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CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA
ETEC PHILADELPHO GOUVÊA NETTO
Ariel Baptista Oliveira
Breno Igor Scapi dos Santos
Eduardo Cavalcante Seghese Neto
Eduardo de Oliveira Ferro
Gustavo Alves Flores
Desenvolvimento de um torno de bancada didático e seguro.
São José do Rio Preto
2024
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EM MECATRÔNICA
Ariel Baptista Oliveira
Breno Igor Scapi dos Santos
Eduardo Cavalcante Seghese Neto
Eduardo de Oliveira Ferro
Gustavo Alves Flores
Desenvolvimento de um torno de bancada didático e seguro.
Categoria do trabalho: Trabalho de Conclusão de Curso, Dissertação apresentada à Etec Philadelpho Gouvêa Netto - CPS como parte dos requisitos para obtenção do título de Técnico em Mecatrônica.
Nome do orientador
Carlos Alberto Murad
São José do Rio Preto
2024
AGRADECIMENTOS 
		Agradecemos aos professores que auxiliaram no nosso desenvolvimento acadêmico e pessoal, em especial nosso orientador Carlos Alberto Murad, que apesar do pouco tempo de convivência, nos ajudou de forma abundante no desenvolvimento de nosso TCC. Também gratificamos ao nosso coordenador de curso José Rubens Campos Fogaça, que sempre de forma bem-humorada, nos acompanhou durante esses 3 anos.
	Agradecemos a todos os funcionários que sempre nos trataram com enorme gentileza e mantiveram a escola em ordem, para nos garantir excelente aprendizado.
	Acima de tudo, agradecemos nossos pais, pela educação fornecida e por nos guiar no princípio de nossas jornadas.
"O homem não é nada além do que a educação faz dele" 
- Immanuel Kant
RESUMO
	O torno é uma máquina-ferramenta utilizada principalmente para a usinagem de peças cilíndricas e simétricas, através de um movimento rotacional. Ele funciona fixando uma peça de trabalho em um eixo rotativo e, enquanto a peça gira, uma ferramenta de corte é movida ao longo da superfície para remover material, dando forma à peça. O torno de bancada, uma versão reduzida do torno convencional usado em oficinas e indústrias, muito utilizado na confecção de joias e no trabalho com peças pequenas, inspirou o projeto do mini torno de uso didático. O projeto do mini torno de uso didático (M.T.U.D.) baseia-se na decisão de garantir mais segurança ao ambiente de trabalho. A educação técnica apresenta-se como uma solução essencial para o desenvolvimento do setor secundário na economia brasileira, e um projeto que garante mais segurança ao ambiente de ensino técnico é uma garantia de que o ensino ocorra de forma eficiente e sem riscos. Optando-se pelo uso de acrílico para revestir o projeto, será possível visualizar o funcionamento interno do M.T.U.D. e permitir uma fabricação mais barata, garantindo que todos os alunos de escolas técnicas tenham acesso a aulas práticas. Hoje, existem muitas máquinas que podem ser usadas para fins didáticos, como os tornos de bancada, mas todas são projetadas pensando no ambiente de trabalho, o que eleva os custos para atender à qualidade exigida por empresas. Contudo, o projeto do M.T.U.D. tem um propósito mais voltado à educação, permitindo uma redução de custo. Idealizado para o trabalho com tecnil, o M.T.U.D. também pode trabalhar com metais de maior maleabilidade, como o alumínio e o estanho, demonstrando assim como é trabalhar com materiais diferentes e explorar suas nuances.
Palavras-chave: Normas da ABNT. Torno de bancada, segurança, educação.
ABSTRACT
	Lathe is a machine tool primarily used for machining cylindrical and symmetrical parts through rotational movement. It works by securing a workpiece on a rotating axis and, while the piece spins, a cutting tool is moved along the surface to remove material, shaping the part. The benchtop lathe, a smaller version of the conventional lathe used in workshops and industries, widely used in jewelry making and for working on small parts, inspired the design of the didactic mini lathe. The didactic mini lathe project (M.T.U.D.) is based on the decision to ensure greater safety in the work environment. Technical education is an essential solution for the development of the secondary sector in the Brazilian economy, and a project that guarantees more safety in the technical education environment is a guarantee that the teaching process works and can be carried out without risks. By choosing to use acrylic to cover the project, it will be possible to understand the internal workings of the M.T.U.D. and allow for cheaper manufacturing, ensuring that all students in technical schools have access to practical lessons. Today, there are many machines that can be used for educational purposes, such as benchtop lathes, but all are designed with the workplace in mind, costing more to ensure the quality required by a company. However, the M.T.U.D. project is more focused on education, allowing for a reduction in costs. Designed for working with technyl, the M.T.U.D. can also work with more malleable metals, such as aluminum and tin, thus demonstrating how to work with different materials and how to explore their nuances.
Keywords: ABNT norms. Benchtop lathe, security, education.
LISTA DE FIGURAS (opcional)
	Figura 1
	-
	Título da figura 1............................................................................
	15
	Figura 2
	-
	Título da figura 2............................................................................
	23
	Figura 3
	-
	Título da figura 3 – caso o título ultrapasse uma linha, o alinhamento deve ser feito pela primeira letra do título, conforme apresentado neste modelo............................................................
	40
	
	
	
	
	
	
	
	
						 
						 
					
LISTA DE TABELAS (opcional)
	Tabela 1
	-
	Título da tabela 1................................................................,,,,,,,,,,,
	15
	Tabela 2
	-
	Título da tabela 2...........................................................................
	25
	Tabela 3
	-
	Título da tabela 3 – caso o título ultrapasse uma linha, o alinhamento deve ser feito pela primeira letra do título, conforme apresentado neste modelo............................................................
	33
	
	
	
	
	
	
	
	
LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS (opcional)
ABNT		Associação Brasileira de Normas Técnicas
STBD		Serviço Técnico de Biblioteca e Documentação
Unesp		Universidade Estadual Paulista
LISTA DE SÍMBOLOS (opcional)
A	Área de varredura das pás da turbina (m2)
E’	Tensão interna da máquina
E~’	Fasor da tensão interna do gerador
SUMÁRIO
	1
	INTRODUÇÃO.......................................................................................
	14
	
	
	
	2
	REVISÃO DE LITERATURA.................................................................
	15
	
	
	
	3
	CITAÇÕES: 10520/2002.......................................................................
	16
	3.1
	TIPOS DE CITAÇÃO.............................................................................
	16
	3.1.1
	Citação direta.......................................................................................
	16
	3.1.1.1
	Citações curtas: até três linhas..........................................................
	16
	3.1.1.2
	Citações longas: mais de três linhas.................................................
	21
	3.1.2
	Citação indireta....................................................................................
	21
	3.1.3
	Citação de citação...............................................................................
	21
	3.1.3.1
	Citação de citação direta.....................................................................
	21
	3.1.3.2
	Citação de citação indireta.................................................................
	21
	3.2
	FORMAS DE CITAÇÃO: sistema de chamada.....................................
	22
	3.2.1
	Sistema de chamada autor-data.........................................................22
	3.2.1.1
	Coincidência de sobrenomes.............................................................
	22
	3.2.1.2
	Citação de diversos documentos.......................................................
	22
	3.2.2
	Sistema de chamada numérico..........................................................
	22
	
	
	
	4
	AUTORIA...............................................................................................
	23
	4.1
	Autoria: pessoas..................................................................................
	23
	4.2
	Autoria: entidades coletivas...............................................................
	24
	4.3
	Autoria desconhecida.........................................................................
	25
	
	
	
	5
	TIPOS DE REFERÊNCIAS...................................................................
	27
	5.1
	LIVROS..................................................................................................
	27
	5.2
	CAPÍTULOS DE LIVROS......................................................................
	27
	5.3
	PERIÓDICOS (Revistas, boletins, jornais, etc.)....................................
	28
	5.4
	ARTIGOS DE PERIÓDICOS (Revistas, boletins, jornais, etc.).............
	28
	5.5
	TRABALHOS ACADÊMICOS (Monografias, dissertações, teses e outros)....................................................................................................
	29
	5.6
	EVENTOS (Congressos, seminários, reuniões, etc.)............................
	29
	5.7
	TRABALHO APRESENTADO EM EVENTO.........................................
	29
	5.8
	LEGISLAÇÃO (Leis, decretos, portarias, etc.).......................................
	30
	5.9
	DOCUMENTOS EM MEIO ELETRÔNICO............................................
	30
	
	
	
	6
	CONCLUSÃO........................................................................................
	35
	
	
	
	
	REFERÊNCIAS.....................................................................................
	36
	
	
	
	
	APÊNDICE A – Título do Apêndice A.................................................
	
	
	
	
	
	APÊNDICE B – Título do Apêndice B.................................................
	
	
	
	
	
	ANEXO A – Título do Anexo A............................................................
	
	
	
	
	
	ANEXO B – Título do Anexo B............................................................
	
1 INTRODUÇÃO
	Tornos são máquinas-ferramentas que têm seu uso baseado na rotação de uma peça para realizar desbaste e dar a ela forma circular, como cilindros, cones, circunferências com aberturas, entre muitas outras.
A ideia de girar um eixo com uma peça presa para realizar o desbaste é utilizada a muito tempo, o torno mecânico é a máquina-ferramenta mais antiga criada pelo ser humano, há máquinas datadas desde 300 anos antes de Cristo. Com a evolução da tecnologia o método de funcionamento do torno foi mudando, saindo do uso da força humana, passando pela indústria a vapor e hoje trabalhando através da eletricidade, o uso dessa máquina é de grande importância até os dias atuais, sendo um dos principais métodos de fabricação de peças metálicas e de outros materiais nas indústrias em geral.
Hoje em dia, no ramo da mecânica industrial, temos diversos tipos de torno em funcionamento, sendo eles tornos convencionais, manuais, antigos e com poucos sistemas de segurança, tornos mecânicos manuais, porém, com mais sistemas de proteção para garantir melhores condições de trabalho para o torneiro, assim como os tornos automatizados com a tecnologia do CNC, que permite que o próprio torno realize o trabalho sem que necessite da interferência humana no processo da usinagem.
Mesmo com diversos avanços no ramo dos tornos mecânicos, o iniciante que deseja aprender a usar um, precisa se pôr em perigo para usar um torno profissional de grande escala e sem o conhecimento adequado, o que aumenta o nível de atenção que o instrutor precisa ter, aumenta o risco de lesões em descuidos e aumenta o risco financeiro da instituição em perder um equipamento de alto custo. 
O projeto do Torno de Bancada Didático se faz necessário no ato do primeiro contato do aluno de curso técnico com a máquina, tornando a aprendizagem do mesmo mais segura, prezando também pela prevenção econômica da instituição.
2 REVISÃO DE LITERATURA
Atualmente, no ramo da mecânica industrial, há diversos tipos de tornos em funcionamento, abaixo estão listados os principais tornos encontrados em uso por indústrias grandes, pequenas e hobistas:
Torno Horizontal: O principal tipo de torno utilizado durante toda a trajetória da máquina-ferramenta pela história. Consiste em uma placa que segura a peça a ser usinada horizontalmente para ser rotacionada e então, de acordo com a ferramenta desbastadora, ser usinada pelo operador. Esse tipo de torno permite uma grande variedade de ações e medidas no ato da usinagem, sua velocidade de produção pode variar entre baixa e média, de acordo com o projeto a ser executado, além de permitir ser automatizado via CNC (Controle Numérico Computadorizado) para maior velocidade de produção e menor taxa de erro de fabricação. A figura 1, mostrada abaixo, mostra uma foto de um torno horizontal manual atual usado na indústria:
Figura 1. Torno Mecânico Horizontal.
Fonte: CIMHSA, acesso em 18/10/2024
Torno Revólver: O torno revólver é um torno mecânico, com um tambor giratório posicionado à frente da placa, como mostrado na figura 2, possibilitando uma troca rápida de ferramentas para a realização de furos com maior agilidade, gerando maior produção mesmo se operado manualmente, também possui sua forma automatizada via CNC, que aumenta ainda mais a segurança e velocidade no processo de usinagem do material. Segue abaixo a figura 2 que representa uma foto de um torno revólver:
Figura 2. Torno Revolver.
Fonte: M&S Materiais Industriais, acesso em 18/10/2024
	Tornos com Copiadoras: São tornos voltados para o uso em madeira, que agem de for similar ao torno horizontal comum, porém são equipados com um sistema copiador, para facilitar e agilizar o processo. Na figura 3, mostrada a seguir, está representado o torno em questão:
Figura 3. Torno de Madeira com Copiadora.
Fonte: Renato Goulart Jasinevicius, acesso em 18/10/2024
	Torno de bancada: o torno de bancada é uma versão menor e mais barata do torno industrial convencional, é voltado para a fabricação de peças menores e mais leves e pode ser usado em oficinas menores ou em casa. Segue abaixo, na figura 4 uma foto do torno de bancada:
Mini torno: o mini torno é uma versão ainda menor que o torno de bancada, sendo próprio para uso em espaços menores, onde não caberia um torno de bancada, tornos assim também podem ser encontrados com o sistema CNC. Na figura 5 está representado um mini torno.
	
3 METODOLOGIA
Esse trabalho contém uma pesquisa de natureza exploratória e descritiva, coletando fontes majoritariamente primárias contendo também uma porcentagem secundária. E então concluiremos traduzindo nossos resultados em conceitos e ideias sobre métodos de montagem de um torno mais acessível e seguro, portanto de objetivo didático.
Etapa 1: Foi observado que houve muitos erros durante a produção do cabo do martelinho, que é uma produção essencial para a fundamentação e aprofundamento dos alunos sobre o que é trabalhado na área mecânica do curso de mecatrônica, visando melhoria, segurança e menor perda de material foi decidido então a confecção de um mini torno de bancada didático que oferece menor risco de acidentes ou perda de produto, assim como um simples manuseio.
 Com a escolha do projeto obtida, começamos as procuras por modelos de mini tornos, por como montá-los, o que gostaríamos de confeccionar, qual era mais acessível, custeável, com menos riscos e que pudessem usinar materiais mais moles, como por exemplo madeira, MDF ou o tarugo de nylon tecnil, que consiste em uma barra redonda super-resistente ao impacto e vibrações, que facilita a usinagem em máquinas, produzido com resinas plásticas de poliamida.Contudo, assim obtendo o aprendizado e garantindo ambas as propostas.
Etapa 2: Escolha dos materiais: Iniciado a pesquisa de confecção, com base primária em produções audiovisuais, a escolha do primeiro modelo foi baseada conforme Vang Hà 2024, onde obtivemos a base completa do mini torno de bancada, sendo o projeto todo baseado nas informações apresentadas por esse. tal produção nos auxiliou na listagem dos componentes necessários para a execução do torno. obtendo a base, a formação da estrutura, itens e disposições de montagem.
Conforme o decorrer da produção, questionando e concluindo quais materiais seriam utilizados, qual forma a montagem seria feita, o que precisava melhorar, onde deveríamos mudar, o que ficaria mais acessível etc. Explorando outras possibilidades e materiais que correspondessem a nossa necessidade e aos itens propostos, fomos atrás de diferentes maneiras de produzi-lo, estudando por uma ampla gama de materiais, em seguinte com os exemplos: Leandro Fellipe 2021, Creative Think 2022, VNB Creative 2024, KST HACKS 2024, Sinan Keskin 2024, Gs DIY Ideas 2020, Mareds – Woodwork 2024 e Crazy Workshop 2021. Constatou-se que de acordo com as nossas decisões deveríamos utilizar outras peças e componentes, como por exemplo mudando de uma castanha convencional para um suporte ligado ao rotor, com parafusos presos a si, que também serão rosqueados no material a ser usinado, assim dimensionando outros itens, de uma quantia mais favorável ao nosso grupo, porém mais leves, de menor potência. Sendo assim tornando o projeto bastante versátil, propondo que com uma arquitetura correta, conforme a necessidade e capacidade previstas de cada trabalho, o torno pode se fazer de acordo com a vontade de cada agente.
Etapa 3: De modo relativamente trabalhoso, foi iniciado então as pesquisas por compra dos materiais. Por ser um projeto bastante ambicioso a compra dos materiais foi por vezes complicada, muito pela dificuldade de encontrar algumas peças em específico por um preço acessível ao grupo, como por exemplo a castanha, que é uma peça de fixação do material a ser trabalhado. Referindo ao destacado, as peças poderiam ser também fabricadas manualmente e no próprio torno, mas por exigir mais experiência e uma familiarização maior na usinagem e construção de equipamentos, foi decidido que esses itens seriam comprados e alguns substituídos por alternativas mais práticas, como é o caso da estrutura, que seria produzida em plástico PVC e sucessivamente foi substituída por madeira e acrílico que são materiais mais trabalháveis e fáceis de encontrar, assim como a castanha, que será feita do suporte acoplável ao material por parafusos.
Fluxograma: em parte da produção deste trabalho de conclusão de curso, destaca-se o fluxograma, constituindo uma ordem de ações e decisões a serem tomadas para a realização do projeto proposto, sendo basicamente um passo a passo do que fazer na montagem do mini torno.
Conclusão da metodologia: a realização deste trabalho se iniciou pelo objetivo de apresentar um equipamento de usinagem, um mini torno de bancada que pudesse atender aos seguintes pedidos; alta taxa de segurança, mínima perda de recursos, capacitação para a utilização de um torno industrial de forma didática e segura, gerando um conforto maior a futuros atuadores em âmbito escolar técnico. Pensando nessa proposta o Mini torno de bancada didático e seguro apresenta uma prática simples, podendo confeccionar materiais mais moles que serviram de base ao aluno, sendo desde madeira até a faixa de tarugo de nylon, entre outros aplicáveis ao projeto desenvolvido. 
4 ESTUDO DE CASO
ESTUDO DE CASO: O caso a ser estudado neste trabalho é baseado em alunos do ensino médio, matriculados ou concluintes do curso técnico em mecatrônica na Etec Philadelpho Gouvêa Netto, que tenham ou estejam tendo contato e desenvolvendo seu conhecimento técnico-prático na utilização do equipamento de usinagem, em exclusivo ao torno. 	
	Temos por objetivo executar a criação de um torno de bancada, que seja: seguro, prático, didático e de baixo custo, visando proporcionar ao aluno um primeiro contato simples e instrutivo. Feitas as considerações iniciais, podemos dar início a apresentação do nosso estudo de caso, pelo qual é objetivado a exposição gradual de etapas a serem seguidas para a conclusão do projeto disposto. 
Pesquisa de tornos de bancada no mercado: O primeiro passo é escolher o torno que será desenvolvido. O torno, também conhecido como torno mecânico é uma máquina extremamente versátil e que possui as mais variadas formas e propósitos, e selecionar qual dos, de uma ampla gama de modelos é o primeiro ponto a ser observado. 
Conforme a necessidade do seu ambiente e do que se fara útil na sua instituição ou local de ensino, deve-se definir qual tipo de torno será construído, observado que há muitos exemplos, como o torno copiador, o industrial, o revólver, o vertical, o mecânico, o paralelo e outros, deve-se considerar por base qual tipo de peça deseja-se fabricar e em qual modelo se pretende instruir. 
Na disposição de nosso projeto, o torno a ser trabalhado contempla o torno industrial, atendendo às propostas anteriormente citadas claramente, porém com os corretos dimensionamentos e futuros estudos a serem prestados, torna-se viável confeccionar as outras propostas dispostas do mercado, sendo o nosso material uma base dos itens principais e praticamente universais de um torno, que são os elementos de fixação, os volantes, o carro principal, o cabeçote fixo e o móvel e o fuso. 
Listagem dos componentes de um torno de bancada: Decidido qual modelo será de melhor valia aos objetivos escolhidos, a segunda etapa do processo é listar todos os materiais que serão utilizados, fazer essa tarefa vai auxiliar a produção do seu projeto, de forma a efetivar a confecção, portanto, nesse momento se deve escolher de quais formas será atuado, como os componentes vão se relacionar e quais tipos de usinagem lhes serão úteis, portanto, como exemplo prático: pergunte-se se fará necessário um contraponto e uma furadeira? Qual material vai ser usinado? Para a escolha correta do motor e do material da estrutura. Assim como quais peças se pretende produzir, podendo escolher a castanha certa e/ou também se pretende automatizar, escolhendo assim o motor de passo correto com a sua capacidade conforme o projeto, entre outras escolhas prévias e objetivas. 
A questão seguinte dessa etapa é o planejamento, pois se todos os objetivos e componentes já estão prontamente selecionados e listados, evitara-se erros, o que caso ocorra, pode ser muito dispendioso na hora de adquirir esses componentes. 
Escolha do material do produto (estrutura): Resoluto de todos as peças que constituirão a parte mecânica e elétrica do torno, agora se fará um processo relativamente idêntico, que assim como o passo anterior tem o objetivo principal de se fazer o dimensionamento, então neste instante precisamos decidir o material da estrutura. Esse material pode ser dos mais diversos tipos, como: madeira, acrílico, aço, metal ou o que lhe for disponível com a apropriada durabilidade. 
A escolha do material que se produzirá a estrutura, é tão importante quanto os componentes, pois necessita ser um material resistente aos impactos que nele serão aplicados, um material que esteja de acordo aos parâmetros escolhidos para o torno a ser produzido pelo passo antecedente. 
Um ponto importante a ser esclarecido é de que o material da estrutura não precisa ser único, pode se variar nesta parte, pois como exemplo desse projeto em si, a estrutura principal será feita de madeira, como em sua base e partes móveis, porém se convertendo para o acrílico nas áreas que desejamos que fiquem expostas, já que a proposta principal entregue por este trabalho é ser um equipamento didático, podendo assim o aluno visualizar todo a atividade interna além da externa. 
Compra dos componentes do torno de bancada: Selecionados todos os tipos de peças e materiais que irão compor o torno, o passo seguinteé adquiri-los. 
A realização desta etapa pode ser bastante simples, já que todos os outros passos, se bem executados evitaram futuras despesas desnecessárias, restando apenas a esta fase se fazer uma pesquisa rigorosa no mercado, se alertando aos fatores de que algumas peças podem não ser encontrados na região do adquirente, precisando-se fazer a aquisição online. Contudo esta fase deve ser sempre muito bem programada pelos passos anteriores, para não se tornar uma trava durante o processo. 
Desenvolvimento da parte elétrica: Nesta etapa iniciaremos a confecção em si do projeto, montando todos os elementos elétricos e testando todos os circuitos, pois é comum acontecer de ter alguns componentes queimados, principalmente LEDs. 	
Deve-se fazer o teste de todos os componentes e fazer a verificação do funcionamento, desse modo se por algum motivo constatar alterações na execução, verifica-se qual é o defeito, averiguando se a falha não ocorreu nas ligações dos componentes, faz-se necessário voltar ao passo anterior comprando outro componente ou efetuando a troca do material defeituoso, se for aferido de que o item não se comporta ao projeto, deve-se retornar ao passo de dimensionamento dos componentes, na listagem de componentes. 
Coleta das dimensões necessárias para o desenvolvimento da parte mecânica: Ao concluir a parte elétrica, não acusando mais erros no circuito, podemos progredir em mais uma etapa, executando neste passo seguinte a preparação para a construção da parte mecânica. 
Portanto o intuito desta fase é medir e projetar o tamanho de cada componente mecânico, seja da estrutura ou das peças a serem utilizadas, levando em conta a potência que se deseja obter como resultado, o tamanho de todo o componente pronto e as relações entre cada item, assim como outras propostas planejadas ao projeto. 
Desenvolvimento da parte mecânica (estrutura e ferramentas): Após planejadas todas as partes do torno, como cada uma vai ficar, qual tamanho, como devem trabalhar, qual tipo de material pode ser usado, pois nas partes mecânicas também há uma variedade de possibilidades a serem exploradas, cada uma se encaixando em vários objetivos. 	
Deve-se manter o foco agora na construção destas peças, pois com todas as outras etapas planejadas e concluídas sucessivamente, pode-se começar a construir os componentes solicitados, portanto neste momento o trabalho de produção é relativamente simples por ser manual e objetivo, somente dependendo do material utilizado e do nível de conhecimento em usinagem do produtor. 
Durante esse processo deve-se trabalhar com cuidado para evitar o desperdício de material, atentando-se sempre as medidas corretas e os encaixes justos, pois o torno é, e deve ser preciso, exatamente por ter objetivo didático, este deve manter um padrão, já que este primeiro contato com o equipamento não pode ser transmitido de forma errônea. 
Em conclusão a esta etapa, um adendo útil: este trabalho, em sua parte mecânica é feito manualmente e contêm partes da estrutura que foram dimensionadas a uma empresa paga, para que esta as confeccionasse, portanto o projeto não só em seus componentes, mas como em sua estrutura, pode ser feito por encomendadas a empresas privadas, pois facilitam mão de obra e otimiza a construção. 
Montagem do conjunto e testes: Próximos ao passo final e teste do equipamento, com a estrutura, a parte elétrica e mecânica prontas, todas concluídas e funcionando conformes o previsto, com o dimensionamento correto e sem falhas em nenhum desses três conjuntos, o antepenúltimo passo é a junção de todos os conjuntos. 
Após juntar todas as partes, novamente se atentando para os encaixes, deslizamentos e rolamentos, deve-se fazer o teste do conjunto completo, verificando se há erros, vibrações, falhas elétricas ou mecânicas, travamentos ou se alguma parte está desencaixando e algum componente quebrou, observando atentamente ao funcionamento do trilho, dos carros, do castelo e das manivelas, o desempenho do motor, tanto de passo como o principal, ou se a caixa tem tamanho suficiente para abrigar os componentes e circuitos, se não haverá falhas na transmissão de movimento e no acionamento da máquina, se as guias e a estrutura suportaram o impacto como previsto ou se estão frágeis. 
E então após verificar o porquê de todas as acusações do projeto e listar o que está de conforme e o que está com defeito, deve-se fazer um estudo de todos os fatos e voltar aos passos anteriores, assim podendo encontrar a imperfeição de forma breve e simples, assim corrigindo-as. 
Contudo, se o equipamento não apresentar falhas, prosseguir com o projeto testando o torno por meio de uma execução prática, testando o funcionamento do maquinário com uma peça, testando as funções e se tudo ocorrerá perfeitamente assim concluindo o seu objetivo didático e de segurança confeccionando os materiais de forma satisfatória. 
Conclusão: Observando todos os passos apesentados e os resultados obtidos pelo estudo realizado enfocando o curso de mecatrônica da escola técnica Etec Philadelpho Gouvêa Netto como material de análise, podemos expor as respostas obtidas nesse estudo, salvando breves pontuações de que futuros projetos possam se desenvolver a partir de tal material. 
Este projeto, um mini torno didático e seguro foi uma proposta elaborada pelo grupo, com o objetivo de atender ao propósito de prevenir acidentes, reduzir perdas de material bruto, em processo ou usinado e providenciar maior confiabilidade no primeiro contato com a ferramenta. 
 Para elaborar essa proposta foi analisado um período durante o decorrer do curso, a fabricação do martelinho, que é um projeto que visa o aprendizado com maquinário disposto na Etec. Durante esse período foi percebido variadas falhas conforme progredia a construção do martelinho. 
Observando o desenvolver dessa atividade práticas em todos os anos antecessores, atuais e sucessores, percebeu-se por nós mesmos e por notas dos orientadores que havia um déficit de produção nessa área, assim como a poca disponibilidade de recursos, fator que se não for precavido pode fazer com que o aluno não conclua a produção do martelinho. 
Tendo em vista essa realidade resolvemos estudar quais motivos coibiriam para essa deficiência de produção, obtendo como resultado, por exemplo a imperícia dos alunos em ambos os três processos de fabricação. 
Observa-se as etapas seguintes e suas razões principais: O primeiro passo é fresar uma peça de aço, que se transformará na pena do martelo, ou seja, a cabeça. Tendo como erro mais comum o desbaste excessivo em ângulo tornando a parte de trás da cabeça frágil e quebradiça, porém com um fácil manuseio pode ser consertada. 
Em segundo momento deve-se fazer um corte na pena para o encaixe do cabo, também chamado de alvado ou olho, que neste caso é um corte cilíndrico, ou seja, um furo. Um erro comum, entretanto, de pouca importância está na posição em que este furo é feito, portanto quando ocorre uma defasagem na posição do furo, é considerado um erro, mas que em pouco afeta a peça, pois não será um equipamento trabalhável, devido a fragilidade do material, assim não necessitando de uma distribuição ideal de balanceamento da cabeça. 
 Contudo é na terceira etapa desse processamento em que se resolveu trabalhar, por conter uma taxa alta de equívocos ou imprecisão, sendo que de cada 39 cabos em média, em {x%} são cometidos algum erro, sendo os erros mais comuns e a maioria por inexperiência: a vibração da peça por estar solta, a própria ferramenta bater no torno em momentos de falta de atenção ou a peça entortar, caso o corpo da ferramenta empurre-a. Dentre outros, um erro que pode ser corrigido, que é extraordinariamente comum, é desbastar excessivamente o material, ou seja, a imprecisão, deixando o cabo do martelo com um diâmetro externo menor do que o diâmetro interno do furo na pena, fazendo com que esses não se encaixem. 
Observando todos os fatos apresentados, é gratificante esclarecer que a taxa de incidentes é quase nula, somente encontradoa burrice que o estevão fez, 
 
 
 
pois há uma porcentagem considerável de erros durante a fabricação do cabo do martelo, 
Em conclusão, tomamos que este projeto é um trabalho de grande maestria, por apresentar uma proposta excelente e atender ao que se propõe. 
 
3 CITAÇÕES: 10520/2002
	De acordo com Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT (2002), as citações são trechos transcritos ou informações retiradas das publicações consultadas para a realização dos trabalhos acadêmicos.
	A fonte de onde foi extraída a informação deve ser citada obrigatoriamente, respeitando-se os direitos autorais (FRANÇA, 1999).
3.1 TIPOS DE CITAÇÃO
	Existem três tipos de citação: direta, indireta e citação de citação. Nas subseções sequentes serão apresentadas cada uma delas com seus respectivos exemplos.
3.1.1 Citação direta
	É a transcrição literal de textos de outros autores, reproduzida entre aspas ou destacada tipograficamente exatamente como consta do original, observando-se as diferenciações entre citações curtas (com até três linhas) e citações longas (com mais de três linhas).
	Os elementos essenciais desta citação são: sobrenome do(s) autor(es), ano e número da(s) página(s) transcrita(s).
3.1.1.1 Citações curtas: até três linhas
	As citações curtas são inseridas no texto, iniciadas e encerradas com aspas duplas, apresentando-se os elementos essenciais dentro do texto (letras minúsculas) ou fora do texto (entre parênteses, com letras maiúsculas) conforme serão exemplificadas nos parágrafos a seguir:
	Segundo Ferreira, Santos e Vieira (1999, p. 2), a inconfidência é uma “[...] falta de fidelidade para com alguém, particularmente para com o soberano ou o Estado [...]”.
	A outra forma de apresentação está exemplificada abaixo:
	A inconfidência é uma “[...] falta de fidelidade para com alguém, particularmente para com o soberano ou o Estado [...]” (FERREIRA; SANTOS; VIEIRA, 1999, p. 2).
	
3.1.1.2 Citações longas: mais de três linhas
As citações longas devem constituir um parágrafo independente, com um recuo de 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto (recomenda-se o tamanho 10), sem aspas, sem entrada de parágrafo e com espaçamento simples entre linhas. Exemplo:
Toda a discussão precedente sobre informação e compreensão enfatiza a importância, na leitura, daquilo que ocorre por trás dos olhos, onde se localizam o conhecimento anterior, incerteza e questões a serem feitas (SMITH, 1989, p. 12)
3.1.2 Citação indireta
A citação indireta reproduz as ideias centrais do texto sem fazer cópia das palavras do autor. Da mesma forma que nas citações diretas, o autor pode ser parte integrante do texto (em letras minúsculas) ou ser indicado após a frase do autor (entre parênteses, em letras maiúsculas).
Os elementos essenciais da citação indireta são: sobrenome do autor e ano. Nos parágrafos abaixo seguem os exemplos:
Como lembra Pearson (1975), as crianças que aprendem a ler frequentemente identificam palavras no contexto que não podem identificar isoladamente.
A outra forma de apresentação desta citação indireta está descrita a seguir:
As crianças que aprendem a ler frequentemente identificam palavras no contexto que não podem identificar isoladamente. (PEARSON, 1975).
3.1.3 Citação de citação
Todo esforço deve ser concentrado para consultar o documento original, mas caso não seja possível, faz-se a citação de citação, ou seja, a citação de um autor cuja obra não foi consultada, porém, foi vista através da citação de outro autor, em outro trabalho.
A citação de citação utiliza-se as seguintes expressões: citado por; conforme; de acordo com; segundo; e apud, seguidas da citação do autor consultado.
A citação de citação pode ser direta ou indireta. Desta forma, serão apresentados os elementos essenciais de acordo com cada uma delas após o sobrenome do autor e o ano da obra citada. 
Nas subseções seguintes serão apresentadas os exemplos de cada uma delas.
3.1.3.1 Citação de citação direta
A citação de citação direta, em formato com até três linhas, será apresentada de acordo com o exemplo abaixo:
Olson (1977, p. 40, citado por SMITH, 1991, p. 20), afirma que “nossa capacidade de produzir e compreender tal linguagem falada é, na verdade, um subproduto do fato de sermos alfabetizados”.
No caso acima, a obra consultada foi a do Smith, na página 20, onde ele fez uma citação direta do autor Olson.
Esta citação de citação também pode ser apresentada fora do texto, conforme o exemplo abaixo:
“Nossa capacidade de produzir e compreender tal linguagem falada é, na verdade, um subproduto do fato de sermos alfabetizados” (OLSON, 1977, p. 40, citado por SMITH, 1991, p. 20).
Observa-se que, por ser uma citação direta, os elementos essenciais – sobrenome do autor, ano e página – foram apresentados. Ainda, por ser uma citação direta curta, foram apresentados entre aspas duplas.
Para uma citação de citação direta longa (com mais de três linhas), faz-se o uso do recuo de 4 cm da margem esquerda, com fonte menor que a do texto (tamanho 10), e espaçamento simples, como:
Se o cego encarregado de escriturar os ilícitos ganhos da camarata dos malvados tivesse decidido, por efeito de uma iluminação esclarecedora do seu duvidoso espírito, passar-se para este lado com os seus tabuleiros de escrever, o seu papel grosso e o seu punção, certamente andaria agora ocupado a redigir a instrutiva e lamentável crônica do mau passadio e outros muitos sofrimentos destes novos e epoliados companheiros. (SARAMARGO, 1995, p. 159, apud DIDEROT, 2000, p. 24).
	Como nos exemplos anteriores, na citação acima, a obra consultada foi a de Direrot, na página 24, onde ele citou Saramargo.
3.1.3.2 Citação de citação indireta
A citação de citação indireta terá os elementos essenciais da citação indireta. Portanto, sua diferença para a citação de citação direta será a não utilização de aspas duplas ou recuo de 4 cm e a não obrigatoriedade do número de página consultada. Segue um exemplo:
Trabalhos pioneiros nos laboratórios de Richard Lerner e Peter schutz resultaram no isolamento de alguns anticorpos monoclonais que catalisam a hidrólise de ésteres ou carbonatos. (LEHNINGER; NELSON; COX, 2000, citado por GRIFFITHS et al., 2002)
Esta mesma citação também poderia ser transcrita com os autores inserido no texto, como:
De acordo com os autores Lehninger, Nelson e Cox (2000, citado por GRIFFITHS et al., 2002), os trabalhos pioneiros nos laboratórios de Richard Lerner e Peter schutz resultaram no isolamento de alguns anticorpos monoclonais que catalisam a hidrólise de ésteres ou carbonatos.
Desta forma, observa-se nas duas formas de citação que a obra consultada foi a de Griffiths, onde ele faz uma citação indireta dos autores Lehninger, Nelson e Cox.
3.2 FORMAS DE CITAÇÃO: sistema de chamada
	As citações devem ser indicadas no texto por um sistema de chamada que pode ser autor-data ou numérico. Qualquer que seja o sistema adotado, deve ser seguido ao longo de todo o trabalho, permitindo a sua correlação na lista de referências ou em notas de rodapé. Nas subseções seguintes serão apresentadas separadamente cada um deles.
3.2.1 Sistema de chamada autor-data
	O sistema autor-data foi o sistema utilizado anteriormente no capítulo de citação (capítulo 2). Neste sistema, deve constar o sobrenome do autor seguido do ano de publicação da obra e o número de página, este, somente em caso de citações diretas. Seguem cinco exemplos com citações diretas e indiretas.
	Em Teatro Aberto (1963) relata-se a emergência do teatro do absurdo.
	Segundo Morais (1955, p. 32) assinala “[...] a presença de concentrações de bauxita no Rio Cricon.”
	“Ao fazê-lo pode estar envolto em culpa, perversão, ódio de si mesmo [...] pode julgar-se pescador e identificar-se como seu pecado.” (RAHNER, 1962, p. 463)
	A produção de lítio começa em Searles Lake, Califórnia, em 1928 (MUMFORD, 1949)
	
A teleconferência permite ao indivíduo participar de um encontro nacional ou regional sem a necessidade de deixar seu local de origem.Tipos comuns de teleconferência incluem o uso da televisão, telefone, e computador. Através de áudio-conferência, utilizando a companhia local de telefone, um sinal de áudio pode ser transmitido em um salão de qualquer dimensão. (NICHOLS, 1993, p. 138).
3.2.1.1 Coincidência de sobrenomes
	Em casos de citação de autores cujo sobrenomes são idênticos, proceder-se das seguintes formas:
	
a) quando duas ou mais obras forem do mesmo autor, mas em anos diferentes, a citação é normal, como nos exemplos abaixo:
 (BARBOSA, 1958)
 (BARBOSA, 1959)
b) quando duas ou mais obras forem do mesmo autor em um mesmo ano, proceder-se conforme os exemplos abaixo:
 (BARBOSA, 1965a)
(BARBOSA, 1965b)
c) quando houver coincidência de sobrenomes de autores, acrescentar as iniciais de seus prenomes, se mesmo assim houver coincidência, colocam-se os prenomes por extenso: 
(SILVA, A., 1976, p.23) 
(SILVA, F., 1985, p.54) 
(CUNHA, Felipe, 1976, p.23) 
(CUNHA, Fernando, 1987, p.43)
3.2.1.2 Citação de diversos documentos
	As citações indiretas de diversos documentos da mesma autoria, publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente, tem as suas datas separadas por vírgulas:
	a) (DREYFUSS, 1989, 1991, 1995)
	b) (CRUZ; CORREA; COSTA, 1998, 1999, 2000)
	As citações indiretas de diversos documentos de autores diferentes, mencionados simultaneamente, devem ser separadas por ponto-e-vírgula, em ordem alfabética:
	a) (FONSECA, 1997; PAIVA; FREITAS, 1997; SILVA, 1998)
	b) (CROSS, 1984; KNOX et al., 1986; MEZIROW, 1991)
3.2.2 Sistema de chamada numérico
	Neste sistema, a indicação da fonte é feita por uma numeração única e consecutiva, em algarismos arábicos, remetendo-se à lista de referência ao final do trabalho, do capítulo ou da parte, na mesma ordem em que aparecem no texto. Não se inicia a numeração das citações a cada página.
	A indicação da numeração deve ser feita entre parênteses, alinhadas ao texto ou situada pouco acima da linha do texto expoente à linha do mesmo, sempre após a pontuação que fecha a citação, conforme exemplos:
	a) Diz Rui Barbosa: “Tudo é viver, previvendo.” (15)
b) Diz Rui Barbosa: “Tudo é viver, previvendo.” 15
Na lista de referência, esta obra estará apresentada da seguinte forma:
15 BARBOSA, R. Oração aos moços. 2. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 1968. 170 p.
4 AUTORIA
Os autores de uma obra podem ser pessoas, entidades coletivas ou até mesmo, desconhecida. Para se compreender como se deve fazer a correta citação, serão apresentadas nas subseções sequentes cada uma das formas, detalhadamente.
4.1 Autoria: pessoas
	Quando o autor é uma ou mais pessoas, a citação é feita pelo(s) último(s) sobrenome(s) do(s) autor(es), com algumas observações, conforme os exemplos:
	a) até três autores:
Autor: Jonh Green / Ano de publicação: 2012
Citação: (GREEN, 2012) ou, dentro do texto: Green (2012) 
Autores: Peter Norton, Peter Aitken e Richard Wilton / Ano de publicação: 1994
Citação: (NORTON; AITKEN; WILTON, 1994) ou, dentro do texto: Norton, Aitken e Wilton (1994)
	b) mais de três autores:
	Autores: José de Brito, João Guilherme Ferreira, Edson Santos Moreira e Gustavo Venditti / Ano de publicação: 2007.
	Citação: (BRITO et al., 2007) ou, dentro do texto: Brito et al. (2007)
c) sobrenomes com palavras indicando parentesco: “Filho, Neto, Júnior, etc.”
	Fazer a citação do sobrenome acompanhado do penúltimo sobrenome:
Autores: Jeferson de Souza Júnior e Henrique Cabral / Ano de publicação: 2004
Citação: (SOUZA JÚNIOR; CABRAL, 2004) ou, dentro do texto: Souza Júnior e Cabral (2004)
d) sobrenomes compostos:
Autor: Joaquim Maria Machado de Assis / Ano: 1998
Citação: (MACHADO DE ASSIS, 1998) ou, dentro do texto: Machado de Assis (1998)
Autor: Júlio de Santa Ana / Ano de publicação: 1995
Citação: (SANTA ANA, 1995) ou, dentro do texto: Santa Ana (1995)
e) sobrenomes espanhóis:
Autor: Diego Riviera Dias / Ano de publicação: 2002
Citação: (RIVIERA DIAS, 2002) ou, dentro do texto: Riviera Dias (2002)
Autor: Gabriel García Marques / Ano de publicação: 1997
Citação: (GARCÍA MARQUES, 1997) ou, dentro do texto: García Marques (1997)
4.2 Autoria: entidades coletivas
	Quando a autoria refere-se a uma entidade coletiva de um órgão independente ou autarquias, sua primeira citação será por extenso, seguida de sua respectiva sigla. As demais citações da mesma obra poderão ser feitas somente pela sigla, conforme os exemplos abaixo:
a) primeira citação no texto:
(ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT, 1975) ou, dentro do texto: Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT (1975)
Demais citações do mesmo autor:
(ABNT, 1975) ou, dentro do texto: ABNT (1975)
b) Primeira citação no texto:
(UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA – UNESP, 2013) ou, dentro do texto: Universidade Estadual Paulista – UNESP (2013)
Demais citações:
(UNESP, 2013) ou, dentro do texto: UNESP (2013)
	Quando o autor da obra é um órgão da administração direta do governo, município ou estado, cita-se primeiramente a esfera geográfica, seguida da data. Seguem exemplos:
a) A publicação da Constituição Federal de 1988:
(BRASIL, 1988) ou, dentro do texto: Brasil (1988)
b) Lei do município de São Paulo publicada em 1995:
(SÃO PAULO, 1995) ou, dentro do texto: São Paulo (1995)
4.3 Autoria desconhecida
	Quando não é possível a identificação da autoria ou responsabilidade pela obra, faz-se a citação pela primeira palavra do seu título, em letras maiúsculas, seguida de reticências, conforme o exemplo:
Título da obra: Poetas do amor / Ano: 1990
Citação: (POETAS..., 1990)
	Caso o título se inicie com um artigo (definido ou indefinido) ou um monossílabo, deve-se colocá-lo seguido da primeira palavra. Exemplo:
a) Título da obra: O primeiro amor / Ano: 1949
Citação: (O PRIMEIRO..., 1949)
b) Título da obra: Um amor grande demais / Ano: 1995
Citação: (UM AMOR..., 1995)
5 TIPOS DE REFERÊNCIAS
	A lista de referência deve constar todos os autores citados no texto. Não deve ser confundida com bibliografia, que é uma lista em ordem alfabética do autor sobre determinado assunto.
	As referências tem a seguinte formatação:
a) o título “REFERÊNCIAS” deve apresentar-se centralizado e sem indicativo numérico;
	b) o alinhamento da lista de referências é à esquerda; 
c) o espaçamento entre linhas é simples; 
d) são separadas uma das outras por um espaço de uma linha em branco.
	
	Para cada tipo de documento consultado, há um conjunto de elementos essenciais que devem ser apresentados. Abaixo, seguem exemplos de cada um deles:
5.1 LIVROS
Elementos essenciais: autor (es), título, subtítulo (se houver), edição (se houver), local de publicação, editora e ano de publicação. Ex.:
GOMES, L. G. F. F. Novela e sociedade no Brasil. Niterói: EdUFF, 1998. 
Podem ser acrescidas de elementos complementares (não obrigatórios) para maior identificação do documento. Ex.:
GOMES, L. G. F. F. Novela e sociedade no Brasil. Niterói: EdUFF, 1998. 137 p. 
21 cm. (Coleção antropologia e ciência política, 15).
5.2 CAPÍTULOS DE LIVROS
	Existem duas formas para referenciar um capítulo de livros:
	a) quando o autor do capítulo é diferente do autor do livro;
	b) quando o autor do capítulo é o mesmo autor do livro.
Quando o(s) autor(es) do capítulo é(são) diferente(s) do(s) autor(es) do livro, os elementos essenciais: autor(es) do capítulo, título do capítulo, autor(es) do livro, título do livro, local de publicação, editora, ano de publicação e páginas das partes ou número do capítulo. Ex.:
ROMANO, G. Imagens da juventude na era moderna. In.: LEVI, G.; SCHMIDT, J. (Org.). Histórias dos jovens 2. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. p. 7-16.
Quando o autor do capítulo é o mesmo autor do livro, ao invés de repetir o(s) nome(s) do(s) autor(es), utiliza-se seis vezes o underline. Ex.:
SANTOS, F. R. A colonização da terra do Tucujús. In.: ______. História do Amapá, 1º grau. 2. ed. Macapá: Valcan, 1994. cap. 3. p. 17-30.
5.3 PERIÓDICOS (Revistas, boletins, jornais, etc.)Inclui a coleção como um todo, fascículo ou número de revista, número de jornal, caderno etc., na íntegra. Os elementos essenciais são: título do periódico, cidade de publicação, editora, ano de início e ano de encerramento (se houver). Ex.:
REVISTA ÁRVORE. Viçosa, MG: Sociedade de Investigações Florestais, 1977-.
5.4 ARTIGOS DE PERIÓDICOS (Revistas, boletins, jornais, etc.)
	Os elementos essenciais são: autor do artigo, título do artigo, subtítulo (se houver), título do periódico, cidade de publicação do periódico, volume, número, páginas inicial-final, ano. Ex.:
ALMEIDA, C. de et al. Uréia em cobertura e via foliar em feijoeiro. Scientia Agrícola, Piracicaba, v. 57, n. 2, p. 293-298, 2000.
5.5 TRABALHOS ACADÊMICOS (Monografias, dissertações, teses e outros)
	Os elementos essenciais são: autor(es), título, subtítulo (se houver), ano da defesa, número de folhas, categoria (grau e área de concentração), nome da instituição, nome da universidade, cidade e ano da entrega. Ex.:
BARCELOS, M. F. P. Ensaio tecnológico, bioquímico e sensorial de soja e guandu enlatados no estágio verde e maturação da colheta. 1998. 160 f. Tese (Doutorado em Nutrição) – Faculdade de Engenharia de Alimentos, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1998.
5.6 EVENTO
	Inclui o conjunto dos documentos reunidos num produto final do próprio evento (atas, anais, resultados, proceedings, entre outras denominações). Os elementos essenciais são: nome do evento, numeração (se houver), ano e local (cidade) de realização. Em seguida, deve-se mencionar o título do documento (anais, atas, tópico temático, etc.), seguido dos dados de local de publicação, editora e ano de publicação. ex.:
REUNIÃO BRASILEIRA DE FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO DE PLANTAS, 22., 1996, Manaus. Resumos expandidos... Manaus: Universidade do Amazonas, 1996. 635 p.
5.7 TRABALHO APRESENTADO EM EVENTO
	Os elementos essenciais são; autor(es), título do trabalho seguido da expressão “In:”, título do evento, número do evento (se houver), ano de realização, cidade de realização, título do documento (anais, resumos, etc.), local de publicação, editora, ano de publicação, página inicial-final da parte referenciada. Ex.:
SOUZA, L. S.; BORGES, A. L.; REZENDE, J. O. Influência da correção e do preparo do solo sobre algumas propriedades químicas do solo cultivado com bananeiras. In: REUNIÃO BRASILEIRA DE FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO DE PLANTAS, 21., 1994, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa, 1994. p. 3-4.
5.8 LEGISLAÇÃO (Leis, decretos, portarias, etc.)
	Os elementos essenciais são: jurisdição (ou cabeçalho da entidade, no caso de se tratar de normas), título, numeração, data e dados de publicação. No caso de Constituições e suas emendas, acrescenta-se a palavra constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses. Ex.:
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional n. 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginalia, São Paulo, v. 59, p. 1996, out./dez. 1995.
SÃO PAULO (estado). Decreto n. 42.822, de 20 de janeiro de 1997. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p. 217-220, 1998.
BRASIL. Medida provisória n. 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p. 29514.
5.9 DOCUMENTOS EM MEIO ELETRÔNICO
	Os documentos que foram consultados em meio eletrônico, sejam livros, revistas, artigos de revistas, etc., após a última indicação da referência, acrescentar os termos: Disponível em:; e Acesso em:, com seus respectivos dados. Ex.:
FAINTUCH, J. Nutrição parenteral. São Paulo: CAD, 2001. Disponível em: . Acesso em: 3 set. 2001.
CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: . Acesso em: 21 jan. 1997.
6 ILUSTRAÇÕES
	Qualquer que seja o tipo de ilustração, sua identificação aparece na parte superior, precedida da palavra designativa (desenho, esquema, figura, fluxograma, fotografia, gráfico, mapa, organograma, planta, quadro, retrato, imagem, entre outros), seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos, travessão e do respectivo título.
	Após a ilustração, na parte inferior, indicar a fonte consultada (elemento obrigatório, mesmo que seja produção do próprio autor), legenda, notas e outras informações necessárias a sua identificação e sua compreensão (se houver), com o tamanho da fonte n. 10.
	A ilustração deve ser citada no texto e inserida o mais próximo possível do trecho que a refere. Ex.:
“Como exemplo, tem-se a Revista Mundo Estranho (figura 1), que traz em seu conteúdo muito desses recursos”.
Figura 1 – Infográfico da revista Mundo Estranho
Fonte: (BASTOS, 2014) ou Bastos (2014) e elaborar a referência completa na lista de referências
6.1 TABELAS
	As tabelas devem obedecer às normas de apresentação tabular do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1993). 
6.1.1 Conteúdo e formatação
A informação central do conteúdo da tabela são os dados numéricos. Todos os outros elementos que a compõem têm a função de complementá-la e explicá-la. Com relação à formatação, a tabela apresenta os seguintes elementos:
a) título;
b) cabeçalho;
c) conteúdo;
d) fonte;
e) notas explicativas (se necessário).
É divida por linhas na horizontal, porém, as bordas laterais não podem ser fechadas. Veja o exemplo abaixo:
Tabela 1 - Modelo de tabela
Fonte: Elaboração do próprio autor.
6.1.2 Tabelas extensas
	Para as tabelas extensas - que ocupam mais de uma folha – acrescenta-se o termo “(continua)” no início da primeira folha após o título. Nas folhas seguintes, insere-se novamente o título da tabela e o termo “(continuação)”. Na última folha insere-se o termo “(conclusão)”. 
6.2 QUADROS
	Os quadros seguem a norma n. 14.520 da ABNT (2011), relacionadas como uma das categorias de ilustração. Diferentemente das tabelas, a norma não especifica o conteúdo a ser incluído em um quadro. Sua formatação é muito semelhante a de uma tabela, contendo os elementos: título; fonte; legenda; notas; e outras informações necessárias. No entanto, se diferencia dela por possuir suas laterais fechadas. Veja o exemplo de um quadro abaixo:
Quadro 1 – Modelo de quadro
Fonte: Elaboração do próprio autor.
7 ALÍNEAS
Quando houver alíneas, utilizar-se letras alfabéticas e alinhá-las na margem dos parágrafos, como por exemplo:
	a)
b)
c)
Outras observações sobre as alíneas:
a) o trecho final do texto correspondente, anterior às alíneas, termina em dois pontos;
b) as alíneas são ordenadas alfabeticamente;
c) as letras indicativas das alíneas são reentradas em relação à margem esquerda;
d) o texto da alínea começa por letra minúscula e termina em ponto-e-vírgula, exceto a última que termina em ponto, e, nos casos em que se seguem subalíneas, estas terminam em vírgula;
e) a segunda e as seguintes linhas do texto da alínea começam sob a primeira letra do texto da própria alínea.
Quando a exposição da ideia assim o exigir, a alínea pode ser subdividida em subalíneas. As subalíneas devem começar por um hífen, colocado sob a primeira letra do texto da alínea correspondente, dele separadas por um espaço. As linhas seguintes do texto da subalínea começam sob a primeira letra do próprio texto. Ex.:
 a) alínea;
 - subalínea.
6 CONCLUSÃO
	Parte final do trabalho onde se apresenta os resultados correspondentes aos objetivos ou hipóteses.
REFERÊNCIAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6024: Informação e documentação: numeração progressiva das seções de um 
documento escrito: apresentação. Rio de Janeiro, 2003. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6027: Informação e documentação: sumário: apresentação. Rio de Janeiro, 2003.ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6028: Informação e documentação: resumo: apresentação. Rio de Janeiro, 2003. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 10520: Informação e documentação: citações em documentos: apresentações. Rio de Janeiro, 2002. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2011. 
FRANÇA, J. L. et al. Manual para normalização. 4. ed. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 
1999. 
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