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Transtorno do 
Pensamento
Esquizofrenia
Profa. Adriana Machado Covino
Profas. Ângela Lima & Roberta Sudré
(adaptação).
• https://www.youtube.com/watch?v=BTbPRqGwPo8
• A VIDA DE UM ESQUIZOFRÊNICO
• https://www.youtube.com/watch?v=XKwy6pj9KLk ( assistir)
• ESQUIZOFRENIA-SER SAUDÁVEL
• Culturalmente o esquizofrênico representa o estereotipo do 
"louco", um indivíduo que produz grande estranheza social 
devido ao seu desprezo para com a realidade reconhecida. 
https://www.youtube.com/watch?v=BTbPRqGwPo8
https://www.youtube.com/watch?v=XKwy6pj9KLk
• O diagnóstico se baseia 
exclusivamente na história 
psiquiátrica e no exame do 
estado mental.
• É extremamente raro o 
aparecimento de 
esquizofrenia antes dos 10 
ou depois dos 50 anos de 
idade e parece não haver 
nenhuma diferença na 
prevalência entre homens 
e mulheres.
Esquizofrenia
❑ O termo Esquizofrenia foi criado em 1908 pelo psiquiatra suíço 
Eugen Bleuler.
É um transtorno do pensamento caracterizado por 
desorganização ampla dos processos mentais.
❑ A palavra deriva do grego 
(esquizo = divisão, phrenia = mente)
De acordo com o CID-11 a 
esquizofrenia (6A20) em geral é 
caracterizada por distorções 
fundamentais e características do 
pensamento e da percepção e por 
afeto inadequado ou embotado. 
Usualmente mantém-se clara a 
consciência e a capacidade 
intelectual, embora certos déficits 
cognitivos possam evoluir no curso 
do tempo. 
Os fenômenos psicopatológicos mais 
importantes incluem o eco do 
pensamento, a imposição ou o roubo 
do pensamento, a divulgação do 
pensamento, a percepção delirante, 
idéias delirantes de controle, de 
influência ou de passividade, vozes 
alucinatórias que comentam ou 
discutem com o paciente na terceira 
pessoa, transtornos do pensamento e 
sintomas negativos.
É um tipo de psicose (quando o paciente perde o juízo da realidade),
O sujeito não consegue separa aquilo que é real do que é imaginação. 
Envolve uma série de consequências funcionais implicadas neste 
diagnóstico, vai muito além dessa concepção de perda de juízo da 
realidade, podendo envolver o raciocínio, a cognição, é um quadro que 
pode ser devastador para a saúde mental do indivíduo. 
Esquizofrenia
• atinge cerca de 0,7% da população mundial.
• No Brasil, a prevalência de psicoses em geral é de 0,3 a 2,4%; e de 
esquizofrenia, próxima a 1% da população
❑ Homens tem risco maior que as mulheres. Homens apresentam um 
risco de 1,4% a 2,3% maior que as mulheres.
❑ Manifestando-se habitualmente entre os 15 e os 25 anos nos 
homens e 25 a a35 anos nas mulheres
❑ Embora raro na infância, seu início antes dos 15 anos é reconhecido.
❑ Incidência após os 50 anos na mulheres, devido a perda da proteção 
estrogênica.
Causas 
• Não existe uma causa única para o 
desencadear deste transtorno. 
• Assim como o prognóstico é incerto para 
muitos quadros, a etiologia das psicoses, 
principalmente da esquizofrenia, é incerta, 
ou melhor, de causação multifatorial.
9
https://pt.wikipedia.org/wiki/Progn%C3%B3stico_(medicina)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Etiologia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Psicose
Combinação de fatores: MULTIFATORIAL
Genética
Fatores hereditários
Psicológicos/Ambientais 
Neurobiológicas - Bioquímicas:
neurotransmissores 
Dopamina(excesso) e glutamato
neurotransmissor 
Excitatório.
Teorias psicanalíticas 
fase oral ausência de relações 
interpessoais satisfatórias.
• Há clara influência de fatores genéticos 
associados à esquizofrenia, sendo que 
o risco de desenvolver esse transtorno 
psiquiátrico aumenta quanto mais 
próximo for o parentesco com o 
portador. 
• Ao longo da vida, o risco é de 1% para 
a população geral, 10% para quem tem 
um irmão com esquizofrenia, 18% 
quando o irmão é seu gêmeo dizigótico
e até 50% quando é monozigótico.
• No entanto, 85% das pessoas com 
esquizofrenia não tem um parente de 
primeiro e segundo grau. 
Fisiopatologia
12
EXAME DE SANGUE!!!
• Exame de sangue
Esquizofrenia e Bipolaridade
• Material da Agência Fapesp
• 07/08/2020.
13
Hipótese
dopaminérgica
Os sintomas psicóticos estariam associados a um excesso de dopamina.
A melhora dos sintomas psicóticos seria ocasionado pelo bloqueio da ação 
da dopamina.
15
https://portal.unisepe.com.br/repositorio/wp-content/uploads/sites/10011/2023/05/ESQUIZOFRENIA-HIP%C3%93TESE-DOPAMIN%C3%89RGICA-E-
CAPACIDADE-COGNITIVA.pdf
https://portal.unisepe.com.br/repositorio/wp-content/uploads/sites/10011/2023/05/ESQUIZOFRENIA-HIP%C3%93TESE-DOPAMIN%C3%89RGICA-E-CAPACIDADE-COGNITIVA.pdf
Classificação
• O diagnóstico da esquizofrenia, como sucede com a grande maioria
dos transtornos mentais e demais psicopatologias, não se pode
efetuar através da análise de parâmetros fisiológicos ou bioquímicos
e resulta apenas da observação clínica cuidadosa das
manifestações do transtorno ao longo do tempo.
• Quando do diagnóstico, é importante que o médico exclua outras
doenças ou condições que possam produzir
sintomas psicóticos semelhantes (uso de drogas, epilepsia, tumor
cerebral, alterações metabólicas).
• O diagnóstico da esquizofrenia é por vezes difícil.
16
https://pt.wikipedia.org/wiki/Diagn%C3%B3stico
https://pt.wikipedia.org/wiki/Psicose
https://pt.wikipedia.org/wiki/Droga
https://pt.wikipedia.org/wiki/Epilepsia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Tumor_cerebral
https://pt.wikipedia.org/wiki/Metabolismo
Esquizofrenia--Principais manifestações:
A esquizofrenia é uma doença 
funcional do cérebro que se 
caracteriza essencialmente por 
uma fragmentação da estrutura 
básica dos processos de 
pensamento, acompanhada pela 
dificuldade em estabelecer a 
distinção entre experiências 
internas e externas.
➢Sintomas Positivos da Esquizofrenia 
➢Sintomas Positivos da Esquizofrenia
Delírio – conteúdo do pensamento são idéias que a 
pessoa cria, constrói.
Alucinação e Ilusão -alteração na sensopercepção 
percepção real de um objeto inexistente, são 
percepções sem um estímulo externo (é real para a 
pessoa que está alucinando.
Afrouxamento das associações: pensamento “frouxo”, 
dificuldade de pensar de maneira organizada, lógica, 
(forma do pensamento) e a concentração (atenção).
Para Saber
• Delírios: são idéias falsas, das quais o paciente tem convicção absoluta. 
• Por exemplo, ele se acha perseguido ou observado por câmeras 
escondidas, acredita que os vizinhos ou as pessoas que passam na rua 
querem lhe fazer mal. 
alucinações:
São percepções falsas dos órgãos dos sentidos. As alucinações mais comuns 
na esquizofrenia são as auditivas, em forma de vozes.
O paciente ouve vozes que falam sobre ele, ou que acompanham suas 
atividades com comentários. Muitas vezes essas vozes dão ordens de como 
agir em determinada circunstancia. Outras formas de alucinação, como 
visuais, táteis ou olfativas podem ocorrer também na esquizofrenia. 
alterações da afetividade:
Muitos pacientes tem uma perda da capacidade de reagir 
emocionalmente às circunstancias, ficando indiferente e sem 
expressão afetiva. 
Outras vezes o paciente apresenta reações afetivas que são 
incongruentes, inadequadas em relação ao contexto em que se 
encontra. Torna-se pueril e se comporta de modo excêntrico ou 
indiferente ao ambiente que o cerca. 
diminuição da motivação:
• O paciente perde a 
vontade, fica 
desanimado e apático, 
não sendo mais capaz de 
enfrentar as tarefas do 
dia a dia. Quase não 
conversa, fica isolado e 
retraído socialmente.
Esquizofrenia
➢Sintomas Negativos
Vontade (volição) – perda de vontade ou diminuição 
(hipobúlico);
Afeto – Não demonstra (embotamento do afeto ou 
embotamento afetivo); redução da capacidade 
de expressar a emoção;
Percepção do comportamento e das relações 
interpessoais dificuldade em se relacionar 
(isolamento social) .
Pensamento
Pobreza do pensamento expresso na comunicação 
verbal e não verbal;
Respostas verbais e não verbais incoerentes ou 
diminuídas-
Maior predisposição genética para os sintomas 
positivos 
Reflexos navida diária
Isolamento social;
Desinteresse aparente pelo mundo exterior;
Ausência de objetivos;
Manifestações de agressividade e de sexualidade inadequadas; 
Não estabelecimento de vínculos afetivos
Déficit no autocuidado 
• A validade do diagnóstico de
esquizofrenia tem sido criticada —
no quadro de críticas mais amplas à
validade dos psicodiagnósticos em
geral — sob a alegação de ser
carente de validade científica
26https://www.medpedia.com.br/wp-content/uploads/2022/04/CID-10-CID-11-depressao-esquizofrenia-e-bipolar.pdf
https://www.medpedia.com.br/wp-content/uploads/2022/04/CID-10-CID-11-depressao-esquizofrenia-e-bipolar.pdf
Esquizofrenia Paranoide – F20.0
se caracteriza essencialmente pela presença de idéias
delirantes relativamente estáveis, frequentemente de
perseguição.
As perturbações do afeto, da vontade, da linguagem e os 
sintomas catatônicos, estão ausentes, ou são relativamente 
discretos.
Início adolescência até 30 anos;
Quadro clínico: dominado por um delírio paranoide
relativamente bem organizado. Os pacientes são desconfiados,
reservados, podendo ter comportamentos agressivos.
Caracterizada pela presença de delírio persecutório,
acompanhados de alucinações auditivas ou visuais ou outras
alterações da sensopercepção.
ESQUIZOFRENIA PARANÓIDE
• Forma de esquizofrenia caracterizada pela presença proeminente de uma perturbação dos
afetos; as idéias delirantes e as alucinações são fugazes e fragmentárias, o comportamento é
irresponsável e imprevisível; existem frequentemente maneirismos.
• O afeto é superficial e inapropriado.
Tipo mais grave da esquizofrenia
❑ Caracterizada por uma grave desorganização do pensamento 
(forma do pensamento)
❑ Comportamentos pueril
❑ Embotamento afetivo
❑ Mal prognóstico
❑ Tem início antes dos 25 anos
❑ Exemplos: risos imotivados ou até mesmo regressão.
Esquizofrenia Hebefrênica ou desorganizada
❑ Caracterizada por estupor agudo associado com súbita perda de animação e 
uma tendência a permanecer imóvel (HIPOBÚLICO OU ABÚLICO).
❑ Comportamento pode altera-se com períodos de excitação e agitação explosiva.
❑ Negativismo podendo ficar imóvel;
❑ Início entre os 25 e 30 anos.
ESQUIZOFRENIA CATATÔNICA
TRATAMENTOS 
30
O tratamento da esquizofrenia é 
baseado na intervenção 
medicamentosa com fármacos 
antipsicóticos, além de que é 
recomendado a realização de 
intervenções psicossociais.
Os antipsicóticos .....
• atuam na redução de sintomatologia das psicoses, tal como a Esquizofrenia.
• se caracterizam por sua ação psicotrópica, com efeitos sedativos e
psicomotores.
• podem ser considerados típicos e atípicos, geram efeitos adversos graves
alterando a vida dos usuários do serviço da saúde.
• Esses medicamentos também são conhecidos como neurolépticos e nasceram a
partir de uma descoberta casual de Dalay e Deniker, no começo da década de
1950, com a Clorpromazina, medicamento até hoje utilizado.
• Por isso, além de se constituírem como os fármacos preferencialmente usados
no tratamento sintomático das psicoses, principalmente a esquizofrenia,
também são utilizados como anestésicos e em outros distúrbios psíquicos.
Esquizofrenia
Tratamentos
❑ Antipsicóticos – se dividem em : 
❑ Típicos (dec. 50), principal mecanismo de ação: bloqueio dos receptores de Dopamina.
indução de síndromes extrapiramidais (SEP) – tremor, rigidez, bradicinesia (lentidão dos 
movimentos), acatisia (sensação de inquietude), discinesia tardia (movimentos 
involuntários, surge com tempos prolongados), Síndrome neuroléptica maligna (rigidez 
muscular intensa, hipertermia, instabilidade autonômica (SSVV, sudorese) ( EX: 
haloperidol)
❑ Atípicos potencial de provocar distúrbios de movimentos, eficaz nos sintomas 
negativos. Principal mecanismos de ação: bloqueio dos receptores de dopamina e 
serotonina. 
❑No mercado brasileiro, dispõe-se da clozapina, da risperidona, da olanzapina e da quetiapina.
TÍPICOS
Esquizofrenia
Tratamentos:
❑ Eletroconvulsoterapia (ECT)
❑ Terapias Psicossociais, atividades físicas.
ELETROCONVULSOTERAPIA
• Em crises graves ou em que não 
houve resposta às medicações pode 
fazer o uso de ECT, realizado com 
anestesia..
• Uso de Antipsicóticos modernos-
atípicos ou de última geração 
Características Primordiais da Equipe de Enfermagem 
no Atendimento ao Paciente em Saúde Mental
• Gostar da profissão 
• Ter maturidade emocional 
• Ter discernimento 
• Saber atuar em equipe 
• Saber envolver-se emocionalmente de 
forma terapêutica
• Ter conhecimento técnico e científico ( 
exame psíquico). 
• Ser responsável no exercício de suas 
funções. 
Cuidados de enfermagem no uso de antipsicóticos:
• Cuidados na apresentação, dosagem e via de administração;
• Cuidados para a interação medicamentosa com outras classes de
medicamentos, principalmente ansiolíticos ou sedativos,
• Orientar quando ao uso de álcool e anticonvulsivante.
• Antiácido antidiarreicos podem alterar o efeito do medicamento;
• Cuidados sobre o risco de queda que é bem comum, pela hipotensão postural,
possibilidade de convulsão e visão turva;
• Cuidados em relação a alimentação e higiene, uma vez que a função motora
comprometida pode trazer dificuldade no manejo de utensílios;
• Cuidados quanto a atividade física e boa alimentação, uma vez que o ganho
ponderal é significativo;
• Ficar atento com qualquer progressão dos sintomas motores, pois havendo
rigidez, catatonia, febre o paciente pode estar iniciando um quadro de
síndrome neuroléptica maligna que pode levá-lo a morte.
Esquizofrenia
Assistência de Enfermagem
❑ Observar e anotar o comportamento que o paciente manifesta pois 
poderá variar durante o dia. É de suma importância o conhecimento dos 
conteúdo dos delírios, alucinação e afeto.
estimular a expressão do pensamento e sentimentos.
❑ Oferecer apoio quando o paciente estiver ansioso ou assustado, 
entendendo que devido sua patologia nem sempre ele conseguirá 
transmitir o que está sentindo (embotamento afetivo).
Esquizofrenia
Assistência de Enfermagem
❑Ter enfoque no sistema familiar;
❑Trazer o paciente para realidade nas alucinações e delírios e 
desenvolvendo a críticas em relação a doença;
❑Atentar ao auto-cuidado e estimular o mesmo;
❑Estimular a participação nos grupos terapêuticos;
❑Promover ambiente terapêutico e seguro;
❑Atentar a ingesta alimentar e padrão do sono;
Esquizofrenia
Assistência de Enfermagem
❑Estimular a interação social;
❑Atentar ao risco de autoagressão e suicídio;
❑Atentar ao risco de fuga;
❑Atentar a constipação relacionada ao uso do antipsicótico;
❑Observar os sintomas extrapiramidais.
Filme de indicação 
Uma mente Brilhante 
John Forbes Nash Jr.
matemático norte-americano que trabalhou na Teoria dos 
Jogos e na Geometria Diferencial. 
Recebeu em 1994 o Prêmio Nobel de Economia,
Esquizofrenia - Indicação de filmes
http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:John_f_nash_20061102_2.jpg
http://pt.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1tico
http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica
http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_dos_Jogos
http://pt.wikipedia.org/wiki/Geometria_Diferencial
http://pt.wikipedia.org/wiki/1994
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%AAmio_Nobel_de_Economia
Referências
• Carvalho, B. Marissol. Saúde Mental e Psiquiatria para Enfermagem. São Paulo: Lemar&Goi, 2025. 
• Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5. American Psychiatric Association. 
(Tradução: Maria Inês Corrêa Nascimento...et al.); revisão técnica: Aristides Volpato Cordioli... et al. 
5ª ed.-Porto Alegre: Artmed, 2014.
• Santos, Rayce et al. Perfil epidemiológico de portadores de esquizofrenia internados no Instituto Raul 
Soares. Rev Med Minas Gerais, v. 26, n. Supl 5, p. S102-S109, 2016.
• Taylor, Cecília Monat (1992), Fundamentos de Enfermagem Psiquiátrica, Porto Alegre, Artes Médicas. 
• Teschinsky, Ursula (2000), "Living with schizophrenia: The family illness experience", Mental Health 
Nursing, nº 21, p. 387-396. 
• Freitas, Luís (Set./Out.2002), "Destigmatizando a Doença Mental", Servir, vol. 50, nº 5, p. 250-253. 
• A, Delmina (Jan. 2000), "A Esquizofrenia", Sinais Vitais, nº 28, p. 46-47. 
• Milheiro, Jaime (2000), Loucos são os outros, Lisboa, Edições Fim de Século. 
• https://www.scielo.br/j/ress/a/sfSn97jgHMKzSXgKSPy56Hd/?lang=pt
• http://www2.datasus.gov.br/cid10/V2008/WebHelp/f20_f29.htm
https://www.scielo.br/j/ress/a/sfSn97jgHMKzSXgKSPy56Hd/?lang=pt
http://www2.datasus.gov.br/cid10/V2008/WebHelp/f20_f29.htm
OBRIGADA!
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