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Profa. Dra. Aline Silva Farmacêutica - UNINASSAU Especialista em Farmacologia e Interações Medicamentosas - UNINTER Mestre em Ciências Farmacêuticas - UFPE Doutora em Inovação Terapêutica-UFPE 2026 OPERAÇÕES UNITÁRIAS TRITURAÇÃO E MOAGEM INTRODUÇÃO Moagem e trituração são operações unitárias que têm por objetivo a redução do tamanho de partículas através da aplicação de forças. VANTAGENS DA REDUÇÃO DE TAMANHO ✓Aumento da relação superfície /volume. ✓Aumento da eficiência de operações posteriores, como extração, aquecimento, resfriamento, desidratação, etc. ✓Aumento da solubilização. ✓Uniformidade do tamanho das partículas do produto. ✓Auxílio na homogeneização de produtos em pó. FORÇAS EMPREGADAS FORÇAS DE COMPRESSÃO • Utilizadas para ruptura grosseira de produtos duros. FORÇAS DE IMPACTO • Forças para uso geral, empregadas para moagem fina, média e grossa de uma grande variedade de produtos. FORÇAS DE CISALHAMENTO • Utilizadas extensamente em equipamentos para a trituração de substâncias brandas não abrasivas em tamanhos menores. Várias forças podem ser utilizadas para esta operação, de acordo com as características finais desejadas e o tipo de sólido a ser processo. APLICAÇÕES FARMACÊUTICAS Formas Farmacêuticas Comprimidos Cápsulas Suspensões Emulsões Géis • Objetivos: • Torná-lo mais apropriado a manipulação. • Aumentar a superfície específica do material melhorando sua velocidade de dissolução. • Melhorara uniformidade de conteúdo de fármacos. • Aumentar a esfericidade das partículas facilitando sua manipulação. APLICAÇÕES FARMACÊUTICAS Superfície específica • ↑Área/peso = ↓tamanho da partícula = ↑superfície de contato = ↑eficácia Tamanho da partícula • ↓tamanho = ↓tempo de dissolução e ↑retenção das partículas no sistema broncopulmonar. Processos de extração VELOCIDADE DA MOAGEM Massa Tamanho de partícula Tempo de moagem APLICAÇÕES EM PEQUENA ESCALA • Farmácia de manipulação I- Trituração: moagem do material em gral de porcelana e pistilo, a superfície áspera do recipiente contribui para a quebra das partículas (compressão) II- Levigação: redução do tamanho de partículas para evitar aspereza e irritação de uma formulação semissólida (pomadas) ou líquidas (suspensões) III- Recristalização: processo de redução de partículas de fármacos com estrutura cristalina de difícil trituração. APLICAÇÕES EM GRANDE ESCALA INDÚSTRIA Moinhos de disco Moinhos de rolos Moinhos de facas e de martelos Moinhos coloidais Moinhos de bolas Moinhos de mandíbulas Moinhos cortantes TIPOS DE EQUIPAMENTOS MOINHOS DE DISCO • Geralmente usado para moagem de granulação fina, são pequenos e de difícil regulagem. • Distribuição irregular. • São os mais comuns no Brasil. TIPOS DE EQUIPAMENTOS MOINHO DE ROLOS • Dois ou mais cilindros pesados giram em direções contrárias, a velocidades iguais ou diferentes. • Partículas na alimentação são submetidas a forças de compressão. • A distância entre os rolos, que giram em sentidos opostos, é regulável e deve ser ajustada às condições da matéria prima. TIPOS DE EQUIPAMENTOS MOINHO DE FACAS E DE MARTELOS • Produzem um material mais fino que o moinho de rolos. Normalmente os moinhos de facas e martelos apresentam melhores resultados do que os de disco. • Um rotor de alta velocidade gira no interior de uma capa cilíndrica. No exterior do rotor é acoplada uma série de martelos nos pontos de articulação. • O material se rompe pelo impacto dos martelos e se pulveriza ao passar por uma esteira na abertura entre os martelos e a capa. TIPOS DE EQUIPAMENTOS MOINHO COLOIDAL • Consiste num rotor que gira em alta velocidade (3000 a 20000 rpm) e uma parte fixa entre os quais existe uma folga ajustável. • Utilizados na indústria farmacêutica par a produzir suspensões e emulsões. TIPOS DE EQUIPAMENTOS MOINHOS DE BOLAS • Uma capa cilíndrica, que gira em um eixo horizontal, é carregada com bolas de aço ou porcelana. • A redução de tamanho é feita pela ação do impacto e da fricção das bolar ao girar o moinho. TIPOS DE EQUIPAMENTOS MOINHOS CORTANTES • Possuem na câmara rotativa lâminas cortantes rotativas e fixas. A granulometria do material moído depende da malha da peneira acoplado a parte inferior do moinho. • O número de lâminas rotativas é variável e a velocidade do rotor influencia na produção de partículas mais finas CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DO MÉTODO DE MOAGEM FATORES QUE INFLUENCIAM Propriedades do sólido Umidade Temperatura Estabilidade do fármaco SELEÇÃO DO MOINHO Especificações do produto Capacidade do moinho e requisito de produção Versatilidade de funcionamento Controle de poeira Limpeza Equipamento auxiliar Fatores econômicos FIM Alguma dúvida??? alinesf.prof@gmail.com Slide 1 Slide 2: INTRODUÇÃO Slide 3: VANTAGENS DA REDUÇÃO DE TAMANHO Slide 4: FORÇAS EMPREGADAS Slide 5: APLICAÇÕES FARMACÊUTICAS Slide 6: APLICAÇÕES FARMACÊUTICAS Slide 7: VELOCIDADE DA MOAGEM Slide 8: APLICAÇÕES EM PEQUENA ESCALA Slide 9: APLICAÇÕES EM GRANDE ESCALA Slide 10: TIPOS DE EQUIPAMENTOS Slide 11: TIPOS DE EQUIPAMENTOS Slide 12: TIPOS DE EQUIPAMENTOS Slide 13 Slide 14 Slide 15: TIPOS DE EQUIPAMENTOS Slide 16: TIPOS DE EQUIPAMENTOS Slide 17: TIPOS DE EQUIPAMENTOS Slide 18: CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DO MÉTODO DE MOAGEM Slide 19: FATORES QUE INFLUENCIAM Slide 20: SELEÇÃO DO MOINHO Slide 21