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6 
 
8 
 
 
8 
 
 
 EDSON DOS SANTOS BISPO
 BRUNA CRISTINA GONCALVES
EFEITOS DA TERAPIA CRANIOSSACRAL NOS
SINTOMAS DOLOROSOS E QUALIDADE DE VIDA EM PORTADORES DE FIBROMIALGIA
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como parte dos requisitos para a obtenção de Especialização em Osteopatia. 
Orientador: Prof Dr Thiago Lopes Barbosa de Morais
2021
EDSON DOS SANTOS BISPO
BRUNA CRISTINA GONCALVES
EFEITOS DA TERAPIA CRANIOSSACRAL NOS 
SINTOMAS DOLOROSOS E QUALIDADE DE VIDA EM PORTADORES DE FIBROMIALGIA 
Folha de Aprovação
01 de janeiro de 2021
________________________________________________
Orientador: Prof Dr Thiago Lopes Barbosa de Morais
NOTA: 
________________________________________________
Aluno: Edson dos Santos Bispo
_______________________________________________
Aluno: Bruna Cristina Goncalves
RESUMO
Avaliar os efeitos da terapia craniossacral nos sintomas dolorosos e qualidade de vida nos pacientes portadores de fibromialgia atendidos na clínica de fisioterapia da UNIP (Universidade Paulista), campus de São José do Rio Preto - SP. Método: foram formados dois grupos de fibromiálgicos, sendo um de controle que não receberam a intervenção continuando com tratamento convencional e outro grupo experimental, que além do tratamento convencional em andamento, receberam a intervenção terapêutica manual, com autorização previa do responsável pelo paciente e mediante assinatura dos participantes do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Foram aplicados os questionários SF-36 (Medical Outcomes Study 36 – Item Short - Form Health Survey) de qualidade de vida e Escala Visual Analógica de dor antes e após a intervenção terapêutica não invasiva em ambos os grupos. Resultados: foram constatadas, significativas diferenças entre a evolução do grupo experimental para com o grupo de controle através de análise de dados e estatísticas. Conclusão: A técnica craniossacral demonstrou eficácia benéfica significativa como intervenção terapêutica para portadores de fibromialgia. 
Palavras chave: Fisioterapia. Craniossacral. Fibromialgia. Qualidade de vida..
ABSTRACT
To evaluate the effects of craniosacral therapy on painful symptoms and quality of life in patients with fibromyalgia treated at the physiotherapy clinic of UNIP (University Paulista), São José do Rio Preto - SP campus. Method: Two groups of fibromyalgics were formed, one of which was not receiving the intervention, continuing with conventional treatment and another experimental group, which in addition to the conventional treatment in progress, received the manual therapeutic intervention, with prior authorization from the patient's signature of the participants of the Informed Consent Form (TCLE). Quality of life questionnaires SF-36 (Medical Outcomes Study 36) and Visual Analog Pain Scale were applied before and after the non-invasive therapeutic intervention in both groups. Results: significant differences were observed between the evolution of the experimental group and the control group through data analysis and statistics. Conclusion: The craniosacral technique demonstrated significant beneficial efficacy as a therapeutic intervention for patients with fibromyalgia. 
Keywords: Physiotherapy. Craniosacral. Fibromyalgia. Quality of life. 
SUMÁRIO
Folha De Aprovação......................................................................................2
Página De Apresentação................................................................................3
Resumo..........................................................................................................3
Abstract..........................................................................................................3
Introdução......................................................................................................5
Métodos.........................................................................................................7
Resultados..................................................................................................... 8
Discussão......................................................................................................10
Conclusão.....................................................................................................11
Referências...................................................................................................11
ANEXOS......................................................................................................13
 
 
6 
 
INTRODUÇÃO 
A fibromialgia (FM), segundo estudos epidemiológicos, é uma doença crônica relevante por causar diminuição na qualidade de vida com prevalência na população geral de 2,5% a 5%, o que implica também um impacto para a sociedade com gastos diretos e indiretos, ela acomete mais mulheres que homens em 90%. Definida de etiologia desconhecida, a FM é diagnosticada clinicamente, por critérios específicos estabelecidos pelo Colégio Americano de Reumatologia revisados; associando dor crônica generalizada grave ou moderada, fadiga, perturbação do sono e disfunção cognitiva, ambos ou alguns destes combinados com duração de três meses além da ausência de outro distúrbio que explicaria tais sintomas. (1–4) 
Dentre as consequências da fibromialgia estão associados maior incidência de comorbidades e diferentes domínios nos comprometimentos cognitivos de estados de humor, tais como depressão, ansiedade, transtornos de personalidade e humor, que podem explicar a heterogeneidade entre os estudos, afetando ainda mais a qualidade de vida desses pacientes. (5) 
Assim, embora não haja cura para a FM, a abordagem terapêutica inclui os tratamentos que combinam abordagens multidisciplinares incluindo drogas, exercícios, terapia cognitiva comportamental e educação em saúde. Ressalta-se o exercício aeróbio moderado sendo atualmente recomendado como parte do tratamento padrão para a gestão de FM. No entanto, muitos pacientes têm dificuldades de executar e aderir programas de exercícios devido a flutuações nos sintomas, e permanecem inaptos por falta de eficácia, toxicidade ou intolerância à droga. (6) 
Nesse contexto, novas abordagens terapêuticas de baixo risco devem ser estimuladas, pesquisadas e são necessárias para a redução da dor musculoesquelética crônica e melhora da capacidade física e psicológica. Assim o presente estudo tem como objetivo avaliar os efeitos da terapia craniossacral nos sintomas dolorosos e qualidade de vida nos portadores de FM. 
Anatomicamente o Sistema Craniossacral (SC) é definido pelas seguintes estruturas: Membranas Meníngeas (MM), estruturas ósseas às quais as MM se fixam, tecidos conjuntivos não ósseos que estão intimamente relacionadas às MM, fluido cerebroespinhal, e todas as estruturas relacionadas à produção, reabsorção e contenção do fluido cerebroespinhal. (7) 
Fisiologicamente o SC está intimamente relacionado com: sistema nervoso, 
sistema musculo esquelético, sistema vascular, sistema linfático, sistema endócrino e sistema respiratório. Anormalidades estruturais e funcionais de quaisquer desses sistemas pode influenciar o SC, o contrário, necessariamente terão efeitos profundos. (7) 
O SC é particularizado num movimento rítmico, nos humanos, está entre 6 e 12 ciclos por minuto, (diferente do ritmo alfa do cérebro entre 8 e 12 ciclos por segundo), pode ser palpado prontamente na cabeça entretanto pode ser percebido por todo o corpo. Em situações patológicas, observamos frequências de ritmos craniossacral menores que 6 e maiores que 12 por minutos. J. Upledger7 (1979), em um estudo de longa duração, examinou vários casos de coma no Loewenstein Institute for Neuropatholoy em Ra’anana, Israel e observou alterações no ritmo craniossacral palpando na cabeça dos pacientes correspondentes aos diagnósticos respectivos. Observaram-se crianças hiperativas com ritmos rápidos, bem como pacientes com doenças agudas com febre. Pacientes doentes com cérebro danificado com frequência mostramritmos baixos, entre outras confirmações de diagnósticos neuropatológicos centrais e periféricos alterando o ritmo craniossacral. (7) 
O movimento do sacro interage ritmicamente com alargamento e estreitamento da dimensão transversal da cabeça. Quando a cabeça se alarga, o vértice do sacro move anteriormente, que dá se o nome de flexão do SC, na contraparte da flexão é a extensão, na qual a cabeça se estreita na sua direção transversa, a base do sacro se move na direção anterior e o vértice do sacro na direção posterior. Durante a flexão todo corpo gira externamente e se alarga e na extensão o corpo gira internamente se estreitando ligeiramente, podendo serem palpados nos pés, tornozelos, coxas, pelves, tórax, braços enfim, por todo corpo. O ciclo completo do ritmo craniossacral se dá com uma fase de flexão e extensão completas. Existe ainda a zona neutra de relaxamento entro o fim e o início de cada ciclo. (7) 
Informações de diagnósticos e prognósticos podem ser obtidas palpando o ritmo craniossacral, verificando frequência, amplitude, simetria e qualidade. A baixa amplitude indica baixa resistência do paciente, logo maior suscetibilidade a doenças. A assimetria pode indicar problemas patológicos e ou local do corpo. (7) A produção de fluido cérebro-espinhal existe sob o controle homeostático. Esse mecanismo de pressão faz com que o sistema ventricular do cérebro dilate e contraia respondendo as mudanças de pressão do fluido cérebro-espinhal. (7) Seguindo o padrão normal dos ciclos do ritmo craniossacral, os movimentos palpatórios suavemente irão acompanha-lo e evitar o retorno de uma posição extrema ao longo do seu caminho usual (patológico), que poderá estremecer, pulsar ou oscilar de acordo com a patologia, resistindo suavemente tornando as mãos terapeutas imóveis apenas e encoraja-lo a descobrir novas rotas fisiológicas, estimulando assim o still point (ponto de quietude) induzido pela resistência do terapeuta, que desliga o ritmo craniossacral, liberando assim mobilidade adicional ao SC com alcance do still point que tudo relaxa, a dor desaparece e a disfunção somática craniossacral, restaurando a simetria, amplitude e frequência o mais próximo possível do padrão de normalidade. (7) 
 
MÉTODO 
O presente estudo foi submetido e aprovado pelo Comitê de Ética, devidamente de acordo com a resolução nº 196/96. Posteriormente, foram convidados a participarem voluntariamente, todos pacientes com diagnóstico médico de fibromialgia em tratamento, atendidos na clínica de fisioterapia da UNIP (Universidade Paulista), campus de São José do Rio Preto - SP, foram informados acerca dos objetivos e métodos do presente estudo experimental qualitativo longitudinal prospectivo, bem como sua negativa não implicariam prejuízos no resultado do atual tratamento e demais devidos esclarecimentos para assinarem o TCLE. 
Posteriormente, foram formados dois grupos de fibromiálgicos, sendo um de controle que não recebera a intervenção e outro grupo experimental que recebera a intervenção, ambos os grupos com pacientes adultos e idosos de São José do Rio Preto - SP e região, que continuaram com o tratamento fisioterapêutico em andamento nas clinicas escolas da Universidade Paulista- Campus Av. presidente J. Kubitschek. 
Por entrevista individual, foram coletados os dados pessoais, informações demográficas, quadro clínico e parâmetros de acompanhamento e aplicado os questionários 
SF-36 (8) (Medical Outcomes Study 36 – Item Short - Form Health Survey) de qualidade de vida. Foram exclusos os pacientes que possuíam histórico clinico de aneurisma ou hemorragias intracranianas, sendo a contraindicação da aplicação da técnica a ser usada nesta pesquisa, os que não predispuseram do tempo hábil e condições pessoais de prosseguir com a pesquisa de acordo com o TCLE assinado de acordo com resolução 466/13 CNS. 
Todos pacientes voluntários participantes desta pesquisa foram divididos em dois grupos de portadores de fibromialgia. O grupo controle continuou com o tratamento em andamento que consistiu em hidroterapia, cinesioterapia em solo, eletroterapia com TENS (estimulação elétrica nervosa transcutânea), infravermelho e ultrassom e ainda recursos terapêuticos manuais clássicos e também com tratamento medicamentoso já prescrito medicamente com analgésicos, antidepressivos e indutores de sono. 
Em seguida da avaliação inicial, foram aplicadas as sessões interventivas no grupo experimental. Foram realizadas reavaliações em todos participantes da pesquisa, com os mesmos questionários usados na avaliação inicial já citada a cima. 
O questionário de qualidade de vida SF-36, foi traduzido e validado em português por Ciconelli (1997), é constituído de 36 itens, fornecendo pontuações em oito dimensões da QV, como: Capacidade Funcional (CF), Aspectos Físicos (AF), Dor Física (DF), Estado Geral de Saúde (SG), Vitalidade (VT), Limitações Sociais (LS), Limitações Emocionais 
(LE) e Aspectos Mentais (AM). (8) 
O protocolo de intervenção foi de 6 sessões da técnica craniossacral com durações de 10 minutos de aplicação durante o tempo e horário já habituais do tratamento convencional continuado. A técnica foi aplicada com o participante em decúbito dorsal, enquanto o fisioterapeuta estará posicionado atrás da cabeça do paciente de forma a fazer contato com as regiões hipotênares de suas mãos nos côndilos occipitais do paciente. Nesta posição, com movimentos suaves o fisioterapeuta acompanha o ritmo craniossacral de forma a permitir novas rotas fisiológicas e estimulando assim o still point ou ponto de quietude, liberando assim mobilidade adicional ao Sistema Craniossacral. (7) 
 
RESULTADOS 
Participaram do presente estudo 14 indivíduos entre 20 e 74 anos de idade, todos do gênero feminino. Dessas, 7 concluíram o protocolo de controle e 7 concluíram o protocolo experimental do presente estudo, ambos os grupos com avaliações iniciais e reavaliações finais com questionário de qualidade de vida SF-36. (8) 
Os valores resultantes do questionário de qualidade de vida SF-36 antes e após do 
grupo controle estão representados na tabela 1. 
 
 
 
 
Tabela 1 – Médias das Avaliações do Grupo Controle. 
	SF-36 
	PRÉ 
	PÓS 
	Evolução 
	Aspectos Físicos (AF) 
	24% 
	38% 
	14% 
	Capacidade Funcional (CF) 
	10% 
	43% 
	33% 
	Vitalidade (VT) 
	31% 
	47% 
	16% 
	Limitações Emocionais (LE) 
	53% 
	53% 
	0% 
	Limitações Sociais (LS) 
	39% 
	50% 
	11% 
	Dor Física (DF) 
	32% 
	40% 
	8% 
	Estado Geral de Saúde (SG) 
	41% 
	43% 
	2% 
	Aspectos Mentais (AM) 
	57% 
	61% 
	4% 
Nota: evolução constatada exceto no aspecto LE. 
 	 
Na tabela 2 estão representados os valores resultantes do questionário de qualidade de vida SF-36 antes e após do grupo experimental. 
 
Tabela 2 – Médias das Avaliações do Grupo Experimental. 
	SF-36 
	PRÉ 
	PÓS 
	Evolução 
	Aspectos Físicos (AF) 
	30% 
	43% 
	13% 
	Capacidade Funcional (CF) 
	10% 
	51% 
	41% 
	Vitalidade (VT) 
	44% 
	54% 
	10% 
	Limitações Emocionais (LE) 
	55% 
	64% 
	9% 
	Limitações Sociais (LS) 
	46% 
	61% 
	15% 
	Dor Física (DF) 
	27% 
	48% 
	21% 
	Estado Geral de Saúde (SG) 
	46% 
	56% 
	10% 
	Aspectos Mentais (AM) 
	32% 
	61% 
	29% 
Nota: evolução constatada em todos os aspectos. 
 
Notam-se nos resultados de evolução do grupo experimental valores significativamente maiores que os resultados do grupo controle, exceto no aspecto físico que elucida 1% a mais de evolução no grupo controle. 
A relevante significativa dos resultados se deu com a análise estatística descritiva e o teste t representados na tabela 3. 
 
 
 
 
 
 
Tabela 3 - Analise de dados estatísticos. 
	SF-36-Qualidade de Vida 
	Média Pré+D.Padrão 
	Média Pós+D.Padrão 
	P(TEstado Geral de Saúde (SG) 
	0,435 ± 0,123 
	0,496 ± 0,188 
	
	Aspectos Mentais (AM) 
	0,446 ± 0,312 
	0,607 ± 0,254 
	
	Resultado 
	0,36 ± 0,24 
	0,507 ± 0,232 
	6,45929E-11 
Nota: Foram analisados descritivamente os valores dos aspectos de qualidades de vida apresentados acima em média e desvio padrão com comparação entre os grupos pelo Teste T: duas amostras em par de médias. 
 
DISCUSSÃO 
O presente estudo identificou através do questionário de qualidade de vida SF-368 que o grupo submetido à terapia craniossacral obteve efeitos benéficos maiores nos aspectos de dor, emocional, mental e social em relação ao grupo controle que se fez equivalente benéfico apenas no aspecto de dor. Tais resultados apresentam-se em concordância com estudo de (9) Matar et. Al. 9 (2011) em que oitenta e quatro pacientes com diagnóstico de fibromialgia foram aleatoriamente designados para um grupo de intervenção (terapia craniossacral) ou grupo placebo (tratamento simulado com ultrassom desconectado) e constataram melhora significativa de qualidade de vida dos participantes experimentais. 9 
É importante lembrar que o tratamento convencional melhora as contraturas e tensões musculares, a dor e capacidade física, no aumento do bem estar e na qualidade de vida, contudo associado à terapia craniossacral pode-se aumentar todos estes aspectos potencialmente já que as pacientes submetidas ao experimento apresentaram maior percentual de evolução de acordo com a pontualidade imposta pelo questionário de qualidade de vida SF-36 8 convergente com o estudo de Klahr et. Al. 10 (2011) com 15 mulheres, com fibromialgia. Sendo que 5 foram submetidas apenas a fisioterapia convencional e 10 com associação à 2 sessões de terapia craniossacral por semana, por 7 semanas. Sendo avaliada a dor, qualidade de vida, capacidade funcional e SNA e concluíram que associação das duas intervenções de tratamento potencializa, acelera e mantem a evolução destas por período da terapia. 10 
O presente estudo destaca-se pela contribuição à melhora da qualidade de vida observada pelo SF-36, utilizando-se de uma técnica não invasiva, de fácil execução que requer curto período de tempo para sua aplicação. Entretanto, cabe apontar uma importante limitação que consistiu em não ter sido feito o acompanhamento em relação das dosagens da terapia medicamentosa, tendo em vista apontamentos realizados pelos próprios participantes, enobrecendo o estudo de Klahr et. Al. 10 (2011), que foi feito o acompanhamento da quantidade dos medicamentos diminuída de acordo com as evoluções terapêuticas convencionais e complementar experimental. 10 Os efeitos positivos da terapia craniossacral estão correlacionados em grande fração com a capacidade individual de autocorreção de cada paciente. 11 
 
CONCLUSÃO 
O presente estudo apontou que a técnica craniossacral constitui intervenção terapêutica benéfica a portadores de fibromialgia, assim estudos semelhantes incluindo análise comparativa em relação aos tipos e dosagens da terapia medicamentosa. 
 
 
REFERÊNCIA 
1. Bernadete M, Oliveira R De, Piras PH, Gomes C, Oliveira T De, Psiquiatria P De. O uso do Mini-Exame do estado Mental colabora no tratamento da fibromialgia. 2018;23(1):108–16. 
2. Lawson VH, Grewal J, Hackshaw K V., Mongiovi PC, Stino AM. Fibromyalgia syndrome and small fiber, early or mild sensory polyneuropathy. Muscle Nerve [Internet]. 2018 Apr 26;1–6. Available from: http://doi.wiley.com/10.1002/mus.26131 
3. Welsch P, Üçeyler N, Klose P, Walitt B, Häuser W. Serotonin and noradrenaline reuptake inhibitors (SNRIs) for fibromyalgia [Internet]. Vol. 2018, Cochrane Database of Systematic Reviews. John Wiley & Sons, Ltd; 2018 [cited 2018 Jun 1]. Available from: http://doi.wiley.com/10.1002/14651858.CD010292.pub2 
4. Ribeir UDE, Polimorfismo DO, Gene DO, Percep INA. Maira regina de souza. 2014; 
5. Wu Y-L, Huang C-J, Fang S-C, Ko L-H, Tsai P-S. Cognitive Impairment in Fibromyalgia: A Meta-Analysis of Case-Control Studies. Psychosom Med [Internet].
	 	2018 	Jun;80(5):432–8. 	Available 	from: 
http://insights.ovid.com/crossref?an=00006842-201806000-00005 
6. Wang C, Schmid CH, Fielding RA, Harvey WF, Reid KF, Price LL, et al. Effect of tai chi versus aerobic exercise for fibromyalgia: Comparative effectiveness randomized controlled trial. BMJ [Internet]. 2018 Mar 21 [cited 2018 Apr 29];360:k851. Available from: http://www.bmj.com/lookup/doi/10.1136/bmj.k851 
7. Upledger, John E., Vredevoogd JD. Terapia Craniossacral. 2011. 411 p. 
8. Silva GE, Nunes de Araujo MA, Perez F, Souza JC. Qualidade de vida do paciente renal crônico em tratamento hemodialítico em Dourados – MS - DOI: http://dx.doi.org/10.15603/2176-0969/pi.v15n15p99-110. Psicólogo inFormação [Internet]. 2012 [cited 2018 Jun 6];15(15):99–110. Available from: https://www.metodista.br/revistas/revistasims/index.php/PINFOR/article/viewFile/3172/3039 
9. Matar GA, Mar A, Garc GC, Moreno-lorenzo C, Zafra O. Influence of Craniosacral Therapy on Anxiety , Depression and Quality of Life in Patients with Fibromyalgia. 
2011;2011(1996). 
 
10. Klahr, Patrícia Silva, Bittencourt, Darlene Costa, Bonamigo EC. A influência da Terapia Craniossacral na qualidade de vida de pacientes com fibromialgia. Rev Ter Man Fisioter Manip [Internet]. 2011;9:366. Available from: patrícia.klahr@gmail.com 
11. DAVIS, Carol M. Fisioterapia e reabilitação: terapias complementares. Rio de 
Janeiro: Guamabara Koogan, 2006, p 65-80 
ANEXOS 
ANEXO 1 
VERSÃO BRASILEIRA DO QUESTIONÁRIO DE QUALIDADE DE VIDA-SF-36 
NOME:________________________________________________________________________ IDADE: ______________________SEXO:___________________________________________ FUNÇÃO EXERCIDA NO TRABALHO: ____________________________________________ HÁ QUANTO TEMPO EXERCE ESSA FUNÇÃO:____________________________________ 
Instruções: Esta pesquisa questiona você sobre sua saúde. Estas informações nos manterão informados de como você se sente e quão bem você é capaz de fazer atividades de vida diária. Responda cada questão marcando a resposta como indicado. Caso você esteja inseguro em como responder, por favor, tente responder o melhor que puder. 
 
1- Em geral você diria que sua saúde é: 
	Excelente 
	Muito Boa 
	Boa 
	Ruim 
	Muito Ruim 
	1 
	2 
	3 
	4 
	5 
 
2- Comparada há um ano atrás, como você se classificaria sua idade em geral, agora? 
	Muito Melhor 
	Um Pouco Melhor 
	Quase a Mesma 
	Um Pouco Pior 
	Muito Pior 
	1 
	2 
	3 
	4 
	5 
 
3- Os seguintes itens são sobre atividades que você poderia fazer atualmente durante um dia comum. Devido à sua saúde, você teria dificuldade para fazer estas atividades? Neste caso, quando? 
 
	 
Atividades 
	Sim, dificulta muito 
	Sim, dificulta um pouco 
	Não, não dificulta de 
modo algum 
	a) Atividades Rigorosas, que exigem muito esforço, tais como correr, levantar objetos pesados, participar em esportes árduos. 
	 
1 
	 
2 
	 
3 
	b) Atividades moderadas, tais como mover uma mesa, passar aspirador de pó, jogar bola, varrer a casa. 
	 
1 
	 
2 
	 
3 
	c) Levantar ou carregar mantimentos 
	1 
	2 
	3 
	d) Subir vários lances de escada 
	1 
	2 
	3 
	e) Subir um lance de escada 
	1 
	2 
	3 
	f) Curvar-se, ajoelhar-se ou dobrar- se 
	1 
	2 
	3 
	g) Andar mais de 1 quilômetro 
	1 
	2 
	3 
	h) Andar vários quarteirões 
	1 
	2 
	3 
	i) Andar um quarteirão 
	1 
	2 
	3 
	j) Tomar banho ou vestir-se 
	1 
	2 
	3 
 
4- Durante as últimas 4 semanas, você teve algum dos seguintes problemas com seu trabalho ou com alguma atividade regular, como consequência de sua saúde física? 
	 
	Sim 
	Não 
	a) Você diminui a quantidade de tempo que se dedicava ao seu trabalho ou a outras atividades? 
	1 
	2 
	b) Realizou menos tarefas do que você gostaria? 
	1 
	2 
	c) Esteve limitado no seu tipo de trabalho ou a outras atividades. 
	1 
	2 
	d) Teve dificuldade de fazer seu trabalho ou outras atividades (p. ex. necessitou de um esforço extra). 
	1 
	2 
 
5- Durante as últimas 4 semanas, você teve algum dos seguintes problemas com seu trabalho ou outraatividade regular diária, como consequência de algum problema emocional (como se sentir deprimido ou ansioso)? 
	 
	Sim 
	Não 
	a) Você diminui a quantidade de tempo que se dedicava ao seu trabalho ou a outras atividades? 
	1 
	2 
	b) Realizou menos tarefas do que você gostaria? 
	1 
	2 
	c) Não realizou ou fez qualquer das atividades com tanto cuidado como geralmente faz. 
	1 
	2 
 
6- Durante as últimas 4 semanas, de que maneira sua saúde física ou problemas emocionais interferiram nas suas atividades sociais normais, em relação à família, amigos ou em grupo? 
	De forma nenhuma 
	Ligeiramente 
	Moderadamente 
	Bastante 
	Extremamente 
	1 
	2 
	3 
	4 
	5 
	 
7- Quanta dor no corpo você teve durante as últimas 4 semanas? 
	
	Nenhuma 
	Muito leve 
	Leve 
	Moderada 
	Grave 
	Muito grave 
	1 
	2 
	3 
	4 
	5 
	6 
8- Durante as últimas 4 semanas, quanto a dor interferiu com seu trabalho normal (incluindo o trabalho dentro de casa)? 
	De maneira alguma 
	Um pouco 
	Moderadamente 
	Bastante 
	Extremamente 
	1 
	2 
	3 
	4 
	5 
 
9- Estas questões são sobre como você se sente e como tudo tem acontecido com você durante as últimas 4 semanas. Para cada questão, por favor, dê uma resposta que mais se aproxime da maneira como você se sente, em relação às últimas 4 semanas. 
	 
	 
Todo 
Tempo
	A maior parte do tempo 
	Uma boa parte do tempo 
	Alguma parte do tempo 
	Uma pequena parte do tempo 
	 
Nunca
	a) Quanto tempo você tem se sentindo cheio de vigor, de vontade, de força? 
	 
1 
	 
2 
	 
3 
	 
4 
	 
5 
	 
6 
	b) Quanto tempo você tem se sentido uma 
pessoa 	muito nervosa? 
	 
1 
	 
2 
	 
3 
	 
4 
	 
5 
	 
6 
	c) Quanto tempo você tem se sentido tão deprimido que nada pode anima-lo? 
	 
1 
	 
2 
	 
3 
	 
4 
	 
5 
	 
6 
	d) Quanto tempo você tem se sentido calmo ou tranquilo? 
	 
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2 
	 
3 
	 
4 
	 
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6 
	e) Quanto tempo você tem se sentido com muita energia? 
	 
1 
	 
2 
	 
3 
	 
4 
	 
5 
	 
6 
	f) Quanto tempo você tem se sentido desanimado ou abatido? 
	 
1 
	 
2 
	 
3 
	 
4 
	 
5 
	 
6 
	g) Quanto tempo você tem se sentido esgotado? 
	 
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4 
	 
5 
	 
6 
	h) Quanto tempo você tem se sentido uma pessoa feliz? 
	 
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3 
	 
4 
	 
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6 
	i) Quanto tempo você tem 	se 	sentido cansado? 
	 
1 
	 
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3 
	 
4 
	 
5 
	 
6 
 
10- Durante as últimas 4 semanas, quanto de seu tempo a sua saúde física ou problemas emocionais interferiram com as suas atividades sociais (como visitar amigos, parentes, etc)? 
	Todo Tempo 
	A maior parte do tempo 
	Alguma parte do tempo 
	Uma pequena parte do tempo 
	Nenhuma parte do tempo 
	1 
	2 
	3 
	4 
	5 
 
11- O quanto verdadeiro ou falso é cada uma das afirmações para você? 
	 
	 
Definitivamente verdadeiro 
	 
A maioria das vezes verdadeiro 
	 
Não sei 
	A maioria das 
vezes falso 
	 
Definitiva- mente falso 
	a) Eu costumo obedecer um pouco mais facilmente que as outras pessoas 
	 
1 
	 
2 
	 
3 
	 
4 
	 
5 
	b) 	Eu sou tão 
saudável quanto qualquer pessoa que eu conheço 
 
 
	 
 
1 
	 
 
2 
	 
 
3 
	 
 
4 
	 
 
5 
	c) Eu acho que a minha saúde vai 
piorar 
	 
1 
	 
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3 
	 
4 
	 
5 
	d) Minha saúde é excelente 
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	3 
	4 
	5 
 
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