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19 UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM GENYS PAULO DA SILVA O PAPEL PROFISSIONAL DA ENFERMAGEM NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE : DA SAÚDE COMUNITÁRIA À ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMILIA (ESF) O PAPEL PROFISSIONAL DA ENFERMAGEM NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE : DA SAÚDE COMUNITÁRIA À ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMILIA (ESF) Goianésia do para – PA 2023 SUMÁRIO RESUMO 1 INTRODUÇÃO..... ..5 2 DELIMITAÇÃO E FORMULAÇÃO DO PROBLEMA......................................6 3 FUNDAMENAÇÃO TEORICA.........................................................................7 3.1 AÇÕES DE ENFERMAGEM NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA (ESF).................................................................................................7 4 O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE – POSSIBILIDADES PROFISSIONAIS.......9 5 ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA (ESF).............................................11 6 OBJETIVOS DA PESQUISA .........................................................................12 6.1 OBJETIVO GERAL 12 6.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS OU SECUNDÁRIOS 12 7 JUSTIFICATIVA 13 8 MEDOLOLOGIA ...........................................................................................14 9 RESULTADOS ESPERADOS.......................................................................15 10 CRONOGRAMA DA PESQUISA...................................................................16 11 ORÇAMENTOS..............................................................................................17 12 REFÊNCIAS...................................................................................................18 RESUMO O objetivo deste estudo foi investigar a prática gerencial da enfermeiro na Estratégia de Saúde da Família (ESF) no Sistema Único de Saúde, a Estratégia de Saúde da Família pressupõe a redefinição do modelo de atenção à saúde, caracterizando-se pelo trabalho interdisciplinar e em equipe, podem/devem ser considerados estratégias facilitadoras e estimuladoras do processo de ampliação e consolidação do cuidado de enfermagem como prática social empreendedora, à medida que sinalizam para uma nova abordagem de intervenção comunitária, pela valorização do ser humano como um ser singular e multidimensional, inserido em seu contexto real e concreto. Conforme os Programas de Saúde do Ministério da Saúde, cuidado focado no modelo de transição, educação em saúde, visitas domiciliares. Palavra-chave: Atenção Primária à Saúde. Estratégia Saúde da Família. Agente comunitário de saúde. Enfermagem. 1. INTRODUÇÃO A estratégia da saúde da família tem tido um papel fundamental na saúde de todas as famílias, são uma equipe multidisciplinar, cada um tem sua importância, principalmente a enfermagem, onde planejam ações, são verdadeiros pilotos nessa estratégia, garantindo grande sucesso para nosso país. ( SCHIMITH;LIMA, 2009). . O enfermeiro assume um papel cada vez mais decisivo e proativo no qual se refere a identificação das necessidades de cuidado da população, bem como na promoção e proteção da saúde dos indivíduos em suas diferentes dimensões. O cuidado da enfermagem é, portanto, um componente fundamental do sistema de saúde local que apresenta os seus reflexos a nível regional e nacional e, por isso, também motivo de crescentes debates e novas significações. Mesmo que interligada e complementada por outros saberes profissional, a enfermagem pode ser implementada definida como a ciência do cuidado integral e integrador em saúde, tanto no sentido de assistir e coordenar prática dos cuidados quanto no sentido de promover e proteger a saúde dos indivíduos, famílias e comunidades. Nesta direção, o cuidado da enfermagem configura-se como prática social empreendedora, pela inserção ativa e proativa dos diferentes espaços de atuação profissional e, principalmente, pelas possibilidades interativas e associativas com os diferentes setores e contextos sociais. Evidências internacionais acenam para a importância do papel profissional do enfermeiro na saúde coletiva, tanto no espaço Domiciliar quanto no espaço comunita- rio ou no centro de saúde comunitários. A enfermagem tem a possibilidade de operar, de tal criativa e autônoma, nos diferentes níveis de atenção à saúde, seja através da educação em saúde seja na promoção ou na reabilitação da saúde dos indivíduos. Esse processo se dá, particularmente, no esforço pelo levantamento de situações crítica e a intervenção sistematizada de um plano de cuidados capaz de superar as fragmentações e assegurar a continuidade e a res resolutividade do cuidado em saúde. É preciso levar em conta vista entanto que a enfermagem como prática comunitária se cunhou em novos significados conceituais, possibilitados pela concepção de saúde coletiva campo ainda em Constituição e que é crescentemente vem assumindo diversas formas e abordagens. 2. DELIMITAÇÃO E FORMULAÇÃO DO PROBLEMA De acordo com o objetivo do estudo, a formulação do problema deu-se através da seguinte questão norteadora: Qual o papel profissional da enfermagem na ESF? 3. Fundamentação TEÓRICA 3.1 AÇÕES DE ENFERMAGEM NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA (ESF) No trabalho na ESF, o enfermeiro é responsável por implantar os programas e políticas de saúde do governo: atenção à saúde da criança, da mulher, do idoso, Hiper dia (sistema de cadastramento e acompanhamento de hipertensos e diabéticos), controle de tuberculose, eliminação da hanseníase, ações de saúde bucal, Programa Saúde na Escola (PSE), Sistema de Informações da Atenção Básica (SIAB), Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), Sisprenatal, Rede Cegonha, Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL), Sistema de Apoio ao Relatório de Gestão (SARGSUS), Programa das Ações de Vigilância em Saúde (PAVS) (BRASIL, 2010). As ações do enfermeiro na ESF constituem-se no monitoramento das condições de saúde como núcleo da atenção de enfermagem, seja no atendimento individual, seja no grupal; no levantamento e monitoramento de problemas de saúde (no enfoque de risco ou de vulnerabilidade) sendo que estes deverão estar articulados à intervenção nos agravos de ordem patológica (pautados no saber da clínica) e no exercício de uma prática de enfermagem comunicativa, no sentido dialógico e emancipatório, buscando a ampliação da autonomia dos sujeitos (PEDUZZI, 2011). Ações do enfermeiro na ESF envolvem coordenação e reuniões com equipe, educação continuada, capacitações, preenchimento de relatórios, planejamento de atividades, organização e administração de materiais, coordenação/gerência da ESF, supervisão dos ACS. As funções gerenciais fazem parte da rotina do enfermeiro, assim como as funções assistenciais, uma vez que ambas estão interligadas. Para que ocorra um bom gerenciamento é necessário planejamento, ou seja, deve-se estabelecer um plano de atuação envolvendo todos os profissionais da equipe e a comunidade (LEITÃO, 2011). O trabalho do enfermeiro na ESF ocorre basicamente em dois ambientes: na ESF e na comunidade. Em ambos apoia e supervisiona o trabalho do agente comunitário de saúde (ACS) e da equipe de enfermagem, atendendo aos usuários que buscam a ESF e aos que necessitam de cuidados domiciliares, considerando o contexto local (SANTOS, 2013). A equipe multiprofissional toma por base a comunicação entre os membros da equipe de saúde em relação às condutas adotadas no atendimento ao usuário, em qualquer campo do saber o trabalho da equipe, as informações não são exclusivasa um único membro. Cada profissional conhece seu limite e tem legitimadas suas ações na legislação que lhe respalda (MACHADO, 2011). As ações do enfermeiro devem estar voltadas à população assistida, atua junto com a comunidade, considerando o contexto e as necessidades locais, para que as soluções sejam as mais adequadas, a ação educa- tiva do enfermeiro em saúde refere-se às atividades voltadas ao desenvolvimento de capacidades individuais e coletivas visando à melhoria da qualidade de vida e saúde. Desse modo, dentre as ações da enfermagem na ESF, emergem as ações educativas como ferramentas fundamentais de estímulo tanto do autocuidado quanto da autoestima de cada indivíduo e, além disso, de toda a família e comunidade, promovendo reflexões que conduzam a modificações nas atitudes e condutas dos usuários (MACHADO; MONTEIRO, 2012). O trabalho na ESF preconiza o trabalho interdisciplinar e intersetorial e é importante para o desenvolvimento das ações da equipe de saúde da família, pois possibilita a execução do cuidado integral e resolutivo, sendo também uma forma de solucionar os problemas da população de forma integrada, considerando a sua totalidade (JUNQUEIRA, 2012). Os enfermeiros, juntamente com as equipes multiprofissionais, ao realizarem o trabalho educativo enfrentam diversas dificuldades para sua concretização. Ao desenvolver educação em saúde, tanto no contexto individual quanto no coletivo, os enfermeiros que atuam na ESF se deparam com barreiras, dentre as quais a principal é a resistência às mudanças e aceitação ao novo modelo assistencial. 4. O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE – POSSIBILIDADES PROFISSIONAIS O SUS foi criado a partir das manifestações de um conjunto de necessidades sociais de saúde, as quais imprimem um caráter ético-moral que a defende como direito de todo cidadão. Enquanto conquista das lutas participativas e democráticas, o SUS se desenvolve com base nos princípios de acesso, universalidade, equidade e integralidade, e com base nas diretrizes organizativas de descentralização, regionalização, hierarquização e participação da comunidade. Como estratégia de reformulação do modelo brasileiro de atenção à saúde e o fortalecimento dos princípios e diretrizes do SUS, o Ministério da Saúde criou, em 1994, a Estratégia Saúde da Família (ESF), inicialmente denominada Programa de Saúde da Família. A estratégia nasceu na tentativa de repensar os padrões de pensamento e comportamento dos profissionais e cidadãos brasileiros, até então vigentes. Sistematizada e orientada por equipes de saúde da família que envolve médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, odontólogos e Agentes Comunitários de Saúde (ACS), a ESF busca discutir e ampliar o tradicional modelo sanitário médico-curativista, para a compreensão de uma abordagem coletiva, multi e interprofissional, centrada na família e na comunidade, inserida em seu contexto real e concreto. Sendo a Estratégia Saúde da Família (ESF) uma estratégia de fomento à participação da população, esta deve, crescentemente, promover uma nova relação entre os sujeitos, onde tanto o profissional quanto o usuário podem/devem ser produtores e construtores de um viver mais saudável. Este envolvimento, no entanto, só é possível mediante um processo dialógico entre os diferentes saberes, no qual cada um contribui com o seu conhecimento peculiar e juntos possibilitam uma interação efetiva pela valorização das diferentes experiências e expectativas de vida . É neste contexto de discussões, conquistas e desafios que o enfermeiro precisa delinear cada vez mais e melhor o seu campo de atuação profissional e desenvolver o seu projeto político-legal, coerente com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), bem como com as diretivas da Estratégia Saúde da Família (ESF). Um projeto profissional, portanto, que necessita considerar o ser humano – ser individual e coletivo – como sujeito e ator socia. Pretende-se, a partir do exposto, situar a enfermagem frente às práticas em saúde coletiva, mais especificamente no SUS, para compreender como esta vem se constituindo enquanto uma das disciplinas que contribui de forma decisiva para a consolidação dos princípios e diretrizes do Sistema único de Saúde (SUS). Objetiva-se, assim, possibilitar um olhar retrospectivo sobre o papel profissional do enfermeiro no Sistema Único de Saúde, bem como compreender o significado de sua prática social neste campo de discussões e significações teórico-práticas. 5. ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA (ESF) O Programa de Saúde da Família (PSF) foi apresentado em 1994 pelo Ministério da Saúde, na busca de ações de promoção e proteção à saúde do indivíduo, da família e da comunidade, por meio de equipes responsáveis pelo atendimento na unidade local de saúde e na comunidade (BRASIL, 2011). A partir de 2006, o Ministério da Saúde passou a denominar o Programa de Saúde da Família (PSF) como Estratégia Saúde da Família (ESF) por meio da Portaria n° 648/06. A alteração deu-se a fim de fortalecer a ideia da Saúde da Família como o eixo estruturante da atenção básica e não apenas como mais um programa entre outros propostos pelo Ministério da Saúde. Visando à produção de novos modos de cuidado, a Estratégia Saúde da Família (ESF) propõe a visita domiciliar (VD) como instrumento central no processo de trabalho das equipes (BORGES; OLIVEIRA, 2011). A Estratégia Saúde da Família (ESF) é composta por equipe multiprofissional que possui, no mínimo, médico generalista ou especialista em saúde da família ou médico de família e comunidade, enfermeiro generalista ou especialista em saúde da família, auxiliar ou técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde (ACS). Lei nº 10.507 de 10 de julho de 2002: Art. 1º - Fica criada a profissão do Agente Comunitário de Saúde, nos termos desta lei. Parágrafo único: O exercício da profissão de ACS dar-se-á exclusivamente no âmbito do Sistema único de Saúde – SUS. Art. 2º - A profissão de ACS caracteriza-se pelo exercício de atividades de prevenção de doenças e promoção da saúde, mediante ações domiciliares ou comunitárias, individuais e coletivas, desenvolvidas em conformidade com as diretrizes do SUS e sob supervisão do gestor local deste. Pode-se acrescentar a esta composição, como parte da equipe multiprofissional, os profissionais de saúde bucal (ou equipe de Saúde Bucal (ESB), cirurgião-dentista generalista ou especialista em saúde da família, auxiliar e/ou técnico em Saúde Bucal. O número de agentes comunitários de saúde (ACS) deve ser suficiente para cobrir 100% da população cadastrada, com um máximo de 750 pessoas por agente e de 12 agentes comunitários de saúde (ACS) por equipe de Saúde da Família, não ultrapassando o limite máximo recomendado de pessoas por equipe. 6. OBJETIVOS DA PESQUISA: 6.1 OBJETIVO GERAL Descrever a configuração do trabalho da enfermagem na Estratégia de Saúde da Família (ESF), destacando as ações nas quais se concentram a sua atuação no Sistema Único de Saúde (SUS). 6.2 OBJETIVO ESPECÍIFICOS · Analisar as práticas de trabalho no âmbito coletivo dos profissionais vinculados à equipe saúde da família · Discutir os limites e as possibilidades do trabalho do enfermeiro na Estratégia Saúde da Família para a consolidação do Sistema Único de saúde (SUS), à luz da autonomia; · Identificar o significado da educação em saúde para os enfermeiros da Estratégia Saúde da Família (ESF) e as ações educativas individuais e coletivas desenvolvidas por eles. · Compreender o significado atribuído à consulta de enfermagem em puericultura, pelo enfermeiro que atua na Estratégia Saúde da Família. · Analisar as concepções de supervisão de enfermeiros na Estratégia Saúde da Família (ESF) em relação aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), tendo por referencial o processo de trabalho e as relações de poder.7. JUSTIFICATIVA E muito importante a inclusão da enfermagem na equipe multidisciplinar na Estratégia Saúde da Família (ESF), que tem seu foco em ações de Vigilância em Saúde, onde se colocam em prática todos os conhecimentos provindos da equipe como um todo, para melhores planejamentos em saúde, a fim de garantir melhor cuidado com todas as famílias, reorganizando a atenção básica, buscando ampliações e apoio as equipes de saúde da família. Além de ter um trabalho em conjunto para melhores resultados, também deve ter boas relações e vínculo com as famílias atendido, passando confiança, cuidado, e assim garantido cada vez mais a continuidade da procura dessas famílias, pois com o conhecimento da realidade local e das necessidades, a equipe entrara com providencias prioritárias. Dentro das suas responsabilidades vale citar, a importância da supervisão e educação dos Agentes Comunitários de Saúde, que exercem um papel fundamental, formando um elo entre a comunidade e a equipe de saúde, pois, lidam diretamente com a comunidade, como foi citado anteriomente, trazem assim informações sobre a realidade de cada família. Sem dúvida, os responsáveis pelo processo de educação devem estar cientes da presença marcante do conhecimento natural ou do senso comum do cotidiano. De acordo com os autores, precisamos ultrapassar os próprios meandros do espaço e tempo, e refletir sobre as profissões, somos capazes do cuidado do outro, capazes de nortear os esforços, e ter uma geração futura, uma existência mais saudável e mais feliz. 8. METODOLOGIA DA PESQUISA Este estudo baseia-se em uma pesquisa de revisão bibliográfica de caráter qualitativo, a pesquisa qualitativa abrange um estudo restrito de determinado assunto, aproximando o estudante de seu objeto de estudo, de forma a possibilitar uma observação mais detalhada (CLIFFORD, 1997, p. 73), analisando de forma sintética, pode-se configurar este estudo ao contexto empírico, expresso sob a visão do autor de sensibilidade ao contexto. Esta pesquisa caracteriza-se pelo estudo detalhado e particular, possibilitando aprofundamento e foco, podendo assim propor ao leitor conhecer de forma minuciosa detalhes do tema abordado, destaca-se aqui um traço significante que caracteriza este tipo de estudo, a apresentação dos fenômenos sociais como processuais e contingentes, estas características ajustam-se a pesquisa qualitativa. Desta forma o estudante ou pesquisador consegue assimilar acontecimentos políticos – sociais decifrando-os e percebendo como sua atenção foi pré-determinada a tais fatores de forma inconsciente (DENZIN & LINCOLN, 2006). Neste método de pesquisa não se alinham a frases prontas, aqui a subjetividade de cada sujeito é respeitada, observada e analisada, cuidadosamente para que de nenhuma forma sua realidade seja agredida, desrespeitada ou negligenciada. TIPO DE PESQUISA O desenvolvimento deste projeto deu-se através de estudos teóricos, baseando-se em vários autores com o intuito de fundamentar o estudo sobre as mídias e sua utilização na saúde comunitária à estratégia de saúde da família. COLETA DE DADOS As informações foram coletadas mediante consulta na Biblioteca Virtual, nas bases da Literatura em artigos, sites, (LILACS) e (SCIELO). Foram utilizados o termo: O papel profissional do enfermeiro no sistema único de saúde: da saúde comunitária à estratégia de saúde da família como descritores para o levantamento de dados. 9. RESULTADOS ESPERADOS No que se refere às práticas da enfermagem na ESF, os resultados apontam que estas se reúnem em três dimensões do trabalho da enfermagem, com predomínio da dimensão do cuidado, seguida pela dimensão administrativo-gerencial e, por último, a dimensão educativa. Neste capítulo será apresentada a análise e discussão dos resultados da revisão, que buscou identificar as ações de enfermagem na Estratégia Saúde da Família (ESF). Foram encontrados 19 artigos científicos na Scientific Electronic Library Online (SCIELO) utilizando-se as palavras-chave acima citadas. O referencial teórico aborda o assunto a fim de fazer junção com a realidade deste projeto, enaltece o profissional da saúde, onde o sujeito é reconhecido e respeitado em suas diferenças, isto não é colocado como empecilho em sua construção e valoração. A partir do levantamento, foram encontrados os artigos citados a baixo: TÍTULO DO ARTIGO ANO AUTORES Ações de enfermagem na estratégia de saúde da família (ESF) 2010 BRASIL 2011 PEDUZZI 2012 ROECKER; BUDÓ; MARCON 2011 LEITÃO 2010 PASSOS; CIOSAK 2013 SANTOS 2011 MACHADO 2012 MACHADO; MONTEIRO, 2012 JUNQUEIRA 2012 PEREIRA Estratégia de saúde da família 2011 BRASIL 2011 BORGES; OLIVEIRA 10. CRONOGRAMA DA PESQUISA 11. ORÇAMENTOS Quantidade Recurso Material R$ 50 Folhas de Papel A4 - 05 Bloco de rascunho de 100 folhas - 01 Cartucho de tinta para impressora - 01 Caderno de anotações - 01 Lápis - 02 Canetas - 01 Borracha - Total aproximadamente R$ 50,00 reais 12. REFÊNCIAS BORGES, R.; D’ OLIVEIRA, A. F.P. L. A visita médica como espaço para interação e comunicação. Interface – Comunic., Saúde, Educ., v.15, n. 37, p.461-472, 2011. BRASIL. Ministério da Saúde. Guia prático do Programa Saúde da Família. Brasília: Ministério da Saúde, 2011 . _______. Guia Prático do Programa Saúde da Família. Brasília: Ministério da Saúde, 2010. _______. Portaria n. 2.488, de 21 de outubro de 2011. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família (ESF) E O Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS). 2011. _______. Secretaria de Assistência à Saúde. Saúde da Família: uma estratégia de organização dos serviços de saúde. Brasília: Ministério da Saúde; 2006. _______. SUS. 2015. Disponível em: Acesso em: Acesso em: 10 janeiro. 2021. JUNQUEIRA, L. P. Novas Formas de Gestão na Saúde: descentralização e intersetorialidade. Saúde Soc., v. 6, n. 2, p. 31-46, 2012. LEITÃO, G.C.M. Reflexões sobre gerenciamento. Texto e contexto enfermagem. 10, n. 53, p. 104-115, 2011. MACHADO, M. F. A. S; MONTEIRO E. M. L. M. Integralidade, formação de saúde, educação em saúde e as propostas do SUS: uma revisão conceitual. Ciênc. Saúde Coletiva, v. 12, n. 2, p. 335-342, 2012. 41 MACHADO, M. H. A profissão de enfermagem no século XXI. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília-DF, v. 52, n. 4, p. 589-595, out/dez 2011. SANTOS, Silvana S. C. O trabalho gerencial do enfermeiro na Rede Básica de Saúde. Texto e contexto Enfermagem, v. 18, n. 2, p. 249-57, 2013 PEDUZZI, M. A inserção do enfermeiro na equipe de saúde da família na perspectiva de promoção de saúde. In: 1º Seminário Estadual: o enfermeiro no programa de saúde da família. R. Enferm, UFSM, v.1, n.1, p. 41-50, jan./abr 2011. PASSOS, J. P.; CIOSAK, S. I. A concepção dos enfermeiros no processo gerencial em Unidade Básica de Saúde. Rev. Esc. Enferm, USP, v. 40, n.4, p.464-480, 2010 PEREIRA, A. L. F. 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