moldam não apenas as trajetórias individuais dos jovens profissionais, 
mas também a dinâmica econômica e social como um todo. A transição da vida 
acadêmica para o ambiente profissional se revela um processo complexo e repleto de 
obstáculos que demandam preparo, adaptabilidade e estratégia por parte dos 
graduandos. 
O primeiro desafio que se destaca nesse cenário é a necessidade de adaptação à era 
digital. Com a crescente digitalização de processos em empresas de diversos setores, os 
graduandos enfrentam a exigência de dominar habilidades tecnológicas e digitais que 
antes não eram tão essenciais. Desde a capacidade de análise de dados até o 
entendimento de ferramentas de inteligência artificial e automação, o profissional do 
futuro precisa estar alinhado com as demandas tecnológicas do mercado para se 
manter competitivo. 
Essa necessidade de adaptação não se limita apenas às competências técnicas, mas 
também se estende ao modo de trabalho e à mentalidade profissional (...). 
A capacidade de se adaptar a mudanças e aproveitar as oportunidades que elas 
proporcionam tornou-se um diferencial importante no mercado de trabalho atual. 
Outro desafio crucial para os graduandos é a competição acirrada por oportunidades 
de emprego e ascensão profissional. Com um número cada vez maior de profissionais 
qualificados ingressando no mercado a cada ano, as vagas disponíveis muitas vezes são 
disputadas por um grande número de candidatos. 
Isso coloca uma pressão adicional sobre os graduandos, que precisam se destacar em 
processos seletivos e demonstrar um conjunto de habilidades e competências que os 
tornem atrativos para os empregadores. 
Além da competição, a busca por especialização e diferenciação também é um aspecto 
fundamental no mercado de trabalho atual. 
 
 
As empresas estão cada vez mais buscando profissionais com conhecimentos 
específicos e habilidades especializadas em suas áreas de atuação. Isso requer dos 
graduandos uma análise cuidadosa de seus interesses e aptidões, buscando 
oportunidades de especialização por meio de cursos complementares, certificações e 
experiências práticas que agreguem valor ao seu perfil profissional. 
Aprenda a se adaptar à era digital 
Com a revolução digital em pleno curso, o mercado de trabalho enfrenta desafios 
significativos que afetam diretamente os graduandos em busca de ingresso ou ascensão 
profissional. Nesse contexto, a adaptação à era digital emerge como um dos principais 
desafios enfrentados por esses jovens talentos. 
A digitalização de processos e a automação de tarefas têm transformado 
profundamente a dinâmica do mercado de trabalho em diversas áreas. Empresas estão 
cada vez mais adotando tecnologias como inteligência artificial, análise de dados, 
automação de processos e machine learning para otimizar operações, reduzir custos e 
melhorar a eficiência. 
Outro aspecto importante é a capacidade de se adaptar a novas ferramentas e 
tecnologias. O mercado está em constante evolução, e os graduandos precisam estar 
abertos a aprender e se atualizar constantemente. 
Isso inclui não apenas habilidades técnicas, mas também habilidades sociais e 
emocionais, como trabalho em equipe, comunicação eficaz e pensamento crítico. 
Competição e especialização 
Uma das principais dificuldades enfrentadas pelos graduandos é a competição por 
oportunidades de emprego. 
A busca por diferenciais competitivos também é uma preocupação constante para os 
graduandos. Ter um currículo atrativo e relevante para o mercado de trabalho pode 
fazer toda a diferença na hora de conseguir uma vaga de emprego. 
 
 
Por isso, é importante investir em desenvolvimento pessoal e profissional, participando 
de workshops, seminários, eventos da área e buscando mentorias com profissionais 
experientes que possam orientar e agregar conhecimento. 
O networking também desempenha um papel crucial na jornada dos graduandos rumo 
ao sucesso profissional. Construir uma rede de contatos sólida pode abrir portas para 
oportunidades de emprego, parcerias comerciais e colaborações profissionais. 
Participar de eventos do setor, se engajar em grupos de discussão online e manter 
contato com colegas de curso e ex-alunos são estratégias eficazes para expandir o 
networking e aumentar as chances de sucesso no mercado de trabalho. 
Vimos, então, que os desafios do mercado de trabalho para graduandos exigem não 
apenas conhecimentos técnicos e habilidades específicas, mas também um conjunto de 
competências comportamentais, estratégicas e de relacionamento interpessoal 
essenciais para se destacar em um ambiente altamente competitivo e dinâmico. A 
busca contínua por aprendizado, especialização e networking é fundamental para 
superar esses desafios e alcançar o sucesso profissional desejado. 
Disponível em . Acesso em 23 jan. 2025 (com adaptações). 
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas. 
I. O mercado de trabalho atual exige profissionais bem-preparados, não apenas com 
conhecimentos e habilidade técnicas, mas também com habilidades sociais, 
emocionais e interpessoais. 
II. De acordo com o texto, as novas tecnologias, em especial a inteligência artificial, 
substituíram os graduandos no mercado de trabalho. 
III. O texto aconselha os graduandos a construíremuma boa rede profissional e a 
buscarem sempre aprimorar seus conhecimentos. 
É correto o que se afirma em 
 
 
Resposta Selecionada: c. 
I e III, apenas. 
 
 
• Pergunta 12 
0,5 em 0,5 pontos 
 
Leia a charge a seguir. 
 
 
 Disponível em 
. 
Acesso em 3 fev. 2025. 
Com base na leitura, avalie as afirmativas. 
I. O objetivo da charge é estimular a inclusão de pessoas com deficiência nas escolas, uma 
vez que o menino se mostra acolhedor. 
II. O menino, com sua fala no último quadrinho, refere-se exclusivamente a outros 
problemas nos olhos e procura mostrar à menina que o problema dela não é muito sério. 
III. O sentido de humor da charge decorre do fato de o menino ter utilizado a palavra 
“visão” como “visão de mundo, ponto de vista”, e não como “percepção do mundo 
exterior pelos órgãos da visão”. 
Assinale a alternativa correta. 
Resposta Selecionada: c. 
Apenas a afirmativa III é correta. 
 
• Pergunta 13 
0,5 em 0,5 pontos 
 
Leia o texto a seguir. 
Má gestão de resíduos sólidos transforma países em lixões do mundo 
 
 
 
Países como Gana, na África Ocidental, e Chile, na América do Sul, apesar das suas 
diferenças, têm algo em comum: se tornaram lixões graças às deficiências da gestão de 
resíduos sólidos dos países desenvolvidos. Todos os anos são produzidas cerca de dois 
bilhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos no mundo, segundo relatório do Banco 
Mundial, e países menos desenvolvidos recebem ilegalmente diversas toneladas de lixo 
todos os anos sob a justificativa da reciclagem. 
Gana é o mais importante “cemitério de eletrônicos” do mundo. Calcula-se que cerca 
de 215 mil toneladas de aparelhos eletrônicos seminovos vindos dos Estados Unidos e 
dos países da Europa são exportadas ilegalmente para reciclagem em Gana a cada ano. 
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) fala em 50 mil toneladas por ano. 
Outro exemplo são as Filipinas. Entre 2013 e 2014, o país asiático recebeu cerca de 69 
contêineres com mais de 1.500 toneladas de resíduos tóxicos ou não recicláveis do 
Canadá. O Chile, por sua vez, é o destino de 59 mil toneladas anuais de roupas de 
segunda mão para serem revendidas e, desse volume, cerca de 40 mil toneladas que 
não são revendidas são descartadas no Deserto do Atacama, formando montanhas de 
lixo a céu aberto na paisagem chilena. 
A professora da Faculdade de Economia e Administração de Ribeirão Preto (FEA-RP) da 
USP Sonia Valle Walter Borges de Oliveira, especialista em gestão de resíduos, diz que 
parte do problema começa com a falta de fiscalização de alguns países na compra de 
produtos de segunda mão. “Muitos países do Terceiro Mundo têm carência de produtos 
em geral e acabam aceitando receber produtos usados ou de segunda linha de países 
ricos”. Segundo a professora, na compra de produtos de segunda mão, os países 
considerados menos desenvolvidos não demonstram uma fiscalização eficiente, por 
conta disso grande parte dos produtos acaba sendo descartada inadequadamente. 
Para o professor e cientista social Pedro Roberto Jacobi, do Instituto de Energia e 
Ambiente (IEE) da USP, em São Paulo, uma possível alternativa para o descarte é o 
fortalecimento da economia circular e a aplicação da logística reversa. “A economia 
circular representa justamente a possibilidade de um reaproveitamento de muito desse 
 
 
material, quando nós estamos falando de tecidos, obviamente que existem alternativas 
para se aproveitar desse descarte de tecido. Com relação ao plástico, estamos sempre 
lidando com a questão da logística reversa”. 
A logística reversa indica como fazer o descarte de produtos específicos de forma a 
estabelecer uma responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida desses produtos. Os 
cidadãos, que são consumidores, seriam responsáveis pelo descarte adequado de 
resíduos como pilhas e baterias, pneus, medicamentos, alumínio, entre outros. 
Enquanto isso, o setor privado seria responsável por reincorporar os resíduos na cadeia 
produtiva e o Poder Público é responsável por fiscalizar o processo e, de forma 
compartilhada com os demais responsáveis pelo sistema, conscientizar e educar o 
cidadão. 
Segundo Sonia, todas essas ações são um conjunto de estratégias que devem acontecer 
ao mesmo tempo. “Muita conscientização da população, educação ambiental, uma 
legislação muito mais rigorosa, fiscalização permanente etc., sem todos esses 
elementos, e ao mesmo tempo, a gente não consegue avançar”. 
A especialista em gestão de resíduos também explica que a falta de atenção e de 
cuidado com o descarte do lixo pode causar diversos efeitos, que afetam o país receptor 
em diversas frentes. Uma das principais é o impacto ambiental. “Se você reduz a flora, 
se você reduz a vegetação do local, há a intensificação da desertificação e isso vai gerar 
provavelmente efeitos climáticos de secas prolongadas, com certeza modificando 
bastante o clima da região. Lembrando que o clima desértico geralmente é de calor 
intenso durante o dia e temperaturas bem mais baixas durante a noite, então complica 
tudo e isso vai afetar, com certeza, a fauna também”. 
Disponível em . Acesso em 23 
jan. 2025 (com adaptações). 
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas. 
 
 
I. O descarte inadequado de resíduos em países menos desenvolvidos cria “lixões”, que 
causam grande impacto ambiental. 
II. Uma solução parcial para os impactos ambientais do descarte do lixo é a adoção da 
logística reversa, que depende da atitude do consumidor. 
III. Países desenvolvidos não têm problemas com a gestão de resíduos sólidos, pois 
dispõem de tecnologias avançadas. 
É correto o que se afirma em 
Resposta Selecionada: b. 
I e II, apenas. 
 
 
• Pergunta 14 
0,5 em 0,5 pontos 
 
Leia o trecho a seguir, extraído de uma entrevista do filósofo Zygmunt Bauman (1925 - 
2017) ao jornal El País. 
As redes sociais não ensinam a dialogar porque é muito fácil evitar a controvérsia 
nelas... Muita gente as usa não para unir, não para ampliar seus horizontes, mas ao 
contrário, para se fechar no que eu chamo de zonas de conforto, em que o único som 
que escutam é o eco de suas próprias vozes, em que a única coisa que veem é os reflexos 
de suas próprias caras. As redes são muito úteis, oferecem serviços muito prazerosos, 
mas são uma armadilha. 
Zygmunt Bauman: as redes sociais são uma armadilha. El País. 
Disponível em 
. 
Acesso em 10 fev. 2025 (com adaptações). 
 
Com base no texto e nos seus conhecimentos, avalie as asserções e a relação proposta 
entre elas. 
 
 
 
I. O conceito de "zonas de conforto", citado por Bauman, refere-se ao fato de que as 
redes sociais ampliam os círculos de convivência dos indivíduos, ao permitir que eles 
entrem em contato constante com diferentes perspectivas e realidades. 
PORQUE 
II. Nas redes sociais, os algoritmos são projetados para expor os usuários a conteúdos 
aleatórios e diversificados, de modo a garantir que as opiniões divergentes tenham a 
mesma visibilidade e relevância que aquelas com as quais o usuário já concorda. 
Assinale a alternativa correta. 
Resposta Selecionada: e. 
As asserções I e II são falsas. 
 
 
• Pergunta 15 
0,5 em 0,5 pontos 
 
Leia o texto a seguir. 
Países da OCDE reduzem percentual de jovens nem-nem: Brasil segue a mesma 
tendência dos membros da organização. 
Os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) 
reduziram o número de jovens que não trabalham, não estudam e nem seguem em 
formação (NEET). O relatório internacional Education at a Glance (EaG) 2024, divulgado 
nesta terça-feira (10) pela OCDE, traz uma série de indicadores que permitem comparar 
os sistemas educacionais dos países e das regiões participantes. 
Segundo o estudo,mercados de trabalho fortes e uma participação crescente na 
educação levaram a uma redução no percentual de jovens entre 18 e 24 anos que não 
trabalham, não estudam nem seguem em formação na maioria dos países membros da 
OCDE. Nesses países, a taxa média de NEET passou de 15,8% em 2016 para 13,8% em 
2023. No Brasil, a taxa é superior, mas também teve redução, passando de 29,4% para 
24%, no mesmo período de avaliação. 
 
 
 
O relatório mostra que também houve redução de jovens adultos sem o ensino médio 
completo. “A redução da percentagem de jovens adultos sem qualificação secundária 
superior (equivalente ao ensino médio brasileiro) tem sido uma prioridade em muitos 
países e a sua percentagem diminuiu entre 2016 e 2023 em 28 de 35 países membros 
da OCDE”, diz o texto, que ressalta que pessoas sem essa formação correm um risco 
considerável de não se inserirem tanto socialmente quanto no mercado de trabalho ao 
longo da vida. 
No Brasil, também houve redução. O percentual de pessoas de 25 a 34 anos que não 
concluíram o ensino médio diminuiu 8 pontos percentuais de 2016 a 2023. No país, 27% 
de jovens permanecem sem essa formação. A porcentagem está acima da média da 
OCDE, que é 14%. 
O relatório aponta a falta de estudo como um dos fatores que dificulta na hora de 
conseguir um emprego. No Brasil, 64% dos jovens com 25 a 34 anos sem ensino médio 
ou qualificação técnica estão empregados, em comparação com 75% daqueles com 
essa etapa concluída. As médias nos países da OCDE são, respectivamente, 61% e 79%. 
Quando empregados, os salários dos trabalhadores sem essa etapa de formação 
tendem a ser menores. 
 
Desigualdade de gênero 
Segundo quase todos os dados disponíveis no estudo, as meninas e as mulheres têm 
melhores desempenhos educacionais que os meninos e os homens. Em todos os países 
membros da OCDE, as mulheres com idades compreendidas entre os 25 e os 34 anos 
têm a mesma ou maior probabilidade do que os seus pares do sexo masculino de terem 
uma qualificação superior. 
No Brasil, isso também ocorre. Enquanto, em média, 28% das mulheres concluem o 
ensino superior, entre os homens, esse percentual é 20%. 
No entanto, embora as mulheres superem os homens na educação, isso não ocorre no 
mercado de trabalho. As mulheres de 25 a 34 anos têm menos probabilidades de estar 
 
 
empregadas do que os homens. No Brasil, apenas 44% das mulheres jovens com 
escolaridade inferior ao ensino médio estão empregadas, enquanto entre os homens 
com a mesma formação, essa taxa é de 80%. Entre os países da OCDE, as médias 
correspondentes são de 47% e 72%. 
Os percentuais aumentam conforme aumenta a formação escolar, mas as 
desigualdades entre os gêneros persistem. Enquanto 85% das mulheres jovens com 
ensino superior estão empregadas, entre os homens essa taxa é 92%. Nos países da 
OCDE, a média entre as mulheres com ensino superior empregadas é 84% e, dos 
homens, 90%. 
A desigualdade está também presente na remuneração. Em toda a OCDE, as mulheres 
jovens com qualificação superior ganham em média 83% do salário dos seus pares do 
sexo masculino. No Brasil, a disparidade é maior, elas ganham em média 75% do salário 
dos homens. Entre aquelas com nível de ensino médio ou qualificação técnica, as 
mulheres jovens ganham em média 84% do salário dos seus pares do sexo masculino 
na OCDE e 74% no Brasil. 
A OCDE é uma organização econômica, com 38 países membros, fundada em 1961 para 
estimular o progresso econômico. 
TOKARNIA, M. Países da OCDE reduzem percentual de jovens nem-nem: Brasil segue a 
mesma tendência dos membros da organização. Agência Brasil, publicado em 10 de 
setembro de 2024. Disponível em 
. Acesso em 06 jan. 2025 (com adaptações). 
 
Com base na leitura, avalie as asserções e a relação proposta entre elas. 
I. As mulheres jovens têm mais formação do que os homens. Contudo, os mercados de 
trabalho seguem desiguais, haja vista que os homens estão mais empregados e ainda 
ganham mais que as mulheres no Brasil. 
PORQUE 
 
 
II. Entre 2016 e 2023, houve aumento da percentagem de jovens adultos com o ensino 
médio no Brasil e nos outros países membros da OCDE, o que aumenta as 
possibilidades de essa população se inserir no mercado de trabalho ao longo da vida. 
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta. 
Resposta 
Selecionada: 
b. 
As asserções I e II são verdadeiras, e a asserção II 
não justifica a I. 
 
 
• Pergunta 16 
0,5 em 0,5 pontos 
 
Considere a tabela com dados retirados do site World Atlas sobre os dez países com 
mais ganhadores de prêmio Nobel no mundo até o ano de 2024. 
 
 
Nobel Prize Winners by Country 
Disponível em . Acesso em 5 fev. 2025. 
Com base na tabela e nos seus conhecimentos, avalie as afirmativas. 
I. Pelos dados, verifica-se que apenas países do hemisfério norte estão entre os dez 
com os maiores números de ganhadores do Prêmio Nobel até 2024. 
II. Considerando apenas o total de prêmios associados aos dez primeiros colocados, os 
países do continente americano têm, em conjunto, mais de 70% do total de prêmios. 
III. Na lista apresentada, figuram apenas países europeus e da América do Norte. 
É correto apenas o que se afirma em 
 
Resposta Selecionada: a. 
I. 
 
 
• Pergunta 17 
 
 
0,5 em 0,5 pontos 
 
Leia o texto e a charge a seguir. 
Inteligência artificial eleva em 20% detecção de câncer de mama e “reduz” trabalho de 
radiologistas 
Um estudo feito com mais de 80 mil mulheres na Suécia apontou que o uso de 
inteligência artificial no rastreamento de câncer de mama é preciso, eficiente e seguro. 
Publicada na revista The Lancet Oncology na terça-feira (1º), a pesquisa mostrou que a 
inteligência artificial detectou 20% mais cânceres em comparação com a leitura da 
mamografia feita por dois radiologistas. 
Os pesquisadores também notaram que a inteligência artificial não aumentou os falsos 
positivos e reduziu a carga de trabalho de leitura da mamografia em 44%. 
No entanto, eles ressaltam que a inteligência artificial não está pronta para ser 
implementada na triagem de mamografia. 
Segundo a principal autora do estudo, Kristina Lang, da Universidade de Lund, esses 
resultados devem ser usados para novos ensaios e avaliações baseadas em programas 
para lidar com a escassez de radiologistas em muitos países, mas adverte: “Os estudos 
não são suficientes por si sós para confirmar que a inteligência artificial está pronta 
para ser implementada na triagem de mamografia”. A autora diz que ainda é preciso 
entender a combinação dos radiologistas com a inteligência artificial e o custo-benefício 
da tecnologia. 
Na Europa, a recomendação é que a mamografia tenha leitura dupla (por dois 
radiologistas) para garantir o diagnóstico correto da doença. Contudo, faltam 
profissionais em muitos países. 
A inteligência artificial foi proposta para fazer a primeira leitura automatizada das 
mamografias. Dependendo do resultado, se for detectado algo, o exame, então, passa 
para avaliação posterior de um ou dois radiologistas. 
 
 
 
Oncoguia. Publicado em 03 ago. 2023. Disponível em 
. Acesso em 31 jan. 
2025. 
 
 
 
FRAGA, G. Agência RBS. Revista Gaúcha GZH, publicado em 16 jan. 2024. Disponível em 
. Acesso em 31 jan. 2025. 
Com base na leitura e nos seus conhecimentos, avalie as afirmativas. 
I. O texto destaca que a inteligência artificial pode aumentar a eficiência da detecção 
de câncer de mama, mas ela ainda não está pronta para substituir completamente os 
radiologistas. 
II. A charge sugere que o uso da inteligência artificialnão gera impactos na 
empregabilidade dos profissionais, o que está em consonância com o texto, que não 
menciona preocupações com a substituição de trabalhadores. 
III. Tanto o texto quanto a charge abordam o papel crescente da inteligência artificial e 
sua influência no mercado de trabalho, evidenciando que, apesar das vantagens 
tecnológicas, há um debate sobre o impacto na empregabilidade. 
É correto o que se afirma apenas em 
Resposta Selecionada: e. 
I e III. 
 
 
• Pergunta 18 
0,5 em 0,5 pontos 
Leia o texto a seguir. 
 
 
 
O índice de desperdício de água potável na distribuição é extremamente elevado no 
Brasil: 37,78% são perdidos antes de chegar às residências, às empresas e às indústrias 
brasileiras, de acordo com o novo estudo do Instituto Trata Brasil (ITB). 
Esse volume é suficiente para abastecer 54 milhões de brasileiros por ano, ou mais de 
um quarto da população do país. Também daria para abastecer, com folga, todos os 
brasileiros atualmente sem acesso à água - aproximadamente 32 milhões de 
habitantes. 
Quando consideramos o volume total de água não faturada - cerca de 7 bilhões de m³ 
-, temos quase 7.636 piscinas olímpicas de água tratada desperdiçadas diariamente, ou 
mais de sete vezes o volume do Sistema Cantareira, do estado de São Paulo. 
(...) 
Depois de duas séries históricas com aumento no desperdício de água potável na 
distribuição, o último relatório do ITB notou uma melhora discreta. No entanto, esse 
número ainda é muito distante do ideal. Observe o gráfico a seguir. 
 
 
 Figura. Evolução do índice de perdas de água nas últimas cinco séries históricas (2018-
2022). 
 
No Brasil, a definição de nível aceitável de perdas de água é da Portaria 490/2021 do 
Ministério do Desenvolvimento Regional. Ela diz que, para um município contar com 
níveis excelentes, deve ter no máximo 25% em perdas na distribuição, além de 216 litros 
por ligação por dia em perdas por ligação. 
Essas perdas acontecem por diferentes motivos, como vazamentos, erros de medição e 
consumos não autorizados. Embora seja impossível zerá-las, o nível de desperdício 
precisa ser o mínimo possível para evitar impactos negativos ao meio ambiente - quanto 
 
 
menor a perda, menos água as concessionárias precisam captar dos mananciais, 
aliviando o ecossistema. 
(...) 
Para fins de contexto, é importante observar que o índice de 25% de perdas ainda é 
bastante acima da média dos países desenvolvidos, que é de 15%. 
No cenário internacional, aliás, o Brasil não fica atrás somente dos países desenvolvidos, 
mas também de seus colegas em desenvolvimento. 
O ITB usou dados do International Benchmarking Network for Water and Sanitation 
Utilities (IBNET) para comparar nosso país a outras 138 nações. Infelizmente, os dados 
disponíveis variam muito no quesito do ano em que foram coletados, mas, para se ter 
uma noção, o Brasil de 2024 fica na 78ª posição, depois da China de 2012, com 20,54% 
de perda de água, da Rússia de 2020, com 26,59%, e da África do Sul de 2017, com 
33,73%. Só nos saímos melhor do que a Índia de 2009, que tinha 41,27% de desperdício. 
Disponível em . Acesso 
em 06 fev. 2025 (com adaptações). 
Com base na leitura, avalie as afirmativas. 
I. Se a água desperdiçada diariamente no Brasil fosse armazenada, o volume acumulado 
em uma semana superaria cinquenta mil piscinas olímpicas. 
II. A quantidade de água desperdiçada anualmente na distribuição no Brasil equivale a 
um volume capaz de suprir a demanda hídrica da população que não tem acesso 
regular ao recurso, o que evidencia a contradição entre a oferta de água e a ineficiência 
na gestão. 
III. Em 2022, a população brasileira desperdiçou, em tarefas domésticas, 37,78% da 
água potável que recebeu das distribuidoras. 
É correto o que se afirma em 
Resposta Selecionada: b. 
I e II, apenas. 
 
 
 
 
• Pergunta 19 
0,5 em 0,5 pontos 
 
Leia os quadrinhos a seguir. 
 
 
Disponível em . Acesso em 
17 jan. 2025. 
 
Com base na leitura e em seus conhecimentos, avalie as afirmativas. 
I. O humor da tirinha baseia-se na dupla interpretação da pergunta que o garoto faz ao 
médico. 
II. Os quadrinhos têm por objetivo denunciar a ineficiência dos tratamentos para os 
viciados em internet. 
III. Os quadrinhos visam a criticar a necessidade das pessoas em manterem-se 
constantemente on-line. 
É correto o que se afirma apenas em 
 
Resposta Selecionada: a. 
I e III. 
 
 
• Pergunta 20 
0,5 em 0,5 pontos 
 
Leia o texto a seguir. 
Posicionamento da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre o uso de dispositivos 
eletrônicos para fumar – 2024 
A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) manifesta sua preocupação diante do atual 
debate acerca dos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs), comumente conhecidos 
como vapes. As alegações da indústria do tabaco, que promove os DEFs como uma 
 
 
 
alternativa de menor risco à saúde ou para a redução no consumo de cigarros 
convencionais, carecem de respaldo em estudos consistentes que comprovem tal teoria. 
Ao contrário, as evidências revelam a presença de componentes químicos prejudiciais à 
saúde nos DEFs, resultando em um aumento progressivo nas hospitalizações associadas 
aos danos pulmonares decorrentes de seu uso. Além disso, as substâncias presentes 
nesses dispositivos estão relacionadas ao desenvolvimento de doenças 
cardiovasculares, como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral, além de 
diversos outros efeitos adversos. Em conformidade com a proibição estabelecida pela 
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e pela Organização Mundial da Saúde 
(OMS), bem como a observação do uso desses dispositivos por jovens e não fumantes 
associada às evidências de malefícios decorrentes de seu consumo, a SBC considera a 
liberação desses dispositivos prejudicial à saúde da população. A SBC posiciona-se 
contrariamente à liberação dos DEFs, fundamentando tal decisão em dez razões que 
respaldam a manutenção de sua proibição, apresentadas a seguir. 
 
 
Figura. 10 Razões para manter a proibição dos DEFs. 
Disponível em . Acesso em 07 de jan. 2025. 
SCHOLZ, J.R.; MALTA, D.C.; FAGUNDES JÚNIOR, A.A.P.; PAVANELLO, R.; BREDT JÚNIOR, 
G.L.; ROCHA, M.S. Posicionamento da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre o Uso 
de Dispositivos Eletrônicos para Fumar – 2024. Arq Bras Cardiol. 
2024;121(2):e20240063. Disponível em 
. Acesso em 07 jan. 
2025 (com adaptações). 
Com base na leitura, avalie as afirmativas. 
 
 
I. O posicionamento contrário da SBC à regulamentação da comercialização dos DEFs, 
independentemente de sua modalidade, está fundamentado nas evidências dos 
malefícios causados pelos dispositivos. 
II. Assim como os cigarros comuns, a comercialização dos DEFs é legal e atrai 
especialmente os jovens. 
III. A comercialização e o consumo de DEFs representam uma questão de saúde pública 
devido ao impacto na saúde das pessoas fumantes e não fumantes. 
É correto o que se afirma em 
Resposta Selecionada: d. 
I e III, apenas. 
 
 
Segunda-feira, 12 de Maio de 2025 12h25min39s BRT

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