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NEUROCIÊNCIA E 
PSICOLOGIA APLICADA 
AOS CONCURSOS 
PÚBLICOS
ELO 12: Autoestima e seus 6 Pilares
Livro Eletrônico
Presidente: Gabriel Granjeiro
Vice-Presidente: Rodrigo Calado
Diretor Pedagógico: Erico Teixeira
Diretora de Produção Educacional: Vivian Higashi
Gerência de Produção de Conteúdo: Bárbara Guerra
Coordenadora Pedagógica: Élica Lopes
Todo o material desta apostila (incluídos textos e imagens) está protegido por direitos autorais 
do Gran. Será proibida toda forma de plágio, cópia, reprodução ou qualquer outra forma de 
uso, não autorizada expressamente, seja ela onerosa ou não, sujeitando-se o transgressor às 
penalidades previstas civil e criminalmente.
CÓDIGO:
240326181488
JULIANA GEBRIM
Psicóloga clínica e neuropsicóloga conhecida e reconhecida por seu trabalho e 
palestras em todo o Brasil. Possui inúmeras especializações. Psicóloga clínica (UnB – 
Universidade de Brasília). Trabalhou por dois anos com o gênio Luiz Pasquali (LABPAM-
UNB). Neuropsicóloga (IPAF – Instituto de Psicologia Aplicada e Formação de Portugal). 
Terapeuta com certificado internacional pelo Institute EMDRIA e pelo EMDR Ibero-
Americano – com Francine Shapiro (EUA). Terapeuta especialista em Brainspotting 
com David Grand (CA-EUA). Psicóloga perita (UnB-CEFTRU). Psicóloga especialista 
em Play of Life com Carlos Raimundo (Austrália). Terapeuta especialista em Barras 
de Access Consciousness com Jeffrey L. Fannin. Especialista em Thetahealing com 
Leonardo Codignoli (Brasília). Especialista em PMK (Psicodiagnóstico Miocinético). 
Experiência de 20 anos em psicoterapia, sendo 10 anos atuando em ambulatório e 
hospital-dia psiquiátrico (CAAP-VIDA). Primeira e única psicóloga no Brasil a fazer uma 
teoria usada em clínica e patenteada em 5 esferas sobre equilíbrio emocional para 
concursos públicos. Trabalho com dezenas de resultados e amplamente divulgado 
em todo o Brasil pelos pacientes. Professora de equilíbrio emocional para concursos 
públicos em vários cursinhos preparatórios. Suas palestras já foram vistas por mais de 
20 mil pessoas. Apresenta o Divã do Concurseiro, programa na plataforma do Gran.
 
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a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
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NEurOciêNciA E PsicOLOgiA APLicAdA AOs cONcursOs PúbLicOs 
ELO 12: Autoestima e seus 6 Pilares 
Juliana Gebrim
SUMÁRIO
Apresentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
ELO 12: Autoestima e seus 6 Pilares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
Autocuidado Não é Autoestima . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
Não é Autocuidado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
Tipos de Autocuidado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
O que é Autoestima? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
Como Medir a Autoestima? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
Como a Autoestima Nasce? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
Profecias que se Autorrealizam . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
Diferenças entre Autoestima e Autoconfiança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
Psicoterapia para Baixa Autoestima . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
Exercícios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
gabarito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24
gabarito comentado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25
referências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27
 
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ELO 12: Autoestima e seus 6 Pilares 
Juliana Gebrim
APrEsENTAÇÃOAPrEsENTAÇÃO
Na nossa aula iremos refletir sobre o quanto ter uma boa autoestima é fundamental para 
a nossa aprovação. Ela transforma a vida pessoal e profissional das pessoas. A autoestima 
tem muitos conceitos equivocados e iremos destrinchar todos eles e com práticas de ponta. 
Abordarei 6 atitudes fundamentais para o desenvolvimento de algo tão importante: viver 
conscientemente, autoaceitação, autorresponsabilidade, autoafirmação, intencionalidade 
e integridade pessoal. Aquilo que não é autoestima será tratado.
 
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ELO 12: AUTOESTIMA E SEUS 6 PILARESELO 12: AUTOESTIMA E SEUS 6 PILARES
Algumas pessoas dizem sem nenhuma propriedade sobre o conceito de algo tão 
importante. Falam que autoestima é:
É gostar de si mesmo, valorizar-se.
É ser confiante, acreditar em si e em sua capacidade.
É ter uma opinião positiva de si mesmo, ter uma boa imagem de si.
Todas as afirmações estão erradas. Estão equivocadas. E eu sempre escutei isso. E ficava 
literalmente no vácuo sem saber sobre aquilo que se tratava um conceito tão importante.
Vamos para algumas definições iniciais?
Autoconceito é uma opinião acerca de nós mesmos.
Amor-próprio ou autovalorização é um valor ou sentimento que temos de nós mesmos 
e levando-se em conta outros comportamentos que demonstram uma certa confiança.
Confiança: é aquilo que você ACHA que é capaz. Não é certeza.
Autoconfiança: segurança e valor que a pessoa dá a si mesmo, nas relações e interações 
com outras pessoas e com o mundo.
Autocuidado: ele vale uma parte da nossa aula! Aqui estão as maiores confusões sobre 
autoestima.
Verifique que o conceito não é apenas um sentimento que temos por nós. É mais do 
que isso. São pensamentos e COMPORTAMENTOS que temos relacionados a nós mesmos.
Dito isso, toda a construção de sentimento e de visão é baseada na sua vivência. Por 
exemplo, uma pessoa que, durante o desenvolvimento infantil, teve contato direto com 
casos de abusos psicológicos terá, normalmente, uma autoestima comprometida.
A formação da autopercepção é baseada nas interações sociais, tais como familiares, 
amorosas, escolares, profissionais, entre outras.
Dessa forma, um indivíduo que vivencia situações em que se sente menosprezado, 
geralmente, possui uma percepção negativa de si próprio.
Então, não se fala apenasde um sentimento que as pessoas têm por si mesmas. Mais que 
isso, se discute pensamentos e comportamentos que estão relacionados à própria pessoa.
AuTOcuidAdO NÃO É AuTOEsTiMAAuTOcuidAdO NÃO É AuTOEsTiMA
Frequentemente, notamos pessoas que cuidam de sua aparência e presumimos que 
têm autoestima positiva. Conheço indivíduos atraentes com baixa autoestima e, ao 
mesmo tempo, pessoas menos convencionais com uma autoestima robusta. A autoestima 
não deve ser vinculada à nossa aparência; há muito mais a ser feito do que apenas 
cuidar do corpo.
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O autocuidado está nos pequenos gestos que temos conosco, promovendo sensações 
positivas. Ao falar de autoestima, especialmente quando o foco é autocuidado, é comum 
associar essa avaliação à nossa aparência. Existe uma crença que conecta o autocuidado a 
práticas vaidosas, mas vai além disso.
Autocuidado nem sempre é prazeroso. Cuidar da pele é agradável, mas não é suficiente. 
Práticas menos prazerosas e manter compromissos podem ser desafiadores, como a 
atividade física, que muitas vezes é algo a ser feito sem vontade.
Autocuidado não se limita à aparência. É comum associar beleza a autocuidado, e 
também acreditar que nossa saúde se reflete na aparência. No entanto, traços naturais 
do envelhecimento, sobrepeso ou cansaço frequentemente são erroneamente associados 
a uma falta de cuidado. Essa noção é um preconceito equivocado, ignorando realidades 
como falta de tempo, recursos financeiros, rotina de exercícios ou plano de saúde, além 
de desconsiderar fatores genéticos.
É crucial não confundir uma falta de amor-próprio com uma autoestima superficial. 
O amor-próprio resulta de um trabalho constante na autoestima e autocuidado, sempre 
alinhado com os pilares que abordaremos em nossa aula. O autoconhecimento, por outro 
lado, implica ter consciência de nós mesmos e de todos os aspectos de nossa personalidade.
NÃO É AuTOcuidAdONÃO É AuTOcuidAdO
O autocuidado não deve ser confundido com egoísmo. Cuidar de si mesma está mais 
relacionado à busca por melhorar a qualidade de vida e encontrar um equilíbrio, do que 
priorizar exclusivamente seus interesses em detrimento dos interesses de outras pessoas.
Além disso, o autocuidado não deve ser encarado como algo desgastante. A prática 
do autocuidado não tem como objetivo deixá-la ainda mais cansada; pelo contrário, visa 
recarregar suas energias, mesmo diante dos esforços do dia a dia.
É importante ressaltar que o autocuidado não é sinal de fragilidade. Ele é essencial 
para viver com mais leveza e disposição, com o propósito de fortalecer-se e tornar-se uma 
pessoa mais resiliente. O foco principal é sempre se fortalecer e cuidar de si mesma de uma 
maneira equilibrada e saudável.
TiPOs dE AuTOcuidAdOTiPOs dE AuTOcuidAdO
EMOciONAL
As emoções não são boas ou ruins. Não temos culpa por aquilo que sentimos. No entanto, 
a maneira como respondemos às nossas emoções faz toda a diferença. O equilíbrio emocional 
é fundamental para lidar com as diferentes situações que surgem em nossas vidas.
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É importante reservar um tempo para refletir sobre a origem de nossas emoções e 
encontrar a melhor forma de lidar com elas. Algumas sugestões incluem:
• Busque estar com uma pessoa 100% da sua confiança e que realmente te entenda 
e queira te ver vencendo;
• Encontre meios para expressar o que você sente: escrever ou pintar. Escrever algumas 
páginas de um diário, uma música, brincar com o seu animal de estimação.
iNTELEcTuAL
Busque expandir a sua mente lendo coisas que não conhecia antes. O autocuidado 
intelectual desempenha um papel fundamental no desenvolvimento de uma mente 
consciente, pois quanto mais aprendemos, mais compreendemos a nós mesmos e ao 
mundo que nos cerca.
Algumas dicas para promover o autocuidado intelectual incluem:
• Busque ler livros. Amplia os horizontes.
• Ouça pontos de vista diferentes sobre os temas que te interessam.
• Escreva em um diário de coisas que você aprendeu. Isso vai te ajudar nas lembranças 
e te motivar cada vez mais.
• Ensine aquilo que você sabe. A sensação é ótima.
sOciAL
A conexão com outras pessoas é essencial para o bem-estar emocional e mental. Seja no 
ambiente de trabalho, na faculdade, ou na escola, a interação com os outros é fundamental 
para alcançar a estabilidade emocional. Abaixo, estão algumas práticas de autocuidado na 
conexão com pessoas que podem beneficiar sua saúde mental e emocional:
• Encontre e converse com pessoas que você confia. E façam algo juntos.
• Esteja perto de uma pessoa que te faça rir, basta apenas uma para alegrar o seu dia;
• Converse com alguém que você não fala há muito tempo. Que tal?
• Procure ir a lugares onde pessoas que gostam das mesmas coisas que você. O vínculo 
pode ter chances de aumentar.
FÍsicO
Para cultivar o bem-estar consigo mesma, é fundamental dedicar atenção ao cuidado 
do corpo. Isso pode ser alcançado por meio de atividades físicas e práticas que promovam 
o bem-estar estético.
Algumas sugestões para cuidar do seu corpo e promover o autoamor incluem:
• Experimente se abraçar quando você mais precisar.
• Em momentos difíceis tente ser gentil fisicamente com você – pode ser tomando um 
banho relaxante, fazendo uma massagem. Um chá.
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• Caminhe ao ar livre.
• Cuide do seu sono. Teremos um módulo sobre isso.
• Dê atenção para os cuidados com a pele. Manter uma rotina de cuidados com a sua 
pele pode prevenir o envelhecimento.
EsPiriTuAL
Para nutrir o lado espiritual, existem práticas que podem promover uma sensação de 
conexão e bem-estar, como a oração, a leitura de palavras reconfortantes e o auxílio ao 
próximo, desde que você esteja em condições adequadas para fazê-lo. Conexão espiritual 
é mágica para transformações profundas. Em breve, falaremos sobre isso. Sem tentar 
catequizar vocês. Somente abordaremos sobre formas científicas e seus benefícios.
O QuE É AuTOEsTiMA?O QuE É AuTOEsTiMA?
A turbulência de nossos tempos exige personalidades fortes com um senso claro de 
identidade, competência e valor. É um momento perigoso não saber quem somos ou não 
confiar em nós mesmos. A estabilidade que não podemos encontrar no mundo, devemos 
criar dentro de nossas próprias pessoas.
Enfrentar a vida com baixa autoestima coloca-nos em uma séria desvantagem, pois 
nenhum julgamento externo é tão significativo quanto o que fazemos a nós mesmos.
É crucial não se concentrar apenas nas possíveis feridas emocionais causadas por outras 
pessoas, mas também considerar como podemos prejudicar a nossa própria autoestima. 
A crença de que nossa autoestima depende principalmente da aprovação externa reflete 
uma postura passiva e limitante.
Ao trabalharo desenvolvimento da autoestima, é importante estar ciente de alguns 
perigos. Simplificar em excesso o que uma autoestima saudável requer pode levar a 
soluções superficiais e rápidas, enquanto render-se ao fatalismo ou determinismo limita 
as possibilidades de crescimento e mudança. Ambas as visões são passivas e impedem a 
exploração de um vasto universo de potencialidades.
É fundamental reconhecer a importância da autoestima, independentemente de 
nossas ações ou circunstâncias. A autoestima reflete nossa capacidade de nos adequar às 
demandas da vida e de nos avaliar de forma positiva e equilibrada.
Segundo Baiden (2002) ela é:
1. confiança em nossa capacidade de pensar, confiança em nossa capacidade de enfrentar com 
os desafios básicos da vida; e
2. confiança em nosso direito de ser bem-sucedido e feliz, o sentimento de ser digno, merecedor, 
com direito a afirmar nossas necessidades e desejos, alcançar nossos valores e aproveitar os 
frutos de nossos esforços. Mais tarde, vou refinar e condensar essa definição. Não acredito que 
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a autoestima é um dom que temos apenas que reivindicar (recitando afirmações, talvez). Pelo 
contrário, sua posse sobre o tempo representa uma conquista.
O Padrão Básico Confiar na própria mente e saber que é digno de felicidade é a essência da 
autoestima. O poder dessa convicção sobre si mesmo reside no fato de que é mais do que 
um julgamento ou um sentimento. É motivador. Isso inspira comportamento. Por sua vez, é 
diretamente afetado pela forma como agimos.
3. A causalidade flui em ambas as instruções. Há um ciclo de feedback contínuo entre nossas 
ações no mundo e nossa autoestima. O nível de nossa autoestima influencia como nós agir, e 
como agimos influencia o nível de nossa autoestima.
Confiar na própria mente e saber que é digno de felicidade é a essência da autoestima. Se eu 
confiar em minha mente e julgamento, estou mais propenso a operar como um ser pensante. 
Exercitando minha capacidade de pensar, trazendo consciência para minhas atividades, minha 
vida funciona melhor. Isso reforça a confiança em minha mente. Se eu desconfio de minha mente, 
terei mais probabilidade de ser mentalmente passivo, trazer menos consciência do que preciso 
para minhas atividades e menos persistência em face às dificuldades. Quando minhas ações 
resultam em decepção ou dor resultados, sinto-me justificado em desconfiar de minha mente.
Com alta autoestima, tenho mais probabilidade de persistir em face de dificuldades. Com baixa 
autoestima, tenho mais probabilidade de desistir ou ir através dos movimentos de tentar sem 
realmente dar o meu melhor. Pesquisa mostra que indivíduos com alta autoestima persistem 
em uma tarefa significativamente mais tempo do que os indivíduos com baixa autoestima. Se eu 
perseverar, a probabilidade é que terei sucesso com mais frequência do que fracasso. Se eu não 
fizer isso, a probabilidade é que eu falhe com mais frequência do que eu. De qualquer maneira, 
minha visão de mim mesmo será reforçada.
Autoestima é uma avaliação SUBJETIVA que uma pessoa faz de si mesma. É uma emoção. 
E como qualquer emoção ela irá oscilar.
Segundo o Wikipedia:
Autoestima é a avaliação subjetiva que um indivíduo faz de si mesmo como sendo intrinsecamente 
positiva ou negativa em algum grau. A autoestima envolve tanto crenças autos significantes (por 
exemplo: “eu sou competente/incompetente”, “eu sou querido/odiado”) como emoções autos 
significantes associadas (por exemplo: triunfo/desespero, orgulho /vergonha). Também encontra 
expressão no comportamento (por exemplo: assertividade/temeridade, confiança/cautela)
Entende-se por autoestima, em psicologia, a avaliação que a pessoa faz de si mesma expressando 
uma atitude de aprovação ou de repulsa bem como a suas capacidades e valor, tanto para si como 
para o meio em que vive. Os psicólogos consideram a autoestima uma característica duradoura 
da personalidade, embora também existam variações normais de curto prazo. É, contudo, um 
termo controverso entre acadêmicos devido a alguns acreditarem que o conceito não existe e 
é mais bem medido pelos níveis de traços de extroversão e introversão.
Na cultura ocidental, a autoestima muitas vezes é associada à busca por destaque em 
relação aos outros, sendo especial e fora do comum. Esse desejo de se destacar e estar no 
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topo pode ser um dos motivadores por trás das interações nas redes sociais, onde as pessoas 
buscam reconhecimento e validação. No entanto, essa busca incessante por aprovação 
externa pode ser um indicativo de baixa autoestima, como veremos a seguir.
É verdade que podemos nos sobressair em determinadas áreas, mas sempre haverá 
alguém que seja considerado mais atraente, bem-sucedido ou inteligente do que nós, de 
acordo com nossa própria avaliação subjetiva. Se basearmos nossa autoestima apenas 
nessa comparação com os outros, estaremos mais suscetíveis à volatilidade emocional e 
vulneráveis à opinião alheia. Depender unicamente do reconhecimento externo para validar 
nossas ações pode resultar em insegurança e na constante necessidade de aprovação.
Esse ciclo de altos e baixos na autoestima pode se tornar vicioso, levando-nos a uma 
montanha-russa emocional. Quando recebemos elogios e nos sentimos bem, a autoestima 
aumenta; por outro lado, a falta de sucesso ou reconhecimento pode nos fazer sentir 
inadequados e insatisfeitos. O desafio surge quando nos deparamos com momentos difíceis 
na vida, como a falta de emprego, questões de peso e instabilidade emocional. Nesses 
momentos, como a validação externa impactará nossa autoimagem e bem-estar emocional?
São nestes momentos que colocamos a nossa capacidade em jogo e nos machucamos 
com críticas. E nos questionamos de forma nociva como:
• “O que estou fazendo de ruim?”
• “Por que eu sou a pessoa que não tem sucesso?”
• “Por que meu corpo não é igual ao dela?”
• “Talvez eu não seja uma pessoa boa.”
• “Nunca vou chegar aonde quero.”
• “Só serei feliz quando for rica.”
• “Acho melhor desistir e tentar outra coisa.”
• “Eu não nasci pra isso.”
O final dessa história já sabemos! Mais ansiedade e depressão. Ficamos com uma avaliação 
subjetiva muito ruim e vemos a autoestima começar a cair. A sensação de infelicidade volta 
com força.
O medo e a ansiedade nas relações humanas podem nos levar ao isolamento, levando-
nos a evitar a reflexão e buscar refúgio em distrações como bebidas, comida ou trabalho. 
Diante de qualquer sofrimento, tendemos a buscar escape. No entanto, a verdadeira solução 
está em aprender a lidar de forma saudável com os problemas que enfrentamos.
No contexto atual, a divisão do trabalho proposta por Adam Smith associa a autoestima 
à produtividade, levando algumas pessoas a vincularem seu valor e sucesso pessoal ao 
desempenho no trabalho e à forma de remuneração. A ideia de que o esforço e a excelência 
no trabalho estão diretamente relacionados à motivação e à autoestima é questionável.
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Segundo Branden (2002), a autoestima plenamente internalizada é a convicção de que 
somos capazes e adequados para enfrentar os desafios e exigências da vida. Essa experiência 
de autoestima verdadeira se manifesta quando:
1. Confiança em nossa capacidade de pensar;
Confiança em nossa habilidade de dar conta dos desafios básicos da vida;
2. Confiança em nosso direito de vencer e sermos felizes;
A sensação de que temos valor e de que merecemos e podemos afirmar nossas necessidades e 
aquilo que queremos alcançar nossas metas e colher os frutos de nossos esforços. (BRANDEN, 
2002, p.22).
Branden (2002) descreve que autoestima correlaciona-se com racionalidade, realismo, intuição, 
criatividade, independência, flexibilidade, habilidade para lidar com mudanças, disponibilidade 
para admitir e corrigir erros, benevolência e cooperação.
Quanto mais baixa for a autoestima, maior será a tendência de esquecermos nossa 
verdadeira essência e de nos sentirmos compelidos a provar nosso valor no meio social. 
Essa fragilidade na autoestima pode resultar em relacionamentos disfuncionais, marcados 
por dificuldades na comunicação, sentimentos de inferioridade e constantes comparações 
com os outros. A autoestima é o reflexo das atitudes que cultivamos internamente, e em 
breve abordaremos mais sobre essas questões.
Segundo o Wikipedia temos alguns autores falando sobre autoestima:
Rosenberg por sua vez, entende a autoestima como um fenômeno criado por forças sociais e 
culturais. A autoestima cria-se em um processo de comparação que envolve valores e discrepâncias. 
O nível de autoestima das pessoas relaciona-se com a percepção de si mesmo em comparação 
com os valores pessoais. Estes valores fundamentais foram desenvolvidos através do processo 
de socialização. Na medida que a distância entre o si mesmo ideal e o si mesmo real é pequena, a 
autoestima é maior. Pelo contrário, quanto maior é a distância, menor será a autoestima, ainda 
que a pessoa seja vista positivamente por outros.
Segundo a experiência de Branden todas as pessoas são capazes de desenvolver a autoestima 
positiva, ao mesmo tempo em que ninguém apresenta uma autoestima totalmente sem 
desenvolver. Quanto mais flexível é a pessoa, tanto melhor resiste tudo aquilo que, de outra 
forma, a faria cair na derrota ou no desespero. De acordo com Branden, a autoestima tem dois 
componentes: um sentimento de concorrência pessoal e um sentimento de valor pessoal, que 
refletem tanto seu julgamento implícito de sua capacidade para sobrelevar os reptos da vida 
bem como sua crença de que seus interesses, direitos e necessidades são importantes.
Os sentimentos de inferioridade podem ser expressados de muitas maneiras, e são comuns a 
todos, dado que nos achamos em situações que desejamos melhorar. Podemos definir o complexo 
de inferioridade como aquele que aparece em frente a um problema ante o qual o indivíduo não se 
acha convenientemente preparado, e expressa sua convicção de que é incapaz de o resolver. Como 
os sentimentos de inferioridade sempre produzem tensão, terá um movimento de compensação 
para os sentimentos de superioridade, mas não estará encaminhado à resolução do problema.
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ELO 12: Autoestima e seus 6 Pilares 
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cOMO MEcOMO MEdir A AuTOEsTiMA?dir A AuTOEsTiMA?
A autoestima pode ser avaliada clinicamente por psicólogos, sendo a Escala de Autoestima 
de Rosenberg (Rosenberg Self-Esteem Scale – SER) uma das ferramentas mais reconhecidas 
nesse contexto. Esta escala consiste em um questionário de autorrelato composto por 10 
perguntas, nas quais os participantes devem indicar seu nível de concordância em uma 
escala que varia de “discordo plenamente” a “concordo plenamente”.
cOMO A AuTOEsTiMA NAscE?cOMO A AuTOEsTiMA NAscE?
A formação do autoconceito é moldada pelas primeiras relações que a criança estabelece 
com o meio social ao seu redor. Experiências negativas durante essa fase influenciam 
diretamente nos valores e na autoimagem que a criança desenvolve.
Os adultos reagem aos comportamentos com elogios ou punições, o que impacta na 
estrutura cognitiva da pessoa e se reflete na sua autoimagem e autoestima. Essas interações 
moldam a visão pessoal e a percepção de si mesmo ao longo da vida.
Todas as situações pai/filho estão carregadas de sentimentos. Só as ações paternas imbuídas 
de sentimentos positivos por nosso filho convencem-no de sua importância para nós, uma 
experiência de que ele necessita desesperadamente para poder acreditar que também pode 
ser importante para outros. (Bettelheim, 1988, p.52 apud Moysés, 2007, p.25)
Esse processo de aprovação ou desaprovação pode resultar em um autoconceito positivo 
ou negativo, influenciando diretamente na forma como a criança se relaciona consigo 
mesma e com os outros. Um autoconceito negativo pode levar a reações defensivas ou 
retaliatórias, prejudicando o bem-estar emocional da criança.
Por isso, a presença e o papel dos pais e de outros significativos são fundamentais 
na formação do autoconceito e da autoestima da criança, pois é nesse contexto que sua 
identidade começa a ser moldada.
Comportamentos negativos direcionados às crianças, como humilhação, ridicularização e 
punição, podem resultar em uma baixa autoestima. Crianças que vivenciam escassez de amor 
e sucesso tendem a se tornar submissas, passivas e até antissociais. Além disso, crianças 
expostas a muitas experiências negativas podem internalizar a ideia de que merecem ser 
desrespeitadas.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (2001 apud Assis; Avanci, 2004), a 
violência pode ser:
física, onde ocorre o uso de força física com o intento de ferir, danificar, podendo deixar marcas ou 
não; sexual, ato ou jogos sexuais, podendo ser heterossexual ou bissexual, praticado por agressor 
em desenvolvimento psicossexual mais adiantado do que a vítima; psicológica, caracterizada por 
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inferências negativas do adulto sobre a criança e sua competência, isolando-a das experiências 
sociais comuns a sua idade, criando expectativas e exigências irreais sobre o seu rendimento 
e suas capacidades; negligência, sendo privações essências ao seu desenvolvimento, como 
privação de alimentos, medicamentos e ausência de proteção contra severidades de seu meio, a 
negligência é uma das formas de violência mais difíceis de serem detectadas, devido às situações 
precárias da maioria da população. Uma das formas mais comuns de negligência é o abandono, 
podendo ser parcial (ausência temporária dos pais) ou ausência total (os pais deixam as crianças 
desamparadas e expostas a perigos).
A construção da autoestima será determinada por diferentes variáveis; pelos afetos 
positivos, pelos negativos, pela relação estabelecida com os pais e com as pessoas importantes, 
incluindo na escola, como também na cultura.
Alguns resultados emestudos recentes focam que o bullying, que é um tipo de violência 
e autoestima, estão ligados de forma íntima. Para quem sofre. A baixa autoestima é 
encontrada entre as vítimas dos bullies, não entre os próprios bullies.
Não existe elo entre a pessoa que agride se possui uma baixa autoestima. Pesquisas 
recentes indicam que bullies possuem uma autoestima elevada e injustificada. Algo que 
eu não concordo.
Criminosos violentos, frequentemente, se descrevem como superiores aos outros e 
especiais. Gangues de rua possuem opiniões favoráveis sobre si mesmos e recorrem à 
violência quando tudo isso é questionado.
O primeiro teórico a estudar o autoconceito e a autoestima foi William James (1890), 
que definiu a autoestima como tudo aquilo que o indivíduo considera como seu, seja o 
corpo ou posses. Para James, a autoestima pode ser aprimorada através do aumento de 
sucessos ou pela diminuição das expectativas na vida, permitindo a cada indivíduo avaliar 
seu próprio êxito ou fracasso dentro de seu ambiente.
Um dos desafios da autoestima é a tendência de nos sentirmos mais confortáveis na 
companhia de pessoas cujo nível de autoestima se assemelha ao nosso. Enquanto opostos 
podem ser atraídos em algumas questões, a autoestima tende a ser um aspecto que une 
indivíduos com autoestima elevada.
Com uma autoestima saudável, somos menos propensos a interpretar os relacionamentos 
de forma negativa ou enxergar as pessoas como inimigas. Quanto mais equilibrada for 
nossa autoestima, mais propensos estaremos a tratar os outros com respeito. Isso reflete 
o princípio subjacente à famosa frase: “Se você não se ama, será difícil amar os outros”. A 
insegurança em relação a si mesmo pode dificultar a aceitação do afeto alheio, levando a 
autossabotagem, que é o oposto da autoestima.
Quando há uma discrepância entre nossa percepção de nós mesmos e a realidade 
observada, tendemos a ficar ansiosos. Nesse contexto, a autossabotagem surge como uma 
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tentativa de reajustar os fatos para sustentar nossa autoimagem. Essa dinâmica pode gerar 
conflitos interpessoais, levando à rejeição e alimentando a crença de que somos indignos 
de amor. Uma das manifestações mais evidentes da baixa autoestima é a necessidade de 
inferiorizar alguém ou um grupo como forma de compensação.
PrOFEciAs QuE sE AuTOrrEALiZAMPrOFEciAs QuE sE AuTOrrEALiZAM
A autoestima cria um conjunto de sensações implícitas sobre o que é possível e que 
serve para nós. Essas expectativas geram ações que as transformam em realidades. E as 
realidades confirmam e fortalecem as crenças originais. Quais seriam os conceitos que 
definimos lá atrás.
Autoestima – alta ou baixa – geram profecias autorrealizáveis. Isso pode ser inconsciente 
ou consciente. A imagem do futuro de uma pessoa pode ser um melhor indicador do futuro 
do que seus sucessos anteriores. O autoconceito pode operar por anos. O autoconceito é 
o destino.
Como ele opera? É tudo aquilo que pensamos que somos – nossas características físicas 
e psicológicas, possibilidades ou não, pontos fortes e fracos. Um autoconceito contém ou 
inclui nosso nível de autoestima, mas é mais amplo. Ele foi criado na infância.
As pessoas sabotam no auge de seu sucesso o tempo todo. E isso colide quando associam 
a algo que é apropriado ou não. Por exemplo, pessoas que não merecem o sucesso.
Pessoas com boa autoestima podem até ser derrubadas por problemas, mas eles são 
mais rápidos para se recompor. Daí o conceito de sistema imunológico do cérebro que 
oferece resistência e regeneração.
É possível ter muita autoestima?
Não, não é; não mais do que é possível ter muita saúde física ou um sistema imunológico 
muito poderoso. NÃO existe imunidade alta. Existe imunidade. Ela tem um teto.
Por vezes, a autoestima elevada é erroneamente interpretada como arrogância, mas, na 
verdade, reflete uma autoestima saudável. Por outro lado, pessoas com baixa autoestima 
podem se sentir desconfortáveis na presença de indivíduos com autoestima elevada e 
podem expressar ressentimento, considerando-os como “demais”.
Essa dinâmica também pode ser observada em relacionamentos, onde um parceiro pode 
sabotar o crescimento da autoestima do outro por se sentir ameaçado. Pessoas com baixa 
autoestima tendem a se incomodar com o sucesso alheio, refletindo sua própria infelicidade 
em relação à felicidade dos outros.
No entanto, a correção do conceito sobre si mesmo não garante uma boa autoestima. 
Algumas pessoas possuem talento, energia e determinação para alcançar grandes feitos, 
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mesmo enfrentando sentimentos de inadequação ou indignidade. Por exemplo, uma pessoa 
que trabalha incessantemente para provar seu valor aos outros pode acabar perdendo a 
capacidade de encontrar alegria no processo e nunca se sentir satisfeita, como aponta 
Branden de forma incisiva.
Se meu objetivo é provar que sou “o suficiente”, o projeto continua até o infinito porque a batalha 
já estava perdida no dia em que admiti que o problema era discutível. Embora a baixa autoestima 
muitas vezes prejudique a capacidade de real realização, mesmo entre os mais talentosos, não 
necessariamente tão. O que é muito mais certo é que diminui a capacidade de satisfação. Esta é 
uma dolorosa realidade bem conhecida por muitos grandes empreendedores. “Ora”, disse-me um 
empresário de sucesso brilhante, “é a dor do meu fracassos muito mais intensos e duradouros do 
que o prazer do meu sucesso, embora tenha havido muito mais sucessos do que falhas? Por que a 
felicidade é tão fugaz e a mortificação tão duradoura?” E poucos minutos depois, ele acrescentou: 
“Na minha mente, vejo o rosto do meu pai tirando sarro de mim.” A missão subconsciente de 
sua vida, ele percebeu, não era para expressar quem ele era, mas para mostrar a seu pai (agora 
falecido por mais de uma década) que ele poderia ser algo. Quando temos uma autoestima sem 
conflitos, a alegria é nosso motor, não o medo. Isto é felicidade que desejamos experimentar, 
não sofrimento que desejamos evitar. Nosso propósito é a autoexpressão, não a auto evitação 
ou a autojustificação. Nosso motivo não é provar nosso valor, mas viver nossas possibilidades. Se 
meu objetivo é provar que sou “o suficiente”, o projeto continua até o infinito porque a batalha 
já estava perdida no dia em que admiti que o problema era discutível. Portanto, é sempre “mais 
uma” vitória – mais uma promoção, uma mais conquista sexual, mais uma empresa, mais uma 
joia, uma permanece por de preencher.
Quanto maior o número de escolhas e decisões que precisamos fazer em um nível 
consciente, mais urgente é nossa necessidade de autoestima. E temos que escolher todos 
os dias. E ainda estamos sendo triturados por muitas opções. Isso acaba com a nossa 
autoestima. Dito isso, vamos ver os componentes dela antes de analisarmos os pilares 
que são seis:
A autoestima traz dois componentes:
Um dos componentes essenciais da autoestima é a autoeficácia, que se refere à confiança 
básica diante dos desafios da vida. O outro componente é o respeito próprio, que se traduz 
na sensação de merecer a felicidade.Ao observarmos a autoestima em ação, percebemos 
a interação desses dois aspectos. Como bem destacado por Branden:
Autoeficácia significa confiança no funcionamento da minha mente, na minha capacidade de 
pensar, compreender, aprender, escolher e tomar decisões; confiança na minha capacidade de 
compreender os fatos da realidade que se enquadram na esfera de meus interesses e necessidades; 
autoconfiança; autossuficiência.
Autorrespeito significa garantia de meu valor; uma atitude afirmativa pelo meu direito de viver 
e ser feliz; conforto em afirmar adequadamente meus pensamentos, desejos e necessidades; a 
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sensação de que alegria e satisfação são minhas direito de primogenitura natural. Teremos de 
considerar essas duas ideias com mais detalhes, mas para o momento, considere o seguinte: Se 
um indivíduo se sentiu inadequado para enfrentar os desafios da vida, se um indivíduo carecesse 
de autoconfiança fundamental, confiança em sua mente, reconheceríamos uma autoestima 
deficiência, não importa quais outros ativos ele ou ela possuía. Ou, se um indivíduo carecia de 
um senso básico de autorrespeito, sentia-se indigno ou indigno do amor ou respeito dos outros, 
sem direito à felicidade, medo de afirmar pensamentos, desejos ou necessidades – mais uma vez, 
reconheceríamos uma deficiência de autoestima, não importa quais outros atributos positivos 
ele ou ela exibido.
Autoeficácia e respeito próprio são os pilares de uma saudável auto estima; na ausência de 
qualquer um deles, a autoestima fica prejudicada. Eles representam não significados derivados 
ou secundários de autoestima, mas sua essência. A experiência de autoeficácia gera a sensação 
de controle sobre a vida de alguém que associamos ao bem-estar psicológico, a sensação de 
estar no centro vital de sua existência – em contraste com ser um espectador passivo e vítima 
dos acontecimentos.
A experiência de respeito próprio torna possível uma vida benevolente, não senso neurótico de 
comunidade com outros indivíduos, a comunhão de independência e consideração mútua, em 
contraste com qualquer alienação da raça humana, por um lado, ou irracional submersão na 
tribo, por outro.
Dentro de uma determinada pessoa, haverá flutuações inevitáveis na estima, assim como há 
flutuações em todos os estados psicológicos. Precisamos pensar em termos do nível médio de 
autoestima de uma pessoa. Enquanto às vezes falamos de autoestima como uma convicção 
sobre si mesmo, é mais correto falar de uma disposição para experimentar a si mesmo um 
determinado caminho. Qual caminho? Resumindo em uma definição formal: Autoestima é a 
disposição para sentir-se competente para lidar com os desafios básicos da vida e tão digno de 
felicidade. Observe que esta definição não especifica o ambiente da infância influências que 
sustentam a autoestima saudável.
diFErENÇAs ENTrE AuTOEsTiMA E AuTOcONFiANÇAdiFErENÇAs ENTrE AuTOEsTiMA E AuTOcONFiANÇA
Embora a autoestima e a autoconfiança sejam distintas, elas se entrelaçam e são 
fundamentais para o bem-estar psicológico. Enquanto a autoestima está relacionada ao valor 
que você atribui a si mesmo como pessoa, a autoconfiança está mais ligada às habilidades 
e ao que você acredita ser capaz de realizar. O desenvolvimento e o fortalecimento das 
habilidades contribuem para uma percepção mais enriquecedora de si mesmo, enquanto 
uma autoestima saudável e positiva proporciona segurança e confiança para aprimorar 
tais habilidades.
Competência envolve a ação direta e determinada para alcançar um objetivo específico, 
colocando esforço e foco na tarefa a ser realizada. Você VAI LÁ E FAZ AQUILO QUE TEM QUE 
SER FEITO.
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É nesse ponto que os concurseiros devem concentrar seus esforços.
Tanto a competência quanto a autoconfiança podem ser aprimoradas e fortalecidas, 
independentemente de influências do ambiente ou do passado. É possível modificar e 
melhorar esses aspectos. Vamos em frente?
Muitos dos nossos desafios surgem da fragilidade desses dois aspectos. A autoconfiança 
é parte integrante da autoestima, mas opera de maneira distinta. Por vezes, é mais simples 
desenvolver a autoconfiança do que cultivar uma autoestima saudável.
As diferenças entre autoestima e autoconfiança podem ser resumidas em cinco pontos:
1. Propósito
• Autoestima.
− Define a visão que você tem de si mesmo e a opinião que possui sobre sua própria 
pessoa.
− Promove a sensação de integração e pertencimento a um contexto social.
− Busca construir uma imagem positiva e saudável de si mesmo, reconhecendo seu 
próprio valor.
− Valoriza a importância da percepção alheia sobre você.
− Contribui para que você se sinta bem consigo mesmo e com sua personalidade.
− Funciona como uma força interna que atua como uma proteção psicológica, pre-
venindo transtornos emocionais.
• Autoconfiança.
− Facilita a conquista de sonhos e objetivos.
− Permite que você se sinta capaz de enfrentar desafios.
− Desenvolve a sensação de competência no meio social.
− É fundamental para a conquista da competência.
2. Os componentes
• A autoconfiança está diretamente relacionada à autoeficácia e é desenvolvida 
gradualmente no dia a dia, à medida que interagimos com o mundo ao nosso redor.
Autoestima:
• A autoestima integra inúmeras componentes que você avalia todos os dias, como o 
autoconceito, seu corpo, aptidões, a forma como tratamos o outro ou somos tratados.
• Um componente-chave da sua autoestima é o sentimento de pertencimento.
Autoconfiança:
• A autoconfiança tem como principais componentes a sua segurança e crenças pessoais.
• Todos os dias você avalia como se torna competente para o trabalho sucesso nos 
estudos, relacionamentos pessoais.
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3. O efeito nas emoções
Autoestima:
• A autoestima reflete as emoções e sentimentos gerais de valor e satisfação consigo 
mesmo, influenciando estados emocionais com valência positiva, como confiança e 
alegria. Por outro lado, indivíduos narcisistas apresentam uma autoestima desadaptada, 
caracterizada pela grandiosidade e necessidade constante de validação e atenção 
externa, tornando-se dependentes uns dos outros.
• As emoções, sejam positivas ou negativas, estão constantemente integradas à 
autoestima. Em momentos de amor e apoio por parte de outras pessoas, a autoestima 
é fortalecida, enquanto o medo e a solidão podem enfraquecê-la.
Autoconfiança:
• A emoção fundamental associada à autoconfiança é a tranquilidade. Quando se 
sente competente e capaz, a autoconfiança aumenta. Por outro lado, a insegurança 
e o medo do fracasso podem minar a autoconfiança.
4. A construção
Autoestima:
• Começa a ser construída na família e como te tratam.
• Orelacionamento com seus amigos é decisivo.
• Anos da adolescência são fundamentais.
• Experiências traumáticas quebram a autoestima. A sua avaliação de tais fatos é 
fundamental.
Autoconfiança:
• Superar desafios fortalece.
• Experiências diretas com os fatos e realizações como pessoa.
• As percepções no dia a dia são mais relevantes do que as pessoas no momento.
5. Estabilidade
Autoestima:
• Tem suas bases na infância e adolescência, podendo apresentar pequenas flutuações 
ao longo do tempo.
Autoconfiança:
• Varia de acordo com a situação. Você pode sentir-se competente e confiante em 
ambientes onde está familiarizado, e um pouco mais inseguro em situações com 
pessoas desconhecidas.
• É comum experimentar uma autoconfiança elevada ao realizar algo em que se tem 
domínio.
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OrAÇÃO PArA A AuTOEsTiMA
Eu sou digno de receber de mim e das pessoas que me rodeiam o amor e o cuidado 
que não recebi em minha infância. A partir de agora, olharei para dentro do meu coração 
mantendo a firme certeza de que, a partir de hoje, eu me verei com bons olhos, e farei por 
mim tudo que for preciso para que eu possa simplesmente ser eu mesmo.
Aceitarei críticas de forma construtiva, mas me esforçarei para ser justo comigo mesmo, 
não dando excessiva importância à opinião alheia sobre minha pessoa.
Seguirei fielmente uma trilha correta, alicerçada no compromisso da responsabilidade 
de que a vida é de importância única, sabendo que sou responsável por mim e por como 
me colocarei a partir de hoje em sociedade.
Serei sempre cuidadoso com todas as formas de vida no planeta, fazendo e sentindo 
isso com as forças da minha alma e, como consequência, estarei seguro de estar cumprindo 
com muita leveza o papel que cabe somente a mim.
Vamos para os 6 pilares da AUTOESTIMA?
Branden (2002) identifica 6 atitudes fundamentais que ele denominou “os seis pilares 
da autoestima”.
1º PiLAr dA AuTOEsTiMA: “A ATiTudE dE ViVEr cONsciENTEMENTE”
Branden (2002) enfatiza a importância de ter consciência sobre as motivações por trás 
de nossas ações. Quanto maior for o nível de consciência, que é um recurso essencial para 
a sobrevivência, mais avançada será nossa relação com a vida. Essa consciência nos conduz 
à maturidade, afastando-nos do estado de confusão mental.
Viver conscientemente implica desejar estar ciente de todas as nossas ações, propósitos, 
valores e objetivos, dentro de nossas capacidades, e agir de acordo com o que percebemos 
e compreendemos.
Viver conscientemente é assumir responsabilidade diante da realidade, manter a mente 
ativa ao invés de passiva, cultivar uma inteligência que promove o bem-estar, estar presente 
no momento presente sem perder a visão do contexto mais amplo, discernir a relação entre 
os fatos, suas interpretações e as emoções envolvidas. Requer discernimento e coragem.
O projeto ELO trabalha exatamente aqui.
2º PiLAr dA AuTOEsTiMA: “A ATiTudE dA AuTOAcEiTAÇÃO”
Sem autoaceitação, a autoestima é impossível. Enquanto a autoestima é algo que 
experimentamos, a autoaceitação é algo que fazemos: valorizo “a mim mesmo”, tratando-
me com respeito e lutando por meu direito de ser e a disposição de dizer sobre qualquer 
emoção ou comportamento.
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Barreto (2010) comenta que autoaceitação envolve se perceber com valor próprio, 
poder dizer que “tenho valor”, “que sou capaz” e poder me afirmar e dizer não, é estar a 
meu favor, ser coerente com o que sinto. Quando calamos, com certeza o corpo vai falar 
através de vários sintomas: gastrites, úlceras, etc. Quem se rejeita e não se aceita não tem 
futuro promissor.
Todo ser humano é imperfeito, todos cometemos erros, e muitas vezes somos possuídos 
por sentimentos negativos. Se desejarmos nos livrar deles, temos que primeiro aceitar que 
erramos. Se tenho raiva, aceito ter raiva, se tenho medo, aceito que tenho medo.
A autoaceitação envolve a ideia de ser amigo de si mesmo, aceitando as imperfeições, 
os conflitos e até mesmo a nossa grandeza.
3º PiLAr dA AuTOEsTiMA: “A ATiTudE dA AuTOrrEsPONsAbiLidAdE”
Branden (2002) refere que a atitude de autorresponsabilidade envolve: ser responsável 
pela realização de meus desejos, por minhas escolhas e meus atos, pelo nível de consciência 
com que trabalho e vivo meus relacionamentos, por meu comportamento com os outros, 
pela qualidade das minhas comunicações, por aceitar e escolher os valores que vivo pela 
minha própria felicidade e pela minha própria autoestima.
Se errei, reconheço que errei, peço perdão, me desculpo, me corrijo, tiro as lições e sigo 
em frente. Jamais culparei os outros por meus próprios erros e nem muito menos procurarei 
álibis para justificar meus deslizes. Como disse um filósofo alemão: “Aquele que não assume 
a responsabilidade pelo próprio fracasso está fadado a repeti-lo”.
4º PiLAr dA AuTOEsTiMA: “A ATiTudE dA AuTOAFirMAÇÃO”
Segundo Branden (2002), esse pilar é a disposição para honrar minhas vontades, meus 
desejos, necessidades e valores e tratar a mim com respeito. Sem a autoafirmação agimos 
como meros espectadores e não participantes. É necessário sermos atores de nossas 
próprias vidas.
A autoafirmação é aceitar ser o que se é com suas qualidades e defeitos, sem precisar 
esconder ou falsificar a si mesmo para poder ser aceito pelos outros. Precisamos agir sem 
agressividade, prestando atenção ao contexto, nutrindo em nós a confiança e a segurança 
naquilo que se é, sem medo de represálias.
5º PiLAr dA AuTOEsTiMA: “A ATiTudE dA iNTENciONALidAdE”
É necessário estarmos atentos, estabelecendo metas e objetivos produtivos. É viver de 
forma intencional, assumindo as escolhas com responsabilidade e de forma consciente.
Para viver de forma intencional e produtiva, segundo Branden (2002) é necessário 
desenvolver dentro de nós a capacidade da autodisciplina, que é uma virtude de sobrevivência.
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Essa atitude envolve os seguintes aspectos: preocupar-se em identificar os atos 
necessários para alcançar os objetivos estabelecidos, monitorar o comportamento para 
que ele esteja em sintonia com esses objetivos, prestar atenção aos resultados dos próprios 
atos, para saber se eles levam ao que se quer chegar e estar conectado com o nosso presente, 
pois assim estaremos olhando para o futuro.
6º PiLAr dA AuTOEsTiMA: “A ATiTudE dA iNTEgridAdE PEssOAL”
Integridade é a integração dos ideais, das convicções, dos critérios, das crenças e 
dos comportamentos. Integridade é a congruência dos nossos atos, dos nossos valores, 
compromissos e prioridades.
É ter autoconsciência e autorresponsabilidade. É ser íntegro consigo mesmo, admitir 
nossas falhas sem culpar os outros, entender o porquê daquilo que fazemos,reconhecer 
nossos erros e pedir perdão, reparar os danos causados e se comprometer intencionalmente 
a agir de forma diferente. É agirmos com os demais de forma como gostaríamos que agissem 
conosco, de forma gentil, delicada e justa.
PsicOTErAPiA PArA bAiXA AuTOEsTiMAPsicOTErAPiA PArA bAiXA AuTOEsTiMA
F. Potreck-Rose e G. Jacob (2006) propõem uma abordagem psicoterapêutica para baixa 
autoestima baseada no que elas chamam de “os quatro pilares da autoestima”:
1. Autoaceitação: uma postura positiva com relação a si mesmo como pessoa. Inclui 
elementos como estar satisfeito e de acordo consigo mesmo, respeito a si próprio, ser “um 
consigo mesmo” e se sentir em casa no próprio corpo;
2. Autoconfiança: uma postura positiva com relação às próprias capacidades e desempenho. 
Inclui as convicções de saber e conseguir fazer alguma coisa, de fazê-lo bem, de conseguir 
alcançar alguma coisa, de suportar as dificuldades e de poder prescindir de algo;
3. Competência social: é a experiência de ser capaz de fazer contatos. Inclui saber lidar 
com outras pessoas, sentir-se capaz de lidar com situações difíceis, ter reações flexíveis, 
conseguir sentir a ressonância social dos próprios atos, saber regular a distância-proximidade 
com outras pessoas;
4. Rede social: estar ligado a uma rede de relacionamentos positivos. Inclui uma relação 
satisfatória com o parceiro e com a família, ter amigos, poder contar com eles e estar à 
disposição deles, ser importante para outras pessoas.
Os dois primeiros pilares representam a dimensão intrapessoal da autoestima, os dois 
outros sua dimensão interpessoal. O tratamento consiste em diferentes exercícios que têm 
por fim capacitar a pessoa a realizar cada um desses passos dos diferentes pilares. Mas 
antes de se começar o trabalho no primeiro pilar, há um trabalho preparatório dedicado 
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ELO 12: Autoestima e seus 6 Pilares 
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à formação do amor-próprio ou cuidado consigo mesmo (em alemão, Selbstzuwendung), 
que se desenvolve em três passos:
1. tornar-se atento e consciente das próprias emoções, sentimentos, sensações, 
necessidades corporais e psíquicas;
2. relacionar-se respeitosa e amorosamente consigo mesmo; e
3. cuidar de si.
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EXERCÍCIOSEXERCÍCIOS
001. 001. Quais abaixo não são pilares da autoestima:
a) Autorresponsabilidade
b) Autoeficácia
c) Autoafirmação
d) Autoconsciência
e) Autointencionalidade
002. 002. Para uma autoestima saudável teremos que ter em relação às emoções:
a) Só positivas
b) Só negativas
c) Só neutras
d) Tanto positivas quanto negativas
e) Nenhuma delas
003. 003. A autoestima boa significa:
a) Se cuidar
b) Comprar roupas
c) Fazer plásticas
d) Ter muito dinheiro
e) Ter ações adequadas para o seu propósito
004. 004. Qual o tipo abaixo não é autocuidado:
a) Espiritual
b) Social
c) Familiar
d) Físico
e) Autoestima
005. 005. Qual o oposto da autoestima?
a) Autossabotagem
b) Egoísmo
c) Brigas
d) Andar desarrumado
d) Comer muito
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GABARITOGABARITO
1. b
2. d
3. e
4. e
5. a
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GABARITO COMENTADOGABARITO COMENTADO
001. 001. Quais abaixo não são pilares da autoestima:
a) Autorresponsabilidade
b) Autoeficácia
c) Autoafirmação
d) Autoconsciência
e) Autointencionalidade
Conforme estudado a autoeficácia é um componente junto com a autorrealização e não 
um dos pilares.
Letra b.
002. 002. Para uma autoestima saudável teremos que ter em relação às emoções:
a) Só positivas
b) Só negativas
c) Só neutras
d) Tanto positivas quanto negativas
e) Nenhuma delas
Emoções boas ou ruins são o tempo todo sendo integradas à autoestima. Assim, quando 
você está com pessoas que amam você ela é fortalecida. Quando estamos com medo e 
solidão ela enfraquece.
Letra d.
003. 003. A autoestima boa significa:
a) Se cuidar
b) Comprar roupas
c) Fazer plásticas
d) Ter muito dinheiro
e) Ter ações adequadas para o seu propósito
É gostar de si mesmo, valorizar-se. É ser confiante, acreditar em si e em sua capacidade. É 
ter uma opinião positiva de si mesmo, ter uma boa imagem de si.
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Todas as afirmações estão erradas. Estão equivocadas. A autoestima tem 6 ações direcionadas 
para o mundo que são os seus pilares.
Letra e.
004. 004. Qual o tipo abaixo não é autocuidado:
a) Espiritual
b) Social
c) Familiar
d) Físico
e) Autoestima
A autoestima não é autocuidado. Ela é baseada em 6 pilares de ações.
Letra e.
005. 005. Qual o oposto da autoestima?
a) Autossabotagem
b) Egoísmo
c) Brigas
d) Andar desarrumado
d) Comer muito
A autossabotagem é o contrário da autoestima pois são ações opostas aos seus objetivos 
na vida.
Letra a.
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REFERÊNCIASREFERÊNCIAS
Baumeister RF, Campbell JD, Krueger JI, Vohs KD. Does high self-esteem cause better 
performance, interpersonal success, happiness, or healthier lifestyles? Psychol Sci Public 
Interest. 2003;4(1):1-44.
Bulmer, M. (1978). Social policy research. Londres: The Mcmillan Press Ltd. Balestreri, R. B. 
(2003). Direitos Humanos: coisa de polícia. Passo Fundo: Ed. CAPEC.
Branden, N. (1994). Autoestima: como aprender a gostar de si mesmo. São Paulo: Editora 
Saraiva.
Branden, N. (1995). Autoestima e os seus seis pilares. São Paulo: Editora Saraiva.
Dejours, C. (1999). O fator humano. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas.
Oliveira PA, Scivoletto S, Cunha PJ. Estudos neuropsicológicos e de neuroimagem 
associados ao estresseemocional na infância e na adolescência. Rev Psiq Clín. 
2010;37(6):260-9.
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	Sumário
	Apresentação
	ELO 12: Autoestima e seus 6 Pilares
	Autocuidado Não é Autoestima
	Não é Autocuidado
	Tipos de Autocuidado
	O que é Autoestima?
	Como Medir a Autoestima?
	Como a Autoestima Nasce?
	Profecias que se Autorrealizam
	Diferenças entre Autoestima e Autoconfiança
	Psicoterapia para Baixa Autoestima
	Exercícios
	Gabarito
	Gabarito Comentado
	Referências

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