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Coleta de Amostras BiológicasColeta de Amostras BiológicasColeta de Amostras BiológicasColeta de Amostras Biológicas
Profª. Profª. Profª. Profª. Jéssica Zirondi Caitano Jéssica Zirondi Caitano Jéssica Zirondi Caitano Jéssica Zirondi Caitano 
IntroduçãoIntroduçãoIntroduçãoIntrodução
As amostras biológicas como sangue, urina, fezes, líquor, secreção vaginal e uretral, entre 
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As amostras biológicas como sangue, urina, fezes, líquor, secreção vaginal e uretral, entre 
outros, são utilizadas na prática laboratorial a fim de investigar ou acompanhar possíveis 
patologias. Entre os diversos tipos de amostras biológicas, o sangue é um dos materiais mais 
utilizados para análise em laboratórios de análises clínicas. 
Para realização de análises hematológicas, bioquímicas e imunológicas, na maioria das vezes, 
são utilizadas amostras de sangue venoso. Essa amostra pode compreender o sangue total, 
ou em muitos casos esse sangue passa por procedimentos como centrifugação, com o 
objetivo de separar seus componentes, obtendo no final do processo plasma ou soro. 
Para a obtenção deste tipo de amostra, é necessária a realização da prática de coleta de 
sangue. Nessa prática, destaca-se a punção venosa, um procedimento amplamente 
praticado por profissionais da saúde, a fim de obter uma amostra de sangue que possa ser 
analisada. A punção venosa compreende um procedimento complexo e que deve ser 
realizado com muita cautela e segurança, a fim de garantir a integridade do flebotomista e do 
paciente, além de obter de uma amostra biológica de qualidade. 
Aproximadamente 70% dos erros relacionados a resultados de exames são cometidos 
durante a fase pré-analítica, a qual inclui a coleta de sangue. Durante a prática de coleta de 
sangue, alguns erros são comumente acometidos como: aspiração muito rápida do sangue, 
puxar o êmbolo da seringa várias vezes, a forma como o sangue é acondicionado no tubo, 
homogeneização, entre outros, podem levar a uma hemólise da amostra e, assim, a erros 
como a redução do número de hemácias e hematócrito, por exemplo. Problemas 
relacionados à proporção sangue-anticoagulante também podem levar a um resultado 
errôneo principalmente quando relacionado à análise de células vermelhas e brancas. 
Identificação da amostra, escolha do anticoagulante, escolha do calibre da agulha, entre 
outros fatores, também devem ser levados em conta a fim de realizar um procedimento 
correto de venopunção. 
A técnica de coleta de sangue deve ser realizada por profissionais habilitados que tenham 
conhecimento sobre os fundamentos teóricos e práticos para obtenção dessas amostras. Os 
profissionais biomédicos/farmacêuticos são aptos à realização da coleta de sangue. De 
acordo com o Art.7º da Res. nº 78 de 29/04/2002, “o profissional Biomédico está apto a 
realizar toda e qualquer coleta de amostras biológicas”. O Conselho Federal de Farmácia, de 
acordo com resolução nº 464/2007 do Artigo 1º, institui que o profissional farmacêutico 
possui como parte de suas atividades a coleta de material biológico por meio de técnicas e 
instrumentações adequadas para testes e exames de Laboratório de Análises Clínicas.
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instrumentações adequadas para testes e exames de Laboratório de Análises Clínicas.
Dessa forma, o objetivo da aula é mostrar para o aluno o procedimento utilizado na coleta de 
sangue venoso, a fim de detalhar a técnica de venopunção, através do uso de diferentes 
materiais/técnicas que permitam a obtenção de uma amostra de qualidade e, 
posteriormente, resultados fidedignos de exames. Para isso, será realizada a punção 
sanguínea, utilizando técnicas de coleta com agulha e seringa; escalpe e seringa; e coleta 
utilizando o sistema a vácuo.
Materiais eMateriais eMateriais eMateriais e
EquipamentosEquipamentosEquipamentosEquipamentos
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Luvas descartáveis;
Jaleco de manga comprida;
Agulha 25x7 ou 27x8;
Seringa 3mL ou 5mL ou 10mL;
Escalpe 23G e 25G;
Canhão/Adaptador para coleta a vácuo;
Algodão;
Álcool; 
Garrote;
Curativo;
Descarte de perfuro cortante;
Pinça;
Tubos para acondicionamento das amostras;
Estante para tubos;
Caneta para identificação;
Etiquetas de identificação;
Lixo comum;
Lixo para descarte de material biológico;
Centrífuga;
Homogeneizador hematológico;
Pia para higienização das mãos.
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Para Coleta com Agulha e Para Coleta com Agulha e Para Coleta com Agulha e Para Coleta com Agulha e 
SeringaSeringaSeringaSeringa
1. Lavar as mãos;
2. Separar os materiais (Ficha com as descrições dos exames, luvas, algodão embebido em 
álcool 70°, algodão seco, curativo, agulha, tubo para acondicionamento da amostra 
identificados com os dados do paciente, garrote, seringa, pinça, coletor de perfuro 
cortante);
3. Convidar o paciente até o local onde a coleta será realizada – sempre CHAMAR O 
PACIENTE PELO NOME COMPLETO e usar de muita educação nesse momento, como: “Bom 
dia”, “Por favor”, “Por gentiliza”; conferir os dados do paciente como: nome completo, data 
de nascimento, CPF etc. Em caso de pacientes internados, conferir as informações na 
pulseira de identificação e prontuário.
4. Explicar ao paciente ou responsável o procedimento que será realizado; 
5. Colocar as luvas (sempre na frente do paciente);
6. Acomodar o paciente em uma posição confortável, de modo que seu braço fique com 
o cotovelo apoiado sobre uma superfície e a palma da mão voltada para cima;
7. Verificar e escolher o vaso a ser puncionado: Colocar o torniquete aproximadamente 10 
cm acima da região contendo os vasos que possam ser puncionados e com o dedo 
indicador sentir e identificar os vasos;
Obs: Dar preferência às veias da região da fossa cubital/antecubital (área anterior do braço 
em frente e abaixo do cotovelo): veia cefálica, basílica e mediana. Caso o acesso nessa 
região esteja difícil, optar por vasos no dorso das mãos;
8. Soltar o torniquete após a escolha do vaso e aguardar aproximadamente 2 minutos para 
utilizá-lo novamente;
9. Abrir seringa e agulha e conectá-las (sempre na frente do paciente). Não tirar a capa 
protetora da agulha;
10. Realizar a punção: 
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Colocar novamente o torniquete aproximadamente 10 cm acima da região contendo a 
veia que será puncionada. Sentir o vaso com o dedo indicador;
Realizar a antissepsia do local com algodão e álcool 70° em movimento circular iniciando 
do centro para a periferia. A introdução da agulha só poderá ser realizada após a 
secagem completa do álcool; após a antissepsia, o local não deverá ser mais tocado;
Remover a capa de proteção da agulha; 
Segurar a seringa com firmeza, apoiando quatro dedos abaixo e o dedão acima do corpo 
da seringa;
Distender a pele do paciente com a mão que não está segurando a seringa; 
Introduzir a agulha na pele do paciente com o bisel voltado para cima, formando um 
ângulo de aproximadamente 30° entre o braço e a agulha;
Soltar o torniquete após o sangue começar a fluir na seringa. A interrupção do fluxo 
sanguíneo provocada pelo torniquete não deve ultrapassar 1 minuto;
Aspirar a amostra até atingir o volume necessário;
Pegar o algodão seco e colocar sobre a agulha, sem apertar;
Retirar a agulha;
Pressionar o algodão no local dacoleta;
Pedir para o paciente pressionar o local da punção por um tempo entre 3–5 minutos 
aproximadamente;
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11. Remover a agulha da seringa com auxílio de uma pinça (Com cuidado!). Caso haja na 
agulha o dispositivo de segurança, acioná-lo nesse momento; descartar em coletor de 
perfuro cortante; 
12. Abrir o tubo e desprezar o sangue coletado devagar pela parede do tubo: Respeitar a 
sequência de ordem de tubos e a proporção sangue-anticoagulante;
13. Tampar e Homogeneizar o tubo aproximadamente 8-13 vezes por inversão;
14. Mostrar a identificação do tubo ao paciente e pedir para que ele confira a identificação;
15. Colocar o curativo no local puncionado;
16. Organizar a bancada;
17. Encaminhar as amostras para a triagem;
18. Remover e descartar as luvas;
19. Lavar as mãos;
20. Encaminhar o paciente ao café.
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Para Coleta com Escalpe e Para Coleta com Escalpe e Para Coleta com Escalpe e Para Coleta com Escalpe e 
SeringaSeringaSeringaSeringa
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SeringaSeringaSeringaSeringa
1. Lavar as mãos;
2. Separar os materiais (Ficha com as descrições dos exames, luvas, algodão embebido em 
álcool 70°, algodão seco, curativo, escalpe, tubo para acondicionamento da amostra 
identificados com os dados do paciente, garrote, seringa, pinça, coletor de perfuro 
cortante);
3. Convidar o paciente até o local onde a coleta será realizada – sempre CHAMAR O 
PACIENTE PELO NOME COMPLETO e usar de muita educação nesse momento, como: “Bom 
dia”, “Por favor”, “Por gentiliza”; conferir os dados do paciente como: nome completo, data 
de nascimento, CPF etc. Em caso de pacientes internados, conferir as informações na 
pulseira de identificação e prontuário;
4. Explicar ao paciente ou responsável o procedimento que será realizado; 
5. Colocar as luvas (sempre na frente do paciente);
6. Acomodar o paciente em uma posição confortável, de modo que seu braço fique com 
o cotovelo apoiado sobre uma superfície e a palma da mão voltada para cima;
7. Verificar e escolher o vaso a ser puncionado: Colocar o torniquete aproximadamente 10 
cm acima da região contendo os vasos que possam ser puncionados e com o dedo 
indicador sentir e identificar os vasos;
Obs: Dar preferência às veias da região da fossa cubital/antecubital (área anterior do braço 
em frente e abaixo do cotovelo): veia cefálica, basílica e mediana. Caso o acesso nessa 
região esteja difícil, optar por vasos no dorso das mãos;
8. Soltar o torniquete após a escolha do vaso e aguardar aproximadamente 2 minutos para 
utilizá-lo novamente;
9. Abrir seringa e escalpe (sempre na frente do paciente) e conectá-los. Não tirar a capa 
protetora da agulha;
10. Realizar a punção: 
Colocar o torniquete aproximadamente 10 cm acima da região contendo a veia que será 
puncionada. Sentir o vaso com o dedo indicador;
Realizar a antissepsia do local com algodão e álcool 70° em movimento circular iniciando 
do centro para a periferia. A introdução da agulha só poderá ser realizada após a 
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do centro para a periferia. A introdução da agulha só poderá ser realizada após a 
secagem completa do álcool; após a antissepsia, o local não deverá ser mais tocado;
Remover a capa de proteção da agulha; 
Segurar o escalpe pelas asas de empunhadura com firmeza;
Distender a pele do paciente com a mão que não está segurando o escalpe; 
Introduzir a agulha na pele do paciente com o bisel voltado para cima, formando um 
ângulo de aproximadamente 30° entre o braço e a agulha;
Aspirar o sangue com a mão oposta que está segurando o escalpe. Você pode apoiar a 
seringa sobre uma superfície;
Soltar o torniquete após o sangue começar a fluir no tubo extensor do escalpe. A 
interrupção do fluxo sanguíneo provocada pelo torniquete não deve ultrapassar 1 
minuto;
Aspirar a amostra até atingir o volume necessário;
Pegar o algodão seco e colocar sobre a agulha, sem apertar;
Retirar o escalpe;
Pressionar o algodão no local da coleta;
Pedir para o paciente pressionar o local da punção por um tempo de 3–5 minutos 
aproximadamente;
11. Remover o escalpe da seringa com auxílio de uma pinça (Com cuidado!), caso haja no 
escalpe dispositivo de segurança, acioná-lo nesse momento; descartar em coletor de 
perfuro cortante; 
12. Abrir o tubo e desprezar o sangue coletado devagar pela parede do tubo: Respeitar a 
sequência de ordem de tubos e a proporção sangue-anticoagulante;
13. Tampar e Homogeneizar o tubo aproximadamente 8-13 vezes por inversão;
14. Mostrar a identificação do tubo ao paciente e pedir para que ele confira a identificação;
15. Colocar o curativo no local puncionado;
16. Organizar a bancada;
17. Encaminhar as amostras para a triagem;
18. Remover e descartar as luvas;
19. Lavar as mãos;
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20. Encaminhar o paciente ao café.
Para Coleta com Sistema a VácuoPara Coleta com Sistema a VácuoPara Coleta com Sistema a VácuoPara Coleta com Sistema a Vácuo
1. Lavar as mãos;
2. Separar os materiais (Ficha com as descrições dos exames, luvas, algodão embebido em 
álcool 70°, algodão seco, curativo, agulha para coleta a vácuo, tubo para acondicionamento 
da amostra identificados com os dados do paciente, garrote, canhão, pinça, coletor de 
perfuro cortante);
3. Convidar o paciente até o local onde a coleta será realizada – sempre CHAMAR O 
PACIENTE PELO NOME COMPLETO e usar de muita educação nesse momento como: “Bom 
dia”, “Por favor”, “Por gentiliza”; conferir os dados do paciente, como: nome completo e data 
de nascimento. Em caso de pacientes internados, conferir as informações na pulseira de 
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de nascimento. Em caso de pacientes internados, conferir as informações na pulseira de 
identificação e prontuário.
4. Explicar ao paciente ou responsável, o procedimento que será realizado; 
5. Colocar as luvas (sempre na frente do paciente);
6. Acomodar o paciente em uma posição confortável, de modo que seu braço fique com 
o cotovelo apoiado sobre uma superfície e a palma da mão voltada para cima;
7. Verificar e escolher o vaso a ser puncionado: Colocar o torniquete aproximadamente 10 
cm acima da região contendo os vasos que possam ser puncionados e com o dedo 
indicador sentir e identificar os vasos;
Obs: Dar preferência às veias da região da fossa cubital/antecubital (área anterior do braço 
em frente e abaixo do cotovelo): veia cefálica, basílica e mediana. Caso o acesso nessa 
região esteja difícil, optar por vasos no dorso das mãos;
8. Soltar o torniquete após a escolha do vaso e aguardar aproximadamente 2 minutos para 
utilizá-lo novamente;
9. Conectar a agulha no canhão de coleta a vácuo (sempre na frente do paciente) e NÃO 
tirar a capa protetora da agulha;
10. Realizar a punção: 
Colocar o torniquete aproximadamente 10 cm acima da região contendo a veia que será 
puncionada. Sentir o vaso com o dedo indicador;
Realizar a antissepsia do local com algodão e álcool 70° em movimento circular iniciando 
do centro para a periferia. A introdução da agulha só poderá ser realizada após a 
secagem completa do álcool; após a antissepsia, o local não deverá ser mais tocado;
Remover acapa de proteção da agulha; 
Segurar o canhão com firmeza, apoiando quatro dedos abaixo e o dedão acima do 
corpo da seringa;
Distender a pele do paciente com a mão que não está segurando a seringa; 
Introduzir a agulha na pele do paciente com o bisel voltado para cima, formando um 
ângulo de aproximadamente 30° entre o braço e a agulha;
Conectar o tubo para a coleta de sangue na parte interna do canhão;
Soltar o torniquete após o sangue começar a fluir no tubo. A interrupção do fluxo 
sanguíneo provocada pelo torniquete não deve ultrapassar 1 minuto;
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sanguíneo provocada pelo torniquete não deve ultrapassar 1 minuto;
Aguardar até o tubo atingir o volume necessário de sangue;
Retirar o primeiro tubo conectado, homogeneizá-lo de 8-13 inversões e conectar o 
próximo tubo (se necessário). Realizar esse procedimento quantas vezes for preciso, até 
a obtenção das amostras em diversos tubos. Lembre-se que deverá ser respeitada a 
ordem dos tubos a serem conectados no sistema de coleta a vácuo, de acordo com o 
tipo de aditivo de cada um;
Retirar o tubo conectado na agulha; 
Pegar o algodão seco e colocar sobre a agulha, sem apertar;
Retirar a agulha do braço do paciente;
Pressionar o algodão no local da coleta;
Pedir para o paciente pressionar o local da punção por um tempo de 3–5 minutos 
aproximadamente;
11. Remover a agulha do canhão com auxílio de uma pinça (Com cuidado!), caso haja na 
agulha o dispositivo de segurança, acioná-lo nesse momento; descartar em coletor de 
perfuro cortante; 
12. Mostrar a identificação do tubo ao paciente e pedir para que ele confira a identificação;
13. Colocar o curativo no local puncionado;
14. Organizar a bancada;
15. Encaminhar as amostras para a triagem;
16. Remover e descartar as luvas;
17. Lavar as mãos;
18. Encaminhar o paciente ao café.
Figura 1 - Vasos sanguíneos que devem ser puncionados para a obtenção de sangue 
venoso
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Página 16 de 22https://sites.google.com/unicesumar.com.br/coleta-de-amostras-biologicas/página-inicial
 Fonte: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica (2010, [s.p.]).
Em 1(a), é possível observar os vasos sanguíneos que podem ser localizados na fossa 
cubital/antecubital e, em 1(b), os vasos sanguíneos encontrados no dorso da mão.
Figura 2 - Homogeneização da amostra após a punção 
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Página 17 de 22https://sites.google.com/unicesumar.com.br/coleta-de-amostras-biologicas/página-inicial
Fonte: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica (2010, [s.p.]).
Procedimento de inversão dos tubos durante o processo de homogeneização da amostra ao 
aditivo. Os tubos devem ser invertidos para baixo e após deve retornar à posição inicial para 
contar uma inversão.
Figura 3 - Identificação correta dos tubos 
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Página 18 de 22https://sites.google.com/unicesumar.com.br/coleta-de-amostras-biologicas/página-inicial
Fonte: a autora.
A etiqueta com os dados de identificação do paciente deve sempre ser colocada na vertical 
(tubo da esquerda), de forma que não atrapalhe a observação da amostra contida no tubo, 
bem como a marca que indica a proporção sangue-anticoagulante. Etiquetas coladas na 
horizontal (tubo da direita) devem ser evitadas.
Figura 4 - Hemólise decorrente a erros de coleta
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Página 19 de 22https://sites.google.com/unicesumar.com.br/coleta-de-amostras-biologicas/página-inicial
Fonte: a autora.
Tubos após a centrifugação, mostrando vários graus de hemólise decorrentes a erros 
ocorridos durante a obtenção da amostra.
Para melhor fixação do conteúdo teórico sobre a prática de coleta de sangue, recomenda-se 
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Página 20 de 22https://sites.google.com/unicesumar.com.br/coleta-de-amostras-biologicas/página-inicial
a leitura do material abaixo:
www.sbpc.org.br/upload/conteudo/320090814145042.pdf
Na PráticaNa PráticaNa PráticaNa Prática
http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fwww.sbpc.org.br%2Fupload%2Fconteudo%2F320090814145042.pdf&sa=D&sntz=1&usg=AOvVaw3eZ1yZR4ann4VZbq447PLh
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Página 21 de 22https://sites.google.com/unicesumar.com.br/coleta-de-amostras-biologicas/página-inicial
19:10
Veri!que seu AprendizadoVeri!que seu AprendizadoVeri!que seu AprendizadoVeri!que seu Aprendizado
1) Apresente 5 erros que podem ocorrer durante a coleta de sangue venoso, que possa levar 
à hemólise da amostra.
Orientação de respostaOrientação de respostaOrientação de respostaOrientação de resposta
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Página 22 de 22https://sites.google.com/unicesumar.com.br/coleta-de-amostras-biologicas/página-inicial
ReferênciasReferênciasReferênciasReferências
CONSELHO FEDERAL DE BIOMEDICINA. Resolução nº 78, de 29 de abril de 2002. Dispõe 
sobre o Ato Profissional Biomédico, fixa o campo de atividade do Biomédico e cria normas de 
Responsabilidade Técnica. Disponível em: 
https://crbm1.gov.br/RESOLUCOES/Res_78de29abril2002.pdf. Acesso em: 25 out. 2022.
CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Resolução CFF nº 464 de 23/07/2007. Dispõe sobre a 
inscrição, o registro, o cancelamento de inscrição e a averbação no Conselho Regional de 
Farmácia, e dá outras providências. Disponível em: https://www.legisweb.com.br/legislacao/?
id=106426. Acesso em: 25 out. 2022.
CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Resolução nº 485 de 21 de agosto de 2008. Dispõe 
sobre o Âmbito Profissional de Técnico de Laboratório de Nível Médio em Análises Clínicas. 
Disponível em: https://www.cff.org.br/userfiles/file/resolucoes/485.pdf. Acesso em: 25 out. 
2022.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PATOLOGIA CLÍNICA. Recomendações da Sociedade Brasileira 
de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial para coleta de sangue venoso. 2. ed. Barueri: 
Minha Editora, 2010.
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https://www.google.com/url?q=https%3A%2F%2Fwww.cff.org.br%2Fuserfiles%2Ffile%2Fresolucoes%2F485.pdf&sa=D&sntz=1&usg=AOvVaw2KgY5OP_CDY0USe-bKi4Xq

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