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SOI-III-NP2 prova não programada 2 gabarito-29

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Questões resolvidas

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AFYA MANACAPURU – Faculdade de Ciências Médicas 
Avaliação Não Programada II - Gabarito 
 
 
 Página 1 de 5 
 
QUESTÕES OBJETIVAS 
 
 
Questão 1 (0,35): O sistema de classificação CEAP é amplamente utilizado para categorizar a 
insuficiência venosa crônica (IVC) com base nas suas manifestações clínicas e mecanismos 
subjacentes. Qual das seguintes alternativas descreve corretamente um aspecto da classificação 
CEAP? 
 
a) O componente "C" do CEAP refere-se exclusivamente à presença de úlceras venosas 
em membros inferiores. 
b) O componente "E" da classificação CEAP classifica a insuficiência venosa apenas como 
congênita ou adquirida. 
c) O componente "A" refere-se à localização anatômica do comprometimento venoso, 
incluindo veias superficiais, profundas e perfurantes. 
d) O componente "P" refere-se ao tipo de intervenção terapêutica realizada para tratar a 
insuficiência venosa crônica. 
 
Referência: LOSCALZO, Joseph; FAUCI, Anthony S.; KASPER, Dennis L.; et al. Medicina 
Interna de Harrison. 21st ed. Porto Alegre: AMGH, 2024. E-book. p.2116. ISBN 9786558040231. 
Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558040231/. (Parte 6 
– Doenças do sistema cardiovascular, Seção 282: Doença venosa crônica, página 2116). 
 
Questão 2 (0,35): Um paciente com trombose venosa profunda (TVP) extensa, com risco 
iminente de embolia pulmonar e comprometimento circulatório grave, foi avaliado pela equipe 
médica para a utilização de terapia fibrinolítica. Assinale qual dos fármacos abaixo é comumente 
utilizado na terapia fibrinolítica para o tratamento da TVP: 
 
a) Alteplase 
b) Varfarina 
c) Heparina de baixo peso molecular 
d) Dabigatrana 
 
Referência: LOSCALZO, Joseph; FAUCI, Anthony S.; KASPER, Dennis L.; et al. Medicina 
Interna de Harrison. 21st ed. Porto Alegre: AMGH, 2024. E-book. p.924. ISBN 9786558040231. 
Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558040231/. (Parte 4 
– Oncologia e Hematologia, Seção 118: Agentes antiplaquetários, anticoagulantes e 
antifibrinolíticos, página 924). 
Eixo: Sistemas Orgânicos Integrados III Semestre: 2024/2 
Professor (a): Karolaine Bentes e Joab Arouche Período: 3º 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558040231/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558040231/
 
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Avaliação Não Programada II - Gabarito 
 
 
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Questão 3 (0,35): Estima-se que quase um quarto da população mundial esteja infectada pelo 
Mycobacterium tuberculosis, agente etiológico da Tuberculose (TB). Uma grande preocupação 
do Ministério da Saúde para o controle da TB é a identificação da “infecção latente pelo 
Mycobacterium tuberculosis” (ILTB). Considerando a informação acima, avalie as afirmativas a 
seguir: 
 
I. O tratamento da ILTB é uma das principais estratégias para a interrupção da cadeia 
de transmissão da doença, contribuindo substancialmente para o controle da TB. 
II. Uma ação fundamental no controle da ILTB é conhecer o perfil clínico e 
sociodemográfico das pessoas tratadas para a ILTB. 
III. O aumento do número de casos da doença ativa interrompe a cadeia de transmissão 
da TB. 
IV. É considerado um caso de ILTB o indivíduo infectado pelo M. tuberculosis, 
identificado por meio de prova tuberculínica (PT) ou por ensaio de liberação do 
interferon-gama (IGRA), desde que adequadamente descartada a TB ativa. 
É CORRETO o que se afirma, em: 
a) I e II apenas. 
b) I e II e III apenas. 
c) I e III apenas. 
d) I, II e IV apenas. 
Referência: Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil / Ministério 
da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças 
Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2019. Disponível em https://www.gov.br/saude/pt-
br/centrais-de-conteudo/publicacoes/publicacoes-svs/tuberculose/manual-de-recomendacoes-
e-controle-da-ttuberculose-no-brasil-2a-ed.pdf/view. (Parte II – Diagnóstico e Parte III - 
Tratamento, página 83, 163). 
 
Questão 4 (0,35): O esquema básico para o tratamento da tuberculose em adultos e 
adolescentes (>10 anos de idade) envolve diferentes fármacos dependendo da fase do 
tratamento. Considerando o tratamento em suas fases: inicial (intensiva) e de manutenção, 
marque a alternativa que contempla corretamente os fármacos utilizados no esquema básico 
para ambas as fases: 
 
a) R – Rifampicina; H – Isoniazida; E – Etambutol (Fase inicial); H – Isoniazida e E – 
Etambutol (Fase de manutenção). 
b) R – Rifampicina; H – Isoniazida; Z – Pirazinamida; E – Etambutol (Fase inicial); R – 
Rifampicina; H – Isoniazida (Fase de manutenção). 
https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/publicacoes-svs/tuberculose/manual-de-recomendacoes-e-controle-da-ttuberculose-no-brasil-2a-ed.pdf/view
https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/publicacoes-svs/tuberculose/manual-de-recomendacoes-e-controle-da-ttuberculose-no-brasil-2a-ed.pdf/view
https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/publicacoes-svs/tuberculose/manual-de-recomendacoes-e-controle-da-ttuberculose-no-brasil-2a-ed.pdf/view
 
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c) R – Rifampicina; H – Isoniazida; T – Terizidona; Z – Pirazinamida; E – Etambutol (Fase 
inicial e de manutenção). 
d) L – Linezolida; H – Isoniazida; Z – Pirazinamida; E – Etambutol (Fase inicial e de 
manutenção). 
 
Referência: Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil / Ministério 
da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças 
Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2019. Disponível em https://www.gov.br/saude/pt-
br/centrais-de-conteudo/publicacoes/publicacoes-svs/tuberculose/manual-de-recomendacoes-
e-controle-da-ttuberculose-no-brasil-2a-ed.pdf/view. (Parte III - Tratamento, página 106). 
 
 
Questão 5 (0,35): Na Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), além da obstrução das vias 
aéreas, há várias alterações patofisiológicas que contribuem para a progressão da doença. 
Assinale qual das opções abaixo descreve corretamente uma dessas alterações, relacionada à 
destruição do parênquima pulmonar: 
 
a) Hipertrofia das glândulas submucosas das vias aéreas, levando à produção excessiva 
de muco. 
b) Aumento da elasticidade pulmonar, facilitando a expiração e aumentando a capacidade 
de troca gasosa. 
c) Destruição das paredes alveolares, levando à perda de elasticidade e aumento do 
espaço aéreo distal (enfisema). 
d) Redução da resposta inflamatória, resultando em diminuição da produção de 
mediadores pró-inflamatórios no tecido pulmonar. 
 
Referência: LOSCALZO, Joseph; FAUCI, Anthony S.; KASPER, Dennis L.; et al. Medicina 
Interna de Harrison. 21st ed. Porto Alegre: AMGH, 2024. E-book. p.2180. ISBN 
9786558040231. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558040231/. (Parte 7 – Distúrbios do 
sistema respiratório, Seção 292: Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, página 2180). 
 
Questão 6 (0,35): Segundo as recomendações da Global Initiative for Chronic Obstructive Lung 
Disease (GOLD) 2023, o manejo farmacológico da DPOC leva em consideração não apenas a 
gravidade da obstrução ao fluxo aéreo, mas também o histórico de exacerbações e a gravidade 
dos sintomas. Qual das opções abaixo é uma recomendação de manejo baseada nesses 
critérios? 
 
https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/publicacoes-svs/tuberculose/manual-de-recomendacoes-e-controle-da-ttuberculose-no-brasil-2a-ed.pdf/view
https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/publicacoes-svs/tuberculose/manual-de-recomendacoes-e-controle-da-ttuberculose-no-brasil-2a-ed.pdf/view
https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/publicacoes-svs/tuberculose/manual-de-recomendacoes-e-controle-da-ttuberculose-no-brasil-2a-ed.pdf/viewhttps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558040231/
 
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Avaliação Não Programada II - Gabarito 
 
 
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a) Em pacientes com sintomas moderados e sem exacerbações recentes, a terapia inicial 
deve incluir corticosteroides inalatórios combinados com beta-agonistas de longa 
duração (ICS + LABA). 
b) Pacientes com alta carga de sintomas (CAT ≥ 10) e histórico de exacerbações frequentes 
devem ser tratados inicialmente com broncodilatadores de longa duração combinados, 
como LAMA + LABA. 
c) A monoterapia com corticosteroides inalatórios (ICS) é recomendada como terapia inicial 
para todos os pacientes com DPOC, independentemente da gravidade dos sintomas. 
d) O uso de corticosteroides sistêmicos é recomendado para pacientes com DPOC leve 
que não apresentam exacerbações, como medida de prevenção a longo prazo. 
 
Referência: LOSCALZO, Joseph; FAUCI, Anthony S.; KASPER, Dennis L.; et al. Medicina 
Interna de Harrison. 21st ed. Porto Alegre: AMGH, 2024. E-book. p.2180. ISBN 
9786558040231. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558040231/. (Parte 7 – Distúrbios do 
sistema respiratório, Seção 292: Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, página 2186). 
 
 
 
QUESTÕES DISSERTATIVAS 
 
Questão 1 (0,95): João, 68 anos, ex-tabagista e hipertenso, relata ao seu médico uma dor nas 
pernas ao caminhar que melhora com o repouso. O paciente descreve que a dor, inicialmente 
leve, vem se intensificando nos últimos meses, a ponto de limitar suas atividades diárias. Durante 
o exame físico, observa-se que os pulsos distais nos membros inferiores estão diminuídos e a 
pele está fria, sem lesões aparentes. Um índice tornozelo-braquial (ITB) foi solicitado, 
apresentando um valor de 0,7 em ambas as pernas. O paciente tem histórico familiar de doenças 
cardiovasculares e está em tratamento com estatinas e anti-hipertensivos. Após o diagnóstico 
inicial, o médico considera a hipótese de Doença Arterial Periférica (DAP) e propõe a realização 
de exames adicionais para avaliar a presença de obstruções arteriais mais graves, sugerindo a 
possibilidade de Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP). 
 
Com base no caso clínico apresentado, descreva as principais diferenças entre Doença Arterial 
Periférica (DAP) e Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP): 
 
a) Explique a definição e características de cada uma das condições: 
 
Resposta comentada: A Doença Arterial Periférica (DAP) refere-se ao estreitamento ou 
bloqueio das artérias, geralmente causado pela aterosclerose, afetando principalmente os 
membros inferiores. Essa condição abrange desde obstruções leves até mais significativas nas 
artérias fora do coração e do cérebro. Pacientes com fatores de risco cardiovascular, como 
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hipertensão, tabagismo e diabetes, são mais suscetíveis à DAP. O Índice Tornozelo-Braquial 
(ITB) é um exame amplamente utilizado para avaliar a gravidade da DAP, com valores abaixo de 
0,9 sendo indicativos de obstrução significativa. Já a Doença Arterial Obstrutiva Periférica 
(DAOP) é um subtipo mais grave de DAP, caracterizado por uma obstrução arterial avançada e 
significativa, geralmente decorrente de aterosclerose. A DAOP pode causar isquemia crítica, com 
interrupção grave do fluxo sanguíneo para os membros inferiores, resultando em sintomas como 
dor em repouso, ulcerações e, em casos mais avançados, gangrena. É a principal forma de 
manifestação da DAP quando há uma limitação significativa do fluxo sanguíneo para as 
extremidades. 
 
Questão 2 (0,95): Mariana, 24 anos, procura atendimento médico com queixas de episódios 
recorrentes de falta de ar, chiado no peito e tosse, especialmente à noite e nas primeiras horas 
da manhã. Esses episódios se agravam durante a prática de atividades físicas e em ambientes 
com poeira ou fumaça. A paciente relata que esses sintomas se repetem há cerca de dois anos 
e que, ocasionalmente, melhora após a administração de um inalador de alívio rápido que ela 
utiliza esporadicamente. Mariana não possui histórico de doenças cardíacas, mas relata que tem 
rinite alérgica e sua mãe é asmática. Ao exame físico, ausculta-se sibilos difusos bilaterais. 
 
a) Explique as principais abordagens terapêuticas para o manejo do diagnóstico de 
Mariana, incluindo a diferença entre os medicamentos utilizados para o alívio dos 
sintomas agudos e aqueles indicados para o controle a longo prazo. 
 
Resposta comentada: O manejo da asma envolve o controle dos sintomas agudos e a 
prevenção a longo prazo para melhorar a qualidade de vida. Para o alívio imediato, são usados 
broncodilatadores de curta duração, como o salbutamol, que relaxam a musculatura das vias 
aéreas e proporcionam alívio rápido da broncoconstrição durante as crises. Esses medicamentos 
são utilizados conforme a necessidade e não tratam a inflamação subjacente, apenas aliviam 
temporariamente os sintomas. Para o controle a longo prazo, corticosteroides inalatórios (como 
budesonida ou beclometasona) são essenciais, pois reduzem a inflamação crônica das vias 
aéreas e previnem exacerbações. Em casos de asma persistente moderada a grave, 
broncodilatadores de longa duração (LABA), como formoterol ou salmeterol, são combinados 
com corticosteroides para manter a broncodilatação por períodos prolongados. Além disso, 
modificadores de leucotrienos, como montelucaste, podem ser usados para reduzir a inflamação 
em pacientes com asma alérgica associada a rinite. Além do tratamento farmacológico, é 
fundamental a educação em saúde, orientando sobre o uso correto dos inaladores, a importância 
da adesão ao tratamento contínuo, mesmo na ausência de sintomas, e o controle de fatores 
desencadeantes, como poeira e fumaça.

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