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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS
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RELATÓRIO 02
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RELATÓRIO DE PRÁTICA 01
Karina Maria Mazzarotto
01510777
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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Hematologia Clínica
DADOS DO(A) ALUNO(A):
NOME: Karina Maria Mazzarotto MATRÍCULA: 01510777
CURSO: Biomedicina POLO: Caruaru
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Evellyne de Oliveira
TEMA DE AULA: ALTERAÇÕES DOS ERITRÓCITOS e ANEMIAS CARENCIAIS
RELATÓRIO:
1. ALTERAÇÕES DOS ERITRÓCITOS
A. Quais são as principais alterações morfológicas observadas nos esfregaços de
sangue periférico? Explique como identificar anisocitose, poiquilocitose e
policromasia, adicione fotos da prática.
A avaliação morfológica dos eritrócitos em esfregaços de sangue periférico corados
permite identificar alterações indicativas de processos fisiopatológicos, especialmente
anemias e distúrbios da eritropoese. As três principais alterações avaliadas são
anisocitose, poiquilocitose e policromasia.
A anisocitose é definida como a variação no tamanho dos eritrócitos em um mesmo
campo microscópico. Em condições normais, as hemácias mantêm diâmetro
relativamente uniforme. A presença de microcitose e/ou macrocitose caracteriza essa
alteração, frequentemente observada em anemias ferropriva e megaloblástica.
A poiquilocitose refere-se à variação morfológica dos eritrócitos, com presença de
células com formatos anômalos, como ovalócitos, esquistócitos, dacriócitos e
codócitos. Esse achado pode estar relacionado a patologias como talassemias,
anemias hemolíticas, mielofibrose, entre outras.
A policromasia caracteriza-se pela presença de eritrócitos imaturos (reticulócitos) no
sangue periférico. Esses elementos apresentam coloração azulada ou acinzentada
em razão da presença de RNA residual. Sua ocorrência está geralmente associada à
resposta regenerativa da medula óssea frente a hemólise ou perda sanguínea aguda.
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Durante a prática laboratorial, foi realizada a confecção e coloração de esfregaço de
sangue periférico. Na análise microscópica, não foram identificadas alterações
morfológicas significativas nos eritrócitos. As hemácias apresentavam tamanho, forma
e coloração compatíveis com os padrões fisiológicos.
B. Baseando-se nos índices hematimétricos e nas alterações dos eritrócitos, como
classificar as anemias em microcítica, normocítica ou macrocítica? Adicione fotos
dessas condições.
As anemias podem ser classificadas em microcíticas, normocíticas ou macrocíticas,
com base no volume corpuscular médio (VCM), um dos índices hematimétricos
fornecidos pelo hemograma. A análise da morfologia dos eritrócitos no esfregaço
periférico complementa essa avaliação.
Anemia microcítica: VCM 100 fL. Hemácias aumentadas, ovaladas, podendo
apresentar policromasia. Relacionada a deficiência de vitamina B12, ácido fólico e
alcoolismo.
Durante a prática laboratorial, o esfregaço analisado apresentou eritrócitos com
tamanho e coloração normais, sem evidência de anemia microcítica ou macrocítica.
As imagens a seguir são de fontes da internet:
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Imagem 1:
Anemia Normocítica. Fonte:
ttps://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK560876/figure/article-101758.image.f1/
Imagem 2: Anemia Microcítica. Fonte : https://hematologia.farmacia.ufg.br/p/7045-
hemacias-microciticas
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Imagem 3: Anemia Macrocítica. Fonte: https://hematologia.farmacia.ufg.br/p/7046-
hemacias-macrociticas
Quais exames laboratoriais complementares podem ser utilizados para investigar a
causa das alterações eritrocitárias observadas?
Para investigar a causa das alterações morfológicas dos eritrócitos, é necessário
associar o hemograma a exames complementares, como:
• Ferro sérico, ferritina e TIBC – Avaliam anemias microcíticas (ex: ferropriva).
• Vitamina B12 e ácido fólico – Esclarecem anemias macrocíticas
(megaloblásticas).
• Reticulócitos – Avaliam a resposta medular (aumentados em
hemólise/sangramento, reduzidos em falência medular).
• Coombs direto/indireto – Detectam anemias hemolíticas autoimunes.
• Eletroforese de hemoglobina – Identifica hemoglobinopatias (talassemias,
anemia falciforme).
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• Função renal e hepática – Investiga anemias normocíticas por causas
sistêmicas.
• Aspirado de medula óssea – Indicado em suspeita de doenças hematológicas
primárias.
C. Relacione duas patologias específicas que apresentam alterações características
dos eritrócitos (como a drepanocitose ou a esferocitose hereditária) e descreva as
alterações observadas.
Além da drepanocitose e da esferocitose hereditária, outras patologias também
apresentam alterações eritrocitárias típicas:
Anemia ferropriva
Alteração morfológica: Hemácias microcíticas e hipocrômicas, com anisocitose e
poiquilocitose.
Causa: Deficiência de ferro, geralmente por perda sanguínea crônica ou baixa
ingestão/absorção.
Achado típico: Hemácias em forma de lápis ("pencil cells") ou elípticas. RDW
aumentado.
Anemia megaloblástica (por deficiência de vitamina B12 ou ácido fólico)
Alteração morfológica: Hemácias macrocíticas e ovaladas, com anisocitose
acentuada e policromasia.
Causa: Comprometimento da síntese de DNA por deficiência nutricional ou má
absorção.
Achado típico: Macrócitos ovalados, reticulocitose discreta e neutrófilos
hipersegmentados.
2. ANEMIAS CARENCIAIS
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A. Quais são os principais parâmetros laboratoriais utilizados para diferenciar anemia
ferropriva, anemia megaloblástica e anemia por deficiência de vitamina B12?
Principais parâmetros laboratoriais para diferenciar anemia ferropriva, megaloblástica
e por deficiência de vitamina B12
Anemia ferropriva:
• VCM ↓ (microcitose), HCM ↓, ferritina ↓↓↓, ferro sérico ↓, TIBC ↑
• Esfregaço: hemácias pequenas e hipocrômicas, com anisocitose.
Anemia megaloblástica (geral):
• VCM ↑ (macrocitose), reticulócitos ↓, neutrófilos hipersegmentados, LDH ↑
• Causada por deficiência de B12 ou ácido fólico.
Anemia por deficiência de vitamina B12:
• Mesmos achados da megaloblástica, com:
• Vitamina B12 ↓↓↓
• Ácido metilmalônico ↑↑
• Homocisteína ↑
• Pode haver sintomas neurológicos (diferencial importante).
B. Quais alterações morfológicas dos eritrócitos podem ser observadas no esfregaço
sanguíneo de pacientes com anemias carenciais?
As anemias carenciais (como por deficiência de ferro, vitamina B12 ou ácido fólico)
apresentam alterações morfológicas características no esfregaço de sangue
periférico:
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Anemia ferropriva:
• Hemácias microcíticas e hipocrômicas
• Anisocitose acentuada
• Poiquilocitose, com presença de hemácias em forma de lápis
Anemia por deficiência de vitamina B12 ou ácido fólico(megaloblástica):
• Macrócitos ovalados
• Policromasia
• Anisocitose
• Neutrófilos hipersegmentados (achado auxiliar importante)
Essas alterações auxiliam na diferenciação das causas carenciais de anemia e
reforçam a importância do esfregaço como ferramenta diagnóstica complementar ao
hemograma.
C. Relacione os sintomas clínicos mais comuns em pacientes com anemias
carenciais com os achados laboratoriais típicos dessas condições.
Relação entre sintomas clínicos e achados laboratoriais nas anemias carenciais
Anemia ferropriva:
• Sintomas: Fadiga, palidez, queda de cabelo, glossite, picacismo
• Laboratório: VCM ↓, HCM ↓, ferritina ↓↓↓, ferro sérico ↓, RDW ↑
• Esfregaço: Hemácias microcíticas, hipocrômicas, anisocitose
Anemia por deficiência de B12:
• Sintomas: Fadiga, glossite, parestesias, déficit de memória
• Laboratório: VCM ↑, B12 ↓, ácido metilmalônico ↑, homocisteína ↑
• Esfregaço: Macrócitos ovalados, neutrófilos hipersegmentados
Anemia por deficiência de ácido fólico:
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• Sintomas: Fadiga, irritabilidade, glossite
• Laboratório: VCM ↑, ácido fólico ↓, homocisteína ↑
• Esfregaço: Igual à deficiência de B12, sem sintomas neurológicos
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PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Evellyne de Oliveira
TEMA DE AULA: TÉCNICAS HEMATÓLOGICAS II
RELATÓRIO:
1. CONTAGEM DIFERENCIAL DE LEUCÓCITOS
A. Quais são os passos fundamentais para realizar a contagem diferencial dos
leucócitos em um esfregaço de sangue periférico?
A contagem diferencial dos leucócitos é um procedimento manual que permite
identificar e quantificar os diferentes tipos de leucócitos presentes no sangue. Os
principais passos são:
Preparação do esfregaço:
Realizar um esfregaço fino e uniforme de sangue periférico em lâmina, utilizando
sangue com anticoagulante (EDTA).
Secagem e coloração:
Secar ao ar e corar com corantes hematológicos (como Panótico ou May-Grünwald-
Giemsa), que permitem diferenciar os tipos celulares.
Exame ao microscópio:
Usar objetiva de imersão (100x) para analisar a lâmina na zona de leitura ideal (onde
as células estão bem distribuídas, sem sobreposição).
Identificação celular:
Classificar os leucócitos em neutrófilos (segmentados e bastonetes), linfócitos,
monócitos, eosinófilos e basófilos com base em morfologia e cor.
Contagem de 100 células:
Contar 100 leucócitos consecutivos, registrando o número de cada tipo. Em crianças
ou quadros suspeitos, pode-se contar até 200 células.
Cálculo dos valores percentuais e absolutos:
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Converter os percentuais em valores absolutos com base na contagem total de
leucócitos do hemograma automatizado.
B. Como interpretar as alterações nos percentuais de neutrófilos, linfócitos,
monócitos, eosinófilos e basófilos? Cite exemplos de condições clínicas
associadas.
Alterações nos percentuais dos leucócitos (leucograma) refletem a resposta do
sistema imune a diferentes estímulos. Abaixo, a interpretação básica de cada tipo
celular e exemplos clínicos:
• Neutrófilos
Neutrofilia (↑): Infecções bacterianas agudas, inflamações, estresse, uso de
corticoides
Neutropenia (↓): Infecções virais, quimioterapia, agranulocitose, lúpus
• Linfócitos
Linfocitose (↑): Infecções virais (mononucleose, hepatite), coqueluche, leucemias
linfocíticas
Linfopenia (↓): Uso de imunossupressores, infecção pelo HIV, corticoterapia
• Monócitos
Monocitose (↑): Infecções crônicas (tuberculose, endocardite), doenças autoimunes,
leucemias mielomonocíticas
Monocitopenia (↓): Pouco comum; pode ocorrer em pancitopenia ou uso de
quimioterápicos
• Eosinófilos
Eosinofilia (↑): Alergias, asma, parasitoses (principalmente helmintos), leucemia
eosinofílica
Eosinopenia (↓): Estresse agudo, infecções graves, uso de corticoides
• Basófilos
Basofilia (↑): Rara; pode ocorrer em leucemia mieloide crônica, reações alérgicas ou
hipotireoidismo
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Basopenia (↓): Pouco significativa clinicamente; pode ocorrer no pós-operatório ou
com corticoides
C. Quais alterações morfológicas podem ser observadas nos leucócitos, como
hipersegmentação de neutrófilos ou linfócitos reativos, e o que elas indicam?
Além da contagem percentual, o exame morfológico dos leucócitos no esfregaço
sanguíneo permite identificar alterações que indicam ativação celular, disfunções
hematopoiéticas ou respostas imunes específicas. As principais são:
• Hipersegmentação de neutrófilos
Descrição: Neutrófilos com núcleo contendo mais de 5 lóbulos.
Indica: Deficiência de vitamina B12 ou ácido fólico (anemia megaloblástica),
raramente síndromes mielodisplásicas.
• Bastonetes (desvio à esquerda)
Descrição: Aumento de neutrófilos imaturos (bastonetes) no sangue periférico.
Indica: Infecção bacteriana aguda, inflamação intensa ou resposta medular a estresse.
• Linfócitos reativos (ou atípicos)
Descrição: Linfócitos maiores, com citoplasma basofílico e contornos irregulares.
Indica: Estímulo antigênico, comum em infecções virais como mononucleose,
citomegalovírus ou hepatite.
• Vacúolos ou grânulos tóxicos em neutrófilos
Descrição: Presença de vacúolos ou grânulos grosseiros no citoplasma.
Indica: Infecções bacterianas graves, sepse ou resposta inflamatória sistêmica.
Essas alterações morfológicas complementam a contagem diferencial e ajudam a
orientar o diagnóstico clínico e o grau de resposta imunológica do paciente.
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D. Como é calculado o número absoluto de leucócitos de cada tipo, e qual a
relevância clínica desses valores para o diagnóstico de doenças
hematológicas?
O número absoluto de cada tipo de leucócito é calculado com base na fórmula:
Valor absoluto = (% de cada leucócito/100) x leucócitos totais/mm3.
Valores percentuais podem ser enganosos em leucopenias ou leucocitoses extremas.
Valores absolutos permitem identificar:
Neutropenia ( 4000/mm³ em adultos): comum em infecções virais ou
leucemias.
Eosinofilia (> 500/mm³): associada a alergias e parasitoses.
Monocitose (> 800/mm³): vista em infecções crônicas ou doenças mieloproliferativas.
Portanto, a contagem absoluta é fundamental para o diagnóstico e acompanhamento
de doenças hematológicas, infecciosas e imunológicas.
2. LEUCEMIAS AGUDAS E CRÔNICAS
A. Quais critérios são utilizados para classificar uma leucemia como aguda ou
crônica, e como diferenciar leucemia mieloide de linfocítica com base nos exames
laboratoriais?
• Leucemias agudas:
Início súbito, evolução rápida
Predomínio de blastos (>20%) no sangue ou medula
Sintomas intensos: anemia, infecções, sangramentos
• Leucemias crônicas:
Evolução lenta, muitas vezes assintomática no início
Predomínio de células maduras
Leucocitose persistente com linfócitos ou granulócitos
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______/______/______Laboratorialmente, a leucemia mieloide apresenta mieloblastos ou formas jovens da
série granulocítica no sangue periférico, podendo conter bastonetes de Auer (na forma
aguda). Na linfocítica, observa-se aumento de linfoblastos (na forma aguda) ou
linfócitos maduros (na forma crônica), muitas vezes com morfologia atípica.
A imunofenotipagem por citometria de fluxo é o exame confirmatório, revelando
marcadores específicos:
Mieloide: CD13, CD33, mieloperoxidase (MPO) positiva
Linfocítica: CD19, CD20 (linhagem B), CD3 (linhagem T), TdT+
B. Quais alterações no hemograma são mais comumente observadas em pacientes
com leucemias agudas e crônicas, e como correlacioná-las aos sintomas clínicos?
• Leucemias agudas (LMA e LLA):
Hemograma: Blastos circulantes, anemia, plaquetopenia, leucocitose ou leucopenia
Sintomas: Fadiga, palidez, infecções, sangramentos — causados por falência da
medula.
• Leucemias crônicas (LMC e LLC):
Hemograma: Leucocitose acentuada e persistente
LMC: formas imaturas da série mieloide
LLC: linfocitose com linfócitos maduros
Sintomas: Fase inicial assintomática; com o tempo: fadiga, perda de peso,
esplenomegalia.
C. Quais exames adicionais, além do hemograma (como imunofenotipagem e
cariótipo), são importantes para confirmar o diagnóstico de leucemias e determinar
o prognóstico?
Além do hemograma, os principais exames são:
Imunofenotipagem (citometria de fluxo): Identifica a linhagem (mieloide ou linfoide) e
estágio de maturação.
Cariótipo e FISH: Detectam alterações genéticas, como o cromossomo Philadelphia
(LMC), com valor prognóstico.
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Mielograma e biópsia de medula: Avaliam a celularidade e a porcentagem de blastos.
PCR e estudos moleculares: Detectam mutações específicas que orientam o
tratamento.
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Referências Bibliográficas
CANÇADO, R. D. Anemia ferropênica no adulto: causas, diagnóstico e
tratamento. Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, v. 32, n. 2,
p. 158‑163, 2010. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/rbhh/a/DGrknHs7sMCwNRKMTCM9YkF/?lang=pt. Acesso
em: 08 nov. 2025.
JARDIM, Raquel Vaz Hara. Hematologia clínica. Recife: Ser Educacional, 2021.
eBook. Disponível em: https://sereduc.blackboard.com. Acesso em: 08 nov. 2025.
LÓPES, G. E. K. Aspectos contemporâneos da leucemia mieloide aguda. Brazilian
Journal of Hematology and Hemotherapy, v. 46, n. 1, 2024. Disponível em:
https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/download/72074/5050
7. Acesso em: 08 nov. 2025.
TEIXEIRA, A. L. G.; MORAIS, M. G.; REIS, S.; BRAGA, Y. A. V.; GOULART, M. O.;
PERINA, K. C. B. Anemia ferropriva: aspectos clínicos, diagnósticos e
terapêuticos. Revista Médica (São Paulo), v. 103, n. 2, e‑221582, mar.‑abr. 2024.
Disponível em:
https://revistas.usp.br/revistadc/article/download/221582/204566/693598. Acesso em:
08 nov. 2025.