A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
110 pág.
Exemplo Monografia - Leandro Henrique - Administração

Pré-visualização | Página 23 de 25

e 
Incubadoras, mas que ainda não se aproximou e apoiou o Projeto Empreender. 
O processo de aproximação, negociações e futuro apoio da Agência de 
Desenvolvimento do ABC deve passar pela agenda do próprio SEBRAE 
responsável pelo projeto na região. A pluralidade de conexões, ou tentativas de 
conexões, abre campo para que o projeto seja acompanhado por outros 
institutos e órgãos além do próprio SEBRAE e Agência de Desenvolvimento. 
Por que não pensar em apoio de agências internacionais e troca de relatos, 
experiências e modelos de projeto com o Observatório Europeu? 
Não cabe ao pesquisador apontar este ou aquele como culpado pelos 
erros vistos, cabe apenasindicá-los e sugerir melhorias, como de fato está 
sendo feito. A experiência apontada pelo Observatório Europeu demonstra 
muito profissionalismo, dedicação e planejamento, e talvez esta seja a maior 
lição que se pode aprender com eles. 
Putnam (2007) demonstrou que a sociedade cívica é capaz de fazer com 
que a sociedade pública se organize e se desenvolva, sendo fator crucial a 
98 
participação e fiscalização da base civil. Falta agora a sociedade pública do 
GABC demonstrar que é possível que a participação e a fiscalização da base 
pública seja capaz de organizar e desenvolver os pequenos negócios de suas 
regiões. 
A pesquisa apresentada encontra a necessidade de aprofundamento 
sobre o tema, dada a sua relevância para o campo da ciência social aplicada 
da administração. Por exemplo, pensar em estudos que entendam o fator 
amizade em comunidades empresariais associativistas pode ser fator de 
estudo. Outro ponto a ser pensado seria a mensuração do ganho do município, 
estado e governos federais com a implantação de projetos correlatos ao 
Projeto Empreender, pensando em número de empregos diretos e indiretos, 
recolhimento de impostos e tributos, além de melhoria de qualidade de vida 
populacional. Pode-se também pensar em projetos educacionais que possam 
ensinar as pessoas sobre as práticas associativistas e seus benefícios, 
aplicando estes ensinamentos em grades curriculares dos cursos de 
graduação, pós-graduação, MBA e em cursos técnicos fundamentais. Estes 
ensinamentos poderiam ser úteis aos alunos, visto que a maioria das matérias 
encontradas em cursos de administração são focadas única é exclusivamente 
ao que o capitalismo mais sabe ensinar: business. 
Para finalizar este estudo disponibilizamos a todos os participantes desta 
pesquisa e para a coordenação estadual do Projeto Empreender, a 
apresentação de dados, análises e conclusões das reuniões dos núcleos 
Esperamos que o trabalho sirva de trampolim para o desenvolvimento do 
Projeto Empreender e do fenômeno associativista na região do GABC. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
99 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
 
ALBAGLI, S. e BRITO, J. Arranjos Produtivos Locais: Uma nova estratégia 
de ação para o SEBRAE . Rio de Janeiro: Rede Sist, 2002. 
 
ALMEIDA, Alberto Carlos. A cabeça do brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 
2007. 
 
AMATO NETO, João. Redes de Cooperação produtiva e clusters regionais: 
oportunidades para as pequenas e médias empresas. São Paulo: Atlas, 2005. 
 
AUSTIN, James E. Parcerias: Fundamentos e benefícios para o terceiro 
setor. São Paulo: Futura, 2001. 
 
BAGNASCO, Arnaldo. Teoria do desenvolvimento e caso italiano in ARBIX, 
Glauco; ZILBOVICIUS, Mauro; ABRAMOVAY, Ricardo. Razões e Ficções do 
desenvolvimento. São Paulo: Ed. UNESP, 2001. 
 
BALESTRIN, Alsones; VARGAS, Lilia Maria. Redes horizontais de 
cooperação como 
estrutura favorável ao desenvolvimento de PMEs. In: XXVII Encontro da 
ANPAD, 2003, 
Atibaia-SP. Kit Enanpad 2003. 
 
BALESTRO, M.V.; ANTUNES Jr, J.A.V.; LOPES, M.C.; PELEGRIN, I. A 
Experiência da Rede Petro-Rs: Uma Estratégia para o Desenvolvimento das 
Capacidades Dinâmicas. Revista de Administração Contemporânea. V.8, 2004. 
Edição Especial. 
 
BARBOSA, F. A.; SACOMANO, J. B; PORTO, A. J. V. Metodologia de análise 
para redes interorganizacionais: competitividade e tecnologia. Gestão & 
Produção. São Carlos, vol.14, no.2, 2007. 
 
BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. 
Fundamentos de metodologia científica: um guia para a iniciação científica. 
São Paulo: Makron, 2000. 
 
BIANCHI, P. e DI TOMMASO, M.R. (1998) – Politica industrial para las 
PYME en la economía global , in Comercio Exterior, México, v.48, n.8, agosto. 
 
BRITO, Jorge. Cooperação Interindustrial e Redes de Empresa. IN: KUPFER, 
David; HASENCLEVER, Lia. Economia Industrial: fundamentos teóricos e 
prática no Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 
 
CARDOSO, Cristiane Scholz Faísca. A Contribuição do Projeto Empreender 
para a dormação de redes de empresas: Estudo do caso Aetur. 2004. 141 
páginas.Dissertação de Mestrado. UFSC, Florianópolis. 
 
100 
CRGS. Levantamento histórico de Rio Grande da Serra: Disponível em: 
http://www.camarargserra.sp.gov.br/historia_mun.html Acessado em: 
04/04/2008 as 16:14. 
 
CARRÃO, Ana Maria Romano. Cooperação entre Empresas de Pequeno 
Porte. Revista de Administração da USP. v.39, n.2, abr/jun, p.186-185, 2004. 
 
CASAROTTO FILHO, Nelson. PIRES, Luiz Henrique. Redes de Pequenas e 
médias empresas e desenvolvimento local: estratégias para a conquista da 
competitividade global com base na experiência Italiana. São Paulo: Atlas, 
2001. 
 
CASSIOLATO, J., LASTRES H. E SZAPIRO, M. Arranjos e sistemas 
produtivos locais e proposições de políticas de desenvolvimento 
industrial e tecnológico. Rio de Janeiro, 2000. 
 
CASSIOLATO, J., LASTRES H.. Pequena Empresa: Cooperação e 
desenvolvimento 
local. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2003. 
 
___________________________. Inovação, Globalização e as Novas 
Políticas de Desenvolvimento Industrial e Tecnológico. Rio de Janeiro: 
IE/UFRJ, 1998. 
 
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999. 
 
CERVO, Amado Luiz, BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. São 
Paulo: Makron Books, 1996. 
 
CONCEIÇÃO, Jefferson José da. Quando o apito da fábrica silencia: 
Sindicados, Empresas e poder público diante do fechamento de 
indústrias e da eliminação de empregos na região do ABC. São Bernardo 
do Campo: MP Editora, 2008. 
 
DANIEL, Celso. Uma experiência de desenvolvimento econômico local: A 
câmera regional do Grande ABC. Santo André: Senac, 1999) 
 
DEMOUSTIER, Daniele. A economia social e solidária: um novo modelo de 
empreendimento associativo. São Paulo: Ed. Loyola, 2006. 
 
DOWBOR, Ladislau. Democracia Econômica: Um passeio pelas teorias. 
Fortaleza: Banco do Nordeste, 2007. 
 
DRUCKER, Peter Ferdinand. Administração em Tempo de Grandes 
Mudanças. São Paulo: Pioneira, 1996 
 
DOLABELA, Fernando. Oficina do Empreendedor. Cultura Editores, São 
Paulo, 1999. 
 
101 
DOTTO, Dalva Maria Righi, WITTMANN, Milton Luiz, Cooperação 
empresarial e desenvolvimento regional – redes de pequenas e médias 
empresas dos Vales do Rio Pardo e Taquari / RS. Engep: Ouro Preto, MG, 
2003. 
 
FPM. Memorial de São Caetano do Sul. Disponível em: http://www.fpm.org.br 
Acessado em 02/04/2008 as 13:32. 
 
_________. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1999 
 
GRANDORI, A. e SODA, G. Inter Firm Networks: Antecedents, Mechanism 
and Forms. Organization Studies, 16/2, 1995. 
 
HARVEY, David. Condição Pós-Moderna: uma pesquisa sobre as origens da 
mudança cultural. São Paulo: Loyola, 1996. 
 
HENDERSON, H. Constuindo um mundo onde todos ganhem: A vida 
depois da guerra da economia global. São Paulo: Cultrix, 1996. 
 
HUMPHREY,J.; SCHMITZ, H. Trust and inter-firm relations in developing 
and transition economies. Reino Unido: IDS-Univ. of Sussex, 1998. 
 
IMES. A industrialização transformou a região. Disponível em: 
http://www.imesexplica.com.br/2312_memorias_industrializacao.asp