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CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
Carregando…
Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)
 
 
CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
Carregando…
Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonosoxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)
 
 
CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
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Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
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C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
Carregando…
Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)
 
 
CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
Carregando…
Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonosoxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)
 
 
CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
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Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
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• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
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C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
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Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
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O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
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A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
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Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)
 
 
CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
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• Capítulos:
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• 19 - Fosforilação Oxidativa
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C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
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Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonosoxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)
 
 
CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
Carregando…
Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
Carregando…
Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)
 
 
CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
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• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
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Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonosoxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
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O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
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A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
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Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)
 
 
CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
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• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
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Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
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Krebs
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A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
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• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
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C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
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Krebs
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A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
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O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)
 
 
CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
Carregando…
Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonosoxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)
 
 
CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
Carregando…
Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)•Fosforilação oxidativa
• síntese do ATP (ADP +Pi � ATP) utilizando a energia da oxidação das
coenzimas.
Representação da teoria quimiosmótica aplicada às mitocôndrias, os elétrons do NADH e de outros substratos oxidáveis
passam por meio de uma cadeia de carregadores assimetricamente arranjados na membrana interna.
 
O fluxo de elétrons é acompanhado pela transferência de prótons através da membrana, produzindo tanto um gradiente
químico quanto um gradiente elétrico (combinados, a força próton-motriz).
 
A membrana mitocondrial interna é impermeável a prótons; os prótons só podem retornar à matriz através de canais
específicos de prótons (Fo ).
A força próton-motriz que direciona os prótons de volta para a matriz proporciona a energia para a síntese de ATP,
catalisada pelo complexo F1 , associado ao Fo
Carregando…
•DDD
 
•Fosforilação oxidativa
• síntese do ATP (ADP +Pi � ATP) utilizando a energia da oxidação das
coenzimas.
Representação da teoria quimiosmótica aplicada às mitocôndrias, os elétrons do NADH e de outros substratos oxidáveis
passam por meio de uma cadeia de carregadores assimetricamente arranjados na membrana interna.
 
O fluxo de elétrons é acompanhado pela transferência de prótons através da membrana, produzindo tanto um gradiente
químico quanto um gradiente elétrico (combinados, a força próton-motriz).
 
A membrana mitocondrial interna é impermeável a prótons; os prótons só podem retornar à matriz através de canais
específicos de prótons (Fo ).
A força próton-motriz que direciona os prótons de volta para a matriz proporciona a energia para a síntese de ATP,
catalisada pelo complexo F1 , associado ao Fo
Carregando…
•DDD
 
•Fosforilação oxidativa
• síntese do ATP (ADP +Pi � ATP) utilizando a energia da oxidação das
coenzimas.
Representação da teoria quimiosmótica aplicada às mitocôndrias, os elétrons do NADH e de outros substratos oxidáveis
passam por meio de uma cadeia de carregadores assimetricamente arranjados na membrana interna.
 
O fluxo de elétrons é acompanhado pela transferência de prótons através da membrana, produzindo tanto um gradiente
químico quanto um gradiente elétrico (combinados, a força próton-motriz).
 
A membrana mitocondrial interna é impermeável a prótons; os prótons só podem retornar à matriz através de canais
específicos de prótons (Fo ).
A força próton-motriz que direciona os prótons de volta para a matriz proporciona a energia para a síntese de ATP,
catalisada pelo complexo F1 , associado ao Fo
Carregando…
•DDD
 
•Fosforilação oxidativa
• síntese do ATP (ADP +Pi � ATP) utilizando a energia da oxidação das
coenzimas.
Representação da teoria quimiosmótica aplicada às mitocôndrias, os elétrons do NADH e de outros substratos oxidáveis
passam por meio de uma cadeia de carregadores assimetricamente arranjados na membrana interna.
 
O fluxo de elétrons é acompanhado pela transferência de prótons através da membrana, produzindo tanto um gradiente
químico quanto um gradiente elétrico (combinados, a força próton-motriz).
 
A membrana mitocondrial interna é impermeável a prótons; os prótons só podem retornar à matriz através de canais
específicos de prótons (Fo ).
A força próton-motriz que direciona os prótons de volta para a matriz proporciona a energia para a síntese de ATP,
catalisada pelo complexo F1 , associado ao Fo
Carregando…
•DDDoxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)
 
 
CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
Carregando…
Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
Carregando…
Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)
 
 
CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
Carregando…
Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonosoxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)
 
 
CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
Carregando…
Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
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• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
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C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
Carregando…
Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)
 
 
CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
Carregando…
Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonosoxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)
 
 
CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
Carregando…
Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
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Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)
 
 
CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
Carregando…
Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonosoxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)
 
 
CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
Carregando…
Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
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Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
Carregando…
Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato, formando o composto de seis
carbonos citrato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O citrato é, em seguida,
transformado a isocitrato, também
uma molécula com seis carbonos
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O isocitrato é desidrogenado com a
perda de CO2 para produzir o
composto de cinco carbonos: alfa-
cetoglutarato.
Etapa irreversível.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
O a-cetoglutarato perde uma segunda molécula de CO2 , originando ao final o composto
de quatro carbonos succinato (reação 5). Etapa 4 irreversível.
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succcinato é, então, convertido por quatro etapas enzimáticas ao composto de quatro
carbonos oxaloacetato – pronto para reagir com outra molécula de acetil-CoA, reiniciando
o ciclo de Krebs.
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
O succinato formado a partir da succinil-CoA é
oxidado a fumarato pela flavoproteína succinato-
desidrogenase: FAD � FADH2
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
A hidratação reversível do fumarato a L-malato
é catalisada pela fumarase (formalmente,
fumarato-hidratase).
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
REAÇÕES CICLO DE KREBS
 
 
 
 
Uma molécula de oxaloacetato é utilizada para a formação do citrato e uma
molécula de oxaloacetato é regenerada.
PRODUTOS
CICLO DE
KREBS
• Quatro das oito
etapas deste
processo são
oxidações,
• A energia da
oxidação é
conservada de
maneira muito
eficiente na forma
das coenzimas
reduzidas NADH e
FADH2.
Ciclo de Krebs – anabolismo � biossíntese
transaminação
transaminação
Gliconeogênese
intermediário central para a
síntese do anel porfirínico dos
grupos heme, que agem como
transportadores de oxigênio e
elétrons
biossíntese
 
Regulação do ciclo de
Krebs
• O fluxo de metabólitos durante o
curso do ciclo do ácido cítrico é
mantido sob regulação rigorosa.
• Três fatores controlam a velocidade
do fluxo no ciclo:
1. disponibilidade de substrato,
2. inibição pelos produtos
acumulados,
3. inibição alostérica por
retroalimentação das enzimas
que catalisam as etapas iniciais
do ciclo.
 
Regulação do
ciclo de Krebs
• A velocidade global do ciclo do ácido
cítrico é controlada pela taxa de
conversão do piruvato a acetil-CoA e
pelo fluxo pelas enzimas citrato-sintase,
isocitrato-desidro genase e alfa-
cetoglutarato-desidrogenase.
 
• Esses fluxos são determinados pelas
concentrações dos substratos e dos
produtos: os produtos finais ATP e
NADH são inibidores, e os substratos
NAD+ e ADP são estimuladores.
Respiração celular – cadeia transportadora de elétrons
• Processo em que as células aeróbicas produzem seu ATP pela
oxidação das coenzimas pelo oxigênio.
• Processo efetuado pela cadeia de transporte de elétrons (cadeia
respiratória)
 
 
CICLO DE
KREBS
CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO
CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO
Princípios de Bioquímica de Lehninger
• Capítulos:
• 16 - Ciclo do Ácido Cítrico
• 19 - Fosforilação Oxidativa
Carregando…
 
Carregando… 
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + ATP
 
Glicose + oxigênio � dióxido de carbono + água + energia
RESPIRAÇÃO CELULAR
• Processo de oxidação completa da glicose.
 
• Ocorre em três estágios principais:
• 1º estágio
• Glicose, ácidos graxos, alguns aminoácidos �
acetil-CoA
 
• 2º estágio
• Oxidação dos grupos acetil � CK
• ENERGIA liberada é conservada nos
transportadores de elétrons reduzidos NADH e
FADH2
 
• 3º estágio
• Oxidação das coenzimas reduzidas,
• Transferência de é para o O2 � C T Elétrons,
• Conservação de energia � fosforilação oxidativa
 
 
Qual a importância do CK?
•Tem papel central no metabolismo
 
•Destino do piruvato (glicólise),
aminoácidos e ácidos graxos no
metabolismo aeróbico
 
•Oxidação de combustíveis à CO2 e
H2O
•Ocorre na mitocôndria (matriz)
•Necessita O2 molecular para ocorrer
•Porta de entrada do piruvato � Acetil-
CoA
 
O Acetil-CoA
•Acetil-coenzima A: entrada da maioria dos combustíveis do ciclo:
Esqueletos de Carbono dos açúcares e ácidos graxos
 Convertidos Enzima!
Ao grupo acetil da acetil-CoA
 
*Acetil: grupo acetilo, de dois carbonos.
*A CoA é composta por ácido pantotênico (vitamina B5), adenosina trifosfato e cisteamina.
 
•Complexo enzimático da piruvato desidrogenase:
Desidrogenação e
descarboxilação oxidativa
 
Tiamina, riboflavina, niacina e
pantotenato – vitaminas:
componentes vitais do sistema.
 
 
Um grupo carboxila é
retirado do piruvato e
liberado na forma de
uma molécula de
dióxido de carbono,
deixando uma
molécula com dois
carbonos para trás.
A molécula com dois
carbonos da etapa 1 é
oxidada e os elétrons
perdidos na oxidação
são capturados pelo
NAD+ para formar
NADH.
A molécula com dois
carbonos oxidada une-se à
Coenzima A para formar
acetil CoA. E seu trabalho
aqui é carregar o grupo
acetil para o ciclo do
ácido cítrico.
Ciclo de Krebs
• Principal sítio de óxido-redução de moléculas
• Sítio de oxidação final de carboidratos, aminoácidos e ácidos
graxos
• Local: MITOCÔNDRIA
• 1 grupo Acetil é completamente oxidado a 2 CO2
• Entra Acetil-CoA e sai 1 GTP, e 8 elétrons (3 NADH e 1 FADH2)
Moléculas que armazenam a energia gerada pelo ciclo de Krebs:
GTP – guanosina trifosfato.
NADH - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo (coenzima)
FADH2 - flavina adenina dinucleotídeo reduzido (coenzima).
Carregando…
Ciclo de
Krebs
REAÇÕES CICLO DE KREBS
A acetil-CoA doa seu grupo acetil ao composto de quatro
carbonos

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