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D15 (9 Ano - L P - BLOG do Prof Warles) docx

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Questões resolvidas

Na frase “Já estão valendo as novas regras [. . .]”, a palavra destacada estabelece uma relação de
A) causalidade.
B) finalidade.
C) modalidade.
D) temporalidade.

O uso do vocábulo “então”, que abre a fala final de Nasreddin, serve para que apresente ao seu pai
(A) a conclusão que tirou da resposta.
(B) a hora de encerrarem aquela conversa.
(C) a justificativa para acordar mais tarde.
(D) a hipótese de que estava com a razão.

O uso da palavra “Enquanto”, no 2° parágrafo, estabelece a seguinte relação com o 1° parágrafo:
(A) Simultaneidade entre as ações do avô e os pensamentos do menino.
(B) Comparação entre os pensamentos do avô e os do menino.
(C) Atemporalidade nas ações e pensamentos dos personagens.
(D) Contradição nos aspectos específicos entre avô e neto.

O segundo período do segundo parágrafo inicia-se com “Por isso mesmo”, em que o vocábulo ISSO se refere ao fato de
(A) o Brasil ostentar o título de campeão mundial de crianças com sobrepeso.
(B) os pais e responsáveis terem a missão de orientar e reeducar seus pequenos.
(C) as crianças com bons hábitos alimentares serem adultos saudáveis.
(D) a alimentação regrada e moderada melhorar a saúde da criançada.

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Questões resolvidas

Na frase “Já estão valendo as novas regras [. . .]”, a palavra destacada estabelece uma relação de
A) causalidade.
B) finalidade.
C) modalidade.
D) temporalidade.

O uso do vocábulo “então”, que abre a fala final de Nasreddin, serve para que apresente ao seu pai
(A) a conclusão que tirou da resposta.
(B) a hora de encerrarem aquela conversa.
(C) a justificativa para acordar mais tarde.
(D) a hipótese de que estava com a razão.

O uso da palavra “Enquanto”, no 2° parágrafo, estabelece a seguinte relação com o 1° parágrafo:
(A) Simultaneidade entre as ações do avô e os pensamentos do menino.
(B) Comparação entre os pensamentos do avô e os do menino.
(C) Atemporalidade nas ações e pensamentos dos personagens.
(D) Contradição nos aspectos específicos entre avô e neto.

O segundo período do segundo parágrafo inicia-se com “Por isso mesmo”, em que o vocábulo ISSO se refere ao fato de
(A) o Brasil ostentar o título de campeão mundial de crianças com sobrepeso.
(B) os pais e responsáveis terem a missão de orientar e reeducar seus pequenos.
(C) as crianças com bons hábitos alimentares serem adultos saudáveis.
(D) a alimentação regrada e moderada melhorar a saúde da criançada.

Prévia do material em texto

D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
------------------------------------------------------------------
- 
(SAERS). Leia o texto abaixo e responda. 
 
 
Disponível: 
 
Na frase “Já estão valendo as novas regras [...]”, a 
palavra destacada estabelece uma relação de 
A) causalidade. 
B) finalidade. 
C) modalidade. 
D) temporalidade. 
 
------------------------------------------------------------------
- 
(Prova Brasil). Leia o texto abaixo: 
 
MAR MORTO 
 
Para quem não sabe nadar, entrar na água do 
mar ou na piscina é sempre complicado. Precisa de 
colo de alguém ou de bóia de plástico. 
Mas existe um mar em que nada afunda, de 
tanto sal que existe em sua água. Esse mar fica entre 
dois países do Oriente, Israel e a Jordânia, e se chama 
Mar Morto. Na verdade, não é um mar: é um grande 
lago, onde deságua o rio Jordão. Ele está 392 metros 
abaixo do nível do mar, e é o ponto mais baixo de toda 
a superfície do planeta. De tão grande, parece mesmo 
um mar: tem 85 quilômetros de comprimento e 17 
quilômetros de largura. É tanto sal em suas águas que 
não tem peixe, alga ou camarão que consiga viver ali 
dentro. 
Por isso o nome de Mar Morto. 
A lama que existe no fundo faz muito bem para a 
pele e tem propriedades medicinais. As pessoas vão ao 
Mar Morto também para fazer tratamento de beleza 
com lama! Não é preciso mergulhar no sal para ir atrás 
dessa poção mágica de beleza. Perto dali, existem 
lojinhas que vendem sabonete feito com a lama do 
fundo do lago. O Mar Morto é realmente um lugar 
diferente! 
Só vendo para acreditar. 
 
Disponível em: Fragmento. *Adaptado: 
Reforma Ortográfica. 
 
No trecho “... que consiga viver ali dentro.”, a palavra 
destacada indica 
A) tempo. 
B) modo. 
C) lugar. 
D) intensidade. 
 
------------------------------------------------------------------
- 
(SAEPE). Leia o texto abaixo. 
 
A importância do abraço 
 
Com frequência saudamos, damos a mão 
cordialmente ou nos despedimos com um beijo ritual, 
porém raramente experimentamos “o abraço”. 
A emoção do abraço tem uma qualidade 
incomensurável1. É a proximidade do outro, em um 
ato recíproco de dar e receber afeto. [...] Leva-nos à 
fraternidade, a uma comunicação generosa, a uma 
consciência de pertencer a uma “Irmandade 
Universal”. O abraço é um meio supremo de perceber 
o outro, não só como um próximo, mas como um 
semelhante. 
Mediante o abraço é possível alcançar a fusão 
de duas identidades em uma identidade maior. É fácil 
abraçar as pessoas estimadas e queridas, mas difícil 
um estranho. 
A afetividade é um estado de afinidades 
profundas entre os seres, capaz de originar 
sentimentos de amor, amizade, altruísmo2, 
maternidade, paternidade, companheirismo [...]. 
Por isso, nestes “tempos” sugere-se que [...] 
comecemos a nos abraçar... Primeiro pais, irmãos, 
amigos, parentes, depois os conhecidos... E assim por 
diante. [...] 
 
*Vocabulário: 
1incomensurável: que não se pode medir; imenso. 
2altruísmo: dedicação ao próximo. 
Disponível em: . Acesso em: 23 nov. 2015. 
Fragmento. 
 
1 
D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
Nesse texto, no trecho “... porém raramente 
experimentamos ‘o abraço’.” (1° parágrafo), a palavra 
destacada expressa ideia de 
A) comparação. 
B) conclusão. 
C) explicação. 
D) oposição. 
 
------------------------------------------------------------------
- 
(PAEBES). Leia o texto abaixo. 
 
Cientistas revelam como os recém-nascidos veem 
seus pais – e isso é fascinante 
 
É muito comum ver pais conversando com seus 
recém-nascidos, fazendo gracinhas e caras e bocas. 
Mas, o que muitos deles não sabem é que seus 
pequenos não conseguem entender suas emoções na 
maioria das vezes. 
Um estudo feito no Instituto de Psicologia na 
Universidade de Oslo e na Universidade de Uppsala, 
envolvendo crianças de dois a três dias de vida, 
mostrou que a capacidade dos bebês de distinguir 
emoções varia de acordo com a distância a que eles 
estão do rosto da outra pessoa. 
Esse estudo mostra que a distância máxima para 
um bebê distinguir se a pessoa está feliz ou triste é de 
30 cm. Se a distância vai para 60 cm ou mais, a imagem 
se torna extremamente turva e ele não consegue 
distinguir as emoções do rosto. 
Primeiro, os cientistas fizeram testes com 
adultos, usando vídeos de faces que mudavam de 
expressão constantemente, para mostrar a facilidade 
que temos de distinguir umas das outras. Depois, os 
mesmos vídeos foram mostrados para recém-nascidos: 
suas reações para as expressões mostradas no vídeo 
indicaram se eles podiam ver as imagens ou não. No 
geral, os bebês respondiam aos estímulos recebidos a 
uma distância de 30 cm ou menos. 
De acordo com o professor Svein Magnussen, 
recém-nascidos são capazes de imitar as expressões 
faciais dos adultos desde os primeiros dias de vida. 
Mas, isso não significa que eles são capazes de 
entender o que cada expressão em particular significa. 
RAGAZZI, Jéssica. Disponível em: . Acesso em: 11 
fev. 2016. 
 
Nesse texto, o trecho que traz uma ideia de condição 
é: 
A) “Mas, o que muitos deles não sabem...”. (1° 
parágrafo) 
B) “Se a distância vai para 60 cm ou mais,...”. (3° 
parágrafo) 
C) “Primeiro, os cientistas fizeram testes com 
adultos,...”. (4° parágrafo) 
D) “Depois, os mesmos vídeos foram mostrados...”. 
(4° parágrafo) 
 
------------------------------------------------------------------
- 
(SPAECE). Leia o texto abaixo. 
 
Mercado do tempo 
 
Natal já tá aí. O ano passou voando. É a vida, 
cada vez mais corrida. Vinte e quatro horas é pouco – 
precisava um dia maior para pôr tudo em dia. 
Contra esses lugares-comuns, boa parte dos 
manuais prescreve doses regulares de priorização, 
planejamento, marketing, lembretes, listas e agendas, 
analógicos e digitais. Mas a ciência tem uma receita 
diferente: você não vai aprender a controlar seu tempo 
encarando um calendário. Antes, é necessário olhar 
para outros lugares. [...] É no dia a dia que se revela 
nossa habilidade de cumprir planos. 
Não é algo que você nasce sabendo. A forma 
como você gasta e às vezes ganha tempo é 
influenciada por fatores culturais, geográficos e 
econômicos. Tudo isso resulta na sua orientação 
temporal, uma fórmula pessoal de encarar passado, 
presente e futuro. Mas uma coisa vale para todos nós: 
o tempo passa. Melhor aprender seu ritmo, antes que 
ele acabe ultrapassando você. 
URBIM, Emiliano. Superinteressante. Dez. 2010. p. 64-65. Fragmento. 
 
Nesse texto, no trecho “Mas a ciência tem uma receita 
diferente:...” (2° parágrafo), a palavra destacada 
estabelece relação de 
A) oposição. 
B) conclusão. 
C) explicação. 
D) adição. 
 
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- 
(AVALIA-BH). Leia o texto abaixo. 
 
Como os golfinhos dormem? 
 
Os pesquisadores não têm certeza de como 
funciona o sono dos golfinhos. Uma das hipóteses é 
que eles nunca dormem totalmente e uma parte de 
seu cérebro permanece ativa, enquanto outra repousa, 
pois precisam subir à superfície para respirar. É 
possível também que eles tirem apenas cochilos para 
descansar. Há ainda a possibilidade de revezarem o 
descanso com os companheiros de grupo para evitar o 
ataque de predadores. 
2 
D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
Recreio. n. 517. 4 fev. 2010. p. 5. 
 
No trecho “... pois precisam subir à superfície para 
respirar.”, o termo destacado indica 
A) alternância. 
B) causa. 
C) condição. 
D) explicação. 
 
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- 
(SAEMS). Leia o texto abaixo. 
 
O que significa Uhuru 
 
[...] Filho, esta história inteira, desde o início até 
o fim, é sobredestaque sugere 
(A) negação 
(B) afirmação 
(C) dúvida 
(D) explicação 
 
------------------------------------------------------------------
- 
Leia o texto a seguir e responda. 
 
O JARDINEIRO 
 
Orquídeas, girassóis e margaridas, 
perpétuas, amarílise, hortênsias 
são flores bem cuidadas, coloridas, 
tratadas com a maior das paciências. 
De traços belos, raros e precisos, 
é um quadro perfumado essem jardim. 
Há lírios, rosas, dálias e narcisos, 
begônias, buganvílias e um jasmim. 
Na lida sai janeiro, entra janeiro, 
trabalha com prazer e sem atalho, 
faz bem o seu dever, o jardineiro. 
As flores são os frutos do trabalho. 
São elas tão vistosas e agradáveis 
que todos querem ver as suas cores. 
- Quem é o jardineiro? – Indagam, amáveis. 
- Olindo Jardim das Flores! 
Marcelo R. L. Oliveira 
(Revista Ciência Hoje das Crianças, número 200, contracapa) 
 
O verso do poema O jardineiro que indica a passagem 
do tempo é: 
(A) “Na lida sai janeiro, entra janeiro,” 
(B) “trabalha com prazer e sem atalho,” 
(C) “faz bem o seu dever, o jardineiro.” 
(D) “As flores são os frutos do trabalho.” 
 
------------------------------------------------------------------
- 
20o seu nome, o meu nome, e o nome de 
nossos antepassados desde a época de Muzamba. O 
povo de Muzamba falava uma língua chamada swahili. 
[...] 
No exato dia em que meu pai me contou porque 
eu me chamava Uhuru, decidi que meu filho teria o 
mesmo nome, mesmo que ele pareça tão estranho 
para quem não conhece esta história. 
− Mas, pai, o que significa Uhuru, afinal? 
− Você ainda não sabe? Tente adivinhar... 
Uhuru parou e pensou. Olhou para cima e viu a 
lua cheia, brilhando e deixando a noite clara como 
nunca. Ouviu os grilos cantando no jardim, e os sapos 
coaxando na lagoa próxima. [...] De longe, ele julgou 
ouvir um grito de um falcão, quando a resposta lhe 
veio à mente, escapando de sua boca quase como um 
grito. 
− Liberdade! 
− Muito bem, meu filho! Uhuru significa 
liberdade na língua swahili. [...] LIBERDADE! 
LOBÃO. Alexandre Santos. O que significa Uhuru. In: Uhuru – uma história 
de liberdade.Brasília: LGE Editora, 2009. p. 97-8. Fragmento. 
 
No trecho “Ouviu os grilos cantando no jardim,...” (5° 
parágrafo), a expressão destacada exprime 
circunstância de 
A) causa. 
B) lugar. 
C) modo. 
D) tempo. 
 
------------------------------------------------------------------
- 
(AREAL). Leia o texto abaixo. 
 
Toy Story 
 
O aniversário de Andy está chegando e os 
brinquedos estão nervosos. Afinal de contas, eles 
temem que um novo brinquedo possa substituí-los. 
Liderados por Woody, um caubói que é também o 
brinquedo predileto de Andy, eles montam uma escuta 
que lhes permite saber dos presentes ganhos. Entre 
eles está Buzz Lightyear, o boneco de um patrulheiro 
espacial, que logo passa a receber mais atenção do 
garoto. Isto aos poucos gera ciúmes em Woody, que 
tenta fazer com que ele caia atrás da cama. Só que o 
plano dá errado e Buzz cai pela janela. É o início da 
aventura de Woody, que precisa resgatar Buzz também 
para limpar sua barra com os outros brinquedos. 
Disponível em: . Acesso em: 3 set. 2013. 
 
Nesse texto, no trecho “Só que o plano dá errado...”, o 
termo destacado estabelece ideia de 
A) consequência. 
B) explicação. 
C) oposição. 
D) tempo. 
 
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- 
(Prova Brasil). Leia o texto abaixo: 
 
Acho uma boa idéia abrir as escolas no fim de 
semana, mas os alunos devem ser supervisionados por 
alguém responsável pelos jogos ou qualquer opção de 
lazer que se ofereça no dia. A comunidade poderia 
interagir e participar de atividades interessantes. 
Poderiam ser feitas gincanas, festas e até churrascos 
dentro da escola. 
(Juliana Araújo e Souza) 
 
(Correio Braziliense, 10/02/2003, Gabarito. p. 2.) 
 
Em “A comunidade poderia interagir e participar de 
atividades interessantes.”, a palavra destacada indica: 
(A) alternância. 
(B) oposição. 
(C) adição. 
(D) explicação. 
 
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- 
Leia o texto e responda. 
Goiabada 
Carlos Heitor Cony 
 
Goiabada tinha cara de goiabada mesmo. Fica 
difícil explicar o que seja uma cara de goiabada, mas 
qualquer pessoa que se defrontava com ele, mesmo 
que nada dissesse, constataria em foro íntimo que 
Goiabada tinha cara de goiabada. 
3 
D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
Eu o conheci há tempos, quando jogava pelada 
nas ruas da Ilha do Governador. Ele se oferecia para a 
escalação, mas quase sempre era rejeitado. Ruim de 
bola, era bom de gênio. 
[...] 
Perdi-o de vista, o que foi recíproco. Outro dia, 
parei num posto para abastecer o carro e um senhor 
idoso me ofereceu umas flanelas, dessas de limpar 
para-brisa. Ia recusar, mas alguma coisa me chamou a 
atenção: dando o desconto do tempo, o cara tinha cara 
de goiabada. Fiquei indeciso. Não podia perguntar se 
ele era o Goiabada, podia se ofender, não havia motivo 
para tanta e tamanha intimidade. 
[...] 
O tanque do carro já estava cheio, e o novo 
Goiabada, desanimado de me vender uma flanela, ia 
se retirando em busca de freguês mais necessitado. 
Perguntei quantas flanelas ele tinha. Não sabia, devia 
ter umas 40, não vendera nenhuma naquele dia. 
Comprei-lhe todas, ele fez um abatimento razoável. E 
ficou de mãos vazias, olhando o estranho que sumia 
com suas 40 flanelas e nem fizera questão do troco. 
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1111200803.htm 
 
No trecho “Outro dia, parei num posto para abastecer 
o carro e um senhor idoso me ofereceu umas flanelas 
[...]”, o termo sublinhado 
(A) acrescenta uma informação à anterior. 
(B) explica a ideia anteriormente citada. 
(C) se opõe ao que foi dito anteriormente. 
(D) oferece uma alternativa ao fato citado. 
 
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- 
Leia o texto para responder a questão abaixo: 
 
Os pancararés 
 
Conhecedores de cada canto da região em que 
viveram os cangaceiros, os pancararés, quando a 
volante passava, ajudavam a esconder Lampião e seu 
bando. Hoje, uma comunidade remanescente dos 
pancararés vive na Baixa do Chico, um pequeno 
povoado situado no interior do Raso da Catarina. 
Embora as condições de vida sejam bastante simples, 
os moradores parecem saudáveis. Vivem em casas 
rústicas de pau-a-pique e recebem água de um poço 
artesiano porque a região é árida e agreste. 
Dedicam-se a pequenas lavouras de milho e feijão e à 
criação de gado. 
www.almg.gov.br/revistalegis/saofrancisco/população. 
 
No trecho “...quando a volante passava, ajudavam a 
esconder Lampião e seu bando.”, a expressão destacada 
demonstra uma circunstância de 
(A) dúvida. 
(B) condição. 
(C) tempo. 
(D) comparação. 
 
------------------------------------------------------------------
- 
Leia o texto para responder a questão abaixo: 
 
Maneira de amar 
 
O jardineiro conversava com as flores e elas se 
habituaram ao diálogo. Passava manhãs contando 
coisas a uma cravina ou escutando o que lhe confiava 
um gerânio. O girassol não ia muito com sua cara, ou 
porque não fosse homem bonito, ou porque os 
girassóis são orgulhosos de natureza. 
Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, 
pois o girassol chegava a voltar-se contra a luz para não 
ver o rosto que lhe sorria. Era uma situação bastante 
embaraçosa, que as outras flores não comentavam. 
Nunca, entretanto, o jardineiro deixou de regar o pé de 
girassol e de renovar-lhe a terra, na ocasião devida. 
O dono do jardim achou que seu empregado 
perdia muito tempo parado diante dos canteiros, 
aparentemente não fazendo coisa alguma. E mandou-o 
embora, depois de assinar a carteira de trabalho. 
Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram 
tristes e censuravam-se porque não tinham induzido o 
girassol a mudar de atitude. A mais triste de todas era 
o girassol, que não se conformava com a ausência do 
homem. "Você o tratava mal, agora está arrependido?" 
"Não, respondeu, estou triste porque agora não posso 
tratá-lo mal. É a minha maneira de amar, ele sabia 
disso, e gostava". 
ANDRADE, Carlos Drummond de. Histórias para o Rei. Rio de Janeiro: 
Record, 1997. 
 
No trecho “Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as 
graças” (2° parágrafo), o termo em destaque refere-se 
ao seguinte termo do 1° parágrafo: 
(A) cravina (linha 3). 
(B) gerânio (linha 4). 
(C) girassol (linha 4). 
(D) homem bonito (linha 5). 
 
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- 
Leia o texto para responder a questão abaixo: 
 
É preciso se levantar cedo? 
4 
D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
 
A partir do momento em que a lógica popular 
desenrola diante de nós sua sequência de surpresas, é 
inevitável que vejamos surgir a figura do grande 
contador de histórias turco, Nasreddin Hodja. Ele é o 
mestre nessa matéria. Aos seus olhos a vida é um 
despropósito coerente, ao qual é fundamental que nós 
nos acomodemos. 
Deste modo, quando era jovem ainda, seu pai 
um dia lhedisse: 
– Você devia se levantar cedo, meu filho. 
– E por quê, pai? 
– Porque é um hábito muito bom. Um dia eu me 
levantei ao amanhecer e encontrei um saco de ouro no 
meu caminho. 
– Alguém o tinha perdido na véspera, à noite? 
– Não, não – disse o pai. — Ele não estava lá na 
noite anterior. Senão eu teria percebido ao voltar para 
casa. 
– Então – disse Nasreddin —, o homem que 
perdeu o ouro tinha se levantando ainda mais cedo. 
Você está vendo que esse negócio de levantar cedo 
não é bom para todo mundo. 
 
(CARRIÈRE, Jean-Claude. O círculo dos mentirosos: contos 
filosóficos do mundo inteiro. São Paulo: Códex, 2004.) 
 
O uso do vocábulo “então”, que abre a fala final de 
Nasreddin, serve para que apresente ao seu pai 
(A) a conclusão que tirou da resposta. 
(B) a hora de encerrarem aquela conversa. 
(C) a justificativa para acordar mais tarde. 
(D) a hipótese de que estava com a razão. 
 
------------------------------------------------------------------
- 
Leia o texto para responder a questão a seguir: 
 
Quanto tempo resistimos sem comer nem beber? 
 
Há registros de pessoas que suportaram até 200 
dias sem comer, mas esse tempo sempre varia 
conforme a estatura. Sem água, porém, a resistência é 
bem menor e o estado de saúde torna-se bastante 
grave após cerca de 36 horas. Ficar sem comer por um 
ou dois dias normalmente não ocasiona problemas 
que possam afetar gravemente a pessoa. Essa situação 
não costuma causar mais que tonturas e dor de 
cabeça. “O jejum 
não tem indicação para ser usado de forma rotineira 
sob o ponto de vista médico, mas tem sido praticado 
desde a Antiguidade como preceito religioso para a 
purificação do espírito”, diz o endocrinologista Danilo 
Alvarenga de Carvalho. Quando feito sem controle 
médico, porém, o jejum pode implicar sérios riscos 
para a saúde, inclusive levando à morte. Sem a 
ingestão de alimentos, o organismo começa a queimar 
suas reservas de energia, principalmente as gorduras. 
Depois delas, consome as proteínas que 
compõem os tecidos. Ficar muito tempo sem se 
alimentar também provoca diversas alterações 
metabólicas e hormonais, com perda de vitaminas e 
sais minerais, alterações da pressão arterial, desmaios 
e problemas psicológicos. Mas a falta de água é bem 
mais grave. Um homem de estatura média contém em 
seu corpo aproximadamente 40 litros de água, 
necessária para resfriar o corpo. 
Além disso, a água transporta as substâncias 
tóxicas que sobram da nutrição para serem eliminadas 
pelos rins e intestinos. Numa pessoa saudável, existe 
um equilíbrio entre a quantidade de líquidos ingeridos 
e eliminados. A perda desse equilíbrio em poucos dias 
é o suficiente para matar. 
(Superinteressante Especial: Mundo estranho, ago.2001.) 
 
No trecho “Além disso, a água transporta as 
substâncias tóxicas que sobram da nutrição...” (3º 
parágrafo), a expressão destacada desempenha a 
função de 
(A) adição de ideias. 
(B) comparação entre dois fatos. 
(C) consequência de um fato. 
(D) finalidade de um fato enunciado. 
 
------------------------------------------------------------------
- 
Leia o texto para responder a questão a seguir: 
 
Todo acontecimento da cidade, da casa do 
vizinho, meu avô escrevia nas paredes. Quem casou, 
morreu, fugiu, caiu, matou, traiu, comprou, juntou, 
chegou, partiu. Coisas simples como a agulha perdida 
no buraco do assoalho, ele escrevia. A história do 
açúcar sumido durante a guerra estava anotada. Eu 
não sabia por que os soldados tinham tanta coisa a 
adoçar.[...]. E a casa de corredor comprido, ia ficando 
bordada, estampada de cima a baixo. As paredes eram 
o caderno do meu avô. 
Cada quarto, cada sala, cada cômodo, uma 
página (...). Conversa mais indecente ele escrevia bem 
no alto. Era preciso ser grande para ler, ou aproveitar 
quando não tinha ninguém em casa.(...). 
Enquanto ele escrevia, eu inventava histórias 
sobre cada pedaço da parede. A casa do meu avô foi o 
meu primeiro livro. (...) Apreciava meu avô e sua 
maneira de não deixar as palavras se perderem. 
 
5 
D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
Trecho extraído de Bartolomeu Campos Queirós. Por parte de pai. 
Belo Horizonte: RHJ, 1995. 
 
O uso da palavra “Enquanto”, no 2° parágrafo, 
estabelece a seguinte relação com o 1° parágrafo: 
(A) Simultaneidade entre as ações do avô e os 
pensamentos do menino. 
(B) Comparação entre os pensamentos do avô e os 
do menino. 
(C) Atemporalidade nas ações e pensamentos dos 
personagens. 
(D) Contradição nos aspectos específicos entre avô e 
neto. 
 
------------------------------------------------------------------
- 
Leia o texto para responder a questão a seguir: 
 
A música na escola 
 
Pesquisadores e professores discutem, no Rio, 
uma proposta que pode mudar os currículos escolares: 
eles querem que a música volte a ser uma disciplina 
obrigatória. 
(...) “A melhor coisa que a escola me deu foi a 
música”, diz uma aluna. 
Mas é algo que nem toda escola tem. “Na minha 
outra escola não tinha música, agora eu chego aqui, 
tem música, eu fico admirada”, diz outra estudante. 
A escola pública no bairro pobre do Rio tem até 
banda. Música já foi uma disciplina obrigatória nas 
escolas brasileiras, mas a lei que regulamenta o ensino 
mudou e a música virou parte do conteúdo de uma 
outra matéria, a educação artística, que também reúne 
o teatro e as artes plásticas. Trinta e três anos depois 
da mudança, grupos se mobilizam e pedem a volta da 
música ao currículo escolar. É o que se discute no Rio, 
em um seminário de pesquisadores e professores de 
música do país todo. “O país dito como musical não 
pode prescindir de ter música também nas suas 
escolas”, diz uma pesquisadora. 
Fonte: Globo.com. www.netmusicos.com.br/artigo141.htm. 
 
O uso da palavra MAS, no 2° parágrafo, estabelece 
uma relação de 
(A) confirmação do expresso por uma aluna, 
retratado no 1° parágrafo. 
(B) oposição à opinião expressa no 1° parágrafo. 
(C) comparação às assertivas do 1° parágrafo. 
(D) suposição ao exposto na fala da estudante. 
 
------------------------------------------------------------------
- 
Leia o texto para responder a questão a seguir: 
 
Você é o que você come 
 
Está provado em pesquisas que crianças que 
mantêm um bom hábito alimentar e que controlam 
seu peso têm maior probabilidade de se tornarem 
adultos saudáveis e sempre de bem com a balança. A 
lógica inversa, infelizmente também se confirma: 
crianças que passam a infância acima de seu peso 
normal tendem a se transformar em adultos obesos e 
em constante “briga” com a balança. 
Hoje, o Brasil ostenta um título nada agradável: 
campeão mundial de crianças de até cinco anos com 
sobrepeso (entre 10% e 15% do ideal). Por isso 
mesmo, pais e responsáveis por elas têm a missão de 
orientar e reeducar seus pequenos para evitar uma 
grande epidemia de obesidade, doença tratada com 
muita preocupação em todo o mundo. 
Alimentações regradas, moderadas, cinco vezes 
ao dia e sempre com hora marcada são uma boa 
fórmula para começar a botar a casa em ordem e 
melhorar a saúde da criançada. 
O Globo Esportes, 17 de julho de 2010 
 
O segundo período do segundo parágrafo inicia-se com 
“Por isso mesmo”, em que o vocábulo ISSO se refere 
ao fato de 
(A) o Brasil ostentar o título de campeão mundial de 
crianças com sobrepeso. 
(B) os pais e responsáveis terem a missão de orientar 
e reeducar seus pequenos. 
(C) as crianças com bons hábitos alimentares serem 
adultos saudáveis. 
(D) a alimentação regrada e moderada melhorar a 
saúde da criançada. 
 
------------------------------------------------------------------
- 
(SPAECE). Leia o texto abaixo. 
 
Internetês: modismo ou real influência sobre a 
escrita? 
 
[...] Nosso estudo investe neste último 
questionamento, por trabalharmos com a hipótese de 
que os usuários do Orkut sabem adequar-se ao 
contexto e ao ambiente em que praticam o exercício 
da escrita de forma que nãoprejudica nem a norma 
culta, nem o desempenho escolar. 
Sobre isso, Caiado (2007) acredita que o 
internetês afeta os adolescentes que ainda não têm 
total domínio sobre a língua padrão. Assim como 
Komesu (2005) que também acredita que em parte o 
6 
http://www.netmusicos.com.br/artigo141.htm
D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
internetês impede o aluno do reconhecimento das 
normas aprendidas na escola. [...] 
Contudo, Araújo (2007) e Xavier (2005) não 
apontam consequências negativas no que se refere à 
aprendizagem da escrita ideal, pois consideram o 
internetês como uma modificação das ínguas naturais. 
Acreditam que os alunos conseguem adequar-se à 
escrita dos gêneros sem prejudicar a aprendizagem das 
normas gramaticais... 
ALMEIDA, Anna Larissa et alii. Disponível em: 
. Acesso em: 16 mar. 
2010. 
 
No trecho “Contudo, Araújo (2007) e Xavier (2005)...” 
(ℓ. 8), o termo destacado estabelece, com o parágrafo 
anterior, uma relação de 
A) adição. 
B) conclusão. 
C) consequência. 
D) oposição. 
 
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- 
(SADEAM). Leia o texto abaixo. 
 
Água por todo lado 
Desvende os segredos das ilhas e entenda por que elas são 
tão diferentes 
 
Água à vista 
Existem ilhas em oceanos, rios e lagos do mundo 
todo. E nem todas se formaram do mesmo jeito. Elas 
podem surgir quando a água sobe ao redor de 
montanhas, quando a correnteza junta uma grande 
quantidade de areia e pedra num local ou a partir da 
lava expelida por vulcões submarinos. 
 
Muitas diferenças 
Cada ilha tem sua paisagem. Em muitas há 
plantas, rios e animais. Outras são como desertos. 
Algumas têm vilas ou imensas cidades. Mesmo as que 
são formadas só por pedras, têm importância na 
natureza, pois são pontos de descanso para animais e, 
sob a água, abrigam peixes e outros bichos. 
 
Faça a sua 
Em Dubai, nos Emirados Árabes, existem ilhas 
artificiais feitas de areia onde há casas e hotéis. Essa 
ideia não é nova. Povos que vivem no Peru fazem ilhas 
desde o ano 1200. 
Eles empilham folhas e galhos de uma planta e 
constroem casas sobre essas ilhas, usando fibras da 
mesma planta. 
 
Cuidado importante 
Numa ilha, os elementos da natureza estão em 
equilíbrio. Isso garante a sobrevivência de vegetais, 
plantas, aves, répteis, mamíferos e outros seres que 
estão ali. A chegada de lixo, plantas ou bichos de 
outros locais pode levar muitas espécies animais e 
vegetais ã morte e até mesmo à extinção. [...] 
Recreio, ano 9, n. 436. p. 12. 
 
No trecho “... pois são pontos de descanso para 
animais... ”, a palavra destacada 
expressa uma ideia de 
A) adição. 
B) comparação. 
C) conclusão. 
D) explicação 
 
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- 
(Projeto con(seguir)-DC). Leia o texto abaixo e 
responda. 
 
AI SE EU TE PEGO PEGOU… 
 
Há tempos uma canção popular não fazia tanto 
sucesso como o hit chiclete Ai Se eu te Pego, 
interpretada pelo paranaense Michel Teló e de autoria 
de Sharon Acioly e Antonio Dyggs. 
Não bastasse o sucesso nacional da música, cujo 
videoclipe já ultrapassou 100 milhões de visualizações 
no YouTube, agora é a vez do refrão cair na na boca do 
público estrangeiro. Ai Se eu te Pego ganhou versao 
em ingles (Of If I Catch You), em polonês (Slodka, que 
significa “doce”), em italiano, e desbancou artistas 
como Adele, Rihana e o grupo Coldplay nas paradas de 
sucesso internacionais. 
O hit ganhou até uma paródia em hebraico, além 
de ter embalado a coreografia de soldados israelenses. 
De quebra, alunas brasileiras de um curso de 
fonoaudiologia resolveram verter a música para a 
lingual brasileira de sinais. 
(Revista Língua Portuguesa, ano 7, nº 76, fevereiro de 2012, p . 9) 
 
Observe o trecho “O hit ganhou até uma paródia em 
hebraico, além de ter embalado a coreografia de 
soldados israelenses.” 
O vocábulo em destaque no trecho transmite ideia de 
(A) oposição. 
(B) acréscimo. 
(C) conclusão 
(D) consequência. 
 
7 
D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
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- 
(Projeto con(seguir)-DC). Leia o texto abaixo. 
 
CAMPANHA ESCLARECE A POPULAÇÃO SOBRE 
HANSENÍASE 
 
No último domingo, dia 29 de janeiro, foi 
celebrado o Dia Internacional de Combate à 
Hanseníase, doença que atinge grande parte da 
população brasileira. Com esta preocupação, a 
Secretaria Municipal de Saúde de Duque de Caxias 
(SMS), através do Departamento de Vigilância em 
Saúde, iniciou, nesta quarta-feira, dia 1º de fevereiro, a 
Campanha Informativa sobre Hanseníase, que 
aconteceu no Centro Municipal de Saúde (CMS), no 
Centro, e se estenderá pelos quatro distritos da cidade. 
Uma macha como esta, com perda de 
sensibilidade, é um sinal de alerta. 
Fonte: 
http://www.duquedecaxias.rj.gov.br/index./noticias/Campanha-esclarece-a
-populao-sobre-Hanseniase 
 
O trecho do texto que dá a ideia de lugar é 
(A) “No último domingo...” 
(B) “Dia Internacional de Combate à Hanseníase,...” 
(C) “... grande parte da população brasileira.” 
(D) “... aconteceu no Centro Municipal de Saúde,...” 
 
------------------------------------------------------------------
- 
(Projeto con(seguir)-DC). Leia o texto abaixo. 
 
MELHOR BRASILEIRO: Quinta 
 
Um dos raros recantos bucólicos do Rio, Vargem 
Grande se notabiliza também pelos endereços 
gastronômicos. Naquele bairro fica o melhor 
restaurante de cozinha brasileira da cidade. 
Tricampeão na categoria, o estabelecimento 
comandado pelo casal Luiz Antonio e Fátima Correia 
oferece receitas de primeira num lugar à parte da 
metrópole. Depois de atravessar uma trilha colorida 
por flores, o cliente chega à bela casa colonial 
avarandada, de onde se avistam micos pulando nas 
árvores, enquanto passarinhos se encarregam da trilha 
sonora. Aberta só nos fins de semana (e na sexta, com 
reserva), oferece pratos que valorizam combinações de 
ingredientes e influências regionais. 
Fonte: http://vejario.abril.com.br//comer-e-beber/quinta-642456.shtml 
 
O trecho que contém uma ideia de lugar é 
(A) “Naquele bairro fica o melhor restaurante de 
cozinha brasileira” 
(B) “o estabelecimento (...) oferece receitas de 
primeira...” 
(C) “... Aberta só nos fins de semana (e na sexta, com 
reserva)...” 
(D) “ ...valorizam combinações de ingredientes e 
influências regionais.” 
 
------------------------------------------------------------------
- 
(AvaliaBH). Leia o texto abaixo. 
 
Caminhos da realeza 
 
A Estrada Real ligava, inicialmente, a antiga Villa 
Rica, hoje Ouro Preto, ao porto de Paraty, no Rio de 
Janeiro. Com o tempo, mais dois caminhos foram 
abertos. O primeiro passou a ligar Ouro Preto à cidade 
do Rio de Janeiro. 
Depois a estrada se estendeu até a atual 
Diamantina. 
Além de percorrer diversos ecossistemas, como 
Mata Atlântica e Cerrado, a estrada passa por várias 
unidades de conservação estaduais e federais. 
CHAVES, Lucas; SOARES, Jéssica. Caminhos da Realeza. Revista Manuelzão, 
Belo Horizonte, n. 46, ano 11, julho de 2008. 
 
Na frase “Depois a estrada se estendeu até a atual 
Diamantina.”, o termo destacado indica 
A) dúvida. 
B) lugar. 
C) modo. 
D) tempo. 
 
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- 
(AvaliaBH). Leia o texto abaixo. 
A ideia surgiu quando um amigo, Ken Marshall, 
dono de uma importadora de vinhos, disse que, se o 
câmbio continuasse disparando, voltaria para o antigo 
negócio de exportação de móveis artesanais 
brasileiros... 
Época, 17/02/03. p. 451. 
 
Na frase “... disse que se o câmbio continuasse ...”, a 
palavra em destaque estabelece uma relação de 
A) tempo. 
B) consequência. 
C) causa. 
D) condição. 
 
------------------------------------------------------------------
- 
Leia o texto e responda: 
8D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
 
Como uma onda 
 
Nada do que foi será 
De novo do jeito que já foi um dia 
Tudo passa, tudo sempre passará 
A vida vem em ondas, como um mar 
Num indo e vindo infinito 
Tudo que se vê não é 
Igual ao que a gente viu há um segundo 
Tudo muda o tempo todo no mundo 
Não adianta fugir, 
Nem mentir pra si mesmo agora 
Há tanta vida lá fora 
E aqui dentro sempre 
Como uma onda no mar 
 
SANTOS, Lulu; MOTA, Nelson. Como uma onda. In: SANTOS, Lulu. CD O 
último romântico. BMG Ariola 255157-2, 1987. 
 
No Texto, a palavra destacada em “A vida vem em 
ondas, como um mar” (v. 4) exprime uma ideia de 
A) alternância. 
B) comparação. 
C) finalidade. 
D) oposição. 
 
------------------------------------------------------------------
- 
(SAERS). Leia o texto abaixo. 
 
Passeio pelo campo 
 
Começaram as férias. Valentina se prepara para 
passar uns dias na casa de seus avós. Por isso, está um 
pouco inquieta, afinal, viajará sozinha, experiência que 
realiza pela primeira vez. 
Os pais a acompanham até a rodoviária, de onde 
se despedem com beijos, abraços e muitas 
recomendações: 
– Comporte-se bem! Avise assim que chegar... 
Ajude seus avós nas tarefas de casa! 
O ônibus parte rapidamente. Valentina, 
emocionada, olha pela janela e acena para seus pais, 
que respondem da plataforma da estação. 
Fica olhando... cada vez os vê menores, como 
pontinhos agitando as mãos, em alegre despedida. 
À medida que se distancia, ficam para trás a 
cidade, seus altos edifícios e grandes casas, as 
enormes chaminés das fábricas, suas amplas avenidas 
e uma multidão de pessoas, que se dirigem a todas as 
partes. 
REPETTO, Juan Carlos Porta. Passeio pelo campo. Curitiba: Módulo. p. 2, 3 e 
4. Fragmento. 
 
Leia novamente o trecho abaixo. 
“Avise assim que chegar...” (3° parágrafo) 
Nesse trecho, a expressão destacada indica 
A) causa. 
B) finalidade. 
C) lugar. 
D) tempo. 
 
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- 
(AvaliaBH). Leia o texto abaixo. 
 
“Amizade dada é amor” 
 
– “Riobaldo, pois tem um particular que eu 
careço de contar a você, e que esconder mais não 
posso... Escuta: eu não me chamo Reinaldo de 
verdade. Este é nome apelativo, inventado por 
necessidade minha, carece de você não me perguntar 
por quê. Tenho meus fados. A vida da gente faz sete 
voltas – se diz. A vida nem é da gente...” 
Ele falava aquilo sem rompante e sem entonos, 
mas antes com pressa, quem sabe se com tico de 
pesar e vergonhosa suspensão. 
– “Você era menino, eu era menino... 
Atravessamos o rio na canoa... nos topamos naquele 
porto. Desde aquele dia é que somos amigos.” 
Que era, eu confirmei. E ouvi: 
– “Pois então: o meu nome, verdadeiro, é 
Diadorim... Guarda este meu segredo. 
Sempre, quando sozinhos a gente estiver, é de 
Diadorim que você deve me chamar, digo e peço, 
Riobaldo...” 
Assim eu ouvi, era tão singular. Muito fiquei 
repetindo em minha mente as palavras, modo de me 
acostumar com aquilo. E ele me deu a mão. Daquela 
mão, eu recebia certezas. Dos olhos. Os olhos que ele 
punha em mim, tão externos, quase tristes de 
grandeza. Deu alma em cara. Adivinhei o que nós dois 
queríamos – logo eu disse: 
– “Diadorim... Diadorim!” – com uma força de 
afeição. Ele sério sorriu. 
ROSA, Guimarães. Grande Sertão Veredas. Apud Estudos de Língua e 
Literatura,. São Paulo: Moderna, 5 ed. 1998, p. 201. 
 
O trecho que exprime uma circunstância de tempo é: 
A) “‘Desde aquele dia é que somos amigos.’”. (3° 
parágrafo) 
B) “Assim eu ouvi, era tão singular.”. (7° parágrafo) 
C) “Daquela mão, eu recebia certezas.”. (penúltimo 
parágrafo) 
D) “Adivinhei o que nós dois queríamos”. (final do 
penúltimo parágrafo) 
 
9 
D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
------------------------------------------------------------------
- 
(SAERS). Leia o texto abaixo. 
 
Curiosidades: Nariz e orelhas nunca param de crescer 
 
O tecido cartilaginoso, que forma o nariz e as 
orelhas, não deixa de crescer nem mesmo quando o 
indivíduo torna-se adulto. Daí por que o nariz e as 
orelhas de um idoso são maiores do que quando era 
jovem. A face também encolhe porque os músculos da 
mastigação se atrofiam com a perda dos dentes. 
Disponível em: Acesso em: 26 
mar. 10. 
 
Na frase “ ...Daí por que o nariz e as orelhas de um 
idoso são maiores do que quando era jovem”, o termo 
destacado indica 
A) causa. 
B) condição. 
C) finalidade. 
D) oposição. 
 
------------------------------------------------------------------
- 
(SAEMS). Leia o texto abaixo. 
 
A guerra dos ratos 
 
Os ratos estavam em guerra com as doninhas. 
Eles, coitados, eram mais fracos e perdiam todas as 
batalhas. 
Fizeram, então, uma reunião para descobrir se 
havia algum jeito de as coisas melhorarem. 
Alguns dos ratos achavam que o que faltava era 
entusiasmo. Outros diziam que faltavam eram armas 
(palitos e espinhos). 
No final, ficou resolvido que o que faltava, 
mesmo, eram generais: grandes líderes, para serem os 
chefes do exército dos ratos. Foram escolhidos, então, 
alguns ratos para serem os generais. Cada um ganhou 
um capacete, com dois chifres do lado e uma linda 
plumagem no alto. Um general não é um general de 
verdade se não tiver seu capacete. Pelo menos era o 
que diziam os ratos. 
– Agora vamos ganhar! – exclamavam os 
generais desfilando seus capacetes. 
No dia seguinte, os ratos foram, muito 
confiantes, enfrentar as doninhas. Mas as doninhas, 
claro, continuavam maiores e mais fortes. Os ratos 
logo se deram conta e saíram todos correndo, de volta 
para as tocas. 
Mas aí é que se deu o que ninguém esperava. 
Com aqueles capacetes bem presos na cabeça, os 
generais não conseguiam passar no buraco das tocas. 
Levaram a maior surra! 
NETROUSKY, A. Bichos que falam e a gente entende o que dizem. Folha de 
S. Paulo, São Paulo, 14 maio 1995. 
No trecho “... para descobrir se havia algum jeito de as 
coisas melhorarem.” (2° parágrafo), a palavra 
destacada estabelece, com a oração anterior, uma 
relação de 
A) consequência. 
B) finalidade. 
C) lugar. 
D) modo. 
 
------------------------------------------------------------------
- 
(PROEB). Leia o texto abaixo e responda. 
 
Antes do dia partir 
 
Paulo Mendes Campos, em uma de suas crônicas 
reunidas no livro “O Amor Acaba”, diz que devemos 
nos empenhar em não deixar o dia partir inutilmente. 
Eu tenho, há anos, isso como lema. 
É pieguice, mas antes de dormir, quando o dia 
que passou está dando o prefixo e saindo do ar, eu 
penso: o que valeu a pena hoje? Sempre tem alguma 
coisa. Uma proposta de trabalho. Um telefonema. Um 
filme. Um corte de cabelo que deu certo. Até uma 
briga pode ter sido útil, caso tenha iluminado o que 
andava ermo dentro da gente. 
Já para algumas pessoas, ganhar o dia é ganhar 
mesmo: ganhar um aumento, ganhar na loteria, 
ganhar um pedido de casamento, ganhar uma 
licitação, ganhar uma partida. 
Mas para quem valoriza apenas as megavitórias, 
sobram centenas de outros dias em que, 
aparentemente, nada acontece, e geralmente são 
essas pessoas que vivem dizendo que a vida não é boa, 
e seguem cultivando sua angústia existencial com 
carinho [...], mesmo já tendo seu superapartamento, 
sua bela esposa, seu carro do ano e um salário 
aditivado. 
Nas últimas semanas, meus dias foram salvos 
por detalhes. Uma segunda-feira valeu por um 
programa de rádio que fez um tributo aos Beatles e 
que me arrepiou, me transportou para uma época 
legal da vida, me fez querer dividir aquele momento 
com pessoas que são importantes pra mim. Na terça, 
meu dia não foi em vão porque uma pessoa que amo 
muito recebeu um diagnóstico positivo de uma doença 
que poderia ser mais séria. Na quarta, o dia foi ganho 
porque o aluno de uma escola me pediu para tirar uma 
foto com ele. Na quinta, uma amiga que eunão via há 
meses ligou me convidando para almoçar. Na sexta, o 
10 
D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
dia não partiu inutilmente, só por causa de um 
cachorro-quente. 
E assim correm os dias, presenteando a gente 
com uma música, um crepúsculo, um instante especial 
que acaba compensando 24 horas banais. 
Claro que têm dias que não servem pra nada, 
dias em que ninguém nos surpreende, o trabalho não 
rende e as horas arrastam-se melancólicas, sem falar 
naqueles dias em que tudo dá errado: batemos o 
carro, perdemos um cliente e o encontro da noite é 
desmarcado. 
Pois estou pra dizer que até a tristeza pode 
tornar um dia especial, só que não ficaremos sabendo 
disso na hora, e sim lá adiante, naquele lugar chamado 
futuro, onde tudo se justifica. É muita 
condescendência com o cotidiano, eu sei, mas não 
deixar o dia de hoje partir inutilmente é o único meio 
de a gente aguardar com entusiasmo o dia de 
amanhã... 
MEDEIROS, Martha. Non-stop. Porto Alegre: L&PM, 2008. p. 70-71. 
Fragmento. 
 
No trecho “Nas últimas semanas, meus dias foram 
salvos por detalhes.” (5° parágrafo), a forma verbal 
destacada estabelece relação de concordância com a 
palavra 
A) últimas. 
B) semanas. 
C) dias. 
D) detalhes. 
 
------------------------------------------------------------------
- 
(SIMAVE). Leia o texto abaixo. 
Menino brinca de boneca? 
 
 Senta direito!! Fecha as pernas, menina! Você 
já está ficando uma mocinha!!! 
Desde cedo, as meninas vão aprendendo que 
têm que ser quietinhas e boazinhas. A se comportar 
como mocinhas. 
“Ah! Não fica bem menina ficar correndo e 
pulando. Isso é coisa de menino.” 
Ou então, qualquer coisa, chame o seu irmão!” 
– Por que tem sempre que chamar o seu irmão, 
um menino, para tomar conta das meninas? [...] 
Muita gente fica falando: ”menino não brinca de 
boneca!” 
Mas de boneco tipo He-man, Rambo, 
Thundercats, pode. Já notaram? 
RIBEIRO, Marcos. Menino brinca de boneca? Rio de Janeiro: Salamandra, 
1990. 
 
No trecho “A se comportar como mocinhas.” a palavra 
destacada exprime a ideia de 
A) adição. 
B) comparação. 
C) conclusão. 
D) tempo. 
 
------------------------------------------------------------------
- 
(PROEB). Leia o texto abaixo. 
 
 
Disponível em: Acesso em: 20 
dez. 2009. 
No último quadrinho desse texto, no trecho “Se eu 
conseguir tirar ele daqui...”, a palavra destacada 
estabelece relação de 
A) alternância. 
B) conclusão. 
C) condição. 
D) explicação. 
 
------------------------------------------------------------------
- 
(PROEB). Leia o texto abaixo. 
 
A verdade do 1° de abril 
Todos os anos, meu pai arranja um jeito de 
“pegar” minha mãe na “mentirinha” de 1o de abril. 
Porém, no ano passado, o que era mentira virou 
11 
D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
verdade. Logo cedo, ao voltar do curral, ele disse: 
“Uma vaca pariu gêmeos!” “Ótimo, logo, logo, tirarei 
uma foto!”, respondeu ela. “Não precisa, pois hoje é 
1o de abril”, ele completou. Só que cinco dias depois, 
nasceu na Fazenda Santo Antônio, em Ilhéus, BA, um 
belo casal que recebeu os nomes de Mineiro e 
Mineirinha, já que a mãe é apelidada de Mineira. 
Franciane e Raphael Madureira 
Itabuna, BA Globo Rural, julho 2000 
Leia novamente a frase abaixo. 
“Só que cinco dias depois, nasceu na Fazenda Santo 
Antônio, em Ilhéus, BA, um belo casal...” 
A expressão sublinhada pode ser substituída por 
A) porque. 
B) por isso. 
C) mas. 
D) quando. 
 
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- 
(PAEBES). Leia o texto abaixo. 
 
O LEÃO, O URSO E A RAPOSA 
 
Um Leão e um Urso capturam um cervo, e em 
feroz luta, disputavam pelo direito de posse da presa. 
Após terem lutado bastante, cansados e feridos eles 
caíram no chão completamente exaustos. Uma raposa, 
que estava nas redondezas, a uma distância segura e 
quieta observando a tudo, vendo ambos caídos no 
chão e o cervo abandonado ali perto, passou correndo 
entre os dois, e de um bote agarrou-o com a boca e 
desapareceu no meio do mato. 
O Leão e o Urso vendo aquilo, mas incapazes de 
impedir, disseram: 
Ai de nós, que nos ferimos um ao outro apenas 
para garantir o jantar da Raposa! 
ESOPO. Fábulas Ilustradas: o Leão, o Urso e a Raposa - © Copyright 
2000-2009. 
 
Nesse texto, qual é o trecho que apresenta uma ideia 
de lugar? 
A) “Após terem lutado bastante, cansados...”. 
B) “... e o cervo abandonado ali perto,...”. 
C) “... incapazes de impedir, disseram:...”. 
D) “Ai de nós, que nos ferimos...”. 
 
------------------------------------------------------------------
- 
(PROEB). Leia o texto abaixo. 
 
O açúcar 
 
O branco açúcar que adoçará meu café 
nesta manhã de Ipanema 
não foi produzido por mim 
nem surgiu dentro do açucareiro por 
milagre. 
Vejo-o puro 
e afável ao paladar 
como beijo de moça, água 
na pele, flor 
que se dissolve na boca. Mas este açúcar 
não foi feito por mim. 
Este açúcar veio 
da mercearia da esquina e tampouco o 
fez o Oliveira 
dono da mercearia. 
Este açúcar veio 
de uma usina de açúcar em Pernambuco 
ou no Estado do Rio 
e tampouco o fez o dono da usina. 
Este açúcar era cana 
e veio dos canaviais extensos 
que não nascem por acaso 
no regaço do vale. 
Em lugares distantes, onde não há 
hospital 
nem escola, 
homens que não sabem ler e morrem de 
fome 
aos 27 anos 
plantaram e colheram a cana 
que viraria açúcar. 
Em usinas escuras, 
homens de vida amarga 
e dura 
produziram este açúcar 
branco e puro 
com que adoço meu café esta manhã em 
Ipanema. 
Ferreira Gullar. Dentro da noite veloz. 
 
No texto, o açúcar é comparado a 
A) uma manhã em Ipanema. 
B) um milagre em Ipanema. 
C) um jardim cheio de flores. 
D) um beijo de moça. 
 
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(PAEBES). Leia o texto abaixo. 
 
Mito setentão 
 
Batman chega este mês aos 70 anos com fatos e 
números dignos de respeito e estudo. O famoso 
personagem das histórias em quadrinhos, propriedade 
12 
D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
do grupo norte-americano Warner, se consolidou 
como a mais bem sucedida e duradoura obra coletiva 
da indústria cultural, marcada por dezena de 
colaboradores e por coleção de sucesso em todas as 
mídias, particularmente na televisão e no cinema. Se 
depender dos produtores do homem-morcego e dos 
aficcionados do personagem espalhados pelo mundo, 
essa trajetória ainda vai longe. “Este é o ano do 
morcego! Celebrar sete décadas não é pra qualquer 
um. Temos boas surpresas reservadas para os fãs do 
herói”, promete Levi Trindade, editor da revista de 
Batman no Brasil (publicada pela Panini) em recente 
comunicado.[...] 
Sílvio Ribas. Correio Braziliense. Brasília, Caderno C, domingo 10 de maio de 
2009.p. 3. 
 
No trecho “Se depender dos produtores do 
homem-morcego e dos aficcionados do 
personagem,...” a conjunção destacada exprime ideia 
de 
A) comparação. 
B) conclusão. 
C) condição. 
D) consequência. 
 
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- 
(PAEBES). Leia o texto abaixo e responda. 
 
Datas 
 
Calendário é um pouco como sinal de trânsito, 
que também nos manda parar, andar e fazer como os 
outros. E que obedecemos, nem sempre de boa 
vontade, para que a vida continue. O calendário 
também serve para organizar os sentimentos. O que 
faríamos com o nosso espírito natalino se não 
houvesse o Natal? 
Não teríamos como exercê-lo ou o 
esbanjaríamos em qualquer data, sem qualquer 
sistema. 
Há os que se rebelam contra o calendário e 
vivem pelas suas datas particulares. Fazem Carnaval o 
ano inteiro, réveillons todo fim de semana – ou 
Quaresmas permanentes. Mas estou falando de gente 
razoavelmente normal, como você e eu. Aceitamos as 
convenções do calendário como aceitamosas outras 
regras do convívio humano – inclusive as de trânsito – 
para não atrapalhar o fluxo social. E mesmo sozinhos 
precisaríamos delas. O primeiro ato racional de 
Robinson Crusoé na sua ilha deserta foi estabelecer 
um calendário. 
Só então, situado nas suas datas, partiu para por 
ordem na sua solidão. Podemos saber que o Natal é a 
data máxima do comércio sem que isso diminua sua 
importância no nosso fluxograma afetivo. Robinson 
determinou que um dia seria o de Natal, mesmo que 
não fosse o certo. Ele não precisava da data exata. 
Precisava do sentimento. Pelo menos uma vez por ano. 
Na nossa casa, que não é uma casa religiosa, 
certas datas são observadas 
religiosamente. No Natal, nos reunimos com 
amigos para trocar presentes, comer peru e 
comemorar, não os remotos mistérios da Natividade 
ou do preço à vista ou em três vezes, mas o milagre de 
estarmos juntos. Também temos nossos rituais 
particulares. Toda véspera de Natal escolhemos uma 
música a ser tocada, em alto volume, para saudar a 
meia-noite. 
A música deste ano repetiu a do ano passado, 
Saudade da Guanabara, do Aldir Blanc e do Moacyr 
Luz, talvez numa homenagem inconsciente ao Vasco. 
(Na nossa casa, sabemos que estamos ficando velhos 
quando passamos do grupo que diz “Bota mais alto” 
para o grupo que diz “Não dá para abaixar um 
pouquinho?”.) 
VERÍSSIMO, Luis Fernando. Comédias brasileiras de verão. Rio de Janeiro: 
Objetiva, 2009. p. 163-164. * Adaptado: Reforma Ortográfica 
 
No trecho “Aceitamos as convenções do calendário 
como aceitamos as outras regras do convívio 
humano...” (3° parágrafo), a palavra destacada 
expressa 
A) causa. 
B) comparação. 
C) conformidade. 
D) explicação. 
 
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- 
(PAEBES). Leia o texto abaixo. 
 
FAMÍLIA BRASILEIRA NÃO É MAIS A MESMA 
 
O crescimento da proporção de solitários é um 
aspecto das mudanças na estrutura familiar brasileira, 
reveladas pelos dados do IBGE. Uma tendência 
confirmada pela amostra é o avanço da mulher como 
chefe de domicílio. No último censo, 26,7% das 
famílias tinham a mulher como cabeça, contra 20,5% 
em 1991. Para a socióloga Lilibeth Cardoso Roballo 
Ferreira, esse dado tem relação com o número de 
pessoas que vivem sós. Para efeito da Amostra do 
Censo, em uma casa habitada por apenas uma mulher, 
ela é a chefe, o que ocorreu em 17,9% dos casos. 
Enquanto isso, apenas 6,2% dos domicílios chefi ados 
pelo homem tinham apenas um morador. 
13 
D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
Outra mudança importante na estrutura familiar 
é o crescimento das uniões consensuais, 
acompanhado pela queda no número de casamentos 
legais. Entre 1991 e 2000, subiu de 18,3% para 28,3% a 
porcentagem de brasileiros que preferem a união 
consensual. Em contrapartida, a proporção de pessoas 
com casamento registrado em cartório caiu, no mesmo 
período, de 57,8% para 50,1%. 
A queda da taxa de fecundidade, por sua vez, 
provocou também a diminuição do número médio de 
pessoas por família, de 3,9 em 1991 para 3,5 em 2000. 
As famílias com até quatro componentes representam 
60% do total. Por causa disso, o Brasil, aproxima-se de 
um padrão observado em países desenvolvidos, onde 
o crescimento populacional é substituído pela 
reposição da população, ou seja, o número de 
nascimento está perto do número de óbitos. 
Jornal Estado de Minas, Belo Horizonte, 19 maio 2002. 
 
O uso de “Em contrapartida”, no trecho “Em 
contrapartida, a proporção de pessoas com casamento 
registrado caiu”, estabelece a relação de oposição com 
a ideia de 
A) acréscimo espantoso da população brasileira. 
B) aumento do percentual da preferência pela união 
consensual. 
C) aumento no número de nascimento em relação 
ao óbito. 
D) crescimento do número de famílias que tem a 
mulher na liderança. 
 
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- 
(SAEPE). Leia o texto abaixo e responda. 
 
 
 
Disponível em: . Acesso em 
03/06/09. 
 
No trecho “Tchau, mãe! Vou brincar lá fora.”, a 
expressão lá fora dá uma ideia de 
A) causa. 
B) lugar. 
C) modo. 
D) tempo. 
 
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- 
(SPAECE). Leia os textos abaixo. 
 
A letra e a música 
 
Quando nos encontramos 
Dizemo-nos sempre as mesmas palavras que todos os 
amantes dizem... 
Mas que nos importa que as nossas palavras sejam as 
mesmas de sempre? 
A música é outra! 
QUINTANA, Mário. A cor do invisível. 2ª ed. 
São Paulo: lobo, 1994. p. 96. 
 
No primeiro verso “Quando nos encontramos”, a 
expressão destacada estabelece uma relação de 
A) causalidade. 
B) finalidade. 
C) proporcionalidade. 
D) temporalidade. 
 
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- 
(SPAECE). Leia os textos abaixo. 
 
Cajuína 
 
Existirmos, a que será que se destina? 
Pois quando tu me deste a rosa pequenina 
Vi que és um homem lindo e que acaso a sina 
14 
D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
Do menino infeliz não se nos ilumina 
Tampouco turva-se a lágrima nordestina 
Apenas a matéria vida era tão fina 
E éramos olharmo-nos intacta retina 
A cajuína cristalina em Teresina. 
www.caetano_veloso.cajuina.buscaletra.com.br 
 
No verso “Pois quando tu me deste a rosa pequenina”, 
o termo destacado expressa a idéia de 
A) causa. 
B) lugar. 
C) modo. 
D) tempo. 
 
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- 
(SPAECE). Leia os textos abaixo. 
 
Ar puro para a vida 
Leonardo Boff 
 
No início do ano, o Painel Intergovernamental 
sobre Mudanças Climáticas – um organismo da ONU 
que congrega cerca de 2.500 cientistas de 130 países – 
informou que já vivemos os efeitos do aquecimento 
global do planeta. 
Nossa casa comum poderá, desde já, ficar muito 
mais quente, oscilando entre 1,4 e 6 graus Celsius. 
Esses números, apesar de aparentemente inofensivos, 
são capazes de desencadear grandes transtornos 
climáticos e uma devastação inimaginável de seres 
vivos. Muitos lugares ficarão inabitáveis. Haverá 
grande emigração para regiões de temperaturas mais 
amenas. 
Anualmente, são lançados 27 bilhões de 
toneladas de dióxido de carbono no ar. Isso equivale, 
se condensado, a uma montanha de 1,5 quilômetro de 
altura com uma circunferência de base de 19 
quilômetros. Como a Terra pode assimilar esses 
resíduos invisíveis e mortais? 
O receio, o medo, até o pavor que está tomando 
conta de muitos cientistas, economistas e políticos 
ecologicamente despertos como Gorbachev e Al Gore, 
entre outros, é que estamos nos aproximando de um 
momento crítico. Se as coisas seguirem como estão, 
fatalmente iremos ao encontro do pior. 
No entanto, podemos minorar os efeitos 
maléficos e mudar a situação se os Estados, as grandes 
empresas, as instituições e cada pessoa deixarem de 
queimar lixo, de contaminar o ar e controlarem a 
emissão de gases dos carros mediante energias 
alternativas e menos poluentes. Só assim, a Terra, que 
tem força de regeneração, conseguirá garantir ar puro 
para a vida. 
Revista Brasil Almanaque de Cultura Popular, Ano 9, 
 agosto 2007, no 100. Pág. 8. 
 
Segundo esse texto, o que causará a emigração para 
regiões de temperaturas mais amenas? 
A) A elevação da temperatura em vários lugares. 
B) A identificação dos efeitos do aquecimento global. 
C) A inevitável aproximação de um momento crítico. 
D) A preocupação com o dióxido de carbono no 
ar. 
 
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- 
Leia o texto abaixo. 
 
Não deixe o samba morrer 
 
Não deixe o samba morrer 
Não deixe o samba acabar 
O morro foi feito de samba 
De samba pra gente sambar 
 
Quando eu não puder pisar 
Mais na avenida 
Quando as minhas pernas 
Não puderem aguentar 
Levar meu corpo 
Junto com meu samba 
O meu anel de bamba 
Entrego a quem mereçausar 
 
Eu vou ficar 
No meio do povo espiando 
Minha escola perdendo ou ganhando 
Mais um carnaval 
 
Antes de me despedir 
Deixo ao sambista mais novo 
O meu pedido final 
Não deixe o samba morrer... 
 
CONCEIÇÃO, Edson; Aloísio. Disponível 
em:.Acesso em: 08 nov. 2009. 
 
No trecho “Quando eu não puder pisar / Mais na 
avenida” (v. 5-6), a palavra destacada estabelece uma 
relação de 
A) adição. 
B) causa. 
C) modo. 
D) tempo. 
 
15 
D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
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- 
Leia o texto abaixo e responda. 
 
O bicho Folharal 
 
Havia seca no sertão e somente uma cacimba ao 
pé de uma serra tinha ainda um pouco de água. Todos 
os animais selvagens eram obrigados a beber ali. A 
onça ficou à espera da raposa, junto da cacimba, dia e 
noite. Nunca a raposa sentira tanta sede. Ao fim de 
três dias já não aguentava mais. Resolveu ir beber, 
usando duma astúcia qualquer. 
Achou um cortiço de abelhas, furou-o e com o 
mel que dele escorreu untou todo o seu corpo. Depois, 
rolou num monte de folhas secas, que se pregaram aos 
seus pelos e cobriram-na toda. Imediatamente, foi à 
cacimba. A onça olhou-a bem e perguntou: 
– Que bicho és tu que eu não conheço, que eu 
nunca vi? 
– Sou o bicho Folharal. – respondeu a raposa. 
– Podes beber. 
A raposa desceu a rampa do bebedouro, 
meteu-se na água, bebendo-a com delícia e a onça lá 
em cima, desconfiada, vendo-a beber demais, como 
quem trazia uma sede de vários dias, dizia: 
– Quanto bebes, Folharal! 
Quando já havia bebido o suficiente, a última 
folha caíra, a onça reconhecera a inimiga esperta e 
pulara ferozmente sobre ela, mas a raposa conseguira 
fugir. 
Disponível em: . Acesso em: 02 
jul. 09. Fragmento. *Adaptado: Reforma Ortográfica. 
 
No trecho “A raposa desceu a rampa do bebedouro, 
meteu-se na água, ...” (6° parágrafo), a expressão “na 
água” dá uma ideia de 
A) consequência. 
B) finalidade. 
C) lugar. 
D) modo. 
 
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- 
Leia o texto abaixo. 
 
Canais de Redação: Carta 
 
Quando queremos solicitar algo para alguém ou 
responder uma solicitação, fazer uma declaração de 
amor, despedirmo-nos, argumentar algo que foi dito, 
escrever diretamente a um leitor de revista ou jornal, 
contar novidades para o amigo que mora distante, 
fazer uma comunicação de um fato... ali está a carta! 
Essa forma de produção textual existe desde que 
o homem necessita de comunicação à distância, ou 
mais precisamente, desde as inscrições rupestres, as 
quais eram cartas em forma de símbolos. Aqui, no 
Brasil, temos a carta-registro de Pero Vaz de Caminha, 
ao rei de Portugal Dom Manuel I, relatando o 
descobrimento das novas terras. 
As cartas ditas “sociais” eram mais comuns antes 
do advento da tecnologia. No entanto, com a evolução 
da informática, hoje, temos o e-mail, veículo de 
informação que transporta vários tipos de cartas todos 
os momentos. 
Atualmente, é muito difícil encontrar pessoas 
que trocam correspondências escritas à mão, ao 
contrário, falamos de correio eletrônico que não 
precisa nem mesmo de selo, ou seja, de ser pago. [...]. 
VILARINHO, Sabrina. Disponível em: 
 Acesso em: 14 mar. 
2010 
No trecho “Quando queremos solicitar algo para 
alguém,…” ( . 1), o termo destacado transmite ideia 
de 
A) tempo. 
B) modo. 
C) lugar. 
D) causa. 
 
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- 
Leia o texto abaixo. 
 
PAISAGEM URBANA 
 
São cinco horas da manhã e a garoa fina cai 
branca como leite, fria como gelo. Milhões de gotinhas 
d’água brilham em trilhos de ferro. 
“Bom dia”, diz Um Homem para o Outro 
Homem. “Bom dia, por quê?”, pensa o Outro, olhando 
para o Um. Um Homem quieto e parado é um poste, 
que espera o trem na estação quase vazia. [...] 
A máquina aparece na curva e vem lenta, grave, 
forte, grande, imensa. Para a máquina, desce um 
branco, uma mulata, o gordo e o magro, dois meninos 
maluquinhos. Chegada de uns, partida de outros. No 
meio de um cheiro áspero de fumaça e óleo diesel, o 
Outro Homem entra no trem. 
Um homem continua um poste. Rígido. 
Concreto. E é só quando uma moça desce a escada do 
vagão carregando uma mala, cabelo preso com fita e 
olhar de busca, que o homem-poste tem um 
sobressalto. Os olhares se encontram. O trem vai e os 
olhares vêm. O mundo é assim... Outro Homem se foi. 
Um Homem está feliz. 
16 
D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
FERNANDES, Maria ; HAILER, Marco Antônio. Alp novo: Análise, Linguagem 
e Pensamento. V. 4. São Paulo: FTD, 2000. p. 152. * Adaptado: Reforma 
Ortográfica. 
 
No trecho “...e a garoa fina cai branca como leite, fria 
como gelo.”, as palavras destacadas estabelecem uma 
relação de 
A) alternância. 
B) comparação. 
C) finalidade. 
D) oposição. 
 
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- (SAVEAL). Leia o texto e responda. 
 
Quarto escuro 
 
Eu achei legal. Foi como entrar num quarto 
escuro e descobrir o que tinha lá dentro. A gente, do 
lado de fora do quarto, pensa o diabo, tem medo, 
imagina cobras e lagartos, mas quando a gente entra, 
descobre que não havia motivo para ter medo, pois 
nada havia por detrás da porta; mas sem entrar no 
quarto escuro, fica o medo e a curiosidade e isso não 
é bom. Eu sei que ainda tenho muito quarto escuro 
pra entrar, mas sei que tenho de enfrentar, que não 
adianta fugir. Mais dia menos dia, a gente se encontra 
na porta do quarto e o negócio é meter a mão na 
maçaneta e encarar o medo. Se a gente enfrenta, a 
gente entra no quarto e vê o que ele guarda. Depois 
sai. E o medo? O medo fica lá dentro. 
(LEAL, José Carlos. Os pássaros selvagens. 
3º ed. Belo Horizonte, 1989.) 
 
No trecho “Foi como entrar num quarto escuro e 
descobrir o que tinha lá dentro”, a palavra sublinhada 
sugere 
(A) aproximação de idéias opostas. 
(B) comparação entre fatos. 
(C) referência a termo anterior. 
(D) significados semelhantes entre si. 
 
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- 
((CON)SEGUIR – RJ/2011). LEIA O TEXTO. 
O filho do alfaiate chega para o pai lá no fundo 
da loja e pergunta: 
— O terno marrom encolhe depois de lavado? 
— Por que você quer saber, filho? 
— O freguês é quem quer saber. 
— Ele já experimentou? 
— Já. 
— Ficou largo ou apertado? 
— Largo. 
— Então diz que encolhe. 
 
ZIRALDO, Novas anedotinhas do Bichinho da maçã. 15. ed. São Paulo: 
Melhoramentos, 2005. p. 22). Fonte: Projeto (Con)seguir – Duque de Caxias 
- RJ 
Que valor semântico a palavra em destaque no último 
período do texto estabelece entre a oração anterior e a 
oração seguinte? 
(A) adição. 
(B) oposição. 
(C) conclusão. 
(D) explicação. 
 
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- 
(Saerj). Leia o texto abaixo e responda. 
 
A menina Cecília 
 
Cecília Meireles nasceu no Rio de Janeiro, em 7 
de novembro de 1901. Era filha de Carlos Alberto de 
Carvalho Meireles e Matilde Benevides. O pai morreu 
antes do nascimento de Cecília; e a mãe, aos três anos 
de idade da filhota. Os três irmãos também faleceram. 
Por isso, passou a vida na chácara da avó Jacinta Garcia 
Benevides. 
Quando criança, Cecilinha tinha olhos 
azuis-esverdeados, era curiosa e adorava usar um 
vestido de babado branco cheio de rendas. Na 
infância, era muito sozinha. As crianças a chamavam 
para brincar, mas a avó nunca deixava. A vovó Jacinta 
morria de medo de sua menina ficar doente, sabe? 
Naquele tempo, tudo era diferente, muito calmo, 
sem carros, sem aviões, nem prédios, nem 
supermercados e muito menos shopping center. Os 
vendedores andavam nas ruas vendendo mercadorias. 
O fogão eraa lenha, não havia televisão, nem 
computador. 
Por isso, sabe o que a menina fazia para se 
divertir? Cecília ficava um tempão imaginando 
histórias no chão, olhando os desenhos na madeira e 
pensando que eram florestas, praias, montanhas, sol, 
rio... Gostava, também, de ficar olhando livros, mesmo 
sem saber ler. Ela via as figuras e imaginava que de 
dentro dos livros saía uma voz que contava histórias. 
Disponível em: . Acesso em: 20 jan. 2010. 
 
Nesse texto, o trecho que apresenta uma expressão 
que indica lugar é: 
A) “O pai morreu antes do nascimento de Cecília;...”. 
(1° parágrafo) 
B) “Por isso, passou a vida na chácara da avó Jacinta 
Garcia Benevides.”. (1° parágrafo) 
C) “Quando criança, Cecilinha tinha olhos 
azuis-esverdeados,...”. (2° parágrafo) 
17 
D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
D) “Ela via as figuras e imaginava que de dentro dos 
livros saía uma voz...”. (último parágrafo). 
 
------------------------------------------------------------------
- 
(SAERJ). Leia o texto abaixo. 
 
LEMINSKI, Paulo. Disponível em: 
. Acesso em: 21 maio 
2010. 
 
No trecho “quando olho nos olhos”, a palavra em 
destaque indica uma circunstância de 
A) causa. 
B) condição. 
C) modo. 
D) tempo. 
 
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- 
Leia o texto e responda. 
 
12/02/2012 - 08h00 
Privatização era a única saída do governo para 
ampliar aeroportos? 
DE SÃO PAULO 
 
Todas as empresas que apresentaram propostas 
para participar do leilão dos aeroportos, marcado para 
segunda-feira, foram habilitadas. Pelo menos onze 
consórcios entregaram documentação ontem na sede 
da BMF&Bovespa. No entanto, a Anac (Agência 
Nacional de Aviação Civil) não confirmou nem os 
nomes nem o número dos participantes. 
Privatização era a única saída do governo para 
ampliar aeroportos? 
Sim. Para o bom desenvolvimento de qualquer 
país, o governo deve preocupar-se somente com 
educação, saúde e segurança e regular todo o restante. 
Portanto, o governo acertou ao leiloar os aeroportos 
de Guarulhos, de Brasília e de Viracopos. Cabe agora 
fazer uma regulação efetiva, e não como ocorre hoje. 
ROBSON BONATO (Curitiba, PR) 
Não. Tudo indica que temos um problema de má 
gestão dos nossos aeroportos. É inacreditável que um 
negócio tão rentável seja tão mal administrado. Parece 
até que é algo intencional para desqualificar a atuação 
direta do Estado nessa área e justificar tal medida 
perante a opinião pública. 
JOÃO BATISTA MILITÃO (Santo Amaro, BA) 
 
Fonte: Folha de S. Paulo. Painel do leitor. Disponível em: 
http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/semanadoleitor/1050206-pri
vatizacao-era-a-unica-saida-do-governo-para-ampliar-aeroportos.shtml. 
Acesso em: 18/2/2012. 
 
No trecho “Parece até que é algo intencional para 
desqualificar a atuação direta do Estado nessa área”, a 
palavra grifada estabelece entre as orações uma 
relação de 
(A) finalidade. 
(B) oposição. 
(C) dúvida. 
(D) tempo. 
 
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- 
Leia o texto a seguir. 
 
Com obras na estante, nota aumenta em até 17% 
 
Estudo do Todos Pela Educação mostra que a 
quantidade de livros em casa acompanha uma 
melhora no desempenho no Pisa 09 de março de 2011 
| 12h 55 Mariana Mandelli - O Estado de S. Paulo 
O aluno brasileiro que tem até 10 livros em casa 
tem notas 15% menores em português e ciências do 
que aquele que tem entre 100 e 200 obras literárias. 
No caso de matemática, o impacto é de 17%. 
Fonte: PISA. Disponível em: http://www.estadao.com.br. Acesso em: 
14/03/2011. 
 
Os termos destacados estabelecem uma relação de 
(A) adição. 
(B) tempo. 
(C) oposição. 
(D) comparação. 
 
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- 
Leia o quadrinho a seguir e responda. 
 
18 
D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
 
Fonte: SOUSA, Maurício. Turma da Mônica. Acessibilidade. Disponível em: 
http://www.monica.com.br/institut/acessibilidade/pag6.htm. Acesso em: 
01/06/2011. 
 
No texto “pior do que (...) era o”, há uma relação de 
(A) dúvida sobre calçadas sem rampa e acesso para 
cadeirantes à escola. 
(B) oposição entre calçadas sem rampa e acesso para 
cadeirantes à escola. 
(C) comparação entre calçadas sem rampa e acesso 
para cadeirantes à escola. 
(D) explicação sobre as calçadas sem rampa e o 
acesso para cadeirantes à escola. 
 
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Leia o texto a seguir e responda. 
 
Vans escolares podem ser obrigadas a usar cadeirinha 
O Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) 
deve estender a obrigatoriedade do uso da cadeirinha 
para crianças de até 7 anos e meio para o transporte 
escolar. 
A obrigatoriedade, porém, não deverá ocorrer já. 
Isso deve acontecer só quando forem regulamentadas 
as resoluções sobre o transporte escolar em geral, que 
estão sendo discutidas em uma das câmaras temáticas 
do Contran (Conselho Nacional de Trânsito). 
"A regulamentação pode ocorrer a qualquer 
momento, quando terminarem os estudos. Mas não há 
um prazo. Depois disso, os perueiros também terão 
um tempo para adaptar os veículos, assim como 
ocorreu com a população em geral, no caso 
das cadeirinhas, cuja mudança foi aprovada há dois 
anos", explica o diretor do Denatran e presidente do 
Contran, Alfredo Peres da Silva. 
Fonte: Vans escolares podem ser obrigadas a usar cadeirinha. In: UOL 
Educação, 22/04/2010 -09h44. Disponível em: 
http://educacao.uol.com.br/. Acesso em: 30 abr.2010. 
 
A frase em que aparece uma expressão de tempo que 
indica quando poderá ocorrer a regulamentação do 
uso das cadeirinhas é 
(A) “Depois disso, os perueiros também terão um 
tempo para adaptar os veículos”. 
(B) “as resoluções sobre o transporte escolar em 
geral estão sendo discutidas”. 
(C) “mudança foi aprovada há dois anos”. 
(D) “quando terminarem os estudos”. 
 
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Leia o texto abaixo e responda. 
 
CIENTISTAS USAM ÁGUAS-VIVAS PARA GERAR ENERGIA 
SOLAR 
 
Pesquisadores suecos descobriram como utilizar 
a proteína verde-fluorescente (GFP) das águasvivas da 
espécie Aequorea victoria para gerar energia solar. 
A proteína é injetada em um substrato de 
dióxido de silicone, entre dois eletrodos. Quando a luz 
ultravioleta incide sobre o circuito, a GFP absorve 
fótons e emite elétrons, gerando uma corrente 
elétrica. 
Como fonte limpa de energia, eis aí uma boa 
solução. No entanto, é polêmica a decisão de utilizar 
animais para esse propósito. Os cientistas 
alegam que há, atualmente, uma 
superpopulação de águas-vivas – já que elas se 
reproduzem mais em oceanos com maior grau de 
toxidade e de acidez, como os que temos, atualmente, 
devido à alta concentração de carbono no planeta. 
Para os pesquisadores, se usássemos o excesso 
de águas-vivas para produzir energia limpa, 
diminuiríamos as emissões de carbono e, 
consequentemente, conseguiríamos reequilibrar 
a vida nos oceanos. 
http://super.abril.com.br/blogs/planeta/cientistas-usam-aguas-vivas 
 
No trecho “Como fonte limpa de energia, eis aí 
uma boa solução. No entanto, é polêmica a decisão de 
utilizar animais para esse propósito.” (3° parágrafo), o 
segmento em destaque poderia ser substituído sem 
alteração do valor semântico por: 
(A) todavia 
(B) pois 
(C) embora 
(D) logo 
 
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- 
Observe a tirinha a seguir e responda. 
 
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http://super.abril.com.br/blogs/planeta/cientistas-usam-aguas-vivas
D15 – Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto 
marcadas por conjuntos, advérbios, etc. 
 
 
 
 
 
1) No segmento “Ela te falou do macarrão, não foi?” 
(terceiro quadrinho), a palavra em

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