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Curricularização 
da Extensão
Itinerários 
Extensionistas
CORPO DIRETIVO
.
Reitor 
Professor Me. André Ricardo Rosa Leão 
Coordenadora Geral de Graduação 
Professora Dra. Vivian Taís Fernandes Cipriano 
Assessores 
Professora Dra. Bernadete Moreira Pessanha Cordeiro 
Professora Dra. Gisela Pelegrinelli 
Professora Me. Raquel Nogueira De Araujo Noronha 
Professor Esp. Bruno Pereira C. da Silva 
Esp. Gabriela Mingote de Souza
Coordenadora de Extensão
Professora Dra. Gisela Pelegrinelli
CONTEXTUALIZAÇÃO
.
A Curricularização da Extensão no currículo dos Cursos de Graduação,
consolida a formação humana de toda a comunidade acadêmica, sob a
perspectiva de uma transformação social por meio de ações junto à
comunidade externa, à unidade, ao campus e nas regiões onde eles atuam.
Desde 2023, o UDF inovou os currículos dos seus cursos de graduação inserindo
os Itinerários Extensionistas, promovendo oportunidades para os estudantes
conhecerem mais proximamente a realidade onde vivem e, portanto, se
inserirem de forma a propor ações para modificar situações que afligem as
sociedades atualmente.
CONTEXTUALIZAÇÃO
.
Certamente, os Itinerários Extensionistas garantem maior envolvimento,
participação e protagonismo dos estudantes no seu próprio processo de formação
profissional. A comunidade acadêmica será estimulada a intervir nas situações-
problemas em diferentes locais da comunidade que merecem atuação direta de
diferentes áreas do conhecimento.
Há um fortalecimento da relação universidade-sociedade, quando acontece um
desenvolvimento de ações que possibilitem contribuições aos cidadãos.
Consequentemente, acontecem benefícios às duas partes.
A extensão Universitária proporciona um saber diferenciado, focado para a
sociedade que ganha, também, porque ocorre melhoria na qualidade de vida no
enfrentamento de desafios das questões sociais, tendo como premissa o respeito
à diversidade de saberes e de culturas nos processos educativos, científicos,
artísticos, culturais e tecnológicos.
CONTEXTUALIZAÇÃO
.
Este Guia apresenta o marco legal, as concepções e as diretrizes da
implementação dos Itinerários Extensionistas, com apontamentos de caminhos
para a sua operacionalização seguindo carga horária inserida na matriz curricular e
descrito nos Projetos Pedagógicos de Curso, além de informar toda comunidade
acadêmica da importância da extensão universitária no contexto de formação
humana e pedagógica.
Por fim, trata-se da sistematização das orientações gerais para a
implementação/operacionalização da curricularização da extensão, seguindo o que
determina a resolução nº 7 de 18 de dezembro de 2018.
Boa leitura!!!!
MARCO LEGAL
DISPOSITIVOS LEGAIS RELATIVOS À EXTENSÃO
Principais objetivos:
I FORPROEX (1987) - Criação do Fórum de Pró-reitores de Extensão das universidades
públicas brasileiras.
Constituição Federal (1988) - Institui a indissociabilidade entre ensino-pesquisa-extensão
(art. 207).
Lei nº 9.394 (1996) - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional – a educação
superior tem por finalidade: [...] promover a extensão aberta à população, visando à difusão das
conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica
geradas na instituição. (art. 43, inciso VII).
Lei nº 5.540 (1968) - Fixa normas de organização e funcionamento do ensino superior 
e sua articulação com a escola média, e dá outras providências - inclusão da EXTENSÃO 
(art. 40, inciso a).
MARCO LEGAL
DISPOSITIVOS LEGAIS RELATIVOS À EXTENSÃO
Principais objetivos:
Diretrizes para a Extensão 
no Ensino Superior
Resolução nº 7 18/12/2018
Processo interdisciplinar, político, 
educacional, cultural, científico, 
tecnológico, que promove a interação 
transformadora entre as instituições 
de ensino superior e os outros setores 
da sociedade, por meio da produção e 
da aplicação do conhecimento, em 
articulação permanente com o ensino 
e a pesquisa.
Lei n° 13.005 (2014) - Aprova o PNE e dá outras providências – assegurar, no
mínimo, 10% (dez por cento) do total de créditos curriculares exigidos para a
graduação em programas e projetos de extensão universitária, orientando sua
ação, prioritariamente, para áreas de grande pertinência social (Meta 12 -
Estratégia 12.7).
Resolução CNE/CES nº 7 - Estabelece as diretrizes para a Extensão na educação
superior brasileira – 10% da CH total dos cursos, a partir de 2023
O que é Extensão?
.
Com base na Resolução CNE/CES nº 07/2018, ficaram estabelecidos princípios e
diretrizes considerando-se um processo formativo na graduação pautado na
valorização da pessoa humana em suas relações com o outro e com o mundo, no
respeito como valor universal, nas diferenças individuais, sociais e culturais e nos
conhecimentos plurais, com embasamento em:
❖ Interação dialógica: visa a ressignificação de saberes marcadas pelo diálogo
entre a universidade e os setores sociais, pela ação de mão-dupla e vínculos
entre conhecimento científico e conhecimento do cotidiano;
❖ Interdisciplinaridade: interação entre conceitos e metodologias envolvendo as
áreas do conhecimento, estabelecendo interfaces entre elas, seja na
perspectiva pedagógica (no processo de ensino e aprendizagem) ou
epistemológica, favorecendo novos conhecimentos;
❖ Impacto na formação discente: compreensão e distribuição da diversidade
cultural contribuindo, sobremaneira, para a inovação social e construção da
cidadania;
❖ Impacto na sociedade: promoção de impactos positivos com transformação
social, possibilitando a construção de processos de emancipação,
sustentabilidade e empoderamento;
❖ Desenvolvimento das Skills: valorização do ato de aprender a trabalhar em
equipe promovendo a reflexão sobre o mundo do trabalho, o pensamento
crítico, a empatia, a perspectiva da resolução de problemas, análise de riscos e
a negociação nos processos de tomada de decisão, respeitando as
particularidades e as diferenças na abordagem de saberes e práticas
profissionais;
❖ Avaliação contínua: consolidação da extensão universitária como amplo e
consistente debate acadêmico, consolidando-se como vasto campo de reflexões
teóricas, de produção e difusão de conhecimento, fortalecendo a tríade Ensino,
Pesquisa e Extensão.
Por que a Extensão no currículo?
A Curricularização da Extensão segue as diretrizes estabelecidas na Resolução CNE/CES nº 
07/2018 que determina 10% do total da carga horária do curso em atividades extensionistas. As 
políticas institucionais da Cruzeiro do Sul Educacional, dentro das quais as IES tem liberdade de 
atuação com seus projetos institucionais, são fundamentais para o acompanhamento do Plano de 
Trabalho na plataforma Dreamshaper de apoio e gerenciamento de projetos.
Principais objetivos:
Oferecer interação dialógica entre a comunidade acadêmica e a 
sociedade, por meio de troca de conhecimentos e contato com questões 
sociais, promovendo impactos positivos na comunidade.
1
Promover a formação cidadã dos discentes mediante vivências que 
valorizam o currículo de forma interprofissional, multi e interdisciplinar.2
Produzir transformações sociais na IES e na comunidade em que está 
inserida, partindo da construção e aplicação de conhecimentos e outras 
atividades sociais integradoras.
3
Articular o ensino com a pesquisa por meio da extensão em um processo 
interdisciplinar, político, educacional, cultural, científico, e tecnológico.4
● Atividades de Extensão 
devem compôr no mínimo 
10% da carga horária
● Extensão Acadêmica 
Curricular é obrigatória para 
concluir a graduação
● Deverá ser realizada sob 
orientação de um
coordenador(a) de 
extensão e um 
mentor(a) da instituição
e alunos monitores.
Quais são os Núcleos De Extensão?
No UDF os Itinerários Extensionistas podem ser desenvolvidos em um ou mais 
Núcleos Interdisciplinares de Extensão e deve gerar impacto social e 
ambiental positivo, de forma real e ativa, em consonância com a agenda 
2030 da ONU.
1-ExtensãoA: Educaçã o , 
Cultura e Desenvolv ime nt o 
Socia l
2 - E xt e n s ã o B : E d u c a ç ã o , 
Sa ú d e e M e i o A m b i e n t e
3- Dire itos H u m a n o s , J u s t i ç a
e T rabalho
4 - E m p r e g a b i l id a d e e 
D e s e n vo lv im e n t o Reg iona l
INSERÇÃO DO ODS 18 BRASIL
- BRASIL: ODS 18 sobre Igualdade Étnico-Racial
- ÍNDIA: ODS 18 sobre o empoderamento local e o 
desenvolvimento rural;
- Costa Rica: ODS 18 sobre a felicidade e o bem-
estar das pessoas.
Núcleo 1. EXTENSÃO A: ITINERÁRIOS I E I I .
Educação, Cultura e Desenvolvimento Social
Ações e iniciativas de promoção da cultura regional
e nacional. Ações de desenvolvimento social com
iniciativas voltadas para melhorar a qualidade de
vida das pessoas, promovendo a inclusão, a equidade
e o acesso a direitos básicos, como educação, saúde,
moradia e emprego.
Núcleo 2. EXTENSÃO B: ITINERÁRIOS I I I E IV.
Educação, Saúde e Meio Ambiente
Ações relacionadas a projetos que visam à saúde e
à melhoria do bem-estar e da qualidade de vida.
A saúde física, mental e social são algumas das dimensões
que determinam o estado de bem-estar humano, muito
além da simples ausência de doenças. Ademais, ações
relacionadas à preservação e à conservação do
meio ambiente, bem como o uso sustentável dos
recursos naturais e a adoção de medidas efetivas
contra mudanças climáticas.
Núcleo 3. Direi tos Humanos, Just iça e Trabalho
Ações e iniciativas relacionadas às necessidades
humanas de respeito, trabalho, melhoria da
qualidade de vida pela empregabilidade e pela
justiça.
Núcleo 4. Empregabi l idade e Desenvolv imento 
Regional.
Ações relacionadas às necessidades educacionais e
que possam gerar oportunidades de trabalho e
renda, impulsionando o crescimento econômico e
social de determinadas áreas, além
desenvolvimento regional.
Caracterização das Atividades Extensionistas 
Conforme descrito nas Matrizes Curriculares, os Itinerários Extensionistas estão 
inseridos nas modalidades abaixo:
1 Programas
Conjunto de ações permanentes e contínuas de caráter institucional direcionado a 
questões de interesse social, articulando ensino, pesquisa, e extensão.
2 Projetos
Conjunto de ações de média duração de caráter educativo, cultural, científico, 
artístico e tecnológico, envolvendo docentes e discentes, e desenvolvido junto à 
comunidade.
3 Cursos e Oficinas
Atividades desenvolvidas que objetivam a produção, sistematização, e difusão do 
conhecimento acadêmico junto à comunidade.
4 Eventos
Atividades de interesse técnico, social, científico, cultural, esportivo, ou artístico, 
sob a forma de seminário, simpósio, conferência, ou outra manifestação 
adequada.
5 Prestação de Serviços Serviços prestados à comunidade no contexto de projetos de extensão, com 
interesse relevante e impacto real na comunidade envolvente.
De que forma os Itinerários Extensionistas 
são desenvolvidos? 
A trilha do aluno começa com a ambientação na disciplina “Sociedade, Identidade e Territórios” 
(EAD), seguido pelos Itinerários Extensionistas (IE), conforme matriz curricular dos cursos de 
graduação presencial. Cada oferta possui um professor extensionista.
Ambientação
Introdução
Disciplina de 
Ambientação
Sensibilização (EAD): 
comum a todos os 
cursos.
Observação/Diagnóstico
Ações
Etapa 1
Diagnóstica com 
proposição de ações
Etapa 2
Execução
Etapa 3 - Final
Trilhas DreamShaper
Alunos em campo 
(grupos de até 10 
alunos). Execução das 
ações e estratégias 
apontadas na etapa 1 
com escolha de uma ou 
mais modalidades.
Alunos em campo (grupos de até 10
alunos) atividades que promovam
sensibilização, observação, mapeamento
e diagnóstico, com o objetivo de
identificar os problemas socias, “dores”
no local visitado e, posteriormente,
proposição de ações.
Execução das ações
Estratégicas 
Preenchimento das 
etapas/trilhas 
Preenchimento das 
etapas via DreamShaper 
contemplando todas as 
ações executadas, as 
estratégias de 
intervenção, seus 
resultados e evidências. 
A avaliação será por 
conceito: 
aprovado/reprovado.
Como será a Avaliação?
Conceito: aprovado/reprovado
Após cumprir todas etapas, é gerado um 
Relatório Final (PDF) na ferramenta 
Dreamshaper, contemplando todas as ações 
executadas, as estratégias de intervenção, seus 
resultados, impactos positivos e evidências. 
INFRAESTRUTURA
Laboratório UP Social
(Hub de Extensão e Responsabi l idade Socia l )
➢ Ambiente imersivo para engajamento, interação, formação e
desenvolvimento das atividades com troca de saberes e fazeres;
➢ Espaço para orientações e encontros entre alunos, professores, grupos
de trabalho e demais envolvidos nos Itinerários Extensionistas.
➢ Local: 1º andar, Bloco A, ao lado Núcleo de Apoio fiscal – NAF
➢ Atendimento: segunda a sexta das 12h às 21h30.
EVENTOS
Previsão de eventos, tais como:
Seminários, workshops, mostras, palestras, simpósios, hackathons
dentre outros, promovendo o intercâmbio de experiências
práticas, a troca de conhecimentos e saberes e o fortalecimento
mútuo de ações no escopo de imensos benefícios para todos os
envolvidos, contribuindo para o ecossistema de práticas
socioambientais do UDF.
Por que Publicar os Resultados 
e Impactos? 
REVISTA CIENTÍFICA DE EXTENSÃO
CADERNOS DE EXTENSÃO
Tem por missão gerar debates no âmbito das
atividades Interdisciplinares, bem como
contribuir para a reflexão crítica das
experiências nos Itinerários Extensionistas e
suas repercussões nos campos de estudos que
versem a Extensão Universitária e relações
entre Universidade e outros setores da
sociedade.
FASES PROCESSUAIS IES
Itinerários Extensionistas
Desenvolvimento das Principais Skills
1 – Pertencimento Acadêmico: sentimento de acolhimento entre professores e alunos, a satisfação em fazer parte
do ambiente;
2 – Conhecimento: promover discussões com temas atuais e agregar outras experiências;
3 – Pensamento Crítico: capacidade de questionar, investigar causas, testar hipóteses, resolver problemas e 
criar soluções;
4 – Comunicação: processo que envolve troca de informações e relatos de experiências;
6 – Empatia e cooperação: exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação;
7 – Responsabilidade e cidadania: competência associada ao coletivo. Tomada de decisões com base em princípios éticos, 
democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários;
Competências socioemocionais:
5 – Autoconhecimento e autocuidado: capacidade de se conhecer e de cuidar da saúde física e emocional;
8 – Criatividade: capacidade de inovar e de construir alternativas para os desafios impostos pelo dia a dia;
9 – Resiliência: não se deixar abater diante de situações desafiadoras;
10 – Iniciativa e autonomia: controle da sua própria carreira, tornando-se responsável pelo seu desenvolvimento e 
pelas suas atitudes.
Volver al índice 18
A c t i v e M i c r o L e a r n i n g e 
C o n t e ú d o Just in Time
Na DreamShaper o foco está na atividade! 
Grandes atividades são quebradas em 
atividades menores para aumentar o foco 
no aluno.
O Conteúdo é apresentado para o aluno 
“just in time”, ou seja, no momento exato 
que ele precisa para resolver uma 
atividade, gerando maior engajamento e 
menor dispersão do aluno.
O q u e a ferramenta de apoio 
e gerenciamento 
D r e a m S h a p e r faz?
Volver al índice 19
A u t o n o m i a g u i a d a d o 
aluno
Os estudantes criam projetos relacionados ao 
componente curricular que estão inseridos, 
através de trilhas de aprendizagem previamente 
construídas.
A trilha traz um guia passo a passo das 
atividades a serem realizadas e funcionam como 
um Guia GPS do projeto do aluno.
Com este guia metodológico, os alunos 
tornam-se mais autônomos e protagonistas do 
seu aprendizado.
O q u e a ferramenta 
D r e a m S h a p e r faz?
Volver al índice 20
A p o i o p e d a g ó g i c o
Experiências Ativas de Aprendizagem, 
com explicação detalhada, clarae 
concreta das etapas e atividades.
Melhora a compreensão das atividades e 
o entendimento temático.
Visualização e acompanhamento do 
progresso de cada etapa na trilha de 
aprendizagem, gerando a apresentação 
final ao concluir o projeto.
O q u e a ferramenta 
D r e a m S h a p e r faz?
Volver al índice 21
O u t p u t automat izado
Conforme o aluno está concentrado 
executando o seu projeto, a ferramenta 
automaticamente vai criando um relatório 
final do seu trabalho.
Além de ajudar o aluno a perceber o todo 
do seu projeto, o output serve como 
evidência regulatória do projeto 
extensionista e também para a criação de 
um portfólio do aluno.
O q u e a ferramenta 
D r e a m S h a p e r faz?
Volver al índice 23
M a p e a m e n t o d e C o m p e t ê n c i a s
O aluno responde uma autoavaliação com 
intuito de refletir sobre o desenvolvimento de 
habilidades propostas durante o projeto.
Conforme a autoavaliação são sugeridas dicas 
e sugestões para que o aluno continue seu 
desenvolvimento, como protagonista do seu 
processo de aprendizagem.
Em cada etapa são expostas as competências 
que serão desenvolvidas naquele determinado 
período do projeto.
O q u e a ferramenta 
D r e a m S h a p e r faz?
Volver al índice 24
D a s h b o a r d s e métr i c as
Tudo que o aluno desenvolve na 
ferramenta é registrado e pode ser 
acessado em formato de reports 
personalizados construídos para a IES e 
acessados em tempo real.
Fica fácil para a gestão do Grupo 
monitorar o progresso dos projetos, 
alunos com baixa participação, ODS 
trabalhadas, dentre outros dados.
O q u e a ferramenta 
D r e a m S h a p e r faz?
FASES PROCESSUAIS IESPERGUNTAS FREQUENTES E RESPOSTAS
1) O QUE SÃO AÇÕES DE EXTENSÃO?
São atividades acadêmicas realizadas por meio de programas,
projetos, prestação de serviços e consultorias, cursos, eventos,
produção de publicação e outros produtos acadêmicos, com
envolvimento de docentes, discentes, técnicos/as e sujeitos de
outros setores da sociedade (comunidade externa). Essas ações
visam promover relações dialógicas entre universidade e outros
setores da sociedade, de forma interdisciplinar e transformadora,
articulando ensino, pesquisa e políticas afirmativas.
FASES PROCESSUAIS IESPERGUNTAS FREQUENTES E RESPOSTAS
2) A DISCIPLINA ITINERÁRIOS EXTENSIONISTAS REPROVA?
SIM. O estudante precisa participar das atividades e desenvolver
todas as etapas na ferramenta de aprendizagem DreamShaper
para ser avaliado e obter o conceito “APROVADO”.
FASES PROCESSUAIS IESPERGUNTAS FREQUENTES E RESPOSTAS
3) Estágio pode ser considerado atividade de extensão?
Não. De acordo com a LEI Nº 11.788, de 25 de setembro de 2008,
estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no
ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho
produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino
regular em instituições de educação superior, de educação
profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos
finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da
educação de jovens e adultos. Logo, Estágio não é Extensão.
FASES PROCESSUAIS IESPERGUNTAS FREQUENTES E RESPOSTAS
4) HÁ NECESSIDADE DE REFORMULAR O PPC PARA
CONTEMPLAR A CURRICULARIZAÇÃO
DA EXTENSÃO?
Sim. A curricularização da extensão deve estar contemplada nos
dados de identificação do curso (percentual da carga horária
destinada à extensão), na base legal, na metodologia e nas ações
de extensão.
FASES PROCESSUAIS IESREFERÊNCIAS
Legislações educacionais. DCN da Extensão .
https://normativasconselhos.mec.gov.br/normativa/pdf/CNE_RES_CNECESN
72018.pdf. Acesso em 10/02/2023.
2. Rocha, R.M. A construção do conceito de extensão
universitária na américa Latina. In: FARIA, D. S. (org.) Construção
conceitual da extensão universitária na américa Latina. Brasília:
UnB, 2001.
3. UNIVERSIDADES brasileiras viram exemplo na busca de metas
da ONU. Jornal O Estado de São Paulo, 2023. Universidades
brasileiras viram exemplo na busca de metas da ONU - Estadão
(estadao.com.br). Acesso em: 10/08/2023.
https://normativasconselhos.mec.gov.br/normativa/pdf/CNE_RES_CNECESN72018.pdf
https://normativasconselhos.mec.gov.br/normativa/pdf/CNE_RES_CNECESN72018.pdf
https://www.estadao.com.br/educacao/universidades-brasileiras-viram-exemplo-na-busca-de-metas-da-onu/
https://www.estadao.com.br/educacao/universidades-brasileiras-viram-exemplo-na-busca-de-metas-da-onu/
https://www.estadao.com.br/educacao/universidades-brasileiras-viram-exemplo-na-busca-de-metas-da-onu/
	Slide 1
	Slide 2: CORPO DIRETIVO . 
	Slide 3: CONTEXTUALIZAÇÃO . 
	Slide 4: CONTEXTUALIZAÇÃO . 
	Slide 5: CONTEXTUALIZAÇÃO . 
	Slide 6: MARCO LEGAL DISPOSITIVOS LEGAIS RELATIVOS À EXTENSÃO Principais objetivos: 
	Slide 7: MARCO LEGAL DISPOSITIVOS LEGAIS RELATIVOS À EXTENSÃO Principais objetivos: 
	Slide 8: O que é Extensão? . 
	Slide 9
	Slide 10: Por que a Extensão no currículo? A Curricularização da Extensão segue as diretrizes estabelecidas na Resolução CNE/CES nº 07/2018 que determina 10% do total da carga horária do curso em atividades extensionistas. As políticas institucionais da
	Slide 11: Quais são os Núcleos De Extensão? No UDF os Itinerários Extensionistas podem ser desenvolvidos em um ou mais Núcleos Interdisciplinares de Extensão e deve gerar impacto social e ambiental positivo, de forma real e ativa, em consonância com a ag
	Slide 12: INSERÇÃO DO ODS 18 BRASIL - BRASIL: ODS 18 sobre Igualdade Étnico-Racial - ÍNDIA: ODS 18 sobre o empoderamento local e o desenvolvimento rural; - Costa Rica: ODS 18 sobre a felicidade e o bem-estar das pessoas. 
	Slide 13: Núcleo 1. EXTENSÃO A: ITINERÁRIOS I E II. Educação, Cultura e Desenvolvimento Social 
	Slide 14: Núcleo 2. EXTENSÃO B: ITINERÁRIOS III E IV. Educação, Saúde e Meio Ambiente 
	Slide 15: Núcleo 3. Direitos Humanos, Justiça e Trabalho 
	Slide 16: Núcleo 4. Empregabilidade e Desenvolvimento Regional. 
	Slide 17: Caracterização das Atividades Extensionistas Conforme descrito nas Matrizes Curriculares, os Itinerários Extensionistas estão inseridos nas modalidades abaixo:
	Slide 18: De que forma os Itinerários Extensionistas são desenvolvidos? A trilha do aluno começa com a ambientação na disciplina “Sociedade, Identidade e Territórios” (EAD), seguido pelos Itinerários Extensionistas (IE), conforme matriz curricular dos
	Slide 19: Como será a Avaliação? Conceito: aprovado/reprovado 
	Slide 20: INFRAESTRUTURA Laboratório UP Social (Hub de Extensão e Responsabilidade Social) 
	Slide 21: EVENTOS 
	Slide 22: Por que Publicar os Resultados e Impactos? REVISTA CIENTÍFICA DE EXTENSÃO CADERNOS DE EXTENSÃO 
	Slide 23
	Slide 24: FASES PROCESSUAIS IES
	Slide 25: Itinerários Extensionistas Desenvolvimento das Principais Skills 
	Slide 26: O que a ferramenta de apoio e gerenciamento DreamShaper faz? 
	Slide 27: O que a ferramenta DreamShaper faz?
	Slide 28: O que a ferramenta DreamShaper faz?
	Slide 29: O que a ferramenta DreamShaper faz?
	Slide 30: O que a ferramenta DreamShaper faz?
	Slide 31: O que a ferramenta DreamShaper faz?
	Slide 32: FASES PROCESSUAIS IES
	Slide 33: FASES PROCESSUAIS IES
	Slide 34: FASES PROCESSUAIS IES
	Slide 35: FASES PROCESSUAIS IES
	Slide 36: FASES PROCESSUAIS IES

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