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Curricularização da Extensão Itinerários Extensionistas CORPO DIRETIVO . Reitor Professor Me. André Ricardo Rosa Leão Coordenadora Geral de Graduação Professora Dra. Vivian Taís Fernandes Cipriano Assessores Professora Dra. Bernadete Moreira Pessanha Cordeiro Professora Dra. Gisela Pelegrinelli Professora Me. Raquel Nogueira De Araujo Noronha Professor Esp. Bruno Pereira C. da Silva Esp. Gabriela Mingote de Souza Coordenadora de Extensão Professora Dra. Gisela Pelegrinelli CONTEXTUALIZAÇÃO . A Curricularização da Extensão no currículo dos Cursos de Graduação, consolida a formação humana de toda a comunidade acadêmica, sob a perspectiva de uma transformação social por meio de ações junto à comunidade externa, à unidade, ao campus e nas regiões onde eles atuam. Desde 2023, o UDF inovou os currículos dos seus cursos de graduação inserindo os Itinerários Extensionistas, promovendo oportunidades para os estudantes conhecerem mais proximamente a realidade onde vivem e, portanto, se inserirem de forma a propor ações para modificar situações que afligem as sociedades atualmente. CONTEXTUALIZAÇÃO . Certamente, os Itinerários Extensionistas garantem maior envolvimento, participação e protagonismo dos estudantes no seu próprio processo de formação profissional. A comunidade acadêmica será estimulada a intervir nas situações- problemas em diferentes locais da comunidade que merecem atuação direta de diferentes áreas do conhecimento. Há um fortalecimento da relação universidade-sociedade, quando acontece um desenvolvimento de ações que possibilitem contribuições aos cidadãos. Consequentemente, acontecem benefícios às duas partes. A extensão Universitária proporciona um saber diferenciado, focado para a sociedade que ganha, também, porque ocorre melhoria na qualidade de vida no enfrentamento de desafios das questões sociais, tendo como premissa o respeito à diversidade de saberes e de culturas nos processos educativos, científicos, artísticos, culturais e tecnológicos. CONTEXTUALIZAÇÃO . Este Guia apresenta o marco legal, as concepções e as diretrizes da implementação dos Itinerários Extensionistas, com apontamentos de caminhos para a sua operacionalização seguindo carga horária inserida na matriz curricular e descrito nos Projetos Pedagógicos de Curso, além de informar toda comunidade acadêmica da importância da extensão universitária no contexto de formação humana e pedagógica. Por fim, trata-se da sistematização das orientações gerais para a implementação/operacionalização da curricularização da extensão, seguindo o que determina a resolução nº 7 de 18 de dezembro de 2018. Boa leitura!!!! MARCO LEGAL DISPOSITIVOS LEGAIS RELATIVOS À EXTENSÃO Principais objetivos: I FORPROEX (1987) - Criação do Fórum de Pró-reitores de Extensão das universidades públicas brasileiras. Constituição Federal (1988) - Institui a indissociabilidade entre ensino-pesquisa-extensão (art. 207). Lei nº 9.394 (1996) - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional – a educação superior tem por finalidade: [...] promover a extensão aberta à população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição. (art. 43, inciso VII). Lei nº 5.540 (1968) - Fixa normas de organização e funcionamento do ensino superior e sua articulação com a escola média, e dá outras providências - inclusão da EXTENSÃO (art. 40, inciso a). MARCO LEGAL DISPOSITIVOS LEGAIS RELATIVOS À EXTENSÃO Principais objetivos: Diretrizes para a Extensão no Ensino Superior Resolução nº 7 18/12/2018 Processo interdisciplinar, político, educacional, cultural, científico, tecnológico, que promove a interação transformadora entre as instituições de ensino superior e os outros setores da sociedade, por meio da produção e da aplicação do conhecimento, em articulação permanente com o ensino e a pesquisa. Lei n° 13.005 (2014) - Aprova o PNE e dá outras providências – assegurar, no mínimo, 10% (dez por cento) do total de créditos curriculares exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão universitária, orientando sua ação, prioritariamente, para áreas de grande pertinência social (Meta 12 - Estratégia 12.7). Resolução CNE/CES nº 7 - Estabelece as diretrizes para a Extensão na educação superior brasileira – 10% da CH total dos cursos, a partir de 2023 O que é Extensão? . Com base na Resolução CNE/CES nº 07/2018, ficaram estabelecidos princípios e diretrizes considerando-se um processo formativo na graduação pautado na valorização da pessoa humana em suas relações com o outro e com o mundo, no respeito como valor universal, nas diferenças individuais, sociais e culturais e nos conhecimentos plurais, com embasamento em: ❖ Interação dialógica: visa a ressignificação de saberes marcadas pelo diálogo entre a universidade e os setores sociais, pela ação de mão-dupla e vínculos entre conhecimento científico e conhecimento do cotidiano; ❖ Interdisciplinaridade: interação entre conceitos e metodologias envolvendo as áreas do conhecimento, estabelecendo interfaces entre elas, seja na perspectiva pedagógica (no processo de ensino e aprendizagem) ou epistemológica, favorecendo novos conhecimentos; ❖ Impacto na formação discente: compreensão e distribuição da diversidade cultural contribuindo, sobremaneira, para a inovação social e construção da cidadania; ❖ Impacto na sociedade: promoção de impactos positivos com transformação social, possibilitando a construção de processos de emancipação, sustentabilidade e empoderamento; ❖ Desenvolvimento das Skills: valorização do ato de aprender a trabalhar em equipe promovendo a reflexão sobre o mundo do trabalho, o pensamento crítico, a empatia, a perspectiva da resolução de problemas, análise de riscos e a negociação nos processos de tomada de decisão, respeitando as particularidades e as diferenças na abordagem de saberes e práticas profissionais; ❖ Avaliação contínua: consolidação da extensão universitária como amplo e consistente debate acadêmico, consolidando-se como vasto campo de reflexões teóricas, de produção e difusão de conhecimento, fortalecendo a tríade Ensino, Pesquisa e Extensão. Por que a Extensão no currículo? A Curricularização da Extensão segue as diretrizes estabelecidas na Resolução CNE/CES nº 07/2018 que determina 10% do total da carga horária do curso em atividades extensionistas. As políticas institucionais da Cruzeiro do Sul Educacional, dentro das quais as IES tem liberdade de atuação com seus projetos institucionais, são fundamentais para o acompanhamento do Plano de Trabalho na plataforma Dreamshaper de apoio e gerenciamento de projetos. Principais objetivos: Oferecer interação dialógica entre a comunidade acadêmica e a sociedade, por meio de troca de conhecimentos e contato com questões sociais, promovendo impactos positivos na comunidade. 1 Promover a formação cidadã dos discentes mediante vivências que valorizam o currículo de forma interprofissional, multi e interdisciplinar.2 Produzir transformações sociais na IES e na comunidade em que está inserida, partindo da construção e aplicação de conhecimentos e outras atividades sociais integradoras. 3 Articular o ensino com a pesquisa por meio da extensão em um processo interdisciplinar, político, educacional, cultural, científico, e tecnológico.4 ● Atividades de Extensão devem compôr no mínimo 10% da carga horária ● Extensão Acadêmica Curricular é obrigatória para concluir a graduação ● Deverá ser realizada sob orientação de um coordenador(a) de extensão e um mentor(a) da instituição e alunos monitores. Quais são os Núcleos De Extensão? No UDF os Itinerários Extensionistas podem ser desenvolvidos em um ou mais Núcleos Interdisciplinares de Extensão e deve gerar impacto social e ambiental positivo, de forma real e ativa, em consonância com a agenda 2030 da ONU. 1-ExtensãoA: Educaçã o , Cultura e Desenvolv ime nt o Socia l 2 - E xt e n s ã o B : E d u c a ç ã o , Sa ú d e e M e i o A m b i e n t e 3- Dire itos H u m a n o s , J u s t i ç a e T rabalho 4 - E m p r e g a b i l id a d e e D e s e n vo lv im e n t o Reg iona l INSERÇÃO DO ODS 18 BRASIL - BRASIL: ODS 18 sobre Igualdade Étnico-Racial - ÍNDIA: ODS 18 sobre o empoderamento local e o desenvolvimento rural; - Costa Rica: ODS 18 sobre a felicidade e o bem- estar das pessoas. Núcleo 1. EXTENSÃO A: ITINERÁRIOS I E I I . Educação, Cultura e Desenvolvimento Social Ações e iniciativas de promoção da cultura regional e nacional. Ações de desenvolvimento social com iniciativas voltadas para melhorar a qualidade de vida das pessoas, promovendo a inclusão, a equidade e o acesso a direitos básicos, como educação, saúde, moradia e emprego. Núcleo 2. EXTENSÃO B: ITINERÁRIOS I I I E IV. Educação, Saúde e Meio Ambiente Ações relacionadas a projetos que visam à saúde e à melhoria do bem-estar e da qualidade de vida. A saúde física, mental e social são algumas das dimensões que determinam o estado de bem-estar humano, muito além da simples ausência de doenças. Ademais, ações relacionadas à preservação e à conservação do meio ambiente, bem como o uso sustentável dos recursos naturais e a adoção de medidas efetivas contra mudanças climáticas. Núcleo 3. Direi tos Humanos, Just iça e Trabalho Ações e iniciativas relacionadas às necessidades humanas de respeito, trabalho, melhoria da qualidade de vida pela empregabilidade e pela justiça. Núcleo 4. Empregabi l idade e Desenvolv imento Regional. Ações relacionadas às necessidades educacionais e que possam gerar oportunidades de trabalho e renda, impulsionando o crescimento econômico e social de determinadas áreas, além desenvolvimento regional. Caracterização das Atividades Extensionistas Conforme descrito nas Matrizes Curriculares, os Itinerários Extensionistas estão inseridos nas modalidades abaixo: 1 Programas Conjunto de ações permanentes e contínuas de caráter institucional direcionado a questões de interesse social, articulando ensino, pesquisa, e extensão. 2 Projetos Conjunto de ações de média duração de caráter educativo, cultural, científico, artístico e tecnológico, envolvendo docentes e discentes, e desenvolvido junto à comunidade. 3 Cursos e Oficinas Atividades desenvolvidas que objetivam a produção, sistematização, e difusão do conhecimento acadêmico junto à comunidade. 4 Eventos Atividades de interesse técnico, social, científico, cultural, esportivo, ou artístico, sob a forma de seminário, simpósio, conferência, ou outra manifestação adequada. 5 Prestação de Serviços Serviços prestados à comunidade no contexto de projetos de extensão, com interesse relevante e impacto real na comunidade envolvente. De que forma os Itinerários Extensionistas são desenvolvidos? A trilha do aluno começa com a ambientação na disciplina “Sociedade, Identidade e Territórios” (EAD), seguido pelos Itinerários Extensionistas (IE), conforme matriz curricular dos cursos de graduação presencial. Cada oferta possui um professor extensionista. Ambientação Introdução Disciplina de Ambientação Sensibilização (EAD): comum a todos os cursos. Observação/Diagnóstico Ações Etapa 1 Diagnóstica com proposição de ações Etapa 2 Execução Etapa 3 - Final Trilhas DreamShaper Alunos em campo (grupos de até 10 alunos). Execução das ações e estratégias apontadas na etapa 1 com escolha de uma ou mais modalidades. Alunos em campo (grupos de até 10 alunos) atividades que promovam sensibilização, observação, mapeamento e diagnóstico, com o objetivo de identificar os problemas socias, “dores” no local visitado e, posteriormente, proposição de ações. Execução das ações Estratégicas Preenchimento das etapas/trilhas Preenchimento das etapas via DreamShaper contemplando todas as ações executadas, as estratégias de intervenção, seus resultados e evidências. A avaliação será por conceito: aprovado/reprovado. Como será a Avaliação? Conceito: aprovado/reprovado Após cumprir todas etapas, é gerado um Relatório Final (PDF) na ferramenta Dreamshaper, contemplando todas as ações executadas, as estratégias de intervenção, seus resultados, impactos positivos e evidências. INFRAESTRUTURA Laboratório UP Social (Hub de Extensão e Responsabi l idade Socia l ) ➢ Ambiente imersivo para engajamento, interação, formação e desenvolvimento das atividades com troca de saberes e fazeres; ➢ Espaço para orientações e encontros entre alunos, professores, grupos de trabalho e demais envolvidos nos Itinerários Extensionistas. ➢ Local: 1º andar, Bloco A, ao lado Núcleo de Apoio fiscal – NAF ➢ Atendimento: segunda a sexta das 12h às 21h30. EVENTOS Previsão de eventos, tais como: Seminários, workshops, mostras, palestras, simpósios, hackathons dentre outros, promovendo o intercâmbio de experiências práticas, a troca de conhecimentos e saberes e o fortalecimento mútuo de ações no escopo de imensos benefícios para todos os envolvidos, contribuindo para o ecossistema de práticas socioambientais do UDF. Por que Publicar os Resultados e Impactos? REVISTA CIENTÍFICA DE EXTENSÃO CADERNOS DE EXTENSÃO Tem por missão gerar debates no âmbito das atividades Interdisciplinares, bem como contribuir para a reflexão crítica das experiências nos Itinerários Extensionistas e suas repercussões nos campos de estudos que versem a Extensão Universitária e relações entre Universidade e outros setores da sociedade. FASES PROCESSUAIS IES Itinerários Extensionistas Desenvolvimento das Principais Skills 1 – Pertencimento Acadêmico: sentimento de acolhimento entre professores e alunos, a satisfação em fazer parte do ambiente; 2 – Conhecimento: promover discussões com temas atuais e agregar outras experiências; 3 – Pensamento Crítico: capacidade de questionar, investigar causas, testar hipóteses, resolver problemas e criar soluções; 4 – Comunicação: processo que envolve troca de informações e relatos de experiências; 6 – Empatia e cooperação: exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação; 7 – Responsabilidade e cidadania: competência associada ao coletivo. Tomada de decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários; Competências socioemocionais: 5 – Autoconhecimento e autocuidado: capacidade de se conhecer e de cuidar da saúde física e emocional; 8 – Criatividade: capacidade de inovar e de construir alternativas para os desafios impostos pelo dia a dia; 9 – Resiliência: não se deixar abater diante de situações desafiadoras; 10 – Iniciativa e autonomia: controle da sua própria carreira, tornando-se responsável pelo seu desenvolvimento e pelas suas atitudes. Volver al índice 18 A c t i v e M i c r o L e a r n i n g e C o n t e ú d o Just in Time Na DreamShaper o foco está na atividade! Grandes atividades são quebradas em atividades menores para aumentar o foco no aluno. O Conteúdo é apresentado para o aluno “just in time”, ou seja, no momento exato que ele precisa para resolver uma atividade, gerando maior engajamento e menor dispersão do aluno. O q u e a ferramenta de apoio e gerenciamento D r e a m S h a p e r faz? Volver al índice 19 A u t o n o m i a g u i a d a d o aluno Os estudantes criam projetos relacionados ao componente curricular que estão inseridos, através de trilhas de aprendizagem previamente construídas. A trilha traz um guia passo a passo das atividades a serem realizadas e funcionam como um Guia GPS do projeto do aluno. Com este guia metodológico, os alunos tornam-se mais autônomos e protagonistas do seu aprendizado. O q u e a ferramenta D r e a m S h a p e r faz? Volver al índice 20 A p o i o p e d a g ó g i c o Experiências Ativas de Aprendizagem, com explicação detalhada, clarae concreta das etapas e atividades. Melhora a compreensão das atividades e o entendimento temático. Visualização e acompanhamento do progresso de cada etapa na trilha de aprendizagem, gerando a apresentação final ao concluir o projeto. O q u e a ferramenta D r e a m S h a p e r faz? Volver al índice 21 O u t p u t automat izado Conforme o aluno está concentrado executando o seu projeto, a ferramenta automaticamente vai criando um relatório final do seu trabalho. Além de ajudar o aluno a perceber o todo do seu projeto, o output serve como evidência regulatória do projeto extensionista e também para a criação de um portfólio do aluno. O q u e a ferramenta D r e a m S h a p e r faz? Volver al índice 23 M a p e a m e n t o d e C o m p e t ê n c i a s O aluno responde uma autoavaliação com intuito de refletir sobre o desenvolvimento de habilidades propostas durante o projeto. Conforme a autoavaliação são sugeridas dicas e sugestões para que o aluno continue seu desenvolvimento, como protagonista do seu processo de aprendizagem. Em cada etapa são expostas as competências que serão desenvolvidas naquele determinado período do projeto. O q u e a ferramenta D r e a m S h a p e r faz? Volver al índice 24 D a s h b o a r d s e métr i c as Tudo que o aluno desenvolve na ferramenta é registrado e pode ser acessado em formato de reports personalizados construídos para a IES e acessados em tempo real. Fica fácil para a gestão do Grupo monitorar o progresso dos projetos, alunos com baixa participação, ODS trabalhadas, dentre outros dados. O q u e a ferramenta D r e a m S h a p e r faz? FASES PROCESSUAIS IESPERGUNTAS FREQUENTES E RESPOSTAS 1) O QUE SÃO AÇÕES DE EXTENSÃO? São atividades acadêmicas realizadas por meio de programas, projetos, prestação de serviços e consultorias, cursos, eventos, produção de publicação e outros produtos acadêmicos, com envolvimento de docentes, discentes, técnicos/as e sujeitos de outros setores da sociedade (comunidade externa). Essas ações visam promover relações dialógicas entre universidade e outros setores da sociedade, de forma interdisciplinar e transformadora, articulando ensino, pesquisa e políticas afirmativas. FASES PROCESSUAIS IESPERGUNTAS FREQUENTES E RESPOSTAS 2) A DISCIPLINA ITINERÁRIOS EXTENSIONISTAS REPROVA? SIM. O estudante precisa participar das atividades e desenvolver todas as etapas na ferramenta de aprendizagem DreamShaper para ser avaliado e obter o conceito “APROVADO”. FASES PROCESSUAIS IESPERGUNTAS FREQUENTES E RESPOSTAS 3) Estágio pode ser considerado atividade de extensão? Não. De acordo com a LEI Nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos. Logo, Estágio não é Extensão. FASES PROCESSUAIS IESPERGUNTAS FREQUENTES E RESPOSTAS 4) HÁ NECESSIDADE DE REFORMULAR O PPC PARA CONTEMPLAR A CURRICULARIZAÇÃO DA EXTENSÃO? Sim. A curricularização da extensão deve estar contemplada nos dados de identificação do curso (percentual da carga horária destinada à extensão), na base legal, na metodologia e nas ações de extensão. FASES PROCESSUAIS IESREFERÊNCIAS Legislações educacionais. DCN da Extensão . https://normativasconselhos.mec.gov.br/normativa/pdf/CNE_RES_CNECESN 72018.pdf. Acesso em 10/02/2023. 2. Rocha, R.M. A construção do conceito de extensão universitária na américa Latina. In: FARIA, D. S. (org.) Construção conceitual da extensão universitária na américa Latina. Brasília: UnB, 2001. 3. UNIVERSIDADES brasileiras viram exemplo na busca de metas da ONU. Jornal O Estado de São Paulo, 2023. Universidades brasileiras viram exemplo na busca de metas da ONU - Estadão (estadao.com.br). Acesso em: 10/08/2023. https://normativasconselhos.mec.gov.br/normativa/pdf/CNE_RES_CNECESN72018.pdf https://normativasconselhos.mec.gov.br/normativa/pdf/CNE_RES_CNECESN72018.pdf https://www.estadao.com.br/educacao/universidades-brasileiras-viram-exemplo-na-busca-de-metas-da-onu/ https://www.estadao.com.br/educacao/universidades-brasileiras-viram-exemplo-na-busca-de-metas-da-onu/ https://www.estadao.com.br/educacao/universidades-brasileiras-viram-exemplo-na-busca-de-metas-da-onu/ Slide 1 Slide 2: CORPO DIRETIVO . Slide 3: CONTEXTUALIZAÇÃO . Slide 4: CONTEXTUALIZAÇÃO . Slide 5: CONTEXTUALIZAÇÃO . Slide 6: MARCO LEGAL DISPOSITIVOS LEGAIS RELATIVOS À EXTENSÃO Principais objetivos: Slide 7: MARCO LEGAL DISPOSITIVOS LEGAIS RELATIVOS À EXTENSÃO Principais objetivos: Slide 8: O que é Extensão? . Slide 9 Slide 10: Por que a Extensão no currículo? A Curricularização da Extensão segue as diretrizes estabelecidas na Resolução CNE/CES nº 07/2018 que determina 10% do total da carga horária do curso em atividades extensionistas. As políticas institucionais da Slide 11: Quais são os Núcleos De Extensão? No UDF os Itinerários Extensionistas podem ser desenvolvidos em um ou mais Núcleos Interdisciplinares de Extensão e deve gerar impacto social e ambiental positivo, de forma real e ativa, em consonância com a ag Slide 12: INSERÇÃO DO ODS 18 BRASIL - BRASIL: ODS 18 sobre Igualdade Étnico-Racial - ÍNDIA: ODS 18 sobre o empoderamento local e o desenvolvimento rural; - Costa Rica: ODS 18 sobre a felicidade e o bem-estar das pessoas. Slide 13: Núcleo 1. EXTENSÃO A: ITINERÁRIOS I E II. Educação, Cultura e Desenvolvimento Social Slide 14: Núcleo 2. EXTENSÃO B: ITINERÁRIOS III E IV. Educação, Saúde e Meio Ambiente Slide 15: Núcleo 3. Direitos Humanos, Justiça e Trabalho Slide 16: Núcleo 4. Empregabilidade e Desenvolvimento Regional. Slide 17: Caracterização das Atividades Extensionistas Conforme descrito nas Matrizes Curriculares, os Itinerários Extensionistas estão inseridos nas modalidades abaixo: Slide 18: De que forma os Itinerários Extensionistas são desenvolvidos? A trilha do aluno começa com a ambientação na disciplina “Sociedade, Identidade e Territórios” (EAD), seguido pelos Itinerários Extensionistas (IE), conforme matriz curricular dos Slide 19: Como será a Avaliação? Conceito: aprovado/reprovado Slide 20: INFRAESTRUTURA Laboratório UP Social (Hub de Extensão e Responsabilidade Social) Slide 21: EVENTOS Slide 22: Por que Publicar os Resultados e Impactos? REVISTA CIENTÍFICA DE EXTENSÃO CADERNOS DE EXTENSÃO Slide 23 Slide 24: FASES PROCESSUAIS IES Slide 25: Itinerários Extensionistas Desenvolvimento das Principais Skills Slide 26: O que a ferramenta de apoio e gerenciamento DreamShaper faz? Slide 27: O que a ferramenta DreamShaper faz? Slide 28: O que a ferramenta DreamShaper faz? Slide 29: O que a ferramenta DreamShaper faz? Slide 30: O que a ferramenta DreamShaper faz? Slide 31: O que a ferramenta DreamShaper faz? Slide 32: FASES PROCESSUAIS IES Slide 33: FASES PROCESSUAIS IES Slide 34: FASES PROCESSUAIS IES Slide 35: FASES PROCESSUAIS IES Slide 36: FASES PROCESSUAIS IES