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UNIP - UNIVERSIDADE PAULISTA 
 
 
INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE (ICS) 
CURSO DE ENFERMAGEM 
 
 
 
 
 
 
Trabalho apresentado à Universidade 
Paulista como requisitos exigidos na 
atividade prática supervisionada na 
disciplina Enfermagem em Prática 
clínica no processo de cuidar da saúde do 
adulto sob orientação da profª Eliana 
Amaral 
 
 
 
 
CASO CLÍNICO: 
Insuficiência Renal 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CAMPINAS - SP 
2026
ANE GABRIELA ORTIZ TOLEDO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CASO CLÍNICO: 
Insuficiência Renal 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CAMPINAS - SP 
2026
3 
 
SUMÁRIO 
1. DIAGNÓSTICO CLÍNICO ............................................................................................. 4 
1.1. Definição ...................................................................................................................... 4 
1.2. Etiologia ....................................................................................................................... 5 
1.3. Fisiopatologia ................................................................................................................ 5 
1.4. Avaliação diagnóstica ............................................................................................................... 6 
1.5. Tratamento ................................................................................................................... 7 
1.5.1. Tratamento geral ................................................................................................. 7 
1.5.2. Tratamento farmaclógico .................................................................................... 8 
2. TEORIA DE ENFERMAGEM..................................................................................................... 8 
3. PROCESSO DE ENFERMAGEM ................................................................................. 9 
3.1. Avaliação de Enfermagem ........................................................................................................ 9 
3.2. Diagnóstico de Enfermagem ................................................................................................... 10 
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .............................................................................................. 11 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
 
1. DIAGNÓSTICO CLÍNICO 
Trata-se de um paciente do sexo masculino, 35 anos, com histórico de hipertensão 
arterial sistêmica há aproximadamente dez anos, com adesão irregular ao tratamento 
medicamentoso, que procurou o Pronto Atendimento acompanhado de sua esposa, 
apresentando dispneia aos pequenos e médios esforços, associada à taquipneia e taquicardia. 
Relata ainda inapetência, náuseas, episódios de vômitos, insônia e nictúria frequente. 
Ao exame clínico, apresenta-se em estado geral comprometido, com palidez cutâneo-
mucosa (+++/++++), discreto edema periorbitário e presença de hálito urêmico. A ausculta 
pulmonar evidencia estertores em bases bilaterais, sugestivos de congestão pulmonar. Observa-
se ainda edema em membros inferiores (++/++++), além de perfusão periférica lentificada (3,5 
segundos). Os sinais vitais demonstram importante alteração, com pressão arterial de 180 x 110 
mmHg, frequência cardíaca de 120 batimentos por minuto, frequência respiratória de 30 
incursões por minuto e temperatura de 36,8°C. 
Os exames laboratoriais corroboram o quadro clínico, evidenciando elevação 
significativa dos marcadores de função renal, com ureia de 240 mg/dL e creatinina de 7,2 
mg/dL, além de distúrbio eletrolítico caracterizado por potássio de 5,0 mEq/L. Observa-se 
também anemia importante, com hematócrito de 22% e hemoglobina de 7,5 g/dL. O clearance 
de creatinina encontra-se em processo de avaliação. 
Diante dos achados clínicos e laboratoriais, o quadro é fortemente sugestivo de 
insuficiência renal crônica em estágio avançado, associada à hipertensão arterial sistêmica não 
controlada e ao histórico de infecções do trato urinário de repetição. 
1.1 Definição 
A insuficiência renal crônica, também chamada de doença renal crônica (DRC), é 
caracterizada pela perda lenta, progressiva e irreversível da função dos rins, fazendo com que 
eles não consigam mais filtrar adequadamente o sangue, eliminando substâncias tóxicas como 
ureia e creatinina (1,2). 
5 
 
Essa condição pode ser identificada quando há redução da taxa de filtração glomerular 
(TFG) por um período prolongado, geralmente maior que três meses, podendo evoluir para 
estágios mais graves, incluindo a falência renal (1,2). 
No presente caso, a insuficiência renal crônica está relacionada à hipertensão arterial de 
longa data e ao tratamento inadequado, o que favoreceu a piora da função renal e o surgimento 
dos sinais e sintomas apresentados. 
1.2 Etiologia 
A doença renal crônica pode ter diversas causas, sendo a hipertensão arterial sistêmica 
uma das principais responsáveis pelo seu desenvolvimento. A elevação persistente da pressão 
arterial provoca alterações estruturais nos rins, incluindo lesões nos vasos sanguíneos e nos 
néfrons, levando à redução progressiva da função renal ao longo do tempo (3). 
A hipertensão não controlada pode evoluir para nefrosclerose hipertensiva, condição 
caracterizada pelo endurecimento e espessamento das estruturas renais, resultando em 
diminuição da capacidade de filtração. Esse processo ocorre de forma lenta e progressiva, sendo 
frequentemente assintomático nas fases iniciais (1). 
Além disso, a hipertensão arterial atua como importante fator de progressão da doença 
renal, agravando o comprometimento da função renal já existente e aumentando o risco de 
evolução para estágios mais avançados da insuficiência renal (1). 
No presente caso, a principal etiologia está relacionada à hipertensão arterial sistêmica 
de longa data associada à baixa adesão ao tratamento, contribuindo diretamente para o 
desenvolvimento e agravamento da insuficiência renal. 
1.3 Fisiopatologia 
A fisiopatologia da doença renal crônica envolve alterações progressivas na estrutura e 
na função dos rins, levando à redução da capacidade de filtração do sangue e ao acúmulo de 
substâncias tóxicas no organismo (2,4). Esse processo ocorre de forma lenta e, muitas vezes, 
sem sintomas nas fases iniciais, o que dificulta o diagnóstico precoce (2). 
No contexto da hipertensão arterial sistêmica, a pressão elevada por longos períodos 
causa lesões nos vasos sanguíneos renais, reduzindo o fluxo de sangue e prejudicando o 
6 
 
funcionamento dos néfrons. Com o tempo, esse processo pode evoluir para nefrosclerose 
hipertensiva, levando à perda progressiva da função renal (3). 
Com a piora da função renal, os rins passam a reter líquidos e eletrólitos, causando 
sobrecarga de volume. Isso explica sinais como edema em membros inferiores e congestão 
pulmonar, observados no paciente. Além disso, a dificuldade em eliminar substâncias como 
ureia e creatinina leva ao acúmulo dessas toxinas no organismo, provocando sintomas como 
náuseas, vômitos e hálito urêmico (2,4). 
Outro ponto importante é a diminuição da produção de eritropoietina pelos rins, 
hormônio responsável pela formação das hemácias, contribuindo para o desenvolvimento de 
anemia, evidenciada pelos baixos níveis de hemoglobina e hematócrito encontrados no 
paciente. 
Dessa forma, a hipertensão arterial não controlada desencadeia um processo progressivo 
de lesão renal, resultando na insuficiência renal crônica em estágio avançado, como observado 
no presente caso. 
1.4 Avaliação Diagnóstica 
A avaliação diagnóstica da doença renal crônica baseia-se na associação entre dados 
clínicos, exames laboratoriais e, quando necessário, exames complementares, permitindo 
identificar o grau de comprometimento da função renal e orientar a conduta terapêutica (2,4,5).No presente caso, os achados clínicos, como dispneia, edema periférico, estertores 
pulmonares e hálito urêmico, já sugerem importante comprometimento renal associado à 
sobrecarga volêmica. Além disso, a presença de hipertensão arterial sistêmica não controlada 
constitui um importante fator de risco para o desenvolvimento e progressão da doença renal 
crônica (3). 
Os exames laboratoriais são fundamentais para a confirmação diagnóstica, destacando-
se os marcadores bioquímicos de função renal. A creatinina sérica encontra-se 
significativamente elevada (7,2 mg/dL), indicando redução importante da taxa de filtração 
glomerular (TFG). Da mesma forma, a ureia apresenta valor elevado (240 mg/dL), refletindo 
acúmulo de metabólitos nitrogenados no organismo (2,4). 
7 
 
Outro achado relevante é a elevação do potássio sérico (5,0 mEq/L), caracterizando um 
distúrbio eletrolítico que pode estar associado à redução da excreção renal, sendo um fator de 
risco para complicações cardíacas. Além disso, observa-se anemia importante, evidenciada 
pelos níveis reduzidos de hemoglobina (7,5 g/dL) e hematócrito (22%), relacionada à 
diminuição da produção de eritropoietina pelos rins (2,4). 
O clearance de creatinina, ainda em processo de avaliação, é um exame importante para 
estimar a taxa de filtração glomerular e classificar o estágio da doença renal crônica. Valores 
reduzidos indicam piora da função renal e auxiliam na definição da gravidade do quadro clínico. 
Dessa forma, a associação entre os achados clínicos e laboratoriais confirma o 
diagnóstico de insuficiência renal crônica em estágio avançado, evidenciando importante 
comprometimento da função renal e necessidade de intervenção imediata. 
1.5 Tratamento 
O tratamento da doença renal crônica tem como principais objetivos retardar a 
progressão da doença, controlar os sintomas e prevenir complicações, sendo baseado em 
medidas clínicas e farmacológicas (2,4,5). 
No caso, considerando o estágio avançado da insuficiência renal, é fundamental o 
controle rigoroso da pressão arterial, a correção dos distúrbios hidroeletrolíticos e o manejo das 
complicações associadas, como anemia e sobrecarga volêmica. 
1.5.1 Tratamento Geral 
O tratamento geral inclui medidas não farmacológicas essenciais para o controle da 
doença. Entre elas, destaca-se a restrição de sódio e líquidos, com o objetivo de reduzir a 
sobrecarga volêmica e controlar o edema e a congestão pulmonar apresentados pelo paciente 
(2,4). 
Além disso, recomenda-se o acompanhamento rigoroso da pressão arterial, mudanças 
no estilo de vida e adesão ao tratamento, visto que o controle inadequado da hipertensão é um 
dos principais fatores de progressão da doença renal crônica (3). 
Em estágios avançados, como o do caso, pode ser necessária a terapia renal substitutiva, 
que inclui a diálise peritoneal e a hemodiálise. A hemodiálise é indicada principalmente na 
8 
 
presença de sinais de uremia, como hálito urêmico, náuseas e vômitos, além de distúrbios 
eletrolíticos, como hipercalemia, e sobrecarga hídrica não responsiva ao tratamento clínico. 
Esse procedimento tem como objetivo remover substâncias tóxicas acumuladas no 
organismo, como ureia e creatinina, corrigir alterações eletrolíticas e auxiliar no controle do 
equilíbrio hídrico, contribuindo para a estabilização do quadro clínico do paciente (2,4,5). 
1.5.2 Tratamento Farmacológico 
O tratamento farmacológico tem como foco principal o controle da hipertensão arterial 
e das complicações associadas à insuficiência renal crônica. Entre os medicamentos utilizados, 
destacam-se os anti-hipertensivos, especialmente os inibidores da enzima conversora de 
angiotensina (IECA) e os bloqueadores dos receptores de angiotensina (BRA), que atuam na 
redução da pressão arterial e na proteção da função renal, retardando a progressão da doença 
(3). 
O uso de diuréticos também é indicado para o controle da sobrecarga volêmica, 
auxiliando na redução do edema e da congestão pulmonar. Já nos casos de hipercalemia, podem 
ser utilizadas medidas para redução dos níveis de potássio sérico, prevenindo complicações 
cardíacas (2,4). 
Além disso, o tratamento da anemia pode incluir a administração de eritropoetina e 
suplementação de ferro, visando corrigir os baixos níveis de hemoglobina. Outras medidas 
incluem o uso de quelantes de fósforo e vitamina D, quando necessário, para controle das 
alterações metabólicas associadas à doença renal crônica (2,4). 
Dessa forma, o tratamento farmacológico, associado às medidas gerais e à terapia renal 
substitutiva quando indicada, é fundamental para o controle da doença, redução dos sintomas e 
melhora da qualidade de vida do paciente. 
2. TEORIA DE ENFERMAGEM 
A assistência de enfermagem ao paciente com doença renal crônica pode ser 
fundamentada na Teoria das Necessidades Humanas Básicas, proposta por Wanda Horta, que 
considera o indivíduo de forma integral, abrangendo necessidades psicobiológicas, 
psicossociais e psicoespirituais (6). 
9 
 
De acordo com essa teoria, o enfermeiro deve identificar as necessidades que se 
encontram alteradas e atuar de maneira sistematizada, com o objetivo de restabelecer o 
equilíbrio do organismo (6). 
No caso, observa-se comprometimento de diversas necessidades básicas, 
principalmente as psicobiológicas. A presença de dispneia, taquipneia e estertores pulmonares 
indica alteração na necessidade de oxigenação. O edema periférico e a sobrecarga volêmica 
evidenciam prejuízo na regulação hidroeletrolítica. Já o acúmulo de substâncias como ureia e 
creatinina demonstra alteração na função de eliminação. 
Além disso, há comprometimento da necessidade de nutrição, devido à inapetência, 
náuseas e vômitos relatados pelo paciente, bem como alteração no padrão de sono e repouso, 
evidenciada pela insônia. 
Dessa forma, a aplicação da teoria de Wanda Horta permite ao enfermeiro compreender 
o paciente de maneira global, orientando a assistência para as necessidades afetadas e 
contribuindo para um cuidado mais organizado, humanizado e eficaz. 
3. PROCESSO DE ENFERMAGEM 
3.1 Avaliação de enfermagem 
Paciente do sexo masculino, 35 anos, com diagnóstico de insuficiência renal crônica em 
estágio avançado, associada à hipertensão arterial sistêmica de longa data e com baixa adesão 
ao tratamento. 
Apresenta-se em estado geral comprometido, consciente e orientado, porém com sinais 
clínicos importantes. Relata dispneia aos pequenos e médios esforços, acompanhada de 
taquipneia e taquicardia. Refere ainda inapetência, náuseas, episódios de vômitos, insônia e 
nictúria frequente. 
Ao exame físico, observa-se palidez cutâneo-mucosa (+++/++++), discreto edema 
periorbitário, presença de hálito urêmico, estertores em bases pulmonares bilaterais, além de 
edema em membros inferiores (++/++++). A perfusão periférica encontra-se lentificada (3,5 
segundos). 
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Os sinais vitais evidenciam alterações importantes, com pressão arterial de 180 x 110 
mmHg, frequência cardíaca de 120 batimentos por minuto, frequência respiratória de 30 
incursões por minuto e temperatura de 36,8°C. 
Os exames laboratoriais demonstram importante comprometimento da função renal, 
com ureia de 240 mg/dL e creatinina de 7,2 mg/dL, além de potássio de 5,0 mEq/L. Observa-
se também anemia significativa, com hemoglobina de 7,5 g/dL e hematócrito de 22%. 
Diante dos dados coletados, o paciente apresenta sinais de sobrecarga volêmica, 
retenção de metabólitos nitrogenados, distúrbio eletrolítico e anemia, compatíveis com 
insuficiência renal crônica avançada, necessitando de acompanhamento intensivo e 
intervenções de enfermagem direcionadas. 
3.2 Diagnósticos de enfermagem 
Volume de líquidos excessivo (domínio 2 – nutrição | classe 5 – hidratação) 
Está relacionado à retenção hídrica secundária à insuficiência renal crônica, decorrente da 
redução da capacidade de excreção de líquidos. Evidenciadopor edema em membros inferiores 
(++/++++), edema periorbitário, estertores pulmonares e dispneia (7). 
Padrão respiratório ineficaz (domínio 4 – atividade/repouso | classe 4 – respostas 
cardiovasculares/pulmonares) 
Está relacionado à sobrecarga volêmica e congestão pulmonar, que comprometem a mecânica 
respiratória. Evidenciado por taquipneia (FR: 30 irpm), dispneia e presença de estertores 
pulmonares (7). 
Controle ineficaz da saúde (domínio 1 – promoção da saúde | classe 2 – controle da 
saúde) 
Está relacionado à baixa adesão ao tratamento da hipertensão arterial sistêmica. Evidenciado 
pelo relato de tratamento irregular ao longo dos anos (7). 
Padrão de sono prejudicado (domínio 4 – atividade/repouso | classe 1 – sono/repouso) 
Está relacionado ao desconforto físico e às alterações metabólicas decorrentes da insuficiência 
renal crônica. Evidenciado por relato de insônia (7). 
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Perfusão tissular periférica ineficaz (domínio 4 – atividade/repouso | classe 4 – respostas 
cardiovasculares/pulmonares) 
Está relacionada à alteração hemodinâmica decorrente da hipertensão arterial e da sobrecarga 
volêmica. Evidenciada por perfusão periférica lentificada (3,5 segundos) e palidez cutâneo-
mucosa (7). 
Disposição para resiliência melhorada (domínio 9 – enfrentamento/tolerância ao 
estresse | classe 2 – respostas de enfrentamento) 
Está relacionada à capacidade do paciente de lidar com a condição de saúde e buscar adaptação 
frente às mudanças impostas pela doença. Evidenciada pela atitude de enfrentamento 
demonstrada, como a busca por atendimento de saúde e postura de aceitação diante do quadro 
clínico (7). 
Risco de débito cardíaco diminuído (domínio 4 – atividade/repouso | classe 4 – respostas 
cardiovasculares/pulmonares) 
Está relacionado à sobrecarga volêmica, hipertensão arterial sistêmica e distúrbios eletrolíticos, 
que podem comprometer a função cardíaca (7). 
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
1. Bortolotto LA. Hipertensão arterial e insuficiência renal crônica. Rev Bras Hipertens. 
2008. 
 
2. Brasil. Ministério da Saúde. Doença renal crônica: diagnóstico e tratamento. Brasília: 
Ministério da Saúde; 2018. 
 
3. Moraes CE, et al. Preditores de insuficiência renal crônica em pacientes hipertensos. 
Rev Assoc Med Bras. 2009. 
 
4. Kidney Disease: Improving Global Outcomes (KDIGO). KDIGO 2012 clinical 
practice guideline for the evaluation and management of chronic kidney disease. 
Kidney Int Suppl. 2013. 
 
5. Sociedade Brasileira de Nefrologia. Diretrizes brasileiras de doença renal crônica. 
São Paulo: SBN; 2019. 
 
6. Horta WA. Processo de enfermagem. São Paulo: EPU; 1979. 
 
7. NANDA International. Diagnósticos de enfermagem da NANDA-I: definições e 
classificação 2021–2023. Porto Alegre: Artmed; 2021.

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