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Pincel Atômico - 24/08/2026 16:42:42 1/3 LAINE CRISTINA DE CARVALHO FONSÊCA Avaliação Online (SALA EAD) - Capitulos/Referencias 4,5,6 Atividade finalizada em 13/06/2026 22:33:18 (6673518 / 1) LEGENDA Resposta correta na questão # Resposta correta - Questão Anulada X Resposta selecionada pelo Aluno Disciplina: OPTATIVA II: HISTÓRIA E CULTURA AFRODESCENDENTES E INDÍGENA [494284] - Avaliação com 5 questões, com o peso total de 15,00 pontos [capítulos - 4,5,6] Turma: Graduação: Educação Física - Bacharelado - Grupo: OUTUBRO/2022 - EDFISBAC/OUT22 [71027] Aluno(a): 91352911 - LAINE CRISTINA DE CARVALHO FONSÊCA - Respondeu 5 questões corretas, obtendo um total de 15,00 pontos como nota [375074_35] Questão 001 (UERJ 2014 – ADAPTADO) “A redenção de Cam” (1895), de Modesto Brocos y Gomes (Foto: itaucultural.org.br) No I Congresso Mundial das Raças, ocorrido em Londres em 1911, o médico João Baptista de Lacerda ilustrou suas reflexões sobre a sociedade brasileira analisando a tela “A redenção de Cam”, que retrata três gerações de uma família. Essa pintura foi utilizada na época para indicar a seguinte tendência demográfica no Brasil X branqueamento da população. equilíbrio entre faixas etárias. segregação dos grupos étnicos. controle de natalidade. anti-miscigenação. [375074_30] Questão 002 (IF-TO/professor de história) A influência africana no processo de formação da cultura afro-brasileira começou a ser delineada a partir do tráfico negreiro, quando milhões de africanos "deixaram" forçadamente o continente africano e despontaram no Brasil para exercer o trabalho compulsório. Sobre esta temática é correto afirmar que houve uma homogeneidade cultural praticada pelos negros africanos, visto que esta homogeneidade era de certa forma favorecida pelas origens similares dos africanos, que oriundos do continente africano, acabavam por apresentava uma prática cultural muito semelhante em alguns aspectos devido à região que pertenciam. ao longo dos períodos pré-colonial, colonial, monárquico e republicano brasileiro, foi grande o contingente de escravos africanos no Brasil, visto que o país constituía o maior mercado consumidor do período. A contribuição desses escravos foi além da participação econômica, uma vez que foram inserindo suas práticas, seus costumes e seus rituais religiosos na sociedade brasileira, contribuindo, dessa forma, para uma formação cultural peculiar no Brasil. Pincel Atômico - 24/08/2026 16:42:42 2/3 importante ressaltar que as práticas desses escravos africanos eram muito semelhantes entre si, pois eles eram oriundos do continente africano. De acordo com VAINFAS (2001 p.66) (2), durante o período pré-colonial e colonial, quase nada se sabia sobre a origem étnica dos africanos traficados para o Brasil. Porém, ao longo do período, passou-se a designá-los a partir da região ou porto de embarque, ou seja, das áreas de procedência. X o escravo africano era um elemento de suma importância no campo econômico do período colonial sendo considerado "as mãos e os pés dos senhores de engenho porque sem eles no Brasil não é possível fazer, conservar e aumentar fazenda, nem ter engenho corrente" (ANTONIL, 1982, p.89) (1). Contudo, a contribuição africana no período colonial foi muito além do campo econômico, uma vez que os escravos souberem reviver suas culturas de origem e recriaram novas práticas culturais através do contato com outras culturas. além da prática cultural similar ressaltada, os africanos incorporaram práticas europeias e indígenas, além de influenciá-los culturalmente. O intercâmbio cultural entre os elementos citados contribuiu para uma formação cultural afro-brasileira pouco híbrida e peculiar. [375074_7] Questão 003 A tese de Gilberto Freyre em Casa Grande & Senzala é que a escravidão no Brasil permanecerá por muito tempo como a caraterística nacional do país, como uma espécie de “religião natural e viva”. deveria ser esquecida e sua memória apagada, dado o seu caráter traumático na formação da nacionalidade brasileira. X atenuou as gradações sociais, aproximando negros e brancos, senhores e escravos, diferente do que ocorreu, por exemplo, no sul dos Estados Unidos. dissuadiu a introdução de imigrantes europeus com o objetivo de fornecer mão de obra à lavoura cafeeira em expansão. gerou uma oposição radical entre negros e brancos, a ponto de Mal com X propor em 1963 o separatismo racial como forma de solucionar a questão no Brasil. [375075_8] Questão 004 A matriz cultural africana não diz respeito somente à herança dos grupos étnicos africanos que foram trazidos para o Brasil e para as Américas durante o período colonial. Diz respeito ainda ao repertório cultural produzido pelas populações negras de forma local, singular e isolada. no próprio continente africano. X em meio à diáspora africana. no contexto das religiões afro-brasileiras. anteriormente ao advento do tráfico negreiro. Pincel Atômico - 24/08/2026 16:42:42 3/3 [375076_8] Questão 005 ALENCASTRO, L. F. O Trato dos Viventes. São Paulo: Cia das Letras, 2000. p. 250. Os contatos atraveÌ•s do oceano eram constantes: os cativos que chegavam traziam notiÌ•cias de suas nações, e os marinheiros, os mercadores e os ex-escravos de retorno levavam as novas do Brasil e dos africanos que aqui viviam para uma AÌ•frica que era ainda, no iniÌ•cio do seÌ•culo XIX, um continente sem senhores externos. SILVA, Alberto da Costa. O Brasil, a África e o Atlântico no século XIX. Estudos Avançados. 1994, p. 23. Tendo em vista os diálogos estabelecidos em função do tráfico atlântico, podemos afirmar que O aumento da produção aurífera na Bahia do século XV desencadeou uma grande demanda por escravos suprida pela Costa da Mina. X o comércio atlântico promoveu uma mútua influência entre Brasil e África, a partir de agentes como comerciantes, escravizados e retornados. os portugueses foram os pioneiros no comércio de escravos para suprir a demanda por mão de obra na produção de tabaco brasileiro. O tráfico transatlântico promoveu muito influência africana no Brasil, mas o oposto não foi verificado com tanto destaque. O comércio de escravizados africanos só se iniciou no século XVIII, quando a população indígena já não era mais numericamente suficiente para as demandas internas.