Prévia do material em texto
SISTEMA TEGUMENTAR · Pele: proteção, termorregulação, impermeabilidade · Pelo: proteção mecânica, isolante térmico · Glândulas cutâneas: drenagem da região (irrigação) ESTRUTURA DA PELE · Epiderme: camadas celulares e queratinização · Derme: grupos celulares, colágeno e mucopolissacarídeo · Hipoderme: subcutânea camada delgada, tecido adiposo e vaso · Cicatrização de segunda intenção, lesões mais profundas (mesmo quando chega na parte muscular) · A pele reflete o que acontece internamente (deficiência nutricional, def.imunologica, doença (fungo, bactéria, vírus) doenças parasitárias ou genéticas. DOENÇAS · Dermatofitose (tricofitose ou tinha) · Agente causador dermatófito (fungos) · Sobrevivem da queratina da pele, pelos e unhas · Resistentes ao meio ambiente e desinfetante, permanecendo endêmico na criação mesmo após um ano de vazio sanitário. · Lesão seca (o diferencial) · Problema para o homem, os animais podem ser carregadores assintomáticos da dermatofitose · Transmissão: contato direto, fômites-estabulo, cercas, animais portadores, (animais mais jovens são mais suscetíveis, defesa imunológica (progride quando tem ambientes favoráveis. · Lesão clássica: (circular, com alopecia (quebra do pelo), pelo mais grosso na margem, descamas são mais intensa) · Sinais clínicos: uma ou mais manchas (caspa) quanto mais debilitado mais lesões (superficial) Lesão seca (mais pode apresentar prurido) Lesões na região da cabeça, extremidades dorso do animal (umidade e sol mais presentes. · Diagnóstico: vários animais (transmissão) características e presença de esporos e núcleos do fungo, diagnóstico definitivo (identifica na cultura) os pelos quebrados da periferia das lesões para tal finalidade (uso de luva, passa para o humano) · Tratamento: raspado para retirar a região crostosa (lembra uma rasqueadeira) · Leve pra não comprometer a pele e pegar o medicamento · Solução fraca de iodo, unguento de mercúrio amoniacal a 10% · Soluções de sulfato de cobre 1 a 3%, violeta genciana a 1% (banhos nos animais ) · Tratamento Sistêmico: (comprometimento de 20% do corpo) com antifúngicos e fungistáticos para lesões generalizadas (melhorar a imunidade do animal) · Intraconazol (5-10 mg/kg) caro · Controle: isolamento dos animais doentes ou suspeitos e desinfecção de materiais e instalações usadas para os animais acometidos · Dermatofilose (estreptotricose) · Doença infectocontagiosa (dermatophilus congolensis) · Dermatite exsudativa e proliferativa, podendo apresentar-se sob a forma aguda ou crônica. · Surtos, animais debilitados · (zoonose) · Bacilo gram positivo, colônias tipo cocos (minhocas), confunde os fungos (cultura fúngica pra identificar) · Presente na pele integra, penetrando com condições propícias (exposto a chuva – queda de imunidade, pequenas leões iniciais, presença de carrapato – micro lesões) · Transmissão: contato direto, ambiente contaminado, permanece por mais de 42 meses · Área avermelhada, secreção crostosa e duras, pelo desprende em tufos · Tratamento: lesões mais profundas-associação de tratamento tópico e sistêmico (fazer controle de carrapato pra prevenir) · Banho de imersão ou aspersão (sulfato de zinco ou cobre- 0,2% a 0,5%) · Antibioticoterapia associada (casos graves e generalizados) · 4 doses de oxitetraciclina via muscular ( 1 não faz efeito) · Diagnóstico: observação das lesões e histórico, exames laboritoriais – cultura, raspado e biópsias Linfadenite Caseosa (íngua, mal do caroço) · Esconde-se dentro da célula – pra sempre contaminados (queda de imunidade aparece) bactéria Gram + · Localiza-se nos linfonodos (aumento) · * acomete principalmente ovinos e caprinos* · Linfonodo- perde a mobilidade e hipertrofia (abscesso de linfonodos) · Zoonose ocupacional de criadores (bactéria nos abscessos) – na pele intacta pode ser porta de entrada, materiais contaminados · Injeta o iodo 10% dentro do abscesso antes de espremer, não deixar o conteúdo cair no chão (contaminante) · Vacinação proteção parcial (inoculada ) risco , antibiótico vai da conduta do médico usar ou não · Diagnóstico: histórico e sinais clínicos, punção aspirativa e excisão tricotomia e rígida assepsia · Tratamento: drenagem com limpeza e cauterização – iodo a 10% · Desinfecção do material cirúrgico antes e depois do procedimento e material descartável incinerado e enterrado · Antibioticoterapia (não eficaz formação de biofilme/intracelular) · Programa de controle: arame liso, presença de cochos e instalações sem extremidades cortantes, agulhas individuais e descartáveis, desinfecção de equipamentos Papilomatose- vírus (doença viral de distribuição mundial) · Causada por um papiloma vírus (BPV) · Raramente em felinos e humanos · Período de incubação 2 a 6 meses ( depende da imunidade do animal) · Transmissão: direta de animal pra animal (dependendo do grau cura sozinho) · Capacidade de infectar outros animais é rápida (fômites e vetores) · Raça holandesa – maior predisposição (padrão genético) · Aspecto pendular, consistente e firme – granulosa e espinhosa (superficial) couve flor · Característica: verrugas variam cabeça, dorso, tábua do pescoço, abdômen (comprometido) · Cor cinza amarronzado a enegrecido · Diferencial: intoxicação por samambaia ( diferencial) · Tratamento: retirar verrugas maiores e com riscos secundários – cauterização das lesões com nitrato de prata · Vacinação autógena ( curativo ) · Auto-hemoterapia : alguns tem ótimos resultados ( outros não tem efeito) · Controle: não adquirir animais com papilomas, manejar separados/ controle de moscas, desinfecção dos materiais