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Atos administrativos: 
extinção
Professora Me. Tainan Natércia
Nome: Ana Barbara Felipe, CPF: 11144172624 IP: 45.169.68.251
Extinção dos atos (espécies)
Formas de extinção
Natural O ato se exaure, já cumpriu sua finalidade e, portanto, não precisa 
continuar existindo. Além disso, é possível também que no próprio ato 
esteja previsto um prazo determinado, a partir do qual o ato deve ser 
extinto.
Renúncia Atos que atribuem direitos onde o particular a quem o ato se destinava 
renúncia ao próprio direito, abre mão de benefícios.
Desaparecimento (coisa ou pessoa): O objeto ao qual o ato se destina, o sujeito a quem 
o ato se destina, desaparece, deixa de existir, então a finalidade do 
ato deixa de existir também.
Retirada Antes que o ato seja exaurido, praticado regularmente, outro ato o 
extingue e o desfaz.
Nome: Ana Barbara Felipe, CPF: 11144172624 IP: 45.169.68.251
Teoria das nulidades
Teorias
a) Anulação
b) Revogação
c) Cassação
d) Caducidade
e) Contraposição
Nome: Ana Barbara Felipe, CPF: 11144172624 IP: 45.169.68.251
Anulação
Vício insanável: A conduta prevista/decorrente do ato 
administrativo não está conforme as previsões legais. 
Convalidação: No caso do vício ser sanável e, somado a isso, 
o interesse público exigir, o ato pode ser convalidado com 
base na oportunidade e conveniência (ex. vício de forma e 
competência). 
• Só será possível se não causar prejuízos a terceiros.
Nome: Ana Barbara Felipe, CPF: 11144172624 IP: 45.169.68.251
Revogação
Não há vício de legalidade. O ato é válido e legal, mas a sua extinção 
se dá a partir de análise sobre a oportunidade e conveniência.
Cassação
Há culpa do particular. Ocorre quando o destinatário descumpre 
condições que deveria continuar atendendo. 
Exemplo: cidadão que possui CNH, mas que já foi diversas vezes pego 
dirigindo embriagado. Ocorrerá a cassação da sua Habilitação. 
Nome: Ana Barbara Felipe, CPF: 11144172624 IP: 45.169.68.251
Caducidade
Quando ocorre uma alteração na legislação, após a existência do ato, 
que impede a sua manutenção. 
Ou seja, a superveniência de uma norma que não mais admite a 
situação antes permitida e concedida pelo ato. 
Exemplo: cidadão que possui autorização para colocar na calçada do 
seu estabelecimento mesas e cadeiras, entretanto, 2 anos depois veio 
uma lei proibindo a colocação de mesas e cadeiras. 
Contraposição
Ocorre a "derrubada do ato", por um novo ato administrativo que se 
contrapõe ao primeiro e extingue os seus efeitos.
Nome: Ana Barbara Felipe, CPF: 11144172624 IP: 45.169.68.251
Questão 
O Parque de Diversões Alegrias ABC obteve legalmente autorização do Município Alfa para uso de 
bem público, de maneira a montar suas instalações e exercer suas atividades em determinada praça 
pública, pelo período de três meses. Um mês após a edição do ato de autorização de uso, sobreveio 
legislação municipal, alterando o plano diretor da cidade, tornando aquela área residencial e 
proibindo expressamente sua autorização de uso para fins recreativos, como a instalação de parques 
de diversão.
No caso em tela, houve extinção do ato administrativo de autorização de uso inicialmente válido por 
meio da:
A) cassação, devendo a autoridade municipal que emitiu o ato revogá-lo expressamente para o fiel 
cumprimento da lei e o Parque de Diversões Alegrias ABC não tem direito à indenização.
B) caducidade, por força de ilegalidade superveniente causada pela alteração legislativa, sem culpa 
do beneficiário do ato Parque de Diversões Alegrias ABC.
C) anulação, que ocorre de forma tácita, em razão de fato do príncipe superveniente, consistente na 
alteração do plano diretor da cidade, com direito de indenização ao Parque de Diversões Alegrias 
ABC.
D) contraposição, por força de ilegalidade superveniente decorrente da nova lei municipal editada, 
devendo ser perquirida eventual culpa do Parque de Diversões Alegrias ABC.
Nome: Ana Barbara Felipe, CPF: 11144172624 IP: 45.169.68.251
Questão 
A) cassação, devendo a autoridade municipal que emitiu o ato revogá-lo expressamente para o fiel 
cumprimento da lei e o Parque de Diversões Alegrias ABC não tem direito à indenização.
A cassação ocorre quando há culpa do particular, no caso sobreveio legislação que tornou ilegal.
B) caducidade, por força de ilegalidade superveniente causada pela alteração legislativa, sem culpa 
do beneficiário do ato Parque de Diversões Alegrias ABC.
A caducidade ocorre em virtude de alteração legislativa que impede a manutenção do ato. No caso, 
houve legislação municipal que alterou o Plano diretor da cidade e impediu a mau tenção do ato.
C) anulação, que ocorre de forma tácita, em razão de fato do príncipe superveniente, consistente na 
alteração do plano diretor da cidade, com direito de indenização ao Parque de Diversões Alegrias ABC.
A anulação ocorre por motivos de legalidade. No caso, não se aplica o fato do príncipe. O fato príncipe 
ocorre quando o Estado aumenta encargos sociais, que precisam, por conta de suas características 
específicas do caso concreto, serem compensadas.
D) contraposição, por força de ilegalidade superveniente decorrente da nova lei municipal editada, 
devendo ser perquirida eventual culpa do Parque de Diversões Alegrias ABC.
A contraposição é a "derrubada do ato", por um novo ato administrativo. No caso, sobreveio legislação 
municipal que impediu a manutenção do ato.
Nome: Ana Barbara Felipe, CPF: 11144172624 IP: 45.169.68.251
Bons 
Estudos!
Professora Me. Tainan Natércia
Nome: Ana Barbara Felipe, CPF: 11144172624 IP: 45.169.68.251

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