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WBA0935_v1.0 Cuidados paliativos: comfort food e humanização Terapia Nutricional: quando indicar? Nutrição em Cuidados Paliativos Bloco 1 Carolina Lane Alves Farias • Alimentar, utilizar via alternativa para alimentação, não alimentar, suspender a alimentação, como avaliar? Crédito:DanielVilleneuve/ iStock.com. Figura 1 - Tomada de decisão para a alimentação em cuidados paliativos Cuidados Paliativos Fonte: KatarzynaBialasiewicz/ istock.com. Abordagem que visa melhorar a qualidade de vida dos doentes e das suas famílias que enfrentam problemas decorrentes de uma doença incurável e/ou grave e com prognóstico limitado, por meio da prevenção e alívio do sofrimento, com recurso à identificação precoce e tratamento rigoroso dos problemas não só físicos, como a dor, mas também dos psicossociais e espirituais. (OMS, 2007, [n. p.]) Figura 2 - OMS Princípios dos cuidados paliativos • Promover o alívio da dor e de outros sintomas desagradáveis. • Afirmar a vida e considerar a morte como um processo normal da vida. • Não acelerar nem adiar a morte. • Integrar os aspectos psicológicos e espirituais no cuidado do paciente. • Oferecer um sistema de suporte que possibilite ao paciente viver tão ativamente quanto possível até o momento da morte. • Oferecer sistema de suporte para auxiliar os familiares durante a doença do paciente e a enfrentar o luto. • Garantir abordagem multiprofissional para focar as necessidades dos pacientes e seus familiares, incluindo acompanhamento no luto. • Melhorar a qualidade de vida e influenciar positivamente o curso da doença. • Iniciar o mais precocemente possível, juntamente com outras medidas terapêuticas. Princípios dos cuidados paliativos Fonte: Azevedo et al. (2015, [n. p.]) Figura 3 - Papel dos Cuidados Paliativos durante a doença e o luto Planejando o cuidado Para esses pacientes, os componentes essenciais do planejamento do cuidado são: 1. Avaliação completa da causa da redução da ingestão alimentar e hidratação, e qual o potencial em corrigir este distúrbio. 2. Explorar as prioridades do paciente e cuidadores, levando em consideração suas preocupações e expectativas. 3. Suporte multidisciplinar. Planejando o cuidado 3. Comunicação clara entre profissionais, paciente e cuidadores acerca dos benefícios e riscos associados às intervenções. 4. Acordo de metas realistas. 5. Revisão da condição clínica regular. Atenção multidisciplinar • Atuação do nutricionista. • Formação crítica para a tomada de decisão em equipe. • Proporcionar cuidados fundamentados no respeito e na dignidade. Sintomas de impacto nutricional Cuidados Paliativos. Inapetência. Náuseas/ Vômitos. Diarreia/ Constipação. Saciedade precoce. Fonte: elaborada pela autora. Figura 4 - Sintomas de impacto nutricional em cuidados paliativos O que o alimento representa para você? Fonte: Crédito:gustavomellossa/ iStock.com. Figura 5 - Representação da alimentação Indicação da terapia nutricional Ingestão oral insuficiente. Suplementação oral. Nutrição enteral. Nutrição parenteral. Terapia nutricional. Hidratação artificial. Fonte: elaborada pela autora. Figura 6 - Tomada de decisão para a indicação da terapia nutricional Associação Médica Britânica TN é tratamento e dessa forma pertencente ao grupo de medidas paliativas, passíveis, portanto, de recusa ou interrupção. Sociedade Europeia de Nutrição Parenteral e Enteral TN como um tratamento médico para o qual é preciso ter um objetivo definido. Cuidados básicos. Tratamento. Terapia Nutricional: quando indicar? Condutas para a tomada de decisão Bloco 2 Carolina Lane Alves Farias Tomada de decisão Pontos essenciais: 1. Prognóstico da doença. 2. Status funcional. 3. Expectativa de vida. Sintomas presentes, estado nutricional, condições psicológicas e funcionamento do trato gastrointestinal (TGI). Escalas de performance status ECOG ou Zubrod escala Karnofisky escala (KPS) 0 Assintomático e totalmente ativo. 100%, 1 Sintomático, no entanto, ativo. Capaz de desenvolver atividades diárias. 80% a 90%, 2 Prostrado ou em repouso, em menos de 50% do tempo. Necessita de assistência ocasionalmente. 60% a 70%, 3 Prostrado ou em repouso mais de 50% do tempo. Necessita de cuidados parciais da família ou cuidador. 40% a 50%, 4 Prostrado 100% do tempo. Incapacidade total. Necessita cuidados totais da família ou cuidador. 20% a 30%, Escala de Desempenho em Cuidados Paliativos (PPS): 0 – 100%. - Deambulação, atividade e evidência da doença, autocuidado, ingestão alimentar e nível de consciência. Fonte: elaborado pela autora. Quadro 1 - Escala de performance status Alimentação e hidratação Tanto a alimentação quanto a hidratação artificial, requerem três condições: 1. Como indicação de um tratamento médico. 2. Denifição precisa das metas terapéuticas. 3. Consentimento do paciente. Objetivos da Terapia Nutricional • Exposição clara à família. • Reavaliação contínua. Minimizar os sintomas. Melhorar qualidade de vida. Está indicada SNE de longa permanência? Incerto. Avaliação da deglutição. Dieta oral. Baixo. Alto. Dieta oral conforme orientação do fonoaudiólogo. A SNE de longa permanência é compatível com os desejos do paciente/responsável? Sim. Não. Respeite os desejos do paciente e as orientações do fonoaudiólogo para dieta oral. A permanência da SNE prevista é de quatro a seis semanas? Sim. Não. Considere gastro ou jejunostomia. O paciente/ responsável concorda com a SNE? Reavaliações periódicas da deglutição para avaliar a necessidade de dieta enteral. Normal. Risco de aspiração. Não. Sim. Fonte: adaptado de ANCP (2012). Figura 7 - Organograma para a tomada de decisão em nutrição Benefícios. Riscos. • Restrição do paciente. • Diarreia. • Obstrução de sonda. • Retiradas da sonda. Recomendações gerais • Fórmulas padrão. • Sondas de fino calibre. • Aporte normocalórico ou hipocalórico. • Dieta trófica. • Desmame e suspensão da nutrição enteral quando os riscos superarem os benefícios. Terapia nutricional em fim de vida • A introdução da terapia nutricional não traz benefícios ou prolonga a sobrevida. • E em pacientes que já utilizam? • Complicações. • Anorexia fisiológica. • Xerostomia. • Hidratação? Hidratação Fonte: adaptado de Toledo e Castro (2019, p. 308). Argumentos a favor Argumentos contra Fornece uma necessidade humana básica. Interfere na aceitação da condição terminal. Proporciona conforto e evita sintomas da desidratação, como confusão, agitação e irritabilidade neuromuscular. Aumenta a produção de secreções pulmonares, congestão, edema e ascite. Sensação de alívio da sede. Subprodutos gerados pela desidratação, como cetonas, atuam como anestésicos naturais no sistema nervoso central, reduzindo sofrimento. Não antecipa o processo de morte e evita o abandono dos profissionais de saúde. Desnecessária, uma vez que pacientes inconscientes não exprimem sintomas como dor ou sede. Prolonga o sofrimento e o processo de morrer. Quadro 2 - Argumentos contra e a favor da hidratação em fase final de vida Terapia Nutricional: quando indicar? Recomendações para grupos específicos Bloco 3 Carolina Lane Alves Farias Cuidados Paliativos Doenças cardiovasculares. Pacientes críticos. Câncer. Idosos. HIV/ Aids. Neonatal. DPOC. Fonte: elaborada pela autora. Figura 8 - Principais doenças em cuidados paliativos Cuidados Paliativos em Oncologia • A utilização da TN deve ser cuidadosamente ponderada, levando em consideração o prognóstico do paciente, a expectativa de vida e a tolerância, bem como o desejo do paciente e seus familiares. • Expectativa de vida de meses ou anos, a terapia nutricional deve ser indicada visando um aporte nutricional adequado. (INCA, 2021) • Prognóstico reservado, devem ser evitadas medidas invasivas e o cuidado deve ser centrado em um apoio psicossociale existencial. • Pacientes com expectativa de vida menor que um mês, baixa capacidade funcional, sintomas refratários e insuficiências orgânicas, não se beneficiam da utilização da TNE. • Em pacientes que já fazem uso dessas modalidades de alimentação e evoluem para os estágios terminais, a descontinuidade do uso da terapia nutricional dependerá do desejo do paciente e seus familiares. Cuidados Paliativos em Oncologia Cuidados Paliativos em Oncologia • Indicação de gastrostomia para pacientes desnutridos moderados a grave, em tratamento oncológico com duração superior a quatro semanas. • Para pacientes desnutridos grave com câncer avançado e expectativa de vida menos que duas semanas, a gastrostomia não é indicada. (ANCP, 2012) Cuidados Paliativos em Oncologia Quadro 1: indicação de terapia nutricional em pacientes oncológicos em cuidados paliativos Fonte: adaptado de Hui et al. (2015). Estado Nutricional. Expectativa de vida: meses ou mais. Pacientes em tratamento neoplásico; estado de pré- caquexia ou caquexia. Expectativa de vida: dia a semanas. Pacientes com câncer progressivo sem opções de tratamento; estado de caquexia refratária. Redução da ingestão oral e capacidade absorção normal. Manter ingestão oral e considerar a utilização de suplementos nutricionais. Manter ingestão oral e considerar a utilização de suplementos nutricionais. Comprometimento da ingestão oral devido presença de mucosite, disfagia, odinofagia, entre outros, e capacidade de absorção normal. Considerar a nutrição enteral. Medidas conservadoras. Considerar hidratação parenteral. Nutrição artificial não é recomendada. Capacidade de absorção comprometida. Considerar a nutrição parenteral. Medidas conservadoras. Considerar hidratação parenteral. Nutrição artificial não é recomendada. Quadro 3 - Indicação de terapia nutricional em pacientes oncológicos em cuidados paliativos Cuidados Paliativos em Oncologia • Intervenções nutricionais somente após considerar, junto ao paciente, o prognóstico da doença e ambos os benefícios esperados na qualidade de vida e potencialmente sobrevivência, bem como a carga associada aos cuidados nutricionais. • Pacientes terminais: tratamento baseado no conforto. Nutrição artificial não fornecerá benefício para a maioria dos pacientes. Contudo, em estados confusionais agudos, sugere-se o uso de hidratação curta e limitada para descartar desidratação como causa precipitante. • Sobrevida esperada na faixa de poucas a várias semanas: Medidas devem ser não invasivas e, principalmente, voltadas para o suporte psicossocial e existencial. (ESPEN, 2021) Cuidados Paliativos em idosos • Preconiza a alimentação para conforto. • Prioriza a qualidade de vida do paciente. • Não é objetivo da nutrição atingir as necessidades nutricionais do doente nessas condições, mas fornecer a alimentação que proporcione conforto ao paciente. • Em situações em que a terapia nutricional seja indicada, deve ser iniciada precocemente e considerar a previsão do tempo de uso para a escolha da via de administração. (ESPEN, 2019) • A utilização da terapia nutricional deve sempre estar de acordo com as metas do cuidado paliativo como um todo. • A suspensão dessas medidas pode ocorrer sempre que tais objetivos não forem alcançados. • Recomenda-se que pacientes idosos não sejam mantidos restritos ao leito para a realização da terapia nutricional, uma vez que tal prática pode agravar quadros de demência e trazer prejuízos ao paciente. Cuidados Paliativos em idosos Cuidados Paliativos em demência avançada INFLAMAÇÃO ANOREXIA DESNUTRIÇÃO SARCOPENIA FRAGILIDADE CAQUEXIA DEMÊNCIA Envelhecimento. Doenças crônicas. Doenças agudas. Polifarmácia. Fonte: adaptada de Minaglia et al. (2019). Figura 9 - Causas da desnutrição em demência avançada Cuidados Paliativos em demência avançada • Decisão a favor ou contra nutrição e hidratação artificial deve ser individual, olhando ao prognóstico geral e preferências do paciente. • Alimentação por sonda, por um período limitado de tempo em doentes com demência leve ou moderada, para superar uma intercorrência com ingestão oral marcadamente insuficiente. (ESPEN, 2015) • Não se recomenda o início da alimentação por sonda em doentes com demência grave. • Fluidos parentéricos por um período limitado de tempo em períodos de ingestão insuficiente de líquidos para superar uma intercorrência. • Não se recomenda o uso de nutrição artificial (nutrição entérica, nutrição parentérica e fluidos parenterais) na fase terminal da vida. Cuidados Paliativos em demência avançada Teoria em Prática Bloco 4 Carolina Lane Alves Farias Teoria em prática Paciente M. D. A, 93 anos, viúva, aposentada, internada em um hospital geral após queda de própria altura, com consequente fratura de seios paranasais. A paciente é portadora de diabetes mellitus, Parkinson e Alzheimer avançado. Previamente à internação, apresentava dependência parcial para as atividades de vida diária (AVD) e se alimentava via oral com dieta em consistência sólida, com queixas de hiporexia, nos últimos dois meses, e perda ponderal de 10% do peso usual. Ao longo da internação, evoluiu com redução significativa da ingestão alimentar por inapetência, aceitando quantidade mínimas de dieta. Após duas semanas de internação, passou a apresentar rebaixamento do nível sensório e períodos de delirium. Na avaliação com a fonoaudióloga, constatou-se que paciente apresentava alto risco de broncoaspiração com a ingestão da dieta via oral, devido às oscilações do nível de consciência. Acompanhante questiona diariamente equipe, pois acredita que a mãe morrerá de fome. Durante a internação, a idosa apresentou diversos quadros de infecção. O procedimento cirúrgico foi contraindicado devido à idade avançada e riscos inerentes ao procedimento. Dessa forma, optou-se pelo tratamento conservador e encaminhamento à equipe de cuidados paliativos. Teoria em prática Diante da situação-problema exposta, existe indicação da terapia nutricional para esta paciente? Em caso positivo, o que deve ser considerado para a tomada de decisão? Reflita... Avaliação do grau de dependência do idoso Normalmente Falo sem ajuda (2 pontos) Falo com alguma ajuda (1 ponto) Não consigo fazer de forma alguma (0 pontos) Não responde Pode se alimentar? Pode se vestir e despir? Pode cuidar de sua própria aparência: se pentear ou barbear? Pode caminhar próximo de sua casa? Pode se deitar e levantar da cama? Pode tomar banho? Total da pontuação Somatório de pontos de cada coluna 12 pontos = total independência. 8 pontos = dependência parcial. 4 pontos =dependência importante. 0 pontos = dependência total. Fonte: elaborado pela autora. Quadro 4 - Escala de avaliação das atividades de vida diária – Katz Avaliação do estado nutricional • Hiporexia mais perda ponderal. Período Perda moderada (%) Perda grave (%) Uma semana. 1 a 2. >2. Um mês. <5. >5. Três meses. <7,5. >7,5. Seis meses. <10. >10. Fonte: elaborado pela autora. Quadro 5 - Classificação da perda ponderal Equipe multiprofissional • Fonoaudióloga alto risco de broncoaspiração. • Alteração da consistência da alimentação. • Uso de suplementos orais. • Indicação de via alternativa de alimentação. Terapia Nutricional • Tomada de decisão. • Expectativa de vida. • Performance status. • Ingestão alimentar. • Tempo de uso esperado da alimentação artificial. Reflita sobre a seguinte situação • A indicação do uso de terapia nutricional em cuidados paliativos deve ser sempre uma decisão tomada em conjunto com o paciente e seus familiares e/ou cuidadores. Em situações em que tal procedimento não seja aceito ou contraindicado, recomenda-se priorizar a alimentação via oral conforme a aceitação. Nesse sentido, como o profissional nutricionista pode atuar e qual o objetivo da alimentação nesses casos? Norte para a resolução...• A alimentação deve priorizar o conforto do paciente. • Orienta-se o consumo dos alimentos preferidos do paciente, mesmo que em pequenas porções, bem como o consumo daqueles alimentos que tragam alguma memória afetiva ao paciente. • O objetivo da alimentação, nesses casos, não é atingir as necessidades nutricionais e deve sempre ser respeitada as vontades do paciente. Por meio da alimentação, alguns sintomas podem ser minimizados, como exemplo, as náuseas ou diarreia. Dica do (a) Professor (a) Bloco 5 Carolina Lane Alves Farias Dica do (a) Professor (a) Dica de leitura: ACADEMIA NACIONAL DE CUIDADOS PALIATIVOS. Posicionamento ANCP Nutrição e hidratação em pacientes portadores de demência fase avançada. São Paulo, 2020. Referências ACADEMIA NACIONAL DE CUIDADOS PALIATIVOS. Posicionamento ANCP Nutrição e hidratação em pacientes portadores de demência fase avançada. São Paulo, 2020. ACADEMIA NACIONAL DE CUIDADOS PALIATIVOS. Manual de Cuidados Paliativos. Rio de Janeiro, 2012. AZEVEDO, D.; TOMMASO, A. B. G.; BURLÁ, C. et al. Vamos falar de Cuidados Paliativos. São Paulo: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 2015. BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional do Câncer José de Alencar Gomes da Silva (INCA). Cuidados paliativos: vivências e aplicações práticas do Hospital do Câncer IV. Rio de Janeiro, 2021. Disponível em: https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document //cuidados_paliativos_vivencias_e_aplicacoes_praticas_do_hc_iv.pdf. Acesso em: 2 fev. 2022. •. Referências CORRÊA, P. H.; SHIBUYA, E. Administração da terapia nutricional em cuidados paliativos. Rev Bras de Cancerologia, p. 53(3):317-323, 2007. CONSELHO NACIONAL DE SECRETÁRIOS DE SAÚDE. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Especializada à Saúde/SAES. Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e de Urgência/DAHU. Coordenação Geral de Atenção Hospitalar e Domiciliar/CGAHD CONASS. Conselho Nacional de Secretários de Saúde Sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sírio Libanês. Manual de Cuidados Paliativos. São Paulo, 2020. Disponível em: https://www.conass.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Manual- CuidadosPaliativos-versa%CC%83o-final-1.pdf. Acesso em: 2 fev. 2022. CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO (CRMESP). Cuidado Paliativo. São Paulo, 2008. •. Referências DRUML, C.; BALLMER, P. E.; DRUML, W. et al. ESPEN Guidelines on ethical Aspects of Artificial Nutrition and Hydration. Clinical Nutrition, 2016. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26923519/. Acesso em: 3 fev. 2022. HUI, D.; DEV, R.; BRUERA E. The last days of life: symptom burden and impact on nutrition and hydration in cancer patients. Curr Opin Support Palliat Care, 9(4):346-54, 2015. MINAGLIA, C.; GIANNOTTI, C.; BOCCARDI, V. et al. Cachexia and advanced dementia. Journal of cachexia, sarcopenia and muscle, 10(2), p. 263-277, 2019. PINHO, N. B. I. Consenso Brasileiro de Nutrição Oncológica da SBNO. Rio de Janeiro, 2021. TOLEDO, D.; CASTRO, M. Terapia Nutricional em UTI. 2. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2019. •. Referências VOLKERT D. et al. ESPEN guidelines on nutrition in dementia. Clinical Nutrition, 34(6):1052-73, 2015. VOLKERT, D.; BECK, A. M.; CEDERHOLM, T. et al. ESPEN Guideline on Clinical Nutrition and Hydration in Geriatrics. Clinical Nutrition, 38(1), p. 10-47, 2019. •. Bons estudos! Cuidados paliativos: comfort food e humanização Terapia Nutricional: quando indicar? Número do slide 3 Cuidados Paliativos Princípios dos cuidados paliativos Princípios dos cuidados paliativos Número do slide 7 Planejando o cuidado Planejando o cuidado Atenção multidisciplinar Sintomas de impacto nutricional Número do slide 12 Indicação da terapia nutricional Número do slide 14 Terapia Nutricional: quando indicar? Tomada de decisão Escalas de performance status Alimentação e hidratação Objetivos da Terapia Nutricional Número do slide 20 Número do slide 21 Recomendações gerais Terapia nutricional em fim de vida Hidratação Terapia Nutricional: quando indicar? Cuidados Paliativos Cuidados Paliativos em Oncologia Cuidados Paliativos em Oncologia Cuidados Paliativos em Oncologia Cuidados Paliativos em Oncologia Cuidados Paliativos em Oncologia Cuidados Paliativos em idosos Cuidados Paliativos em idosos Cuidados Paliativos em demência avançada Cuidados Paliativos em demência avançada Cuidados Paliativos em demência avançada Teoria em Prática Teoria em prática Teoria em prática Reflita... Avaliação do grau de dependência do idoso Avaliação do estado nutricional Equipe multiprofissional Terapia Nutricional Reflita sobre a seguinte situação Norte para a resolução... Dica do (a) Professor (a) Dica do (a) Professor (a) Referências Referências Referências Referências Bons estudos!