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Prof. Dr. Marcel Chehuen UNIDADE I Medidas e Avaliações 1. Conceitos básicos. 2. Avaliações antropométricas (peso, estatura, envergadura e diâmetros). 3. Avaliações antropométricas (perímetro e dobras). 4. Avaliação da composição corporal (métodos diretos, indiretos e duplamente indiretos). Medidas e avaliações Quais as diferenças? TESTE MEDIDA AVALIAÇÃO É um instrumento, procedimento ou técnica usado para se obter uma informação. Exemplos: 1. O teste de Cooper (pista). 2. O estadiômetro. 3. Fita métrica. Teste Fonte: http://www.imagens.usp.br/?attachment_id=24464 Fonte: https://www.sanny.com.br/avaliacao -fisica/estadiometros.html Processo utilizado para coletar as informações obtidas pelo teste. Quantificação da resposta do teste em valores numéricos. Exemplos: 1. O percurso realizado no teste de Cooper (H; 30 anos; 2000 m). 2. A medida (cm) da estatura. 3. 90 cm de circunferência abdominal. Medida Fonte: http://alunosonline.uol.com.br /ingles/numeros-ingles.html Aspecto quantitativo Determinação da importância ou valor qualitativo da informação ou resultado obtido no teste. Classificação de maneira objetiva ou subjetiva. Exemplo: 1. O uso de uma tabela, baseando-se no gênero e na idade, para a classificação da circunferência abdominal ou para a classificação da capacidade aeróbica. Avaliação Aspecto qualitativo Fonte: http://www.liasalgado.com.br/c oncursos/2013/10/07/teste- esforco/ 1900-2299 m 1700-1999 m Idade Ótimo Bom Regular Ruim Péssimo 1. Determinar o nível de aptidão física geral – condição física inicial do aluno. 2. Prescrição adequada da atividade. 3. Determinar o progresso – reavaliações. 4. Determinar o estado de saúde – presença de sinais, sintomas ou características – risco de saúde. 5. Selecionar os indivíduos – melhores características para determinada atividade ou situação. 6. Classificar os indivíduos – dividir em grupos. 7. Motivar. Por que fazer uma avaliação física? 1. Conduzidos e supervisionados por pessoas treinadas. 2. Todas as medidas devem ser realizadas com os objetivos do treinamento em mente. 3. Usar os testes que mais se aproximam da situação da atividade. 4. Os resultados devem ser interpretados em termos do aluno como um todo: social, mental, física e psicologicamente. 5. Não há teste que substitua o julgamento profissional. 6. Reteste para se observar o desempenho. Princípios da avaliação física 3 questões básicas: 1. O que medir? 2. Por que medir? 3. Como medir? 1. Avaliação referenciada às normas: interpretação dos resultados com relação a grupos específicos. Ex.: Mesma faixa etária, gênero, aptidão física. 2. Avaliação referenciada a critérios: interpretação do resultado por meio da comparação com um padrão predeterminado, definido por um comportamento. Ex.: %G de um indivíduo – padrão gênero e a idade. 3. Avaliação referenciada a si próprio e/ou autorreferenciada: interpretação do resultado de um avaliado por meio da comparação com o resultado em outro momento. Ex.: Início e fim do período de treinamento. Valores de referência Avaliação diagnóstica: Antes de iniciar um programa de treinamento físico. Objetivos: Detectar a condição inicial do avaliado. Identificar os pontos fortes e fracos. Determinar as necessidades do avaliado. Auxiliar na elaboração da prescrição do treinamento. Tipos de avaliação física Avaliação formativa: Durante o período ou a temporada de treinamento (diária, semanal ou mensal) e após a avaliação diagnóstica. Objetivos: Saber se os resultados estão sendo atingidos; Se necessário, modificar o treinamento – progressão. Avaliação somativa: Resultado de todas as avaliações realizadas. Objetivos: Obter um quadro geral da evolução do avaliado ao final de um programa de treinamento físico. Tipos de avaliação física 1. Validade: determinação do grau em que um teste mede, com o mínimo de erros possível, aquilo a que se destina medir. Validade de conteúdo (ou lógica): teste parece ser bom baseando-se na lógica. Ex.: Testemunho de um especialista ou sua ampla utilização. Validade de critério (ou concorrente): relação estatística entre os valores observados pelo instrumento de medida e os indicadores de mesma natureza já validados (padrão-ouro). Ex.: %G. Validade preditiva: probabilidade com que os escores produzidos pelo instrumento de medida podem predizer estatisticamente o atributo que se pretende avaliar. Ex.: Distância (m) do teste de Cooper – estimar VO2máx. Validade de construção: teste responde do modo que se esperaria baseado no construção teórica. Ex.: Teste de Cooper (Ativos vs. Sed). Critérios de seleção dos testes 2. Fidedignidade (confiabilidade): grau de consistência dos resultados – mesmas condições –, ocasiões diferentes pelo mesmo avaliador. < 5%. 3. Objetividade (reprodutibilidade): grau de consistência nos resultados, quando o mesmo teste é aplicado simultaneamente por diferentes avaliadores nos mesmos alunos, atletas ou pacientes. < 5% entre os avaliadores. Critérios de seleção dos testes Avaliador: detalhes técnicos, padronizações, conhecimento de anatomia, instrumentos de medida. Informações ao avaliado: alimentação, bebida, roupa ou fumo. Local: temperatura, vento, som, luz ou condições de segurança. Horário: manter similar aos testes anteriores. Instrumento: aquisição / manipulação e conservação / calibração. Critérios que garantem testes confiáveis Erro de medida: acontece quando em caso de repetição das medidas (teste e reteste) existe a probabilidade de as medidas diferirem entre si. 1. Equipamento: incorreta calibração do instrumento. 2. Avaliador (ou observacional): falha do avaliador na utilização incorreta do instrumento de medida ou da leitura. 3. Teórico: uso de fórmulas e princípios teóricos inadequados ou aproximados. Erro sistemático: diferenças ambientais ou biológicas. 1. Ambiental: decorrente de condições ambientais (temperatura, umidade, estado da pista ou da quadra). 2. Biológica: oscilações fisiológicas/biológicas ao longo do dia em relação ao peso corporal, estatura, força e flexibilidade. Erros de medida Não podem acontecer danos psicológicos, morais ou físicos ao avaliado. Em todos os momentos do teste, é importante: 1. Inspecionar todos os procedimentos ou equipamentos previamente à sua realização – segurança; 2. Evitar comentários desnecessários, inoportunos e violação da privacidade e confidencialidade dos resultados; 3. Nunca confunda os resultados do teste com os valores pessoais; 4. Em caso de dúvida sobre a saúde do seu avaliado, consulte um médico especialista. Ética A realização da avaliação física passa pelos testes, medidas e avaliação que podem ser confundidos quanto aos seus respectivos conceitos. Considerando que cada um deles tem sua respectiva necessidade e função, avalie as afirmações a seguir: I. O teste é um procedimento usado para se obter uma informação. II. A medida é um processo utilizado para se coletar uma informação obtida pelo teste. III. A avaliação quantifica as informações obtidas no teste. IV. A avaliação classifica os testados em diversos níveis baseando-se numa tabela prévia. Assinale a única alternativa correta: a) Somente as afirmações I, II e III são corretas. b) Somente as afirmações I e IV são corretas. c) Somente as afirmações II, III e IV são corretas. d) Somente as afirmações I, II e IV são corretas. e) Todas as afirmações são corretas. Interatividade A realização da avaliação física passa pelos testes, medidas e avaliação que podem ser confundidos quanto aos seus respectivos conceitos. Considerando que cada um deles tem sua respectiva necessidade e função, avalie as afirmações a seguir: I. O teste é um procedimento usado para se obter uma informação. II. A medida é um processo utilizado para se coletar uma informação obtida pelo teste. III. A avaliação quantifica as informações obtidas no teste. IV. A avaliaçãoclassifica os testados em diversos níveis baseando-se numa tabela prévia. Assinale a única alternativa correta: a) Somente as afirmações I, II e III são corretas. b) Somente as afirmações I e IV são corretas. c) Somente as afirmações II, III e IV são corretas. d) Somente as afirmações I, II e IV são corretas. e) Todas as afirmações são corretas. Resposta Estatura. Peso. Envergadura. Diâmetros. Medidas antropométricas Posição ortostática. Descalço. Pés unidos. Apneia inspiratória. Olhar na linha do horizonte. Linha média da cabeça. Estatura Fonte: Pitanga (2008, p. 71).Fonte: livro-texto. Balança mecânica com precisão de 100 g. Balança digital com precisão ≤ 10 g. Checar a balança. Descalço. Mínimo de roupa possível. Retirar chaves, carteira, celulares etc. Peso Fonte: https://www.cirurgicaexpres s.com.br/prod,idloja,2027,id produto,512701,balancas- balanca-eletronica-adulto- obeso-w-300-a--40-x-50-- led---welmy Distância máxima alcançada pelas extremidades distais dos dedos médios superiores. Posição ortostática. Descalço e com os pés unidos. Membros superiores abduzidos a 90º. Palmas das mãos voltadas para a frente. Dedos unidos. Apneia inspiratória. Envergadura Fonte: adaptado de: http://forum.jogos.uol.com.br/se-vc-tem- 180-e-nao-e-goleiro-jogador-de-basquete- ou-voleibolista_t_3717713?page=2 Envergadura São medidas que estabelecem distâncias projetadas entre dois pontos anatômicos definidos por proeminências ósseas. Utilizada para quantificar o crescimento ósseo de crianças e adolescentes. Unilateral. Bilateral. Diâmetros ósseos Fonte: Guedes e Guedes (2006, p. 43). Grandes: Biacromial (cintura escapular). Tóraco-transverso. Bi-ilíaco. Bitrocantérico (cintura pélvica). Pequenos: Biestiloide. Biepicôndilo umeral. Bicôndilo femoral. Bimaleolar. Lado direito do corpo quando for o caso. Identifique os locais (palpação e lápis). Marque-os antes de começar a mensurar. Mensure de 2 a 3 vezes cada local em ordem rotacional. Pressão para comprimir os tecidos adjacentes (músculo, gordura e pele) – não deve ser excessivo e nem ficar frouxo. Ambas as mãos de forma que as pontas dos dedos indicadores estejam adjacentes com as pontas do paquímetro. Não usar hidratantes ou óleos corporais, e as medidas diretamente na pele do avaliado. Diâmetros ósseos – procedimentos Local da medida: maior distância entre as proeminências dos acrômios direito e esquerdo das escápulas. Posição do avaliado: em pé e com os braços ao longo do corpo. Posição do avaliador: anteriormente ou posteriormente ao avaliado. 1) Diâmetros ósseos – biacromial Fonte: livro-texto. Local da medida: maior distância entre os pontos mais laterais das costelas ao nível do meio do corpo do esterno, na altura da sexta costela, sobre a linha axilar média. Posição do avaliado: em pé e com os braços levemente abduzidos para a colocação das hastes do paquímetro. Realizar a medida ao final de uma expiração normal. Posição do avaliador: anteriormente ao avaliado. 2) Diâmetros ósseos – tóraco-transverso Fonte: livro-texto. Local da medida: maior distância lateral e elevada entre as cristas ilíacas do osso do quadril direito e esquerdo. Posição do avaliado: em pé e com as pernas unidas. Posição do avaliador: anteriormente ao avaliado. 3) Diâmetros ósseos – bi-ilíaco Fonte: livro-texto. Local da medida: maior distância entre o trocânter maior direito e esquerdo do fêmur. Posição do avaliado: em pé e com as pernas unidas. Posição do avaliador: anteriormente ao avaliado. 4) Diâmetros ósseos – bitrocantérico Fonte: livro-texto. Local da medida: maior distância entre os processos estiloides do rádio e da ulna. Posição do avaliado: em pé ou sentado, de frente para o avaliador, braços estendidos e a mão supinada. Posição do avaliador: anteriormente ao avaliado. 5) Diâmetros ósseos – biestiloide Fonte: livro-texto. Local da medida: maior distância entre as proeminências dos epicôndilos lateral e medial do úmero. É uma medida assimétrica, pois o epicôndilo medial é mais baixo que o lateral. Posição do avaliado: em pé ou sentado, de frente para o avaliador, braços elevados com o ombro em um ângulo de 90º, cotovelo flexionado a 90º e a mão supinada. Posição do avaliador: anteriormente ao avaliado. 6) Diâmetros ósseos – biepicôndilo umeral Fonte: livro-texto. Local da medida: maior distância entre as proeminências dos côndilos lateral e medial do fêmur. Posição do avaliado: sentado com o joelho flexionado formando um ângulo de 90º. Posição do avaliador: anteriormente ao avaliado. 7) Diâmetros ósseos – bicôndilo femoral Fonte: livro-texto. Local da medida: maior distância entre as proeminências dos maléolos medial e lateral. Posição do avaliado: sentado com o joelho flexionado formando um ângulo de 90º e sem o apoio dos pés no solo. Posição do avaliador: anteriormente ou posteriormente ao avaliado. 8) Diâmetros ósseos – bimaleolar Fonte: livro-texto. Observe a figura abaixo e identifique a localização da medida (o que está sendo medido). a) Bimaleolar. b) Bicôndilo femoral. c) Bitrocantérico. d) Biepicôndilo umeral. e) Biestiloide. Interatividade Fonte: livro-texto. Observe a figura abaixo e identifique a localização da medida (o que está sendo medido). a) Bimaleolar. b) Bicôndilo femoral. c) Bitrocantérico. d) Biepicôndilo umeral. e) Biestiloide. Resposta Fonte: livro-texto. Perímetros ou circunferências Pescoço. Antebraço. Braço. Tórax (peitoral). Cintura. Abdômen. Quadril. Coxa. Perna. Medidas antropométricas Dobras cutâneas Bicipital (bíceps). Tricipital (tríceps). Subescapular. Peitoral/torácica. Axilar média. Abdominal. Suprailíaca. Coxa. Perna. São medidas de segmentos corporais específicos; É possível medir qualquer segmento corporal – alguns são mais utilizados; Membros superiores e inferiores – bilateral; Relaxado – posição ortostática; Contraído – procedimento para cada grupamento. Perímetros ou circunferências Orientar a prescrição do exercício físico; Determinar a proporcionalidade entre os segmentos corporais; Comparar resultados – reavaliações; Determinar riscos à saúde. Perímetros ou circunferências – objetivos > perímetro do segmento. Ponto médio. Ponto preestabelecido. < perímetro do segmento – raras exceções. Perímetros ou circunferências – formas de medida Lado direito do corpo. Avaliar ambos os lados do avaliado – proporcionalidade entre os segmentos corporais. Realizada sobre a pele nua. Medir de 2 a 3 vezes cada local em ordem rotacional. Não medir após a prática de exercício. A tensão a ser aplicada pela fita não deve comprimir a pele ou o tecido subcutâneo. Para algumas circunferências (ex.: cintura, abdômen e quadril), a fita deve ser alinhada com o plano horizontal. Não deixar o dedo entre a fita métrica e a pele. Manter-se posicionado preferencialmente à lateral do avaliado. Perímetros ou circunferências – procedimentos Perpendicular ao eixo longitudinal deste segmento passando abaixo da proeminência da laringe (popularmente conhecida como pomo-de-adão). Posição anatômica, com a cabeça orientada no plano de Frankfurt. Pescoço Fonte: livro-texto. Estendidos ao longo do corpo e palmas das mãos para cima. - > perímetro. Antebraço Fonte: livro-texto. Braço relaxado ao lado do corpo. Ponto médio entre o acrômio e olecrano. - > perímetro. Braço a 90º com os cotovelos à altura dos ombros contraindo ou não o bíceps. - > perímetro. Braço Fonte: livro-texto. Tórax Altura dos mamilos (esterno) Altura do apêndice xifoide do esterno Obs.: após o final de uma expiração normal. Fonte: livro-texto. Ponto médio entre o último arco costal e a crista ilíaca (~2 cm acima da cicatriz umbilical). - < perímetro Cintura Fonte:livro-texto. Na cicatriz umbilical. Abdômen Fonte: livro-texto. Circunferência aparente dos glúteos (trocanter maior do fêmur). Quadril Fonte: livro-texto. Abaixo da prega glútea. Coxa Fonte: livro-texto. > perímetro da perna. Perna Fonte: livro-texto. Consideradas como a espessura em milímetros de três camadas de pele mais a gordura subcutânea. Obs.: não devem ser realizadas após a prática de AF devido a mudanças de fluidos corporais durante a prática, o que pode alterar o valor da medida. Dobras cutâneas Fonte: Guedes; Guedes (2006, p. 53).Fonte: adaptado de: Rocha; Júnior (2013, p. 108). Gordura Pele Osso Músculo 1. A pele do avaliado deve estar seca, sem loções hidratantes ou óleos corporais. 2. Segurar o compasso com a mão direita. 3. Destacar o tecido adiposo usando os dedos polegar e indicador da mão esquerda. 4. Identificar e marcar o local para a medição da dobra cutânea. 5. Segurar a dobra cutânea até realizar a leitura. 6. Colocar o adipômetro ~1 cm abaixo dos dedos que estão segurando a dobra. 7. Manter compasso perpendicular à dobra cutânea. Dobras cutâneas – procedimentos 8. Realizar as medições do lado direito do avaliado. 9. Soltar a pressão das hastes do compasso lentamente. 10. Aguardar 2-4 segundos após soltar a pressão das hastes do compasso para realizar. 11. Realizar 3 medidas em cada ponto, intercaladas entre si. 12. Adotar o valor mediano (intermediário) ou somar os 3 valores obtidos e extrair a média. 13. Quando houver uma diferença superior a 5%, realizar nova série de medidas. Dobras cutâneas – procedimentos Depende da fórmula Diferentes dobras Somatória de dobras Cálculos específicos à população Largar a dobra cutânea antes da realização da medida. Não colocar o compasso perpendicular à medida. Não respeitar o sentido da medida. Não respeitar o número de repetições da medida (3 vezes) Não aguardar o tempo de leitura da medida (2 a 4 segundos). Efetuar leitura errada do compasso. Dobras cutâneas – erros Parte anterior do braço; Ponto médio entre fossa antecubital e acrômio (nível do mamilo). 1) Dobras cutâneas – bíceps Fonte: livro-texto. Parte posterior do braço; Ponto médio entre o acrômio e o olecrano. 2) Dobras cutâneas – tríceps Fonte: livro-texto. Medida a 2 cm abaixo do ângulo inferior da escápula. 3) Dobras cutâneas – subescapular Fonte: livro-texto. Homem: Ponto médio entre a linha axilar anterior e o mamilo. Mulher: Primeiro terço entre a linha axilar anterior e a mama. 4) Dobras cutâneas – peitoral Fonte: livro-texto. Ponto de intersecção entre a linha axilar média e uma linha imaginária transversal na altura do apêndice xifoide do esterno. Obs.: braço do avaliado deslocado para frente ou trás. 5) Dobras cutâneas – axilar média Fonte: livro-texto. Imediatamente acima do osso do quadril na altura da linha axilar; Metade da distância entre o último arco costal e a crista ilíaca, sobre a linha axilar média; Obs.: braço para trás. 6) Dobras cutâneas – suprailíaca Fonte: livro-texto. Medida a ~2 cm à direita da cicatriz umbilical. 7) Dobras cutâneas – abdominal Fonte: livro-texto. Ponto médio entre a linha inguinal e o bordo superior da patela. Obs.: membro inferior direito à frente, com uma semiflexão do joelho, e manter o peso do corpo no membro inferior esquerdo. 8) Dobras cutâneas – coxa Fonte: livro-texto. Joelhos em 90º de flexão, tornozelo em posição anatômica e o pé sem apoio. A medida deve ser feita na altura da maior circunferência da perna. 9) Dobras cutâneas – perna Fonte: livro-texto. Observe a figura abaixo e identifique a localização da medida (o que está sendo medido). a) Subescapular. b) Suprailíaca. c) Abdominal. d) Cintura. e) Quadril. Interatividade Fonte: livro-texto. Observe a figura abaixo e identifique a localização da medida (o que está sendo medido). a) Subescapular. b) Suprailíaca. c) Abdominal. d) Cintura. e) Quadril. Resposta Fonte: livro-texto. Quantificação dos diferentes componentes estruturais do corpo humano em relação ao peso corporal total. Componente da aptidão física e relaciona-se com a saúde e com o desempenho esportivo. Os métodos utilizados são divididos em: diretos, indiretos e duplamente indiretos. Conceitos básicos da composição corporal Método invasivo; Mais preciso e sofisticado existente; Não é utilizado na prática; Cada componente corporal é separado e pesado isoladamente sem a necessidade de qualquer equipamento tecnológico ou fórmula para quantificá-los. Método direto Fonte: https://www.publico.pt/2017/10/23/ciencia/noticia/tecni ca-para-embalsamar-cadaveres-aperfeicoada-por- investigadores-portugueses-1789663 Apresentam uma precisão secundária em comparação aos métodos diretos; Não existe a manipulação e divisão dos componentes; São validados a partir do método direto; São válidos, precisos e com grande número de técnicas e equipamentos disponíveis no mercado; Alguns de alto custo financeiro, sendo utilizados somente para a pesquisa ou em clínicas ou clubes de alto nível; Necessitam de local adequado, técnico altamente treinado e limitações para aplicar em grandes populações. Métodos indiretos Padrão-ouro – Pesquisa Estimar a composição corporal (%G) via densidade corporal. Base: lei de deslocamento de ar de Boyle. Corpo num recipiente fechado de temperatura constante = volume e pressão de um gás variam em proporção inversa. Método indireto – pletismografia Fonte: http://www.aamed.eco.br/analise-imc-bod-pod- cabine-pletismografica Padrão-ouro – Pesquisa Estimar a composição corporal (%G) via densidade corporal. Formado por 2 componentes distintos: massa de gordura e a massa isenta de gordura. Princípio de Arquimedes: perda de peso de um objeto na água. O peso perdido na água é proporcional ao volume da água removido por ele. Densidade = Massa (M)/Volume (V). Método indireto – pesagem hidrostática Método indireto – pesagem hidrostática Altura: 1,80 m Peso: 100 kg IMC: 30,86 kg∕m2 Fonte: https://friefromhell.wordpress.com/ 2011/06/15/composicao-corporal/ Base: corpo constitui-se de tipos de tecidos com densidades diferentes: de gordura, mineral ósseo e magro não ósseo. Princípio básico da densitometria óssea (DEXA): utilização de uma fonte de raio X de dupla energia que passa pelo corpo do avaliado e é analisada por um detector de cintilação com a reconstrução de uma imagem dos tecidos subjacentes. Método indireto – densitometria óssea (DEXA) Fonte: https://primeimagem.com.br/exame/prime-diagnosticos-densitometria- Ossea/3// Base: mapeamento por meio de um campo magnético (radiação eletromagnética) usado para estimular os núcleos de hidrogênio tanto da água corporal quanto das moléculas de lipídeos; A estimulação desses núcleos produz um sinal detectável que pode ser reorganizado por meio de um computador em que representa os vários tecidos corporais. Método indireto – ressonância magnética Fonte: https://www.tuasaude.com/ressonancia-magnetica/ Apresenta uma precisão terciária em comparação aos métodos diretos; Menor custo; Mais simples; Técnicas menos rigorosas; Maior aplicação prática; Exemplos: bioimpedância elétrica, a antropometria (o índice de massa corporal, a circunferência abdominal e a relação cintura/quadril) e as dobras cutâneas. Método duplamente indireto Base: passagem de uma corrente elétrica de baixa intensidade pelo corpo (500 a 800 A 50 KHz). Os componentes corporais oferecem resistência diferenciada à passagem da corrente elétrica: Ossos e a gordura: < água = < condutividade e > resistência à corrente elétrica. Massa muscular: ricos em água e eletrólitos = bons condutores e < resistência à corrente elétrica. Bioimpedância elétrica Bioimpedância elétrica Método clássico 4 eletrodos Braço-braço (bipolar) Perna-perna (bipolar) Fonte: http://site.zartfit.com.br/avaliacao-da-composicao-corporal/ Eletrodos nos membros superiores e inferiores Eletrodo de transmissão da corrente elétrica (preto) Eletrodo de recepção da corrente elétrica (vermelho) Fonte: http://www.esteticas .com.br/exame_de_ bioimpedancia.htm EF: não realizar nas 24h que precedem o teste; Ciclo menstrual: não estar no período menstrual; Alimentação: em jejum ou pelo menos 4h sem comer e beber; Medicação: não tomar diuréticos por 7 dias antes do teste; Bebidas: não ingerir diuréticos (chá, café) e álcool 48h antes do teste; Bexiga e intestinos vazios – 30 minutos antes; Retirar todos os metais (pulseiras, brincos, anéis, celular, moeda etc.); Temperatura ambiente +/-23º; Repouso: 5 a 10 minutos. Bioimpedância elétrica Classificar os indivíduos em: baixo peso, normal, sobrepeso e obeso; Identificar o risco para obesidade e doenças; Monitorar mudanças no peso e %G de populações; IMC = peso (kg) / estatura2 (m2). Índice da Massa Corporal (IMC) Índice da Massa Corporal (IMC) Fonte: http://www.hiperfeminina.com/boa-forma/calculo-imc-feminino-aprenda-a-fazer World Health Organization, 2000. p. 256. WHO Obesity Technical Report Series, n. 284. IMC CLASSIFICAÇÃO < 18,5 Peso baixo 18,5 – 24,9 Peso normal 25,0 – 29,9 Sobrepeso 30,0 – 34,9 Obesidade (grau I) 35,0 – 39,9 Obesidade severa (grau II) ≥ 40,00 Obesidade (grau III) RCQ = cintura (cm)/quadril (cm) Relação Cintura/Quadril (RCQ) Obesidade central (tipo androide) Representa maior risco à saúde. Gordura localizada na região abdominal. Obesidade periférica (tipo ginoide) Menor risco à saúde. Gordura na região dos quadris. Fonte: https://sigarra.up.pt/ffup/pt/pub_geral.show_file?pi _doc_id=27520 Relação Cintura/Quadril (RCQ) Sexo Idade Riscobaixo Risco moderado Risco alto Risco muito alto Homens 20-29 <0,83 0,83-0,88 0,89-0,94 >0,94 30-39 <0,84 0,84-0,91 0,92-0,96 >0,96 40-49 <0,88 0,88-0,95 0,96-1,00 >1,00 50-59 <0,90 0,90-0,96 0,97-1,02 >1,02 60-69 <0,91 0,91-0,98 0,99-1,03 >1,03 Mulheres 20-29 <0,71 0,71-0,77 0,78-0,82 >0,82 30-39 <0,72 0,72-0,78 0,79-0,84 >0,84 40-49 <0,73 0,73-0,79 0,80-0,87 >0,87 50-59 <0,74 0,74-0,81 0,82-0,88 >0,88 60-69 <0,76 0,76-0,83 0,84-0,90 >0,90 Fonte: Charro (2010). Circunferência abdominal Fonte: http://torcedores.uol.com.br/noticias/2015/07/circunferencia- abdominal-fique-de-olho-nesta-medida NORMAL LIMÍTROFE ALTA Gênero? Homem ou mulher. Idade? Criança, jovem ou pessoa idosa. Ativos? Sedentário, ativo ou atleta. Atletas? Modalidade? Em que país foi realizado? Dobras cutâneas H: %G = 0,735 X (TRIC + PANT) + 1,0 M: %G = 0,610 X (TRIC + PANT) + 5,1 %G = (1,2 x IMC) – (10,8 x Gênero) + (0,23 x idade) - 5,4 IMC = kg/m2 Gênero: Feminino = 0 e Masculino = 1; Idade do indivíduo deve ser inserida em anos completados. Dobras cutâneas – crianças e adolescentes Fonte: Slaughter (1988). Fonte: Deurenberg (1991). Classificação – crianças e adolescentes % de gordura Meninos Meninas Muito abaixo Abaixo de 6% Abaixo de 10% Baixo 6-10% 10-15% Nível ótimo 10-20% 15-25% Moderadamente alto 20-25% 25-30% Alto 25-30% 30-35% Muito alto Acima de 30% Acima 35% Fonte: Lohman (1987), adaptado de Heyward; Stolarczyk (1996, p. 36). Jackson e Pollock (1978/1980) Homens não obesos entre 18 e 61 anos. Dens. Corp. = 1,10938 – 0,0008267 x (PEI + ABD + COX) + 0,0000016 x (PEI + ABD + COX)² – (0,0002574 x idade) Mulheres não obesas entre 18 e 55 anos Dens. Corp. = 1,0994921 – 0,0009929 x (TRI + SUP + COX) + 0,0000023 x (TRI + SUP + COX)² – (0,0001392 x idade) Dobras cutâneas – adultos Petroski (1995) Homens do sul do Brasil de 18 a 66 anos de idade Dens. Corp. = 1,10726863 - 0,00081201 x (SUB + TRO + SUP + PER) + 0,00000212 x (SUB + TRI + SUP + PER) - 0,00041761 x (idade) Mulheres do sul do Brasil de 18 a 66 anos de idade Dens. Corp. = 1,19547130 - 0,07513507 x Log10 (AXM + SUP + COX + PER) – 0,00041072 x (idade) Dobras cutâneas – adultos Guedes (1991) Estudantes universitários de 17 a 27 anos de idade Dens. Corp. = 1,17136 - 0,06706 log (TRI + SUP + ABD) Estudantes universitárias de 17 a 29 anos de idade Dens. Corp. = 1,16650 - 0,07063 log (COX + SUP + SUB) Dobras cutâneas – adultos Fórmula de Siri Fonte: adaptado de: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4114939 /mod_resource/content/1/Composi%C3%A7%C 3%A3o%20Corporal%20-%20HEYWARD.pdf Idade (anos) Homens Mulheres 07-08 (538/D) – 497 (543/D) – 503 09-10 (530/D) – 489 (535/D) – 495 11-12 (523/D) – 481 (525/D) – 484 13-14 (507/D) – 464 (512/D) – 469 15-16 (503/D) – 459 (5O7/D) – 464 17-19 (498/D) – 453 (505/D) – 462 20-50 (495/D) – 450 (503/D) – 59 Classificação PERCENTUAL DE GORDURA (G%) PARA HOMENS Nível/Idade 18 - 25 26 – 35 36 - 45 46 - 55 56 - 65 Excelente 4 a 6% 8 a 11% 10 a 14% 12 a 16% 13 a 18% Bom 8 a 10% 12 a 15% 16 a 18% 18 a 20% 20 a 21% Acima da média 12 a 13% 16 a 18% 19 a 21% 21 a 23% 22 a 23% Média 14 a 16% 18 a 20% 21 a 23% 24 % 25% 24 a 25% Abaixo da média 17 a 20% 22 a 24% 24 a 25% 26 a 27% 26 a 27% Ruim 20 a 24% 20 a 24% 27 a 29% 28 a 30% 28 a 30% Muito ruim 26 a 36% 28 a 36% 30 a 39% 23 a 28% 23 a 38% PERCENTUAL DE GORDURA (G%) PARA MULHERES Nível/Idade 18 - 25 26 – 35 36 – 45 46 – 55 56 - 65 Excelente 13 a 16% 14 a 16% 16 a 19% 17 a 21% 18 a 22% Bom 17 a 19% 18 a 20% 20 a 23% 23 a 25% 24 a 26% Acima da média 20 a 22% 21 a 23% 24 a 26% 26 a 28% 27 a 29% Média 23 a 25% 24 a 25% 27 a 29% 29 a 31% 30 a 32% Abaixo da média 26 a 28% 27 a 29% 30 a 32% 32 a 34% 33 a 35% Ruim 29 a 31% 31 a 33% 33 a 36% 35 a 38% 36 a 38% Muito ruim 33 a 43% 36 a 49% 38 a 48% 39 a 50% 39 a 49% CLASSIFICAÇÃO DO PERCENTUAL DE GORDURA NA COMPOSIÇÃO CORPORAL Fonte: adaptado de: Pollock; Wilmore (1993). 1. Massa de gordura: MG (kg) = (%G / 100) x PC 2. Massa magra: MM (kg) = PC (kg) – MG (kg) 3. Massa óssea: MO (kg) = 3,02 x [(estatura)2 x diâmetro punho x diâmetro joelho x 400] x 0,712 4. Massa residual: Homens: MR (kg) = PC x 0,241 ou Mulheres: MR (kg) = PC x 0,209 5. Massa muscular: M Musc. (kg) = PC – (MG + MO + MR) Cálculo quantidade absoluta (kg) 1. Massa de gordura: MG (kg) = (%G / 100) x PC MG = (16 / 100) x 84 MG = 0,16 x 84 MG = 13,44 Kg 2. Massa magra: MM (kg) = PC (kg) – MG (kg) MM = 84 – 13,44 MM = 70,56 kg Exemplo Homem – 25 anos Peso: 84 kg Estatura: 180 cm % G: 16% DO – punho: 6,0 cm DO – joelho: 9,6 cm 3. Massa óssea: MO (kg) = 3,02 x [(estatura2) x diâmetro punho x diâmetro joelho x 400] x 0,712 MO = 3,02 x [(1,8)2 x 0,06 x 0,096 x 400] x 0,712 MO = 3,02 x [3,24 x 2,304] x 0,712 MO = 3,02 x 7,464 x 0,712 MO = 16,04 kg 4. Massa residual: Homens: MR (kg) = PC x 0,241 MR = 84 x 0,241 MR = 20,24 Kg 5. Massa muscular: M Musc.(kg) = PC - (MG + MO + MR) M Musc (kg) = 84 – (13,44 + 16,04 + 20,24) = 34,28 kg Exemplo Homem – 25 anos Peso: 84 kg Estatura: 180 cm % G: 16% DO – punho: 6,0 cm DO – joelho: 9,6 cm Ao entrar na academia/clínica, uma aluna passará por uma avaliação da composição corporal utilizando um determinado método. Sobre esse método, é correto dizer que: I. O método direto é o mais utilizado para essa avaliação. II. Os métodos indiretos foram importantes para testar e selecionar os métodos duplamente indiretos. III. Os métodos duplamente indiretos são laboratoriais, em que são utilizados nas pesquisas devido ao seu alto custo, local adequado e equipamento sofisticado. IV. O IMC, um método duplamente indireto, é utilizado para diferenciar o percentual de gordura e o percentual isento de gordura (massa magra, ossos etc.). Interatividade Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmações II e III são corretas. b) Somente a afirmação II é correta. c) Somente as afirmações I e III são corretas. d) Somente as afirmações II, III e IV são corretas. e) Somente a afirmação IV é correta. Interatividade Ao entrar na academia/clínica, uma aluna passará por uma avaliação da composição corporal utilizando um determinado método.Sobre esse método, é correto dizer que: I. O método direto é o mais utilizado para essa avaliação. II. Os métodos indiretos foram importantes para testar e selecionar os métodos duplamente indiretos. III. Os métodos duplamente indiretos são laboratoriais, em que são utilizados nas pesquisas devido ao seu alto custo, local adequado e equipamento sofisticado. IV. O IMC, um método duplamente indireto, é utilizado para diferenciar o percentual de gordura e o percentual isento de gordura (massa magra, ossos etc.). Alternativa correta: b) Somente a afirmação II é correta. Resposta GUEDES, D. P.; GUEDES, J. E. R. P. Proposição de equações para a predição da quantidade de gordura corporal em adultos jovens. Semina – Revista Cultural e Científica da Universidade Estadual de Londrina, v. 12, p. 61-70, 1991. JACKSON, A. S.; POLLOCK, M. L. Generalized equations for predicting body density of men. British Journal of Nutrition, v. 40, p. 497-504, 1978. JACKSON, A. S.; POLLOCK, M. L.; WARD, A. Generalized equations for predicting body density of women. Medicine and Science in Sports and Exercise, v. 12, n. 3, p. 175-181, 1980. PETROSKI, E. L. Desenvolvimento e validação de equações generalizadas para a predição da densidade corporal. 1995. Tese (Doutorado) – UFSM-RS, Universidade Federal de Santa Maria, 1995. Referências ATÉ A PRÓXIMA! Número do slide 1 Medidas e avaliações Quais as diferenças? Teste Medida Avaliação Por que fazer uma avaliação física? Princípios da avaliação física Valores de referência Tipos de avaliação física Tipos de avaliação física Critérios de seleção dos testes Critérios de seleção dos testes Critérios que garantem testes confiáveis Erros de medida Ética Interatividade Resposta Medidas antropométricas Estatura Peso Envergadura Diâmetros ósseos Diâmetros ósseos – procedimentos 1) Diâmetros ósseos – biacromial 2) Diâmetros ósseos – tóraco-transverso 3) Diâmetros ósseos – bi-ilíaco 4) Diâmetros ósseos – bitrocantérico 5) Diâmetros ósseos – biestiloide 6) Diâmetros ósseos – biepicôndilo umeral 7) Diâmetros ósseos – bicôndilo femoral 8) Diâmetros ósseos – bimaleolar Interatividade Resposta Medidas antropométricas Perímetros ou circunferências Perímetros ou circunferências – objetivos Perímetros ou circunferências – formas de medida Perímetros ou circunferências – procedimentos Pescoço Antebraço Braço Tórax Cintura Abdômen Quadril Coxa Perna Dobras cutâneas Dobras cutâneas – procedimentos Dobras cutâneas – procedimentos Dobras cutâneas – erros 1) Dobras cutâneas – bíceps 2) Dobras cutâneas – tríceps 3) Dobras cutâneas – subescapular 4) Dobras cutâneas – peitoral 5) Dobras cutâneas – axilar média 6) Dobras cutâneas – suprailíaca 7) Dobras cutâneas – abdominal 8) Dobras cutâneas – coxa 9) Dobras cutâneas – perna Interatividade Resposta �Conceitos básicos da composição corporal� Método direto Métodos indiretos Método indireto – pletismografia Método indireto – pesagem hidrostática Método indireto – pesagem hidrostática Método indireto – densitometria óssea (DEXA) Método indireto – ressonância magnética Método duplamente indireto Bioimpedância elétrica Bioimpedância elétrica Bioimpedância elétrica Índice da Massa Corporal (IMC) Índice da Massa Corporal (IMC) Relação Cintura/Quadril (RCQ) Relação Cintura/Quadril (RCQ) Circunferência abdominal Dobras cutâneas Dobras cutâneas – crianças e adolescentes Classificação – crianças e adolescentes Dobras cutâneas – adultos Dobras cutâneas – adultos Dobras cutâneas – adultos Fórmula de Siri Classificação Cálculo quantidade absoluta (kg) Exemplo Exemplo Interatividade Interatividade Resposta Referências Número do slide 96