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Logística Planejamento e controle (PCP) e manufacturing resources planning(MRP) Planejamento e controle da produção (PCP) O PCP (planejamento e controle da produção) envolve atividades que objetivam a conciliação entre aquilo que o mercado quer e aquilo que os recursos da organização podem fornecer. Para haver um equilíbrio, devem existir clareza com relação ao processo de produção e uma visão sistêmica que viabilize uma tomada de decisão assertiva. Em tempos de imprevisibilidade de demanda e de competição extrema, fatores gerados pela globalização e pela abertura dos mercados, o PCP se tornou ainda mais estratégico para qualquer empresa. Vamos pensar em um caso relacionado às práticas logísticas. Pense em um centro de distribuição (CD). Trata-se de um local em que muitos produtos entram e ficam armazenados e do qual, em algum momento, são expedidos para distribuição e entrega. Assim que determinada carga chega ao CD, é feita uma conferência. Caso não haja problemas, ela será recebida e, depois, movimentada até o local adequado para ser armazenada. Os produtos ficam estocados pelo período necessário para que os pedidos feitos pelos clientes sejam consolidados e expedidos para distribuição e entrega. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 1/40 Assim sendo, faz-se necessário planejar o recebimento e a armazenagem das cargas e programar o envio dos pedidos para expedição, distribuição e entrega. Aspectos como capacidade de armazenagem e distribuição, prazos e recursos necessários à operação, de modo geral, devem ser observados. Figura 1 – Centro de distribuição Trata-se da formalização do que se pretende fazer no futuro. Entretanto, é importante destacar que, mesmo com um plano detalhado, não há garantias de que o que foi planejado vá acontecer. Os clientes mudam de ideia, os fornecedores nem sempre cumprem o prazo, os colaboradores ficam doentes e se ausentam do trabalho. Enfim, muitas coisas podem acontecer e alterar os planos. Trata-se do processo de lidar com as mudanças. Refazer um plano só é possível se a empresa realiza o controle de suas atividades. Coletar e analisar os dados relacionados ao processo permite identificar o que não está saindo conforme o planejado e, assim, ajustar a operação. Indicadores relacionados a quantidade de defeitos ou problemas, consumo de materiais, horas de envolvimento, entre outros, podem ajudar a identificar as oportunidades de melhoria. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 2/40 Fazer uma intervenção muitas vezes é necessário. Isso pode envolver encontrar um novo fornecedor, consertar um equipamento de forma emergencial, realocar um colaborador para outra equipe para elevar a produtividade etc. Em suma, o controle viabiliza os ajustes que permitem que a operação atinja os objetivos estabelecidos no planejamento. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 3/40 Planejamento e controle de longo, médio e curto prazos Ao longo do tempo, o planejamento e o controle da produção podem mudar. A seguir, vamos especificá-los de acordo com as possibilidades de longo, médio e curto prazos. Os gerentes normalmente têm planos do que pretendem fazer, definindo os objetivos a serem atingidos e os recursos necessários. Neste momento, a ênfase está muito mais no planejamento do que no controle porque ainda há pouco a ser controlado. Os responsáveis podem utilizar previsões da demanda, que são descritas em termos agregados. Um hospital, por exemplo, pode fazer planos para atender 3 mil pacientes sem, necessariamente, entrar no detalhamento das suas necessidades individuais ou de seu quadro de colaboradores. Os gerentes de produção de uma fábrica, por outro lado, preocupar-se-ão com metas orçamentárias e financeiras (para não ultrapassar custos totais mensais). O PCP é mais detalhado. Trata-se de um olhar à frente, com a intenção de planejar a demanda que a operação deve atingir de forma parcialmente desagregada. Um hospital, por exemplo, deve fazer uma distinção entre os diversos tipos de demanda (tratamento de rotina, atendimento emergencial, cirurgia etc.) e tentar prever as quantidades de atendimentos para cada um deles. Também é importante, dentro da lógica de médio prazo, estabelecer a quantidade de profissionais a serem alocados para cada tipo de demanda, de forma que leves desvios de planos sejam possíveis. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 4/40 Neste tipo de planejamento, muitos dos recursos devem ser estabelecidos, e é difícil fazer mudanças de larga escala. Ainda assim, é possível fazer intervenções caso as coisas não saiam conforme o planejado. A demanda deve ser avaliada de modo totalmente desagregado. Vamos ao exemplo do hospital, que agora está tratando todos os tipos de demanda como atividades individuais. Todos os pacientes são identificados pelo nome e têm um tempo de atendimento específico para o seu caso, bem como o devido tratamento. Com intervenções e mudanças de plano no curto prazo, os gerentes buscam equilibrar qualidade, rapidez, confiabilidade e flexibilidade, além dos custos da operação. Neste caso, é improvável que eles tenham tempo para fazer cálculos detalhados sobre tomadas de decisão relacionadas ao PCP. A figura 2 mostra, resumidamente, as características do PCP em longo, médio e curto prazos. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 5/40 Figura 2 – Planejamento e controle da produção A função do PCP é coordenar e apoiar o sistema de produção da empresa, seja ela uma fábrica de tecidos, uma escola de educação infantil, um hospital ou uma agência de marketing digital. O sistema produtivo se caracteriza pelo processo de transformação de entradas inputs em saídas outputs. Vamos analisar a tabela da figura 3. Operação Inputs Processos Outputs Transporte aéreo Avião; pilotos e tripulação; equipes de terra; passageiros; cargas Check-in dos passageiros; embarque de passageiros; transporte de passageiros e cargas; atendimento aos passageiros Passageiros e cargas transportadas Fábrica de comida congelada Comida fresca; operadores; tecnologia de processamento de alimentos; ambientes congelados para o estoque de alimentos Compra de ingredientes; preparação da comida; congelamento da comida; empacotamento Comida congelada Figura 3 – Processos de transformação A tabela mostra inputs, processos e outputs para dois exemplos. No exemplo da operação de transporte aéreo, temos como inputs avião, pilotos e tripulação, equipes de terra, passageiros, cargas; como processos, temos check-in dos passageiros, embarque de passageiros, transporte de passageiros e cargas, atendimento aos passageiros; e, como outputs, passageiros e cargas transportados. Já no exemplo da fábrica de comida congelada, temos como inputs comida fresca, operadores, tecnologia de processamento de alimentos, ambientes congelados para o estoque de 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 6/40 alimentos; como processos, temos compra de ingredientes, preparação da comida, congelamento da comida e empacotamento; e como outputs, comida congelada. Nesse sentido, as atividades de controle e produção têm como principal objetivo conciliar o fornecimento de produtos ou serviços com a demanda da organização. Slack (1999) destaca que o propósito do PCP é garantir que o processo produtivo seja o mais eficaz possível, produzindo produtos e serviços com o aproveitamento máximo de recursos. No entanto, para que isso aconteça, não apenas os recursos produtivos devem estar disponíveis na quantidade e qualidade adequadas, mas também devem ser disponibilizados no momento certo. Assim, a eficiência e a eficácia do processo produtivo aumentam, garantindo melhores resultados para a empresa. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 7/40 Com base nisso, percebemos a importância de gerenciar a produção, observando os aspectos relacionados ao planejamento e ao controle, já que tais atividades, se bem executadas,podem evitar perdas nos processos. Dessa maneira, promovem-se lucros mais altos. Além disso, é importante entender que também é função do PCP garantir que a estratégia de produção esteja alinhada à estratégia do negócio. Como explicam Slack et al. (1999), se uma empresa fabricante de microcomputadores decide ser a pioneira no mercado, com novos e inovadores produtos, sua área de produção, a partir das atividades de PCP, deve ser capaz de enfrentar as mudanças necessárias para garantir que a inovação aconteça continuamente. Isso acaba por se desdobrar em outras atividades, como, por exemplo, desenvolver processos que sejam flexíveis o suficiente para produzir os novos produtos, organizar e treinar os colaboradores para que façam as mudanças necessárias nos processos e desenvolver relacionamento com fornecedores que possam responder rapidamente às demandas por novos materiais e componentes. É fundamental delimitar que o PCP envolve a gestão dos estoques, a missão das ordens de produção, a programação e a movimentação dessas ordens e o acompanhamento do processo de produção. A figura 4 ajudará você a entender melhor essas atividades. O esquema ilustra as atividades relacionadas ao PCP. Clique ou toque para acessar o conteúdo. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 8/40 Figura 4 – PCP Gestão de estoque O PCP faz a gestão das matérias-primas (materiais, componentes etc.) e deve sempre manter os estoques abastecidos. Nesse sentido, os responsáveis precisam sempre manter contato com a área de emissão de ordens, para não imobilizar recursos financeiros desnecessários. Emissão de ordens de produção Normalmente, é utilizada com a intenção de criar um programa de produção, gerenciar o tempo e garantir que não faltem matérias-primas no estoque para implementar o programa que foi estipulado. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 9/40 Pode-se então perceber que o PCP está relacionado, normalmente, ao alcance de objetivos, como: redução de desperdícios e de retrabalho; aumento da eficiência operacional, com melhor aproveitamento dos recursos; redução dos níveis de estoque e redução de itens parados por longos períodos; melhor planejamento e execução das atividades; mitigação de falhas no processo produtivo; otimização da capacidade produtiva; e melhor acompanhamento do processo. Sendo assim, a implementação do processo de PCP em uma empresa faz com que ela gere informações para que os gestores possam analisar e, com base nelas, tomar melhores decisões de forma mais rápida e eficaz, reduzindo os níveis de incerteza, improviso e aleatoriedade nas atividades Programação das ordens de produção Consiste em realizar uma análise sobre como e quando devem ser executadas as operações de fabricação. Acompanhamento da produção É a função mais importante, pois permite que se faça uma comparação entre o que foi programado e o que foi efetivamente produzido. Se houver alguma diferença, é importante fazer os devidos ajustes. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 10/40 de produção. Nesse sentido, podemos perceber que as organizações que não planejam, não programam nem controlam seus processos de produção provavelmente têm ou terão dificuldades relacionadas aos índices de qualidade e produtividade tão exigidos pelo mercado. Portanto, antes de definir um planejamento, é necessário ter atenção ao que ocorre interna e externamente à empresa e elaborar um planejamento plausível à sua realidade. Essa percepção permitirá que ajustes, se necessários, sejam realizados. Todo o investimento realizado, seja em capital humano, seja em tecnologia ou outros, permitirá que os objetivos traçados sejam alcançados e que novos planos sejam desenvolvidos. Outros conhecimentos também são importantes nesta etapa. Vamos, agora, retornar para alguns conceitos e ferramentas já estudados. No entanto, o que diferencia esta etapa é tratar delas com relação ao PCP. Você lembra o que significa MRP? Clique ou toque para acessar o contéudo. MRP MRP (material requirements planning, ou planejamento das necessidades de materiais) é um sistema computadorizado de controle de inventário e produção. Ele foi criado com o intuito de otimizar a gestão do estoque e reduzir custos da empresa. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 11/40 Ele funciona como um sistema de cálculo que prevê a demanda em função das necessidades de materiais da empresa. Ou seja, por meio desse método, a empresa tem informações da quantidade necessária de matéria-prima ou componentes que ela deve manter em seu estoque. O MRP tem como objetivo otimizar a gestão do estoque e reduzir custos da empresa. Trata-se de um sistema que processa uma série de dados que antes eram controlados ou calculados manualmente. O sistema expõe todos os materiais existentes em estoque por meio de um cadastro de produtos e fornece a lista de materiais que foram programados para serem usados no processo produtivo. O MRP é um sistema que se baseia em: O que será produzido? Quanto será produzido? Quando será produzido? Segundo Corrêa, Gianesi e Caon (2007, p. 131), o MRP permite que, com base na decisão de produção dos produtos finais, seja determinado o quê, quanto e quando produzir. Assim, podem-se comprar os diversos semiacabados, componentes e matérias-primas. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 12/40 Quando pensamos em um contexto mundial de competividade, otimizar o uso dos recursos e reduzir ao máximo os custos são ações fundamentais para todas as organizações que desejam se manter competitivas. Para tanto, a administração adequada de materiais (o quê, quanto e quando) é procedimento básico para as empresas. O MRP, como uma ferramenta de PCP, pode ser amplamente utilizada pelas empresas para atingir o objetivo de administrar adequadamente os materiais. Assim sendo, o MRP funciona como uma alternativa eficiente, pois permite realizar os cálculos das quantidades de materiais necessárias para a produção sem exceder. Se não houver uma boa administração, os resultados da produção são afetados. O MRP permite que as quantidades para a produção dos produtos sejam calculadas inclusive para indicar quando os materiais precisam estar disponíveis. Nesse contexto, o planejamento deve ser entendido como a capacidade de compreender o presente e de analisar o passado para poder agir no futuro. Ou seja, as decisões para o futuro são determinadas pelas ações do presente. Então, se estabelecermos um planejamento adequado das ações, teremos resultados positivos no futuro. Isso é muito importante para que as empresas consigam se sustentar no mercado. Vamos ver um exemplo. Uma determinada empresa é reconhecida pela qualidade de suas canetas. Esse é o produto que ela mais vende. Pode-se estruturar assim o objeto caneta: 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 13/40 Figura 5 – Componentes de uma caneta Nesta representação, cada retângulo identifica um dos componentes da caneta (corpo, carga, tampa, plástico e aditivo). Deve haver uma quantidade determinada de cada um deles de acordo com a produção da empresa e de modo que não sobre nem falte material. Portanto, para cada item, é importante definir o lead time (tempo de ressuprimento). Sabemos, por exemplo, que, para produzir 50 canetas, precisamos de 50 corpos, 50 cargas, 50 tampas etc. No contexto de MRP, é importante saber quando e quanto comprar ou produzir de cada um dos elementos. Observe a tabela da figura 6. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 14/40 Item Tempo de obtenção (semanas) Comprado ou produzido? Caneta 1 Produzido Tampa 2 Comprado Carga 1 Comprado Corpo 1 Produzido Plástico 2 Comprado Aditivo (tinta preta) 1 Comprado Figura 6 – Tempo de ressuprimento A tabela apresenta o escalonamento dos tempos de obtenção dos itens e é muito importante para projetar a produção e reduzir estoques. Vamos imaginar um pedido de comprade 100 canetas, as quais devem ser entregues em 20 semanas. Como já estamos na 15.ª semana, é necessário indicar o tempo de obtenção dos diversos componentes da caneta. Neste exemplo, teríamos, portanto, a divisão do tempo que se pode ver na figura 7. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 15/40 Figura 7 – Exemplo do período para obtenção dos materiais A imagem é uma simulação básica da organização do tempo para a obtenção dos materiais necessários para produção da caneta. Entre as semanas 16 e 17, é preciso solicitar e adquirir o plástico. Entre as semanas 17 e 18, é preciso ter acesso ao aditivo. Neste mesmo período, com extensão até a semana 19, é preciso que a gestão dos materiais tenha adquirido a tampa, e assim por diante. O objetivo é entregar as 100 canetas no tempo certo (ou seja, não pode faltar nenhum dos aditivos) e sem excessos (ou seja, o correto é não elevar estoque de determinado material). Este foi apenas um exemplo simples do processo de gestão da produção e da compra. É neste contexto de atividades que o MRP emerge como ferramenta facilitadora. Com o apoio do MRP, qualquer empresa, independentemente do porte, pode obter benefícios. Eles incluem aumento de eficiência nas fábricas, melhor gestão dos estoques e custos reduzidos com a operação. A finalidade é a mesma: aumentar a margem de lucro. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 16/40 Vamos analisar um exemplo para compreender melhor a utilização do MRP. Primeiramente, é necessário listar todos os materiais que estão presentes em um produto final. Mas não basta listá-los, é preciso indicar a estrutura hierárquica de necessidade de cada um deles, conforme as etapas de produção. Vamos imaginar que uma fábrica produz cadeiras com rodinhas para escritório. Pense nos elementos que compõem esse tipo de móvel. Agora, imagine hierarquicamente a necessidade de cada um dos itens. Observe: Figura 8 – Estrutura dos componentes de uma cadeira para escritório Essa é a estrutura dos componentes necessários para produzir uma cadeira de rodinhas (material, base, assento, encosto, tecido de revestimento, entre outros). Tendo essas informações, partimos para o preenchimento da tabela de registro básico de MRP (figura 9). 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 17/40 Período 1 2 3 4 5 6 7 8 Necessidades brutas 100 80 100 50 80 50 100 40 Recebimentos programados 200 Estoque projetado 170 70 190 90 40 60 10 60 20 Recebimentos planejados 100 150 Ordens planejadas 100 150 Observação: lead time = 2 períodos. Figura 9 – Tabela de registro básico de MRP Fonte: Marques et al. (2009). Como é possível analisar na prática, as colunas da tabela representam os períodos de planejamento. Esse é apenas um exemplo ilustrativo, baseado na produção de cadeiras de rodinha do tipo de 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 18/40 escritório. Os dados variam conforme programação, produção e operação da empresa. Continuando, depois das colunas, temos as informações das linhas. E o que elas significam exatamente? Cada linha representa uma informação. Vamos analisá-las. Clique nos titulos para visualizar o conteúdo: Necessidades brutas A coluna indica a disponibilidade do produto, de acordo com cada etapa do planejamento (incluindo os períodos futuros). Ela indica as saídas esperadas do produto da empresa (material de estoque). Recebimentos programados Diferentemente da linha anterior, esta apresenta as entradas de material. No caso do nosso produto, são as rodinhas, os assentos, os encostos etc. A linha deste item indica a quantidade adicional que teremos de determinado item em nosso estoque depois de finalizadas as ações de recebimento. Estoque disponível projetado Esta linha indica as quantidades disponíveis de determinado item, mas com relação ao que a produção espera que esteja disponível em estoque no momento de finalização dos períodos. Para isso, é necessário elaborar o balanço entre a quantidade anteriormente apresentada (em estoque no fim do período anterior) somada às entradas em estoque planejado para o período. Depois, é preciso reduzir do total as saídas de estoque esperadas para o mesmo período. Recebimento de ordens planejadas Nesta etapa, as quantidades indicadas na linha informam respectivamente os totais de material que deverão estar disponíveis na etapa inicial de período correspondente. O objetivo é organizar e atender as necessidades brutas, as quais não podem ser aprovisionadas pela quantidade disponível em estoque na etapa final do período anterior. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 19/40 Abertura de ordens planejadas Neste último item, as quantidades indicadas fazem referência à abertura de ordens que foram planejadas para serem recebidas de acordo com a linha de recebimento das ordens planejadas. Esta dinâmica de organização e acompanhamento da operação e da produção, com a utilização da ferramenta MRP, é geralmente muito útil e facilita muito o planejamento das necessidades. Com isso, a empresa evita excessos e faltas e pode atender aos pedidos dos clientes de maneira assertiva. Ainda no que se refere à aplicabilidade do sistema MRP, é importante destacar o fluxograma. Em um primeiro momento, ele pode parecer complexo, mas, com a prática profissional, pode ser apropriado por todos e se evidencia como um aliado no desenvolvimento e no acompanhamento dos processos. Vamos então saber como se constitui um fluxograma voltado para o planejamento dos recursos da manufatura. Observe a figura 10. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 20/40 Figura 10 – Fluxograma de funcionamento do MRP Fonte: adaptado de Esteves (2007, p. 49). 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 21/40 O fluxograma apresenta diferentes etapas, e a ligação entre cada uma delas identifica a seguinte. Isso significa que, dependendo do “sim” ou do “não”, parte-se para uma ação determinada. Iniciamos, então, com a entrada das especificações do pedido no sistema. Em seguida, calculamos o lead time de produção do pedido. Depois, partimos para a programação da produção do pedido no setor. Em seguida, identificamos se há capacidade disponível para a produção do pedido. Se a resposta for negativa para o item anterior, somos direcionados para “alterar especificações do pedido”. Caso a resposta seja afirmativa, seguimos para a pergunta seguinte: “a produção em todos os centros de trabalho está programada?”. Caso não esteja, retornamos para o item “programar a produção do pedido no setor” e seguimos as etapas conforme a sequência do fluxograma. Se a resposta for afirmativa, não retornamos: seguimos para o registro da necessidade bruta de matéria-prima para o pedido. Assim, chegamos à etapa final do processo. Segundo Corrêa, Gianesi e Caon (2007, p. 131), “a introdução da técnica do MRP nos sistemas de planejamento das empresas contribuiu muito para simplificar a gestão dos materiais, sejam comprados ou fabricados”. No entanto, quem faz parte do ambiente fabril sabe que não basta garantir a disponibilidade dos materiais para viabilizar a produção de determinados itens em determinado momento. O objetivo do MRP é contribuir com a produção, ou seja, ajudar a produzir e a comprar apenas o essencial no momento necessário (no último momento possível), tendo em vista a eliminação de estoques. Já as empresas que utilizam apenas o MRP têm que administrar um balanço entre as decisões de superestimar lead times, manter capacidade em excesso ou gerenciar o nível de serviço aos clientes. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 22/40 Voltar MRP II Portanto, com a prática e devido a problemas recorrentes, a popularização do uso da técnica MRP fez com que pesquisadores percebessem que a mesma técnica do cálculo de necessidades poderia ser utilizada com pequeno esforço adicional para calcular também as necessidades de outros recursos, como equipamentosou mão de obra. Isso requereria apenas algumas informações adicionais. De acordo com Gianesi (2013), a inclusão do cálculo de necessidades de capacidade nos sistemas MRP fez com que um novo tipo de sistema fosse criado, um sistema que já não calculava apenas as necessidades de materiais, mas também as necessidades de outros recursos do processo de manufatura. Para esse novo tipo de sistema criado, foi dado o nome de manufacturing resources planning, ou MRP II. A sigla MRP foi mantida com o propósito de esclarecer que se trata apenas de uma extensão do conceito original (MRP). O MRP II é o “Sistema de Administração da Produção (SAP) de grande porte que mais tem sido implantado pelas empresas, ao redor do mundo, desde os anos 70” (CORRÊA; GIANESI; 2013, p. 104). O que diferencia o MRP II do MRP é o tipo de decisão de planejamento que orientam. Enquanto o MRP orienta as decisões sobre o quê, quanto e quando produzir e comprar, o MRP II engloba também as decisões referentes a como produzir, ou seja, com que recursos. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 23/40 Além de possibilitar o controle dos materiais estocados e os direcionar para produção, também é possível ajustar o nível desta de acordo com a quantidade de itens estocados. Isso evita, por exemplo, que a empresa assuma uma demanda de produção superior à sua capacidade de estocar recursos materiais. Também é possível controlar os outros itens que são utilizados no processo de manufatura, como as máquinas e os equipamentos. Levam-se em consideração também o custo de produção e o tempo que se leva para produzir determinado produto, ou seja, a capacidade produtiva. O MRP II é um sistema de apoio às decisões que parte das seguintes orientações: O que será produzido? Quanto será produzido? Quando será produzido? Como será produzido? Observe a representação da figura 11. Figura 11 – Sistema de apoio às decisões de produzir e comprar Fonte: Corrêa, Gianesi e Caon (2007, p. 134). 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 24/40 Fluxograma com os principais módulos do MRP II Segundo Corrêa, Gianesi e Caon (2007, p. 135), o sistema MRP II é composto de uma série de procedimentos de planejamento agrupados em funções. Essas funções estão normalmente associadas a módulos de pacotes de software comerciais desenvolvidos para suportar essa filosofia de planejamento. O MRP II tem cinco módulos principais: Módulo de planejamento da produção production planning Módulo de planejamento mestre de produção (master production schedule, ou MPS) Módulo de cálculo de necessidade de materiais (material requirements planning, ou MRP) Módulo de cálculo de necessidade de capacidade (capacity requirements planning, ou CRP) Módulo de controle de fábrica (shop floor control, ou SFC) Além deles, há os módulos de atualização dos dados cadastrais, que se ocupam de alterações de dados de itens de estoque, estruturas de produtos, centros produtivos, roteiros de produção, entre outros. No fluxograma a seguir (figura 12), observe como os principais módulos se relacionam. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 25/40 Figura 12 – Inter-relação entre os principais módulos de um sistema MRP II Fonte: Corrêa, Gianesi e Caon (2013, p. 117). Como se pode ver no fluxograma, os cinco principais módulos do sistema MRP II estão relacionados. São eles: módulo de planejamento da produção, planejamento mestre de produção, cálculo de necessidade de materiais, cálculo de necessidade de capacidade e módulo de controle de fábrica/controle de produção. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 26/40 Voltar Entre eles, há uma série de procedimentos de planejamento. O módulo de cálculo de necessidade de materiais, por exemplo, relaciona-se com o plano (detalhado) de materiais e capacidades. Este estabelece uma conexão com o controle de produção, e assim por diante. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 27/40 Gargalos de produção Você já escutou algo sobre “gargalo de produção”? Para entender o que isso significa, é importante pensar no contexto das empresas, no desenvolvimento e nas etapas de todos os processos. O desenvolvimento e os resultados dos processos de uma empresa podem ser influenciados por desafios e obstáculos. Gargalo é justamente um obstáculo em alguma etapa dos processos de uma empresa que resulte na queda do seu desempenho, impossibilitando que alcance os resultados que almeja. Vamos imaginar então apenas o processo de produção de uma determinada empresa que tem uma entrega prevista de certa quantidade de peças até o fim da semana seguinte. Esse processo é dividido em várias etapas, nas quais toda a equipe trabalha em conjunto, na mesma velocidade. Porém, em certo momento, essa velocidade se reduz, o que acarreta na queda da produção. Isso pode ser identificado como um gargalo de produção. Estes são alguns possíveis exemplos que influenciariam a velocidade da produção: Perda de uma máquina utilizada na produção Alto índice de perda de matéria-prima no processo produtivo Falta de mão de obra qualificada ou na quantidade necessária Atraso na entrega da matéria-prima pelos fornecedores, impactando no lead time do processo produtivo 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 28/40 Portanto, todo o planejamento e o controle de produção necessários para entregar produtos dentro do prazo estipulado pelos gestores e esperado pelos clientes dependem essencialmente do equilíbrio entre os fatores citados. Se eles forem bem contornados, o lead time de cada etapa produtiva será o menor possível, e o ciclo do pedido não será impactado. Com certeza, você já deve ter percebido que o PCP é muito importante para a excelência nos processos de qualidade. Nessa ótica, o uso de ferramentas de controle da produção, como os sistemas de MRP, auxiliam na boa gestão do fluxo logístico, possibilitando determinar o que será produzido, a quantidade do que será feito, quando deverá ser realizado e demais recursos necessários. Isso possibilita o monitoramento e a conferência de materiais e insumos que serão utilizados no processo de produção. Com base nesse acompanhamento, busca-se o seu cumprimento, e preveem-se possíveis ajustes ou manutenções. Entretanto, apesar de o uso de sistemas como esse ser recorrente na maior parte das empresas que se propõem a produzir um produto, ainda assim existem gargalos no processo de produção. Isso justifica o foco no controle de programação da manutenção preventiva e lead time. Programação da manutenção preventiva A partir da década de 1940, houve grandes avanços no que tange à evolução da manutenção. No passado, a manutenção de equipamentos era realizada somente depois que quebrassem, ou seja, aplicava-se uma filosofia de manutenção corretiva. Isto acontecia principalmente por causa da falta de complexidade dos equipamentos da época. Caso uma máquina apresentasse problemas, as ações de correção eram feitas pelos próprios operadores, isto é, não existia uma programação da manutenção preventiva. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 29/40 Na década de 1950, no período pós-guerra, surgiu a programação da manutenção preventiva, estimulada pelo começo da automação industrial, pela dificuldade de se encontrar mão de obra especializada e em decorrência do aumento desenfreado nos custos de produção (ocasionados por falhas e/ou erros no processo produtivo). Foi então que a manutenção corretiva, que prezava pela reparação de maquinário e equipamentos somente quando houvesse falhas que impossibilitassem ou reduzissem o seu uso, cedeu espaço para a manutenção preventiva. A manutenção preventiva foca revisões periódicas definidas pela gestão. O intuito é garantir que o bem (máquina, ferramenta, meio de transporte) esteja sempre em ótimas condições de uso. Isso significa que determinado maquinário pode estar em perfeitas condições de uso, mas pode haver falhas decorrentesde problemas imperceptíveis visualmente, como o desgaste de peças, pequenas deteriorações no equipamento devido a fatores externos, entre outros problemas. Por isso é que a programação da manutenção preventiva se tornou tão importante. Quando não é aplicada corretamente, o negócio sofre impactos negativos. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 30/40 Figura 13 – Manutenção preventiva versus manutenção corretiva Fonte: . Neste momento, você deve estar pensando que controlar processos de manutenção preventiva é algo simples. Entretanto, não é tão fácil assim. A situação se dificulta na proporção do tamanho do negócio. Quanto maior for a empresa e mais processos tiver, mais difícil será manter um bom controle, independentemente de um processo de manutenção preventiva de caráter logístico ou não. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 31/40 Estamos falando até agora sobre programação de manutenção preventiva. Se ela for ignorada ou realizada sem o devido controle, o lead time será maior, e haverá problemas de atraso no ciclo do pedido em decorrência da péssima gestão da qualidade dos processos internos. Para se alcançar um bom nível de gestão da qualidade na manutenção preventiva, são necessários investimentos que ajudem a evitar gastos desnecessários. Com relação a gastos específicos com qualidade, eles podem ser divididos em dois grupos: custos de prevenção e custos de avaliação. Já os gastos que decorrem da não qualidade resultam da falta de um processo de controle antes do início da fase produtiva ou da fase de distribuição das mercadorias produzidas. Resumindo: é melhor evitar a ocorrência de falhas e de erros e direcionar verba para treinamentos e para a melhoria na qualidade dos processos internos e externos do que esperar que falhas ou erros aconteçam devido à não qualidade e pela falta de adoção de alguma metodologia de melhoria contínua. Gastos decorrentes da não qualidade impactam todos os processos da cadeia logística e são imprevisíveis. Por isso, são diferentes dos gastos com qualidade, que ajudam a antecipar ou prevenir falhas ou erros na fase inicial do processo, mantendo-se até o produto chegar às mãos do cliente. Neste último caso, se as perdas ocorrerem em menor escala, possibilita-se a melhoria contínua, o que no caso de custos da não qualidade não é possível. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 32/40 Figura 14 – Fluxograma Fonte: . Um bom exemplo de algo que envolveria custos de qualidade para prevenir erros ou falhas seria a adoção de treinamentos para os colaboradores incentivando boas práticas para combater o desperdício ou o uso incorreto de maquinários, ferramentas, meios de transporte, entre outros. Além disso, temos os custos de avaliação, que envolvem a adoção de processos padronizados de TQC (Total Quality Control, ou controle de qualidade total). Eles focam zero defeito, caso destas certificações ISO, por exemplo: 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 33/40 Qualidade – ISO 9001 Ambiental – ISO 14001 Responsabilidade social – 16001 Saúde e segurança – 18001 Todos os gastos para evitar erros e falhas nos processos ou para aferir qualidade aos sistemas adotados passam por uma boa cultura organizacional, que desenvolva uma filosofia de qualidade contínua nos processos e na contratação de pessoas. Já os custos da não qualidade se devem a problemas nos padrões de controle adotados para prevenir falhas/erros nos processos ou para avaliar a qualidade dos sistemas. Quando isso acontece, temos matérias-primas ou mercadorias, máquinas, ferramentas e transportes que são utilizados de maneira incorreta, antes da finalização do ciclo de pedido, durante ou depois. Imagine, por exemplo, trocar uma roda de carro enquanto ele anda. A qualidade do serviço certamente não será a que teria se tivesse havido um planejamento para a verificação preventiva dos pneus e uma possível troca. Isso evitaria problemas durante a realização de um trajeto. Além disso, mesmo que seja possível cuidar de fatores internos que envolvem a qualidade dos processos, os fatores externos ainda impactam os resultados da empresa, como os custos de não manusear corretamente as mercadorias durante o transporte ou até mesmo os gastos com armazenamento inadequado (de produtos perecíveis ou suscetíveis a temperatura ou outros fatores ambientais, que podem estragar durante o transporte em decorrência da falta de manutenção de refrigeração no baú do veículo). 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 34/40 Enfim, há muitos elementos que precisam ser ponderados. Os gastos da empresa aumentam ou diminuem proporcionalmente ao nível de qualidade adotado pelos gestores. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 35/40 Lead time O lead time é o prazo de entrega ou o período de tempo entre o início de uma atividade e sua finalização, que, culminará com a entrega do produto ao cliente final. Atualmente, todas as empresas têm objetivos que, de alguma forma, focam a redução do lead time de suas atividades e do ciclo de desenvolvimento do produto. Contudo, reduzir o tempo de entrega de um produto pode exigir algumas decisões por parte da gestão, como, por exemplo, aumentar a quantidade de produtos em estoque. O lead time representa o período entre a concepção de um produto e a sua chegada para o público-alvo e é um dos fatores relevantes para conquistar competitividade no mercado. Vamos ver os três focos principais para a redução do lead time de uma empresa. Clique nos titulos para visualizar o conteúdo: 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 36/40 Identificar os produtos com maior lead time Uma das principais responsabilidades de um bom gestor é identificar, entre os produtos do mix que a empresa oferece, aqueles que têm maior lead time ou o maior ciclo de pedido em sua criação. Com um olhar mais apurado sobre o lead time, que é o tempo decorrido entre a realização do pedido pelo cliente até a chegada do produto a ele, é possível analisar maneiras para reduzir a espera da entrega em cada etapa, a fim de tornar o ciclo do pedido cada vez mais curto. Identificar as atividades com maior lead time Para melhorar um processo, primeiramente devemos medi-lo ou mensurá-lo. Neste contexto, é essencial descobrir quais são as tarefas ou as atividades que exigem um tempo mais longo dentro do processo de entrega de um produto. Depois da identificação dos produtos com o maior lead time, o segundo foco passa a ser a redução das atividades mais demoradas. Para isso, é preciso conhecer as etapas que demandam mais tempo e, ao identificá-las, propor soluções por processos ou atividades, mas sem perder o foco na diminuição do ciclo do pedido como um todo. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 37/40 Padronizar para melhorar o lead time Depois de identificar os produtos com o maior lead time e as atividades mais demoradas dentro do próprio ciclo do pedido, devemos, na etapa seguinte, propor melhorias visando a reduzir os desperdícios em cada etapa analisada. Isso eleva a produtividade e a qualidade de um produto, principalmente no que diz respeito ao tempo de criação ou desenvolvimento e ao tempo de entrega. Padronizando as atividades, nós obliteramos os desperdícios que ocorrem durante o processo produtivo e de entrega de um produto, o que ajuda a reduzir o tempo de entrega. Atingindo um bom nível de verificação e de controle do lead time, conseguimos determinar o que faz o ciclo do pedido ser demorado diretamente no fato gerador do problema (bem no seu início). Por isso, padronizar os processos que levam ao desenvolvimento de produtos, independentemente do segmento da empresa, contribui consideravelmente com a redução do tempo que esse produto levarápara ser entregue ao cliente (redução do lead time). 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 38/40 Figura 15 – Composição do lead time Fonte: . Chegamos ao fim da nossa reflexão sobre os saberes necessários para se atuar com qualidade na execução do PCP com foco na redução do lead time e do ciclo do pedido. O processo de controle dos recursos que serão utilizados na produção é peça-chave para determinar o que poderá ser produzido pela empresa, quando poderá fabricado, em que quantidade e como será feita a produção dessa demanda. É preciso sempre atentar para os critérios e os objetivos definidos pela empresa, principalmente no que se refere à programação da manutenção preventiva, que é importantíssima para reduzir o lead time durante o ciclo do pedido. Aproprie-se das dicas constantes neste material e, quando chegar a hora, execute um bom trabalho no controle da qualidade de todos os processos que compõem o PCP. 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 39/40 Veja a seguir algumas dicas para você ampliar seus conhecimentos sobre os assuntos estudados. Blog SESMT: Sua segurança em primeiro lugar O blog disponibiliza diversos artigos com ótimas dicas sobre a segurança no trabalho. Para saber mais sobre as diferenças entre manutenção preventiva, corretiva, preditiva e detectiva, acesse . Vídeo Reduzindo o lead time no desenvolvimento de produtos (reducing) No vídeo, dois profissionais da área de TI falam sobre o que é lead time e sobre a importância de se manter um bom controle para padronizar os processos que compõem o ciclo do pedido. Ele está disponível em: . 13/07/2025, 20:25 Versão para impressão about:blank 40/40