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Profa. Dra. Aline Silva
Farmacêutica - UNINASSAU
Especialista em Farmacologia e Interações Medicamentosas - UNINTER
Mestre em Ciências Farmacêuticas - UFPE
Doutora em Inovação Terapêutica-UFPE
2026
OPERAÇÕES UNITÁRIAS
PROCESSOS DE SEPARAÇÃO DE MISTURA: 
TAMISAÇÃO E FILTRAÇÃO
TAMISAÇÃO
• É uma operação unitária de 
separação e classificação de 
partículas sólidas baseada no 
tamanho das partículas. 
• Utilizando um tamis (peneira) 
ou o conjunto deles com 
aberturas de tamanho definido 
para separar materiais.
• Utilizada para caracterização, 
calibração e classificação de 
pós.
TAMISAÇÃO
• A tamisação é um método 
mecânico de separação 
sólido–sólido em que uma 
mistura de partículas é 
submetida a uma superfície 
perfurada, promovendo a 
classificação 
granulométrica.
TAMISAÇÃO
• A finalidade da tamisação é separar e classificar 
partículas sólidas de acordo com o tamanho 
(granulometria). Ela garante que o material tenha 
uniformidade e qualidade adequada para uso 
industrial ou laboratorial.
Tamisador
TAMISAÇÃO
Velocidade de dissolução
Suspensabilidade (0,5 a 10 µm)
Distribuição uniforme
Grau de penetração (1 a 5 µm) 
Grau de aspereza (50 e 100 µm)
Importância do tamanho das partículas:
DEFINIÇÕES
• Termo usado para caracterizar o tamanho de um material (partículas).
GRANULOMETRIA
• Classificação das partículas de acordo com seus diâmetros (tamanho).
CLASSIFICAÇÃO GRANULOMÉTRICA
• Sequência de procedimentos de ensaio normatizados que visam 
determinar a distribuição granulométrica de determinada amostra.
ANÁLISE GRANULOMÉTRICA
DETERMINAÇÃO DA 
GRANULOMETRIA DOS PÓS
O grau de divisão ou a granulometria de 
pós é expresso pela referência à 
abertura nominal da malha do tamis 
utilizado, distribuição granulometrica
(%) e diamêtro médio. 
Os tamises empregados são de aço
inoxidável ou latão, não sendo
permitido o revestimento dos fios. 
DETERMINAÇÃO DA GRANULOMETRIA DOS 
PÓS
OS PÓS PASSAM PELO TAMIS
OU
FICAM RETIDOS
Farmacopeia Brasileira 7ª edição
DETERMINAÇÃO DA GRANULOMETRIA DOS 
PÓS
DETERMINAÇÃO DA GRANULOMETRIA DOS 
PÓS
Classificação dos pós: 
Farmacopeia Brasileira 7ª edição
DETERMINAÇÃO DA GRANULOMETRIA DOS 
PÓS
1700 µm
710 µm
355 µm
250 µm
180 µm
125 µm25 g
15 min
P1 = peso da amostra retida 
em cada tamis (em gramas)
P2 = soma dos pesos retidos 
em cada tamis e no coletor 
(em gramas)
AGITAÇÃO
Não se deve forçar a 
passagem do pó
EXEMPLO
25 g amostra
Peso dos pós que ficaram retidos e malha de tamises.
• 0 g - 1700 µm
• 0 g - 710 µm
• 0 g - 355 µm
• 15 g - 250 µm
• 5 g - 180 µm
• 5 g - 125 µm
• 0g - coletor
SUPERFICIES DE PENEIRAMENTO
Grelhas
• Barras metálicas dispostas paralelamente com espaçamento regular entre si.
Crivos
• Chapas metálicas planas ou curvas, que possuem furos de formas variadas e de 
dimensão determinada.
Telas
• Fios metálicos trançados de forma ortogonal, de forma a permitir entre si aberturas de 
dimensões determinadas.
O peneiramento industrial pode utilizar três diferentes tipos de 
superfície:
MOVIMENTO DAS PENEIRAS
O peneiramento é 
feito por gravidade, 
por conta disso estes 
equipamentos 
possuem superfície 
inclinada.
FIXAS São peneiras agitadas 
de modo a aumentar a 
eficácia da operação. 
Podem ser vibratórias, 
giratórias e 
oscilatórias.
MÓVEIS
Os tipos de peneiras utilizados na indústria são ainda 
classificados de acordo com seu movimento: 
GRELHAS FIXAS PENEIRAS FIXAS
GRELHAS E PENEIRAS VIBRATÓRIAS
PENEIRAS ROTATIVAS
FILTRAÇÃO
Processo de separação mecânica de sólidos em suspensão num líquido ou 
gás. Utiliza um meio filtrante para reter as partículas sólidas. 
O meio filtrante é caracterizado por:
Espessura e diâmetro da fibra.
Permeabilidade.
APLICAÇÕES
Filtração de 
líquidos 
Esterilização de 
soluções
Clarificação de 
líquidos 
Purificação de 
fármacos
Separação de 
sólidos Filtração de ar
Filtração de 
água
Controle de 
qualidade
Processos 
biotecnológicos
FATORES IMPORTANTES
Força motriz:
• Gravidade
• Vácuo 
• Pressão
• Centrífuga
Fatores que influenciam:
Tamanho das partículas
Viscosidade
Filtro
Pressão
Torta (espessura)
TIPOS DE FILTRAÇÃO
• > 10 µm (partículas grandes)
Filtração convencional
• 0,1 a 10 µm (partículas e bactérias)
Microfiltração
• 0,01 a 0,1 µm (proteínas e macromoléculas)
Ultrafiltração
• 0,001 a 0,01 µm (cátions e ânios)
Nanofiltração
EQUIPAMENTOS
FILTRO DE AREIA FILTROS HEPA
EQUIPAMENTOS
FILTROS DE MEMBRANA
• O fluido é forçado 
(pressão) a passar por 
uma membrana com 
poros muito pequenos
EQUIPAMENTOS
FILTRO PRENSA FILTRO A VÁCUO
EQUIPAMENTOS
CENTRIFUGA FILTRANTE FILTRO DE CARTUCHO
FIM
Alguma dúvida???
alinesf.prof@gmail.com
	Slide 1
	Slide 2: TAMISAÇÃO
	Slide 3: TAMISAÇÃO
	Slide 4: TAMISAÇÃO
	Slide 5: TAMISAÇÃO
	Slide 6: DEFINIÇÕES
	Slide 7: DETERMINAÇÃO DA GRANULOMETRIA DOS PÓS
	Slide 8: DETERMINAÇÃO DA GRANULOMETRIA DOS PÓS
	Slide 9: DETERMINAÇÃO DA GRANULOMETRIA DOS PÓS
	Slide 10: DETERMINAÇÃO DA GRANULOMETRIA DOS PÓS
	Slide 11: DETERMINAÇÃO DA GRANULOMETRIA DOS PÓS
	Slide 12: EXEMPLO
	Slide 13: SUPERFICIES DE PENEIRAMENTO
	Slide 14: MOVIMENTO DAS PENEIRAS
	Slide 15: GRELHAS FIXAS
	Slide 16: GRELHAS E PENEIRAS VIBRATÓRIAS
	Slide 17: PENEIRAS ROTATIVAS
	Slide 18: FILTRAÇÃO
	Slide 19: APLICAÇÕES
	Slide 20: FATORES IMPORTANTES
	Slide 21: TIPOS DE FILTRAÇÃO
	Slide 22: EQUIPAMENTOS
	Slide 23: EQUIPAMENTOS
	Slide 24: EQUIPAMENTOS
	Slide 25: EQUIPAMENTOS
	Slide 26

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