Relatório 6   Síntese do Acetato de Butila
17 pág.

Relatório 6 Síntese do Acetato de Butila

Disciplina:Química Orgânica Experimental497 materiais2.261 seguidores
Pré-visualização4 páginas
UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS - UFAM

INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS - ICE

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA - DQ

CURSO – ENGENHARIA QUÍMICA - EQ

RELATÓRIO 6 – QUÍMICA ORGÂNICA EXPERIMENTAL I (IEQ633)
SÍNTESE DO ACETATO DE BUTILA

MANAUS (AMAZONAS)

2016/4

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS - UFAM

INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS - ICE

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA - DQ

CURSO – ENGENHARIA QUÍMICA - EQ

RELATÓRIO 6 – QUÍMICA ORGÂNICA EXPERIMENTAL I (IEQ633)
SÍNTESE DO ACETATO DE BUTILA

ADRIANA PEREIRA DE SOUZA (21453636)

IAGO BRUNO PACHECO FERREIRA (21453635)

IGOR MORAES BEZERRA CALIXTO (21456321)

JARDEL RIBEIRO CARDOSO (21453436)

MANAUS (AMAZONAS)

2016/4

Relatório 6, de Química Orgânica

Experimental, sobre Síntese do Acetato

de Butila, orientada pelo professor Dr.

Emmanoel Costa, com o intuito de obter

conhecimentos a respeito de um dos

ramos de estudo da Química Orgânica.

Relatório 6 – Síntese do Acetato de Butila.

1.0. Resumo:

 Ésteres são normalmente encontrados na natureza nas gorduras e óleos vegetais, além de frutos e flores,

que estão associados com aroma e sabor, propriedades organolépticas. Ésteres resultam frequentemente da

condensação, uma reação que produz água, de um ácido carboxílico e de um álcool, processo denominado

esterificação. Utilizamos ácido acético e álcool n-butílico, utilizando o sistema de refluxo e funil de separação

para o procedimento.

SUMÁRIO

1. Síntese do Acetato de Butila..............................................................................................................1

1.1.Introdução...........................................................................................................................................1

1.2.Procedimento Experimental...............................................................................................................2

 1.2.1.Materiais Necessários................................................................................................................2

 1.2.2.Parte Experimental.....................................................................................................................2

1.3.Resultados e Discussão.......................................................................................................................5

1.4.Conclusão............................................................................................................................................6

1.5.Anexos.................................................................................................................................................7

1.6.Referências Bibliográficas.................................................................................................................13

1

1.1. Introdução:

 Os ésteres são uma classe de compostos amplamente distribuídos na natureza. Os ésteres simples tendem

a apresentar odores agradáveis. Em muitas, mas não todas as classes, os sabores às fragrâncias características

de flores e frutas se devem a compostos com o grupo funcional éster. As qualidades organolépticas (odores e

sabores) de frutas e flores geralmente podem ser em decorrência de um único éster. Os fabricantes de bebidas

e alimentos estão familiarizados com ésteres e normalmente os utilizam como aditivos para melhorar a

fragrância ou o aroma de uma sobremesa ou bebida (ENGEL,2012)

 Os ácidos carboxílicos reagem com álcoois para formar ésteres através de uma reação de condensação

conhecida como esterificação. As esterificações catalisadas por ácidos são chamadas de esterificações de

Fischer, que ocorrem lentamente na ausência de ácidos fortes, mas elas atingem o equilíbrio em questão de

pouco tempo quando se deixa um ácido e um álcool em refluxo com uma pequena quantidade de ácido como

o ácido fosfórico, ácido sulfúrico ou ácido clorídrico concentrado. Quando a posição do equilíbrio controla a

quantidade de éster formada, a utilização de um excesso de ácido carboxílico ou de álcool aumenta o

rendimento baseado no reagente limitante. O rendimento de uma reação de esterificação também pode ser

aumentado através da remoção da água da mistura reacional à medida que ela é formada (SOLOMONS, 2012)

 O acetato de butila é bastante utilizado como solvente polar, sua forma é liquida, transparente com odor

característico de fruta, obtido pela esterificação do ácido acético com o n-butanol,

 também é utilizado como solvente em tintas e vernizes, solvente ativo em resinas alquídicas, breu esterificado,

óleos secativos, poliuretano, acrilatos, metacrilatos, entre outros. Os vapores causam irritação do trato

respiratório, com tosse e desconforto no peito.

 Por fim, tem-se como objetivos básicos da prática os tópicos abaixo:

1) Fazer a preparação do acetato de butila.

2) Calcular o rendimento percentual de formação do produto.

2

1.2. Procedimento Experimental:

1.2.1. Materiais Necessários.

Para que a atividade experimental fosse bem desenvolvida pelo grupo, foram utilizados alguns materiais

essenciais para avaliação dos parâmetros pedidos para resolução do relatório:

Materiais Reagentes

Béquer de 100 mL Ácido Acético

Chapa de Aquecimento Ácido fosfórico concentrado (H3PO4)

Balão de Fundo Redondo de 250 mL Álcool n-butílico (C4H10O)

Funil de Separação
Solução de bicarbonato de sódio

(NaHCO3)

Manta Elétrica Água destilada (H2O)

Argola de Ferro Sulfato de sódio anidro (NaHSO4)

Condensador ( Refluxo) Pedrinhas de ebulição

Proveta de 25,0 mL

Pipeta de 5,0 mL

1.2.2. Parte Experimental

 A atividade experimental desenvolvida pelo grupo discente realizou as seguintes etapas:

1) Em um balão de fundo redondo de 250, 0 mL, adicionou-se 9,25g (12,5 mL) de álcool n-butílico, 14,99g

(15,5 mL) de ácido acético e 0,45g (0,25 mL) de ácido fosfórico (H3PO4). Cuidado: Não se deve aspirar os

ácidos. Medir o volume de H3PO4 com pipeta graduada de 5,0 mL, a qual, por simples imersão trará uma

quantidade maior que a desejada.

 2) Montou-se o sistema de refluxo, indicado na figura abaixo.

3) Colocou-se no balão algumas pedras de ebulição e aqueceu-se a mistura reagente por 60 minutos (1 hora).

4) Terminado o período de aquecimento, deixou-se esfriar e transferiu-se a mistura reacional para o funil e

separação.

5) Adicionou-se 15,0 mL de água, fechou-se e foi agitado, tendo o cuidado de segurar a tampa e a torneira.

6) Com o funil em posição horizontal, abriu-se a torneira para dar saída aos gases desprendidos pela

agitação.

3

7) Repetiu-se o processo de agitação diversas vezes.

8) Colocou-se o funil na argola de ferro e deixou-se em repouso até que as fases orgânica e aquosa se

separassem nitidamente.

9) Retirou-se a tampa do funil e abriu-se a torneira para dar saída a fase aquosa, desprezando-a.

10) Repetiu-se todo o processo de lavagem acima descrito, com mais de 15,0 Ml de água (2x), depois com

6,0 mL de solução aquosa a 5% de NaHCO3, e, finalmente, com 15,0 mL de água.

11) Por fim, passou-se o produto obtido, do funil para o béquer previamente tarado e adicionou-se o sulfato

de magnésio anidro até a solução ficar límpida.

12) Separou-se