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GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS Olá! O atual cenário de mercado e o contexto globalizado de intensa competição e contínua inovação tornam imprescindíveis estratégias bem planejadas para as organizações garantirem esse desempenho organizacional. Nesse sentido, a gestão de recursos humanos é um elemento necessário para atingir metas e objetivos, pois os resultados organizacionais podem ser alcançados por meio do desempenho das pessoas. Mas como você mede o desempenho dos funcionários em uma organização? Como mapear se as atividades e rotinas das equipes e grupos de trabalho estão no caminho certo? Tais questões são discutidas e visa fornecer uma visão estratégica sobre RH e políticas de recompensa e avaliação de desempenho. Nesta aula você será apresentado aos tipos de avaliação de desempenho pessoal, aprenderá sobre os conceitos de desempenho humano no Taylorismo/Fordismo (décadas de 1950/1960) e Toyotismo (décadas de 1970/1980); mudanças no conteúdo da obra na década de 1990 de acordo com o desenvolvimento do conceito de apresentação; Processo de avaliação de pessoal, avaliação 360 graus e feedback, bem como as formas mais importantes de organizar programas de recompensa e motivação, bem como os efeitos da atividade sindical na gestão de recursos humanos hoje. Bons estudos! AULA 6 – AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 6. DESEMPENHO HUMANO NO TAYLORISMO/ FORDISMO E NO TOYOTISMO O modelo taylorista, criado pelo engenheiro americano Frederick W. Taylor (1856-1925), procurava aumentar a eficiência e produtividade dos trabalhadores industriais através de uma abordagem científica. O foco estava em completar tarefas. Taylor observou trabalhadores desenvolvendo funções específicas em um sistema de produção industrial por meio de uma linha de produção organizada. As atividades eram hierarquizadas e sistematizadas, e nesse modelo eram considerados bons profissionais os funcionários que conseguissem realizar suas tarefas no menor tempo possível. Após essa avaliação do desempenho dos funcionários, Taylor desenvolveu um sistema de incentivos salariais e bônus de produção. Depois de analisado o trabalho, racionalizadas as tarefas e padronizadas a forma e o tempo de realizá-las, o funcionário é treinado de acordo com o método pré- acordado. O funcionário deve cooperar com a empresa e trabalhar dentro dos prazos prescritos. Para obter a cooperação dos trabalhadores, Taylor e seus sucessores desenvolveram incentivos salariais e esquemas de bônus de produção (CHIAVENATO, 2014). Preocupados com o aumento da eficiência, Taylor e seus seguidores perceberam por meio de suas observações que as condições de trabalho estão diretamente relacionadas à produtividade, ou seja, aumentando a eficiência. Segundo Chiavenato (2014), o mais importante deveria ser as condições de trabalho: adequação das ferramentas de trabalho para minimizar os esforços do usuário e perda de tempo na execução da tarefa; arranjo físico de máquinas e equipamentos para racionalização do fluxo produtivo; melhoria do ambiente físico de trabalho para que ruído, ventilação, iluminação e conforto aumentem a eficiência dos funcionários; Projeto de instrumentos e equipamentos especiais como transportadores, seguidores, contadores e ferramentas para reduzir a fadiga e movimentos desnecessários. Uma organização racional do trabalho vai além da análise das condições de trabalho para que o empregado seja o mais eficiente possível. Por meio do controle funcional, Taylor estabeleceu um sistema em que cada trabalhador recebia ordens de diversos chefes, o que gerou muitas críticas a esse controle. Depois do taylorismo, o predecessor mais famoso da administração científica foi Henry Ford, que promoveu a grande inovação do século XX, o processo de produção em massa. A Ford sistematiza o trabalho mecânico usando a linha de montagem: o processo de produção é caracterizado por um trabalho rítmico, econômico e coordenado. A Ford também introduziu políticas sociais para pagar altos salários. A Ford incentivou a competição e a gestão por meio da iniciativa dos funcionários e da gestão participativa: Queremos completa responsabilidade individual [...] onde a responsabilidade se acha fragmentada e dispersa por uma série de serviços, rodeado por sua vez de um grupo de subtitulares, é realmente difícil encontrar alguém que seja realmente responsável [...] o jogo do empurra, que certamente nasceu nas empresas de responsabilidade fragmentada [...] O espírito de competição leva para a frente o homem dotado de qualidades [... ] não dispomos de postos ou cargos, e os homens de valor criam por si mesmos as suas posições [...] A pessoa em questão vê-se de repente num trabalho diverso com a particularidade de um aumento de salário (FORD, 1967) A Ford também introduziu os princípios de racionalização, economia e produtividade, que visavam acelerar a produção por meio de um trabalho coordenado e rítmico. Assim, fica claro que a gestão científica se limitou a focar suas estratégias nos fatores relacionados à atividade e ao cargo do empregado, o que reduziu a importância do elemento humano afetando as atividades da organização. Essa teoria foi chamada de "teoria da máquina", dominada pela lógica e uma visão mecanicista. Nesse sentido, afirma Chiavenato (2014), a fórmula de Taylor prevê uma obra abandonada que convive com uma estrutura administrativa monocromática e alienante onde a obediência às ordens é a virtude primordial. No final da década de 1960, o modelo taylorista/fordista foi derrotado pela Toyota, que desenvolveu um modelo de trabalho mais flexível que se espalhou pelo mundo. Mudanças ocorreram em máquinas, produção, classificação de resíduos e pequena produção, com alta qualidade. O toyotismo exige novas práticas de gestão e emprego como kanban, just-in- time, engajamento estimulado e qualidade total. A interpretação dominante do princípio de manufatura enxuta, ou "equipe gorda", era a interpretação dominante do modelo organizacional japonês de Ohn. Os resíduos da fábrica foram claramente identificados e classificados: produção antes do tempo necessário; produção maior do que o necessário; operações desnecessárias que ocorriam no processo de manufatura. Portanto, fica claro que o Sistema Toyota de Produção afeta diretamente a cultura dos colaboradores e o ambiente da organização por meio de métodos, conhecimentos e valores. Enquanto na maioria das empresas o principal impulsionador do crescimento é o reconhecimento do sucesso individual – manifestado no pagamento de bônus vinculados ao atingimento de metas, programa de opções de ações e drástica ascensão na carreira – na Toyota é isso que move os colaboradores têm a certeza de que é possível fazer mais e melhor todos os dias. Nós o chamamos de Kaisen. Todos os colaboradores devem estar sempre insatisfeitos, buscando obsessivamente a qualidade, lógica que se estende de funcionário a presidente e privilegia o trabalho em equipe (CORREA, 2007). 6.1 Avaliação de desempenho humano, avaliação 360º e feedback Uma das ferramentas que as organizações usam para medir o desempenho dos funcionários é a avaliação de desempenho. Avaliar o desempenho dos especialistas e o desempenho de suas tarefas em relação aos objetivos organizacionais é uma prática fundamental para todas as empresas. Segundo Oliveira (2017), a eficácia dos critérios de avaliação depende das seguintes características: Confiabilidade: obtenção de um resultado semelhante para cada avaliado. A confiança está́ direcionada aos avaliadores. Relevância: medidas e resultados os mais coerentes possíveis. Sensibilidade: apresentação do critério com muita clareza, assim como os desempenhos positivose negativos. Praticidade: coleta de informações realizada da maneira mais clara possível Uma organização só pode ter sucesso através do trabalho das pessoas. Portanto, a avaliação de desempenho deve ser transformada em oportunidade de crescimento pessoal e profissional, estreitar e fortalecer vínculos, e fazer com que a empresa reconheça e motive o recurso imensurável que são as pessoas. 6.2 Avaliação 360º Uma das ferramentas de avaliação de desempenho é a chamada avaliação 360º. Inclui diversas opiniões e comentários de superiores, fornecedores, subordinados, clientes internos e externos, colegas e por meio da auto avaliação dos funcionários. Envolver várias pessoas no processo é visto como uma vantagem, pois permite que todos os membros da empresa avaliem e sejam avaliados sob diferentes óticas. Segundo Chiavenato (2005, p. 254), “a avaliação 360º representa o comprometimento de todas as pessoas que atuam direta ou indiretamente na organização”. Araújo (2006, p. 160) afirma que “o método 360º contempla a seguinte condição: os responsáveis pela avaliação são representados por todos os interessados no processo de AD, sejam atores internos ou externos (stakeholders)”. Algumas diretrizes devem ser seguidas para a realização da avaliação 360º: verificar anteriormente se existe vontade do colaborador de participar ou se ele prefere se abster em comentar sobre o desempenho de algum colega; deixar claro aos funcionários quem terá acesso às informações e quais são suas finalidades; com relação ao feedback, proporcionar treinamento aos colaboradores; informar sobre como ocorrerá o filtro das informações, a confidencialidade, quem coleta os dados e quem avalia os dados coletados. Com base em suas características, pode-se argumentar que o objetivo do sistema 360º é (REIS, 2000): melhorar a comunicação entre as pessoas, sejam inter ou intra equipes; estimular o líder a interagir com o pessoal de sua equipe; contribuir com informações relevantes para o sistema de RH; propiciar um feedback objetivo e franco; estimular o empregado a buscar informações sobre seu desempenho; criar condições para melhoria do desempenho; provocar mudanças na cultura organizacional. 6.3 Feedback Uma das características mais importantes desse processo de avaliação é o feedback. O feedback é uma comunicação objetiva sobre o desempenho de um funcionário. O feedback pode ser positivo ou negativo, ou seja, o colaborador recebe feedback sobre seu trabalho e comportamento para que possa refletir sobre suas ações Nos últimos anos, as empresas têm utilizado muito essa ferramenta, com o objetivo de promover o desenvolvimento pessoal. Isso é necessário porque o processo de avaliação não tem sentido se o colaborador não receber feedback sobre os pontos avaliados. Lacombe (2011) diz que um bom gestor deve ser capaz de fazer uma boa avaliação e dar feedback ao subordinado, planejando com o avaliador como melhorar seu desempenho. Gil (2001) conclui que o objetivo do feedback é corrigir os pontos fracos, esclarecer os pontos fortes e compará-los com os padrões esperados. Para alguns funcionários este não é considerado um momento tranquilo, por isso muitos preferem ignorar esta atividade. Robbins (2010; SOUZA; FONSECA; SPAZIANI, 2015, p. 8) confirma que estatisticamente metade da força de trabalho é composta por pessoas com desempenho abaixo da média, e os funcionários medianos se consideram de alto desempenho; no entanto, quando recebem um feedback positivo, consideram-no insuficiente. A prática do feedback aproxima os profissionais por meio do diálogo e fortalece a confiança e o clima cordial que deve existir nas organizações. Um estágio também permite desenvolver o desempenho do funcionário. O feedback também dever ser: tempestivo, isto é, oportuno, de preferência imediatamente após o fato; descritivo, em vez de avaliativo; específico, não genérico; sensível às necessidades do recipiente; dirigido ao comportamento controlável; proposto em vez de imposto; testado para sua precisão com o que recebe. 6.4 Importância da Avaliação do Desempenho Hoje, a gestão de RH é fundamental para alcançar resultados. Nesse sentido, é importante retomar algumas das questões colocadas no início deste capítulo: como medir o desempenho dos colaboradores de uma organização? Como avaliar se as atividades e rotinas das equipes e grupos de trabalho estão no caminho certo? Entre as possíveis respostas a essas perguntas, um dos princípios orientadores da gestão estratégica de recursos humanos é a avaliação de desempenho, que permite medir e monitorar o desempenho e fornecer feedback convincente. França (2010, p. 115) define avaliação de desempenho como “[...] a prática de emitir pareceres e avaliações com base nos objetivos de GRH da organização, verificando se eles foram alcançados por meio do uso eficaz dos recursos”. O desafio dos gestores de RH é estruturar as avaliações de desempenho de forma que os resultados dos colaboradores possam ser acompanhados com segurança, diagnosticando e analisando se seus esforços atendem aos padrões exigidos pelas empresas. A finalidade da avaliação de desempenho é: [...] obter informações sobre o comportamento profissional do avaliado durante seu desempenho no trabalho, identificando oportunidades de melhoria, elaborando e desenvolvendo planos de ação em relação à estrutura geral, aos diferentes órgãos e ao colaborador (CARVALHO; NASCIMENTO; SERAFIM, 2012). As empresas que não avaliam o desempenho de seus funcionários não conseguem identificar o mau desempenho ou os comportamentos e atitudes corretos. Outro aspecto importante da avaliação é que essa ferramenta deve ser aplicada com confiança e evitar resultados que não reflitam o desempenho real dos grupos de trabalho. Os principais erros no processo de avaliação de desempenho são o efeito halo, efeito de recência, complacência ou rigor excessivo, incompreensão de critérios e erro de fadiga, conforme discutido a seguir: Efeito halo: ocorre quando a avaliação de um colaborador é baseada em uma primeira impressão pessoal, positiva ou negativa, influenciando a análise de seu desempenho. Efeito recenticidade: ocorre quando a avaliação leva em conta apenas situações ocorridas recentemente, deixando de considerar todo o período avaliativo. Complacência ou rigor excessivo: ocorre quando as avaliações são realizadas de forma complacente, avaliando-se o colaborador acima da escala de seu real desempenho; ou com rigor excessivo, avaliando-se o colaborador muito abaixo de seu desempenho profissional. Incompreensão sobre os critérios: ocorre quando o avaliador não compreende corretamente o significado dos critérios avaliativos, o que resulta em avaliações que não correspondem à realidade. Erro de fadiga: eventualmente empresas podem definir prazos muito curtos para que sejam realizadas as avaliações de desempenho. Nesses casos, o número muito elevado de avaliações pode levar o avaliador a não dar a devida importância para o momento de avaliação, o que acarreta erros. Para que a avaliação de desempenho seja um elemento estratégico que possa ajudar as organizações a alcançarem seus resultados, é importante que as avaliações sejam realizadas de forma convincente, evitando assim os principais erros que têm surgido. Outro aspecto importante da avaliação é entender como funcionam todos os principais modelos de avaliação de desempenho - isso é apresentado nesta aula. 6.5 Tipos de Avaliação Existem vários métodos de avaliação de desempenho que podem ser usados de diferentes maneiras para medir o desempenho dos funcionários. Não existe o melhor modelo de avaliação, apenas aquele que melhor se adapta à realidade e às necessidades da organização.Marras e Marras Neto (2012, p. 140) afirmam que “[...] dentre os diversos métodos existentes para avaliação do desempenho humano nas organizações, destacam-se: eventos críticos, comparativo, escolha forçada, 360° e escala-gráfica “Cada um desses tipos de avaliação possui características e aplicações diferentes conforme demonstrado a seguir: Modelo de Avaliação Descrição Metodologia de Aplicação Incidentes críticos Esse método permite analisar situações excepcionalmente positivas e negativas em que o colaborador esteve envolvido Esse método é organizado em três etapas. Na etapa inicial, de preparação, definem- se a temporalidade das situações, o que é um evento crítico e quais incidentes são relevantes. Na etapa seguinte, de recolha de dados, os eventos críticos são recolhidos, por meio de diferentes metodologias, como grupo focal, entrevista ou observação. Por fim, ocorre a etapa em que se analisam as situações críticas e se dá o feedback ao colaborador. Comparativo Essa técnica de avaliação compara o desempenho dos colaboradores integrantes de uma mesma equipe A estrutura metodológica desse modelo de avaliação vale-se da comparação do desempenho de pares (dois a dois) de colaboradores, indicando qual deles apresenta o melhor desempenho em cada atividade ou tarefa realizada no setor ou departamento que ambos integram Escolha Forçada Modelo composto por uma série de frases organizadas, que indicam situações relacionadas ao desempenho do colaborador O método de escolha forçada permite que o avaliador escolha as frases que têm mais relação com o desempenho do colaborador avaliado. Dessa forma, evitam-se as eventuais generalizações que podem ocorrer no processo de avaliação de desempenho, já que essa avaliação tem foco restrito em especificidades de uma atividade ou função. Avaliação 360º Na avaliação 360º, há uma avaliação mutua entre todos os colaboradores que se relacionam de alguma forma, seja pelos processos de trabalho, seja pelas relações decorrentes da estrutura organizacional. Assim, a avaliação 360º apresenta- se como menos subjetiva, tornando o processo de avaliação, portanto, mais objetivo e com uma maior quantidade de dados, oriundos de diferentes A configuração metodológica para a aplicação da avaliação 360° permite que chefes e subordinados se avaliem, ao passo que os pares de setor também realizam avaliações simultâneas. Também participam desse processo de avaliação fornecedores e clientes internos e externos. fontes Escalas Gráficas Esse método permite a definição de diversos critérios de avaliação, para que seja auferido o desempenho de cada colaborador Há nesse método de avaliação a definição de uma série de critérios, como assiduidade, produtividade, qualidade no atendimento ao cliente, etc. Esses critérios são mensurados em uma escala de 1 a 5 (ou ótimo, bom, regular, ruim e péssimo), a fim de medir desempenhos. Com o auxílio do processo de avaliação, é possível verificar os resultados do trabalho dos funcionários e, com isso, obter informações sobre seu desempenho, que servem de base para a redefinição de métodos operacionais e estratégias de trabalho. Para Gil (2014, p. 149), a avaliação de desempenho ajuda “[...] a descobrir as razões do mau desempenho e permite formar perspectivas com a participação dos avaliados. A avaliação de desempenho é uma ferramenta muito importante para uma empresa e ajuda os gerentes de RH a alinhar suas políticas de RH com as estratégias organizacionais, reformar processos, orientar comportamentos e até moldar práticas de remuneração dos funcionários com base no desempenho avaliado. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARAÚJO, L. C. G. Gestão de pessoas: estratégias e integração organizacional. São Paulo: Atlas, 2006. CARVALHO, A. V.; NASCIMENTO, L. P.; SERAFIM, O. C. G. Administração de recursos humanos. 2. ed. São Paulo: Cengage, 2012. CHIAVENATO, I. Gerenciamento com as pessoas: transformando o executivo em um excelente gestor de pessoas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. CHIAVENATO, I. Teoria geral da administração: abordagens prescritivas e normativas. 7. ed. v. 1. São Paulo: Manole, 2014. CORREA, C. Por dentro da maior montadora do mundo. Exame, São Paulo, ano 41, n. 892, 2007. FORD, H. Os princípios da prosperidade. São Paulo: Freitas Bastos, 1967. FRANÇA, A. C. L. 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