Prévia do material em texto
Aula de Vias de administração de fármacos PROF DR JUAN RIVERA Vias de administração É o caminho pelo qual um fármaco e colocado em contato com o organismo Principais vias de administração 1- Via oral 2- Sub-lingual e bucal 3- Parenteral 4- Tópica 5- Trasndérmica 6- Intraocular 7- Intrarespiratória 8- Retal 9- Intravaginal 10- Intrauterina 11- Uretral e peniana INTRAVENOSA INTRA-ARTERIAL INTRACARDÍACA INTRAMUSCULAR INTRAPERITONEAL INTRADÉRMICA SUBCUTÂNEA PERIDURAL INTRATECAL Novos sistemas de administração de fármaco Bioadesivos - Pró-drogas Transportadores macromoleculares de fármacos Transportadores celulares de fármacos Sistemas de administração de fármacos em nanopartículas e micropartículas Proteínas e peptídeos Anticorpos monoclonais Administração de genes ADMINISTRAÇÃO PELA VIA ORAL É o uso mais conveniente de ser administrar os fármacos Uso interno ou enteral Mucosa bucal, sublingual, intestino delgado e reto Estômago e intestino grosso (menor proporção) Preparações sólida – comprimidos e cápsulas (maior estabilidade e controle da posologia) Ação local no TGI Efeito sistêmico quando absorvida pela mucosa intestinal Sangue Linfa Comprimidos sublinguais – administração local ou sistêmica Saliva, vascularização da cavidade bucal e da língua Ação rápida Comprimidos e cápsulas desintegra no estômago ou intestino delgado Desintegração, dissolução e biodisponibilidade – variáveis da formulação, método de fabricação e propriedades físico-químicas Depósitos ou de liberação modificada – via oral Transdérmicas, subcutâneas e intramuscular Vantagens: Redução da frequência posológica; Redução na incidência e ou intensidade de efeitos adversos Maior seletividade farmacológica Efeito terapêutico mais constante; Melhor obediência do paciente ao regime terapêutico Objetivo: Proporcionar uma dose inicial que estabeleça um nível plasmático terapêutico de um componente de liberação controlada que mantenha a concentração terapêutica Liberação retardada: liberação do F não se faz após sua adm; Ação repetida: liberação do F se faz em intervalos; Liberação sustentada: liberação lenta do F Liberação controlada: Liberação do F constante Liberação aumentada: Liberação do F e aumentado pela redução do seu tamanho Ação local – ação sistêmica Via alternativa da via oral para Crianças, doentes mentais, comatosos e que apresentam vômitos e náuseas Efeito de primeira passagem Supositórios - fundem-se nas secreções retais (efeito local) - absorvidas pela mucosa retal (efeito sistêmico) Enemas – soluções ou suspensões (ação local ou sistêmica) ADMINISTRAÇÃO PELA VIA RETAL Define qualquer via de administração de fármacos que não seja a oral ou enteral Injeção de fármacos diretamente num compartimento ou cavidade do corpo Intravenosa ou endovenosa, intramuscular e a subcutânea Vantagens: Pacientes que não cooperam, inconscientes ou que apresentam náuseas e vômitos Fármacos fracos, ineficazes e inativos por via oral, se faz a via parenteral IV início rápido Outras vias parenteral para retarda o início ou prolongar ação do fármaco Obediência ao regime terapêutico Corrigir o desequilíbrio fluído e eletrolítico Desvantagens: Pessoal treinado Procedimento de assepsia Dor Hipersensibilidade, intolerância ou toxicidade ADMINSITRAÇÃO PELA VIA PARENTERAL ADMINISTRAÇÃO INTRAVENOSA Intensidade e duração do efeito ADMINISTRAÇÃO POR VIA INTRAMUSCULAR Início de ação lenta Maior tempo de duração Absorção- propriedades físico-químicas ADMINISTRAÇÃO POR VIA SUBCUTÂNEA Consiste na injeção de pequeno volume do fármaco (