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Tec Transp cap 3

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TECNOLOGIA EM TRANSPORTES
Prof. Dr. Irineu de Brito Junior
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São José dos Campos
Tecnologia em Transportes
Prof. Dr. Irineu de Brito Junior
Ementa
OBJETIVOS: 
Compreender as principais tecnologias utilizadas em trânsito e transporte. 
Propor soluções tecnológicas para problemas logísticos.
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Ementa
EMENTA: 
Introdução à engenharia de tráfego. 
Fluxos de veículos e seu controle.
Capacidade e nível de serviço em rodovias; 
Veículos e suas características. 
Mecânica da locomoção de veículos ferroviários e rodoviários. 
Tecnologias aplicadas à gestão do transito e transporte.
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 Faltas: Simplificação
Aluno em sala de aula: presente
Aluno não compareceu: falta
Qtde máxima: 20 faltas.
 Sala de aula:
Celular (em qualquer função): modo vibratório, atendimento fora da sala de aula
Acesso a internet, somente com autorização do professor. Sites de bate-papo e relacionamento não são permitidos.
MP“x” players: não permitido
Lap Tops: apenas na matéria da aula do dia
Gravações, filmagens, fotografias, etc: apenas quando autorizados pelo professor
Virus: http://www.fatecsjc.edu.br/?cont=downloads
REGRAS GERAIS
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 Lei nº 12.730, de 11 de outubro de 2007
Proíbe o uso telefone celular nos estabelecimentos de ensino do Estado, durante o horário de aula.
O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei:
Artigo 1º - Ficam os alunos proibidos de utilizar telefone celular nos estabelecimentos de ensino do Estado, durante o horário das aulas.
Lei nº 12.730
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Aprovação:
Nota Final = P1 x 0,3 + P2 x 0,3 + P3 x 0,3 + Part x 0,1
O aluno será considerado aprovado se Nota Final ≥ 6,0 e Presença ≥ 75%.
Participação = Média dos exercícios realizados em sala (80%) e presença.
Prova Recuperação (PR): Nota entre 4,0 e 5,9 (PR + Média Final) / 2 ≥ 6,0.
Prova substitutiva: Substitui ausência em prova ou menor nota obtida (se ≥ 6,0).
REGRAS GERAIS
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 COITADISMO
e 
VITIMISMO
Despertam a solidariedade por parte do professor, mas NÃO são CRITÉRIOS DE APROVAÇÃO
REGRAS GERAIS
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Programação
P1: 16/3 (manhã e noite)
P2: 27/4 manhã e 28/4 noite
P3: 8/6 (manhã e noite)
Sub: 15/6 manhã e 16/6 noite
Exame: 22/6 manhã e 23/6 noite
Programação encontra-se detalhada no sistema SIGA
Deixar pelo menos 2 partes do caderno
Lápis de cor: Vermelho, verde e amarelo
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Bibliografia básica
Novaes, A. G. N., Pesquisa Operacional e Transportes, modelos probabilísticos, Edusp, 1974.
Prado, D. S., Teoria das filas e simulação, INDG, Belo Horizonte, 2004.
Setti, J. R. A., Tecnologia de transportes, USP-São Carlos, 2008.
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REGRAS GERAIS
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Aprendizado: retenção após 2 semanas
Fluxos de veículos e seu
controle
 
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Objetivos
Neste capítulo estuda-se os fluxos de veículos e as formas de controlá-los.
Existem situações em que o movimento do veículo não é determinado pelos seus limites de desempenho, mas sim pela presença de outros veículos na via. Essa é uma situação comum, experimentada por todo motorista.
Quando o número de veículos que compartilham uma via cresce a velocidade de cada um deles passa a ser determinada pela corrente de tráfego e o desempenho individual pode ficar abaixo dos limites estabelecidos pela mecânica de locomoção
Representação gráfica de fluxos de veículos
 
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Diagrama Espaço X Tempo
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“Headway”
O “HEADWAY” é definido como sendo o intervalo de tempo que decorre entre a passagem de dois veículos sucessivos por uma seção de controle e é medido em função da passagem da roda dianteira ou do pára-choque dianteiro dos veículos por ponto preestabelecido.
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Espaçamento
O espaçamento é a distância entre veículos sucessivos num certo instante, medida a partir de um ponto de referência comum aos veículos, normalmente a frente ou as rodas dianteiras. Nos diagramas espaço-tempo, é a separação vertical entre as curvas que representam veículos sucessivos. 
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Exemplo
Usando o diagrama espaço x tempo anterior determine a velocidade média do trem 3, entre as estações A e B, localizadas respectivamente a dA e dB do início do trecho.
Dados:
dA = 10 km
dB = 55 km
tA = 20 min
tB = 1 h e 20 min
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Exemplo
Velocidade = Espaço
	 Tempo
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Volume de tráfego
O volume de tráfego numa certa via é definido como o número de veículos passando por ponto durante um intervalo de tempo. 
Intervalo de tempo é uma hora: unidade é [veic/h] volume horário. 
Período for um dia: volume dado em [veic/dia] é denominado volume diário. 
Período de um ano: volume anual - unidade é [veic/ano].
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Volume de tráfego
A taxa de fluxo horário é o volume horário equivalente, obtido a partir de um intervalo de observação menor que uma hora. Esta distinção é importante, pois a taxa de fluxo horário pode ser diferente do volume que seria obtido se o intervalo de observação fosse de uma hora.
O volume é medido através de uma contagem, que pode ser manual ou automática (feita por meio de aparelhos colocados sob ou sobre a via). A contagem pode se referir a uma única faixa de tráfego ou a todas as faixas de tráfego; pode dizer respeito a um único sentido de tráfego ou aos dois sentidos de tráfego. 
O volume q é a relação entre o número de veículos n e o período de contagem Dt.
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Volume de tráfego
É interessante perceber que existe uma relação entre os “headways” e o volume de tráfego. Suponha-se que n veículos foram contados durante um período Dt e que os seus “headways” hi foram registrados. Sabe-se que:
O volume q é a relação entre o número de veículos n e o período de contagem Dt.
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Volume de tráfego
Substituindo-se o valor de Dt 
Headway médio = (h)
Volume pode ser também expresso como o inverso do headway
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Volume de tráfego - Exemplo
Headway médio = (h) = 2s
Qual o volume (veic/h) ?
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Volumes e taxas de fluxo de tráfego
Volumes de tráfego são expressos em veículos por dia, quando são usados para planejamento de sistemas rodoviários ou na análise de tendências de crescimento.
As projeções de tráfego são baseadas em contagens