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UNIP – UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING CARLOS MANOEL VIEIRA MACHADO RODRIGUES R.A.: 2524030 PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR – PIM V CIMED Ibiúna – São Paulo 2026 Sumário 1. INTRODUÇÃO .............................................................................................. 3 2 DESENVOLVIMENTO ................................................................................... 4 2.1 Gestão Estratégica de Custos e Formação de Preços ............................... 4 2.2 Estratégia Competitiva ................................................................................ 7 2.3 Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas ........................................ 9 3 DISCUSSÃO ................................................................................................ 11 4 CONCLUSÃO .............................................................................................. 13 REFERÊNCIAS .............................................................................................. 14 3 1. INTRODUÇÃO A organização escolhida como objeto de pesquisa para este Projeto Integrado Multidisciplinar V (PIM V) é a Cimed Indústria de Medicamentos S.A. Liderada pelo CEO João Adibe Marques, a companhia consolidou-se como uma das maiores farmacêuticas do Brasil, destacando-se não apenas no segmento de genéricos, mas também em categorias de bem-estar e consumo de massa. Atualmente, a empresa vivencia o seu projeto estratégico "Nova Era", visando atingir um faturamento de R$ 10 bilhões até 2030, apoiada em uma agressiva estratégia de marketing e distribuição. Este relatório promove uma conexão direta entre o contexto mercadológico da Cimed e as disciplinas norteadoras do curso superior de Tecnologia em Marketing. A relação deste projeto com o curso demonstra-se vital, uma vez que o PIM V viabiliza a ampliação do conhecimento ao inserir o discente nas práticas gerenciais cotidianas. O principal objetivo deste relatório é investigar e descrever o processo de gestão da Cimed. Para isso, estabelece-se a seguinte questão norteadora de pesquisa: Como a Cimed articula a gestão estratégica de custos, a inteligência competitiva e o gerenciamento de marcas para sustentar seu crescimento acelerado e manter sua vantagem competitiva no setor farmacêutico brasileiro? A justificativa para esta pesquisa reside na alta competitividade do setor farmacêutico e na relevância de entender como uma indústria nacional converte eficiência operacional em market share. Para atingir tais objetivos, a metodologia adotada constitui-se de uma pesquisa qualitativa, configurada como um estudo de caso, com base na coleta de dados secundários e pesquisa bibliográfica. Por fim, este relatório está estruturado em quatro seções principais. Além desta Introdução, o Capítulo 2 (Desenvolvimento) apresenta o embasamento teórico e prático. O Capítulo 3 (Discussão) promove uma análise crítica e propõe soluções. O trabalho encerra-se com a Conclusão no Capítulo 4, seguida das Referências. 4 2 DESENVOLVIMENTO Este capítulo tem como objetivo promover a integração entre os conceitos teóricos estudados ao longo do curso e a realidade prática observada na Cimed Indústria de Medicamentos S.A. Para tanto, a análise será dividida conforme as disciplinas estruturantes do semestre, examinando como a literatura acadêmica se traduz nas rotinas e nas estratégias operacionais e de mercado da organização. Aqui estão as seções reescritas com as citações inseridas: 2.1 Gestão Estratégica de Custos e Formação de Preços A gestão estratégica de custos transcende o simples registro contábil, configurando-se como uma ferramenta vital para a tomada de decisão gerencial. A literatura especializada propõe, inicialmente, a classificação rigorosa dos gastos. Eles são divididos em custos diretos, que são facilmente apropriáveis ao produto final (como matéria-prima e embalagens), e custos indiretos, que necessitam de critérios de rateio para serem alocados (como aluguel da fábrica, energia elétrica e depreciação de maquinário). Ademais, a análise do comportamento dos custos os divide em fixos, que se mantêm inalterados independentemente do volume de produção, e variáveis, que flutuam proporcionalmente à quantidade produzida (MARTINS, 2018). Para o processo decisório, a adoção de métodos de custeio eficientes (como o custeio por absorção ou o custeio variável) é imprescindível. Aliado a isso, a análise de custo-volume-lucro e o cálculo do ponto de equilíbrio — o exato momento em que as receitas se igualam aos custos e despesas totais — são essenciais para entender a alavancagem operacional da empresa e a partir de qual volume de vendas ela passa a gerar lucratividade. A margem de contribuição, por sua vez, revela o quanto cada unidade vendida contribui para pagar os custos fixos e gerar lucro (MARTINS, 2018). No que tange à formação estratégica de preços, a teoria destaca a importância dos chamados "3 Cs": Custos (que estabelecem o piso para não haver prejuízo), Concorrência (que atua como o referencial de mercado) e Clientes (que definem o teto do preço baseado na percepção de valor). A precificação também é diretamente impactada pelos aspectos tributários vigentes no país. Impostos como ICMS, IPI, PIS e Cofins devem ser rigorosamente calculados para que o mark-up (o 5 índice multiplicador ou percentual adicionado ao custo para definir o preço de venda) seja sustentável. Por fim, a análise de valor percebido é crucial para alinhar a relação entre os custos assumidos, as ações da concorrência e o quanto o consumidor está disposto a pagar, maximizando os resultados financeiros (BRUNI; FAMÁ, 2012). Aspectos Práticos observados na Cimed Na prática, a Cimed adota uma estratégia agressiva baseada na economia de escala e na alta eficiência produtiva. A estrutura de custos da companhia é fortemente ancorada na diluição de seus imensos custos fixos — representados por suas modernas instalações fabris em Pouso Alegre (MG) e seu robusto complexo logístico — através de um altíssimo volume de produção. Os custos variáveis e diretos, sobretudo relacionados aos Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs) importados e materiais de embalagem, são geridos com negociações globais agressivas e verticalização de processos (como a fabricação própria de embalagens), buscando a máxima redução do custo unitário de cada medicamento. Ao analisar a rentabilidade e a formação de preços, fica evidente a aplicação prática dos "3 Cs". A Cimed foca estrategicamente nos Clientes das classes C e D, que possuem alta sensibilidade a preço, mas que buscam qualidade. Diante de uma Concorrência pulverizada entre grandes multinacionais e outros laboratórios nacionais, a Cimed adota uma postura de liderança em custos. Seus Custos enxutos permitem fixar preços de venda frequentemente abaixo da média do mercado (especialmente na linha de genéricos e vitaminas, como o Lavitan), garantindo uma rápida penetração de mercado e alto giro nas prateleiras das farmácias. O ponto de equilíbrio da empresa exige altos volumes de venda, mas a capilaridade da sua distribuição garante que essa meta seja atingida com folga, gerando forte alavancagem operacional. A variável tributária também é gerida de forma altamente estratégica. A localização de seu complexo industrial em Minas Gerais permite que a companhia usufrua de incentivos fiscais e benefícios atrelados ao ICMS, o que reduz a pesada carga tributária embutida no custo do produto vendido. Dessa forma, a Cimed consegue aplicar um mark-up que garante a rentabilidade sem repassar preços altos ao consumidor final. Como proposta de melhoria alinhada à otimização de resultados, observa-seque, apesar do sucesso com o alto volume, a empresa poderia intensificar 6 estratégias de precificação baseadas no valor percebido em linhas específicas, como a de dermocosméticos (Carmed). Produtos com apelo viral e parcerias de co- branding suportam um mark-up superior aos genéricos tradicionais, oferecendo uma oportunidade de ampliação das margens de lucro sem comprometer o DNA popular da marca. 7 2.2 Estratégia Competitiva A formulação de uma estratégia competitiva robusta exige que a organização compreenda profundamente o ambiente em que atua. Segundo Porter (2004), o monitoramento do ambiente e a Inteligência Competitiva envolvem a coleta e transformação de dados para mapear as capacidades, vulnerabilidades e intenções dos concorrentes. Além disso, o comportamento das organizações em mercados de alta rivalidade (oligopólios) é frequentemente analisado sob a ótica da Teoria dos Jogos. Modelos teóricos como os de Cournot (competição por quantidade) e Bertrand (competição por preço), bem como o conceito de Equilíbrio de Nash, ajudam a prever as melhores respostas e simular cenários de ações simultâneas. Tais modelos definem as dinâmicas de retaliação e acomodação no mercado, culminando na escolha de uma estratégia genérica de vantagem competitiva sustentável a longo prazo (PORTER, 2004; MINTZBERG; AHLSTRAND; LAMPEL, 2010). Aspectos Práticos observados na Cimed Ao mapear o cenário competitivo da Cimed, identifica-se que a empresa atua em um oligopólio altamente disputado, enfrentando concorrentes diretos e predatórios como a EMS e a Neo Química (do grupo Hypera Pharma). Para monitorar esse ambiente, a Cimed faz uso intensivo de Inteligência Competitiva, utilizando dados de sell-out integrados diretamente das farmácias para identificar gargalos de abastecimento dos adversários e lançar produtos rapidamente. Na prática, a rivalidade no setor de genéricos ilustra perfeitamente a Teoria dos Jogos, mais especificamente o modelo de Bertrand, onde as empresas competem agressivamente por preços. Quando players como EMS ou Hypera iniciam uma guerra de preços concedendo altos descontos às farmácias, a Cimed utiliza sua verticalização (fabricação própria de embalagens e frota logística independente) como trunfo para igualar ou superar esses descontos sem sacrificar sua margem a níveis insustentáveis. O mercado atinge, assim, um Equilíbrio de Nash focado em alto volume e baixa margem unitária (SANTOS; SILVA, 2019). Para escapar dessa "armadilha" de guerra de preços dos genéricos, a Cimed aplicou um movimento estratégico de diferenciação. Nas suas linhas de consumer health (como as vitaminas Lavitan), a organização altera as regras do jogo: foca em 8 marketing de influência e alto valor agregado, onde a concorrência por preço cede espaço à concorrência por desejo de marca. Essa dualidade — liderança em custos nos genéricos e diferenciação nas vitaminas — constitui sua verdadeira barreira de entrada (KOTLER; KELLER, 2018). 9 2.3 Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Aspectos Teóricos O gerenciamento eficaz de produtos e marcas é um dos pilares para a sustentação comercial de uma organização. A teoria de marketing define o "produto" não apenas como o bem físico, mas como um conjunto de atributos (embalagem, qualidade, marca) que entregam valor ao consumidor. O gerenciamento exige a análise do mix de produtos (a variedade de linhas que a empresa oferece) e a compreensão do Ciclo de Vida do Produto, adaptando as estratégias de marketing para cada fase: introdução, crescimento, maturidade ou declínio (KOTLER; KELLER, 2018). A Gestão de Marcas (Branding) é outro componente crítico. Decisões estratégicas envolvem o desenvolvimento do brand equity (o valor agregado que a marca confere ao produto), estratégias de extensão de linha, licenciamentos e o inovador co-branding (parcerias entre marcas distintas para criar um produto único) (AAKER, 2012). Ademais, a literatura de Canais de Distribuição e Trade Marketing ressalta a importância de gerir como o produto chega ao consumidor final, utilizando o merchandising para garantir visibilidade e conversão diretamente no ponto de venda (PDV) (KOTLER; KELLER, 2018). Aspectos Práticos observados na Cimed A Cimed apresenta uma verdadeira aula prática de gerenciamento de portfólio e marca. Analisando seu mix de produtos, a organização atua com um catálogo extenso e diversificado, dividido em grandes pilares: medicamentos genéricos, medicamentos isentos de prescrição (MIPs) e a linha de consumer health (focada em bem-estar, higiene e beleza). Ao avaliar o ciclo de vida, observa-se que a Cimed revitaliza constantemente produtos maduros, como a linha de vitaminas Lavitan, por meio de novas apresentações e comunicação agressiva. A estratégia de marca e co-branding da Cimed é, indiscutivelmente, seu maior destaque contemporâneo. O caso do hidratante labial Carmed ilustra a construção de um brand equity massivo através das redes sociais. Em vez de atuar apenas como um laboratório farmacêutico tradicional, a Cimed comporta-se como uma empresa de bens de consumo, realizando parcerias virais de co-branding (como as edições limitadas do Carmed com marcas de doces e fast-food). Essa estratégia de escassez e apelo digital eleva a marca, gerando engajamento orgânico e filas nas farmácias, um fenômeno raro no setor de dermocosméticos populares. 10 No que tange aos canais de distribuição e Trade Marketing, a Cimed detém um modelo singular. A empresa opera com distribuição direta para mais de 60 mil farmácias em todo o Brasil, utilizando sua icônica frota de caminhões amarelos. Essa independência dos grandes distribuidores atacadistas permite uma execução impecável de Trade Marketing e merchandising no PDV. A Cimed garante que seus produtos, especialmente Lavitan e Carmed, dominem os balcões e as áreas de checkout das farmácias, utilizando displays chamativos que estimulam a compra por impulso e coroam a estratégia de visibilidade construída no ambiente digital. 11 3 DISCUSSÃO A partir da análise das disciplinas abordadas, com destaque para a de Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas, identifica-se um desafio operacional gerado pelo próprio sucesso mercadológico da Cimed. As recentes estratégias de co-branding e o marketing viral nas redes sociais (especialmente com a linha de hidratantes labiais) geraram picos de demanda explosivos. O desafio observado é a ruptura de estoque aguda no pequeno e médio varejo nos primeiros dias de lançamento, o que gera frustração no consumidor final, perda de vendas por impulso e sobrecarga logística na reposição. Para solucionar este gargalo e otimizar a presença da marca no ponto de venda, propõe-se o seguinte roteiro de intervenção: 1) Solução: A implementação do programa "Cimed Previsível", uma atualização no sistema de Customer Relationship Management (CRM B2B) da empresa. A solução consiste na criação de um módulo de inteligência artificial preditiva integrado ao portal de compras das farmácias independentes, permitindo a pré-venda e o bloqueio antecipado de lotes de produtos com potencial viral, antes mesmo das campanhas massivas irem ao ar. 2) Objetivos: A proposta visa mitigar a ruptura de estoque de grandes lançamentos no pequeno varejo nos primeiros 15 dias de campanha. Busca-se garantir que as farmácias independentes tenham o mesmo nível de abastecimento inicial das grandes redes, maximizando a conversão de vendas por impulso no momento de maior interesse do público e fortalecendo a parceria comercial (trade marketing). 3) Justificativa: O ciclo de vida de produtos impulsionados por tendências digitais (como no TikTok) possui uma fase de "crescimento" quase imediata. Se a mercadoria não estiver no balcão quando o consumidor procura, a venda é perdida.Logo, antecipar a distribuição via análise preditiva é necessário e relevante para garantir que a forte intenção de compra gerada pelo marketing da Cimed se converta em faturamento real em toda a sua malha de 60 mil farmácias parceiras. 4) Implementação: A execução ocorrerá em quatro etapas fundamentais: • Fase 1 (Desenvolvimento): Integração de um algoritmo preditivo ao CRM B2B atual da Cimed, cruzando dados históricos de vendas e tendências de redes sociais. 12 • Fase 2 (Sensibilização): Treinamento da equipe de representantes comerciais e motoristas (frota amarela) para engajar os farmacêuticos a usarem o novo módulo de pré-vendas. • Fase 3 (Piloto): Teste do sistema em uma praça estratégica (ex: interior de São Paulo) durante o lançamento de uma nova extensão de linha. • Fase 4 (Roll-out Nacional): Liberação do sistema para toda a base de clientes do Brasil. 5) Viabilidade: O projeto é altamente viável. Em termos de recursos tecnológicos, a Cimed já possui um forte setor de TI e dados de sell-out estruturados, necessitando apenas da aquisição ou desenvolvimento do modelo preditivo. Quanto aos recursos humanos, a robusta equipe de vendas diretas já possui contato frequente com as farmácias, facilitando o treinamento. O recurso financeiro exigido é absorvível, visto que o retorno sobre o investimento (ROI) se dará rapidamente pela eliminação das perdas de venda por falta de produto. 6) Impacto: Espera-se uma melhoria significativa no brand equity (valor de marca) junto aos proprietários de farmácias, que se sentirão priorizados, melhorando a execução de merchandising no PDV. Para o consumidor, a garantia de encontrar as inovações da marca perto de casa aumentará o nível de satisfação. Financeiramente, projeta-se um aumento direto no faturamento dos lotes iniciais de lançamento. 7) Desafios: O principal ponto fraco da proposta é o nível de maturidade digital de parte dos proprietários de farmácias de bairro, que podem resistir a usar ferramentas de pré-venda digital, preferindo o modelo tradicional de compra presencial com o representante. Além disso, as pré-vendas concentradas podem gerar gargalos agudos no centro de distribuição, exigindo reforços logísticos pontuais para dar vazão simultânea aos pedidos. 13 4 CONCLUSÃO Este Projeto Integrado Multidisciplinar (PIM V) cumpriu seu objetivo central ao responder como a Cimed Indústria de Medicamentos S.A. articula suas operações, analisando a companhia sob a ótica das três disciplinas propostas no semestre. Na disciplina de Gestão Estratégica de Custos e Formação de Preços, conclui-se que o crescimento da empresa está alicerçado na altíssima diluição de custos fixos por meio de economia de escala, além de uma rigorosa gestão tributária e logística que viabiliza preços hipercompetitivos nas farmácias. Em relação à Estratégia Competitiva, observou-se que a Cimed atua com excelência no monitoramento de seus rivais (como EMS e Hypera), utilizando estratégias de diferenciação nas linhas de bem-estar para escapar das guerras de preços do mercado de genéricos. Por fim, no que tange ao Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas, ficou evidente que a inovação em co-branding e o forte trade marketing da companhia elevaram seu brand equity a patamares de bens de consumo de luxo, gerando engajamento inédito no setor popular. A principal limitação enfrentada foi a restrição de acesso a dados contábeis primários confidenciais, suprida por extensa pesquisa bibliográfica e documental em bases acadêmicas e portais de negócios. Para a organização analisada, a contribuição prática reside na formulação da proposta de implementação do "Cimed Previsível" no Capítulo 3, um sistema focado em antecipar demandas e mitigar a ruptura de estoque em lançamentos virais. A mensagem final que este relatório transmite é a de que a sinergia entre rigor no controle de custos, agilidade competitiva e gestão inovadora de marcas é o motor essencial para a consolidação de uma vantagem corporativa inabalável. 14 REFERÊNCIAS AAKER, D. A. Administração estratégica de mercado. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. BRUNI, A. L.; FAMÁ, R. Gestão de custos e formação de preços: com aplicações na calculadora HP 12C e Excel. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012. CIMED. Institucional: Nossa História e Estratégia. São Paulo: Cimed Indústria de Medicamentos, 2026. Disponível em: https://cimedremedios.com.br. Acesso em: 6 abr. 2026. CIMED adquire a Ice Fresh e projeta faturamento de R$ 10 bilhões até 2030. Mercado & Consumo, São Paulo, 3 fev. 2026. Disponível em: https://mercadoeconsumo.com.br. Acesso em: 6 abr. 2026. FERNANDES, V. Cimed faturou R$ 400 milhões em 2023 com hidratante labial Carmed. Forbes Brasil, São Paulo, 15 mar. 2024. Disponível em: https://forbes.com.br. Acesso em: 6 abr. 2026. KOTLER, P.; KELLER, K. L. Administração de Marketing. 15. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2018. MARTINS, E. Contabilidade de Custos. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2018. MINTZBERG, H.; AHLSTRAND, B.; LAMPEL, J. Safári de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. PORTER, M. E. Estratégia Competitiva: técnicas para análise de indústrias e da concorrência. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. SANTOS, L. R.; SILVA, M. C. Dinâmicas competitivas e estratégias de diferenciação na indústria farmacêutica brasileira de genéricos. Revista de Administração Contemporânea, v. 23, n. 4, p. 415-432, 2019. https://cimedremedios.com.br/ https://mercadoeconsumo.com.br/ https://forbes.com.br/